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Surpresas do destino

Após terminar a faculdade eu entrei em uma empresa para trabalhar como analista, recém formado e com pouca experiência, as coisas eram um pouco complicadas, ainda mais quando a minha supervisora era muito, mas muito exigente, mas a gente nunca sabe o que eu o destino nos reserva.
Cristina era só dois anos mais velha que eu, e por coincidência estudou na mesma faculdade que eu, e lembrava bem dela, gata viu, pele clara, belos cabelos longos lisos, olhos castanhos escuros, corpinho violão, bundinha cheinha e belos seios, médios e firmes.
Ela tinha chego à empresa um ano antes, no mesmo cargo que eu e agora era supervisora da galera nova que chegava (depois fui saber que surgiu uma oportunidade ela subiu, mas tinha que ensinar alguém pra ficar no lugar dela, eu!) e apesar de pegar o ônibus fretado juntos no começo mal nos falávamos, ela era bem rígida, justa, mas bem chata com relação a trabalho, o que às vezes me deixava bem puto com ela, e sempre pensava quando olhava para o seu rabinho “se eu pegasse, ia ter um castigo”.
Os meses foram se passando, o contato entre nós aumentou e pude conhecer um pouco mais da minha “chefinha” em várias conversas enquanto subíamos e descíamos a serra diariamente.
Em uma bela sexta-feira soubemos que a equipe em a qual nos pertencíamos teria que vir no sábado, pois um dos projetos estava com problemas e os clientes dessa vez não poderiam esperar, acontecia esporadicamente e pra mim até então seria só mais um final de semana de hora extra, mas como eu disse antes, nunca se sabe o que o destino nos reserva.
Estávamos lá no sábado por volta das 19hrs, eu, Cristina e as outros 4 pessoas que formavam minha equipe.
Muita coisa já tinha sido adiantada, então conforme acabavam suas partes Cristina dispensava o pessoal, eu fui o terceiro a acabar, porém ela pediu para que eu a ajudasse com algumas coisas dela, já que iríamos para a rodoviária ela disse que pagava o táxi (mentira, depois com a nota a empresa reembolsava) levei meu note e dividimos a mesa dela e depois de alguns minutos só nos dois ficamos no escritório.
-Viu só Mad, adiantamos legal, vou buscar uma água quer alguma coisa da máquina?
-Não, Cris valeu.
Ela se levantou e eu discretamente olhava sua bundinha mexer enquanto caminhava, ela estava com uma blusa social branca, uma saia preta, de salto, toda executiva, meu que tesão.
A máquina de bebidas não ficava tão distante, achei estranho a Cris ter demorado um pouco, mas continuei meu trabalho.
Depois de um tempo ela voltou com sua garrafa de água mineral e sentou em sua cadeira, não pude deixar de notar que agora sua blusa estava com botões abertos (sim, eu fiquei olhando os seios desde que fui pra mesa dela) e dava pra ter um leve vislumbre de seu sutiã preto.
Ela se inclinou para lançar a garrafa de água no lixo e quando voltou a sua posição normal disse:
-Nossa Mad, devo ter pisado no cabo da fonte, da pra você ver pra mim.
-Claro.
Fui na maior inocência pra debaixo da mesa ver o tal do cabo, mas caramba quando fui mexer nele dei de cara com aquele belo par de pernas cruzadas, a meio centímetro do meu nariz, e ficou melhor ainda quando essas pernas se abriram pra mim.
-Gostou, rsss eu tirei pra vc.
Umas das visões mais lindas que um homem pode ter sua bucetinha à mostra, abertinha pra mim, não resisti e dei o bote sem pensar, ela inclinou um pouco o corpo e subiu sua saia para que eu pudesse começar a me deliciar com sua cetinha rosada e gostosa.
Ia lambendo de cima à baixo com movimentos rápidos, ela começou a acariciar minha cabeça enquanto se deliciava com minha língua, abri seu tesou com os dedos e dei várias chupadas fortes no seu grelinho, depois voltei a focar nas lambidas, só que agora mais lento, porém mais intensamente.
-Delicia, me chupa safado.
-Seu desejo é uma ordem chefa.
Bem devagar minha língua gora deslizava pelos grandes lábios e com os meus lábios eu também os beijava e os esticava até que escapassem, volte a me dedicar a seu grelinho enquanto os meus movimentos lentos faziam os cabelinhos da sua xoxotinha roçarem no meu nariz.
-Maaissssss auwnnnnnnnn.
Eu me levantei e a segurando de leve pela cintura a ergui também, agarrei firmemente aquela bundinha que me dava tanto tesão e pressionava o corpo de Cristina contra a parede enquanto lhe dava um intenso beijo.
Estávamos atracados enquanto ela me segurava pelo rosto, ou pelo pescoço, minhas mãos apertavam com força sua bunda deliciosa ou alisavam suas coxas, nosso beijo era bem molhado eu hora ou outra chupava seu pescoço ou lambia sua orelha, fui abrindo todos os botões da sua blusa revelando seus belos seios presos naquele sutiã preto, massageava ambos enquanto minha língua dança freneticamente com a dela, adorava sentir aqueles dois pedaços da perfeição sendo totalmente sentidos por minhas mãos, não demorei muito e abaixei os bojos dos sutiãs para ver aquelas aureolas pequeninas e aqueles biquinhos lindos apontados pra mim.
Tentava colocar seu seio, direito todo na boca de uma vez enquanto ela apenas se apoiava nos meus ombros, a ergui novamente e a sentei sobre a copiadora e ia massageando uma bela teta em cada mão enquanto as lambias ferozmente, sacudia as duas enquanto sentia que recebia carinhos em minha nuca, e agora enquanto mamava lindamente o dois dedos da minha mão direita se encarregavam de fazer um vai e vem bem gostoso dentro da bucetinha de Cristina.

