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A HISTORIA DE AMOR DE DIANA

A HISTORIA DE AMOR DE DIANA

Resolvi contar para vocês, meus caros leitores, a história de Diana, porque acho que é muito terna e apaixonante, merecendo ser contada. Ela, agora com 25 anos, a narrou, com lagrimas a lhe escorreu pelo rosto, lagrimas de saudades.
Tudo teve início há alguns anos atrás, quando Diana tinha apenas 17 aninhos. Uma linda garota, na flor da idade, mas que encontrava tremenda dificuldade no seu dia a dia, todas de ordem familiar e financeira. Sua mãe, Bethânia, uma desmiolada, com apenas 35 anos, tinha quatros filhos. Ela, Diana e mais três meninas, todas com menos de 8 anos, suas meias-irmãs. Depois que o pai se separou, por não aguentar mais seus frequentes encontros amorosos com outros homens, Bethânia, mesmo tendo uma filha pequena para cuidar, continuou com sua vida desregrada, tendo muitos “namorados”, que costumava levar para casa. Nenhum deles durou mais de seis meses, pois mesmo tendo homem em casa, ela costumava procurar outros parceiros. O pai de Diana, Rodrigo, muito novo, na época com apenas 20 anos, não tinha condições de levar a filha para morar com ele, mas mesmo longe, sempre dava uma mesada para ajudar Bethânia, na criação da filha. Com o tempo, Rodrigo foi morar no exterior e Diana. Só tinha contato com ele, por meio das poucas cartas que recebia. Rodrigo teve muito sucesso profissional no exterior, mas precisamente no Canada, onde fixou residência em definitivo. As mesadas que mandava para a filha, foram sendo substancialmente maiores, mas Diana pouco se beneficiava disto, pois Bethânia não tinha nenhum controle em seus gastos e em casa, sempre faltava quase tudo, pois eram cinco bocas para serem alimentadas. Bethânia passou a implicar com a filha, dizendo que ela tinha de estudar de noite e arrumar um serviço qualquer durante o dia.... Que ela não podia ficar na boa vida, etc.... etc.

Tanto encheu o saco da menina, que ela resolveu, solicitar transferência para o turno da noite e tentar conseguir um emprego, mais para se livrar da lengalenga diária da mãe. Mas conseguir emprego não era tão fácil como pensou. Menor de idade, sem nenhuma experiência, não sabia nem o que procurar. Saía de casa, todos os dias, bem cedo e passava o tempo andando pela cidade, com uma ou duas folhas de classificados de jornais, onde selecionava anúncios de emprego, mas era recusada em todas as tentativas de entrevista, logo de saída. Bethânia lhe dava apenas o dinheiro necessário para o ônibus de ida e volta para casa e um pouco mais, para um lanche. Era tão pouco, para passar o dia na rua, que Diana, estava sempre com fome, e quando voltava para casa, pouco tinha para comer... apenas as sobras das pequenas e de Bethânia.

Lutadora, Diana não desistia, e continuava a sua busca infrutífera. Certo dia, pouco depois das 14 horas, cansada e com muita fome, resolveu fazer um lanche. No balcão da lanchonete, observando os preços dos salgados e doces expostos na vitrine, viu que o dinheiro que tinha, não era suficiente para quase nada. Mas teve sorte e uma coxinha de qualquer coisa, era o preço exato do que tinha na bolsinha. Faceira, foi até o caixa e fez o pagamento. Com a ficha foi até o balcão e fez o pedido, mas quando ia levando o “delicioso petisco” a boca, um desastrado qualquer, esbarrou em seu braço e pronto, lá se foi para o chão, o seu único alimento do dia. Com lágrimas nos olhos, ficou observando o salgado e, indecisa não sabia que o pegava ou não. Vendo que ninguém a estava observando, se inclinou e estendeu a mão em direção ao seu “lanche”, mas uma mão a impediu de completar o gesto. Não faça isso, menina, o chão está muito sujo! Levantou o rosto e se deparou com uma senhora. Envergonhada por ser pega em fragrante, titubeante, apenas disse, quase que num sussurro. – Eu apenas ia pegar... para colocar no cesto de lixo, com lágrimas a escorrer pelo rosto – Eu lhe pago um lanche, venha se sentar em minha mesa. Agradecida e muito abatida, Diana não teve como recusar e nesta tarde, comeu como a muito não fazia. A idosa senhora, com pena da garota, quis saber porque uma garota, tão jovem e bonita, estava com tanta fome. Diana lhe contou que tinha saído de casa a procura de emprego e que tinha “esquecido de trazer dinheiro para o almoço”. – Coitadinha! Vou lhe dar o necessário para você fazer um lanche mais tarde, antes de voltar para a tua casa. Ela aceitou a ajuda da senhora, com muita dor no coração.... Até onde tinha chegado... receber esmola para matar a fome. No fim do dia, voltou para casa com profundo desânimo.

