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A CALCINHA ROSA DE TATI

A calcinha rosa de Tati
-Tati, dona Madalena telefonou, pedindo para você tomar conta dos trigêmeos, neste fim de semana. – Neste fim de semana todo? Ela tá maluca! Marquei com as meninas um cineminha lá no shopping e não quero furar de jeito nenhum! – Com as meninas ou...com o namoradinho? – É com as meninas mesmo, mamãe! Dei o fora no Toni... ele estava ficando muito saliente. – A mão dele estava ficando muito boba... e eu não gosto destas palhaçadas comigo! Isto mesmo minha filha, você está certa. És muito novinha para estas coisas!
- Mas Tati, se eu fosse você, ia conversar com dona Madalena. Ela e o marido necessitam viajar para o sul, com urgência…parece que o pai do seu Roberto está muito doente. Ela vai lhe pagar muito bem, para seres a baba dos meninos por estes dias... acho que vale a pena!
- Quanto ela vai pagar, mamãe? – Não sei, por isso... deves falar com ela. – Não sei por que ela não leva os pestinhas! – Já são bem grandinhos, podiam perfeitamente ir com eles! – Não dá, Tati.... Como você mesmo diz, são três pestinhas e eles vão estar cuidando do avô deles... não poderão se preocupar com os garotos.
- Dona Madalena.... É a Tatiana. – A senhora vai precisar dos meus serviços? – Vou sim, minha filha... tenho de ver o meu sogro... ele está muito doente, e Roberto quer viajar amanhã bem cedo. Quero que fiques com os meus garotinhos por três ou quatro dias. Eles gostam muito de você e não querem outra babá. Sei que é abuso, ocupar uma mocinha como você, justamente num fim de semana, mas vou lhe recompensar muito bem. Se aceitares, o Roberto irá te buscar de carro, por vota das 18 horas, para você dormir aqui em casa.
- Mamãe... vou aceitar ser a babá dos pestinhas, até segunda-feira, pela manhã! Dona Madalena, vai me pagar uma nota preta... vai dá até para eu pagar a luz e o gás aqui de casa e ainda sobrar alguma coisinha - Minha nossa, filhona! É tanto assim? Vai nos dar uma boa folga!
Tatiana, foi telefonar para as amigas, para desmarcar o programa de fim de semana. Radiante, foi tomar um banho, pois dentro de poucas horas, o marido de dona Madalena, viria buscá-la de carro. – Ah! ... o marido dela! – que homem mais lindo e ... safado! Toda vez que vinha busca-la em sua casa, não tirava o olho de suas coxas, sentadinha no banco do carona. Tati se divertia com o coroa e, inocentemente, como que distraída, deixava a barrinha de sua curta saia, subir um pouco mais, deixando à mostra, bem mais do que a metade das coxas. O velhote ficava malucão e não sabia que dirigia ou se olhava para as coxas dela... o taradão.
Parecia até que os filhos dele, tinham o mesmo DNA safado, pois apesar de serem bem novinhos, os danadinhos, não mediam esforços, para a verem em trajes íntimos. Inventavam de tudo para a verem nua, mas Tati, menina esperta, se divertia “a rodo” com a infantilidade deles, se deixando "surpreender", deixando os garotinhos doidinhos. Moleca, se divertia tanto com o pai como com os filhotes.
Especialmente hoje, estava disposta a “endoidar” o coroa e se divertir com a cara dele. Vestiu uma saia que ia até a metade das coxas e uma blusa que encobria a cintura e a sua calcinha rosa, que ganhara de presente de sua mãe, quando vez 16 anos, semana passada. Quando sua mãe avisou que o senhor Roberto já estava, na garagem do prédio, a esperando, Tatiana desceu faceira para beijar a mãe. – Deixe eu ver se você está arrumadinha, não gosto das tuas minissaias, não é modo de uma mocinha de apenas 16 anos se vestir! – Tati, querida, é assim que gosto.... Saia pela metade das coxas... podes ir. Leves o celular, favor me ligar, me dando notícias.
O que a mãe de Tati não sabia é que a filha tinha descido a barra da saia, de maneira que ficasse na metade das coxas. Pouco antes de entrar na garagem, ela parou e metendo as mãos por baixo da blusa, puxou a barra da saia, a deixando tão curta, que ficou faltando bem pouco para mostrar a calcinha rosa que vestia. Deu uma pequena risada, e falou com os seus botões: - Hoje eu vou deixar o coroa bem taradão, vou me diverti com a cara dele!
Quando entrou no carro, com a sua maletinha na mão esquerda, fez com que a micro saia subisse um pouco mais e assim, Roberto pode vislumbrar a calcinha rosa que a sapeca garotinha vestia. Seus olhos quase saltaram da cara quando Tati se sentou ao seu lado mostrando suas belíssimas coxas. Dissimulando que estava colocando sua maleta no banco traseiro, inclinou seu corpo, empinando o bumbum, ficando com a bunda toda de fora, com a calcinha rosa enfiada na bunda. –Seu Roberto... agora podemos ir embora.
Roberto não ligou logo o motor do carro. Ficou olhando para as coxas e para a calcinha rosa que ela deixava aparecer. Sem deixar de apreciá-las, comentou, descaradamente: Você hoje está usando uma sainha bem curta, exibindo suas belas coxas e esta deliciosa calcinha rosa! Tati, que não esperava àquele tipo de comentário direto, ficou um pouco sem graça e vermelha como um pimentão, passando as mãos pelas coxas: tá muito calor hoje, seu Roberto.
- Que linda! Ficou toda vermelha por eu achar bonita sua calcinha rosa! Não fique assim, garotinha gostosa! O que é belo é para se mostrar mesmo. Tatiana, cada vez encabulada, procurou disfarçar e colocou sua mão sobre as coxas desnudas e puxou a barra da saia, escondendo sua calcinha. Se encolheu no canto do banco. – Vamos embora seu Roberto, dona Madalena deve estar nos esperando! Desta vez tinha passado dos limites e ficou assustada. Não esperava que ele fosse tão direto assim e fosse fazer este tipo de comentários. Das vezes anteriores, ele só ficava olhando suas coxas, mas não falava nada.
Roberto deu partida no veículo e seguiu sem pressa para chegar em casa. Tati, em silêncio ao seu lado, ´matutava com os seus botões: - Minha nossa... acho que abusei demais do coroa.... Não esperava que ele fosse ficar tão acesso assim.... mas acho que mereci, quem mandou mostrar a calcinha pra ele?
