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A Espantosa História de Lucia


Meu nome é Lucia, tenho 24 anos e sou casada com Roberto há 1 ano. Apesar dele já ter 41 anos, eu o amo profundamente. Ele foi o homem, que me abrigou e me protegeu quando cheguei, vindo do interior. Vim com a cara e a coragem tentar a sorte na cidade grande. Vivia ao lado de uma tia solteirona, minha única família. Órfão de pais e sem irmãos, fui acolhida pela tia Rosa, quando ainda tinha 12 anos.
Apesar de ser uma pessoa rude e quase sem nenhum estudo, ela me fez estudar e graças a isso, consegui completar um cursinho de secretária. Quando a tia morreu, me deixando uma pequena poupança, decidi vir morar na capital e tentar arrumar um emprego como secretária. Me hospedei numa pequena pensão e fui à luta.
Foi uma uma decepção atrás da outra. Sem nenhuma experiência, depois de 6 meses à procura de um emprego, não consegui absolutamente nada e o pior de tudo é que o meu dinheiro estava acabando. Até que o senhor Raul, a dono da pensão, disse que poderia arrumar algo para mim. Não era como secretária, mas daria para arrumar alguma grana.
Veja só, onde fui parar! Atendente num motel na periferias da cidade. Claro que eu não sabia do que se tratava. Moça do interior, com apenas 18 anos, fui na conversa do proprietário, não que fosse burra, mas, tenho de confessar, era muito imatura e inocente. Você terá a função de ficar aqui na copa, atenda aos chamados nos nossos hospedes, levando lanches e bebidas e tudo o mais que eles pedirem, se você os atender bem, vai receber muito gorjeta, que será toda sua.
Estava crente que estava trabalhando num hotel e assim pensando, comecei a trabalhar, no turno da noite, das 22 horas às 06 da manhã. Logo num dos primeiros chamados, fui atender o quarto 207. Eles pediram uma champanhe bem gelada e uma salada da camarão e lá fui eu com o carrinho, vestindo o uniforme da casa.
Uma linda mulher, bem jovem, vestindo apenas uma tanguinha que a deixava praticamente nua, mandou eu entrar e colocar o pedido sobre a mesinha do quarto. - Meu querido! o pedido já chegou. Me dê uma grana, para gratificar a moça. Minha nossa! Fiquei muda de espanto quando vi o "meu querido" sair do banheiro. Era um um homem, ainda jovem, lindo como um semi-deus, escorrendo água por todo o corpo. O detalhe era que ele estava totalmente nu. Confesso que nunca tinha visto um pênis ao vivo e a cores e ainda por cima, meio duro, com a cabeçorra lisa e brilhando.
Quando ele veio com o dinheiro da gorjeta, não consegui tirar os olhos daquela coisa linda dele e ele notou. Deu uma risadinha debochada e olhando para baixo: - Gostou do que está vendo, querida? Tremendo, peguei a nota oferecida e sem falar nada, tratei de sair do quarto.
Logo descobri onde estava trabalhando, mas como estava recebendo um bom dinheiro, não do salário, mas das gratificações, resolvi ficar e confesso, movida pela curiosidade, ao ver tantas casais se amando. Acredito que alguns, até sendo infiéis aos seus maridos e esposas. Nunca mais tive a oportunidade de ver um outro homem totalmente nu, mas muitas mulheres sim.
Até que, aproximadamente um mês depois, fui atender um pedido do quarto 403 e quando bati à porta, uma voz disse para entrar, que ela estava apenas encostada. Em pé, no meio do quarto, com as mãos na cintura, lá estava o "meu querido" da primeira noite, igualmente nu e desta vez com o membro duro como um tronco, apontando para mim.
Assustada, pensei em recuar e sair, mas a mesma jovem, totalmente pelada, fechou a porta atrás de mim e pediu, para eu levar o pedido até a mesinha. Sem ação, como uma boboca, fiz o que ela ordenou, foi quando o senti me agarrar por trás, pela cintura e aquela ferramenta dele pressionar fortemente minha bunda.
Em pânico, ia gritar, pedindo ajuda, quando a mão dele, forte como garras, tapou minha boca e o outro braço envolveu o meu pescoço. A pressão que ele fazia era muito forte e apesar de espernear, num instante fui jogada sobre a cama, com, ele por cima de mim.
