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Do fundo do baú

Dueto Solitário

Rose entrou pela porta e colocou as chaves na cômoda que fica ao lado. Aquela com o abajur roxo, que ganhou no Natal. Acendeu-o. Pouca iluminação e uma boa música eram tudo que precisava para descansar do trabalho. Enquanto ia cruzando a sala, tirou a jaqueta jeans e jogou sobre uma poltrona. Parou em frente ao aparelho de som. Com um pé, tirou o salto alto e o outro, chutou longe. Pisou no chão frio e sorriu. Mexeu os dedinhos para desfrutar melhor daquela sensação de liberdade. Ligou a música, suave, para esquecer todos os problemas. Olhou para o relógio acima da TV e não pôde deixar de desanimar: marcavam 23h30min. Mal se lembrava da última vez em que chegou cedo a casa. Ontem mesmo tinha passado direto para a cama, de tão acabada que estava. Sabia que era tarde da madrugada, visto que a vizinhança inteira estava dormindo e nem mesmo os cachorros latiram quando estacionou o carro. Caminhou para o sofá e largou-se ali, encostando a cabeça no topo e colocando as pernas abertas em cima da mesinha de centro. Ajeitou-se, afundando ainda mais no móvel. Umedeceu os lábios e fechou os olhos. Respirou profundamente. Três vezes, como uma amiga havia dito que tinha que ser feito. Ou será que ela tinha lido em alguma revista? Não importava. Estava em casa, podia finalmente descansar.
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Nossa, eu não via a hora de chegar a casa e tirar esse vestido. Conquista estava um calor absurdo hoje e o pior é ficar agüentando aquela metidinha e seu book de 15 anos. Sinceramente, às vezes eu acho que devia ter sido cantora, atriz... Qualquer outra porra que não envolvesse ficar tirando fotografia de alguém e sim ser capa de revista. O pior foi passar a noite inteira em cima daquele salto. Na próxima, vou usar uma sandália rasteira.
Ai, como eu tou suada. E com preguiça de levantar do sofá...
Hmmm, essa música me lembra o pai daquela menina. Como uma menina tão chata pode ter saído de um homem tão bonito? E aquelas mãos enormes, dedos meio curvados. Voz grossa. Realmente, pele morena é a cor do pecado. Enrolei no bar só pra ficar escutando ele conversar com o barman. Mas sem grilo, eu precisava de algo para salvar minha noite.
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Rose levantou-se do sofá. Desta vez, não estava com a mesma preguiça de antes. O cansaço parecia ter ido embora e o que tomou conta foi o desejo repentino pela sua cama. Aumentou um pouco a música e dirigiu-se para o quarto. Ao deitar-se e abrir a janela para a brisa entrar, começou a alisar-se nas coxas. Por um momento, jurava que sentiu a mão ficar maior, grossa, e o toque mais forte. E quem garante que realmente não sentiu?
Ele entrou no quarto e deitou-se ao lado da loira de cabelos longos e cacheados. Por um momento, observou todo o seu corpo. Inspirou o perfume doce que vinha dos seus cachos e pousou a mão sobre sua coxa direita, alisando-a nos mesmos lugares que ela. Apertava. Não com força, pois não havia necessidade. Só para que ela soubesse que ele também estava ali. Toda vez que ele a apertava, ela abria mais as pernas. Então, este se ajoelhou defronte a ela e enfiou as mãos por dentro do seu vestido. Apertou sua cintura e começou a deslizar a calcinha para baixo. Rose fechou as pernas, para que saísse mais facilmente. O homem passou a calcinha no rosto, cheirando-a. Desfrutava daquele prazer com um sorriso. Satisfeito, colocou a calcinha na beirada da cama e tomou o pé esquerdo da moça pra si, apoiando-o em seu peitoral. Massageou-o levemente, com movimentos circulares na sola. Rose umedecia os lábios, alisava as coxas enquanto ia levantando o vestido. Sua respiração agora estava lenta, pesada. Assustou-se quando sentiu os lábios do homem em seu pé, beijando-o. Puxou a perna de volta para si, mas o reflexo dele foi mais rápido e a segurou, apertando-a. Rose gemia com os carinhos enquanto ele ia massageando sua perna, até que colocou as mãos sobre os joelhos desta e afastou suas pernas. Ele começou a tirar seu vestido, dando-lhe beijos a cada área descoberta. Beijou-lhe o interior das coxas suavemente, mordendo-a em alguns pontos que com o sangue fervendo, ficavam logo vermelhos. Mordeu a cintura e foi subindo, beijando cada vez mais forte as costelas, até encontrar os seios. Rose