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Do fundo do baú

Como ele mudou minha vida 02

Ao voltar com as cervejas encontrei-o sentado no sofá, bem espalhado de pernas abertas, servi o seu copo primeiro depois o meu, bebi e sentei ao seu lado recostando a cabeça em seu peito, alisei e desci a mão por dentro da bermuda segurando a pau meio mole, brinquei um pouco e levantei, tirei sua bermuda e a cueca num só golpe me ajoelhando entre suas pernas, Juca bebia sua cerveja com uma cara cínica e debochada.
- Você tem certeza que quer continuar? – perguntei olhando seriamente mas com o pau na mão. Ele segurou meu rosto entre suas mãos e me puxou para bem perto do seu.
- Você é meu veadinho? – disse ele num tom calmo e suave.
- Sou. – Imediatamente baixei o corpo ficando bem próximo a meu objeto de desejo, ele por sua vez deixou escorregar o quadril para baixo oferecendo-se, eu estava hipnotizado extasiado, sem saber bem fazer, o cheiro de sabonete exalava e me chamava, aquela maravilha em minhas mãos já estava dura, meus dedos brincavam nos pentelhos, levei os lábios até lá e beijei a ponta demoradamente, até sentir o gostinho salgado do primeiro liquido que saia, era o gostinho do pau do Juca, o delicioso gostinho que sonhava a tanto tempo.
Fui beijando o pau e descendo até chegar nas pesadas e peludas bolas, acariciei meu rosto com elas e depois lambi, chupei e arranquei os primeiros gemidos daquele macho.
- Hummmm! Isto chupa gostoso veadinho.
Com língua eu brinquei com os testículos, coloquei na boca, beijei e chupei, Juca gemia e se retorcia, fui lambendo para cima até chegar na cabecinha, suguei o caldinho agora abundante num beijo, engoli a glande e suguei com força varias vezes seguidas, até que deixei deslizar para dentro a máximo que pude, olhei para ele com a boca cheia e cara de puta e comecei um ir e vir, enterrando cada vez mais o cacete em minha garganta, até que Juca segurou minha cabeça e empurrou a jeba tão fundo em minha garganta que quase vomitei, esperou um pouco e soltou, fez mais duas vezes e parou.
- Chega veadinho, não quero gozar antes de comer seu rabinho.
Levantei rapidamente fui até a calça e peguei o lubrificante, parei ao seu lado e entreguei, Juca me puxou fazendo-me deitar em seu colo, fiquei com bunda para cima e bem arrebitada, levei meu primeiro tapa, gostoso e firme, adorei.
- Ai seu grosso. – reclamei bem debochado demonstrando minha satisfação. – vai me castigar?
- Veadinho assanhado, biscatinha, vai apanhar na bundinha. – disse ele desferindo mais dois.
Depois disto, Juca baixou minha calcinha e alisou minha bunda, pegou o lubrificante e derramou em meu rego levando com o dedo até meu anelzinho que a esta altura piscava alucinado, com a mão esquerda ele abriu minha bunda e com o dedo médio da mão direita começou a dar voltinhas em meu cuzinho espalhando o liquido, rebolei para ajudar, não consegui conter os gemidos finos e afeminados.
- Ta gostando né bichinha? – disse ele desferindo mais um tapa, nada respondi, meu transe só me permitia gemer.
Quando minhas pregas deram a primeira passagem aquele dedo grosso e áspero eu quase desfaleci, para um orgasmo seria um passo, não senti dor só o prazer de ser preenchido, joguei a bunda para cima até sentir os nós da mão tocarem nela, Juca então começou a entrar e sair, primeiro lentamente, depois acelerando, arrancando suspiros meus, logo eu tinha dois dedos me penetrando com a mesma intensidade enquanto eu jogava o quadril para cima e para baixo, de um lado para o outro descontroladamente.
Abruptamente os dedos saíram, levei um tapa na bunda e fui arrancado do colo do Juca.
- Pronto veadinho – disse ele levantando e me conduzindo pela cintura a ficar de joelhos no sofá com peito apoiado no encosto do sofá – hora de levar rola no rabo.
Minha ansiedade e tesão eram tão grandes que até aquele momento não tinha notado que meu pinto não estava duro, muito pelo contrario, tinha encolhido de um forma que nunca tinha visto, era mais um grelo inchado que verdadeiramente um pinto, babava tanto que chegava a pingar na calcinha que estava logo abaixo da bunda.