Roberto, macaco velho, sabia perfeitamente que a bela adolescente, estava agindo assim, propositalmente, querendo “zoar” da cara dele. Ela estava se mostrando para ele, e não era de hoje... merecia uma pequena lição, para aprender a respeitá-lo. Apesar dela ser apenas uma garotinha, apena dois anos mais velha do eu os seus três garotos, tinha um corpinho espetacular, gostosa demais.
Quando ela se virou sobre o banco e o deixou ver sua bundinha com a calcinha rosa toda enfiada no rego, ele pode ver até o volume da bucetinha, saliente no fino tecido. Sabia que a safadinha estava fazendo aquilo de propósito e ficou demasiadamente excitado. Que os santos me perdoem, mas hoje eu vou cravar o meu pau neste cuzinho lindo. Tenho a impressão que ela está querendo é justamente isso, se exibindo desta maneira desavergonhada. Sem pensar nas consequências do que pretendia fazer, logo iniciou a pôr em prática seu plano para fuder aquela garotinha ao seu lado.
Madalena, sou eu, Roberto... veja só, meu anjo, vamos pegar estrada por muitas horas e eu não fiz revisão no carro. Estou pertinho da oficina de Carlos, acho que vou até lá e pedir que ele faça um exame completo no veículo...é muito mais seguro assim. Tá certo, querido... é a Tatiana? Ela está aqui do meu lado, mas acho que não se importa em esperar pela revisão.
- Não é mesmo mocinha? – Fale com Madalena. Tati, pego de surpresa, com o celular que ele lhes estendeu, encostado no seu rosto: - tá certo dono Madalena, posso esperar aqui no carro. Roberto, que na verdade, não estava nada perto da oficina de Carlos, deu uma volta enorme, até chegar lá.
- Carlos, eu vou viajar hoje à noite, por muitos quilômetros e quero que faça revisão completo do meu carro. – Mas Roberto eu fiz a revisão ontem à tarde.
Roberto piscando o olho para o mecânico, um sujeito grandão, com mais de 120 quilos e cara de ser pouco amigável: - Não... fez não, Carlos, a revisão será hoje, e vai demorar no mínimo umas duas horas. Venha até aqui, Carlos, quero lhe apresentar a garota que irá tomar conta dos meus garotos, enquanto viajo.
- Tatiana.... Carlos vai fazer a revisão do veículo, vai demorar um pouco e você não pode ficar aí dentro. A garota, um pouco sem graça, por estar vestindo saia tão curta, saiu do carro, segurando sua maleta na frente das pernas. – Está bem seu Roberto, eu espero aqui fora mesmo.
- Carlos tem um lugar, mais confortável, onde a gente possa esperar que realizes a revisão? Carlos logo entendeu toda a malandragem de Roberto e sabendo que poderia ganhar uma boa gorjeta, logo indicou: - Tenho sim, Roberto, nos fundos da oficina tenho um lugar onde podem ficar bem vontade, não é muito confortável mas dá para o gasto. Falou isso, olhando divertido para a cara de Roberto, que logo compreendeu a dica do mecânico.
Quando Tati viu o quartinho, ficou um pouco receosa, pois o lugar só tinha uma cama e uma pequena mesa. Roberto entrou na frente e pediu: - Entre minha querida, aqui é bem melhor do que na sujeira da oficina de Carlos! – Seu Roberto, não é melhor a gente esperar aqui fora? - Que nada, garota, entre... entre logo! E Ele a puxando, delicadamente pelos braços a fez entrar no pequeno recinto e logo fechou a porta.
Tati ficou parada no meio do quarto, com o coração batendo a mil, enquanto Roberto foi se sentar na beira da cama e ficou a olhar firmemente. – Coloque tua maleta na mesinha, garota, não vai ficar a segurando todo o tempo! Ela obedeceu o pôs a maleta sobre a mesa. Cruzou os braços em seu colo e timidamente indagou: - Será que vai demorar muito? - Não sei meu amor, mas vou lá fora perguntar ao Carlos. – Eu vou junto, to com medo de ficar aqui sozinha! – Não seja besta... uma garotinha como você, não deve ter estas frescuras! E ele saiu, batendo a porta.
Imediatamente, ela foi atrás dele e quando tentou abrir a portinha, ficou muito assustada. Roberto a tinha trancada lá dentro. Com muito medo, pensou em ligar para sua mãe a avisando…a avisando do que? – Que estava trancada num quartinho nos fundos de uma oficina…que o senhor Roberto tinha levado o carro para uma revisão e que estava olhando suas coxas com cobiça? Chegou a pegar o seu celular, de dentro da maleta, mas pensando melhor, desistiu, nem sabia ainda quais a as reais intenções do homem. Seria muito ridículo se o acusasse... acusa-lo! se ele ainda não fez nada!
Alguns minutos depois, Roberto retornou e encontrou Tatiana, sentada na beira da cama, o olhava demonstrando estar com algum medo: - Porque o senhor me trancou aqui dentro? – Eu a tranquei! Você está maluca menina? Não fiz uma coisa destas! A porta deve ter emperrado.
- Carlos me avisou que o serviço vai demorar muito mais do que ele pensava.... Vamos ter de esperar aqui dentro por bastante tempo, até que ele termine a revisão. – Seu Roberto, vamos esperar lá fora, o senhor não acha melhor? – Não acho melhor, minha queridinha. Vamos ficar os dois aqui dentro todo o tempo que for necessário. Não sei porque você está tão ansiosa para ir embora! Eu já telefonei para Madalena, avisando que vamos esperar que a revisão fique pronta e você pode ligar para a tua mamãe, lhe dizendo que estamos, em uma oficina, esperando a revisão no meu carro.
-Mamãe é a Tati.... Não ainda não chegamos. O senhor Roberto teve de fazer uma revisão no carro, antes de ir viajar. Sim mamãe, está tudo bem. Estamos no “escritório” da oficina mecânica, só esperando que terminem o serviço.... Não deve demorar muito. Beijão para a senhora também.
- Tatiana, querida... você mentiu para a sua mamãe... a revisão não tem hora para terminar! E nós não estamos no escritório da oficina, mas sim, num pequeno quartinho onde o Carlos dorme. Porque você mentiu assim? Tatiana com o rosto voltado para o chão, sem coragem para o encarar, respondeu bem baixinho: - Não sei... achei melhor assim, pra ela não ficar assustada.
