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Do fundo do baú

Transando na chuva

Há algum tempo eu compartilhei com vocês o começo da minha história com a Tatyana (quem não viu dê uma procurada em um conto meu chamado “Recatada”) depois daquilo as coisas ficaram meio estranhas entre a gente, tínhamos algo, só que não era um relacionamento assumido, porém no que dizia respeito a sexo Taty se mostrava um pouco distante.
A agenda dela era muito corrida e ela também viajava bastante, então era difícil nos vermos durante a semana e aos sábados nos víamos na ONG, porém eu estava sentido falta do “algo a mais”. Nos beijávamos, nos amassávamos, mas na hora dos finalmentes Taty sempre arrumava uma desculpa, eu a questionava mas era sempre saia pela tangente e dizia que estava tudo bem e eu sinceramente já estava ficando de saco cheio.
Estava terminando de arrumar as coisas na ONG para ir pra casa, chateado, pois pelo visto ia passar mais uma noite de sábado sozinho quando dona Clara veio falar comigo.
-Mad meu filho, quase me esqueci de você.
-O que foi dona clara?
-Acontece que semana que vem vou fazer nossa confraternização anual daqui da ONG lá no meu sítio e adoraria que você fosse lá passar o final de semana, tem piscina, tem cavalo vai ser bem divertido.
-Mas é claro dona Clara (trocadilho estúpido) vou sim.
-Que bom meu querido, fico contente que vá.
Esperei Tatyana para leva-la em casa como fazia toda semana e comentei sobre o convite.
-Parece ser interessante ela também falou comigo, mas viajarei a trabalho essa semana não sei se vai dar.
Apenas ri e não falei nada.
-Não fique chateado Mad, além do mais não poderemos chegar lá como casal ninguém sabe sobre nós.
-E não poderiam saber? Até onde sei já somos bem crescidinhos né? E a dona Clara não é nem minha nem sua mãe.
-Mad, vamos com calma, tá legal?
A conversa sobre o assunto se encerrou ali, a semana passou, Tatyana viajou e apesar de estar cheio de vontade durante toda a semana não enviei nenhuma mensagem para saber como estava e se a veria no sábado, eis que na sexta à noite eu recebo uma mensagem.
-Estarei lá amanhã, mas acho melhor irmos separados.
Preferi não responder, logo cedo no dia seguinte peguei meu carro e parti para o interior do estado onde ficava o sítio da dona Clara.
Depois de algumas horas cheguei ao local, era bem grande e cercado de muito verde.
Dona Clara me cumprimentou e alguns amigos já estavam lá, muita comida pra todos e lá estava ela, de saia jeans e camiseta branca, sentada conversando com uma conhecida nossa, cumprimentei com um beijo frio no rosto e continuei falando com o resto do pessoal.
E o dia foi passando, conversa vai conversa vem até que depois do almoço um dos nossos amigos teve a ideia de pegarmos algumas bicicletas que estavam por lá para darmos uma volta e conhecermos a propriedade, confesso que estava meio entediado então fui o primeiro a aceitar, a esposa desse amigo também aceitou junto com outra garota mais nova lá da ONG e essa menina convidou Tatyana também, que me olhou de canto e aceitou, mas disse que teria que trocar de roupa.
Alguns poucos minutos depois já estávamos prontos quando a Taty chegou, toda de negro usando uma regata bem colada e uma calça legging que era um crime.
Partimos a pedalar e jogar conversa fora percorrendo o sítio, Taty agora estava mais aberta a falar então andando um pouco na frente de nossos acompanhantes comecei a questionar tudo que estava rolando entre nós.
-Sabe Mad, é difícil pra mim, você viu um lado que nunca ninguém viu e eu não sei se estou pronta pra isso.
Eis que começa a cair uma chuva leve e nossos acompanhantes um pouco mais atrás começaram a gritar para voltarmos e eu no impulso gritei de volta.
-NÓS VAMOS CONTINUAR MAIS UM POUCO, EU SEI O CAMINHO NÃO SE PREOCUPEM.
Tatyana olhou pra mim meio assustada e eu apenas apontei para frente.
-Eu quero dar uma olhada na lagoa antes de voltamos e temos que falar mais sobre isso.
-Mad, eu não quero te magoar, foi maravilhoso, mas talvez...
Continuávamos pedalando até que paramos ao lado da lagoa que eu havia citado.
-Olha Taty, eu sinceramente não sei o que se passa, mas acho que já somos maduros pra lidar com isso, não estou te pedindo em casamento ou algo assim e nem estou te exigindo isso, mas se você quer passar a borracha e fingir que nada aconteceu por mim tudo bem. Disse isso a ela arrastando a bicicleta e descendo um pouco o desnível entre a trilha e a lagoa.
-Sabe Mad, eu tenho medo por mim, já fui muito magoada e estar com você... pra mim foi algo especial, algo novo, ai Mad estou tão confusa.
Larguei a bicicleta, coloquei minha mão direita em sua nuca e após olhar direto nos olhos dela comecei a beija-la bem devagar.
-Mad... não... não posso, podem ver.

