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A FILHA DA VIZINHA -VERSÃO COMPLETA

A FILHA DA VIZINHA -VERSÃO COMPLETA
A FILHA DA VIZINHA -VERSÃO COMPLETA

Este conto consolida as partes 1, 2 e 3, que estou reeditando agora, com alguma alterações em seu conteúdo

A FILHA DA VIZINHA - PARTE I

Meu nome é Marcelo, tenho vinte e um anos e estou no terceiro ano de engenharia elétrica. Moro com minha mãe, numa bela casa num bairro de classe média alta. Lá na faculdade sou considerado um sujeito boa pinta e as gatinhas vivem em cima de mim, porém sou um sujeito muito seletivo e gosto de escolher as minhas conquistas. Nada de ir com estas oferecidas que nos primeiros encontros já se entregam para serem fodidas.

Prefiro, na verdade, garotinhas calouras e bem recatadas; pois a arte da conquista é um dos meus passatempos preferidos e o destino me trouxe uma surpresa maravilhosa, que vou descrever para vocês, com riqueza de detalhes.

Como já sabem, moro sozinho com minha mãe, uma viúva, ainda bem jovem, proprietária de uma grande cadeia de artigos eletrônicos, herança de meu pai. Apesar de apenas desconfiar, acho que minha mãe gosta de frequentar motéis, pois ocasionalmente, já encontrei em sua bolsa, alguns folhetos e caixinhas de fósforos de alguns destes locais, bem conhecidos, por nós rapazes da faculdade. Até um pequeno caderno, com nomes e telefones de alguns caras.

Pelo visto, mamãe é muito ativa, neste seu "|ramo" de negócio. Mas como ela anda é muito atraente e chama a atenção dos homens, deixei para lá. Afinal de cotas ela é livre e não tem mais marido para a impedir de fazer o que quiser.

Se perguntarem se mexo na bolsa de mamãe, confesso que sim, vira e mexe dou uma geral nos seus pertences. Não é ciúmes dela, mas gosto de estar sempre a par de seus pequenos segredos e, isso vem desde que papai morreu, alguns anos atrás.

Ao lado de nossa casa, veio morar uma bela senhora, separada do marido e com a filha única, Estela. A coisinha mais encantadora deste mundo.

Estela é uma jovenzinha bem novinha, que ainda cursa o primeiro grau. Tímida e muito recatada, vive somente para os estudos e pelo que sei, nem namorado tem ainda. Quando a vi pela primeira vez, ajudando a mãe com a mudança, fiquei maluco e desde este momento, resolvi que ela seria minha.

Como bom vizinho, me ofereci para ajudar dona Helena, levando algumas coisinhas do carro delas para dentro de casa. Como estrategista, decidi primeiro conquistar a confiança da mãe, para mais tarde, avançar na deliciosa caça, a inocente Estela, a bichinha que se enquadrava nos meus sonhos de conquistas.

Não deu outra, dona Helena, me achou um rapaz bem-educado e cavalheiro e apreciou muito meu auxílio. Conversa vai, conversa vem, mamãe e Helena ficaram amigas, de frequentar a casa uma da outra. Eu sempre me apresentando como bom moço, passei a fazer pequenos favores para dona Helena a para a filha, que nesta altura, apesar de muito arredia, passou a confiar em mim, o vizinho prestativo e respeitador que sempre estava pronto para instalar uma tomada ou a ensinar a trabalhar no notebook que ganhou da mãe, como presente de aniversário.

Algum tempinho depois, dona Helena estava totalmente conquistada por mim e sempre que tinha oportunidade me convidada para almoçar ou jantar em sua casa, pois mamãe, para atender os negócios de nossas lojas, viajava muito e as vezes passavas alguns dias fora, em outras cidades.
Ambas, mãe e filha, nesta altura do campeonato, me consideravam um bom amigo. A incipiente Estela já me olhava com outros olhos e as vezes eu passava horas, em seu quarto, a treinando a navegar na rede com segurança.

A pedido da própria mãe, passei a ser o "professor" da garotinha, que tinha algumas dificuldades em matemática e física. O grau de confiança que conquistei das duas, era tal, que mesmo quando a mãe dela não estando em casa, eu podia frequentar o quarto de Estela, não na sua cama, como gostaria, mas em sua escrivaninha, onde estava todo o seu material de estudo e o notebook.
Nestas ocasiões, a tímida Estela ficava ficava muito nervosa, mas procurava disfarçar ao máximo este seu estado de espírito. Acho que desejando e ao mesmo tempo com medo que eu tomasse alguma iniciativa. Ela suava na maior parte do tempo, ficava com os olhos voltados para baixo, temerosa de me encarar. Tenho certeza que se eu a derrubasse sobre a cama, ela não teria forças para resistir e se entregaria.

