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*A CARTA QUE RECEBI DE CORELLI*

*A CARTA QUE RECEBI DE CORELLI*
meu querido h. adams. recebi uma carta na semana passada que me tirou o fôlego.

marcos corelli escreveu. depois de tantos anos. olha o que ele disse:

“minha querida madame red, meus pensamentos me levaram a lembrar da primeira noite em que nos imaginei juntos. era uma noite escura e chuvosa.
eu estava cansado, me joguei na cama e logo adormeci. sem me dar conta, sua imagem invadiu meus sonhos como um furacão. foi um sonho desordenado que desconheço como se iniciou. lembro-me apenas de vê-la sentada em uma cama grande, vestindo uma lingerie vermelha. eu me sentava próximo a você , acariciava seus ombros brancos com a ponta de meus dedos e beijava vagarosamente a nuca. sentia a mulher extremamente sensual que é.
seus cabelos curtos e ruivos, pernas grossas e torneadas, me deixam louco. seu nariz fino, lábios sempre pintados de vermelho e um olhar que se perde entre a sedução e o mistério me fazem perder o fôlego.
meu sonho continuou comigo desabotoando seu sutiã e abraçando-a por trás, enquanto vagava as palmas de minha mão em seus seios. em seguida, você me jogou na cama e subiu em meu corpo, beijou e lambeu meu pescoço e meu peito. eu já podia sentir seu perfume doce e quente, assim como seu o calor.. mas tudo isso não durou muito. algo me assustou e acordei no meio daquela madrugada.
senti que minha alma ainda estava com você e desejava com todo meu ser que estivesse ao meu lado na cama aquela noite.
ah madame, saiba que sempre que eu a via meu corpo balançava e meu coração disparava.
lembra, minha querida, de uma bela tarde de outono que resolvi fazer uma visita inesperada? foi com o coração na mão que bati na porta. você demorou a dar sinal de vida, e quando eu já estava indo embora, a porta se abriu. você usava uma roupa típica de ficar em casa no feriado. calção curto, regata branca e chinelo de dedos.
sorriu para mim e mandou entrar. sentei em uma ponta do sofá e você em outra, enquanto passava mais um episodio de "house" na tv.
de repente, você descalçou os chinelos e esticou as pernas, quase encostando seus pés em minha perna. não poderia ter sido um golpe mais baixo. desde criança eu gostava de pés e os seus eram perfeitos. pequenos, brancos e rosados. as unhas estavam pintadas de preto e eu podia sentir que estavam quentes. ao poucos fui me aproximando mais deles e para minha surpresa você os colocou em cima de uma das minhas pernas.
por impulso, os segurei. não falamos nada, sequer nos olhamos, afinal uma vergonha invadia meu ser. sem dizer nada, comecei a fazer massagem em seus pés e você agradeceu com um sorriso.
seus pés estavam quentes e eu queria, cada vez mais, beijá-los. sem pensar muito aproximei meu nariz perto deles para sentir seu cheiro. era maravilhoso e indescritível. você apertou meu nariz com os dedos e rindo perguntou o que eu estava fazendo. não sabendo o que dizer, apenas pedi desculpa. você percebeu meu mal estar e disparou:
- te desculpo se você der um beijo nele.
aquelas palavras me trouxeram pontadas na barriga e uma excitação imediata. sem pensar dei um longo e demorado beijo perto dos dedos. de imediato, fui tomado por um prazer incontrolável. passei a beijar e chupar cada dedo de seu pé suado. passei a língua por entre os dedos e você apenas me olhava e ria, mas podia sentir que estava, de igual modo, sentindo prazer. quando percebi isso, aumentei minha dose de devoção.
passava a língua do calcanhar à ponta dos dedos. depois dava beijos em cada dedo e cheirava-os com força. alternava entre um pé e outro. de repente, você baixou um de seus pés em minha calça e percebeu minha excitação. apertou com os dedos meu pau que estava completamente duro. eu beijava seu pé direito e com o esquerdo você me provocava.