Finalmente, depois de três semanas, conseguiu marcar uma entrevista. O classificado do jornal, dizia: “Senhor idoso, necessita de pessoa dinâmica, para todo o serviço de casa. Paga se bem. Tratar pelo telefone …” Diana não tinha telefone em casa, nem celular, mas com o pouco dinheiro que tinha, gastou em telefone público, para ligar para o número indicado. Uma voz masculina a atendeu, impaciente e grosseira foi logo falando. – Se é pelo anúncio, responda as minhas perguntas, com poucas palavras...não tenho tempo a perder. Só hoje já recebi dezenas de ligações. A bateria de perguntas, incluía nome completo, idade, experiência profissional e pretensões salariais. Diana respondeu a todas as perguntas, demonstrando nervosismo e toda a sua inocência, o que parece ter cativado o seu interlocutor, que marcou uma entrevista com a menina.

No dia e hora marcados, Diana foi ao endereço fornecido. Era um casarão enorme, pouco conservado, até parecendo saído dos filmes de terror. No enferrujado portão de acesso a um jardim abandonado, coberto de mato, a menina teve até vontade de desistir, uma espécie de calafrio, percorreu todo o seu corpinho. Além de tudo, a localização, era muito distante de sua casa, do outro lado da cidade. Gastou quase duas horas para chegar até lá. Desanimada, deu as costas e ia se retirando, quando uma voz metálica se fez ouvir. – O que você está fazendo menina? Tanto tempo gasto para vir e agora está indo embora! Você deve ser Diana? Eu a estava esperando! Ela olhou assustada para a direção de onde vinha a voz e, viu lá no alto uma câmera de vigilância, com alto-falante embutido, que girava em sua direção. – Por favor entre...entre! Imediatamente um estalido se fez ouvir e num ranger de engrenagens, o portão se abriu, tão pouco, que Diana, indecisa, teve de ficar de lado para poder passar. Em passos lentos, receosa, avançou um pouco e viu o portão se fechar atrás dela. Pronto, agora sabia que não tinha mais volta, teria de ir em frente. Por uma estreita trilha, rodeada por mato por todos os lados, foi avançando, já pensando em não mais voltar àquele lugar assustador. Faria a entrevista e alegaria qualquer motivo, para recusar o emprego. Andou mais de 30 metros, até chegar ao varandão da casa. O piso todo de madeira, rangia aos seus pés e a enorme e pesada porta, parecia dar acesso a um mundo fantasmagórico. Diana, tremendo de medo, falava com os seus botões: - Minha nossa! Este lugar é aterrorizante... vou tratar de ir embora, muito rápido, tão logo seja possível.

Como que por mágica, a porta se abriu, provavelmente acionada por algum mecanismo oculto e igualmente se fechou à sua passagem. Diana se viu num enorme salão, com pé direito, há mais de 4 metros e com parca iluminação. Nesta altura, a garota já estava quase que em pânico. –Minha nossa! Esta casa deve estar cheia de fantasmas! Vou embora agora memo....deu meia volta e tentou abrir a pesada porta...mas quem disse que conseguia! Por mais que tentasse, não teve sucesso. Assustada, foi para um canto e com as costas contra a parede, com os olhos arregalados, atentava para todos os lados... se borrando de medo.