Roberto, sentou-se ao lado dela e quando Tati fez menção de se levantar, ele a impediu com as mãos apoiadas delicadamente em seus ombros. - Não minha querida, fique aqui ao meu lado, eu não mordo. Tenho muito o que perguntar a você. – Fazer perguntas para mim! O que o senhor quer saber? – Meu amorzinho, sabes que sou um homem bem casado, com três filhos lindos e você é uma meninota com apenas 16 aninhos. – Ta certo?
Tá certo, Seu Roberto...eu sei tudo isso! O que o senhor quer saber? – Se sabes tudo isso, então me diga uma coisa: - Porque você se exibe para mim, me mostrando as coxas, toda vez que entra no meu carro? E hoje, até me deixou ver a tua calcinha rosa e até a tua bundinha?
- Me Deus! Senhor Roberto... não é nada disso...é que uso sainha muito curta e as vezes, sentada no banco do carro...sabe como é. – Não é verdade, Tatiana... não sou nenhum bobo e sei que mostras suas coxas propositalmente, só para me provocar, pois quando chegas lá em casa, tua saia vai para o lugar e não se ver mais nada, mesmo quando sentas no sofá.
- Não é bem assim, é que.... – Não me venhas com desculpas bobas menina, quero saber porque você se mostra para mim...ou é para todo os homens? - Pelo amor de Deus, senhor Roberto.... Não é para todo mundo...é somente para o senhor! Retrucou a garota, gaguejando, com a cabeça baixa, envergonhada e com os olhinhos cheios de lágrimas, pois tinha se traído, ao dizer que se mostrava propositalmente só para ele. - Ah! Finalmente a verdade! Você gosta de mostrar suas coxas somente para mim! Porque fazes isso?
Não sei... não sei...não sei. Me perdoe, juro não fazer mais. Por favor, não conte nada para dona Madalena, nem para a minha mãe.
Soluçando e bastante nervosa, Tatiana estendeu os braços para Roberto, como se numa súplica. Malandro, ele soube se aproveitar da situação de fragilidade da jovem, a abraçou pela cintura: - Minha querida menina...não necessita ficar tão nervosa, eu não pretendo contar nada para ninguém, e você vai contar para a tua mamãe? - Não, não, vou ficar quieta! Então minha querida este vai ser o nosso segredo, somente eu e você saberemos disso.
– Gostas de exibir suas belíssimas coxas para mim e eu tenho enorme prazer em apreciá-las. Enquanto falava ele a mantinha segura pela cintura e umas mãos desceu até o joelho, com os dedos, fazendo leve pressão na carne macia. – Fique calma meu amor, não tens nada de se envergonhar, muitas moças fazem o mesmo. -Ta vendo querida você gosta de mostrar suas coxas e eu gosto de fazer carinhos nelas...sinta como é gostoso!
Tatiana, não sabe porque, mas com a fala calma dele e com o delicado passeio das mãos espalmadas em suas coxas, foi gostando do carinho. As mãos de Roberto alisavam suas coxas, desde o joelho até bem pertinho da barra da saia, que ele foi levantando em direção a cintura dela. Tati deixou e agora sua calcinha rosa estava sob os olhos gulosos dele. Ela sentiu um gostoso prazer em se mostrar para ele, tal como no carro. Roberto foi lentamente se inclinando sobre ela e quando percebeu, estava deitada na cama, com os pés tocando o piso do quarto.
Ele com a boca quase colada em sua orelha direita, continuava lhe falar: - Ta sentindo minha querida, como é gostoso ter alguém fazendo carinho em você! A garotinha não falava nada, apenas se deixava acariciar, toda arrepiada com, os lábios dele colados em seu ouvido. Quando muito lentamente ele foi deslizando os lábios úmidos pela sua face, em direção a sua boca, fechou os olhos e entreabriu os seus lábios e toda trémula esperou o beijo que chegou molhado e intenso.
Nunca em sua vida, Tati fora beijada deste jeito tão apaixonado, pois Toni, o seu ex namoradinho, não sabia nem beijar e só queria meter o negócio dele no meio de suas pernas, o idiota, coisa que ela nunca permitiu. Mas agora com o delicioso beijo do coroa, Tati, sentia uma sensação gostosa a lhe percorreu todo o corpo e amoleceu nos braços dele e quando ele espalmou as mãos por dentro de sua calcinha, ela experimentou um tremor por todo o corpo. Quando sentiu os dedos invadindo sua bucetinha, da molhada, acordou do encantamento e assustada fechou as coxas, mas prendendo entre elas os dedos invasores, dentro do seu canal vaginal e a boca de Roberto a lhe chupar os mamilos, pois, agora, sua blusa estava toda aberta, deixando amostra os seus seios.
- Pelo amor de Deus, não faça isso, seu Roberto... ta doendo...tire os dedos. Eu não quero. Aiiiii, tá doendo, uiiiii.... Por favor não faça isso comigo! Eu sou virgem.... Está me machucando! – Fique calma, estou sentindo que és virgem.... Eu vou com todo o cuidado, não vou tirar o teu selinho. Abra as perninhas e relaxe, você vai gostar! - Não vou não, tire os dedos, eu não quero. Vou contar pra tua mulher.... Aaaiiiii, ta doendo, tire o dedo! Aaaiiiii...não morda os meus peitos, ta me machucando!
Os Dedos de Roberto, mesmo com todo os protestos da garota, continuaram a se mexer, agora pressionando entre dois dedos o pequeno botãozinho dela, fazendo com que se sentisse morrer, com os dedos invasores e fosse separando as coxas, quase que involuntariamente.
- Pelo amor de Deu! Não faça isso comigo...eu não quero... eu não quero! .... Tire o dedo... Aiiiii... Aiiiii... uiiiii.... Uiiiii.... Tati, estava mergulhando num orgasmo tão intenso, sentindo dor e prazer ao mesmo tempo. Nem percebeu que estava deitada na pequena cama, atravessada com as pernas separadas e com os pés apoiados no chão e Roberto tirando fora a sua calcinha rosa. Levou um susto enorme e deu um profundo gemido, quando a língua dele invadiu sua bucetinha.
Mesmo sabendo que não devia permitir que ele continuasse a fazer aquelas coisas, não tinha mais forças para impedi-lo, dominada por prazer avassalador. Mas num ultimo lampejo de consciência, voltou à razão, quando Roberto tirou a calça e ela pode ver, pela primeira vez na vida, o enorme caralho, rijo como um tronco, descendo em direção à sua bucetinha. Apavorada com a visão daquele monstrengo, deu um pulo da cama e sem nem saber como, saiu porta a fora do quarto, deixando para trás sua calcinha cor de rosa, jogada no chão do quartinho e alguns botões de sua blusa.