Estávamos a uma distância considerável da casa e a chuva já engrossava, então a meu ver ninguém nos incomodaria.
-Mad... para.
Mesmo pedindo pra parar seus braços já estavam em volta do meu corpo, minha mão esquerda estava em sua cintura, trazendo-a para mim de forma a ficarmos bem colados, ela se entregou. Sua língua ardente e molhada era a prova disso, lentamente fui deitando-a na relva, paramos um instante e ficamos nos olhando fixamente um nos olhos do outro, eu apenas sorri e continuei no nosso beijo fogoso, as mãos passeavam em ambos os corpos.
Delicadamente coloquei minha mão esquerda sobre seu seio e fui descendo pela sua barriga, chegando lá em baixo voltei a subir a mão, alisando sua barriguinha linda lentamente enquanto mordiscava seu belo pescocinho, ela já estava bem ofegante e me deliciava com gemidinhos tímidos e leves, minha mão voltou a subir, só que agora com sua camisa entre os dedos e conforme subia, mais deixa a mostra seu belo corpo, estava com um sutiã azul escuro de renda que não me incomodou muito, comecei a beijar seus belos seios por cima da lingerie.
Ahhh... Maaaaaaaaad. Ela ia soltando as palavras em meio a sua respiração acelerada.
Eu delicadamente puxei com os dentes o bojo do sutiã deixando aquela maravilha à mostra, o biquinho saltado e rijo era a resposta que eu precisava para saber se estava no caminho certo, então coloquei minha outra mão para massagear o outro seio, voltei na sua orelhinha, lambendo e beijando de leve, Taty elevou o corpo como se tivesse tomado um choque, fui descendo a língua pelo pescocinho até voltar pro seio com o qual estava me divertindo antes, agora também dei uns apertozinhos de leve com a mão, voltei a beijar beeeem devagar, soltei o fecho do sutiã em suas costas e ela terminou o trabalho jogando-o para o lado agora aquelas duas belezas durinhas estavam soltos e com os bicos apontando pra mim, era tanta beleza em um só lugar que tive que para por um instante para observar. Fui acariciando um em cada mão, ver as expressões de prazer de Tatyana estavam deixando meu pau mais duro que ferro, por vezes dava uma esticadinha nos mamilos e ela ia à loucura.