Diana sempre foi uma menina medrosa e influenciada pelos livros de terror e de histórias de fantasmas, que tanto gostava, agora estava acreditando piamente, que aquele casarão era assobrado e que a voz ao telefone e no portão de entrada, eram de um ser do outro mundo. Seu medo era tanto, que não conseguia se mexer com o dentes batendo uns contra os outros. Por dois minutos, ficou ali, quase se mijando, de tão apavorada, com sua imaginação vendo vultos por todos os lados. Até que uma porta, do lado oposto em que se encontrava, se abriu e uma forte luz se fez presente, e do meio dela surgiu um enorme vulto. Diana, não se conteve e começou a gritar histérica. Quando a mão da criatura, pousou em seu ombro, a descarga de adrenalina foi tão forte, que ela teve uma espécie de síncope, e momentaneamente perdeu a consciência e se viu levantada do chão e carregada pelo vulto. Logo imaginou...ele a estava levando para o inferno... e aí apagou de vez.

Quando recobrou os sentidos, estava deitada em um macio sofá e um senhor de idade avançada, com cabelos todo branco, a olhava com ar de preocupação. Ele sorriu para ela, demonstrando enorme simpatia. – O que foi isso menina? Porque você ficou tão assustada com a minha casa? Sei que ela é um pouco intimidante à primeira vista, mas não é para tanto.... Você chegou a desmaiar! - É que eu pensei... pensei...que... nem sei no que pensei, Me desculpe senhor, imaginei que um fantasma estava vindo em minha direção... e.... mais uma vez, peço mil perdões! – Eu um fantasma! Quanta imaginação! Podes ter certeza... um dia poderei ser um fantasma, mas por enquanto sou tão vivo como você, brincou ele. – Mas agora, vamos tratar de negócios... achei você muito simpática e desde agora, podes se considerar contratada. – Não sei que posso aceitar, senhor... a casa é muito grande e eu não tenho nenhuma experiência. O senhor falou que era para cuidar da casa de uma pessoa idosa e dependente de cuidados especiais... e, o senhor de dependente não tem nada! Ele riu... uma risada franca e agradável...minha menina se falasse que não era tão dependente assim, você viria? É lógico que não! Mas o certo é que necessito de uma pessoa aqui, não tanto pelo serviço da casa, mas para me fazer companhia, conversar comigo, pois me sinto muito só aqui dentro. –Porque o senhor não vende e se muda daqui? – Não quero me desfazer desta casa, ela está com a minha família, a várias gerações e não quero ver ela ser destruída para dar lugar um espigão qualquer em seu lugar! - Compreendo senhor... mas é que aqui fica muito distante de minha casa e ir e vir todos os dias... fica muito difícil. – Olhe Diana, eu gostei muito de você e estou disposto a lhe pagar um salário bem generoso, se você resolver aceitar o emprego.
Quando, o senhor Lourival lhe informou quanto pretendia pagar pelos seus serviços, Diana arregalou os olhos... aquilo era duas vezes maior do que a mesada que seu pai lhe mandada e que sua mãe administrava de forma tão irresponsável. –Você poderia ficar morando aqui comigo e só ir em casa nos fins de semana.... Acredito que o que vou lhe pagar pode compensar qualquer incomodo. – Mas é que eu estudo a noite e.... - Se você aceitar minha proposta, eu a levo todas as noites no teu colégio e depois vou ter buscar. – Mas é muito incomodo para o senhor! - Não é não...eu estou disposto a fazer qualquer coisa para a ter aqui em casa, ao meu lado! – Tenho de conversar com minha mãe, não sei se ele vai concordar!