Mas eu achava que ainda não era hora para isso. Tinha absoluta certeza que aquela jovem e inocente garotinha seria minha e não queria uma foda roubada, num momento de fraqueza dela. Eu a queria por muitas horas, me deliciando naquele corpinho maravilhoso, com ela toda entregue.
Eu não sou nenhum bobo e notei que além do certo "interesse" que despertei na garotinha, percebi que a mãe dela, dona Helena, estava doidinha por mim. Não era para menos, a fogosa mulher, ainda bem nova, 33 anos, sem trepar a muito tempo (pelo menos era o que eu achava) vendo um belo rapaz (modéstia à parte), de mais de 1,80 m. entrando e saindo de sua casa a todo momento, ficou com o rabo pegando fogo.

Mas como senhora honesta e digna, ficava só na vontade; respeitando sua nova amiga e vizinha e acima de tudo, a sua pequena filhinha, Estela.

Mas como bom "caçador" fui lentamente me insinuando para as duas, sempre sem que uma se dessa conta de minhas "aproximações" com a outra. Era um beijinho inocente no rosto, ao sair ou ao chegar, um abraço mais apertado e assim ia a coisa.

Até que numa tarde, estando a pequena no colégio, dona Helena, a quem, agora, tratava apenas de Helena, me chamou para dar uma olhada no forno elétrico, que teimava em não funcionar. Não sabia ela, que fui eu o causador da pane no seu aparelho.

La fui eu, cheio de más intenções para a casa da minha vizinha. Helena vestia apenas um short, bem justo e curto, deixando de fora, as suas belas coxas e o inicio das polpas da bunda. Enquanto mexia no forno, eu não tirava os olhos de suas pernas, propositadamente. Ela notou e já toda "entusiasmada" indagou: - O que você olha tanto, Marcelo?

- Me desculpe, " dona Helena", mas a senhora tem um par coxas lindas demais e não posso deixar de apreciar algo tão belo e delicioso! - O que é isso, garoto? Como você sabe que é delicioso, se ainda não provou?

Helena de pé, a minha frente e eu de joelhos, mexendo no forno, num relance, abracei suas coxas apalpando sua bunda com força. Ela deu um gritinho, surpresa e tentando mostrar contrariedade. - Mil perdões Helena, mais desde que a conheci, fiquei a desejando. Você é linda demais e eu estou louco para a ter.

Sem lhe dar tempo para para nada mais, assim como estava, ajoelhado entre suas pernas, de um só puxão, abaixei seu short, vindo junto a calcinha rosa, até a altura dos joelhos e cai de boca na buceta, que cheirava a mijo. Com as mãos segurando firme sua bunda, não a deixei se afastar, a puxando com força para mim.

