Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Agradecendo o carinho

Logo quando comecei a faculdade, me inscrevi em um programa de voluntários da cidade e com isso nas tardes de sábado fiquei um período dando aulas de reforço em uma das escolas da região.
Tinham poucos alunos, 12 no total todos do primeiro ano do ensino médio, eu dava uma força onde eles tinham dificuldades quando os assuntos eram português e matemática.
Eram oito garotos e 4 garotas, nessa mesma época eu comecei a escrever meus contos e tinha alguns poucos leitores fieis e me comunicava muito com uma garota que usava um perfil fake e se dizia minha maior fã e que adorava fantasiar comigo.
Levava minha vida de universitário, instrutor de reforço aos sábados e relatando minhas experiências sexuais quando tinha tempo.
Certa vez cheguei mais cedo na escola em que eu ajudava e na quadra da escola estava tendo aulas de dança do ventre com outra voluntária e fui admirar a beleza das “novinhas” entre elas tinha uma das minhas alunas, seu nome ela Laura, era uma garota normal na sala, não era tímida mas também não era totalmente solta, morena da pele clara, cabelos encaracolados e tinha um belo sorriso e lábios carnudos chamaram minha atenção logo no primeiro dia, porém até então sequer tinha pensado em algo malicioso com ela, até aquele dia.
Ela estava com a barriguinha de fora, mostrando uma barriga magrinha, não tinha muito bumbum, mas suas pernas eram lindas e confesso que ver seu umbiguinho enquanto seu corpo dançava conforme a música me deu um certo tesão na hora, enfim acenei para ela e outra aluna minha que lá estavam e me encaminhei para a sala.
Voltando a minha parte escritora, depois de um tempo conversando com a garota que dizia ser minha maior fã acabamos ficando bem íntimos e depois de muito papo ela decidiu me enviar umas fotos suas sem roupa e grande foi a minha surpresa quando descobri quem ela era, minha bela aluno dos sábados que me hipnotizou com seu umbiguinho Laura.
Era uma situação muito controversa, durante a noite falava e recebi fotos de uma menina muito safada e durante as aulas de sábado muito mal recebia um sorriso de uma aluna meiga e recatada, essa situação estava me deixando louco, eu a observava e lembrava os seus pequenos seios nus que via em suas fotos, da sua barriguinha e de como seria fácil manipular seu corpo magro para as mais diferentes posições no sexo e isso fazia com que meu pau ficasse a mil embaixo da mesa da escola.
Eu me controlava, afinal de contas não poderia chegar e dizer para Laura quem eu era, o mistério é parte integrante em ser um escritor de contos eróticos, certa vez em um de nossos papos cogitamos a possibilidade de nos encontrarmos e eu simplesmente respondi em certo momento “nunca se sabe o que o destino reserva para dois corpos que se desejam”, ela apenas riu e eu só conseguia pensar na estranheza da situação.
O tempo passou e o semestre estava chegando ao fim, fui para o última dia de aula e também já tinha decidido que não iria continuar esse trabalho no semestre que estava por vir, já havia duas semanas que apenas alguns poucos alunos apareciam e nenhum deles ficava até o final da aula, Laura era uma das que não apareciam e de certa forma me senti triste e aliviado ao mesmo tempo, pois não sabia onde nossa situação poderia terminar. Era um sábado muito chuvoso e já passava das dezessete horas, eu ainda estava na sala solitário esperando que o temporal passasse para ir embora quando fui surpreendido por uma saudação.