Nesta altura, impressionada com o tamanho do possível salário e com a possibilidade de ir e voltar da escola de carro, estava fazendo com que Diana, esquecesse todo o medo inicial que teve, com o aspecto tão sombrio do casarão. Mas estava com medo de ir morar com ele, um completo desconhecido e tinha certeza que sua mãe não permitiria que ela aceitasse a oferta do senhor. Sentindo que a jovem estava propensa a não aceitar sua proposta, Lourival usou de muita astúcia, para convencer a menina. – Diana, quando você nasceu, eu já tinha 60 anos, mais um pouco poderia ser seu bisavô...eu simpatizei muito com você.... Como dinheiro é uma coisa que não me faz falta vou lhe propor o seguinte; dobro o valor que lhe prometi pagar antes... Você aceita? Diana, ficou calada por quase um minuto, sem nada responder, mas sua cabeça fervilhava... a oferta era demasiadamente alta, não podia recusar! – Sim aceito, mas vou ter de convencer minha mãe. – Tudo bem, minha querida! Fico esperando, só peço que me informe, seja a resposta positiva ou negativa. Mas de qualquer jeito, vou lhe dar um pequeno adiantamento, mesmo que resolva não aceitar o emprego, não necessitas devolver nada... é como se fosse um bônus, por teres vindo até aqui!

Diana saiu dali, já não tinha medo do casarão e alegre, com muito dinheiro no bolso, voltou para a sua casa, disposta a convencer sua mãe. Teria de contar algumas mentirinhas para ela. Começou dizendo da oferta do senhor e que ele tinha 87 anos, não os 77. Falou do valor que iria receber e nesta altura o olho grande de Bethânia cresceu ainda mais. Mas Diana, mentiu mais uma vez...confessou que receberia apenas a metade do valor real....tinha certeza que falasse do valor total, ela mesma, não veria a cor do dinheiro. Queria guardar alguma coisa para o seu futuro. – Eu autorizo você trabalhar com este senhor e morar durante a semana lá, mas com uma condição... todo o mês eu quero receber o teu salário inteiro, pois afinal de contas temos muitas despesas aqui em casa... com as tuas irmãs! – Mas mamãe, eu posso ficar com um pouquinho? – Você não necessita ficar com nada, minha filha, pois afinal de contas, aqui em casa, tens casa e comida de graça e lá no teu novo serviço, também não vai necessitar de nada. Seja esperta, minha filha, já que o coroa gostou tanto de ti, veja que podes tirar dele, mais alguma coisinha. Faça um agrado nele, seja boazinha e tenho certeza que ele abrira o bolso para você. Em outras palavras, Bethânia estava instruindo a filha, a se vender por dinheiro. Nesta noite, Diana não conseguiu dormir, se sentindo profundamente abandonada, tanto pelo pai e agora pela mãe e ela que necessitava tanto de um carinho, apenas um pouco de amor. Mas tudo isso lhe foi negado, pelo destino. Nem suas meias irmãs, pareciam não gostar dela, pois sempre a tratavam com certa rispidez.

No dia seguinte, telefonou para o senhor Lourival, lhe informando que estava aceitando sua oferta de emprego. – Vou chegar aí bem mais tarde, pois tenho de arrumar minhas coisas para levar. Animado com o a resposta da garota, Lourival lhe informou que ela seria bem-vinda a qualquer momento.
Desde que o momento que foi trabalhar com o senhor Lourival, a vida de Diana, mudou completamente de rumo, pois afinal o que ela tinha realmente aceitado era: Uma linda jovem de apenas 17 anos, ir viver com um homem de 77 anos, agravado pelo fato dela ser muito inocente e ingênua, mas acima de tudo, Diana necessitava de um lugar, onde se sentir útil. Ela acreditava piamente na boa fé dele, mas o mais grave era que sua mãe, que tinha a obrigação de zelar por sua filha, só a incentivava a agir de maneira errada e isto a magoava profundamente.