Apesar de fazer muita força para tentar escapar, ele com a ajuda da jovem, em questões de poucos minutos, tinha tirado toda a minha roupa. Com a mulher segurando meus braços, percebi a dureza do membro dele, no meio de minhas nádegas, roçando meu bumbum e resvalando para a minha bucetinha. Já sem forças, quando ele retirou a mão de minha boca, consegui implorar: - Por favor não faça isso, eu sou virgem!
O meu agressor pareceu surpreso e olhou para a sua companheira. - Ela é virgem, Sara? A tal de Sara, sem nenhum comentário, meteu as mãos no meio de minhas coxas e com os dedos na minha xoxotinha, resmungou para o seu homem: - Ela é virgem sim, Antonio! Meta só na bundinha dela.
Ele a obedeceu e apesar de gritar de dor, Antonio foi lentamente entrando no meu cuzinho, também virgem. Parece que tinham muito experiência nisso, pois Sara, lambuzou o pau dele com uma espécie de creme, fazendo o mesmo com o meu buraquinho. Com ele no meio de minhas coxas, num vai e vem ritmado, eu gemia e soluçava, me sentindo toda preenchida com todo ele dentro de mim, enquanto meus seios eram esmagados pelas mão dele.
Sara, deitada ao nosso lado, o incentivava, enquanto acariciava meus rosto. Uma coisa estranha estava acontecendo comigo, a dor no meu rabinho, foi sendo substituída por uma forma de prazer, completamente desconhecida para mim. Meus gemidos de dor sumiram e tiver de fazer força para para não gemer levada pelo prazer que estava sentindo.
Antonio continuou a me sodomizar por muito tempo e me foi impossível reter o gozo que estava sentindo e passei a gemer como uma louca. Quando tudo terminou e eles me mandaram tomar um banho eu disse que não o faria e que iria dar parte deles à segurança da casa. - Não seja bobinha, querida.... tudo foi combinado com o seu gerente e ele rebebeu uma boa grana por isso.
Fiquei profundamente revoltada e saí do quarto disposta a falar com o gerente que me vendeu. Não deu em nada, o safado disse que eu trabalhando num motel, só podia esperar isso e se desse parte à polícia, os homens iriam rir da minha cara.
Voltei para a minha pensão, revoltada com o que me tinha acontecido, mas dando graças que pelo menos o tal de Antonio, não tirou a minha virgindade. Mas o certo é que o meu rabinho estava em fogo e durante todo o dia, não saí do meu quarto, tentando esquecer o acontecido. Mas a todo momento me vinha à memoria o prazer louco que senti ao ter o pau do safado no meu cuzinho. E o pior de tudo é que quando fui trocar de roupas, encontrei no bolso do meu casaquinho, um bilhetinho de Antonio e uma grana preta, equivalente ao meu salário. - Ao cuzinho mais gostoso que eu comi até hoje. Se você quiser repetir e ganhar mais uns trocados, telefone para.....
Santa misericórdia... o safado, além de me enrabar à força, ainda tinha a coragem de me dar o seu telefone, para repetir o estupro... era muita cara de pau!
Todo o esforço de procurar novo emprego foi repetido por mim, por mais dois meses, sempre com o mesmo resultado. Todo o meu dinheiro se foi e agora só me restava o suficiente para pagar a pensão por mais uma semana e nada mais. Passei comer o minimo possível, fazendo só uma refeição leve por dia.
Em total desespero, liguei para o "meu querido". Ele já tinha comido o meu rabo e pagou muito bem por isso. Eu estava disposta a dar novamente para ele, desde que ele pagasse bem e fosse só por trás.
- Senhor Antonio, aqui quem fala é a moça do motel, que você e a tua amiga a obrigaram a ter relações... está lembrado?
- Mas é lógico que sim.... a garota do cuzinho apertadinho! Se você ligou é porque gostou de dar a bunda e quer repetir a dose! É isso mesmo?