Helena, pega de surpresa, ainda tentou se afastar, mas eu espalmei minhas mãos em suas ancas e empreguei toda a minha força, fazendo com que sua bunda carnuda viesse em direção de meu rosto.
tentando recuperar o esquilibrio, ela meio que entreabriu as pernas e neste momento minha boca e língua encontraram sua buceta. Com este contato atrevido, em alguns instantes ela parou de resistir, suspirou fundo, separou mais as pernas e agarrou minha cabeça com ambas a mãos, me puxando mais para dentro dela. Ali mesmo, no chão da cozinha, eu enlouqueci a mulher, de tanto a foder. Tarada por sexo, nos meus braços, Helena me permitiu tudo, até comer o seu apertado cuzinho e a fazer um delicioso 69. Realmente, a mulherzinha estava carente, louca por uma pica.
Confesso que, em minhas aventuras amorosas, nunca fiz sexo mais delicioso do que com Helena, mulher experiente, mas que há muito tempo, desde que o marido foi embora, nunca mais esteve com um homem.
Daí em diante, ela se entregou de corpo e alma a mim, que de olho na filhinha dela, gozava como nunca na mãe.
Foi inevitável, mamãe desconfiou do nosso caso e quando me interrogou a respeito, eu não menti e lhe disse que o nosso relacionamento era apenas sexo, sem maiores implicações. Mamãe, mulher moderna, entendeu tudo e continuou a ser amiga de Helena. A deliciosa mãe de Estela, estava cada vez mais, apaixonada por mim. Não sabia se era apenas pelo meu sexo ou se amor real.
Passando muito tempo na cama de Helena, sua filhinha nos pegou na maior transa do mundo, quando voltou da escola, fora do horário normal. Ficou muito tempo, olhando a mãe se abrindo toda para o rapaz que ela, em segredo, tanto desejava.
Pela porta entreaberta, com os olhos arregalados, viu o rapaz enterrar o pau no cu de sua mãe, que gemia como uma louca, rebolando a bunda para ele. Queria ir para o seu quarto, não ver mais aquilo, mas como um passarinho atraído pela cobra, não conseguia parar de olhar. Aos poucos foi ficando excitada e quando se sentiu toda úmida lá em baixo, despertou do transe e correu para o seu quarto, se trancando la dentro, chorando como um bebezinho.
Fingindo não saber de nada, Estela, se sentia cada vez mais atraída pelo belo rapaz, que preferiu sua mãe do que a ela. Marcelo, não tinha se esquecido dos seus desejos pela deliciosa adolescente, mas respeitando a mãe dela, não avançava em direção a garotinha.
Mas o diabo estava tramando coisas que só ele entende e, nem se passou dois meses, mamãe sabendo das dificuldades econômicas de Helena, lhe ofereceu um emprego em sua organização. Não sei bem o porquê, mas mamãe passou a gostar cada vez da nossa vizinha, mesmo sabendo que ela era minha amante, ou talvez por isso mesmo.
Daí em diante, as duas passaram a ser amigas inseparáveis, indo e vindo do escritório, sempre juntas, se tornando confidentes uma da outra. A sorte ou o diabo, me deu a oportunidade de ouvir uma destas confidencias.
Trancadas no quarto de mamãe, pude ouvir, com o ouvido colado na porta, mamãe indagar de Helena o que ela viu em mim, para estar tão doidinha pelo seu filho. - Amiga, você tem uma joia rara em casa! O pau do teu filho é enorme e ele sabe usá-lo como gente grande. Ele me enlouquece quando me fode ou quando me chupa. Ele é um autêntico garanhão. Pude escutar mamãe dar uma risadinha e em seguida, perguntar à Helena. - Ele já comeu o teu rabo?
- Muitas a e muitas vezes. Eu quando era estudante, ainda bem jovem e ainda virgem, só deixava os meus namorados entrar pela porta dos fundos e continuei com este gosto, mesmo depois de casada com Antônio, mas nenhum deles, sabe foder um cu de mulher como Marcelo faz...ele é simplesmente encantador, mete com vontade e goza como ninguém o faz. É incansável e sabe esperar o momento certo da mulher explodir, para ir junto com ela. - Nossa, amiga! Assim você me faz ficar com vontade de transar com o meu próprio filho! Veja só como estou toda molhadinha! - Amiga, um incesto com aquele homenzarão do teu filho, a ia deixar maluquinha. - Vou pensar nisso, respondeu mamãe , com um risinho, que me pareceu meio forçado
Meu queixo caiu ao ouvir mamãe falar essa barbaridade. Ia me afastar e voltar ao meu quarto, mas fiquei ouvindo as risadas das duas, não sei bem porquê. Antes tivesse ido embora, pois depois de algum tempinho de silêncio, pude ouvir mamãe e Helena, falando bem baixinho, não deu para saber o quê, pois tudo era entrecortado com longos suspiros e depois por muitos gemidos, emitido por Helena e por mamãe.
