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Fantasia ou desejo ?

Fantasia ou desejo ?
Estávamos deitados abraçados no sofá cor de camelo de casa dela, era uma tarde de domingo de Novembro bem quente e abafado naquele bairro norte de são paulo onde nenhuma brisa soprava pela grande janela da sala para a sacada já que à volta do condomínio eram só prédios, o céu ficava lá em cima entre o 18º andar do prédio do lado esquerdo e o 22º do lado direito, nós ali na terra quente de um 4º andar.
O desejo de sentirmos o corpo um do outro superava o mormaço desse final de dia, escorrendo de transpiração falei que ia tirar a roupa.
"A camiseta ou a roupa ? "perguntou ela com um sorriso malicioso.
"Era a camiseta mas agora vai ser a roupa" retruquei.
Enquanto eu tirava os ténis ela se levantou do sofá da sala e se sentou na rede da sacada me observando atentamente. Tirei a camiseta. Percebi pelo seu olhar e pelo jeito em que ela pousou as mãos nas coxas que estava ficando excitada, tanto quanto eu.
"Vem cá, vem mais perto " foi o pedido quase sussurrado mas que soou como uma ordem.
Me aproximei e fiquei a uns 50 cm dela, a minha cintura perto do seu rosto.
Ela olhava fixamente a braguilha dos meus jeans, e enquanto sua mão esquerda puxava a saia, a direita alisava sua vulva, seus pelos pubianos que eu não deixava ela cortar e ainda menos depilar se mostravam. A minha excitação era dupla, tanto por conta das carícias que ela fazia na sua xoxota como por aquele olhar verde intenso que não se desviava da minha braguilha como que aguardando o previsível. Sentia um doce calor dos últimos raios de sol do dia batendo nas minhas costas, minhas mãos estavam imóveis na minha cintura como o toureiro na arena enfrentando o touro, e esse olhar dela fixado nos meus jeans que inflavam por conta desse vulcão prestes a entrar em erupção.
A mão esquerda dela se aproximou dos meus jeans e suavemente me acariciou como se certificando por fora o que imaginava por dentro, delicadamente tirou o botão da calça e baixou o zíper sem pressa, as calças se abriram como um livro a meio. Senti que a minha cueca de algodão azul marinho era como a folha de Adão, um mero resguardo pronto a ceder. E aí ela falou baixo mas com a voz tremendo: "sabe a fantasia que eu tinha antes de te conhecer quando morava sozinha neste apê ? " Abanei a cabeça para evitar falar, com medo que a minha voz atrapalhasse a confissão que me preparava para ouvir. " Transar aqui na sacada sabendo que os vizinhos dos prédios em frente podiam me ver." Ao ouvir estas palavras um turbilhão de emoções se apoderou de mim porque percebi que essa fantasia dela agora já não era provável, era iminente.
A nossa relação que na altura já tinha 6 meses era baseada não só no diálogo aberto, mas também no tesão que ambos sentíamos um pelo outro tanto quanto nossas conversas intelectuais, sabia que ela tinha um lado exibicionista que nunca tinha passado das intenções assim como eu era o oposto, um voyeur, me excitava por exemplo os gemidos do casal do apê do lado transando.
Ela continuou alisando meu sexo por cima do algodão azul enquanto falava calmamente ganhando coragem para terminar a confissão.
"Sempre me imaginei aqui na rede e que um dia um homem chegaria perto como você está agora e eu sentiria seu pau roçando meu rosto, o soltava da calça e o chuparia assim, ele de pé na sacada, com esse frisson de poderem me ver".
Meu pau que já estava duro parecia querer rebentar, e com a destreza apesar de uma só mão, baixou a cueca azul e inevitavelmente meu pau erecto saltou como se tivesse uma mola.
Um "ai que delicia" dengoso foi o que eu ouvi, enquanto sua mão continuava agora com mais intensidade esfregando sua xoxota e quase de imediato pegou no meu pau e o sincronizou com o vai e vem que a sua mão fazia lá em baixo entre os lábios de sua bucetinha.
Ela já começou gemendo, aquele olhar perdido de quem está se sentindo, se ouvindo, meio ausente meio presente.
"Então é isso que você quer minha safada? Se exibir ? Finalmente vai mostrar para seus vizinhos que você transa sem vergonha ? Que você gostar de chupar uma pica, hein ? "
Para mim, ainda mais excitante que eu falar quando fazemos amor é quando ela fala.
"Sim, quero meu amor ! Você se importa que vejam como eu sou ? Que eu sou uma putinha ? Que sou sua putinha ". Nossas palavras pronunciadas e ouvidas nos deixavam cada vez mais loucos.
Trocou a mão pela boca gulosa. "Isso, mete, mete todo, que gostoso sentir meu pau na sua boca, como você chupa bem amor".
Tirando minha rola da sua boca, falou com aquela voz grave, visivelmente alterada pela tremenda excitação que estava vivendo. "Tô tão molhada, tão excitada com isto que estamos fazendo, nunca pensei" .
E eu acrescentava mais palavras para aumentar ainda mais essa excitação que pelo jeito não iria durar muito mais.
" Enquanto você me chupa deve ter vizinhos loucos de tesão detrás das janelas batendo punhetas."
" Ai sim, não fala isso meu amor, assim não me controlo, vou gozar, goza comigo" enquanto sua mão quase me arrancava a pele do pau tão forte era esse vai-vem.
"Assim eu vou mesmo, vou junto com você" e mal comecei gemendo, como um sinal de alerta que ela conhecia tão bem, puxou meu pau na direcção de seu rosto e só falou : " Agora", foi o suficiente para eu sentir que ia explodir, um jato quente e branco atingiu seu rosto, e depois outro e por fim outro, enquanto ela gritava "ai, ai "...por fim engoliu meu pau, enfiando todo dentro de sua boca e o chupou, como que aspirando todas as gostas terminais do meu sémen.
Por fim ela tirou minha rola da boca e ficou olhando bem de perto meu pau molhado pela saliva dela, pela porra que tinha expelido e aquelas gotas, últimas, ainda querendo pingar.
Minhas mãos seguraram sua cabeça, sentindo seus longos cabelos, agora a excitação dava lugar a um imenso carinho pela minha namorada.
E rindo falei " vamos ficar assim sem nos mexermos mais 2 ou 3 minutos para darmos uma chance a seus vizinhos de molharem as cortinas".
Ela sorriu me abraçando com mais força.

Sobre este texto

LUSO

Autor:

Publicação:6 de maio de 2015 14:41

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Exibicionismo

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Comentários

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  • Gustavo
    Postado porGustavoem7 de maio de 2015 09:26

    Isso é bom de mais...

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