Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Márcia

Ele era apenas um menino de oito anos. Ela uma menina da mesma idade. Porem, ali um inocente relacionamento nascia, e continuaria inocente até a adolescência. A vida os separaria sem que eles mesmos notassem. Os amigos, as namoradas, as experiências, os primeiros compromissos, tudo isso fez com que aquele relacionamento, aos poucos, se enfraquecesse, até chegar ao ponto de não mais se falarem.
Os anos passaram, e é claro, muita coisa aconteceu. Ele se tornara um homem feito, adulto. Seus envolvimentos duraram o tempo necessário para seu amadurecimento. Ela também tornou-se mulher, e uma linda mulher.
Profissionalmente resolvido, bem sucedido no ramo da informática, ele ainda procurava alguém que lhe tocasse fundo, de verdade. Ela era noiva, mas não estava mais feliz. O amor sucumbiu às brigas. Pensava em acabar o noivado, motivo que lhe entristecia profundamente.
Após anos de adiamento, ele decidiu colocar aparelho dentário. Demorou para escolher um bom especialista, até que em um telefonema, uma voz muito bonita lhe chamou a atenção. Ele decidiu ir até a clínica para conhecer a dona daquela voz.
Cansada de deprimir-se, decidiu que voltaria a sorrir e tomaria coragem para terminar o namoro de uma vez. Dedicou-se mais ao seu trabalho, coisa que não conseguia fazer facilmente, sem pensar nos seus problemas. Até que o telefone tocou, e do outro lado, uma voz um tanto diferente lhe falava. Ela ofereceu os serviços, conversou brevemente, e sem saber porquê, torceu para ouvir aquela voz novamente.
Ao final do expediente, ele saiu de seu trabalho e rumou para a clínica escolhida. Ao chegar lá, de cara avistou uma morena de cabelos lisos e longos que estava de costas, e, quando se virou seu coração acelerou ao ver aquela que um dia fora sua amiga de infância.
Ela demorou um pouco para reconhece-lo, mas desde que o viu sentiu sua pulsação mais forte. Os pensamentos dele se confundiam com a impressionante beleza daquela mulher. Há muito não via brilho tão intenso em um olhar. Ela tentava se lembrar qual fora a última vez que tinham se visto ou se falado. Não lembrara. Quando ele lhe cumprimentou ela imediatamente lembrou da voz do telefone. Lembrou-se também que ali era seu local de trabalho, e que precisava atende-lo. Obviamente ele não procurou mais clínicas, pois isso tornara-se irrelevante a partir daquele momento.
Após o exame inicial, ele tomou coragem para perguntar se teria como conversar com ela fora do seu trabalho. Ela sorriu e lhe deu o número de seu telefone celular. Disse-lhe ainda que seu horário iria até as dezenove horas, e que quando pudessem poderiam marcar para conversar após este horário. “Hoje?”, ele perguntou hesitante. Ela parou de sorrir, lembrou-se de seu noivo e lhe respondeu que infelizmente, naquela semana ficaria muito difícil para combinar qualquer coisa, mas que na próxima semana ele poderia ligar quando quisesse. Ele também parou de sorrir, mas não perguntou mais nada, apenas deu um beijo na mão dela e se foi. Saiu da clínica louco de vontade de continuar conversando com ela, e tentando adivinhar o porquê não podiam se falar naquela semana. Por que precisava esperar tanto tempo. Seriam dias enormes.
Ela, ao dar a desculpa a ele, fixara um prazo a si mesma: Terminaria o noivado neste período. Mas já não sabia qual o motivo mais forte: a infelicidade, a falta de amor, a liberdade ou o amor. Amor? Sim. Ela voltara a sorrir, pois a paixão havia lhe invadido novamente. Mas precisava terminar seu noivado, para que as coisas não se misturassem.
Ele voltou pra casa e tentou se ocupar da melhor forma possível, mas não adiantava. Seus pensamentos lhe levavam para dentro daquele olhar. Pegou o número do telefone dela e por mais de mil vezes pensou em ligar. Não ligou. Afinal, talvez estivesse sonhando demais. Não queria se decepcionar mais uma vez.
