Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Merece Resumo

Merece (compacto)

Sempre moramos sozinhas, eu e minha mãe, (meu pai tinha se separado dela quando eu era ainda um bebê de colo). Minha mãe me criou sozinha, e por isso sempre fomos muito unidas. Minha mãe é um mulherão, sempre muito vaidosa e cuidadosa, nunca abriu mão da academia e de refeições saldáveis, e assim escondeu a idade, mantendo um corpo bonito e saudável. Eu sempre a achei linda, e curtia isso com orgulho. Meus amigos de faculdade falam que: “ela dava um caldo e tanto...”, (maneira masculina e idiota de dizer, que achavam ela atraente).

Mas quando eu tinha 18 anos, apareceu um novo “amigo” de minha mãe, o Eduardo. Com ele o relacionamento foi diferente dos outros, e ela o levou a sério. Ele era meio calado e reservado, mas muito atencioso e principalmente carinhoso com minha mãe, e parecia ser realmente apaixonado por ela. Ele era um coroa até conservado para a idade, nada de especial, mas combinava com minha mãe, pois odiaria vê-la com um garotão novinho a tira colo. Depois de dois anos namorando, eles decidiram se juntar e nos mudamos para a casa dele.

Em casa, nunca tivemos chaves nas portas e nunca fechávamos os quartos. Assim em certos momentos rápidos, despreocupadamente tínhamos a visão de alguém se trocando no canto do quarto, ou em roupas íntimas no banheiro se aprontando. Mas tudo ao acaso, sem malícia. Por usarmos o mesmo número de manequim, eu e minha mãe sempre dividíamos nossos armários, com uma usando as roupas da outra, e com isso eu sempre entrava em um quarto e ia ao outro, procurando e testando o que vestir, ampliando as possibilidades de desfiles e exibições. Aos poucos fui gostando dessas situações que às vezes eram até bem quentes. O fato de ter um homem em casa era coisa nova, e os olhos do Edu eram sempre atentos às oportunidades, comigo somente aproveitando e brincando com essa nova emoção. Achando que não passaria disso, eu fui abusando da proteção que nossa situação me dava, (eu achava que nenhum dos dois seria louco para arriscar passar dos limites), e assim fiquei cada vez mais atrevida, e o Edu sempre sendo discreto, mas sem deixar de observar tudo.

A coisa começou a esquentar, quando um dia fomos todos às compras de roupas para o fim de ano. Estávamos a procurar vestidos de festa, entramos nos provadores e fizemos alguns testes. Indecisa, minha mãe chamou o Edu para saber a opinião dele, ele olhou para ela e elogiou o vestido, e foi saindo de perto, pois era um provador só feminino. Ao sair, eu o vi pelo espelho do meu provador que estava entreaberto, eu estava só de calcinha que era mínima e com a pele bem bronzeada ressaltando as marcas branquinhas do biquíni. Ele parou, me olhou, e não desviou o olhar, eu fingi não notar sua presença e comecei a me admirar no espelho, mostrando mais meus seios e empinando meu bumbum, fazendo o máximo possível para atraí-lo. Num impulso, pus a mão nos meus cabelos e dei uma sensual empinada no corpo, simulando me admirar no espelho. Eu tremia toda, mas estava adorando a brincadeira excitante. Eu dei um rápido olhar para traz surpreendendo-o de boca aberta, vidrado, olhando para mim, hipnotizado. Sorri, e ele sem jeito desviou o olhar, mas depois retornou, olhando o meu corpo, medindo cada milímetro. Foram segundos ou séculos, interrompidos com o barulho de um provador se abrindo. E aí fui por o meu vestido e o Edu desviou o olhar, observando alguma coisa das prateleiras.

Aquilo foi forte, meu coração foi a mil, eu tremia toda, minhas pernas bambearam e eu senti que estava toda melada de tesão. Foi a primeira vez que ele me via quase nua, e abertamente, sem esconder o olhar, admirando meu corpo e me encarando com o olhar de homem. Demorei um tempão para me recompor e sair do provador. Escolhemos nossas roupas e fomos jantar, fiz de tudo para roubar um olhar dele, mas agora ele estava sem jeito. No restaurante ele não parava de elogiar a beleza das suas “duas mulheres”.