Cruz credo! As duas estavam fazendo sexo... trancadas no quarto que um dia fora de meu pai. Sai dali furioso e fui me trancar no meu quarto. Neste momento morreu o rapaz bonzinho e, cheio de raiva, decidi me vingar das duas ordinárias. Eu ia comer a filha de Helena, a jovem e inocente Estela e foderia a minha própria mãe, já que ela me desejava tanto, a puta safada, ela me teria.
A FILHA DA VIZINHA - PARTE II
Fiquei demasiadamente chocado com o que vi e resolvi que não seria mais o rapaz bonzinho, que mesmo com muita vontade de foder a garotinha, não o fazia só por respeito pelas duas sem vergonhas lesbícas. Mas decidi que agora forçaria a barra para alcançar os meus objetivos.
Passei a enlouquecer cada vez mais Helena na cama. Ela dominada pelo meu sexo, atendia a todos os meus desejos, só para não me perder, pois eu a ameçava, ou me atendia nos meus pedidos ou eu a deixaria. Ela decidiu que valia a apenas atender minhas esquisitices, do que me perder.
Exigi que passasse a morar na casa dela, como seu homem, pois queria fazer sexo com ela, sem a necessidade de esconder de sua filhinha. Helena, sem saída, aceitou minha exigencias.
Num bela note de domingo, estando todos reunidos na casa de Helena eu abri o jogo e disse em voz firme, principamente para Estela e mamãe ficarem chocadas: - Mãe, Estela... eu vou passar a morar aqui na casa de Helena. Eu a quero como minha amante e creio que vocês duas já sabem disso, portanto não deve ser surpresa para vocês. Rindo, para a surpresa garotinha, lhe disse: - Estela agora eu serei o teu padrasto.
Ela fez cara feia e saiu da sala emburrada, indo para o seu quarto. Mamãe pareceu surpresa com a minha decisão e acho que um pouco triste. Eu satírico, lhe dei um carinhoso beijinho: - Não fique triste mamãe querida, vou ficar bem pertinho da senhora e vez que outra, vou dormir com a senhora.
Helena, sem saída, passou a gostar da coisa toda, ainda mais que eu, não lhe dava nenhum descanso e fazia sexo com ela, quase todo santo dia, em qualquer lugar da casa e algumas vezes Estela nos surpreendia no ato, mas ela se retirava e ia para o seu quarto, fingindo não ver a coisa toda.
Mesmo assim, sabia que Helena e mamãe continuavam a se encontrar, pensando elas que eu e Estela não sabiamos de nada. A garotinha passou a viver num verdadeiro inferno, para a sua jovem cabecinha, vivendo no meio de tanta desvastidão, percebendo sua mãe, sem nenhum pudor, fazer sexo comigo, praticamente as suas vistas e em alguas ocasiões, escutando sua mãe e a minha mãe, gemerem como doidas, trancadas no quarto, ao lado do dela.
Eu também queria que a pobrezinha, ouvisse os gemidos da mãe, quando eu a fodia e fazia questão que o ato todo, fosse acompanhado de um escandaloso audio, principalmente com os meus gemidos e palavras obscena, sendo grosseiro e vulgar, enquanto fodia a mãe dela: - Abra este cuzinho, minha putinha... sinta o meu pau todo dentro dele..... como é gostoso. .... Que coisa de louco, você mamando o meu cacete..... engula toda a minha porra!
Eu sabia que Eestela ouvia tudo, algumas vezes com o ouvido colado na nossa porta. Eu queria deixar a virgenzinha, louca de tesão, com o libido estourando. Pelo andar da carruagem, sabia que estava conseguindo o meu intento, pois Estela passou a me olhar de um modo diferente. Mas antes de a atacar, eu pretendia castigar mamãe, fazendo sexo com ela.
Alguns dias depois, já tarde da noite, fui até minha casa e entrei no quarto de mamãe. Eu estava vestindo somente uma folgada bermuda, sem nada por baixo. Ela estava dormindo vestindo uma combinação, bem curta, deixando sua bunda aparecendo. Eu a chamei e ela abriu os olhos: - Marcelo! O que você está fazendo aqui? Descaradamente eu lhe disse que estava cansado de foder Helena e que queria um pouco de descanso. - Posso dormir com a senhora, mamãe?
- Pode sim, meu filho querido. Eu mais do que depressa apaguei a luz do quarto e fui me deitar ao seu lado, como fazia quando era pequeno. Mas desta vez, minhas intenções erm outras.
A abracei pela cintura, colando meu corpo, com a bunda dela na altura do meu pau, que meio mole, dormia sob o fino tecido de minha bermuda. Mamãe deve ter sentido a pressão do bichão em suas macias carnes, mas nada disse e se aninhou ainda mais em mim, achando tudo normal.
Logo eu estava "dormindo" ressonando suavemente em sua nuca. A senti, lentamente, ir forçando suas nádegas em minha direção, com a respiração suspensa. Não teve como, minha pica foi crescendo e e apesar das roupas, se intrometeu no meio de suas coxas. Ela respirou fundo e entreabriu um pouco as pernas e eu continuava dormindo.
Ela não resistiu ao sentir a enormidade rocar sua bundinha e não sei como, sua micro calcinha sumiu e ela iniciou a se movimentar num lento vai e vem com a bunda, como que não querendo acordar o seu filhinho pirocudo.
