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A BELA E A FERA

A BELA E A FERA
Me nome é Marlene, tenho 15 anos e todos dizem que sou bastante bonita. Loira, cabelos muitos claros e olhos azuis. Mas o meu forte é o bumbum e as coxas. Tenho fama de ser um pouco diferente das minhas amigas e todas zombam de mim. Talvez por não ter namorado e até algumas acharem que eu gosto mesmo é de moças, mas não é isso, eu gosto de rapazes, mas na verdade sou bastante tímida e insegura. Acreditem, apesar de ter um corpão de chamar a atenção da rapaziada, tenho medo de estar com eles. Acredito que isso é um trauma que herdei de minha família. Minha mãe e minhas duas irmãs mais velhas, tiveram péssimas aventuras com homens. Mamãe, com duas filhas para criar, se viu abandonada pelo meu pai, depois de oito anos de convivência em comum. Nem assim ele se casou e sumiu no mundo, a deixando sozinha, gravida de uma menina, eu.
Minha irmã mais velha, Helena, foi estuprada por um bando de rapazes, quando saía de uma balada e Martinha, se entregou ao noivo, e depois que a papou, deu o fora nela. Eu tenho, apesar de tudo isso, muita vontade de ter um namoradinho, mas a covardia é bem maior e fugo deles. Sonho que estou sendo beijada e apalpada e acordo com minha xoxotinha toda úmida. Estou entre fogo cruzado, minha libido que está despontando com força e o meu medo de rapazes. Mas não tenho coragem de falar nada para mamãe e minhas irmãs.
Moro num bairro afastado do meu colégio e quando as aulas terminam, tenho de pegar trem super lotado. Isto é um inferno para mim, chego em casa já noite fechada, cansada e suada. Mas não tem outro jeito. Tenho de estudar, pois quero me preparar para os vestibulares ano que vem. Costumo vestir as roupas comuns de meninas da minha idade, saia na metade das coxas e blusas com decote, não muito generoso, mas nas conduções, é um inferno, pois quase sempre sou bolinada. Sempre procuro me afastar de grupinho de rapazes e ficar perto de senhoras ou homens mais velhos, pois assim fico protegidas desses safados, que gostam de meter a mão boba na gente, principalmente se for mocinha sozinha e, sem modéstia gostosinha, como eu.
Mas de uns tempos para cá, a sorte me sorriu, o senhor Eduardo, o porteiro da escola, a quem as meninas chamam de Tio Monstro, tudo porque o coitado é feio como o capeta, embarca no mesmo trem que o meu. Sempre vou ao seu lado e procuro manter conversa com ele, que é meio arredio, mal educado e até um pouco grosso, porém escuta a minha tagarelice. Faço isso por pura esperteza, pois seu Dudu é um negro alto e muito forte, deve ter mais de 1,95 m. Os caras me vendo ao lado do coroa negrão e com cara de pouco amigo, nem se aproximam, pois até a feiura dele assusta.
Como isso sempre acontecia, resolvi abrir o jogo com ele. Disse que eu me sentia protegida ao seu lado, pois só assim, não era bolinada pelos caras, que sempre procuram dar um jeito e passar a mão boba na gente. Seu Dudu achou graça e pela primeira vez o vi sorrir. Surpreendentemente ficou orgulhoso em ser o meu protetor. Pode deixar comigo, senhorita, vou sempre ficar ao seu lado e se alguém quiser bancar o bobo, vai se ver comigo. Você sabe que é única garotinha da escola, que fala comigo? Acho que elas têm medo e nojo de mim! - Não é nada disso, seu Dudu, é porque você é um pouquinho feio, só isso! -Você é muito boazinha, garota! Sei muito bem que sou pouco menos que um monstro. To gostando de tu... serás a minha protegida. Coitado do filho da puta que tocar em tu, em mato o desgraçado!
Fiquei um pouco chocada com a ênfase com que ele disse aquilo e ao mesmo tempo com pena do pobre coitado. Vaidosa, aceitei de bom grado, ser a sua protegida. Não é toda garota que tem um verdadeiro titã como seu anjo da guarda. Não sei porque me sentia bem com ele ao meu lado e passei até a ignorar a feiura dele.
Com o passar do tempo, eu e seu Dudu, ficamos amigos e ele pediu que eu o chamasse apenas de Dudu e ele passou a me tratar apenas como Marlene. Passei confiar inteiramente em Dudu, o único homem que eu não tinha nenhum receio. Nos tornamos íntimos, e ele se tornou meu confidente, sabia que nele eu podia confiar, pois não era nenhum rapaz em busca de aventuras, ao contrário, Dudu tinha quatro vezes a minha idade, 60 anos bem vividos. Mas prevenida, nada contei em casa, a respeito desta minha estranha amizade com um velho negro e feio como o diabo, pois tinha absoluta certeza que me obrigariam a me afastar de Dudu.