No dia seguinte, em um momento em que estávamos sozinhos, o Edu me pediu desculpas pelo olhar babão. Eu brinquei, dizendo que eu compreendia e até gostava que ele admirasse meu corpo, pois eu malhava muito e suava muito na academia para mantê-lo assim, e um olhar admirado de um homem interessante como ele, era um elogio mais que merecido. E o termo “ele merece” ou “ela merece” passou a ser um código nosso, sobre esse fascínio mútuo. Era um código bobo, mas eu me melava só de ouvi-lo dizer a palavra “merece”.

Nessa época, todas as quartas-feiras no fim do dia, o Edu passava em meu escritório e me dava uma carona para casa. Antes parávamos em um shopping ou num restaurante e jantávamos só os dois. Quartas eram as noites em que minha mãe fazia uma pós-graduação até às onze da noite, e assim ficou estipulado que nesse dia não teríamos comida em casa, e aproveitaríamos para jantar fora e passear.

Na quarta seguinte, já pela manhã, ao me aprontar para o trabalho, eu já estava com taras na cabeça, e me vesti mais sensual que o normal, com uma calcinha mínima, e com um vestido de alça sem sutiã (coisa rara de usar no trabalho), mas coloquei uma jaqueta jeans por cima, para ficar mais discreta no escritório.

O final do dia chegou e o Edu veio me buscar no trabalho. Com falsa inocência, eu pedi para irmos jantar no shopping, pois queria comprar uma roupinha de verão. Com conivência ele disse: “você merece um presente e eu também”. E sabendo o que estávamos fazendo, jantamos um sanduiche rápido, pois nenhum dos dois parecia ter fome e fomos procurar algo. Fomos a um shopping diferente do usual, onde éramos mais anônimos, com a desculpa de que no shopping perto de casa, já havíamos procurado antes e nada havíamos encontrado. Ele, também parecia estar querendo brincar, pois se portava como meu namoradinho, andando de braços dados e com beijinhos nas mãos e na nuca, e abraços por traz, enquanto olhávamos as vitrines.

Envolta por uma atmosfera totalmente sedutora, escolhi dois vestidos bem soltos e decotados que me chamaram a atenção. Ao me trazer o meu numero, a vendedora trouxe junto também um outro, (um tubinho preto). Ela falou que o tubinho era mais caro, mas que ficaria lindo no meu corpo, e inocentemente retrucou olhando para o Edu: “mas ela merece, você não acha?”. Rimos da coincidência, e como para me provocar, dei um selinho nele e disse, “mereço mesmo amor”. E fui rindo ao provador que estava vazio para minha alegria.

Sem a menor cerimônia, o Edu me acompanhou e ficou olhando. Eu nem me preocupei em fechar todo o provador, deixando a cortina entreaberta. Tirei o vestido e fiquei só calcinha, sabia que ele estava olhando pela fresta, mas disfarcei fingindo não notar. E depois com o tempo, me mostrei totalmente sem pudor para ele, como se fosse a coisa mais normal do mundo, abrindo mais o provador e pedindo outros modelos e cores. A palavra “merece” e “mereço” foram ditas diversas vezes como que para retribuir elogios. Eu me exibi ao máximo, empinando o corpo e fazendo poses provando os vestidos e pedindo outros. Ele entrava e saia de perto, me ajudando nas escolhas e nas trocas, tocando o meu corpo a todo o momento, olhando tudo o que queria, apalpando tudo e usando desculpas bobas para passar a mão em todos os lugares. Eu tremia e melava, a respiração ficou até ofegante algumas vezes. No final da brincadeira, decidimos que o tubinho preto realmente ficou lindo, e assim o escolhemos como meu presente.

No caixa, ao pagar ele disse; “você mereceu mesmo, você estava linda”, e eu com um selinho retribuí: “você também mereceu, adorei”. Enquanto estávamos no caixa pagando, eu não sabia como continuar, mas eu não queria parar com aquilo, raspei meus seios pontudos nos braços dele o mais que pude. Eu estava totalmente alucinada com aquela brincadeira, eu tremia toda com o coração a mil.

Ele deveria estar pior que eu, pois na cara dura disse: “eu mereço um maiô novo”. E assustado com a própria ousadia ele olhou apreensivo e completou: “Será que merecemos mesmo?”. Mas sem falarmos nada, fomos a uma loja e escolhi para ele um maiô. Conversávamos com o vendedor, inventando uma viagem que faríamos no final de semana e que ele estava sem um maiô adequado.