Dois dias se passaram e ele lembrou que não lhe deixou nenhum telefone para que ela entrasse em contato com ele, a não ser o do seu local de trabalho. Com este pretexto, ligou para a clínica, mas falaria que precisava confirmar o horário de sua nova consulta. Quando ligou, reconheceu a voz dela ao telefone e estremeceu. Perante o silêncio dele ela perguntou mais uma vez o que desejavam. Ele se identificou. Ela também estremeceu. Trocaram poucas palavras, mas todas de afeto. Então ele se lembrou que queria dar-lhe seu número de celular. Ela anotou e perguntou-lhe se podia ligar a qualquer hora. A resposta dele foi que só não ligasse se esquecesse dos tempos de infância. Ela sorriu e pediu para terminar a ligação.
Nos pensamentos dela, a noite anterior ainda se fazia presente. Conversara com seu agora ex-noivo longamente. Não brigaram, mas foi muito doloroso. Afinal foram quatro anos juntos. Mas finalmente tinham terminado tudo.
Na mesma noite, ela pegou o telefone várias vezes e pensou em ligar para ele. Porém, tinha receio de se precipitar. Não sabia o que ele iria pensar. Lembrou-se dos tempos de adolescência, dos primeiros namoricos. Até finalmente criou coragem e ligou.
Ele ficara em casa naquela noite, pensava no que fazer, quando de repente, seu telefone tocou. Sentiu um arrepio na espinha, e correu ao telefone. Quando reconheceu a voz dela tremeu. Não imaginava que ela ligaria aquela hora da noite. O relógio marcava vinte e duas horas.
Ela perguntou a ele se existiria alguma pizzaria aberta para que eles pudessem jantar e conversar. Sua resposta foi que, se não houvesse, ele abriria uma. Ela sorriu. Combinaram que em meia hora ele a apanharia em sua casa. Ele não acreditava.
Poucos minutos depois, ele já estava na casa dela. Ela já o esperava. Cheiro bom de banho tomado e perfume escolhido a dedo. Ele só saiu do carro para abrir a porta, numa demonstração de seu cavalheirismo. Ela sorriu. Estavam nervosos. Parecia o primeiro dos primeiros encontro de ambos.
Ele reparou no perfume dela e ela agradeceu. Saíram a procurar algum restaurante, mas não encontraram nenhum, pelo adiantado da hora. Ela perguntou se ele morava sozinho. Ele respondeu que sim. Então ela deu uma idéia de comprar algo para comer em casa, pois queria muito conversar e o carro não era o melhor dos lugares àquela hora. E foi o que fizeram. Ele comprou algumas pizzas pré-prontas, um sorvete e rumaram para casa.
Lá chegando, ela reparou que ele era muito organizado. Estava tudo limpo e no seu devido lugar. Isto a impressionou. Ela lembrou da total desorganização de seu agora ex-noivo. Algo que a irritava profundamente. Mas se arrependeu pois não queria fazer comparações e, com certeza, ela mesmo tinha defeitos irritáveis.
Ela o elogiou pelo apartamento e ele respondeu que era bom morar sozinho, mas com o tempo, a solidão entristece a pessoa, e ele não via a hora de encontrar mais alguém ali. Além de seus amigos e sua família. Ela ficou séria. Ele perguntou se falou alguma besteira. Ela disse que também se sentia sozinha e que gostaria de alguém que ficasse ao seu lado nas horas boas e ruins e não sós nas boas. Ele percebeu que ela falava de alguém que gostava muito. Ele perguntou se ela tinha namorado ou algo parecido. Ela respondeu que sim. Tinha noivo. O coração dele disparou. Ela percebeu seu incômodo e corrigiu: ex-noivo.Alívio.
Ela pediu para ir ao banheiro. Ele ficou aprontando a mesa. No banheiro, ela mais uma vez percebeu sua organização. Usou sua curiosidade feminina para tentar descobrir algum vestígio feminino. Não encontrou nada além de um shampoo que ela gostava de usar também. Baixou sua saia e percebeu que sua calcinha branca estava um pouco molhada e ela lembrou que quando se cumprimentaram, sem querer o braço dele tocara seu seio direito e isso a excitou. Mas ela não quis demonstrar nada, afinal era seu primeiro encontro e uma de suas regras rígidas era nunca, mas nunca transar no primeiro encontro. Resolveu sair do banheiro.