Já sentia sua cetinha bem molhada, dei um pouco de sossego para seus seios e me voltei para a sua mesa de onde tirei de cima todos os notes e coisas que poderiam atrapalhar enquanto ela se livrava de vez de sua saia e da blusa ficando apenas com o sutiã preso e com os seios a mostra, a peguei de jeito mais uma vez, e deixei apoiada sobre os cotovelos na mesa e sua bela bundinha bem arrebitada pra mim, sentado em sua cadeira eu beijei muito aquela bundinha branca onde mal se via sinais de celulite e dei vários tapinhas que a faziam sorrir.
-Auu, seu safado.
Depois fiquei mais intenso, mordia com força e apertava bem.
Tirei o cinto e abri a calça pondo minha rola para fora alisei bem suas costas suas coxas e ombros, beijei sua nuca e fui descendo com a língua ate chegar no seu reguinho, fazia o movimento de subida com a língua agora enquanto minha mão acariciava sua cetinha.
-Tá gostando chefa?
-Sim, demais, vai ser promovido rss.
Postei-me atrás dela, com uma mão firme e sua cintura e outra guiando meu cacete que já estava bem duro, com seus nervosos pulsantes e com a cabeça roxa bem brilhosa.
Fui encaixando devagar e sentindo meu pau mergulhar no líquido quente que encharcava aquele belo exemplar de buceta, deixei meu pau todo lá dentro quando ela se ergue e com uma mão apoiada em mim voltou a me beijar e ficamos assim um tempo nos deliciando no beijo eu com uma mão na sua cintura e a outra fazendo a festa em um dos seus seios enquanto ela mexia os quadris bem devagar sentindo meu pau duro dentro dela deitei novamente seu tronco sobre a mesa e dessa vez abri o fecho do sutiã para que ela ficasse mais livre, cruzei meus braços um pouco acima do seu coxis e comecei a penetrar inicialmente com movimentos bem lentos.
Meu pau passeava deliciosamente na cetinha molhada e apertadinha de Cristina.
-Tenho que confessar Cris, já sonhei muitas vezes em fazer isso.
-Então vaiii , aproveita hmm.
Meus movimentos ritmados ganhavam mais velocidade e força conforme o tempo passava, o barulho de nossos corpos se encontrando era cada vez mais alto.
-vaiii ahhhhhhhhhhhh, mete mais, pica gostosa.
Ela gemia fazendo jeitinho com a voz me deixava louco e cada vez mais insano na vontade de meter, segurava firme sua cintura agora e minhas estocadas eram cada vez mais selvagens.
-Isso, to sentindo ele todo agora ahhhhhhhhhhnn.
-Ta gostando vádia? Perguntei antes de me inclinar e encher de beijos sua nuca.
-Sim, vai cachorro.
Passei meus braços por suas axilas e comecei a segura-la pelos ombros, erguendo seu tronco, mas em uma posição que me permitia meter com bem mais força, estava muito gostoso, podia ver o resultado na nossa putaria voando as pelas gotas a cada estocada mais forte que eu dava ainda a segurando pelos ombros sentei novamente em sua cadeira e depois a soltei, tirei minha camisa e se apoiando com ambas as mãos na mesa ela começou a quicar bem forte pra cima e pra baixo na minha pica.
-Gosta safado?
-Adoro gata.
-Então sente só.
Os movimentos eram bem intensos, deixei seu corpo livre para que ela fizesse o que bem entendesse, só fiquei ali curtindo meu pau ser massacrado pela sua cetinha e olhando o vai e vem do seu corpo sobre meu membro, me limitava a dar vários tapinhas e apertões naquele rabo lindo, atitudes essas que ela respondia com urros mais fortes.
-Ai gata, vou gozar.
-Não ligo, já gozei umas duas vezes e quero mais.