Para surpresa dela, eu "acordei" e sem nada dizer, apenas a apertei ainda com mais força e saquei fora o pau, ja duro como pedra. Com movimentos rapidos a fiz ficar virada de bunda para cima e montei sobre ela, a fiz abrir as coxas e sem nenhum preâmbulo, fui enterrando o caralho em seu cu. Mamãe, por nenhum momento resistiu ao meu ataque.
Ela dava leves gemido abafados, pois seu rosto estava enterrado no travesseiro. Com movimento rápidos, entrava e saia do rabo dela, apertando os seios fartos com as duas mãos enquanto lhe lambia e beijava o pescoço e os ombros.
Eu a fiz gozar somente a fodendo pelo rabo, como uma louca e depois, ainda sem nada lhe dizer, a virei de lado e a ouvi emitir um uuuuiiiii longo e profundo quando o o meu pau foi invadindo sua bucetona, de onde, um dia, eu tinha saído.
Confesso que foi uma foda deliciosa, mamãe lá dentro era quente e úmida e ela fazia controções com as paredes da vagina, massagegeando meu pau. Senti quando ela gozou e eu fui junto, despejando no fundo da vagina, uma toneladada de esperma. Com ela "uivando" como uma loba.
Sem trocarmos nenhuma palavra, eu excitado como nunca, não sei se pelo sabor do pecado ou por mamãe ser uma super fodedora, gozei muitas outras vezes, esta noite dentro dela e, loucos nos lambíamos, num 69. Mamãe, gemia, gritava alucinada de tanto gozar. Parecia uma lobo em pleno cio
Só quase ao amanhecer, depois de muitas horas navegando num incesto maravilhoso e completamente esgotados, me lavei e fui embora para a casa de Helena, deixando minha mãe, estirada sobre sua cama. com ambos sabendo que esta noite de loucura, teria muiats outras. Para mim , esta foi a melhor foda que dei em minha vida, pois minha mãe superou em muito, as fodas com Helena.
Agora, só faltava foder Estela, a deliciosa filhinha de minha vizinha , pois esta, desde o início, era o meu alvo principal. A virgem mocinha, com o libido lá em cima, estava pronta para o abate. Mas com ela, eu não queria uma simples foda. O que eu queria era deixá-la completamente apaixonada por mim e cheia de desejos pelo meu caralho. Estava na hora de iniciar o ataque.
Saí da faculdade e fui direito para casa. Sabia que Estela já tinha voltado da escola e que sua mãe estava trabalhando. Realmente ela estava em casa e para sorte minha, estava no banheiro, tomando banho. Sorratateiramente entrei em seu quarto e me escondi atrás das cortinas da janela.
Estela voltou, totalmente nua e molhada, enxugando os cabelos com uma pequena toalha. Quando vi o lindos seios da adolescente, com mamilos rosados e saliente e uma bucetinha gordinha e lisinha, meu caralho deu um pulo em minha bermuda. Quando ela se voltou e pude ver a bundinha perfeita, delicada e redondinha, fiquei maluco.
Sem me conter, tirei a bermuda e a cueca e pelado, com o pau em riste, fui em sua direção. Quando a segurei pelas costas, com as mão espalmadas apertando seus seios, Estela deu um grito, tamanho o susto que levou. Tentou se afastar de mim, mas eu a segurava com força, com os mamilos sendo alisados entre os eus dedos, usando até de um pouco de violência.
Com o pau no meio de suas coxas, ela se debatia, tentando evitar o toque abusado, mas era evidente que não teria sucesso, a diferença de tamanho entre a pequena garota e eu era enorme. Apesar de todo o esforço ela continuou colada a mim, sentindo o pau no meio de suas macia nádegas, fiquei mais excitado ainda e com grande facilidade a derrubei sobre a cama.
Gritou em desespero ao sentir todo o meu peso e com a cabeça do membro já beijando o acesso de sua pequena bucetinha e cuzinho. Sabendo que estava dominada por mim, ela com o choro, implorou que eu não a machucasse.
- Por favor Marcelo.... não faça isso comigo. Eu sou muito pequena e você vai me machucar com este teu negócio enorme... tenha pena de mimm cara. - Fique quietinha Estela.... juro que só vou fazer uns carinhos em você... nada mais.
Eu continuava com os mamilos entre os meus dedos e com a boca beijando e lambendo seu pescoço e ombros, enquanto o pau, lá embaixo, fricionava bem lentamente o acesso quente e úmido de sua deliciosa bucetinha. estela deixou de lutar e foi ficando imóvel, sentinedo todo o meu ardor se movimentando em cima dela, sobre sua bunda.
Em poucos minutos eu a senti toda mole em meus braços e soube então que tinha vencido a batalha. Estela estava em meu poder. Eu continuei a passear com a cabeça do pau na buceta apertadinha de Estela, empurrei um pouco, mas não passei do selinho protetor. Ele deu um geminho, de dor, mas eu a tranquilizei. - Estela meu amor, não fique com medo, eu só vou ficar na entradinha. Com uma incrivel força de vontade, foi o que fiz, fiquei correndo o caralho na úmida bucetinha e indo ate o acesso do cuzinho.
