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Do fundo do baú

Um amor eterno...

A chuva caía insistente, Dora esperava sentada no sofá da sala, quantos meses tinham se passado? Dois, três, ela não lembrava mais, só sentia o desespero daqueles que amam em silêncio, amam proibido. As horas se arrastavam, os minutos eram intermináveis, quando enfim ela ouviu o barulho da chave na fechadura, a porta aberta deixou ver a pessoa que era a razão de toda aquela angústia, ela estava ali a poucos passos de Dora, num relance ela notou certa magreza, os cabelos estavam mais curtos, mais escuros que o normal, mas era seu amor, e ela estava linda, deslumbrante apesar de toda chuva que havia pegado no caminho até o apartamento discreto no centro da cidade, onde Dora morava há meses...
Palavras pareciam ser totalmente desnecessárias nesse momento, mas Dora tentou ser o mais natural possível, não queria demonstrar sua aflição...
Levantou-se do sofá deu boas vindas, guardou seu casaco, ofereceu uma toalha, serviu uma bebida, e conversaram como se fossem apenas boas amigas, por longos minutos, de tudo foi falado, a viagem de Dora, o emprego novo, Ela demonstrava grande interesse em tudo, na decoração, nos livros novos, nos discos... E foi assim que Dora a conduziu até seu quarto, e quando a porta se fechou, Ela e Dora deixaram vir à tona toda paixão que sempre às consumia,
desde o início daquele caso de amor.
Assim mãos se tocaram, bocas se procuraram num crescente louco, para Dora nada mais importava naquele momento, todos os problemas foram esquecidos, a vida dupla dela não era nada, comparado ao sentimento que as unia. Dora deitou-a na cama suavemente, amava tudo naquela mulher, seu cheiro, seu gosto, os cabelos revoltos, os olhos, uma pequena cicatriz no supercílio direito, o nariz perfeito, a boca macia e quente a implorar beijos e beijos...
Dora explorou com carinho cada parte daquele rosto amado, os beijos duraram uma eternidade, era muito bom senti-la depois de tanto tempo de separação forçada, ela afundou o rosto em seu pescoço e sentiu o cheiro doce do perfume conhecido, a língua percorreu o pescoço até a orelha e sugou-a devagar várias vezes, voltou à boca e a beijou demoradamente enquanto as mãos procuravam os seios por baixo da blusa de malha, encontrou o fecho do sutiã e o abriu devagar, os seios fartos, deliciosos, saltaram, praticamente pedindo para serem devorados, a blusa foi parar no chão, onde foram aos poucos parar a saia e a minúscula calcinha preta, Dora provou cada um dos seios, eram lindos, grandes e redondos, o bico eriçado pelo desejo, pedindo pra ser sugado. Ela também tirava a roupa de Dora aos poucos, mas era tímida ainda, Dora não sabia dizer se era o tempo de separação, mas notava nela certo nervosismo, um tremor nas mãos, os olhos molhados, mas não conseguia pensar mais, a excitação era enorme, ela sentia que estava completamente molhada, o seu sexo pedia pra ser tocado, mas ela queria aproveitar o maior tempo possível, aquela tortura deliciosa...
As duas já estavam completamente nuas, quando Dora percebeu que a chuva de antes dera lugar a um céu cheio de estrelas e elas seriam as únicas testemunhas daquele momento de amor.
Dora beijava boca, pescoço e seios bem devagar, Ela suspirava e gemia baixinho, isso aumentava o tesão de Dora, e as mãos começaram a acaricia-la , os braços , as costas, os seios , a barriga lisa e firme, Ela passava a mão nos seios de Dora e era o céu na terra; quando a mão de Dora passou pelas coxas, Ela se sentiu perdida, e implorou pra ser tocada, Dora não quis desaponta-la, dedos hábeis encontraram a carne macia, úmida e quente, passearam por toda extensão, acariciando bem devagar, enquanto Ela se contorcia , gemendo sem parar, então num assalto, ela penetrou fundo, sentiu q Ela arfava de prazer, os movimentos eram intensos, lentos e rápidos, fortes, indo cada vez mais fundo, mais forte, mais firme... Ela não parava de beijar Dora um segundo, mordia seus lábios, gemia, e pedia mais e mais, Dora não tinha pressa, e retirou a mão, desceu a boca do pescoço pra barriga, e desceu lentamente pras pernas torneadas, beijava devagar, passava a língua... Abriu então as coxas e beijou a parte interna com delicadeza, Ela se desesperava, agarrava seus cabelos e pedia baixinho pra ser chupada.