Ele vestiu e mostrou para mim, totalmente alucinado, ele nem tentou disfarçar, e vi sua excitação, com um volume bem saliente no short. Sapeca, mostrei outro maiô comentando: “agora coloca este, pois eu também mereço”. E para minha loucura, ele o fez. Fiquei em frente da porta aberta, com ele tirando o maiô, fazendo questão de me mostrar seu membro saltando duro para fora. Já tínhamos perdido totalmente o autocontrole, mas tentávamos parecer normais. Meu coração estava a mil, minhas pernas tremiam, molhadas pelo meu tesão. O membro dele estava duro, e babando. Eu olhei para o lado, para confirmar que ninguém poderia nos ver, e ousei pegar seu membro dando um apertão rápido com minhas mãos tremulas de emoção. O Edu ficou louco e estático, com isso eu comecei a acaricia-lo ainda mais. Já com a mão toda melada, passei meus dedos em meus lábios, para sentir o sabor do seu membro que pulsava e babava desesperadamente.

Não sei como, mas acho que ele se tocou da loucura de tudo e reagiu. Ele se esquivou e pôs a roupa. Aflito, sem saber o que fazer, ele deu a desculpa ao vendedor de ter perdido a hora e que precisávamos correr, e devolveu tudo saindo da loja correndo na minha frente. Ele parecia furioso, e quando o alcancei ele disse: “já fomos longe de mais, temos de parar com isso, era para ser só uma brincadeira, mas temos de parar. Olhar e admirar tudo bem, mas não podemos passar disso, se não, sairá do controle e muita gente será machucada”.

Havíamos estacionado longe dos elevadores, e agora por ser tarde da noite o estacionamento estava vazio. Onde estávamos era um breu só, sem ninguém por perto. Totalmente ensandecida e descontrolada pelo tesão, eu tentei recomeçar a brincadeira. Ao entrar no carro, levantei meu vestido, tirei minha calcinha e disse: “eu te vi nu, então você merece esta”. E fiquei com o vestido levantado, e ele olhando minhas pernas bronzeadas e minha xana branquinha e toda raspa, e apimentei: “raspei para você”. E joguei em sua cara, minha calcinha molhada de tesão, e fiquei passando a mão em meu corpo. Eu estava quase gozando com a brincadeira.

Mesmo contrariado, ele não conseguia desviar o olhar, o poder que eu exercia sobre ele era inédito para mim e me levava às alturas. Decidida , movi os ombros e a alça do vestido caiu, mostrando meu seio branquinho, pontudo e duríssimo. Meus seios subiam e desciam a cada ofegante respirada. Ele continuava sem ação, tentando se controlar, e decidida, estiquei minha mão e comecei a acariciar suas pernas e subir acariciando seu membro que pulsava duro por sob a calça. Com a voz tremula, ele pediu para que eu parasse, pois ele não era de aço e não estava mais se segurando. Ao ouvir isso melei mais ainda, e descontroladamente ele abriu sua calça, liberando seu membro para fora. Eu caí de boca, chupando e beijando seu membro duro, enquanto ele forçava a mão em minha xana, em uma cena parecida com momentos pelo qual eu já havia me masturbado muito.

Não tive muito tempo para me deliciar, o tesão dele era tão grande, que em pouco tempo ele avisou que não aguentaria e que estava para gozar. Consenti com a cabeça enquanto continuava a chupa-lo, dando a entender que ele poderia gozar em minha boca. Seu membro inchou ainda mais, e duro como uma rocha ele gozou, mas melou muito, nunca tinha sentido tanta gozo em minha boca. Alucinada eu tentava engolir tudo, o lambi inteirinho e deixei seu membro como novo e ainda meio duro, brincando com ele em minha boca. Ao mesmo tempo, deliciada pelo meu controle total sobre ele, eu também gozei muito, travando sua mão entre minhas coxas, melando todo o estofado, que por sorte era de couro. Foi uma loucura total.