Minha língua começou a dar voltas em círculos ao redor do biquinho direito, melando toda a bolachinha, roçava de leve os dentes no mamilo e dava algumas sugadinhas, suas mãos começaram a forçar minha cabeça contra o seio então eu soube que estava fazendo a coisa certa, então me dediquei a fazer carinhos com minha boca naquela delicia, depois voltei ao esquerdo, mamando, lambendo com a língua sempre muito molhada, Taty estava entregue, só curtindo, soltava gemidos mais expressivos agora, sempre com um “para” ou “aqui não” que eu teimava em ignorar, desci até seu umbiguinho onde minha língua também trabalhou bastante por um tempo, a língua deslizava, passeando e espalhando saliva, várias e varias vezes.
Taty levou meus lábios até os seus e me deu um beijo ardente e depois apenas sorriu, mesmo tendo o corpo de uma deusa era seu sorriso lindo que me dava um algo a mais de tesão, desabotoou minha bermuda e abaixou minha cueca, estávamos em uma inclinação então me coloquei sobre ela, deixando meu pau bem em frente a seu rosto e ela foi rápido ao segurar com sua mão esquerda, pegando bem na base e enquanto acariciava seu seio com a outra mão começou a me chupar deliciosamente. Sua língua envolvia minha cabecinha deliciosamente, sua boca estava bem quente e molhada e os movimentos de “apertar e rodar" que sua mão fazia no meu membro era espetacular, o boquete estava maravilhoso, depois começou a fazer movimentos com a cabeça, começou tímida mas logo chegou a um ritmo bem gostoso que estava quase me fazendo gozar.
-Quero fazer nos seus seios gata.
Ela deu um sorriso surpreso de quem gosto da ideia, ela pressionou os seios um contra o outro e eu aloquei devagar meu membro, me apoie utilizando minhas mãos no chão e comecei os movimentos, nada bruto, movimentação média, mas que deu muito prazer para ambos.
Quase perdi os sentidos, de tão boa era a sensação do meu membro entre aqueles dois montes, eu arfava de prazer, Taty por sua vez aliviava e aumentava a pressão, fazendo a coisa ficar cada vez mais deliciosa, eu já não aguentava mais e de repente o gozo subiu e eu não tive reação, um jato de porra explodiu na cabeça do meu membro lambuzando o busto de Tatyana.