-Olá professor, tudo bem, gostaria de saber se o senhor ira devolver as provas que fizemos.
Meu coração palpitou, era Laura, Com uma calça legging preta e por cima aquele cinto pedrinhas que dançarinas do ventre usam e com um top preto e sua barriguinha totalmente a mostra.
-Oi Laura, pode entrar, vou procurar aqui para você.
Ela se aproximou e ficou ao meu lado enquanto eu procurava os papeis em minha pasta e assim que eu os achei lhe entreguei.
Ela pegou e disse:
-Feliz ano novo professor. – e com isso me deu um beijinho no rosto.
Sentir o seu cheirinho de garota suada foi a gota d’agua para mim, quando ela se virou para partir, a segurei pela cintura, fui ao seu ouvido e disse:
-Nunca se sabe o que o destino reserva para dois corpos que se desejam.
Ela se virou, com uma cara de choque, que não acreditava no que estava acontecendo e esboçou um sorriso amedrontado.
-Mad, é você?
Eu respondi pegando mais uma vez em sua cintura e lhe dando um beijo, no começo ela resistiu, porém em breve se entregou, foi um beijo lento e suave, porém bem gostoso. Após largar o seus lábios ela tentou dizer algo, porém coloquei meu dedo em sua boca e disse:
-Não há nada a ser dito.
Fui até a porta e a fechei e ainda coloquei uma cadeira embaixo da maçaneta para que ninguém nos atrapalhasse, nossa única reação era olharmos uma para o outro, voltei a me aproximar dela e dessa vez segurei com firmeza seu rosto e lhe dei um beijo com intenso tesão e ela logo se entregou, agarrando minha cabeça e enfiando sua língua molhada na minha boca.
Minhas mãos iam pelas suas costas e quadril, enquanto ela apenas segurava minha cabeça e se dedicava ao beijo e em certo momento sussurrou:
-Mad, professor, não pode ser.
Como eu havia dito antes, não havia nada mais a ser dito e voltei a chupar seus lábios e a continuar nossa dança de línguas, ela tinha um hálito de morango, o que dava um ar de inocência ao momento foi descendo pelo seu pescoço, passando as mãos pelos seus seios e depois descendo a língua pela sua barriga, ela sentou na minha mesa e continuei beijando sua barriguinha linda até chegar a seu umbigo e lá fiz meu parque de diversão, lábia, chupava, sugava e com isso tive a primeira evidência de que ela estava gostando, quando ela gemeu e disse:
-Ai que delícia.
Continuei me deliciando em seu umbigo, mas queria mais.
-Mad, delicia. –Era suspirava e repetia isso várias e várias vezes.
Apertava seu bumbum com vigor enquanto minha língua fazia movimentos circulares em seu umbigo, ela apenas gemia, então fui abaixando sua calça lentamente, ela me ajudou levantando as pernas, ela usava uma calcinha do estilo ”cueca” com alguns desenhos meigos.
-Hmm que fofa.
Ela apenas riu, dei a primeira roçadinha por cima de sua calcinha e senti seu corpo tremer, olhei em seu rosto e a vi vermelha de vergonha, fui abaixando sua calcinha também e lá estava aquela cetinha com pelinhos ralhos e rosadinha.
Não me segurei, abri suas pernas de repente e em um lance de olhar minha boca se se chocava contra a “outra boca dela”.
-Ahhnn Mad, não, que que é isso...
De primeira utilizei apenas os lábios para iniciar aquela xotinha, rosada e bem suculenta, fui ao seu grelinho e comecei a sugar, olhando para ela. Seus braços se mexiam envolta do corpo, como se ela não soubesse o que fazer, depois veio à língua, de cima a baixo em pinceladas rápidas, agora aquela grutinha já me retribuía com seu mel salgadinho. Enviei a língua dentro e dei uma bela de uma sugada, e depois voltei a lamber bem rápido aumentando seu êxtase.

-Tá gostando minha putinha?
-Tô Mad. Ainn.

Ela ficava cada vez mais molhada, abri sua bocetinha com os dedos e passei a língua bem lenta nas laterais, várias vezes, ela suava e gemia muito, roçava a ponta do meu nariz em seu grelinho e depois o beijava e chupava fazendo com que ela transbordasse em gozo, sua bocetinha estava tão molhada que eu não aguentava mais.

Fiquei de pé novamente, abri meu zíper primeiramente para mostrar toda a empolgação que o meu cacete estava sentindo, depois deixei minha calça cair, fui me aproximando dela que por sua vez ficou calada e se dedicou apenas a acariciar meu pau pulsante por cima da cueca.
-Posso Laura?
Em resposta ela terminou de deitar o seu corpo na mesa e abriu as pernas, como se fosse um convite, tirei meu pau da cueca e apertando com firmeza sua tetinha direita com minha mão fui guiando meu pau com a outra em encontro a sua cetinha, antes de entrar fiquei pincelando o vãozinho da entrada bem rápido, o que a levou a loucura.
-Vai professor MAD. Enfia esse cacete em mim!!!
Enfiei a cabecinha...
-AHHHH isso delicia Gato.
Fui deixando o resto do cacete rolar....
-AHHHH AHHHH isso vai professor vai...
Deixei meu membro todo dentro deixando apenas as bolas pra fora, minha cabecinha já tocava a parede do seu útero....
-AHHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHAINNNNNVAIIIVAII.
Puxei um pouco pra fora e dei a primeira estocada...
-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHGOZEIMADDDDDDDAHHHHHHHH!!!.

