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A Negrinha da Fazenda Parte I

A Negrinha da Fazenda Parte I
Olá! Tenho 23 anos, sou moreno, ciclista amador e vou contar a história de quando comi uma negrinha numa das minhas aventuras de bike mundo afora. Durante as férias de julho, viajei pra cidade onde mora um primo meu em Minas Gerais, é uma daquelas cidadezinhas rodeadas por muitas fazendas. Certo dia, explorador que sou, saí pra pedalar sozinho a fim de conhecer a região, só que deu ruim. Ao anoitecer, minha bike furou o pneu na estrada de chão, e eu não tinha como remediar, sequer podia contar com sinal de celular. A única solução era voltar a pé ou tentar um pernoite em alguma das fazendas. Preferi a segunda opção, e acertei em cheio. Logo vi umas casas numa propriedade cercada a arame farpado. Sem encontrar uma entrada e com o sol já abaixo das montanhas, me atrevi a jogar a bicicleta por cima da cerca e a passar por entre os fios de arame farpado. Eis que quando coloco a primeira perna pra dentro da propriedade e ergo a cabeça, vejo uma moça me olhando. Era bem moreninha, uns 18 anos, usando uma saia que cobria só metade de suas coxas gostosas. Fiquei sem jeito por ter sido flagrado em talvez uma invasão, mas aí ela sorriu e perguntou com aquele sotaque mineiro sexy:
- Posso ajudar em alguma coisa, moço?
- Preciso passar a noite aqui. Minha bike furou o pneu enquanto eu passeava pela estrada, moro longe e não tenho pra onde ir.
- Pode vir. Eu tenho um lugar pra você.
Percebi que ela olhava pra minha bermuda justa de ciclista mais do que eu olhava pras coxas dela. Acompanhei-a e, conforme caminhávamos, ela na frente e eu um pouco atrás, ela perguntava coisas sobre mim, tipo onde eu morava, o que fazia da vida, e eu respondia numa boa. A negrinha da fazenda tinha uma bunda redonda e empinada, e à medida que ela andava aquele popô balançava na saia de uma forma muito divertida. Dali a pouco, não teve jeito: meu pau começou a crescer, ficando escritinho na bermuda de ciclista. Como se sentisse isso, a negrinha deu uma olhadinha pra trás como o dedo na boca e viu a projeção da minha vara.
- Tudo bem aí? - perguntou, provocante.
- Sim - que resposta mais desmedida.
Pra distrair meu pau e pra eu poder voltar a andar normalmente, perguntei sobre ela. A negrinha disse que era filha do caseiro da fazenda, mas que no dia ele não estava, somente se encontravam os donos, no casarão. Ela me levou até a casa onde ela vivia, e neste momento começamos a falar sobre relacionamentos. Me contou que havia namorado um cara, mas que ele tinha ido embora pra cidade fazer faculdade.
- Você é bom de cama? - indagou-me, quando eu disse que era solteiro.
- Modestamente, sim. Sou solteiro por opção.
- Sem dúvida... Tenho só 18 aninhos. Sabia que sou virgem de buceta?
- Sério? - eu disse.
Quer dizer que a bunda ela já tinha dado, e por isso a bunda era tão grande. Meu pau voltou a crescer. Dessa vez a negrinha veio na minha direção e me beijou na boca.
- Gostei de você - ela disse. - Não precisa mais se segurar, tira isso daí.
Desceu minha bermuda e tirou minha rola, que estava latejando. Estávamos sozinhos naquele casebre meio escuro, ela chupou meu pau, eu acabei de tirar toda a minha roupa, ela tirou a dela, me mostrando aqueles peitinhos durinhos dos bicos preto e muito bonitos. De fato, a bucetinha dela era bem fechadinha, devia ser virgem mesmo, apesar do assanhamento. A negrinha da fazenda colocou a bunda dela no meu pau. Que reguinho quente! Aproveitei a lubrificação da saliva dela na minha rola e penetrei o cuzinho vermelho dela sem muita dificuldade, já que era o que ela queria. Ela gemeu, fui bombando meu pau dentro dela. Dei uns tapas na bunda dela, apertei as nádegas, pois eram gostosamente macias. Começamos a transar em pé, mas ela se jogou no chão gemendo e passamos para a posição de quatro. Com uma das minhas mãos, acariciei a bucetinha dela. Estava bem úmida, não era muito peluda. Ela colocou a mão dela sobre a minha e ajudou a massagear, passei meu dedo sobre o grelinho dela, fazendo-a gritar de prazer. O cuzinho dela era macio, o pau ia e vinha fácil, por isso em minutos gozei lá dentro, como eu gosto de fazer. Quando tirei minha rola um monte de goza veio junto e enfeitou a entrada. Foi uma trepada muito gostosa!
Pena que quando eu ia virá-la pra comer a buceta, ela se fez de difícil, disse pra deixar pra outro dia.
- Seu cuzinho é muito gostoso! - elogiei, pra mostrar que não fiquei sem graça por causa da negativa.
- Eu dou desde mais novinha. O primeiro que me comeu foi o patrão do meu pai, ele não queria me engravidar, então meteu no meu cu, aí eu peguei gosto - riu-se. - Sua rola me satisfez, ciclista.
Falando nisso, como meu pau ainda estava com vontade, coloquei na bunda dela de novo, alisei os peitinhos dela, ficamos ali por um bom tempo em baixa velocidade, até conversando, e nessa conversa combinei de voltar outro dia pra tirar a virgindade da bucetinha dela, fato que contarei em um próximo conto.

Sobre este texto

macielsalles

Autor:

Publicação:2 de dezembro de 2015 15:26

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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