Depois de 4 semanas, morando com Lourival, Diana era outra garota. Ele a cobria de atenção e carinho, a levando todas as noites para o colégio e indo busca-la. Ela estava feliz, e apagado de sua mente todas as tristezas passadas. Ganhava muitos presentes dele, como roupas, sapatos e algumas joias, apropriadas para a sua faixa etária. Numa noite, voltando da escola no carro de Lourival ela, meio sem graça: Senhor, posso lhe pedir um grande favor? Pode mim, meu anjinho, sabes que eu adoro você e lhe faço qualquer vontade! – É que eu falei para os meus colegas, que o senhor era o meu pai...não o meu patrão. – Pode sim, meu amor, mas com uma condição, de hoje em diante, você não pode me chamar de “senhor Lourival” mas apenas de papai e eu a chamarei de filha...OK! Tudo acertado, Diana transbordava de felicidade. Ela necessitava muito que alguém gostasse dela verdadeiramente, que a amasse, pois de seus pais e irmãs, não recebia nenhum carinho. Daí partindo toda a sua infelicidade e tristeza de viver.
Quando recebeu o primeiro salário, de tão feliz, não pode deixar de dar um abraço bem apertado em Lourival e o beijar na face, e ele a segurou em seus braços bem apertado. Não necessita agradecer meu amor, você sabe muito bem que eu a amo como nunca amei ninguém antes. A garota gostava se ser abraçada por ele, pois passou a ter um especial carinho pelo seu “papai”.

Quando foi até sua casa, levar o seu ordenado para Bethânia, esta recebeu o dinheiro, com enorme satisfação e vendo a felicidade a filha. – Diana você está muito diferente, esta mas disposta, bem vestida... como é.... o velhote já lhe fez algum carinho. Oh! Mamãe o que é isso! Lógico que ele me faz carinhos e eu gosto muito dele! Minha filha... você é muito esperta... deixe que ele a cubra de carinho e faça também alguns carinhos nele. Ele a cobrirá de presentes e talvez até lhe de muito dinheiro. Diana, na sua ingenuidade, não estava entendo aonde sua mãe queria chegar, com aquela estranha conversa. Mas ficou assombrada e enojada, com as falas seguintes de Bethânia, compreendendo então toda a sua falta de moral. – Minha filha, com a idade dele, não vais perder a virgindade, mas assim mesmo tome cuidado, alguns velhotes podem ficar com o membro duro, quando encontram uma virgem tão novinha como você! A vontade da garota era sair correndo dali e voltar para casa de Lourival, para o seu querido “papai”. Mas se conteve e não fez mais nenhum comentário. Na segunda-feira, ainda de madrugada, Diana se arrumou e mesmo sem se despedir da mãe, foi embora para o “seu” casarão, disposta a não mais voltar para a casa de sua “querida mãezinha”.

A única pessoa que se importava com ela, era Lourival... ele a tratava com carinho e com muito amor e ela também estava apreendendo a amá-lo. Era um amor de filha para pai, do amor de um pai que nunca teve. Mas as palavras de Bethânia, ficaram martelando em sua cabecinha. .... Alguns velhotes costumam ficar com o pau duro…Mas Lourival, afinal de contas, não era tão velho assim. É verdade que tinha, 77 anos, mas estava bem conservado. Será que ele ainda ficava duro? –Ele costumava apertar o seu corpo contra o dela e nunca sentiu nada fora do normal. Ele a amava, como afirmava, como um pai e, ela também o amava como uma filha. Será que ele gostava dela como mulher ou como filha! Não podia ser! Ele tinha 77 anos e ela apenas 17. Tinha de tirar estas ideias malucas da cabeça.

Quando chegou, Lourival a recebeu com muita alegria. – Minha filhinha querida, estava morrendo de saudades e a abraçou com entusiasmo, a cobrindo de beijos, no rosto, nos olhos e nos ombros. Ela se sentiu tão querida, que ficou toda mole nos braços deles, o abraçando também…mas em nenhum momento ela percebeu qualquer ereção da parte dele, isto apesar dela estar totalmente encostada nele, coxas contra coxas. E ficou certa que ele a amava como filha e não como mulher, sua mãe é que tinha ideias indecentes na cabeça.