Com isso, Estela separou as coxas e passou a gemer baixinho, desta vez de pura tesão. Em pouco tempo, ela movimentava os quadris, sincronizando os nossos movimentos. Seus gemidos foram aumentndo de intensidade e eu senti quando ela explodiu em orgasmo, contraindo as paredes vaginais e dando um grito que ecoou em toda a casa. Só deu tempo de tirar a cabeça do pau e inundar sua bunda e costas com jato de porra. Mesmo sem a penetração total, ela poderia encravidar e eu não queria isso.
Sai de cima da menina, que respirava pesado e imóvel sobre a cama. Com a sua própria roupinha, limpei sua bunda e costas lambuzadas com o meu esperma e sem lhe dar tempo para nada, voltei a montar na garota, em posição invertida, minhas pernas sobre seus ombros e minha cabeça no meio de suas coxas, procurando a a buceta e o cu.
Abri suas coxas, o quanto pude, e sai de boca na deliciosa bundinha, lhe dando um beijo molhado no buraquinho rosado e o salivando com a ponta da língua. Estela soltou uma especie de gritinho, saindo do fundo de sua garganta e por conta própria, separarou ainda mais as pernas.
Com o sinal verde, passei a enviar a língua o mais que podia no cuzinho dela, apertado e quentinho. A garotinha soltava sons agudos, parecendo uma gatinha quando é acariciada e seu corpinho, sob o meu, com o caralho pressionando suas costas, na altura dos ombros. Substituí a língua com um dedo, fazendo massagens nas paredes que piscavam ao meu contato.
Me surpreendi, pois Estela estava gostando com os dois dedos enfiados no seu rabinho. Então decidi que estava na hora dela perder o selinho, do cuzinho, é claro. Eu já vinha preparado para esta eventualidade e de minha bermuda, tirei um pequeno potinho de creme anestesiante e com as mãos espalmadas, lambuzei todo o rabinho dela, que tremia toda ao meu contato.
Ela continuava se deliciando com os toques no seu bumbum e acho que nem percebeu quando inverti as posições e com minha pernas entre as delas, coloquei a cabeça na entradinha do seu buraquinho e lentamente fui enterrando.
Estela ao sentir suas pregas se alargando para dar lugar ao enoorme invasor, deu um grito alucinante, momento que aproveiteir para enterrar todo o resto em seu rabinho. Chorando ela pediu para eu tirar o pau, pois estava doendo muito, Mas eu apenas fiquei parado dentro do cuzinho, enquanto lhe lambia o rosto e o pescoço.
Aos poucos seu choro e lamentos foram cessando e quando ela ficou quietinha, comecei a movimentar o colosso dentro do seu cuzinho. Esstela, a virgem inocente e tímida, já não era tão virgem assim, pelo menos no rabo.
Acariciando seus mamilos e a enchendo de beijinhos, meus movimentos foram se acelerando e pude perceber, que tal como sua mãe, Estela estava gozando pelo cu.
Fiquei longo tempo enterrado na menina e esporrei por duas vezes no rabo dela e sai para o banheiro. Quando voltei ao seu quarto, Estela ainda continuava deitada com as coxas aberta e o cu arrombado parecendo uma flor.
- Estela, vá tomar um ganho e se arrumar, nossas mães não devem demorar a chegar. Outro dia a gente continua nossa brincadeira. Ela, chorando, se virou para mim e gritou: - Nunca mais, seu safado! Eu nem dei importância ao seu protesto, pois da próximo vez, já tinha decretado... seria a bucetinha dela que eu comeria.
A FILHA DA VIZINHA - PARTE III
Nas semanas seguintes, continuei a foder Helena e dei uma folga para a filha dela, mas por mais três vezes, fodi minha mãe, que enlouquecia em meus braços. Ordinário, armei uma cilada para que Helena nos visse na maior foda do mundo.
Peguei o celular de mamãe e mandei um torpedo para Helena, combinando um encontro delas, no quarto de mamãe, às 23 horas. Não deu outra, Helena com raíva de mim, que lhe disse que ia me encontrar com uns amigos, foi ao encontro de sua amante.
Quando ela entrou no quarto, deu um grito assustada, quando me viu pelado, montado no rabo de mamãe e ela gemendo como uma loba no cio. Minha mãe, tentou sair, mas eu não a deixei e continuei a socar o pau na bunda dela. Sorrindo olhei para Helena e a convidei a participar de nossa brincadeira.
Para encurtar a conversa, depois de alguns minutos de endecisão das duas, passamos a fazer a maior sacanagem a três. Com isso, passei a exigia que fosse só assim, foda comigo, só se fosse com os três e assim passou a ser.
É logico, que Estela descobriu tudo, mas ficou na dela, fingindo não saber da patifaria que rolava praticamente nas suas barbas... se ela tivesse barbas.