Em pânico, ficou meio sem rumo, no meio da suja oficina do Carlos, que abobalhado, apenas olhava a jovem, que não parava de soluçar e tremer. Ele, macaco velho, logo percebeu o que tinha acontecido. Roberto tinha fracassado na sua tentativa de descabaçar a gostosinha. – Fique calma garota! O que foi que aconteceu para a deixar tão perturbada?
-Seu Roberto tentou fazer coisas comigo! Eu disse que não queria, mas ele não parava.... Eu não quero voltar para aquele quarto! Por favor, deixe eu ficar aqui, até o carro ficar pronto. – tá certo garota, vou arrumar um lugar pra você ficar e depois vou falar com Roberto. Ele não devia tentar fazer isso com você, menininha tão novinha!
Carlos levou Tatiana até um pequeno cubículo que ele usava como escritório. Lá ele tinha uma pequena mesa, uma cadeira de madeira, um sofá de couro todo rasgado e uma pequena geladeira. – Fique sentadinha aí neste sofá, não é grande coisa, porém é o que tenho. – Está bom seu Carlos, só não quero voltar para onde ele está.... Por favor, estou muito nervosa, vejo que o senhor tem uma geladeira... posso beber alguma coisa?
- Mocinha, eu não tenho nada ali dentro, que lhe possa ser útil... a não ser uma batida de limão. Ela é muito forte pra uma garotinha como você! – Tem muita cachaça! Mas tenho uma boa ideia, vou lhe servir a batida, com bastante gelo e açúcar, assim vai ficar bem suave para você e vai a acalmar bastante. Em seguida, Carlos usou uma grande caneca de metal, na qual colocou algumas pedras de gelo e algumas colheres de açúcar e completou até a borda com a tal batida de limão. Pronto menina, vá bebendo em pequenos goles... isso a vai acalmar bastante.
Não deixou de dar uma risadinha marota, ao ver que a inocente menina, deu um primeiro gole e aprovou a beberagem. – Muito gostoso, seu Carlos, e não é tão forte assim! – Beba tudo.... Se quiseres mais é só pedir... agora vou falar com o Roberto e terminar a revisão do Carro.
- Carlos onde está a pestinha? Ela me escapuliu quando eu já estava quase conseguindo! Fique na tua Roberto, ela está no meu escritório...você a apavorou muito, com a tua investida maluca, mas eu a estou amaciando, daqui a pouco, podes voltar a carga novamente, pois desta vez ela não vai resistir. – O que foi que você fez Carlos? – Nada meu amigo, apenas a convenci a beber minha batida de limão, com gelo, açúcar e umas pitadas de um pó milagroso, que a vai deixar doidona. – Minha nossa Carlos! Porque foste fazer isso? Como é que vou chegar em casa, com Tati deste jeito?
-Roberto, isto não é problema meu... você queria foder a garota e eu dei um jeito de conseguires, sem fazer nenhuma força... ela vai estar bem “mansinha”. Mas agora meu amigo, eu também quero uma parte do bolo... que preparei para você. – Carlos, isso não será possível... ela será só minha! Ela é muito delicada e pequena e você é muito grande, vais arrombar a garotinha todinha! – Roberto é isso mesmo que eu quero, enterrar o meu caralhão naqueles buraquinhos apertadinhos!
- Roberto, você terá de a dividir comigo ou então... eu a foderei sozinho e vou mandar você a merda! Carlos, meu amigo, é melhor esquecermos tudo isso, vou buscar a Tatiana e iremos embora, esqueça esse negócio da gente foder a garota. - Você é um viado filho da puta Roberto... chega na minha oficina, trazendo uma coisinha gostosa como aquela, querendo papar a muherzinha e agora, como eu também quero tirar a minha casquinha, você se acovarda todo... agora não tem mais volta! Vou foder aquela garotinha e você não vai me impedir.
-Vou sim, seu monte de bosta... não vou permitir que um cara sujo como você chegue perto da garota! Roberto mal terminou de falar, levou uma porrada tão forte de Carlos, que caiu rolando pelo piso sujo da oficina. Carlos furioso avançou para cima de Roberto, que tentava de defender de todo jeito. Não teve como, a diferença de tamanho e peso era enorme e instantes jazia desfalecido, com a cara toda amarrotada pelos socos do brutamontes. -Seu grãfino metido a besta... vou comer a garota e você é que vai ficar na mão.
Tatiana, depois de tomar alguns goles da batida de limão, estava se sentindo bem mais calma e um pouco sonolenta. Tentou ficar em pé mas perdeu o equilíbrio e esbarrou na caneca, derramando todo o conteúdo no chão. –Que porcaria que eu fiz! Vou ver que acho um pano para limpar. Quando se aproximou da porta, pode escutar o bate-boca entre Carlos e Roberto, que discutiam acaloradamente, pode perceber, que falavam dela, mas meia grogue não distinguiu qual o motivo. Ficou em pânico quando ouviu Carlos falar que a bebida que ele lhe serviu, estava com alguma droga... era por isso que estava tão sonolenta. Ele pretendia a estuprar e Roberto não queria deixar... foi o que pode entender da altercação entre os dois.
- Escutou o barulho da briga entre os dois e receosa, entreabriu a porta, a tempo de ver Carlos arrastar o corpo inerte e ensanguentado de Roberto, para um canto. Gritou apavorada e tentou correr para a saída da oficina, mas sentiu as pernas bambas e caiu ao chão.
- Onde é que você vai...minha bonequinha? Não tenhas tanta pressa! Eu e você temos muito o que fazer daqui a pouco. Deixe só eu amarrar este babaca e depois vamos nos divertir juntos. Carlos foi até onde a aterrorizada Tati estava e sem a menor consideração a arrastou pelos cabelos, de volta para o escritório, a jogando com violência no sofá. Fique aí garota, enquanto eu vou dar um fim neste marica. Neste instante o celular de Roberto começo a tocar insistente e Carlos foi olhar: - Puta merda, tinha me esquecido do celular deste puto! Logo em seguida, foi o celular de Tati. –Minha nossa! …eles sabem que vocês estão na minha oficina.... Não vou poder me divertir com você agora garota! Tenho de dar um jeito nas coisas.