Um movimento foi o suficiente para leva-la a um frenesi que levou ao gozo rapidamente, meu pau estava mergulhado no gozo dela, seu corpo amoleceu e ela ficou ofegante na mesa, acabada, porém não quis saber, segurei embaixo dos seus joelhos e comecei a meter.
-AHH MADD, tão quente...
Continuei no ritmo, ela delicioso meu pau passear naquela bocetinha encharcada, metia com força e às vezes sentia seus fluidos pingarem na minha virilha enquanto castigava aquela cetinha com meus movimentos.

-Tá gostando safadinha?
-Sim, muito professor.

Me aproximei mais, ergui suas pernas e as coloquei sobre meus ombros, sua cetinha que já era apertada, pressionou mais ainda o meu pau.

-Aii Mad é tão grande, tá me enchendo toda, nunca tive um assim.
Apenas sorri e voltei a meter com mais vigor.
-Toma sua safadinha.

Ela gemia, gemia muito era muito prazeroso ouvir, agarrei ambos os seios e apertava com firmeza, aumentei mais os movimentos, ela quase foi aos gritos, meu pau a preenchia por completo e a cada estocada que eu dava minha glande se chocava contra seu útero.

-Isso vadia, isso.
A virei de costas e coloquei suas pernas no chão, ela apoiou os cotovelos na mesa, tirei de vez minha cueca e me postei para pega-la de quatro, ela ia dizer algo, porém meu pau novamente varando seu corpo a interrompeu.
-Auuu, mad, gostoso.•.
Agora meus movimentos não eram muito brutos, porém eram bem rápidos, via o suor escorrer de seu corpo e me maravilhava, enrolei seus cabelos em minha mão esquerda e puxava de leve enquanto mandava ver.
-Gosta assim safada? Gosta?
-Sim professor.

Continuei, não sei o que deu em mim, minha vontade era de mata-la de prazer naquele instante, meu corpo de chocava contra o dela com violência agora, sentia o meu membro mais encharcado e mais uma vez fui surpreendido.
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, gozei mad.
Laura havia gozado de novo, e ao ouvir seu gritinho e vê-la ofegante eu meio que voltei a mim, tirei meu pau melado de dentro dela na intenção de dar um tempo pra garota, puxei uma das cadeiras dos alunos e sentei, ela se virou e ficou olhando o meu membro e mesmo sem ar veio andando lentamente até mim, se ajoelhou e pegou meu cacete em suas mãos.
-Gosta professor, ops , digo Madizinho? – Me perguntou enquanto começava a me punhetar.
Respondi apenas fazendo carinho em seus cabelos e olhando no seu rosto de forma safada.
Ela segurou na base do meu pau e começou a lamber, devagar, pra cima e pra baixo as laterais, usava um pouco os lábios e em pouco tempo já estava lambendo a ponta da minha cabecinha.

-Isso safada, adoro.
Enfiou tudo na boca, fez um garganta profunda até sufocar, eu ri dela então ela voltou, colocou os dentes na minha cabecinha e botou uma pressãozinha.

-Auu! o que é isso?
É pra você não rir mais de mim.
Agora o boquete estava perfeito, pra cima e pra baixo bem rápido, parece que já tinha alguma experiência em chupar, deixava os lábios passearem bem no corpo do meu membro e sugava maravilhosamente a cabecinha.

-OHH gata, delicia.
Começou a apertar meus bagos também e depois a suga-los.

-Li nos seus contos que você adora ser chupado aqui, rsss.
-Vem senta, aqui.

Ela se levantou, esticou bem uma das pernas fazendo graça e sentou no meu pau, desceu de uma vez, encaixou bem fácil, estávamos encaixados, frente a frente, sentindo a respiração um do outro, nossa primeira reação foi nos beijarmos, um beijo louco, descompassado e molhado, nosso tesão transbordava, coloquei minhas mãos para apertar com muita força sua bundinha, ela por sua vez apoiou as mãos nos meus ombros e começou a subir e descer bem devagar.