Após nos acalmarmos um pouco, a nossa ficha caiu e entendemos o tamanho da encrenca que havíamos começado. Iniciamos uma conversar temerosos, e sem muitas palavras, retornamos para casa quase calados. Enquanto nos refazíamos, limpando e arrumando a nós e ao o carro, o Edu me fez prometer que eu tentaria me controlar e que coisas assim não poderiam se repetir. Ciente do problema, eu concordei, e entrei em casa, indo para cama, feliz por ter chegado cedo, e não encontrar com minha mãe naquela noite.

Já o Edu teve de engolir seco e conviver com aquele barulho todo, fazendo cara de paisagem. Na manhã seguinte, ao telefone, ele me disse que foi tudo bem à noite, mas que aquilo teria de acabar. Não discuti e acatei seus argumentos.

Mas o destino foi difícil comigo. Algumas noites depois, (ao chegar em casa mais cedo que o normal, depois de uma balada), entrando em silencio, ouvi barulhos e notei que eles estavam namorando no quarto de TV. Fui para meu quarto sem dar bandeira, mas não tive como evitar a minha mania de espiar. Para minha loucura, a porta estava entreaberta, com minha mãe de quatro e de costas para a porta, e o Edu sobre ela, em um sexo muito maluco que fez minhas pernas bambearem.

Na hora, um tesão violento me pegou e eu não conseguia parar de espiar. Eles estavam em uma trepada louca, com força, suor e tesão. Era o sonho de sexo que eu sempre tive. E foi aí que eu notei que o Edu me viu pelo reflexo da janela. Ele virou para traz e sem mudar o ritmo, e me encarou. Envergonhada eu fugi sem saber o que pensar.

O que ele queria dizer com aquele olhar? Me mostrar que sexo era com a minha mãe? Que ela o satisfazia, e que era para eu sumir? Ou me mostrar como ele era sedutor, como as mulheres gostavam dele, como era delicioso o sexo com ele? Eu não sabia o que sentir ou o que pensar, mas fui correndo para o meu quarto e me masturbei como uma louca.

Não sei se por acaso, ou por que os dois quisessem, a coisa aconteceu novamente. Eu presenciei os dois na cama, em uma manhã de sábado, quando estava indo me despedir deles para ir ao clube com uns amigos. A porta do quarto deles estava entreaberta, (normalmente eles a fechavam para transar), novamente eles estavam em um sexo forte e intenso, só que dessa vez, ela é quem estava por cima, sentada sobre ele, (de costas para a porta entreaberta e para mim), falando deliciosas baixarias. Vi e ouvi tudo, a maneira fogosa que ela subia e descia com ele dentro de si, e o quanto ele estava duro e grande, como ela o sentia. Ela rebolava, subindo e descendo, e ele passava as mãos em suas coxas com força, deixando marcas dos dedos em sua pele. Nossa, uma loucura!!! Quantas vezes eu havia sonhado comigo fazendo isso com o Edu? Nem sei, perdi a conta....

Chamei-os baixinho e bati na porta de leve, mas eles estavam tão entretidos que não ouviam. Eu estava hipnotizada, sem saber se saia de fininho ou insistia em avisa-los que eu iria ao clube. Até que o Edu notou minha presença e olhou para mi, sem parar os movimentos. Eu olhei para ele e sem saber muito bem o que fazer, disse que estava indo para o clube, (sem soltar sons, apenas movendo a boca). Ele (do mesmo modo) disse: ”tchau, aproveita”. E minha mãe, sem parar o sexo perguntou o que era, e ele respondeu: “nada, por que ?” aumentando ainda mais o rítimo. Os dois continuaram, parecendo até que com mais ardor, e como acho que eles estavam no auge da coisa, ela se reclinou sobre ele abraçando-o, demonstrando estarem gozando intensamente. Até que tudo parou e eu também, fui embora, molhada, excitada, tremendo e sem saber o que fazer ou pensar.

Fui para o clube para espairecer. Não sabia mais como agir, tinha medo de minhas ações atrapalhassem minha mãe e seu casamento, aquilo era uma loucura total. Dividida, tentava não pensar em tudo, mesmo com as imagens do que vi e as coisas que ouvi, me assediando a todo o momento. Sozinha, fiquei pensando e tentando entender o que se passava em nossa casa.