Carlos levou o corpo de Roberto para o porta-malas do seu próprio carro e depois foi até onde estava Tati, que sentindo os efeitos da bebida e da droga, tentava se arrastar, em direção à porta. Ele retirou do bolso uma pequena caixinha e dissolveu o conteúdo em um pouco de água. - Putinha... eu quero que você beba tudo o que está nesta caneca! Quando ela se recusou, ele a segurou pelo pescoço, numa forte gravata e a obrigou a ingerir o entorpecente, encaixando a borda da caneca entre os lábios de Tati. Em pouco tempo Tatiana, drogada, foi levada, para o porta-bagagens e lá ficou, ao lado de Roberto, os dois inconscientes.
Carlos voltou a tempo de atender ao telefone da oficina, que tocava sem parar. – Carlos, aqui é Madalena, esposa de Roberto. Ele ainda está aí na oficina? Estou preocupada, temos de viajar nesta manhã e até agora ele ainda está fazendo a revisão do carro! – Não... Dona Madalena, ele e a jovem que estava com ele, saíram da minha oficina há mais de trinta minutos. Já devem estar chegando aí. Agora eu vou para casa dormir... o teu marido me deu muito trabalho hoje à noite.
Alguns minutos depois, Carlos saiu na oficina, dirigindo o carro de Roberto. Não tinha em mente nenhum plano em especial, mas sabia que devia levar o veículo o mais longe possível da sua oficina, pois numa possível busca pelo casal, era lá que a polícia poderia iniciar a procura. Somente quando estava a poucos quilômetros fora da cidade, é que resolveu simular um falso sequestro do veículo de Roberto, por bandidos.
Para isso, ele retirou Tatiana e Roberto do bagageiro, levou o corpo da menina, enrolado numa lona e a escondeu entre alguns arbustos, ao lado da estradinha de terra batida. Colocou o desfalecido Roberto, no banco do carona e avançou com o veículo por mais um pouco e numa ribanceira, fez o carro descer pela encosta, em direção ao rio caudaloso, com Roberto ao volante. Só ficou satisfeito quando ouviu o barulho do choque do veículo lá embaixo.
- Pronto caro amigo... tudo podia ser bem diferente, se você aceitasse dividir a garotinha comigo. Agora serás comida para peixe e todos vão pensar que ela teve o mesmo destino. Carlos sabia que a mocinha ficaria inconsciente por no mínimo umas 12 horas, tempo suficiente para que pudesse voltar para sua oficina, pegar seu carro e levar a gostosinha para um lugar seguro, onde pudesse desfrutar, sem ninguém para atrapalhar o seu romance com a pequena virgem.
Eram mais de 13 horas e Carlos já tinha aprisionado Tati, num lugar seguro e voltado para sua oficina. Tinha voltado a drogar a menina e agora estava pronto para fazer frente a quaisquer investigações se por ventura ocorresse. Foi o que aconteceu. Por volta das 16 horas, a polícia foi até sua oficina e o interrogou, pois sabiam que ele, provavelmente, fora o último a ver Roberto e Tatiana, ante do sumiço deles. Fizeram até vistoria na oficina e só depois disso, os investigadores, se deram por satisfeitos.
Carlos achou ser mais seguro, não ir até o local do cativeiro de Tatiana, apesar de estar louco para provar da bucetinha dela. Iria esperar até o dia seguinte... a garotinha não iria a lugar nenhum, do jeito que estava amarrada e drogada.
Madalena e a mãe de Tatiana estavam em desespero com o sumiço do esposo e da filha. Alguma coisa de muito grave deveria ter acontecido a eles. Registraram o boletim de ocorrências, mas tiveram algumas dificuldades, pois o delegado só queria começar as investigações iniciais depois de decorrido 24 horas, mas mediante a aflição delas, botou a equipe na rua. Os detetives só tinham um ponto de referência para iniciar as investigações; a oficina mecânica do tal Carlos. Que inclusive já tinha alguns apontamentos em sua ficha, por tentativa de abuso sobre uma cliente. Depois de intenso interrogatório e busca pela oficina, Carlos foi liberado e um alerta sobre o veículo de Roberto foi emitido.
Tatiana, foi acordando, com a mente muito confusa, não sabia onde estava. Mas aos poucos foi tendo consciência do ocorrido na oficina de Carlos e entrou em pânico, ainda mais ao se sentir amarrada à um estrado de madeira, totalmente nua e com os braços e coxas presos nas laterais do tablado. Suas pernas estavam de tal modo separadas, que sentia os músculos das coxas doerem de tão abertas. Gritou por socorro por muito tempo, envolta em total pavor. Mas com o passar das horas, quase sem voz, apenas soluçava, clamando por sua mãe. -Meu Deus! Me ajude, mãezinha querida!
Agora tinha noção que fora Carlos quem a atacou... ele deve ter matado Roberto que tentou defende-la... Coitado dele, mesmo tendo feito aquelas coisas com ela, a quis proteger do tarado! O estado de espírito de Tatiana, não podia ser pior, sabia que estava em poder de um louco assassino, que a queria estuprar e que para isso tinha trucidado o pobre do Roberto. Apesar dos seus esforços, não conseguia mover um só musculo do seu corpo. Com os correr das horas, uma espécie de conformismo a foi invadindo, pois sabia perfeitamente, que mais cedo ou mais tarde ele retornaria e ela estaria perdida.
Com o correr das horas, a imobilidade forçada de seu corpo, a foi entorpecendo e mesmo contra a sua vontade, caiu numa espécie de sonolência, muito agitada por pesadelos. Já era noite novamente, quando que por instinto, sentia a presença dele ao seu lado.
Abriu os olhos e viu Carlos a fixando intensamente, sem nada falar. Era como uma hiena à espreita de uma carniça antes de a devorar. Tatiana não teve animo para falar nada... as longas horas que passou presa ali, a convenceram que seria inútil qualquer tentativa de diálogo com o louco sádico.
Minha nossa, garota! Você é a coisinha mais gostosa deste mundo! Roberto tinha razão em querer foder você... mas o palhaço já era.... Agora toda esta delícia é somente minha e vou gozar como um louco nestas carnes macias. Tati querida, me faça um favor...Eu quero que você grite, berre bastante e implore que eu não a estupre...quero ver todo o teu pavor enquanto eu coloco o meu pau nesta bucetinha virgem ou neste cuzinho delicioso. Eu lhe prometo uma coisa.... Vai doer muito, mas muito mesmo. Eu tenho uma linguiça enorme e você com este corpinho pequeno vai ficar toda arrombada por dentro.