- Você é um safado e um desbocado... eu não gostei merda nenhuma, mas estou numa pior e necessito de dinheiro para me manter. Se você me pagar o mesmo valor da outra vez e jurar que só será por trás, eu topo me encontrar com você. - Tudo bem, será só na bundinha e topo lhe pagar o mesmo valor. Onde posso buscar você e quando?
Combinei tudo com ele e no dia seguinte, ele encostou o carro, por sinal, um luxuoso veículo. Depois de quase trinta minutos, já na estrada, fiquei surpresa quando ele me levou para uma churrascaria granfina.
Que todos os santos me perdoem, mas eu comi e bebi como a muito não fazia. Tirei a barriga da miséria. Na verdade eu estava quase uma semana, comendo somente um sanduíche ou um salgadinho por dia; era o que eu podia comprar.
Eu estava super nervosa com o que estava fazendo.... vendendo meu corpo por dinheiro, para poder comer e por isso abusei um pouco do vinho e quando nos levantamos para seguirmos caminho, ele teve de me amparar, senão eu tombaria, de tão tonta estava.
Pensei que Antonio me levaria para um motel e fiquei surpresa quando, depois de mais alguns quilômetros, chegamos a uma linda cabana, no meio de um terreno, cercado por altos muros de alvenaria.
Não dei muita importância ao local. O que eu queria era que fodesse a bunda, me desse o dinheiro e voltar para a minha pensão. Mas não foi nada disso que aconteceu.
Antonio me levou para um belíssimo quarto suite e sem nenhuma cerimônia, tratou de tirar a minha roupa e a dele também. Numa enorme banheira, cheia até a borda de água morninha, eu e ele, ficamos uma enormidade de tempo.
Eu não esperava nada disso e sim um simples ato sexual e nada mais. Mas o safado, sabia o que estava fazendo. Ficou me ensaboando toda e me tocando no meus lugares mais sensíveis. Fiquei toda mole, com os mamilos presos entre os seus dedos e ele me abraçando por trás, com o peito cabeludo roçando minha costa e o membro duro, pressionando minhas nádegas.
Estava num estado de excitação, como nunca pensei estar e totalmente submissa, nada fiz quando ele me virou de frente e me fez sentar sobre ele, com minhas coxas em volta de seu tronco. Nesta posição, toda aberta, senti o seu membro pressionar a minha buceta, entre os lábios. Levei um choque ao sentir o contato, não era isso que eu queria. Mas não tive forças para o impedir e quando ele me beijou, língua com língua, quase desfaleci de tanta prazer.
Lentamente, Antonio foi entrando dentro de mim e quando tocou o meu selinho, eu mesmo forcei minha bacia de encontro a ele e minha tão endeusada virgindade já era.
Não sei se foi a posição, montada sobre ele ou se foi a água morninha que cobria nossos sexos, mas o certo e que não senti quase dor nenhuma, apenas uma onda de prazer tão intensa, que depois de um momento de suspense, comecei a mexer minha cintura, fazendo com que o pau deslizasse dentro de mim em um delicioso entra e sai.
Eu era a ativa e ele, sem se movimentar, apenas me abraçava pela cintura e me devorava com um beijo louco, chupando minha língua e dando pequenas mordidas em meus lábios. Meus gemidos cada vez mais intensos, morriam na boca dele.
O meu orgasmo foi tão forte, que parecia que toda a minha energia estava concentrada em minha vagina. Cravei minhas unhas nas costas dele e soltei um berro, quando senti ele despejar dentro de mim, todo o seu gozo.
Quase desfaleci sobre ele e fiquei percebendo o membro pulsar em minhas carnes. Quase chorando me agarrei mais a ele e pedi que ficasse quieto. Por muitos minutos fiquei montada, tendo o prazer de o sentir ir amolecendo dentro de mim.
Depois desta loucura toda, deitada na macia cama, dormi como uma pedra de tão exausta estava. Ambos nus, com Antonio me abraçando, com o pau mole, tocando minhas nádegas. Eu já não era mais virgem, mas foi uma coisa tão prazerosa, que nem dei importância. Se soubesse que a fazer sexo era tão gostoso, já teria dado a buceta antes.