levantou os braços para que o vestido saísse por completo. O homem deitou-se ao seu lado e passou o braço esquerdo por baixo do seu pescoço, puxando-a para mais perto de si. Inspirou profundamente e depois expirou o ar quente no pescoço de Rose, acompanhado de um sussurro picante ao pé do ouvido, fazendo com que esta se arrepiasse - um arrepio que subiu da espinha até a nuca. Seus mamilos se enrijeceram e enquanto ele os tocava e os lambia... Suavemente. Depois começou a chupá-los fortemente enquanto deslizava a mão direita até a sua vagina. Rose afastou as pernas, e ele começou a masturbá-la com o dedo do meio, fazendo movimentos circulares em seu clitóris. O sexo de Rose estava úmido, quente. Ele continuava com os movimentos, às vezes deslizando o dedo até a entrada da vagina, onde colocava só a ponta, enquanto ela projetava o corpo para frente para poder senti-lo entrar um pouquinho mais.
- Eu adoro o modo como sua pele quente encosta na minha. Isso só faz com que meu corpo te deseje cada vez mais, dizia ele, com a voz rouca.
- Me chupa.
Aos poucos, ele diminuiu o ritmo da masturbação e levantou-se. Rose ajeitou-se na cama e abriu as pernas. O homem sentou-se em frente a ela e inclinou-se para seu sexo. Ela abriu as pernas o máximo que pôde. Começou beijando-lhe a parte interna das coxas, mordendo. Deu pequenas chupadas. Colocou as mãos em sua vagina e afastou os lábios. O sexo era úmido. O líquido que dali escorria fazia com que este brilhasse. Aquilo o inspirou. Começou a lambê-la suavemente, para cima e para baixo. Deslizava os dedos polegares que separavam os lábios, aproveitando os movimentos que a umidade permitia.
- Hmmmm, hmmm, aah...
Logo começou a aumentar o ritmo das lambidas. Envolvia todo o sexo com seus lábios grossos e apertava as coxas de Rose com força. Ele buscava respirar, para sentir o cheiro do desejo que vinha dela.
Rose suspirava. Gemia. Repuxava o lençol com uma mão, enquanto a outra deslizava dos seios paras as coxas, que ela buscava apertar na mesma intensidade com a qual ele fazia. Os gemidos iam ficando cada vez mais fortes. A respiração mais pesada e rápida. E então, ele diminuía o ritmo. Torturava Rose. Satisfazia-se ao vê-la chegar perto do seu orgasmo e poder impedi-la.
Levantou-se e virou-a de costas. Rose logo empinou a bunda, assumindo a posição de quatro, imaginando que ele ia penetrá-la. Desejando, na verdade. Então, ele sentou-se em frente à sua bunda e começou a beijá-la. Da mesma forma como havia feito com os lábios, afastou as nádegas dela e começou a lamber seu ânus. As pernas de Rose ficaram fracas e começaram a ceder. Escorou-se nos cotovelos e afundou a cabeça nos travesseiros, enquanto ele lambia seu ânus e enfiava-lhe o dedo indicador na vagina.
Os gemidos de Rose agora ficaram mais fortes, porém abafados pelo travesseiro. Ela sentia o líquido quente escorrer da vagina para coxa. Afundava as mãos no lençol. Com o dedo polegar, ele começou também masturbar o clitóris. Ela nunca havia experimentado aquela sensação antes: o desejo de ser possuída por trás. O homem aumentava a força das lambidas e o ritmo da masturbação. Com a mão livre, apertava as nádegas dela. Com isso, não demorou muito para que o orgasmo viesse. Rose encolheu-se e tombou para o lado. Gemia, apertava os seios e mordia os lábios. Emitiu pequenos gritos e depois relaxou. Esticou o corpo na cama e abriu os olhos.
No quarto, encontrava-se sozinha. Corpo suado, quente. Respiração ofegante e dedos úmidos. Rose riu. Agora bastava tomar um banho e dormiria em paz. Amanhã estaria pronta para mais um dia de trabalho.
Quem sabe não encontraria companhia para a noite seguinte?

Sobre este texto

Mamífero Ordinário

Autor:

Publicação:22 de janeiro de 2012 09:11

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Este texto foi lido 253 vezes desde sua publicação em 22/01/2012. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Lumma
    Postado porLummaem19 de outubro de 2012 15:47

    Uaaaal, confesso que a minha respiração ao terminar de ler estava tão ofegante quanto a de Rose, PERFEITO!
    Parabéns !

  • leila
    Postado porleilaem29 de março de 2012 11:01

    muito bom,adoreiii

  • Celia Maraguagi Pereira
    Postado porCelem26 de janeiro de 2012 20:09
    Cel é uma autora no História Erótica

    Muito bom!!!!

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