Carlos segurou entre suas enormes mãos o rostinho de Tati e a obrigou a olhar para ele. – Putinha querida, eu quero que fiques olhando para mim e não desvie o olhar.... Eu quero ver o medo e a dor em seu lindo rostinho, enquanto eu arrebento esta bucetinha. Eu quero que fiques tão apavorada, como ficou lá na minha oficina, quando Roberto tentou foder você. Eu fico mais excitado assim.... podes berrar a vontade minha linda!
Daí para a frente, as mãos dele “massagearam” todo o corpo de Tati, desde a ponta dos pés, até a nuca, se retendo especialmente nas coxas e nas nádegas. A menina estava tão aterrorizada, que a fechou os olhos e pediu a Deus que a levasse dali, que não permitisse que sofresse tanto, nas mãos daquele psicopata. Ele a brindou com uma massagem vigorosa, Carlos não tinha nenhuma pressa, e continuou tocando determinadas regiões de seu corpo que causam excitação, as chamadas zonas erógenas, tais como nuca, pescoço, orelhas, coxas e nádegas e dedos dos pés. Ficou frustrado com a estranha passividade da jovem. Ela não chorava, não gritava e muito menos implorava... apenas fixava os olhos, sem expressão alguma, em direção a lugar nenhum. Tati não estava mais ali
-Sua putinha de merda, você que ser forte e não gritar? Vou dar um jeito nisso agora mesmo! Ele tirou toda a sua roupa e ficou peladão…olhe só vadiazinha, o tamanho do monstro que vai te ferrar daqui a pouco. Nem mesmo assim, Ele obteve alguma reação dela.
Com raiva o sádico, o montou sobre o corpo de Tati e arriou todo o seu imenso peso, sobre ela, ficando sentado na altura de suas coxas e com as mãos direcionou o monstro para o meio dos grandes lábios vaginais entreabertos de Tati. – Tá vendo putinha... o tamanho do monstrão que vi entrar nesta tua bucetinha apertadinha daqui a pouco? Vamos vadia... grite, chore... não fique aí com esta cara de morta viva.... Não vai adiantar nada!
Por muito e muitos minutos, Carlos ficou num vai e vem alucinado, com o pênis, beijando o cuzinho e a buceta de Tati, que continuava sem nenhuma reação. Em fúria Carlos a foi penetrando com extremo sadismo, com a cabeçorra tocando o selinho da coitadinha, quase iniciando o estupro animalesco, mas nem mesmo assim, Tati gritou ou implorou, como ele queria. Tatiana estava, neste exato momento, apreciando as belezas de um encantador jardim, em algum lugar bem longe dali.
Com raiva, Carlos iniciou a dar tapas no rosto da indefesa garota, que mesmo com a cabeça jogando de um lado par outro, conforme a direção dos tapas, não gritava e nem protestava. Depois de alguns minutos, com o sangue escorrendo do nariz e dos lábios, ele não obtinha nenhuma reação dela. Sua cadela safada... você vai me pagar bem caro... vou te fazer berrar de dor. Carlos forçar, ainda mais, o pau para dentro do canal vaginal da jovem, mas não teve tempo de consumar o ato, pois…repentinamente o mundo veio abaixo, num clarão de fogos e estrondos.
Tati, Tati... minha filhinha querida, acorde... volte para a mamãe, meu amor. Você agora está segura, ninguém vai lhe fazer mal! O desespero de Dona Zenaide tinha razão de ser, pois Tatiana, apesar de estar curada de suas feridas físicas, continuava a passear naquele jardim de beleza indescritível, onde reinava paz e amor e se recusava a abandonar aquele lugar encantador.
Roberto, que tinha escapado de morte certa, quando seu veículo foi jogado nas águas do rio, estava custeando todas as despesas com a clínica particular, onde Tati estava internada. As posses de dona Zenaide não a permitiria bancar custos tão elevados. Madalena e Roberto, faziam seguidas visitas a jovem internada, pois se sentiam corresponsáveis por ela estar naquela situação. Principalmente Roberto, que guardava o segredo de sua tentativa de estuprar a jovem. Ele sim, era o principal responsável de todo o sofrimento da menina.
Mas foi graças a calcinha rosa de Tati, é que ela foi salva. Quando os três detetives vieram interrogar Carlos, enquanto os dois investigadores conversavam com o mecânico, Marcela “fuçava” pelo local como quem não quer nada, viu jogada num canto do pequeno quartinho, nos fundos da oficina, uma diminuta calcinha rosa. Num estalo, resolveu recolher a peça. Mas tarde, Marcela foi até a cada da Zenaide e lhe mostrou a calcinha rosa.
- Dona Zenaide, esta peça é de sua filha? - Meu Deus do céu! Esta é a calcinha que Tati estava usando! Ante o desespero da mãe da menina, a detetive teve que lhe explicar que a calcinha estava num cômodo, na oficina de Carlos e que eles tinham certeza que o mecânico estava envolvido no desaparecimento de sua filha e de Roberto.
- Nós vamos ficar na cola dele. Onde ele for será seguido pela gente...temos certeza que encontraremos sua filha. Assim foi... quando Carlos estava prestes a estuprar Tatiana, a equipe invadiu o local. O sádico mecânico, por meio de uma “leve persuasão” foi obrigado a confessar onde estava Roberto. Felizmente o veículo dele, não afundou no rio, ficou preso por uns galhos na margem. Roberto, apesar de muito ferido, foi salvo.
Tati estava feliz naquele lugar maravilhoso, cheio de paz e tranquilidade...onde não sentia medo, nem fome, frio ou calor. Queria ficar ali para sempre, mas alguma força poderosa a estava obrigando a ir embora, e como que num passe de mágica, se viu abraçada pela sua mãe...pelo amor de sua mãe.
Oito meses depois, Tatiana já estava totalmente recuperada. Tinha voltado a namorar com Toni, mas este continuava a ser o mesmo bobalhão de sempre... nem beijar direito sabia. Ela, assim mesmo, o deixava avançar um pouco mais, com sua mão boba. Toda vez que estava com o garotão, só lhe vinha à lembrança o passear da língua de Roberto em sua xoxotinha. Em pouco tempo terminou o namorico com Toni, não tinha mais nenhum prazer em estar com ele.... Sempre sonhando com Roberto a tocando.