Acordei, com Antonio montado em minhas costas, com o pau duro, já entrando em meu cu. Apenas abri mais as coxas e o deixei agir. Já antevendo o prazer que iria sentir. Foi uma loucura, ele comeu o meu rabo até se fartar e depois voltou a invadir a minha faminta bucetinha, desta vez, com ele por cima se movimentando como um doido e eu novamente explodi em orgasmos múltiplos.
Antonio tinha um vigor impressionante e parecia que não se satisfazia nunca e, na verdade, eu também agia como uma tarada e fizéssemos sexo durante toda a noite.
Só ao amanhecer do dia seguinte, ele me levou de volta à minha pensão. Antonio era um cara de posses e além de me encher de porra, encheu a minha bolsa com uma quantia fabulosa.
Durante quase um ano, eu não necessitei mais sair em busca de emprego, pois o que Antonio me dava era mais do que suficiente para me manter. verdade que me tornei sua amante e uma vez por semana, íamos para a sua cabana.
Eu estava num outro mundo. Não me conhecia mais, fazendo sexo por dinheiro. Não era amor que tinha por ele, mais apenas uma paixão pelo prazer que ele me dava. Nosso sexo não tinha mais limites e eu lhe permiti até gozar em minha boca.
Mas tudo mudou quando engravidei e ele pagou para eu abortar. Tive uma tremenda decepção quando Antonio me apresentou a um seu amigo e exigiu que fizesse sexo com o cara. Eu o fiz, não uma vez, mais algumas vezes, Nesta época, me entreguei a muitos homens, tudo patrocinado por Antonio, que se tornou meu cafetão, só por prazer de o ser, e eu uma puta, que se vendia por dinheiro. Fiz sexo até com homens que encontrava nas ruas e que me levavam para hoteizinhos de quinta categoria, a troco de umas migalhas. Estava tão habituada a ser uma puta, que era só receber uma cantada, que eu lhes dizia o meu preço.
Fiz isso por muito tempo, até que, desiludida, resolvi terminar com Antonio e a partir deste dia, não dormir com mais nenhum homem. Consegui fazer uma poupança muito boa, vendendo o meu corpo por quase dois anos.
Queria esquecer que agora eu era apenas uma meretriz, uma pobre coitada que se perdeu na cidade grande e resolvi voltar para a minha cidadezinha. Arrumei minhas malas e parti. Mas parece que os céus queriam me castigar e na estrada, com a maioria dos passageiros dormindo, o nosso ônibus saiu do asfalto e rolou ribanceira abaixo. O fogo tomou conta do veículo e eu só acordei na cama de um hospital. Tive sorte, pois fui a única sobrevivente do trágico acidente, ficando em coma por muito tempo.
Não sei se foi sorte, pois além de perder tudo o que eu tinha, permaneci internada, as custas da empresa responsável pelo ônibus, por muitos meses.
Foi lá que conheci Roberto, um enfermeiro de meia idade, que ajudou a cuidar de mim e ficou comovido quando soube que eu não tinha nem onde cair morta, sem parentes e sem nenhum recurso.
Quando tive alta, ele propôs que fosse morar com ele e eu aceitei. Agora quase 1 ano depois estamos casados e eu aprendi o que é o verdadeiro amor. Escondo dele o meu sujo passado e quero fazer tudo para que ele seja feliz comigo.
O sexo com Roberto é calmo e muio reconfortante. Ele me respeita na cama e eu faço o mesmo. Roberto gosta de me tocar quando estou dormindo ou fingindo. Nossos jogos amorosos nos uni cada vez mais. Ele é generoso e ajuda financeiramente sua irmã, viúva com dois filhos.
Natália e os gêmeos, Anna e Pedro, são tão simpáticos como Roberto, estão passando uns dias aqui em casa. Eles residem numa cidade vizinha à nossa. Por motivos de saúde Natália teve de fazer uma série de exames e os está fazendo no hospital em que Roberto trabalha.
Fico muito tempo com os meninos, que de saída se apegaram muito a mim e eu a eles, o que me trás vontade se ser mãe e assim como Roberto, ter uma família minha a quem possa cuidar e amar. Apesar dos gêmeos serem adolescentes, pois ja fizeram 15 anos, se comportam como crianças e são muito minados pelo tio e pela mãe. Os exames em Natália não foram muitos animadores e ela necessitou ser internada para melhor avaliação. isso nos trouxe muita preocupação, mas agora sabemos que ela está sendo bem cuidada.