Minha amizade com Dudu, foi se transformando em admiração e meio sem graça, lhe confessei isso. Abri o jogo com ele, que eu tinha medo de homens e o porquê disso, mas que com ele isso não acontecia. Mesmo dentro do trem lotado, Dudu passou as duas enormes mãos em volta do meu rosto e fazendo leve pressão: - Que lindo... Marlene, você é uma garotinha muito linda e eu também, estou gostando muito de você. Não sei o que deu em mim, mas com as mãos em volta do meu rosto, fiquei toda mole e fechei os olhos, toda lânguida. Dudu notou isso e passou a me alisar a nuca e eu me senti como se estivesse nas nuvens.
Daí para a frente, em nossas viagens, ele me segurava pela cintura e eu o sentia se encostar em minha bunda e ficava toda arrepiada. Nem tinha forças para o repelir, quando percebia o enorme volume dele, fazer pressão entre as minhas nádegas. É claro que chamávamos a atenção dos demais passageiros, que mesmo apertado como sardinha em lata, percebiam aquele estranho casal, uma jovem loirinha, se derretendo toda, com um enorme velho negro a segurando por trás. Mas eu nem ligava para eles, só ficava sentindo aquela rola roçando minha bunda. Quando chegava em casa, minha calcinha estava toda úmida.
Aquilo se repetia quase todos os dias, com raras exceções. Mas o certo é que minha amizade com o velho negro, se transformou em paixão, sei lá o eu era. Eu apenas tinha vontade de o sentir a me bolinar e nestas ocasiões ficava extremamente excitada, nem sabia como agir. Mas o certo e que passei a desejar Dudu, quase explodindo de desejo por ele. Mas não passamos disso e nas férias de meio de ano, com a interrupção das viagens de trem, fiquei frustrada e o desejando ainda mais.
Vejam só o absurdo disso tudo, eu uma garotinha loirinha de apenas quinze anos, estar apaixonada por um negrão enorme, abrutalhado e feio como o diabo e acima de tudo um velho com mais de sessenta anos. Eu sabia de tudo isso, mas não tinha forças para combater os meus sentimentos. Não tinha amor por ele, o que tinha era tesão, um inexplicável tesão pelo coroa horrendo. Tremia de medo que minha mãe ou minhas irmãs descobrissem esta minha louca obsessão, ou mesmo qualquer outra pessoa, conhecidos, amigos e principalmente meus colegas da escola. Seria a minha total desmoralização.
Até que numa tarde, estando sozinha em casa, recebi uma ligação de Dudu, fiquei logo assanhada, louca de tesão pelo velho, ainda mais quando ele falou que estava morrendo de saudade, de se encostar comigo. Não sei o porquê, mas eu lhe disse, com todas as letras, que também estava morrendo de saudades dele, que não sabia que poderia aguentar, até as aulas recomeçarem, para o ver novamente.
Quando ele me fez a proposta, de se encontrar comigo no dia seguinte para “matarmos” nossas vontades, mesmo tremendo de medo, não pensei duas vezes e aceitei. Quando minha mãe e irmãs, chegaram, eu lhes disse que no dia seguinte, sábado, tinha marcado um passeio com algumas colegas lá do colégio e que passaria o dia fora, pois era no sitio dos parentes de uma delas. Meu pessoal ficou animado com a novidade e até me incentivou, pois eles me consideravam um bicho do mato.
Sábado, bem cedinho, eu já estava no local que combinei com Dudu, para o nosso encontro, um casebre nas periferias da cidade. Fiquei tão feliz em o ver, que me atirei em seus braços e ele me segurou bem apertada pela cintura e me beijou o pescoço. Com a libido explodindo, deixei escapar: - Onde estamos, meu amor? Dudu, admirado, ficou me olhando, sem me soltar? Nós já estamos onde devemos estar, meu docinho de coco, no barraco do teu negrão. – Minha gatinha! Você me ama! Sem graça, me vi forçada a lhe dizer que eu o amava do fundo do meu coração. O que era mentira, pois o que sentia por ele, era apenas desejo, um louco desejo.