Mas nesta altura eu ja estava maquinando para voltar a foder a garotinha, para tirar a sua virgindade, desta vez, pelo lado certo. Observei que a garotinha, estava muita arredia com a mãe dela e com a minha, mas que comigo, dava a entender que queria mas pau no rabo.
Eu entendi o que ela queria e quando ela saiu do colégio, lá estava eu a esperando. - Nossa! O que é isso Marcelo! Você nunca veio me busca na escola!
Não perdi perdi tempo e fui direto ao assunto, para a chocar. - Sabe o que é Estela... eu estou com uma vontade danada de comer o teu rabinho novamente. - Minha nossa, Marcelo! Você é o cara mais safado que conheço no mundo... come minha mãe e a tua propria mãe e ainda que comer a filha dela!
- É isso mesmo, Estela, quero voltar a comer o teu cuzinho, igual como fizemos da outra vez e sei que você adorou dar a bunda, pois gozou bastante. - Vamos querida, eu já tenho um lugarzijnho reservado para a gente ficar a vontade, sem medo se sermos incomodados por nossas mães.
- Está bem, safado... eu vou com você, pois também não consigo tirar da cabeça aquela tarde, lá no meu quarto. Mas preste atenção é só lá atrás, a frente é tabu. - Está certo garota.. é só na budinha. É lógico que esta não era minha intenção. Hoje a coisa seria completa, na frente, atrás e se possível, até na boquinha dela.
Pegamos um taxi e a levei para um motel, o mesmo que mamãe frequentava. Estela que nunca tinha estado num, ficou maravilhada com o luxo do quarto. Sem nenhuma pressa, lhe mostrei a cama redonda, com colchão d´água, com espelho no teto, a banheira de massagens, o aparelho de televisão, que podia passar filmes pornôs, a pequena geladeira, com todo tipo de bebidas e .... bem o resto era segredo meu. Eu tinha levado uma pequena maletinha com alguns apetrechos que pensava em usar na minha garotinha gostosa.
bebendo alguns aperitivos, encomendei um filme, especialmente escolhido e deitados na cama, ja com roupas íntimas, vendo o filme, Estela arregalava os olhos, vendo a transa louca entre um casal. Depois o cara amarrava a mulher na cama e a fodia a vontade.
Incentivada pela bebida e pelo filme, foi fácil eu começar a acariciar, ela se deixou desnudar por completo e eu fiquei nu. Com a boca aberta, ela olhava admirada para o minha ferramenta. - Minha nossa! Como ele é grande, nem sei como pude aguentar esta coisa dentro de mim!
Eu a beijava e mamava os seus seios e dedilhava sua bucetinha, com toques no seus clitóris. Estela correspondia ao meus carinhos, me beijando com ardor. Com ela deitada, com muita tesão, ainda me lembrava.... só na bundinha Marcelo. - Meu docinho... antes de de te comer, vou te fazer unas carinhos e brincar um pouco com você, fazendo jogos amorosos.
Sem entender o que eu falava, ela apenas concordou e ficou surpresa quando eu prendi seus pulsos na cabeceira da cama, com algemas de couro, fazendo o mesmo com os tornozelos, a deixando com as coxas bem abertas. Antes dela fazer qualquer protesto, cai de boca na bucetinha, com a língua dentro dela. Lhe dei o maior banho de língua que podia. desde os dedos dos pés até a nuca. com especial atenção nos lábios vaginas, nos mamilos e na deliciosa boquinha. Estela revirava os olhos de tanta prazer que eu lhe estava dando, suspirando profundamente, quando o toque era no critóris.
Me deitei entre suas pernas, com o pau roçando os grandes lábios vaginais, indo de cima para baixo e ao contrário. Ela gemia louca de prazer com isso. Com a lingua enfiada dentro de sua boca, sugando sua saliva, fui enterrando o bichão em suas macias carnes. Quando sentiu o toque em seu himen, tentou protestar, porém eu abafei seu grito de dor, com a boca quase toda dentro da dela.
Com a buceta bem apertadinha, espremendo o meu pau, todo dentro dela, comecei o vai e vem como um louco. Seus gemidos, creio que de dor, morriam em minha boca. Quando o orgasmo veio, nem me preocupei em tirar fora e a deixei receber todo o meu esperma.
Passei a lamber o seu rosto e ela apenas chorava, pela perda da virgindade. Eu lambia suas lágrimas com meus lábios e só por sacanagem, lhe soprava ao pé da orelha: - Meu amorzinho,... que foda mais deliciosa, tens uma bucetinha bem apertadinha e quente como um forno. Sai de dentro dela e vi o fiozinho de sangue escorrer sobre sua coxa e manchar um pouco o caralho, com ela chorando como um bebezinho.
A deixei presa à cama e fui tomar um banho . Quando voltei, ela já tinha parado de chorar e apenas soluçava, pedidndo que eu a soltasse. - Ainda não, querida... ainda quero fazer muito amorzinho com você antes de irmos embora.