Mesmo sabendo dos riscos, não dava para brecar o que já tinha começado, e as brincadeiras de “merece” se intensificaram e assim, os flagras retornaram. Diversas vezes ele me viu saindo do banho e me secando, com nós dois conversando como se tudo aquilo fosse normal. Minha mãe parecia não notar nada, nunca via nada e não percebia o excesso de tempo que conversávamos enquanto secava meu cabelo, (pelada ou só de calcinha e sutiã). Ela ignorava que nos restaurantes, quando ele acariciava as pernas dela por baixo da mesa ele brincava com as minhas também. E a brincadeira somente crescia.

Acho que comecei a entender a relação deles, que continuava estável, como se tudo aquilo fosse normal. Noto que da para ser assim, que não preciso fingir muito, é mais importante tomar cuidado, que qualquer outra coisa. Quando estamos os três juntos, é carinho de pai, quando estamos somente nós dois, é carinho de sedução. O bom, é que eu não sinto o menor ciúme de minha mãe, sei que ela é a esposa e que ela é quem o tem como marido. Mas sei também que umas casquinhas são minhas e eu as “mereço”. Eu sempre encarei tudo como uma brincadeira sexual e já estou ficando tarada, com uma fixação para deixa-lo louco, e não exatamente para tê-lo só para mim, apenas para fazê-lo perder o autocontrole.

Foram diversas coisas malucas que fizemos, diversos flagras onde presenciei o sexo forte dos dois, (ajudada pela conivência do casal maluco e exibido), ficando a observar tudo anonimamente, e me masturbando deliciosamente. Numa manhã eu peguei o Edu fazendo a barba, ainda pelado, no bainheiro, depois de eu ter presenciado uma transa deliciosa dos dois. Minha mãe já tinha tomado uma ducha e estava saindo para a academia. Irresponsável, ao ouvir minha mãe fechar a porta da garagem, eu corri para o banheiro, e o seduzi para um oral delicioso ali mesmo, foi delicioso exercer esse controle, ter esse poder. O Edu me repreendeu, mas sem muita ênfase, pois sei que amou aquilo.

Eu adoro provoca-lo e depois dizer: “Vai acalmar isso no quarto com sua mulher”. Ele detesta quando sou assim direta, mas sem outro remédio, ele acaba cedendo e descarregando sua energia nela. Muitas vezes, eu a ouvi dando berrinhos de “ai”, e dizer: “nossa hoje vc está com tudo hein!!! Quem está te deixando louco assim?”, com ela em risos e dizendo segredos abafados. Isso, minutos depois de eu ter ficado sentada no colo do Edu, fingindo assistir um filme na TV, e sentir seu membro crescendo entre minhas coxas, enquanto ela secava demoradamente os cabelos no banheiro, e eu lá, com as pernas todas meladas pelo membro safado de seu marido.

Isso sempre acontecendo com minha mãe sendo permissiva em excesso, a cada dia mais. Quando nos arrumamos juntas para sair, agora ela já chama o Edu para participar de tudo, com as portas abertas dos quartos, comigo andando pela casa, só de calcinha ou até pelada, e ele ao nosso lado, dando opiniões e escolhendo roupas. Ela parece gostar que ele me veja assim, e até me elogia para ele, quando eu passo seminua e sorridente.

Agora, penso que ela raciocina como eu, e acha que é melhor assim, com tudo em casa, melhor que com ele saindo com uma piranha qualquer e pondo em risco seu casamento, o nosso homem. Assim, ele fica com um presente inimaginável, (que homem tem essa sorte, de ter duas mulheres lindas e sedutoras fogosas e taradas a sua disposição?).

Não sei o que pensar, mas ela facilita demais e eu aproveito cada chance e ele também. Uma loucura de pensamento, mas que sinto ser a verdadeira, Ela quer, eu quero e o Edu só aproveita.

Sobre este texto

mama

Autor:

Publicação:24 de janeiro de 2013 17:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Este texto foi lido 400 vezes desde sua publicação em 24/01/2013. Dados do Google Analytics

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • pablo
    Postado porpabloem8 de março de 2013 00:15
    pablo é um autor no História Erótica

    Adorável MAMA. Muito bom o seu conto. Excitante mesmo! O medo e o proibido são sinônimos da fantasia e sedução... CUIDADO menina, mas: quem não gosta de viver um grande tesão PERIGOSAMENTE?
    Valeu MAMA!
    BJS Pablo.

  • mama
    Postado pormamaem24 de janeiro de 2013 18:05
    mama é um autor no História Erótica

    Este é um resumo só com as partes quentes

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*