Esta minha necessidade, este meu anseio de ser mãe, me fez transferir todo o meu carinho para os dois e quando Roberto está de plantão, Anna e Pedro correm para a minha cama, pois estão habituados a fazer o mesmo com a mãe.
Tudo corria as mil maravilhas, eu me sentindo como se eles fossem realmente meus filhos. Quando Natália teve alta hospital e retornou para sua casa, fiquei feliz por isso, mas ao mesmo tempo triste por ter de me separar dos meninos.
Roberto sabendo disso, pediu à irmã que deixasse Pedro mais uns dias aqui em casa, para eu não me sentir tão sozinha. O garoto adorou a ideia e eu também. Mas não foi como eu esperava e tudo mudou quando em determinado noite, com Pedrinho dormindo em minha cama, bem agarradinho, como sempre fazia. Cansada da lide diária, eu dormi e acordei com algo me incomodando,. Ainda sonada, senti tocarem minha buceta, por trás, um membro rijo. Imaginei que Roberto era o autor da proeza, como sempre ele gostava de fazer.
Eu não estava completamente acordada, naquela meio cá meio lá, mais gostei , como sempre, do toque de Roberto e quase que automaticamente, empurrei minha bunda em direção dele e entreabri um pouco as coxas, tudo para facilitar a invasão de minha buceta, que estata toda lambuzada da minha tesão. Quando ele me invadiu, tive um choque, pois o membro que estava dentro de mim, não era o de Roberto. Menor e mais nervoso. Assustada despertei de vez e percebi que as mãos que seguravam os meus seios, na verdade eram de Pedrinho.
Fiquei sem ação, não sabendo o que fazer. Esperava tudo do menino, menos isso. Ele na sua inocência, pensava que eu etivesse dormindo e se movimentava atrás de mim como um tourinho no cio. Eu o sentia entrar e sair com movimentos rápidos. apesar de estar assombrada com a atitude dele e com muito medo, não sou de gelo e aos poucos minha tesão foi crescendo de modo que impenei ainda mais as nádegas em direção dele e continueir "dormindo".
Não sabia que atitude tomar, se "acordasse" e o expulsasse de minha cama, teria de contar tudo para Roberto. Mas como eu explicaria que deixei um garoto de apenas 15 anos me foder. Seria uma coisa muito difícel de se acreditar. Então resolvi deixar rolar e depois, no dia seguinte falar com o o menino.
Mas eu não contava com a minha enorme capacidade de ser facilmente levada a sentir prazer e nestes momentos eu estava navegando num redemoinho de gozo sem limites. Com o garoto todo enterrado em mim, se movimentndo cada vez mais rápido, denunciando que estava prestes a explodir, eu não resisti e passei a sincronizar meus movimento com os deles, enquanto gemia alto e escandalosamente, como era meu costume.
Quando ele finalmente gozou, derramando uma quantidade enorme de esperma no fundo de minha vagina, eu o acompanhei em um orgasmo simultâneo e incrívelmente delicioso.
Eu me revelei a ele, que de imediato teve a noção que eu gostei de ser fodida e que gozei junto com ele. - Titia querida, me desculpe... mas é que eu não resisti, dormindo tão agarradinho com a senhora e quando senti a maciez de sua bunda... eu só queria encostar, mas uma coisa leva a outra. Por favor tia, tão conte nada para o tio Roberto.
A única coisa que eu faria era isso.... eu gozei como uma louca com o sobrinho dele me comendo. Tudo aconteceu como que fosse um castigo. Um castigo do meu passado de mulher de muitos homens. E eu disse para Pedro. - Eu vou ficar quieta, não vou falar nada para o seu tio, mas quero que você não abra a boca para ninguem do que aconteceu esta noite.
- Pode deixar tia... isto ficará somente entre nós dois. Mas enquanto mantinhamos este diálogo, percebi que ele, que ainda continuava dentro de mim, com os dedos apertando meus mamilos, foi se avolumando novamente, num vigor impressionante.