A limpei com com lenços umedecido e me posicionei entre suas coxas, com a cara bem pertinho da xoxota. Separei com os dedos os labios vaginais, forçando bastante a abertura a olhei todo o interior da caverna com as paredes muito vermelhas, creio que pela foda que acabamos de dar. - Minha nossa, Estela, tua bucetinha está bem arrombada e muito vermelha, mas vou dar um jeito nisso agora mesmo.
Forçando a abertura vaginal com os dedos, meti a língua e lambi até onde podia, sugando todos os fluidos de Estela. Agia com calma, a chupando com delicadeza, a emitação de um felino, que lambe suas feridas. Fiquei fazendo isso por muito tempo, até que senti e seus músculos se contrairem. Ela estava tendo um orgasmo e soltou um gemido baixo, tentando disfarçar. A lambi mais um pouco, agora sugando os fluidos do seu gozo.
Fui até a geladeirinha e tomei um bom gole de uísque e o ofereci a minha jovenzinha, que com um balanceio de cabeça, disse que não. Então enchi a boca com a bebida , colei a minha boca na boca inferior dela, e soprei todo o conteúdo lá dentro. Estelita deu um berro e tentou contrair a vagina, mas não pode com as pernas bem separadas pelas algemas.
Por bastata tempo, chupei o que tinha derramada nela, é certo que a maior parte se perdeu, entrando pelos canais internos, que não parava de chorava. Eu apenas, sem dar importância aos seus lamentos e pedidos que parasse, cntinuei a chupar a bucetinha deliciosa, agora com muito mais tesão, pois a sabia totalmente subjugada a mim.
Voltei a lhe um banho, de língua, é claro, e depois, para fechar a tarde com chave de ouro, voltei a foder a bucentinha da minha mulherzinha e deixei toda a minha porra, aliviar a queimação do uísque dentro dela. Já satisfeito, a soltei das algemas e a virei de bruços e enterrei o pau em seu rabo. - Você queria o meu pau no seu cu... pois aí está ele. Ela ficou impassível e nem reclamou .
Só então dei por encerrada a tarde de foda e a levei no colo para a banheira. Estela se deixou levar e banhar, quieta. A ajudei a se vestiu e partimos de volta a nossa casa, com Estela comuma cara fechada e vez que outra, soluçando, sempre de cabeça baixa. Não brigou ou me xingou em nenhum instante
Ela foi para o seu quarto e se trancou lá dentro e mesmo quando sua mãe chegou, ele não saiu, nem para o jantar. Helena, preocupada com sua filha, foi até o quarto dela, mas a garota não abriu a porta e apenas lhe disse que estava com muita dor de cabeça e que queria apenas dormir, que ela a deixasse em paz.
Este afastamemnto da garota continuou por mais alguns dias, depois tudo voltou ao normal, quase normal, pois agora, Estela, também me evitava, mas nada disse o que tinha acontecido entre nós.
Dois meses se passaram e eu nunca mais tive oportunidade com Estela, que me evitava, o máximo que podia. Eu continuava a foder as duas mulheres, nossas mães, mas com a meninota, estava na seca.
Até que certo, quando mamãe e Helena viajando a serviço, ui surpreeendido por ela, que foi até o meu quarto, quando voltou do colegio e com a maior cara de pau, tirou toda a roupa e me disse: - Marcelo, eu quero que voce me foda da mesma maneira como lá no motel, com algemas e tudo o mais.
Durante os três dias que ficamos sozinhos, nem Estela e eu saímos de casa, nem para nossos estudos. Ficamos todo o tempo só fudendo em todos os cantos da casa. Com a garotinha pedindo que eu a amarrasse e fizesse tudo nela, mesmo que doesse um pouco.
Foi o que fiz e como tinha bandeira branca dela, aproveitei e a fiz sofrer bastante, ambos envoltos numa forma de sadomasoquismo só nosso. Para meu espanto, Estela, apenas trincava os dentes e pedia mais e mais, numa espécie de sadismo que até me assustou.
É logico que eu fiz sua vontade e hoje em dia, contra a vontade de mamãe e de Helena, fomos morar juntos, no depósito de material, no terreno de minha casa, que transformei em dois ótimos cômodos e lá damos vasão a toda nossa tara.
Mamãe e Helena, não tinham moral para nos impedir e tiveram de se conformar. As duas agora, mais abertamente, dormem juntas, numa relação lesbica escancarada. Eu nunca mais fiz sexo com uma ou com a outra, Estela me bastava plenamente.
Vez que outra, escutamos, lá no nosso ninho, as duas em escandalos gemidos e gritos, quando estão praticando sexo; verdade que não ficamos atrás e Estela solta os pulmões, alucinada de gozo, quando eu a penduro pelos pulsos e enterro o caralho em seus dois buracos.
Agora, estamos maneirando as coisas e estamos indo com mais cuidados aos nossos divertimentos, pois a minha Estela está gravida, de quatro meses de um garotão, que não para de pular na barriga da mamãe.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:17 de dezembro de 2015 19:44

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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