-rsss, vádia.
Ela se levantou e ficou de frente pra mim, apoiou os joelhos nas minhas coxas e ficou com suas tetas na minha cara.
-Vai gozar?Então goza.
Enquanto eu mamava naqueles seios deliciosos ela começou a tocar uma punheta pra mim bem forte enquanto gemia alto.
Fazia pra cima e pra baixo, apertava, girava, era uma criança enlouquecia com meu cacete em suas mãos, já eu não ficava atrás, lambia os mamilos e os esticava de leve com os dentes.
Depois de tanto estímulo não demorou muito, gozei e meu esperma voou por toda a sua barriga.
- Quentinho, delícia.
Mesmo após gozar eu ainda estava ligado em 220volts, ergui aquela safada colocando-a deitadinha sobre sua mesa de pernas abertas pra mim e sentado em sua cadeira comecei a lamber num ritmo frenético aquela bucetinha.
Por um longo tempo meu foco foi lamber, pra cima, pra baixo saboreando o sabor levemente salgado da sua cetinha, alisava suas coxas, roça o nariz na sua virilha, mas sempre retornava a lamber aquela delícia rosada, parava, roçava meus dedos de leve no seu grelinho depois o presenteava com várias lambidas seguidas de chupões, depois voltava e enquanto sorria olhando ela gemer deixava a ponta do meu dedo indicador roçando seu grelinho e sua cetinha ficava cada vez mais molhada.
-Ahhhhhhh, safado, vou gozar mais assim, me suga.
Voltei às lambidas, mas dessa vez só no seu grelo, bem rápido só com a pontinha da língua e ela ia à loucura, chupava vorazmente e gemidos mais altos eram emitidos, agora com 3 dedos juntos eu acariciava, alisava e esfregava aquela xoxota.
Coloquei o dedo mindinho no seu cuzinho e o indicador da mesma mão dentro da sua cetinha, fazia movimentos de vai e vem, mas sem enfiar fundo em nenhum dos dois buracos, ela enlouqueceu, gemia e se contorcia e foi ainda mais delicioso quando comecei a chupar seu grelo enquanto fazia os movimentos, sugando devagar brevemente fui agraciado com uma maior quantidade do mais saboroso mel transbordando em minha boca.
Meu pau já estava duro novamente então não podia privá-lo de participar da diversão, segurando em sua base fiquei rosando sua cabecinha naquela xota molhada, bem devagar às vezes colocava a cabecinha dentro, mas, tirava, ai a Cris estourou de tesão.
-AHHHHH, vagabundo.
Ela se levantou feito louca me agarrando, beijou meus ombros, braço, me arranhou estava ensandecida, foi me empurrando até a parede onde a abracei fortemente e a prendi em um beijo delicioso, a alisava e a acariciava muito, ergui uma de suas pernas e enquanto ela deixou os braços ao redor do meu pescoço encaixei meu cacete na sua buceta e olhando firmemente nos seus olhos comecei uma penetração bem gostosa ali mesmo.
Ela apoiou as mãos na parede e eu continuei a segura-la e meter intensamente, movimentos fortes e firmes e que me davam mais tesão que antes, pois nessa posição nos olhávamos fixamente nos olhos, tesão total, vendo suas faces de prazer, seus gemidos, o suor escorrendo, o barulho de nossos corpos, só podia imaginar que não podia haver sensação mais maravilhosa que essa no mundo.
Meu pau ia quase todo desbravando sua cetinha, às vezes saia, mas logo o colocava de volta a fazer seu trabalho de nos proporcionar prazer, começamos a nos beijar novamente e nisso eu só botava mais forças nas estocadas, ela alisava meu pau às vezes, me dando mais prazer e mais vontade de rasgá-la ao meio com meu pau, agora mamava seus seios e ela lançava pra trás sua cabeça gemendo cada vez mais alto, voltou a mim me beijando intensamente, tão intenso que até parei a penetração para curtir aquele momento, fiz mais alguns movimentos enquanto ela me olhava fixamente sorrindo e a larguei.
