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Sobre o amor e casamento

Felícia era dessas mulheres ricas que só vive em casa, recebendo visitas de outras como ela ou afogando mágoas no shopping. Casada com um empresário importante, morando em uma casa enorme com vários empregados e o único filho já adulto, a vida dessa senhora era extremamente tediosa. Não lhe faltava dinheiro, roupas ou sapatos. O amor, ela também tinha. Então vocês se perguntam o que mais uma mulher rica e amada pode querer? Fácil. Felícia gostaria de se sentir desejada. Uma mulher dificilmente consegue viver só de luxo e amor, ela também quer sexo. Aposto como Felícia trocaria facilmente seus pares de sapato por um homem que a fizesse se sentir gostosa.
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Aquela obra que estava acontecendo em casa foi a melhor coisa da minha vida. Não, eu não gosto de obras. Não gosto de poeira, do barulho. Nada disso, e duvido muito que alguém goste. O que chamava minha atenção era o pedreiro negro. Alto e forte. Aquele homem era exatamente tudo o que muitas das minhas amigas desprezam. Uma pessoa pobre e suada depois de um dia de trabalho embaixo do sol. Era o homem que me fazia enlouquecer por dentro, com aquela voz grossa, me chamando de “Dona” ou “Senhora”. Eu tinha diversos empregados, mas nenhum deles falava estas palavras como ele conseguia. Nada ou ninguém fazia surtir aquele efeito em mim. Sentia-me extremamente mal com toda esta situação, eu era uma mulher casada há muitos anos, tinha um filho e uma reputação a zelar. Eu jogaria tudo isto fora para tê-lo em minhas mãos.
Sujo e suado. Foi assim que o encontrei saindo do banheiro, enquanto eu passava por aquele corredor. Quando vi aquele homem enorme parado ali na minha frente, me senti tão inferior. Pela primeira vez na vida, me senti fraca diante de alguém, e aquela sensação foi maravilhosa. Um arrepio percorreu meu corpo, e eu senti cada pedacinho de mim pedindo por aqueles braços fortes me apertando. Eu não queria ser a patroa, eu queria ser a empregada. Queria ser maltratada, pois de amor em minha vida eu já estava cheia. Sem pensar duas vezes, empurrei-o de volta ao banheiro.
- Eu estou doidinha pra transar com você. Quero sentir esse cheiro gostoso de homem suado em todo o meu corpo. – enquanto dizia isso, eu fui colocando minhas mãos dentro da sua camisa, arranhando aquela barriga cabeluda e rija.
- Senhora, a senhora... E o seu marido?
- O meu marido não tem nada a ver com isso! Ele não está em casa, viajou para uma reunião de trabalho. Eu quero que você me coma! Se você não fizer isso, eu vou despedir você!
Neste momento, eu já alisava o seu pênis. Eu sentia-o ficar duro dentro da calça, e o suor escorrendo pelo meu corpo. O cheiro daquele homem era tão gostoso, entrava pelas minhas narinas e parecia percorrer todo meu corpo. Senti suas mãos ásperas apertando meu pescoço, e uma delas indo para minha nuca, segurando com força meu cabelo. Ele havia aceitado a minha proposta. Finalmente eu seria usada. Teria sexo, e não amor. Aproveitei que minha mão estava em suas calças e abri o cinto. As calças caíram, e ele não usava cueca. Puxou o meu cabelo para baixo, guiando-me para o pênis. Não era grande, mas definitivamente era bastante grosso. Estava totalmente cabeludo e suado, assim como o resto do seu corpo. Aquilo só aumentou o meu prazer, enquanto ele puxava meu cabelo e encostava-se a pia, eu peguei o pênis e comecei a alisar, dando pequenas lambidas na cabeça.
Com força, ele empurrou minha cabeça para o seu pênis e disse a coisa mais romântica que já ouvi na vida.
- Se é isso que você quer, chupa esse pau direito.
Que delícia aquelas palavras soaram para mim. Eu não era mais a patroa, ali tinha deixado totalmente porta a fora a Felícia que todos conheciam. Não era Senhora ou Dona, era Vadia. A vadia daquele homem negro, musculoso e maior do que eu. Eu obedeci ao seu pedido, e mais do que isso, obedecia ao que meu corpo pediu por tantos anos. Eu chupava com voracidade aquele pau grosso, batia uma punheta com violência. Esfregava-o na minha cara enquanto dava lambidas. Fiquei chupando-o durante vários minutos, enquanto meu cabelo ia sendo puxado com força, e lá de cima eu escutava aquela voz grossa me chamando de vadia, puta e ordenando-me o que fazer. Com a mão livre, eu ia deslizando-a pelo seu corpo, massageando suas bolas. Eu me sentia tão suja. O que diriam minhas amigas se me vissem naquela situação, com aquele homem? Eu as esqueci rapidamente quando ouvi-lo dizendo que ia gozar. Finalmente, a melhor parte estava por vir. Desde que eu vi as atrizes pornôs recebendo aqueles jatos de porra na cara, eu tive curiosidade de saber como elas se sentiam. E agora era minha vez. Eu quem ia abrir um sorriso enorme quando estivesse com o rosto todo sujo.
Alguém bateu na porta. Mas quem merda poderia ser? Justo agora, no meu clímax? Quem poderia estar interrompendo o momento mais gostoso da minha vida?
Toc, toc.
E eu despertei do meu sonho.
Ao abrir os olhos, a luz que entrava pela janela foi extremamente incomodante. Eu estava toda suada dentro da minha camisola caríssima, e ao meu lado, Alexandre roncava. Não sei dizer o que estava mais molhado. Meu corpo, minha calcinha ou a cama? Gritei para que a pessoa na porta fosse embora. Pelo visto, eu teria que terminar aquele momento maravilhoso sozinha, mais uma vez. Levantei da cama e fui para o banheiro.


Sobre este texto

Mamífero Ordinário

Autor:

Publicação:2 de agosto de 2011 13:36

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Comentários

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  • webert
    Postado porwebertem9 de maio de 2012 12:53

    nota 10 bonito conto barabens

  • leila
    Postado porleilaem29 de março de 2012 11:24

    Parabénsss me endentifiqueii

  • Barbara
    Postado porBarbaraem11 de dezembro de 2011 16:07

    Adorei...Mas que sacanagem ela acordar justo na hora H

  • Anônimo
    Postado porAnônimoem2 de agosto de 2011 22:09

    Você é um ótimo escritor.

  • giiseely britto
    Postado porgiiseely britto em2 de agosto de 2011 14:29

    maaaasa de mais vey !

  • Yann Brito
    Postado porYann Britoem2 de agosto de 2011 13:46

    Muito massa a história de Felícia.

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