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Do fundo do baú

Como ele mudou minha vida 01

Lembro exatamente, sexta-feira à tarde, ele apareceu no meu escritório, estava meio alegre, tinha bebido umas cervejas, sentou-se a frente de minha mesa, contou que a esposa tinha viajado e estava sozinho, conversamos como fazíamos sempre, rimos muito falando besteiras. De vez em quando dava umas apertadas na mala e aquilo sempre me chamava atenção. Não creio que soubesse exatamente o que se passava em minha cabeça a tanto tempo.
Que fique claro que não tenho atração por homens, tenho um lado gay oculto, sei disso, afinal, desde bem novo visto as roupas de minha irmã, adorava me olhar nos espelho de sainhas curtinhas e calcinha enfiada na bunda, passava maquiagem, meus cabelos compridos sempre ajudaram, dançava e rebolava feito puta, me masturbava assim, já tinha introduzido alguns objetos no cu. Mas nunca tinha fantasiado com um homem em especifico, minhas fantasias se resumiam a ser penetrado não por um homem, mas por um membro, sem rosto nem nome. Até que conheci ele.
- É o papo tá bom, mas acho que vou embora. – Disse ele já levantando e dando mais um coçada no saco em consequência fazendo meus olhos brilharem.
- Mas já vai. - Perguntei dengoso, levantei e fui ao seu encontro paramos na porta, virados para fora olhando o movimento.
- Pois é, dona encrenca viajou – ele pôs a mão no meu ombro – e preciso aproveitar.
- Vai para zona decerto? – Enquanto perguntei a mão dele foi para meu outro ombro formando um abraço folgado, estremeci, fechei os olhos e deixei aquela mão que me apertava sentir meu pequeno tremor.
- Que nada, vou só tomar mais umas cervejas. – A mão deslizou deliciosamente pelas costas parando em minha cintura.
- Sei, um cara igual você vai perder a chance de dar um puladinha de cerca... – neste momento ele desceu mais e repousou delicadamente a mão em minha bunda, cheguei engasgar - ... confessa, prometo que não conto para patroa.
Tremulo e confuso, não consegui me mover, tinha medo que num gesto brusco ele tirasse a mão, por outro lado temi me entregar demasiado, então pus as duas mãos nos bolsos dianteiros do jeans deixando a calça bem justa, empinei levemente a bunda sem ser percebido.
- Que nada Baixinho – assim ele me chamava – não quero confusão. – Sua mão espalmou a apalpou minha bunda, agora eu tinha certeza que ele não estava passando a mão em mim por acaso, deu duas apertadas gostosas e ficou alisando.
- Ta gostando da brincadeira aí a trás? – perguntei virando o rosto e olhando-o fixamente.
- Você não tá? – Olho no olho ele voltou a apertar bem forte, sorrindo marotamente.
Minha mão suava, minha voz fraquejava, olhando aquele sorriso, minha vontade era de dobrar o corpo e me empinar totalmente, mas mantive a calma e olhei para o outro lado.
- Se você ta gostando e ninguém ver, que mau há de ter?
Mudei de assunto e comentamos sobres as meninas que passavam na rua, perdi a noção do tempo e não posso especificar quanto tempo conversamos com ele alisando e apertando minhas nádegas, só sei que delirava com tudo aquilo, até que com a mão bem espalmada ele levou o dedo pela costura da calça e começou a pressionar meu cu. Esperei alguns segundos e girei o corpo me afastando de sua deliciosa mão.
- Acho que brincadeira foi longe demais. – Disse sério, ele abriu um sorriso largo quebrando todas minhas barreiras.
- É mesmo – disse ele arrumando a mala que percebi bem dilata soba bermuda – tenho que ir mesmo. – acho que a tristeza que abateu-se em meus olhos transpareceram, minha vontade era de pegar sua mão e coloca-la novamente em minha bunda – Escuta baixinho, que tal depois que sair passar la casa para tomar umas cerveja.
Meu sorriso voltou farto, mas, me fiz de difícil.
- Vou ver se posso, talvez passe lá.
Ele apertou meus ombros com as duas mãos me olhando fundo.
- Passa mesmo, vai ser bem gostoso – virou e foi andando, - tchau, to te esperando.
Este homem era algo diferente em minha vida, desde que o conheci despertou meu lado mais biscate, passou a ser o alvo de minhas masturbações, ao contrario do que sempre fora agora eu tinha um nome para chamar e sussurrar quando me masturbava sendo penetrado.
- Ai Juca, me fode... Ai Juca me come... Ai Juca me chama de puta... Ai Juca to gozando.
Sonhava com ele me possuindo, me judiando, me comendo de todas aas formas possíveis, vestido de menina só pensava nele.
A hora seguinte de expediente arrastou-se como dias, andei de um lado para o outro o tempo todo, por sorte não entrou nenhum cliente. Nervoso, tenso, aflito, tudo isto era pouco para definir meu estado. O que fazer? Será que tinha sido só brincadeira? Será que ele queira mesmo me comer? E a esposa dele, minha melhor amiga, como olhar para ela depois? Minhas fantasias, será que deveria tentar realiza-las? Como ficaria minha vida depois? Eram tantos “serás e comos” tantas interrogações para decidir em apenas uma hora, andei quilômetros de um lado para outro até que chegou o horário. Fechei a porta fui até o banheiro e me despi, peguei uma calcinha que tinha comprado e ainda não tinha usado, vermelha de rendas na frente e bem cavada, quase um fio dental, coloquei, escondi o pinto, olhei nos espelho de frente e atrás, coloquei novamente a roupa e sai, passei na farmácia e comprei lubrificante, passo a passo trilhei meu caminho, na rua parecia que todos me olhavam e sabiam de minha calcinha, minha mente mandava voltar mas as pernas seguia em frente, parei em frente ao condomínio e somente cinco minutos depois toquei o interfone, ele atendeu e me mandou entrar. Pronto não tinha mais volta.