Fora de mim, eu que estava deitada de lado, me deitei de bunda para cima e o garoto veio junto, só que agora seu caralho, bem grande para um menino da idade dele, roçava o meu oríficio anal, que logo se assanhou. Com voz rouca eu pedi: - Pedrinho, meu sobrinho querido... enterre o pau na bundinha da titia...por favor.
Quer todos me perdoem, mas eu não resisti ao fogoso garoto e durante o resto da noite, ele me fodeu muitas e muitas vezes e eu gozei como nunca tinha sentido coisa igual nem com Roberto, Antonio e com todos os demais caras com quem dormi. O garoto era uma máquina de foder e eu o ensinei a fazer oral e mim e morria de tanto gozar num 69 maluco, quando eu sugava dele o máximo que podia, encolhindo como uma esfomeada os fluidos que brotavam do seu maravilhoso pau.
Durante todo o tempo que Pedrinho ficou lá em casa, toda vez que Roberto estava de plantão, eu e o sobrinho dele, passávamos as noites inteiras fazendo sexo incestuoso e maravilhoso.
Quando ele foi obrigado a voltar para sua casa, eu senti muito, mas não podia dar bandeira e me consolei com o inevitável. Mas nunca mais tive sossego de espírito, eu tinha traído meu meu marido e o pior se tudo é que eu gostei do gosto do pecado e na cama com Roberto, não sentia o mesmo tesão de antes. Algo me faltava.
No início eu não sabia o que era, mas em certa ocasião, batendo pernas num shoppping, chamei a atenção se um cara, um criolo alto e forte, lindo de morrer. O sujeito era muio persistente e mesmo quando eu me esquivei dele e resovi voltar para casa, e me dirigi ao estacionamento para pegar o meu carrinho, ele me seguiu. Ele me segurou por trás e me impressou contra a porta do carro. Senti todo o seu enorme volume em minha bunda e com a maior cara de pau. - Porque você está fugindo de mim? Tens todo o jeito de quem gosta de uma piroca.
Eu poderia facilmente ter gritado e me safado dele, mas ao inves disso eu apenas lhe disse que era uma mulher casada e que ele me soltasse, pois eu queria ir embora.
- Vai embora sim, gostosa... mas é para a minha casa... eu quero comer este rabinho saliente que tens. Minha nossa! Enquanto falava ele, com as duas mãos levantou a bainha do meu vestido e eu senti o membro dele, já fora da calça, no meio de minhas coxas. tentei sair dele, mas o sujeito era muito forte e quando percebi minha calcinha estava no meio de minhas coxas e o caralho do criolo me lambendo o cuzinho e indo em direção a minha buceta.
Em não podia imaginar que pudesse ser atacada por um estuprador em pleno dia, num estacionamnerto de shopping. Senti ele me segurar pelo pescoço e ir apertando com muita força, o ar me faltou e implorei que parasse, pois estava me machucando. Porém ao vez de me soltar, ele foi apertando cada vez mais a gravata e tudo ficou escuro e eu apaguei por completo.
Quando acordei, com dores muito fortes na garganta e na cabeça, deitada numa cama de solteiro e apavorada percebi que estava nuazinha em pelo. Em pânico tentei sair da cama, foi quando senti que estava presa a ela, por uma pequna tira de couro que por meio de uma argola metálica em volta de meu pescoço, só me permijtia levantar a cabeça, alguns centimetros da cama.
O tarado tinha me sequestrado e me mantinha prisioneira dele e eu sabia o que ele queria de mim. Mas nem de leve pude antever todos os horrores que passei nos dias que fiquei com aquele doente de merda. Foram coisas que nunca mais pude esquecer para o resto de minha vida.
O pequeno lugar onde estava prisioneira tinha paredes de alvenaria, uma pequena janela, com grades de ferro e uma porta. As únicas mobilias era a cama onde estava presa, uma mesinha e duas cadeiras, mais nada.
Confesso que estava com muito medo e algum tempo depois, quando ele entrou no quarto, acompanhado de mais 3 homens, foi que fiquei realmente apavorada. Todos eram negros, cada qual mais feio do que o outro e não paravam de olhar o meu corpo desnudo. Sem nada para me cobrir, me encolhi na cama procurndo tapar com as mãos minhas intimidades.