-Nossa gozei muito cachorro.
-Ah vai querer parar? Olha meu cacete, durinho, vai me deixar assim?
-Pelo trabalho de hoje acho que você merece.
Após falar isso ela apoiou as mãos na maquina de Xerox e ficou de 4 com o rabinho empinadinho pra mim.
-Faz o que você tanto quer safado.
Sinceramente já tinha feito o que eu queria, mas se ela tava me oferecendo o rabinho eu não ia negar certo? Fui indo devagar, segurando e encaixando, ela gemeu bastante e chegou até a quase perder o equilíbrio do corpo, e olha que só a cabecinha tinha entrado até então, forcei mais, mas era muito apertado e só um pouco mais além da cabeça entrou.
Comecei o vai e vem devagar meu pau ia sendo muito, mas muito pressionado naquele cuzinho apertado.
-Gostosa.
-Me arromba.
Ia forçando tentando colocar mais, mas o cú era muito apertado, e junto com minha penetração eu fazia carinho na sua cetinha para deixá-la mais empolgada.
-ahhh safado, delícia fodeeeeeeee.
Os gemidos dela me deixavam louco, estava martelando cada vez mais forte e mais excitado e quando dei por mim mais da metade do meu pau já tava lá dentro, então vendo isso forcei com tudo minha rola nela e ela deu um baita grito com algumas lágrimas caindo pelo seu rosto.
Tinha arrombado o rabinho da minha chefe que mesmo chorando pedia mais e ficava com a buceta mais encharcada, então fui obrigado a continuar os movimentos naquele cuzinho que agora me dava mais um pouco de liberdade de movimentação.
Continuei meu vai e vem gostoso, mas seus gemidos e suas palavras me excitavam demais, e sentindo minha energia sendo sugada lá na base das minhas bolas e sair pela cabeça do meu pau gozei gostoso dentro daquele cú gostoso.
-Quentinhooo ahhh delicia.
Tirei meu pau amolecendo de dentro dela e mais uma vez nos beijamos intensamente, sentei em sua cadeira e ela sobre mim e ficamos ali ainda um bom tempo curtindo e nos acariciando.
Vestimos-nos e arrumamos a sala depois saímos juntos do escritório, quase ninguém no prédio, ela parou para ir ao banheiro então aproveitei e fiz o mesmo, limpar o que dava com papel higiênico e sabão liquido para tirar um pouco do cheiro da putaria, nos encontramos no corredor e depois pegamos o taxi juntos e fomos conversando abraçados.
-Então chefe, quando vamos nos ver assim de novo?
-Não se anima.
-Por que, foi ruim?
-Não, foi ótimo, melhor do que eu esperava até, mas não quer dizer que eu queira algo.
-Ah é?
-Tava afim, você tava e a gente fez ué, e é bom não comentar, não se esqueça que sou sua chefe?
-Simples assim?
-Sim simples assim, rsss, mas quem sabe a vontade não bate de novo?
-Rss, você que sabe, eu to sempre disposto
Ela chegou a sua casa deu sua parte no taxi e me deu um selinho.
Boa noite gato.
“Pegou bem hein”. Disse o taxista.
Eu apenas ri e fiquei pensando em quantas surpresas boas como essa o destino ainda pode me reservar.

Espero que tenham gostado e peço que deixem seus comentários, vale muito saber o que vocês acharam ;)

Sobre este texto

Mad Guy

Autor:

Publicação:19 de julho de 2014 00:06

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Heterossexual

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