E então, pela primeira vez na vida, um homem me beijou, um homem não...mas sim um verdadeiro monstro de tão grande e feio. Não um simples beijo na boca, mas um beijo cheio de paixão, com a língua dentro de minha boca, chupando e mordendo meus lábios. A enorme bocarra, quase me sufocou e eu fiquei toda mole, a quase meio metro do chão, com os braços dele me segurando pela cintura com enorme força. Dudu não me largava e chupava minha saliva e soltava roncos e eu sentia todo o seu bafo no fundo de minha boca. Pela primeira vez senti medo dele, um enorme pânico foi tomando conta de todo o meu ser e tentei me soltar. Mas isso era impossível, um dos braços apertava minha cintura e com mão esquerda enterrada em minha nuca, segurando meus cabelos, mantinha meu rosto colado fortemente ao dele. Passeava com boca pelo meu pescoço, orelhas, olhos e ombros, me mordendo e dando forte chupões, e eu sentia aquela coisa monstruosas dele, enterrada em minhas pernas, pouco acima dos joelhos.
Eu parecia uma pequena boneca, toda mole, nos braços fortes dele. Toda vez que ameaçava um protesto, ele mordia e sugava os meus lábios, e eu silenciava. Senti quando Dudu me jogou com violência em cima de sua cama. Chorando e muito assustada, implorei: - Não seja tão afoito Dudu, eu também o quero beijar, mas seja delicado comigo!
- Garotinha tesuda e idiota, eu não quero apenas te beijar...eu quero é te foder bastante... não tenhas medo loirinha, você vai gostar do meu caralhão na tua bucetinha e no cuzinho. Eu muito bestinha, argumentei com ele: - Não podemos fazer isso, querido! Eu sou muito pequena e você é enorme, acima de tudo eu sou virgem... vamos ficar somente nos tocando, está bem assim? Não, garota, agora é tarde para você recuar...hoje você vai perder a virgindade dois teus dois buraquinhos. Vai doer no início, mas depois iras gozar muito.
Não Dudu, eu não quero...tenho muito medo. Tenho uma colega da escola que disse que doeu muito quando ela deu para o namoradinho, um garoto bem miúdo. Imagine com você, que é um monstrão! Vai doer muito. - Você vai ter de me aguentar garotinha, devias ter pensado nisso, antes de me provocar, agora vou te comer e não tem volta. Aconselho que fique relaxada e procure aproveitar…você é muito quente, senti isso quando encostava o meu pau em suas coxas, no trem e você se derretia e empinada bunda para me sentir melhor.
Em poucos instantes Marlene estava totalmente nua e ele apreciava sua nudez com avidez e logo depois devorava todo o seu corpo com beijos, chupões e mordidas. - Nunca sentiu prazer igual, aqueles beijos a arrebatou de tal modo, que o agarrou com todas as forças e correspondeu ao seu furor, com igual exaltação, mordendo e chupado os grossos lábios do negão. Foi neste dia que descobriu que estava totalmente apaixonada por Dudu e que não poderia mais viver sem ele. Ela o queria para si e faria qualquer coisa que ele pedisse. Não era um amor flor de rosas, na verdade era puro desejo carnal, pelo sexo dele. Ela queria me entregar a ele, sem nenhuma restrição. Marlene se sentia sua escrava.
Dudu com grande esforço saiu de cima de Marlene e foi sentar-se ao seu lado: - Quero lhe falar algumas coisas muito importantes e quero que você seja absolutamente sincera comigo. Ta certo, Dudu, sabes que não vou mentir em nada para você.
Marlene, eu sou um negro e bastante velho se comparado a você. Tenho 60 anos e você não passa de uma garotinha, uma fedelha loira de apenas 15 aninhos e ainda por cima virgem. Tens certeza que você me quer, que está apaixonada por mim ou se é apenas fogo de palha? – Não Dudu, eu estou louca por você, eu o quero e faço tudo o que mandares, para ficar ao teu lado! - Você está ciente, que devido as nossas diferenças, tua família e todas tuas amigas e colegas do colégio, não vão aceitar a nossa união, que se eu aparecer público a te beijar, serei imediatamente preso? Em consequência disso, nosso romance é impossível, que depois de hoje, não poderemos mais nos encontrar.
-Não Dudu, não poderei viver longe de você...quero ser sua e ninguém vai me impedir disso. - Não é bem assim Marlene... tua família e a lei podem impedir sim, pois você é menor de idade.
Marlene, estava ciente de tudo isso e sabia que ele falava a verdade, então passou a chorar como uma criança, que viu seu doce ser tirado dela. Foi então que Dudu lhe fez uma proposta, que iria mudar para sempre o seu modo de vida.
-Marlene, se você realmente estiver apaixonada por mim, tenho uma proposta a lhe fazer, que se você aceitar serei seu para sempre. – Eu aceito tudo o que você pedir, pois não quero ficar longe de você, quero viver com você e ser sua. Marlene, eu quero que você fique morando aqui comigo, nesta casa. Quero que você seja minha mulher. –Meu Deus... e minha mãe e minhas irmãs! – Terás de esquecer tudo e vir morar comigo.
