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Do fundo do baú

Viviane

Um dia comum em um escritório de advocacia de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, o qual me pertence.
Uma manhã de sexta-feira que prometia ser como outra qualquer. Mas não era. Para explicar, preciso contar o que acontecera no final de semana anterior.
Como hobby, faço parte de uma banda, na qual sou baterista. No domingo à tarde, fizemos um show no centro da cidade e foi aí que aconteceu algo que nem sequer imaginara: Neste show estava presente uma moça que não via há muitos anos, desde que eu era criança. Lembrei-me dela instantaneamente, já que naquela época, mesmo sem nunca toca-la, a considerava minha namorada, a primeira de que me lembro.
Ela era filha do responsável pelo equipamento de som, e estava naquele dia apenas acompanhando o pai, com quem eu conversava, e que era amigo de longa data da minha família.
No meu primeiro olhar, ela estava de costas, e confesso que o que me chamou mais atenção, foi a melhor parte do seu corpo. Não que ela fosse feia, pelo contrário, mas é que aquela bunda era diferente; Cheia, dura, hipnotizante para qualquer um. De repente, ela se virou e olhou para mim, e pediu-me que chamasse seu pai, que estava de costas pra ela. Atendi e após os dois conversarem, pedi ao meu amigo se aquela era a sua filha, e ele respondeu que sim, era Viviane. Então um breve momento passou pela minha cabeça. Todos aqueles anos que eu me perguntava como ela estaria, onde estava e se lembraria de mim se me visse. Mas ela não lembrou. Pelo menos não no primeiro momento. Seu pai fez questão de nos reapresentarmos. Trocamos apenas algumas palavras até que ela lembrou da minha pessoa. Talvez do tempo em que, inocentes crianças, brincávamos na areia da praia, e nos beijávamos escondidos, sem saber o que aquilo significava, mas sabendo que era afeto.
Tudo o que eu sabia de sua vida, era que ela havia casado e era mãe de dois filhos. Fiquei então me perguntando se seu marido e filhos estavam por ali. Naquela tarde, vi apenas um de seus filhos, mas não a vi agradando ou acariciando mais ninguém.
Durante o show, e percebi que ela observava de uma posição estratégica, mas não tinha a certeza se estava olhando para alguém. Foi assim durante e após o show. Findo o show, fiquei mais um pouco no local, conversei com alguns amigos, recolhi meu instrumento e fui para casa. Naquela noite mal consegui dormir, de tanto pensar naquele olhar penetrante de olhos verdes que há anos eu não via.
A semana começou, e nada demais acontecia, na rotina do escritório. Mas foi no último dia daquela semana que um grande acontecimento marcaria a minha vida pra sempre.
No final daquela manhã, a secretária anunciou uma pessoa que se dizia uma velha amiga minha. Curioso, fui recebe-la. Nem preciso dizer quem era. Aquela beldade da natureza, de mais ou menos um metro e sessenta e cinco, mas que parecia inatingível na altura, me abraçou como se fossemos velhos amigos de fato, e pediu licença para entrar na minha sala.
Lá dentro, eu me perguntava o que traria ela a meu escritório, ou melhor, como ela sabia que eu era advogado? Ela mesma respondeu minhas perguntas sem que eu abrisse a boca. Seu pai lhe falou, e ela aproveitou a dica dele, para encaminhar seu divórcio. Naquele momento, minha alma sorriu. Mas apenas agradeci a lembrança. Para quebrar o gelo, ofereci-lhe algo para beber, e aqueles lábios me responderam que ela gostaria de beber apenas água. E foi o que fiz. Percebi que o vento fazia com que seus cabelos negros, longos e encaracolados esvoaçassem. Então fechei um pouco a janela que ficava a seu lado, aproveitando para ver que seus seios estavam ali como frutas maduras, prontas para serem colhidas e cobertos por um vestido preto e fino. Ela então me contou um pouco de sua vida, e os motivos da separação, ressaltando que foi seu ex-companheiro que ocasionou tudo, não lhe dando a atenção que lhe era merecida, e fazendo com que o amor que ela sentia por ele desaparecesse de vez. Daí as brigas comuns de casais que enfrentam crises. Os filhos, de respectivamente três e seis anos ficaram com ela. A separação de fato já durava mais de dois anos, o suficiente para dar entrada no divórcio. Fiz-lhe algumas perguntas de praxe, expliquei-lhe como funcionava o processo e solicitei a documentação necessária para dar início. Como ela não dispunha de todos os documentos