sem poder segurar mais, abri minha calça. você baixou o outro pé e com os dois começou a me masturbar. eu estava me sentindo no paraíso com seus pés brancos e quentes em mim, subindo e descendo.
seus dedos me apertando e deslizando sobre ele. um calor percorria todo meu corpo e eu me sentia inebriado. madame, você pegou sua mão esquerda e começou a se masturbar também, dando leves gemidas de tesão.
sorria para mim, e eu já não podia aguentar. depois de alguns minutos cheguei ao meu êxtase. gozei em seus pés brancos, por entre os dedos e a sola. você olhou para mim com uma cara tomada por excitação e falou:
- que delícia, solte tudo em meus pés gostosão.
fui o que fiz com enorme excitação. minhas pernas ficaram bambas e meu corpo amoleceu. então você tirou a roupa e falou:
- eu também tenho o direito de um orgasmo justo.
subiu em mim com força. lambia meu peito e pescoço como no sonho, todavia, agora eu podia sentir o calor de sua língua passear pelo meu corpo. abracei-a forte junto de mim. você arranhava minhas costas e mordia minha orelha, gemia e sussurrava palavras de prazer. nossos corpos estavam quentes.
você cravou os dedos em meus cabelos e levou meu rosto em direção aos seus peitos. eu os beijava com delicadeza e carinho. os bicos dos seus seios estavam duros e eu os circundava com minha língua e lábios.
ah madame, você explodiu em tesão e prazer. depois, abaixou minha cabeça, abriu as pernas e fez eu lambe-la por inteira.
- me chupe forte. - disse enquanto segurava minha cabeça próximo as suas virilhas que transbordavam de suor e tesão. eu fazia o que você mandava. beijava sua boceta e lambia seu clitóris vagarosamente. chupava-o e lambia com prazer e devoção. não demorou muito e você se molhou toda. descontroladamente, molhou minha boca e rosto. senti um tesão fora do comum em vê-la assim, caída de um incontrolável prazer.
na minha memória depois disso conversamos horas. a noite chegou e dormimos juntos, bem agarrados. pela manhã, acordei e escutei o chuveiro ligado. fui até o banheiro e a vi se ensaboando com o corpo completamente nu. passeava vagarosamente o sabonete pelos seios, pescoço, virilha. senti meu corpo explodir de tesão em vê-la. tirei a roupa e me juntei a você.
nos abraçamos forte, enquanto a água morna do chuveiro salpicava em nossos ombros. você pegou em meu pau com a mão esquerda e começou a me masturbar. logo após, eu a virei de costas e encostei-a na parede. transamos naquele momento. a cada longa e vagarosa metida, você gemia alto e me dava mais prazer.
quando estava quase gozando,você se virou, abaixou e colocou meu pau em sua boca quente, doce e deliciosa. chupava-o devagar e com prazer enquanto a água escorria por nossos corpos sedentos de amor.
não demorei a gozar . me senti no paraíso.
minha vida nunca mais foi a mesma depois desse dia. repetimos a dose uma ou duas vezes. nos nossos últimos encontros passou você passou lente condensado em seus pés e ofereceu-os para que eu os lambesse. o leite se espalhava por entre os dedos e escorria até o calcanhar. eu os lambia com muita devoção e prazer, aproveitando cada segundo desses momentos impares e sublimes.
depois da experiência com o leite, passamos a usar bolo de chocolate. você pisava nele e dava para eu comer os pedaços em seus pés. era cada dia mais delicioso. no final sempre fazíamos um footjob e eu gozava para valer em seus pés. eu me sinto extremamente feliz e livre ao lembrar tudo isso. ah madame, por favor, lembre de mim. escreva. espero ansiosamente".

MARCOS CORELLI



Sobre este texto

madame red

Autor:

Publicação:14 de dezembro de 2013 01:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Duda
    Postado porDudaem21 de novembro de 2014 06:59

    Amei de paixão... adoro cartas

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