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Werewolf

Disseste que ias chegar tarde. Tinha passado a tarde inteira a planear isto…tudo. Tudo na nossa casa está preparado para ti, eu estou pronta para ti. Visto um conjunto de lingerie preta, ligeiramente transparente. O sutiã transparece os mamilos, somente o suficiente; a tanga sugere como ficaria bem sem ela. No pescoço, meti uma coleira de couro, também preta. Ouço-te chegar de carro. Agarro no teu sobretudo, visto-o rapidamente. Pego no cachecol, que enrolo ao pescoço o melhor possível, e corro em direcção à entrada, já a ensaiar uma cara de cansada.
Abres a porta. Vês-me enroscada num canto do sofá com aspecto de um dia fatigante. Largas as tuas coisas assim que entras e vens ter comigo com ar de preocupado, funcionou. Afastas-me os cabelos da face e beijas-me, perguntas se está tudo bem e nisso, começas a descer com as mãos. Tento segurá-las com a maior naturalidade que consigo tentando evitar que sentisses a coleira. Ignoras o meu gesto quase brusco e olhas-me nos olhos. Sorrio suavemente, foi por pouco…
Pegas-me ao colo e levas-me para o quarto. Ao chegarmos deparas-te com uma corrente, um chicote e umas algemas encima da cama. Metes-me no chão muito devagar, quase em estado de choque. Viro-me de frente para ti e tiro o cachecol. Vais a abrir a boca para dizer algo mas toco-te nos lábios com os dedos e sussurro-te ao ouvido “Ainda há mais…” Viro-me de costas e deixo o sobretudo escorregar-me pelas curvas até ao chão. Há muito mais.
Jogas-me para cima da cama com tanta força que fico de quatro. Imediatamente vens por trás, seguras-me pela cintura e encostas-te a mim. Sinto-te já incrivelmente duro e quente, tão excitado quanto eu. Começas a fazer vai-e-vem lentamente mas de forma intensa. Isso, provoca-me. Aceleras. Aceleras até ao ponto em que o teu corpo embate furiosamente no meu. Gemo, imagino-te a foder-me, mas para quê imaginar? Num salto fico de frente para ti e, enquanto estás distraído a olhar-me para os seios, abro-te o fecho das calças e puxo-as para baixo. Já com o teu pau ao alcance das minhas mãos…sou interrompida. Seguras-me os pulsos e pões-mos atrás das costas, prendendo com as algemas, “Não era assim que tencionava…” silencias-me com um ‘sshh’. Agarras-me pelo queixo com uma mão. Puxas-me na tua direcção e esfregas-me os lábios nos teus boxers, no teu caralho inconfundivelmente grosso, até podia chupar. Largas-me, abandonada na cama, atónita. “hey?!” Tiras as calças e tudo o resto que tens no corpo. Voltas para perto de mim, abres uma gaveta da mesa-de-cabeceira e tiras um lenço. Amordaças-me, com alguma dificuldade mas ao ameaçar morder-te levo uma bela chapada na cara. Apertas-me a coleira de tal modo que mal consigo respirar. Estou fodida.
Empurras-me pelos ombros. As algemas magoam-me as costas mas tu não estás minimamente preocupado com isso. Deitas-te sobre mim, ouço-te ao ouvido: ‘Achas que consegues fingir? Eu protejo-te mas também te posso atacar.’ Beijas-me o pescoço, lambes e em seguida mordes, tão mas tão forte que gasto todo o ar que tenho a gritar. Olhas para mim a latejar. Passeias as tuas mãos pelo meu corpo escaldante; rasgas-me a tanga com os dentes; massageias-me a parte interior das coxas, dás pequenas mordidas, sei que não me resistes; chegas com os dedos à entrada da minha buceta. Sentes-me a arder, a desejar-te mas não… Paras, sobes, tiras-me o lenço da boca. “Masturba-me, seu filho da puta!”. Agarras-me violentamente e viras-me. O meu rabo fica exactamente à tua frente quando caio de ombros no colchão. Falas delicadamente comigo: ‘Que me mandas fazer, pequena vadia?’ Vejo a sombra na parede…isto vai doer.
Fecho os olhos. As lágrimas escorrem-me pela cara. Chicoteias-me sem dó. Começaste pausadamente, dando-me tempo para guardar ar até ao gemido seguinte mas agora, soluço, gemo, grito, sem parar. Estou cada vez mais sensível, cada vez dói mais. Imploro, “Por favor, deixa-me satisfazer-te!” E paras. O chicote cai no chão ao tirares-me as algemas. Mal consigo apoiar-me com as mãos dormentes. Esfregas a glande no meu clitóris e inclinas-te por cima de mim: ‘Reparaste que hoje está lua cheia? Linda, como tu.’ Não respondo, não consigo porque estás a sufocar-me ainda mais com a coleira. Enfias de repente todo o teu pau. Fodes-me. Gemo. Fodes-me rápido, com força. Gemo muito, como posso, sussurro o teu nome. Mais, mais, cada vez mais. O teu caralho rasga-me. Violas-me. O teu instinto animal abate-se sobre mim. Também gemes enquanto manténs a velocidade alucinante. Começo a ficar sem ar. Abrandas só para me desapertares a coleira mas não paras. Encho os pulmões de ar mas de nada me serve pois logo sou obrigada a gemer e gritar de prazer. O teu cacete em mim não para, enfias o mais profundo que podes.
Aceleras, não sei como. Estás possuído? Gememos e gritamos em sintonia. “Vamos gozar juntos!” Não pares agora, porra. Seguras-me pela cintura fortemente. Cravas as unhas na minha pele até sangrar. “Vem-te!”
Subitamente paras. Pegas na corrente e voltas a pôr-me de barriga para cima na cama. Pões-te de joelhos encima de mim mas de costas. Começas a beijar-me os lábios vaginais. Falta tão pouco. Não continuas. Chegas-te para trás até deixares o caralho ficar-me perfeitamente acima da boca. Amarras a corrente à tua cintura e ao meu pescoço, ah sim…faltava isto. Beijo-te a glande e como reflexo enfias-me dois dedos na buceta. Mais molhada é impossível. Chupo-te como posso mas, empurro-te para o lado até rolarmos e ficar eu por cima. O teu pau, enfio todo na garganta enquanto me masturbas e chupas o clitóris ao mesmo tempo. “Se parares mato-te!”…’Cala-te e chupa, cabra.’ Chupo-te todo. A minha língua imita a tua, estremecemos os dois, queremos o mesmo. Começo a bater-te uma, aumento a velocidade. A tua parte mais sensível bate-me na língua e aperto-te os tomates ritmadamente. Tu lambes e chupas-me, fodes-me com os dedos. Primeiro são dois, depois três frenéticos. Aahhh, foda-se. “Vou-me …”
O clímax varreu-me todas as forças. Não sinto nada e sinto tudo. Ainda gemo baixinho. A tua porra na minha boca, no rosto, no pescoço, escorreu até às mamas. Tremes… tiras-me o sutiã e lambes-me os mamilos. Tenho um espasmo, outro orgasmo.

Sobre este texto

maggieg

Autor:

Publicação:9 de dezembro de 2012 18:45

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Este texto foi lido 456 vezes desde sua publicação em 09/12/2012. Dados do Google Analytics

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