Quando saiu estava tocando uma música que ela nunca tinha ouvido mas que gostou bastante. Ele não percebeu, mas ela começou a dançar atrás dele de olhos fechados. Ele deu dois passos pra trás e distraído, sem querer se virou e quase caíram, ou melhor caíram de propósito em cima do sofá. Ele quis sair. Ela o segurou firme. O primeiro beijo aconteceu. E foi mágico. Indescritível pra ambos. Algo que provaria a existência de algo maior que tudo. E muitos mais vieram depois. De repente ela mandou parar. Esqueceram-se das pizzas no forno. Como se o cheiro de queimado fosse resultado da fricção de seus corpos.
Ele levantou e desligou o forno. As pizzas estavam prontas. Eles talvez mais que prontos. Ela disse pra ele que talvez fosse cedo pra se envolver por alguém, pois era muito recente a separação. Ele entendeu. Mas foi surpreendido por mais um super-beijo dela. Ele notou que sua blusa era presa por um laço e que este estava desfeito, mostrando suas costas e a parte de trás de um sutiã branco e sedoso.
Ele passou as mãos nas costas dela e ela o afastou dizendo que não queria, que não podia transar. Ele não falou nada. Pra esfriar a cabeça, decidiu ir até o banheiro. Lavou o rosto. Secou-se e ficou ali pensando um pouco, como se quisesse entender o que seu coração e sua cabeça estavam fazendo com sua alma.
Saiu do banheiro e não encontrou ela na sala. Procurou na cozinha e nada. Então decidiu olhar no quarto, já preocupado com o fato de ela ter fugido dele. Também não a encontrou. Mas ouviu barulho de chuveiro. Do banheiro de seu quarto ouvia-se o som de sua voz cantando. Ele perguntou se ela estava bem. Ela respondeu para ele não se preocupar. Que tinha ficado menstruada e precisou tomar um banho rápido. Perguntou também se ele se importava. Claro que não se importava. Ficara aliviado e entendeu o motivo dela negar-se a transar com ele.
Ela pediu para ele buscar algo pra ela beber. Ele foi buscar um vinho que tinha guardado. Voltou pro quarto e quase caiu ajoelhado. Ela estava nua em sua cama. Esperando. Ele entendeu, mas não entendeu. Sorriu, mas ficou sério em seguida. Perguntou se aquilo era provocação. Ela respondeu que mentira. Não estava menstruada. Foi ao banheiro para tomar banho, para acalmar-se. Para não contrariar sua mais dura regra: A de nunca transar no primeiro encontro. Mas quando se deu por conta, estava se masturbando no banheiro, enlouquecida de tesão. Lembrou-se também que não era a primeira vez que se encontrava com ele, logo, não transgrediria regra nenhuma. Mentiu por estar quase gozando quando ele bateu na porta. Parou pensou e resolveu sair. Ele sentia de onde estava o cheiro do sexo dela. Seus cabelos molhados a deixavam mais bonita ainda. Ele chegou perto dela e começou um longo passeio por seu corpo perfeito, de seios pequenos, cintura fina, coxas delineadas e uma delicada penugem acima de sua vagina. Se demorou ali, pois sentia o gosto de tesão saia de sua gruta intumescente. Ela gemia, apertava sua cabeça contra seu corpo, mordia os lábios de tanta volúpia. Ela arrancou-lhe a camisa com uma selvageria que as mulheres só tem quando estão certas do que querem. Depois arrancou-lhe o resto das vestimentas dele e jogou-se por cima dele, com as pernas escancaradas sobre seu rosto e com o pênis totalmente na boca. Sugava-o, mordia-o, tremia quando sentia a língua dele em sua vagina e gritou como nunca quando gozou em sua boca.