Diana não voltou mais a passar os fins de semana na casa da mãe. Ela tinha comprado um celular e dera de presente para Bethânia e era por meio dele que se comunicava com a mãe. Sabendo das “minhocas” na mente dela, dava as desculpes. – O meu querido velhote tem muito ciúme de mim... me quer sempre por perto. – Filha astúcia... é isso mesmo, faças a vontade dele e é até capaz dele abrir completamente o bolso para você! Não esqueças da mamãe, filha. Quero também aproveitar da tua maré de sorte! Cada vez mais Diana foi se afastando da mãe... e o amor que tinha por ela, foi se enfraquecendo. Ela pensava ter “vendido” a filha, por pura ganância.

Cada vez mais, Diana foi se apaixonando por Lourival, mas não tinha certeza do tipo de amor que sentia por ele... se era de filha para pai ou não! O certo é que queria sempre estar ao lado dele, isto a fazia muito feliz.
Até que certa noite, depois de voltar do colégio, foi tomar banho em seu quarto e como costumava fazer, por não ver necessidade, nunca fechava a porta. Lourival, que tinha comprado um belo lanche, quando voltavam para casa, ficou impaciente com a demora dela em descer, foi até o seu quarto para saber o motivo da demora. Notando que ela ainda estava no banheiro, resolveu esperar ela sair e se sentou na cama. –Filha... eu estou aqui, esperando para o lanche... não demores muito. Mas Diana, embaixo do chuveiro, com o cabelo todo ensaboado, não ouviu o chamado dele. Contente da vida, se secou toda e cantarolando uma canção qualquer, voltou para o quarto completamente nua. Quando o viu sentado em sua cama, ficou completamente sem ação e ficou estática a olhar para o “pai”. Lourival ao ver o deslumbrante corpo da garota, também ficou extasiado ao observar tanta beleza. Diana era magnifica em sua nudez, na flor dos seus 17 anos, seios belíssimos, com mamilos intumescidos que mais pareciam dois botões em flor e com biquinhos fazendo-os ficar ainda mais arrepiados e duros, com o susto que levou.
Desculpe minha linda! Eu avisei que estava aqui... você não deve ter me ouvido.... Diana, por instantes, ficou inerte, não sabia o que fazer. Fez menção de retornar ao banheiro, completamente atrapalhada; mas foi aí que ouviu o pedido de Lourival: - Não, minha querida, não tenhas vergonha de mim e nem de te mostrar nua. Teu corpo é maravilhoso…por favor deixe eu o apreciar! Diana, que já estava de costas, indo para o banheiro, não sabe porquê... parou e lentamente foi ficando de frente para ele, fechando os olhos e com os braços caídos ao redor do corpo, se deixou apreciar. Ela não tinha nenhum medo dele, mas sim muito amor e carinho.
-Você é maravilhosa, meu amor... teu corpinho é a coisa mais linda do mundo…não tenhas receio, eu só quero contemplar tanta formosura. A jovem, se sentiu vaidosa com tantos elogios e por saber que ele estava gostando de a ver nua. Um estranho calafrio percorreu todo o seu corpo de adolescente e ela abriu os olhos e ficou vendo Lourival devorar sua nudez, percorrendo cada cantinho com olhos gulosos. Sentiu um grande prazer em se mostrar para ele, ao seu amor. Apagou de sua mente, que ele tinha 60 anos a mais do que ela. Ali estava apenas uma pessoa que a amava, lhe dava carinho e atenção e Diana necessitava muito disto tudo.
Nem sabia porque estava agindo assim e quando ele a chamou, com voz embargada: - Venha até aqui, minha querida! Diana como que hipnotizada, foi até ele e ficou em pé em frente do “papai”, que sentado na cama, estendeu os braços e pousou as mãos, levemente, na cintura da menina. Ao sentir o contato dele em sua pele, Diana tremeu e ficou toda arrepiada. Ele percebeu o tremor dela, e ficou encantado com isso. Sem falar nada, ele a puxou para a cama, fazendo com que ficasse deitada, de barriga para cima, no meio do leito. Ela se deixou conduzir docilmente, e ficou ali, com os olhos fixos nele, com a boca entreaberta, com a respiração quase suspensa, ansiosa, esperando não sabe o que.