- Tatiana, como está você minha filha? Dê minhas lembranças para Zenaide. Posso lhe pedir um favor? Podes ficar este fim de semana tomando conta dos meus pestinhas? Quero fazer uma visitinha à minha prima, que está um pouco adoentada. São apenas três dias e os meus meninos não vão lhe dar muito trabalho, pois Roberto a ajudará. Ele não pode ir comigo e ficará em casa. - Posso sim, dona Madalena. Será um prazer enorme tomar contas dos “teus meninos”, e pensando com os seus botões, ainda mais que o seu Roberto vai ficar os três dias em casa...que maravilha!
.
Boa noite seu Roberto! Como está o senhor? – Eu estou bem, Tati. E você, tudo certinho? Era evidente o constrangimento entre os dois. Cada qual não sabendo o que falar. Roberto sabia perfeitamente que fora o principal causador de todo o sofrimento que a garota sofreu no passado. Mas não conseguia apagar de sua mente os deliciosos momentos em que a teve em seus braços. Tatiana também não conseguia esquecer os momentos de louco prazer que sentiu com a língua dele sugando sua xoxotinha. Só em se lembrar disso, ficava toda úmida e tremula. Tinha de se controlar, pois sua mente associava os momentos de prazer, com os terríveis momentos que passou, prisioneira de Carlos, o louco sádico que quase a levou a morte.
Na casa de dona Madalena, Tatiana foi recebida com alegria pelos trigêmeos e pela mãe deles. Mas ela não se sentia confortável na presença de Roberto. Este por sua vez, não queria ficar em casa, sabendo que a garota estava ali, a poucos passos dele. Era uma tentação que pretendia evitar e assim resolveu viajar com a esposa. Tati não sabe que ficou triste ou alegre, com a decisão dele. Mas, com certeza, foram os meninos que ficaram radiantes, pois por todo um fim de semana, teriam a disposição, a bela babá.... E eles pretendiam brincar um pouco com ela.
Já tinham, inclusive, bolada algumas “brincadeirinhas” que fariam com ela. Já tinham se passados muitos meses, desde a última vez que puderam a ver nua tomando banho ou trocando de roupa. As máquinas filmadoras, de tão pequenas hoje em dia, podiam ser instaladas em qualquer lugar e os três diabinhos, tinham instalados algumas na suíte de Tatiana, tanto no quarto como no seu banheiro. Desta vez eles iriam gravar tudo, tinham muito tempo a sua disposição.
Na própria noite de sexta-feira, depois que o casal viajou, Tatiana preparou o jantar dos meninos e depois os quatros foram ver televisão na sala. Ela bem sabia que os garotos não lhe davam uma folga. Por um pouco que suas coxas apareciam, eles não tiravam o olho. Tati não se incomodava com isso. Até gostava de tirar um saro com os moleques e resolveu deixar, como que distraída, suas coxas descobertas. Para isso, foi até seu quarto e vestiu uma camisolinha bem curtinha que ia somente à metade das coxas, sem mais nada por baixo. – Vou deixar os safadinhos bem acessos. Rindo por dentro, retornou para a sala. – Como é moleques! Quem vai preparar a pipoca para a gente ver uns bons filmes? Tatiana com quase dezessete anos e os meninos, que já não eram tão meninos assim, estava novamente brincando com fogo, mas desta vez não era com um homem feito, mas sim com três adolescentes bobocas, criados como se fssem apenas bebezinhos, a tal ponto que dona Madalena ainda queria uma babá para eles.
Os três mais que depressa correram para a cozinha, entusiasmados com o convite. – Viram só a roupa que ela está usando? É bem curtinha! Que coxas gostosas! Henrique, eu notei uma coisa... ela está peladona, só está vestindo a camisolinha...vi até as pontas dos peitos marcando o tecido! Será que ela está sem calcinha? – Acho que sim, mas vamos logo fazer esta pipoca e voltar para a sala.
Tati, com as pernas cruzadas e comendo pipoca, fingia ver o filme, mas na verdade, disfarçadamente, observava os três, que sentadinhos no sofá, não conseguiam tirar os olhos das pernas dela. Tatiana estava gostando de judiar dos moleques e só para os provocar ainda mais, deixava a curta camisola, subir bastante, deixando as coxas totalmente amostra para os moleques.
- O que vocês tanto olham para as minhas pernas? Nunca viram pernas de mulher! – Já vimos sim, Tati, mas as suas coxas são maravilhosas! – Mas que atrevidos vocês me saíram! 0 que tem demais numa perna de mulher? Dizendo isso, Tati endireitou seu corpo no sofá, deixando sua camisola acima do meio das coxas. Passando as duas mãos nelas, veja só garotos, aqui não tem nada de maravilhoso... são como as outras pernas de mulher, que vocês estão cansados de ver nas piscinas e nas praias
- Não... são não Tati, as suas coxas são perfeitas, lindas e macias. - Macias? Como vocês sabem disso? Só de olhar? - Tati, deixe a gente tocar em suas pernas.... Só um pouquinho? – Vocês três estão malucos! Qual o motivo para quererem tocar minhas pernas? – Elas são uma tentação pra gente... deixe Tati, deixe Tati... deixe Tati!
- Parem moleques, não me encham o saco... vou deixar…mas é só por um instante, nada de saliência comigo! Ouviram bem, moleques? – Tá certo Tati... só um pouquinho.
Tão logo receberam o ok de Tati, os três já estavam ao pé do sofá, onde ela estava sentada, qual um segurando uma perna, enquanto Henrique no meio deles, reclamava... eu também quero tocar! - Tenha calma, garoto, eu só tenho duas coxas e Pedrinho e Marcelo chegaram primeiro, depois vai chegar a tua vez. - Que merda, Tati, então deixa eu beijar teus pês? - Ta maluco garoto! Onde você viu uma coisa dessas? - Tati, eu vi na televisão num filme... o cara beijava os pés da mulher e ela dizia que estava muito bom. - Moleques... vocês assistem este tipo de filme? - A gente vê sim, escondido da mamãe e do papai. - Vocês são bem safadinhos! Está bem, pode beijar meus, mas é só beijar, nada de lamber!
Marcelo e Pedrinho, com a anuência da babá, começara a alisar as coxas da jovem, enquanto Henrique, ajoelhado, no chão, beijava os pés de Tati. Tímidos, eles passavam as mãos nas coxas, muito suavemente. Com os carinhos deles, Tati ficou com a pele toda arrepiada e gostou de sentir a delicadeza deles. Fechou os olhos e se reclinou mais no sofá. Marcelo a olhou e a vendo daquele jeito, logo perguntou: - Está gostando Tati? - Estou sim, meu anjinho, vocês são muito gentis... podem continuar.