Saiu daquela posição e continuou por cima dele, colocando devagar dentro de si o membro dele. Ele fechou os olhos para sentir o perfume dela. Mas ao mesmo tempo a visão que tinha era muito linda para deixar passar. Ela aumentava a velocidade e ele aumentava a força. Gozaram juntos. Ela deitou ao lado dele e ainda arfando pediu mais. Ele sem esperar muito puxou as pernas dela para cima, abriu-as como se quisesse separa-las pra sempre e penetrou-a sem dó. Ela gritou mais uma vez e depois de muitos golpes intensos ela gozou novamente. Ele ficou ali, observando, sentindo o liquido dela escorrer pela vagina e pelo seu pênis.
Ela levantou, lhe deu mais um beijo e ficou de quatro pra ele, abanando suas ancas como uma potranca no cio. Ele não teve dúvidas. Colocou-se de joelhos, segurou-a com uma mão na cintura e outra em um de seus seios e puxou-a para trás. O pênis entrou fácil, mas o calor daquela vagina o fazia ver estrelas. Fez com que ela gozasse mais vezes, variando um pouco esta posição. Após, virou-a e deitou-a na cama. Sentira vontade de beija-la e entrelaçaram-se enquanto faziam isso, chegando mais uma vez ao orgasmo. Finalmente cansaram e resolveram comer as pizzas. Descobriram que comer pizza, nus na madrugada, após fazer sexo é delicioso. Após isso adormeceram abraçados. De repente, ele acordou com ela já vestida, mas lhe fazendo um sexo oral enlouquecedor, sentiu que ia gozar e tentou se afastar, mas ela não deixou e engoliu todo o sêmen dele. Ele quase desmaiou. Ela disse que era pra pagar o orgasmo que ela teve quando ele lhe chupou e disse ainda que nenhum homem tinha feito aquilo com ela e nem ela tinha feito sexo oral em ninguém. Em ninguém. Ele fez uma cara de quem não acreditou. Ela disse que embora tivesse mentido pra ele, não tinha este costume e não iria começar nada com mentiras. Disse ainda que este foi um dos motivos que a fez terminar o noivado. Pouco sexo e muito compromisso.
Precisava ir embora. Não morava sozinha e a mãe irmã deviam estar preocupadas. Foi embora, mas não sem antes pedir uma última coisa. Queria gozar mais vezes ainda naquele dia e pediu para ele espera-la. Se possível com mais surpresas, pois ela viria com mais vontade ainda. Saiu do apartamento, desceu as escadas, mas de repente uma tremenda vontade de voltar tomou seu coração e foi o que fez. Tocou a campainha. Ele abriu meio surpreso, pediu se ela tinha esquecido alguma coisa. Ela disse que sim. Esqueceu de dar uma coisa a ele. Algo que ele não imaginava naquela hora. Abaixou a calcinha sem tirar a saia, jogou-o o no chão puxou seu pênis pra cima, chupou-o deixando bem molhado de saliva, enfiou um dedo na vagina úmida, lubrificou o ânus e sentou em cima do mesmo. Sentiu dor no início, mas estava com tesão, muito tesão. Sentiu ele entrando e quando estava lá dentro sentiu um calor muito forte subindo pelas entranhas ao mesmo tempo que sentia dois dedos em sua vagina, que gozava mais uma vez. “- Gostei”, disse ela; “- quero mais, tinha que ser com você mesmo”. “- Agora preciso ir embora, mas vou voltar. Me aguarde com o que tiver de melhor pra me dar, pois eu já te dei o que tinha de melhor até agora, mas vou buscar muito mais neste mundo pra te dar. Você quer?”. Ela só balbuciou: “- Só quero que estejas a meu lado pra sempre. Você que? Ela se afastou. Olhou pro chão, pro céu e finalmente respondeu: “- A partir de hoje, o que você querer eu quero também.” E foi embora. Ele voltou pro apartamento. Procurou uma caixa embaixo da cama, abriu, tirou a arma que estava dentro, riu e pensou. “- Ainda bem que esta porcaria não funciona. Se funcionasse quando eu tentei me matar, teria morrido sem nunca ter vivido de verdade”. Jogou tudo no saco de lixo e voltou a dormir. Pensando no que fazer para impressionar o ser mais impressionante que conhecera.

Sobre este texto

Logan Wolf

Autor:

Publicação:4 de setembro de 2014 15:50

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 04/09/2014.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*