Juca encostou atrás e bateu três vezes com o caralho na minha bunda.
- Vou comer teu cu veado.
- Vai, come, come meu cu.
- Vou estourar suas pregas bicha do caralho – disse ele encostando a cabeça em meu cuzinho – abre a bunda pra levar rola.
- Assim ta bom meu machão? – disse eu segurando as nádegas com as duas mãos e arreganhando.
- Sente meu cacete entrando sua puta. – então ele forçou e minhas pregas cederam com a facilidade de quem realmente almeja aquilo.
Senti um pouco de dor e desconforto, mas, o deslizar dele até o fim foi glorioso, pude até sentir os pentelho tocando meu anel, fui as nuvens e voltei, gemi e babei. Juca debruçou seu corpo sob o meu me abraçando forte.
- Onde ta meu pau veadinho? – perguntou ele sussurrando em meu ouvido.
- No meu cu. – Respondi quase num gemido
- Onde ta teu cabaço bichinha?
- No teu pau, meu machão.
- Ta me dando este cu gostoso?
- To.
- Ta gostando?
- Amando.
- Vou arrombar teu rabo de veado?
- Vai sim, arromba meu gostoso, arromba meu cu.
Ele ergueu o corpo, agarrou em minha cintura e foi saindo devagar até só restar a cabeça dentro, depois voltouo lentamente, fez novamente duas ou três vezes até começar a acelerar, cada instante mais rápido, eu gemia fino e suava, estava realizado, tremulo, entregue aquele homem que cada vez mais rápido me comia.
- Toma rola veadinho, você não queria? – disse ele asperamente – não sonhava comeu pau?
- Sonhava, me da rola que agora é realidade, me faz putinha, soca no meu cu. – eu gemia feito gato ou gata tomando no rabo.
- Então toma...
Agora era com fúria, eu já nem abria a bunda mais, só gemia rebolava, o encontro entre nossos corpos causava um barulho alucinante. Num arroubo de estase senti um calor maior ainda percorrer todo meu corpo e logo em espasmos gozei, do pinto mole escorria uma gosma rala. Juca acelerou ais ainda e como uma britadeira batia em minha bunda com seu corpo.
- A que tesão, quero gozar, quero gozar.... – disse ele alto, quase gritando, sacou o pau do cu já deixando saudade, sentou no sofá e me puxou. - ... vem veado, vem chupar que quero gozar na sua boca.
Rápido me joguei entre suas pernas e coloquei o cacete na boca, suguei e punhetei até sentir o primeiro jato, farto, logo vieram mais dois inundando minha boca pela primeira vez de porra. Juca urrava e segurava minha cabeça, quando terminou segurou meu rosto pelo queixo, de boca aberta mostrei todo seu delicioso caldo.
- Engole bichinha – mandou ele – deixa teu macho ver você engolindo porra.
Engoli tudo com o maior prazer do mundo, depois voltei chupar, sugar e lamber, deixei bem limpinho, depois levantei arrumei a calcinha e tomei um gole grande de cerveja.
- Ah! Veadinho, que gostoso comer teu cu. – Disse ele espalhado no sofá, com o pau já mole.
- Que bom que você gostou – disse indo pegar minha calça.
- Porque esta pondo a roupa?
- Ta na hora de ir embora, você já me comeu, já gozou na minha boca, agora como boa puta vou para casa.
- A não, fica aqui.
- Não Juca, to todo suado, lambuzado, preciso de um banho, trocar de roupa – cheguei bem perto dele – Foi uma delicia dar a bunda pra você, me realizei e nuca vou esquecer, mas agora é melhor ir.
- Fica, toma banho aqui.
- Mas não tenho roupa para trocar, melhor ir.
- Eu te arrumo roupa, vai na cozinha pega outra cerveja pra mim e pode ir tomar banho lá no meu quarto, quando terminar a roupa vai estar em cima da cama.
- Você quer mesmo que eu fique?
- Se to pedindo, ou melhor mandando e porque quero.
- Sé é assim eu fico, vou lá buscar a sua cerveja e já volto.
Depois de servir a cerveja tomei mais um gole da minha e fui ao banho.
O resto conto depois.

Sobre este texto

LUCIA CD

Autor:

Publicação:19 de janeiro de 2015 09:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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