Dudu, meu amor, você me pega de surpresa... nem sei como fazer, é um passo muito grande, deixe me pensar um pouco! – Está certo Marlene, tens o restante do sábado pra pensares a respeito. Agora venha cá e se deite aqui ao meu lado. Toda tremula e ansiosa, Marlene se deitou na cama, ao lado de Dudu, que sentado, a comia com os olhos e lentamente começou a tirar as roupas da garotinha. Marlene respirava forte e quando se viu totalmente nua, fechou as coxas e tapou os seios com os braços, com vergonha dele.
- Que corpo lindo você tem Marlene, tire os braços, quero ver os teus seios. Como que hipnotizada, ela obedeceu e deixou os braços ao lado do corpo, exibindo os magníficos seios ao seu olhar. – Agora quero ver a tua bucetinha, abra as coxas, por favor. A moça estava enfeitiçada por ele e mais uma vez fez a vontade de Dudu. – Que linda bucetinha você tem Marlene, quase não tem pelos! - Fique assim, que coisa mais linda, você é a coisinha mais gostosa desse mundo. - Agora eu quero que você, com as mãos, vá separando os lábios da tua bucetinha.
Marlene estava tão excitada, que fez o que ele pediu e com a vagina toda lubrificada, forçou ainda mas, deixando a linda flor rúbea, toda aberta ao olhar do velho negro, que embebecido de tesão a olhava fixamente. - Fique assim....não tire as mãos, e lentamente, foi tirando suas roupas. Quando ela viu o tamanho do caralho dele, ficou admirada e alarmada ao mesmo tempo. Não tinha ideia que o membro de um homem, pudesse ser tão grande. Quando Dudu se deitou ao seu lado, ela tremia de desejo e de medo. Ela o queria dentro de sua bucetinha, mas tinha medo daquele negócio imenso dele. Mas Dudu, por enquanto só queria a beijar, ele sabia que a garota devia estar assustada ao ver a sua ferramenta, tinha noção do tamanho cavalar dele e que bem poucas mulheres tinham conseguido agasalhar o bichão sem reclamar. Algumas até fugiam dele, como o diabo fogo da cruz.
Dudu deu em Marlene e maior banho de língua de toda a sua vida. O lindo corpinho virgem da loirinha, o deixava extremamente excitado. Até agora não podia compreender, como que uma garotinha tão novinha, pudesse cair de amores por ele, um velho negro, com idade para ser seu avô. O normal é que ela desse bola para a rapaziada que vivia atrás dela, lá no colégio. Dudu tinha certeza que alguma coisa não estava bem na “cachola” da menina. Mas isso não era problema dele, tinha é que tirar vantagem da situação. Estava decidido a não deixar a menina ir embora de sua casa, mesmo que ela não aceitasse sua proposta.
Marlene, ao sentir a língua do homem em sua bucetinha, dava verdadeiros urros, enlouquecida pelo gozo avassalador que tomou conta de todo o seu corpinho. Quando ele a lambeu no cuzinho, não resistiu e dava verdadeiro pinotes na cama, chorando e explodindo em orgasmo tão violento, que depois ficou praticamente desfalecida na cama, com boca aberta e babando muito, tendo fortes tremores pelo corpo todo. Só então, Dudu, descobriu que Marlene era uma autentica ninfomaníaca e que aceitaria ficar morando com ele, pois ela, de tanto tesão, não parava de chorar e pedir em desespero: - Venha meu negrão, me coma logo...quero sentir esta coisa monstruosa dentro de minha bucetinha…. Não aguento mais, venha, venha!
Berrando de dor ela perdeu a virgindade para Dudu, tanto da buceta como do cuzinho. Durante três dias ele não saiu de cima dela e Marlene quase morria de tanto gozar e toda dolorida, com aquela monstruosidade dele dentro de seus dois buracos, que de tão arrombados mais pareciam duas enormes bocas de tubos dando acesso à um mundo de prazer sem limites. Quando ele pediu que ela o chupasse, como uma louca, se deitou por cima dele e mamou no caralhão, com tanta vontade que Dudu não resistiu, e retribui o prazer. Durante muito tempo ficaram num 69 tão intenso, que só se ouvia o barulho das violentas chupadas.


Marlene nunca mais foi vista por sua família e por seus amigos e colegas de escola. Ela agora morava num barraco em uma enorme favela, do outro lado da cidade, sendo apenas a garotinha loirinha, insaciável por sexo. A mulher do negrão Dudu, temido e respeitado por toda a comunidade, agora passava os dias dando de mamar para as suas filhinhas, de um e dois anos respectivamente, duas criolinhas lindas de morrer e durante as noites, a Bela, morria de tanto gozar com o monstruoso caralho de Dudu, A Fera.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de novembro de 2014 17:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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