Dora cedeu aos seus apelos, e a boca passeou pela carne completamente molhada a principio com beijos delicados, Ela era doce, seu cheiro embriagava. Dora ajoelhou-se e segurou firmes seus joelhos abrindo bem as suas pernas, desceu a boca, Ela então percebeu o desejo por tanto tempo reprimido, Ela se sentia invadida por dedos, língua, boca, de uma vez só e um de cada vez alternadamente, Dora ardendo de desejo só de ouvir os gemidos abafados, os pedidos de “mais, mais”, sentia-se no céu e no inferno ao mesmo tempo. Como podia aquela mulher deixa-la daquele jeito? Ela se contorcia, já não sabia onde estava só queria chegar ao orgasmo, coisa que só Dora lhe proporcionava.
Os movimentos se intensificaram, Ela gemia, gritava, implorava e Dora a chupava com firmeza, bebia todo seu liquido, um espasmo percorreu seu corpo na hora do ápice, foram intensos minutos de céu na terra em que Dora não a abandonou um segundo segurando-a firme pelas nádegas, pôde olhar e vê-la numa das visões mais incríveis que se pode ver o ser amado, a cabeça jogada pra trás totalmente entregue, totalmente sua... Dora deitou sobre seu corpo suado e beijou-a demoradamente, fazendo-a sentir seu próprio gosto e cheiro, isso pareceu deixá-la acessa novamente. Ela então virou Dora, encostou os seios firmes nas suas costas e começou a torturá-la com beijos na nuca, passava a língua demoradamente, fazendo com que Dora se arrepiasse até a alma, enquanto as mãos acariciavam os seios delicados, os dedos apertando os bicos duros, Ela explorou suas costas, levando-a a loucura, enquanto sua mão atrevida encontrou o sexo encharcado de Dora, os dedos quase inexperientes, tocaram com carinho, penetraram devagar e os movimentos de Dora foram se intensificando, ela não conseguia mais pensar em nada, Ela era suave, era sua vida, seu amor...
Dora deixou-a penetrar diversas vezes, antes de virar e ficar de frente pra ela, olhou-a nos olhos e disse baixinho que era sua mulher enquanto fosse viva, e ninguém abalaria isso.
Fez com que Ela se deitasse e ajoelhando em frente seu rosto, ofereceu seu sexo pra ser sugado pelos lábios dela, que não se fez de rogada e mergulhou fundo, o que deixou Dora surpresa e deliciada, as mãos finas e macias seguraram os seios de Dora com firmeza enquanto a boca chupava deliciosamente seu sexo, Dora esfregava nela com prazer, totalmente entregue. A visão para quem as visse era de deusas do sexo sedentas por prazer.
Dora agarrou-se a cabeceira da cama e gemeu alucinadamente quando sentiu que ia gozar, olhou nos olhos dela e disse “sou sua eternamente” sentindo todo liquido escorrer de dentro de si, vendo-a sugar devagar seu clitóris intumescido, as pernas trêmulas, fizeram com que ela se jogasse de lado na cama macia, e puxasse Ela consigo. As duas se beijaram longamente, disseram coisas que são ditas nessa hora e depois muitas vezes esquecidas, mas que são deliciosas de se ouvir, então o calor veio de novo e as envolveu, se amaram loucamente vezes e vezes na noite sem fim.
Já era quase manhã quando as duas não resistiram e adormeceram nos braços uma da outra, cabelos embolados um no outro, bocas se tocando, mãos entrelaçadas.
Acordaram tarde, e depois do rápido café despediram-se, nenhuma delas saberia dizer quando seria o próximo encontro, nenhuma delas sabia se haveria um outro encontro, mas ambas tinham certeza que estariam marcadas uma na vida da outra. Como se fosse uma tatuagem invisível, haveria sempre um pedaço dela em Dora e um pedaço de Dora nela.
Lágrimas inevitáveis embaçaram a visão de Dora ao ver aquela menina tão sua, e tão longe de ser sua, partir.
Ela talvez partisse chorando também, Dora não saberia nunca, o que Dora tinha certeza era do amor de uma por outra e da certeza que nunca fora tão feliz com alguém antes.

Sobre este texto

Lia

Autor:

Publicação:16 de novembro de 2011 16:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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