Quando ele se curvou e beijou os seus seios, Diana deixou escapar um leve gemido de prazer... finalmente o que tanto esperava estava acontecendo... ela, finalmente seria amada por ele e, quando as mãos dele afobadas passearam carinhosamente pela pele macia, buscando cada cantinho, cada detalhe, explorando todas as possibilidades de dar e receber prazer, Diana foi transportada para um novo mundo, um mundo de prazer e amor ela relaxou por completo, se entregando de corpo e alma, ao seu querido paizinho. Lourival, louco de tesão, desceu até o recanto virgem da menina e sem poder se conter, chupou aquela carne macia, sorvendo com gula, todo o fluido que a lubrificava, ouvindo os gemidos suaves e contidos de Diana, que cruzava as coxas, prendendo no meio delas o rosto de Lourival. Enlouquecidos pelo prazer, Diana e Lourival, deram vazão a todo o enorme gozo que os dominava. E ela, a jovem virgem, de apenas 15 anos, se entregou sem reservas à Lourival, um velho de 77 anos, que até então considerava como um pai.

-Ui...Ui...Ui! Vá com calma, meu amor …, você é muito grosso e eu sou muito apertadinha... tá doendo muito! – Ela implorou no ouvido dele, enquanto suas mãos acariciavam os cabelos de Lourival. Quando ele, ignorando seu pedido, penetrou fundo o seu canal vaginal, rompendo seu selinho sagrado, ela gemeu de dor. Quando ele iniciou a movimentar o pênis, o roçar em sua apertada buceta, a fez gemer, agora, de prazer. Diana sente um espasmo percorrer todo o seu corpo e um arrepio delicioso a faz cruzar as coxas na cintura de Lourival e pela primeira vez na vida, ela tem um orgasmo, um delicioso e apaixonante orgasmo, que a faz relaxar por completo, com ele, dentro dela.
Daquele dia em diante, Diana e Lourival, passaram a viver, como amantes. Ele dominado pelo frescor e juventude da adolescente e ela, totalmente apaixonada, o queria sentir invadindo sua vagina, todas as noites. Tão louca estava, que nem se negou a ser penetrada em seu ânus, quando ele pediu.
Não tardou para que Diana perdesse toda a timidez, querendo experimentar toda forma de sexo sem limites. Lourival se deliciava com tudo aquilo. Uma jovenzinha belíssima, fodendo com tanto tesão que, chegava ser crer que tudo era apenas sua imaginação. Ele continuava a satisfazer todas as vontades de Diana, mesmo sentindo o peso da idade, mas mesmo assim, continuava.... Pois o que realmente queria era foder aquela linda menina, até que seu corpo fraquejasse. Nunca em seus longos anos de vida, amou tanto, como amava aquela menininha.... Amor de pai, amor de amante... amor de dois seres, que apesar de separados por gerações, se completavam um ao outro.
Perdia as contas de quantas vezes ela gozava em uma só noite e se surpreendia ao perceber que ainda resistia bravamente. Sentia que podia foder com ela pelo resto de sua vida e, isto durou por mais dez longosmanos, em uma união estável e cheia de amor, quando Diana, agora com 25 anos, ficou viúva. Mas agora ela tinha a quem amar, fruto do seu querido “papai”.... O pequeno Lourival, com apenas 8 aninhos.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de junho de 2014 01:06

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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