Quando cheguei em frente a porta estava aberta e fui entrando, ele esta parado me esperando, banho tomado, cheiroso, sorriso largo, largou o copo de cerveja e me abraçou forte, fiquei envolto pelos braços fortes, suas mãos foram direto para minha bunda apertando com gosto.
- Tudo isto é saudade? – perguntei tentando sair.
- Tava te esperando – as mãos deles agarradas em minha bunda aperavam e soltavam intensamente – achei que não vinha.
- E porque não viria? – consegui me soltar e respirar um pouco melhor – O quer pode ser melhor que tomar cerveja com um amigo?
- Verdade – disse ele pegando um copo que já tinha deixando cheio para mim.
- Posso lavar a mão primeiro?
- Claro te levo até o lavabo. – Ele foi na frente e abriu a porta para mim.
Dobrei levemente o corpo sob a pia e enquanto pegava o sabonete senti suas mãos agarrarem meu quadril e logo em seguida a pressão de sua cintura contra minha bunda. Senti o pau duro acomodar-se entre as polpas e fazer pequenos movimentos, empinei-me mais ainda e deixei-o brincar enquanto a agua gelada tirava o sabonete.
- Já ta limpinha? – perguntou ele ao pé do meu ouvido.
- Já – ergui o corpo levemente sentindo baforadas quentes em minha nuca, peguei a toalha sem afastar nossos corpos, cada vez mais ele me apertava.
Levei a mão para trás fazendo nossos corpos desgrudarem, deslizei pelo saco e depois o membro que apertei, senti aquilo quente e duro, pela primeira vez peguei um pau que não o meu e era do homem que eu sonhava, fechei os olhos apreciando cada centímetro de meu prazer, meu sonho realizado, virei de frente para ele deixando as duas mãos alisando seu peito, ele abraçou e já apertou com gosto minha bunda, sentindo a marca da calcinha e forçando o dedo no meu cu.
- Vamos para sala? – perguntei olhando em seus olhos, tirando as mãos de minha bunda – to louco por uma cerveja.
Fiquei segurando a mão dele a principio para minimizar as investidas, mas como dois namorados de mãos dadas chegamos a sala. Peguei o copo e sentei no sofá, ele sentou ao meu lado, bem próximo.
- O que você esta fazendo? - perguntei depois de um gole bem grande de cerveja.
- Como assim?
- Por que você esta fazendo isto comigo? E não se faça de bobo.
- Há! Baixinho, me deu vontade, não resisti a sua bundinha. – Então ele deu uma gargalhada que me fez rir também – Já venho notando a tempos que você fica olhando pro meu pau, então comecei a aperta-lo quando estamos juntos e percebi que seus olhos brilham, dai pensei, vou passar a mão na bunda deste veado, o que aconteceu depois...
- Ta me chamando de veado? – quando perguntei isto ele ficou sem graça, até eu fiquei, era algo estranho ser chamando de veado assim do nada, algo que eu nunca tinha pensado ao certo, mas seu eu usava calcinha, roupinhas de mulher, se me masturbava pensando num homem, bom, provavelmente eu seria um veado.
- Então vou te contar uma estória – continuei entre goles de cerveja – Desde pequeno gosto de me vestir de mulher, usava as roupas da minha irmã, desfilava e adorava ver minha bundinha numa calcinha bem pequena...
- E esta da calcinha agira né? – Interrompeu ele.
- É estou sim, eu gosto disto, mas o quero que você entenda é que nunca tive atração por homem algum...
- Você nunca deu a bunda?
- Não – fiz uma pausa e percebi uma certa satisfação em seu semblante. – Nunca, mas quanto te conheci foi diferente.
- Como assim?
- Não sei, você sabe que sou amigo da Ana a muito tempo, e quando ela te apresentou nem senti nada, mas com o tempo me peguei vestido de mulher e masturbando dizendo teu nome. Você foi e é o único homem por quem sinto tesão, o único que deixaria passar a mão daquele jeito, para você eu faço qualquer coisa, eu não olho um cara na rua e penso “ pra este eu quero dar”, só penso isto com você, então acho que você pode me chamar de veado ou do que você quiser.
- Ta apaixonado por mim Baixinho? – perguntou.
- Não sei se é o termo correto, mas acho que é bem parecido com isto.
- E vai fazer o que eu quiser? – ele deu uma pausa – Meu veadinho.
Confirmei com a cabeça e ele sorriu, tomou conta da situação, alisou meu cabelo.
- Então tira a roupa fica só de calcinha e camiseta. – Ele ordenou meio sem jeito quase querendo me testar, então levantei e me despi como comandado, girei para que ele visse bem – humm, gostosa sua bundinha, vai dar ela pra mim?
- Se você quiser. – respondi cordato e servil para receber um sorriso.
- Vou ser o primeiro a enfiar o pau no seu cuzinho?
- Se você quiser, vai.
- Então vai buscar mais umas cervejas pra nos e depois vem fazer teu macho feliz.

Sobre este texto

LUCIA CD

Autor:

Publicação:19 de janeiro de 2015 09:44

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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