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A INJUSTIÇADA

A INJUSTIÇADA
Veronica tem apenas 15 aninhos. Uma linda garota, na flor da idade, muito estudiosa, mas que encontrava tremenda dificuldade em se relacionar com os colegas do colégio. Talvez porque, por ser tímida em excesso, ou porque sempre tirava notas excelentes em todas as provas na escola, causando ciúmes à rapaziada. Era considerada uma nerd e até como uma puxa-saco dos professores. Mas não era nada disso, o que acontecia era que por se ver excluída pelos colegas, se aproximava das professoras. Não sei se por sentirem pena do seu isolamento, elas, as professoras, gostavam muito da menina.
Mas tudo piorou para Veronica, quando alguém dedurou, para a diretora, que um grupo de alunas, estavam fumando “erva” no banheiro do colégio. Foi um bafafá tremendo, todas foram suspensas por alguns dias e seus pais foram chamados à escola. Algumas receberam severos castigos em suas casas. E adivinhem só quem levou a fama de dedo-duro? Veronica, é logico, que passou a ser perseguida pelos demais alunos. A garota ficou tão abatida, por levar a culpa de uma coisa que ela não tinha feito, que ficou uma semana inteira, sem ir à escola.
Quando retornou aos bancos escolares, soube que sua barra tinha sido limpa, por suas professoras, que em suas aulas, ponderaram aos seus alunos: Vocês estão punindo sua colega, Veronica, por algo que ela não fez – Não foi ela que alertou à diretoria sobre o que estava acontecendo no banheiro! Logo um pequeno grupo de colegas, arrependidos por a pré-julgarem, se aproximaram de Veronica. Era um grupo pequeno é verdade, apenas algumas moças e rapazes, mas já era alguma coisa, para quem, até pouco tempo atrás percebia rancor e raiva dos colegas.
A vida escolar de Veronica mudou completamente, agora ela era convidada para festinhas na casa de um ou de outro, e até ajudava alguns, quando tinham dificuldades em alguma matéria. Dona Vera e seu Pedro, os pais da jovem, estavam radiantes, com a nova fase da filha, que até namoradinho arrumou. Num feriado prolongado, sua turminha resolveu passar o fim de semana em um parque, fora dos limites da cidade. Era um local apropriado, onde costumavam ir. Eram quatro meninas e quatro rapazes e logo resolveram convidar Veronica para os acompanhar. A jovem se sentiu meio deslocada, pois era a única que não teria par. Então resolveram convidar, também, Ricardo, seu namoradinho.
Sábado, bem cedinho, a turma alegre de estudantes, partiu para o tal acampamento de fim de semana. Veronica, que nunca tinha feito tal coisa, não cabia de tanta felicidade. Todos os seus novos amigos, estavam muito gentis com ela e isso era o paraíso para a menina. Depois de rodarem por aproximadamente uma hora, por uma estrada de terra batida, os carros enveredaram por uma trilha muito estreita, os obrigando a seguirem com cuidado, até estacionarem, numa clareira, que parecia abandonada a princípio, mas logo se notou uma pequena e tosca cabana, quase escondida pelo mato. Todos saltaram dos carros e Veronica foi a única que estranhou a aparência do local, que não parecia em nada, com um terreno apropriado para um acampamento.
Ricardo se aproximou de Veronica: - Que tal minha flor, gostou do lugar? Não podendo esconder o seu desapontamento, retrucou: - Ricardo, para falar a verdade... não gostei nem um pouco! Duas da meninas, Verinha e Marlene, que ouviram o diálogo, olhando firmes para a jovem: - É melhor ir se acostumando, pois é aqui ficarás neste fim de semana todo! Veronica estranhou o tom rude empregado pelas colegas, mas não querendo ser do contra, rebateu: - Tá certo, que vocês querem ficar aqui, tudo bem para mim! – Não...você não entendeu nada, sua vaca, dedo-duro... quem vai ficar aqui, no fim de semana todo, é só você! As palavras, dita por Esther, uma ruiva, cheia de sardas, parecendo cuspir fogo, com os olhos cheios de raiva, atingiram como uma pedrada à mente de Veronica. – O que é isso gente? O que está acontecendo? Esse negócio de eu ser dedo-duro, já foi resolvido! Vocês sabem que não fui eu! – Ela se viu cercada pelos noves “amigos”, que zombeteiros, riam do seu espanto. – Foi você sim, cachorra, ordinária... achas que acreditamos na conversar mole, das tuas professoras queridinhas? Elas mentiram pra gente, só pra limpar a barra da queridinha! – Meu Deus! O que vão fazer comigo? –Nada de mais, cadelinha... vais ficar este fim de semana, dentro desta cabana, e somente domingo à tarde, quando regressarmos para casa, viremos te buscar. – Não façam isso...juro por tudo, que não fui eu! Foi o que conseguiu falar, aos prantos. Vendo que não ia convencê-los de sua inocência e disposta a não ficar sozinha naquela sinistra cabana, tratou de correr o mais que pode, em direção ao matagal que cercava o lugar. Apesar de serem nove a correrem atrás dela, o medo e o desespero, lhe deram asas nas pernas e subindo e descendo ladeiras, caiando e rolando, se viu bem longe da turma.