-Nossa, estava guardando?
A forma como falou deixou claro que ela estava em êxtase, qualquer interrupção nesse instante colocaria tudo a perder, então tomei folego e me joguei entre suas pernas, ela abriu bem e mesmo ainda estando de calça deu pra ver a bela forma daquela pomba.
Fui puxando lentamente sua calça a fim de tirar, ela também, ajudou na hora de tirar sua calcinha que fazia conjunto com seu sutiã, tirei minha camisa e coloquei ali embaixo para que o terreno não atrapalhasse e lá estava sua bocetinha, devidamente depilada e com o brilho único do seu melzinho escorrendo.
Os pingos de chuva agora estavam mais fortes, fui com tudo em cima daquela boceta linda, mas chegando lá me contive, queria levar Taty a loucura, então comecei a beijar calmamente suas coxas ali perto da portinha, mas pra não derrubar o ritmo juntei três dedos que ficaram ali se lambuzando enquanto faziam carinho na sua entradinha em um ritmo mais rápido.
-Annnnnnnnnnnnw.... Maaaaaaaaaaad.
Com isso ela não parava de gemer, suas coxas eram lisinhas, sem nem uma marca, lambia muito e mordiscava, já os dedos alternavam o ritmo, hora rápido, hora devagar, cada vez mais molhados, comecei a roçar meu nariz em sua virilha e a beija-la ali, enquanto ela se acabava acariciando os seios com uma mão e curtindo uma siririca com a outra, depois fui descendo devagar e abocanhei sua cetinha, queria que meus lábios a sentissem por completo, era deliciosa a mistura de seu suor, seu mel e a chuva.
Fiz tudo bem demorado ali, brinquei com os grandes lábios, pincelei bem a portinha, lambia bem lá em baixo, mas sem brincar com o grelinho, já que ela estava fazendo esse favor a si mesma, depois coloquei sua mão pro lado e beijei seu grelinho, um beijinho carinhoso, depois deixei minha língua bem molhada pincelando ele um pouco.
-Saboroso.
Sua boceta sumia na minha boca enquanto eu tentava enfiar minha língua cada vez mais profundo, voltei a brincar com seu grelo, agora sugando e assoprando bem devagar depois, enfiei a cabecinha do meu dedo indicador do seu cuzinho, ela gritou deliciosamente então resolvi deixar o dedo lá, ela deitou de lado então agora eu a chupava intensamente enquanto minha cabeça se aconchegava entre suas coxas, tudo bem delicado, agora eu lambia e chupava sua cetinha com calma, mas não por falta de ímpeto, mas por Tatyana gostar mais dessa forma, meu membro já tinha voltado a todo o seu vigor e o pedido de Tatyana dizendo...
-Mad, agora me possui. Era o convite pra nos tornarmos um só, fui ficando lentamente sobre ela e primeiramente nos beijamos, eu fazendo carinho em seus seios e ela apertando minha nuca e rosto.
Fui introduzindo o membro devagar com minha mão direita, conforme entrava Taty ficava mais louca, já com a arma posicionada comecei a mexer devagar, apoiando minhas mãos ao lado do seu corpo enquanto a mão dela continuava a afagar minha nunca e a outra se apoiava no meu peito, com o membro dentro parei os movimentos, a abracei curtindo todo seu corpo e nos beijamos novamente, nossas mãos e braços iam e vinham e o prazer era latente, eu apertava seus seios, beijava seu pescoço, ela me arranhava as costas, me apertava e ficava cada vez mais molhada, voltei a usar minhas mãos como apoio e a voltar naquela penetração gostosa, hora beijando, hora pegando ar , deixei meu corpo bem elevado fazendo a penetração mais profunda, agora Taty gemia mais alto e me foquei em aumentar a velocidade.
-Ahhhhh MAdddd...... Ahhhhhh MADDd.. gostoso.
Eu já estava colocando tudo de mim nos movimentos, o calor de seu corpo me lava a loucura, o ritmo agora era frenético.
-Maddddddddddd. MAddddddddddd. AHHHHHHHHH.
A força que eu colocava estava quase tirando nos dois do lugar e não demorou muito para que eu sentisse as unhas de Tatyana se cravarem em minha pele e seu corpo amolecer conforme ela gozava bem gostoso.
-Maddd. Nossa.
Eu apenas dei um selinho nela e abracei carinhosamente, queria que ela se sentisse segura nos meus braços nesse momento.
-Foi tão gostoso, como pude...
-Como pode o que minha linda?
-Como pude me privar disso por tanto tempo.
Minha resposta foi mais um longo e molhado beijo.
-Uhnnn, ele ainda esta pulsando dentro de mim.
-Então você deveria fazer algo sobre isso, rss.
Ela riu e me jogou de lado, depois pegou meu membro e voltou a chupar, bem lento, lambendo a pontinha da cabeça e olhando pra mim, acariciava os seios enquanto fazia, o que combinado com sua camiseta dobrada sobre eles deixava tudo mais sexy.
Colocou as mãos sobre minhas coxas e sugava bem devagar, ela fazia tudo com muita calma e capricho, mamava com gosto e eu já não estava mais aguentando.
Lambia a base da cabecinha e sabia usar muito bem os lábios ali também, me punhetava ao mesmo tempo que lambia bem rápido.

-Não vou aguentar mais linda.
-Então solta.
Colocou a língua pra fora em espera, enquanto me punhetava bem rápido e não demorou muito, jorrei tanto que enchi sua boca e ela claro, engoliu sem pestanejar e ainda me presenteou com seu belo sorriso safado.
Quando terminamos a chuva já era forte, então rapidamente nos vestimos e voltamos correndo para onde estavam os outros.
-Meus filhos, que ideia louca é essa de sair na chuva? Perguntou dona Clara.
Não sei se alguém suspeitou de algo pois fui correndo para o quarto onde eu estava pegar roupas e logo depois corri para um dos banheiros da casa, Taty fez a mesma coisa e o resto do final de semana foi muito agradável para todos e eu ainda ganhei um bônus pois fiz um dos melhores” papai e mamãe” da minha vida e finalizei recebendo um boquete divino.


veja mais em: https://contosdomad.wordpress.com

Sobre este texto

Mad Guy

Autor:

Publicação:8 de agosto de 2015 02:37

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Heterossexual

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 08/08/2015.

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