Este foi o erro de Tatiana, ela pretendia apenas se divertir com os moleques, como estava acostumada fazer, se deixando ver semidespida, em algumas ocasiões. Mas com os três a tocando, estava gostando muito e quase sem sentir, foi ficando excitada e lhe veio a lembrança a boca do pai deles em sua xoxota. Ficou toda molhadinha e relaxou por completo sobre o sofá, sonhando com aquilo. Nem percebeu que pouco a pouco, sua curta camisolinha, que não passava do meio das coxas, ia sendo levantada.
Levou um choque, quando sentiu uns dedinhos se intrometendo em sua lubrificada bucetinha. Pensou em impedir o atrevimento dos moleques, expulsando a mãozinha invasora, mas estava tão gostoso. Vou deixar mais um pouco e depois eu enxoto os moleques. Mas os dedinhos, dois ou três, iniciaram o movimento de entra e sai, e ela não pensou em mais nada e se entregou por completo, imaginando que quem a estava fazendo sentir tanto prazer, era Roberto.
Insensata, nem deu importância ao fato de agora, estar deixada no sofá e sua única vestimenta, a camisola, estar jogada no chão, no meio da sala. Dois dos garotos, nem sabe quem, chupavam seus mamilos, parecendo sabritinhos esfomeados. Um terceiro, continuava com os dedinhos no entra e sai enlouquecedor em sua boceta. Tati, com as coxas abertas, gemia como uma louca, até que explodiu num orgasmo tão violento, que deu um berro estridente e fechou as pernas com força, aprisionando quase a metade da mão do garoto, dentro de sua vagina. Os trigêmeos, assustados olhando para Tati, que tremia, sem parar, todo o corpo.
- Desculpe Tati…desculpe, a gente não queria te machucar! Perdão, foi tudo sem querer. Tatiana abriu os olhinhos e ainda com o rosto crispado. - Vocês não me machucaram meninos, o que senti foi outra coisa... uma coisa muito gostosa! Totalmente desnorteada, Tati, se levantou e correu escada acima, soluçando e arrependida, por ter chegada àquele ponto. Se atirou na cama nua como estava: - Minha nossa o que eu fiz! E se os moleques contarem para a mãe deles, ou mesmo para o Roberto.... Estarei desmoralizada!
- Eu acho que a gente machucou a Tati, ela disse que não... mas então por que ela deu aquele grito? Vamos até o quarto dela, pedir desculpas novamente, e levar a camisola dela, que ficou aqui. Quando os gêmeos entraram no quarto da moça, ela estava deitada de costas, com a belíssima bunda exposta. Entraram bem de mansinho, receosos da reação dela e foram se sentar a beirada da cama dela.
- Tati porquê você está chorando? Está sentido dor? - Não meus queridos, eu não estou sentindo dor! - Então por que está chorando? Por que deu aquele grito? - Dei o grito, porque estava sentindo uma coisa muito gostosa com vocês me tocando... fiquei muito maluquinha! - Então você gostou do que fizemos? - Gostei sim, gostei bastante, estava muito gostoso. Então você deixa a gente fazer de novo? - Não meus anjos, tenho medo que vocês batam com a língua nos dentes e seus pais fiquem sabendo. - Não Tati deixe a gente fazer de novo? Juramos que vamos ficar de boca fechada... se mamãe ou o papai ficarem sabendo vão bater na gente. Não podemos falar nada!
- Está bem, acredito em vocês…agora me deixem dormir, estou exausta. - Tati a gente quer dormir aqui com você... Podemos? - Podem seus pestinhas, vocês que infernizam a vida... nunca imaginei sentir prazer com três diabinhos como vocês.
Oba... oba! Você é muito boazinha Tati.... Gostamos de te ver pelada, como agora... você é muito bonita e vai ser a nossa namorada secreta! - Tá certo moleques, mas muito secreta mesmo... ninguem pode saber de nada. - Deixe com a gente!
O três se deitaram ao lado de Tati e logo começaram a fazer carinho no corpo nu da jovem. Estava sentindo muito prazer com eles a tocando em todos os seus buraquinhos. Imenso tesão tomou conta de Tati e dos rapazes e com os quatro corpos nus, tudo foi permitido. Nesta noite ela, perdeu a sua virgindade, tanto da bucetinha, como do cuzinho. Alucinada de desejo, não se negou a chupar os belos pênis dos jovens e teve orgasmos que a enlouquecia com a dupla penetração. Nesse final de semana, Tatiana pouco saiu do quarto, insaciável exigindo que eles continuassem a lhe dar prazer.
- Poucos meses depois, Tati ficou grávida e os amantes, cada vez mais apaixonados, tiveram de revelar tudo a dona Madalena, pois não sabiam como saírem da enrascada. - Meus Deus do céu! - Você Tati.... É amante dos meus três filhos? Como isso pode acontecer? - Mamãe, tudo aconteceu por acaso, a gente estava sozinhos aqui em casa e ela é muito gostosinha, e aí não teve jeito...passamos a dormir com Tati. Mas nós estamos loucamente apaixonados por ela e não a queremos deixar!
- Acho que tenho um pouco de culpa, não devia ter deixado jovem tão bonita, com os meus três gaviões. Mas podem ficar sossegados, mamãe vai arrumar tudo.
E foi assim que Tatiana se tornou amante, não de Roberto, o pai, mas dos três filhos dele, os irmãos Marcelo, Henrique e Pedrinho e esta relação, continuou, agora com o conhecimento da mãe de Tati e do próprio Roberto, que não comeu a garota, mas seus filhos sim.
Os rapazes agora com 19 anos e Tati, com 21, vivem numa ala da mansão da família deles, sob a benção de Roberto, Madalena e de Zenaide, a mãe de Tatiana, que também mora lá.
Tati, feliz da vida, se sente plenamente saciada na sua fome de sexo, com os seus queridos amantes, que em grupo ou isoladamente continuam a enlouquecer de tesão.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:20 de novembro de 2014 02:09

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • kenn
    Postado porkennem8 de janeiro de 2015 13:27

    adorei seu conto... é de salivar

  • Diolinda
    Postado porDiolindaem21 de novembro de 2014 06:55

    eu sei que o certo é viver o presente, mas quero ver quando ela estiver mais velha...

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