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O mecânico, a madame e o banheiro

O mecânico, a madame e o banheiro
A estrada estava deserta. Uma rodovia reta, sem curvas. Poucas árvores na paisagem, quase um filme de terror.
O conversível prateado cortava a estrada em velocidade alucinante. Os cabelos dela voavam ao vento. Os dois dividiam o silêncio.
Finalmente avistaram um posto de gasolina. Ele entrou devagar. Lugar quase abandonado. Uma bomba suja de gasolina ao lado de outra também suja e desativada.
A lanchonete metia medo. As moscas já haviam tomado conta. A morena desceu do carro em direção ao balcão de atendimento.
Usava salto alto, saia curta, peitos quase pulando pra fora do decote. Pediu a chave do banheiro ao homem que trabalhava por lá. Ele entregou sem nem olhar para ela. Manteve a leitura em uma revista pornográfica e perdeu a chance de encarar uma morena gostosa.
Ela pegou a chave e deu a volta no prédio. Lá atrás, destrancou a porta e entrou no banheiro grande. Havia quatro cabines pequenas. Imundas, cheias de goteiras.
Ela entrou com cautela. Acendeu a luz que ficou piscando. Mal iluminava o lugar.
Abriu o primeiro box mas não teve coragem de entrar. Acabou escolhendo o último que estava menos sujo.
Abaixou a calcinha, puxou a saia curta pra cima e começou a se equilibrar para fazer xixi em pé, com nojo do vaso sanitário. Nesta hora ouviu o barulho da porta do banheiro sendo aberta.
– Tem alguém ai? Perguntou.
Ninguém respondeu. Ouviu os passos pesados de um homem vindo em direção aos boxes. Ouviu quando ele abriu a primeira porta, a segunda.
Foi então que ela deu um grito de medo. Na verdade um suspiro, nada escandaloso.
Ele foi direto à última cabine. Abriu a porta com violência e deu de cara com a mulher apavorada, em pé, no canto atrás do vaso sanitário. Ela já estava de calcinha, mas esqueceu de baixar a saia.
Ele entrou na cabine com ela. Cheirava à borracha e graxa de oficina. Usava um macacão de mecânico. Tinha os braços fortes. No braço direito a tatuagem chamou a atenção dela.
Ele esticou este mesmo braço em direção a ela e tapou-lhe a boca. Com o outro braço encostou ela na parede e disse:
– A senhora não vai gritar, vai ficar bem quietinha e fazer tudo o que eu mandar. Se tentar fugir vai ser pior. E se gritar, apanha.
Ela concordou com ele. Mexeu a cabeça num gesto que dizia que sim, faria o que ele mandasse.
Ele então puxou a mulher em sua direção e fez com que ela sentasse no vaso sanitário. Ela sentou de pernas abertas. Seu rosto ficou na altura do pau dele. Ele abriu o macacão sujo e puxou o pau pra fora. Estava duro, cheio de veias latejantes.
Ela ficou olhando para ele. Foi então que o homem da tatuagem puxou o rosto dela em direção ao cacete dele.
Ela abriu a boca, com relutância, e ele enfiou a pica na garganta dela. Ele segurava a cabeça dela, enfiava o pau com força sempre a segurando em direção a ele. Com a outra mão tirava os seios da mulher de dentro da blusa decotada.
Ficou assim enfiando na boca da morena, com várias estocadas fortes e firmes. Apertava os mamilos duros da madame que chorou de tanto que o pau tocava a sua garganta. Ele não a deixava respirar direito. Quando estava quase gozando, levantou-a pelos cabelos e empurrou seu corpo em direção à parede. Levantou os braços dela, mandou que abrisse as pernas e ela obedeceu.
Em sussurro ela pedia para ele parar com aquilo. Implorava baixinho já que temia gritar e piorar a situação.
– Cala a boca cadela. Mandava ele.
Ele então começou a morder o pescoço dela, rasgou a calcinha minúscula que ela usava e enfiou o pau na sua boceta sem dó nem piedade.
Ela gemia de medo, ele de prazer. Enfiou com força e passou a fazer movimentos rápidos.
Sentia que ela estava ficando molhada. Foi quando a mulher começou a rebolar no pau dele. Empinou a bunda em direção a ele e pediu:
– Come meu rabo.
Ela se abaixou pra ficar com a bunda empinada esperando por ele. Foi então que ele obedeceu e enfiou o pau no cu da morena. Currou a esposa no banheiro, fingindo ser mecânico.
Saíram os dois lá de dentro sorrindo. Entraram no carro e foram à procura de um novo posto de combustíveis. Não devolveram as chaves. FIM

*O TEXTO ESTÁ PUBLICADO NO LIVRO DO SR. ABADE "CONTOS ERÓTICOS PARA LER A DOIS". TEM AQUI NO BLOG PRA VENDER.




Sobre este texto

madame red

Autor:

Publicação:28 de setembro de 2013 19:33

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Comentários

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  • Andrea Carvalho Dias dos Santos
    Postado pormadame redem10 de outubro de 2013 17:25
    madame red é uma autora no História Erótica

    drica, que delícia, né? hehehehh um beijo, da
    sua madame red.

  • Adriana Veloso
    Postado porDrica Chantilyem10 de outubro de 2013 02:06
    Drica Chantily é uma autora no História Erótica

    Adorei a história
    Morro de Vontade de ser Violentada por um Mecanico

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