Tremia de tanto medo e em pânico, comecei a chorar e implorar que não me fizessem mal. Eles apenas zombaram de minha agonia. - Você é muito gostosa, mulher e a gente só vai brincar um pouco com você.
Não tive tempo para mais nada, pois 2 dos negros se atiraram sobre o meu pobre corpo e como leões esfomeados, iniciaram a disputar cada pedacinho de mim. Fui mordida, arranhada, lambida. Berrei como uma louca, quando um deles enterrou o pênis em meu cu e e o outro penetrou minha vagina. A dor do duplo estupro era insuportável, mas quase morri, quando um terceiro, o criolo, colocu todo o seu enorme pau em minha boca.
Sob o ataque simultâneo dos 3 sádicos, não resisti e perdi os sentidos, tamanha era a violencia dos animais. De tempos em tempos eu recobrava a conciência e os sentia me devorando com extrema violência. Os 4 homens se revezaram no estupro coletivo e parecendo animais irracionais, me deixaratam, literalmete falando, toda arrombada.
Quando acordei, acredito que muitas horas depois, gemia num mar de dor, cada pedacinho do meu corpo era um ponto de sofrimento atroz e ainda por cima eu sentia que por dentro estava tudo rasgado.
Mesmo muito machucada, pude ouvir o que eles falavam no outro cômoda da casa. - Gente, já faturamos com o carro da putinha e com as joias dela. Agora vamos pedir dinheiro para o corno do marido... 200 mil está muito bom.
- Eu não concordo muito com esse negócio de soltar a mulherizinha a troco de dinheiro. Ela viu os nossos rostos e poderá fazar retrato falado e a gente poide se foder com isso.
- Não seja besta Sebatistião, quem falou que era será solta? É só receber o dinheiro pelo regaste e a gente a leva para um lixão e dar cabo dela.
Neste momento, ao saber que seria morta, nem medo senti. Eu estava tão arrazada, com dores atrozes por todo o corpo, que acho que morreria antes de ser assassinada.
Fiquei horas e horas, sofrendo, apenas esperando pelo momento de minha morte. O criolo e um outro entraram e ficaram olhando para mim. - Você está bem baleada mulher, mas fique calma. Meus amigos foram receber o dinheiro do teu marido e quando eles voltarem, você será libertada.
Mesmo quase sem forças, fiquei tão revoltada com o seu cinismo, que o chamei de covarde assassino, criolo nojento. Eu sei muito bem que vocês vão me matar, criolo fedido. Nem bem terminei minhas frases de revolta, recebi um soco tão violento dele, que o sangue do meu nariz partido tomou conta do meu rosto, ja tão sofrido.
No meio de meu grito de dor, pude ouvir um verdadeiro tumulto do lado de fora, muitos tiros e gritos. No pandemonhio que se formou, meu corpo foi atingido algumas vezes por tiros, vindos não sei de onde e eu não vi mais nada.
Quando acordei, não sentia mais dores e tudo estava em silêncio total. Percebi que estava ligada a muitos tubos e eu via tudo nublado. Em minha volta paredes e teto brancos e meu rosto estava coberto por uma espécie de máscara. Uma jovem se aproximou e com um lindo sorriso, me saldou. - Que boas novas, Lucia... você acordou... vou chamar o teu médico.
Eu estava em uma clínica, na UTI, onde fiquei em coma por quase 4 meses, com bem poucas esperanças de sobreviver aos meus ferimentos. Na ocasião que a policia invadiu o local do meu cativeiro, ouve intensa troca de tiros e no meio disso tudo eu fui atingida por 3 vezes. Na barriga, no peito e um de raspão em minha cabeça. Além disso, tiveram de me costurar por dentro, pois os canalhas dilaceraram meus orgãos internos e eu nunca mais poderei ser mãe.
Eu não me lembrava de nada do que tinha me acontecido, nem do meu nome e do nome do meu marido. Os médicos dizeram que o tiro na minha cabeça, causou a anmenesia, que poderia ser ou não passageira. Mas o certo é que somente um ano depois, minha memoria voltou parcialmente, pois eu só sabia que estava casada com Roberto e que meu nome era Lucia, todo o meu passado ficou enterrado.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de janeiro de 2016 03:38

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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