necessários, disse-me que voltaria para entregar-me em outra ocasião. Após algum tempo de conversa, ela olhou para o relógio e levantou-se dizendo que estava tomando muito meu tempo, mas expliquei-lhe que àquela hora a secretária já havia saído para almoçar e eu mesmo fecharia o escritório. Mas ela reforçou que por isso mesmo deveria ir embora. Pediu-me o preço do serviço, então eu disse que em outra ocasião a gente conversaria sobre isso. Ela insistiu em pagar a consulta, mas não aceitei, e disse-lhe que o processo não custaria muito e que talvez nem lhe cobraria nada, já que é um processo que normalmente não fazia, por minha área de atuação ser outra. Mas que faria com o maior prazer.
No elevador perguntei-lhe onde iria almoçar, e por educação e também interesse, convidei-lhe para me acompanhar, já que almoçaria sozinho. Sua resposta me entristeceu um pouco, mas entendi. Afinal ela era minha cliente, e como todos sabem, estes envolvimentos às vezes atrapalham. Dizia ela que já estava atrasada para um almoço com uma amiga. Ainda assim lhe ofereci carona, e mais uma recusa tive de ouvir, já que o restaurante era perto de onde estávamos.
Então me restou almoçar, ou melhor tentar almoçar, pois o que eu realmente queria era pensar naquela mulher. E que mulher! A fenda do vestido que ela usava deixava ver um pouco daquelas coxas morenas, com os pêlos dourados, o que me deixava cada vez mais louco. Pensava no que fazer no fim de semana, como forma de ocupar minha cabeça com algo útil, e que me fizesse esquecer aquela mulher. Deduzi que a vida de solteiro tem seu lado ruim.
Voltei para o escritório para tentar trabalhar. Quando pensei em ir embora um pouco mais cedo, a secretária telefonou-me dizendo que a Sra. Viviane estava ali. Meu coração quase não me deixou falar de tantos pulos. Pedi que ela entrasse, e lembrei-me da regra do homem que quer conquistar realmente uma mulher: “Aja friamente, para que ela não saiba o que você sente.” Tentei seguir a regra. Porém, um vestido branco, decotado, me desarmou e não consegui deixar esconder meu olhar de desejo. Lembro-me de perguntar-me como alguém pode perder uma mulher daquela categoria, tão nova nos seus vinte e seis anos, dois a menos que eu. Viviane me entregou uma pasta com o que lhe solicitei, e antes de sentar sorriu-me e pediu-me o valor que seria cobrado, sob pena de sair imediatamente dali. Desconversei, e ela então surpreendeu-me, com um convite para jantar como forma de compensar o convite negado do almoço. Engoli seco, e perguntei simplesmente quando seria. A resposta foi um “Hoje à noite” inacreditável, seguido de um “Se você puder, é claro”. “Claro que sim!”, respondi. Combinamos o local e o horário, e levei-a até a porta. Despedimo-nos, e desta vez, sim fui para casa, para esfriar os ânimos. Aproveitei, e fiz algumas compras que há tempo precisava. Tomei um belo e demorado banho, e rumei ansiosamente para aquele jantar.
Quando ela apareceu, fiquei impressionado com sua elegância, e disse-lhe que a cada vez que eu a via, estava mais bonita. Ela riu e agradeceu dizendo que fazia algum tempo que não ouvia um elogio. Disse que fingiria acreditar. E ela me cortou dizendo que não mentia nunca, para logo em seguida dar-me o sorriso mais bonito do dia.
No jantar, muita conversa e risadas descontraídas de ambas as partes e a descoberta de estar ali uma mulher inteligente e madura. Após o jantar a vergonha quase impediu que ela me pedisse para leva-la para dançar. Ela mesma escolheu o lugar. Lá chegando, eu não sabia onde por as mãos quando de repente ela segurou minha mão e me conduziu até uma mesa. Largou sua bolsa e casaco e me puxou para a pista. A sua roupa era toda colada ao corpo, seu cabelos, presos, mostravam a sua tatuagem perto do pescoço, o que aliado ao seu perfume, me deixava zonzo. Dançamos por muito tempo e eu cada vez mais apaixonado por aquela mulher. Tanto que nem ligava para os outros homens que a devoravam com os olhos. Voltamos à mesa, e então para minha surpresa, ela não sentou na cadeira e sim no meu colo, dizendo-me que era para ficar sossegada. Senti que meu pênis estava exatamente embaixo daquela bunda, e duro como nunca. Ela não parecia incomodada com isso, e sem querer ou não, não parava de se mexer, de rebolar. Pedi champanhe ao garçom e ela me olhou dizendo que não costumava ingerir bebida alcoólica, mas que esta ocasião merecia. Justificou que não gostava de se sentir embriagada, que gostava do prazer como ele realmente é. E eu olhando para aquele corpo sentado no meu colo. Quando a champanhe chegou, brindamos e sem querer, derrubei um pouco dela em seu corpo, mais precisamente em seus peitos. Ela tremeu e disse a frase que abriria realmente minha noite: “Não desperdice nada na vida”, então com muito gosto beijei e suguei cada gota de champanhe e suor que estava no colo de seus seios. Ela fechou os olhos e apertou meu braço dizendo para lhe levar para qualquer lugar em que pudéssemos ficar a sós. E lá fomos nós.