-Ai Mad assim é tão gostoso.
O ritmo aumentou rapidamente, porém ela parou de “subir e descer” e preferiu ”ir e voltar” e começou a rebolar no meu pau bem rápido, pra frente e pra trás me levando a loucura.
-Você é uma aluna muito levada sabia?
-E o que eu mereço professor?
-Merece um castigo.
Levantei-me com ela encaixadinha em mim, joguei seu corpo contra a parede e voltamos a nos beijar, depois levei minha língua até seus seios, ela suspirava, eu tentava lamber seus biquinhos suculentos, soltei seu corpo e rapidamente a virei de costas, com o rosto encostado na lousa.

-Esse vai ser seu castigo.
Coloquei meu pau com tudo novamente e com o corpo bem colado no dela hasteei meu mastro em seu corpo.

-AHHH MAdddd. Delicia.
Voltei a socar meu pau, afastei meu corpo do dela para me dar mais mobilidade e nessa posição meu membro se chocava com mais força com a parede de seu útero, como se fosse um ponteiro em uma rocha. Metia, metia e metia mais, o ritmo ela frenético então comecei a dar vários tapas na sua bunda, mas não tapinhas leves, tapas fortes com a mão aberta que deixaram sua bunda vermelhinha, ela por sua vez gemia, pedindo pra parar porém sorrindo.
-Tá gostando do castigo? – Perguntei enquanto virava seu rosto pra mim.
-Sim gato.
Ela estava babando e com uma cara muito safada.
-Se ajoelha.
Ela abaixou com cara de quem não estava entendendo, porém logo entendeu o recado, quando comecei a bater meu pau em seu rosto. Ela prontamente abriu a boca para recebê-lo, eu mais uma vez peguei nos seus cabelos e dessa vez comecei a foder a sua boca.
Metia rápido naquela boquinha, ela sempre olhando pra mim, enfiava bem fundo a fazendo sufocar e sugar que era uma maravilha, roçava a cabeça na sua bochecha pela parte de dentro, dos dois lados, depois tirei e comecei a bater a cabecinha em sua boca.
Sentei na minha cadeira e ela veio atrás, agora de costas a encaixei em mim, bem aberta, ela se esticou e apoiou as mãos na minha mesa e eu por minha vez segurei seu quadril para ajuda-la a ergue e descer sobre o meu pau.
-Vamos assim safado, adoro assim.
Ela começou movimentos rápidos e bem fortes, quicando pra no meu pau, às vezes escapava mais eu colocava pra dentro de novo.
-Gostosa, delicia.
-Metemetemete ahhhhhhhhh.
Ela gozou mais uma vez, mas eu não queria parar, puxei seu corpo pra mim, agarrei ambos os seios e comecei a massagear, ela colocou suas mãos sobre as minhas e começou a rebolar pra frente e pra trás de novo, estava muito gostosa a sensação e eu já sentia o gozo vindo, passei meu braço esquerdo em volta de sua cintura para pressionar ainda mais seu corpo contra o meu, enquanto minha mão direita continuou massageando sua pequena tetinha, e assim intensamente o gozo veio.
-OHhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
-Ahhhh MAdd, tão quente, tão gostoso.
Gozei litros, direto no seu útero.
Ficamos ali aproveitando um pouco daquele momento, em alguns segundos meu pau foi ficando flácido e acabou saindo de dentro seguido por uma pequena cachoeira de nossos fluidos corporais misturados, ela se virou e ficou ali no meu colo me beijando.
-Nota dez professor?
-Com certeza aluninha.
Ficamos assim um tempinho e depois ela se levantou, dei mais um tapinha em sua bunda e ela sorriu, pegou suas roupas e pedi para que fosse na frente, não queria que ninguém desconfiasse de nada.
Ela partiu e eu fiquei ali sentado, pensando no que tinha feito e no quanto tinha sido gostoso.

Sobre este texto

Mad Guy

Autor:

Publicação:26 de julho de 2014 17:39

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Concurso Literário

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 26/07/2014.

Comentários

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  • NinaFrô
    Postado porNinaFrôem22 de fevereiro de 2015 23:00

    Fiquei toda molhada..Queria um professor desse!

  • Narceja
    Postado porNarcejaem28 de julho de 2014 12:32

    Bom Mad, eu gostei muito do seu texto. Vc conseguiu conquistar a atenção do leitor com diálogos sugestivos ( O que é de extrema importância no conto erótico). O enredo também está envolvente. Parabéns pela criatividade. Eu apenas cortaria no diálogo as repetições de letras das palavras para provocar o sentimento da emoção do personagem no leitor. Penso não ser necessário... Parabéns pelo excelente texto!

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