O motel foi a próxima parada, mas antes no carro trocamos nosso primeiro beijo e nossas primeiras carícias, algumas muito eróticas. A loucura era tanta que antes de chegarmos ao quarto, eu já estava sem camisa e ela totalmente transtornada. No quarto, ela abaixou meu zíper, catou meu pênis e sugou-o com uma delicadeza que eu nunca tinha visto ou sentido. Sua boca era um misto de veludo com seda. Uma coisa inexplicável, que não consegui resistir por muito tempo, e atendendo aos seus apelos, gozei em sua boca, para a sua felicidade. Meu pênis saiu limpo de sua boca, sem nenhum resquício de sêmen. Então foi minha vez de despi-la. E fiz com a maior calma do mundo. Demorei para tirar sua calcinha branca e úmida. Observei cada centímetro de seu corpo. Pensando como podia uma mulher com dois filhos ter um corpo daqueles. O corpo mais bonito que já possuí. Beijei-a desde a nuca até os dedos do pé, passando por pontos que enlouquecem qualquer mulher e por alguns que só alguns homens conhecem, como a dobra dos joelhos e das nádegas. Seus seios tiveram atenção especial, pois não pareciam ser de uma mulher que já amamentou. Quando cheguei aos pelos ralos e bem cuidados de sua vagina encharcada, ela tremia, e gozou pela primeira vez quando suguei seu clitóris. Não satisfeito, introduzi um dedo, depois outro até todos ficarem úmidos. Introduzi dois de uma vez, e ela foi à loucura, pois comecei um vai-vem que lhe fez gozar novamente. Neste instante meu pênis já estava duro mais uma vez. Olhei bem em seus olhos, me coloquei entre aquelas pernas maravilhosas e penetrei-a devagar, aumentando gradativamente até chegar a estocadas que lhe fizeram gozar, enquanto eu rebolava dentro daquela mulher.
Sucederam então, diversos orgasmos, nas mais diversas posições. Algumas, confesso, difíceis de realizar, mas que não poderia negar. Até que ela se pôs de quatro dizendo-me que iria me fazer gozar. Transamos por muito tempo nesta posição e quem gozou mais duas vezes foi ela. Até que ela olhou-me com uma feição de quem quer fazer algo proibido, e disse-me: “Agora você vai gozar queira ou não queira!”. Pegou meu pênis, empinou aquela bunda indescritível, colocou a ponta de meu pênis em seu ânus e num movimento certeiro, jogou-se para trás, e desta vez eu não precisei de muito mais do que alguns segundo dentro daquele lugar apertado e quente para gozar e cair para trás, sendo que para terminar da melhor forma ela sentou-se sobre mim, recolocando meu pênis no mesmo lugar até acabar com todo o meu sêmen..
Deitamo-nos exaustos, e nos acariciamos muito, até resolvermos tomar um banho. Dentro daquela banheira ela pediu-me para massagear suas costas. Enquanto isso, ela manipulava meu pênis, e de repente olhou para mim dizendo que faltava eu gozar em sua vagina, que era o que ela mais queria. Montou sobre mim e depois de alguns minutos, chegamos juntos ao orgasmo, que acabou com um longo beijo apaixonado.
Resolvemos comer alguma coisa ali mesmo pois a fome chegara e na madrugada não haviam muitos lugares abertos. Vestimo-nos, não sem antes transarmos mais uma vez, e fomos para casa. Ela decidiu dormir em minha casa, pois era muito tarde para chegar na sua, e seus filhos iriam acordar. Daria alguma desculpa no dia seguinte.
Naquele final de semana fizemos muito, mas muito amor mesmo. Na segunda-feira encaminhei o processo de divórcio para uma colega advogada, pois saberia que não faria um bom trabalho naquela situação.
Hoje, Viviane está divorciada, ou melhor casada comigo. Ganhei dois filhos, e estamos esperando mais um. Posso dizer que ela é incrível em tudo que faz. E o mais incrível, é que a cada dia que passa, ela fica cada vez melhor. Se é que isto é possível.

Sobre este texto

Logan Wolf

Autor:

Publicação:4 de setembro de 2014 15:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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