Toda suja e suada, com muitos arranhões pelo corpo e com as roupas rasgadas, pelos galhos; Veronica continuou a andar, sem rumo, sem ter nenhuma noção de onde estava. Só quando não teve mais condições de avançar, demasiadamente cansada, se deixou cair ao pé de uma árvore e adormeceu. Quando acordou, seu coração disparou tal o medo que sentiu. Ela estava envolvida em total escuridão, pois nem a luz da lua, conseguia atravessar as copas das árvores. Uivos e ruídos da noite se faziam ouvir e desesperada, reiniciou sua louca caminhada, agora sem nada enxergar a sua frente. Foi o bastante para ela rolar por uma ribanceira abaixo e ficar estatelada, toda doida e sem folego... em uma estrada de terra batida.
Sentindo dores por todo o corpo e com a mente em confusão total, se deixou ficar ali, sem nenhuma disposição para se mover e novamente adormeceu ou desmaiou.
Domingo, na metade da manhã, abriu os olhos e se viu envolvida em um mar de lama, que descia estrada abaixo levada pelas águas da tempestade, que fazia o dia virar noite. Com enorme esforço, ficou de pé e foi andando ou sendo empurrada, pelo forte vento, que fazia a água da chuva bater com força em suas costas. Andava poucos metros, caia e levantava novamente e assim foi, com fibra, avançando.

Os quatros pescadores, bêbados como gambá, pretendiam desistir, se lastimando pelo fim de semana perdido. Tinham saída para pescar, no sábado à tarde, mas desde logo viram que provavelmente seria tempo perdido. Já quase chegando ao rio, o tempo começou a mudar, mas assim mesmo resolveram tentar a sorte e levaram todo o equipamento para a cabana às margens do rio. Peixe que é bom...nada. Domingo pela manhã, desapontados, resolveram desistir da malfadada pescaria. Mas a tremenda tempestade que desabava, com ventos fortes e trovões e raios a riscar o céu escurecido, não aconselhava pegar estrada... seria melhor esperar a fúria da natureza passar. Sem nada a fazer, abrigados na tosca bacana, acenderam o fogão à lenha e botaram para assar, a carne, que por precação, tinham trazido. Bebendo a excelente aguardente, botavam conversa fora. – Puta merda! Esta chuva lá fora, me faz lembrar daquela “égua” que ficou aqui com a gente, ah ah ah ah ah! Ela gritava como gente grande! - Safado, me disse era só eu e você e agora aparece estes três ai! Não vou foder com vocês de jeito nenhum! Mas depois bem que gostou de receber pica em todos os buracos! –Também, Luiz, ela não tinha como escapar da gente, teve de dar a bocetinha e o cuzinho! -E aquela outra, a negra novinha! Ficou berrando todo o tempo, recebendo pau, na bunda e na boceta ao mesmo tempo…nossa fico com tesão só em pensar! – Me de cá mais um pouco desta cachaça, já que não temos mulher pra foder... o jeito é beber mesmo! – Antônio, você tá tão bêbado, que mesmo que tivesse uma gostosa aqui com a gente, ia ficar murcho como balão sem ar! ih ih ih ih ih. – Me mostre este rabão ai, Lucas, que eu meto o pau até o talo e você vai ver quem é “balão murcho”. – Sai de lá, negrão! Não jogo neste time, não!
João, tropeçando nos próprios pês, foi olhar, pela janelinha, a força do chuvarada e pensou ter visto um vulto cambaleando, vindo em direção da cabana. – Que perda é essa! Exclamou sobressaltado, não pode ser! Logo os companheiros, se viraram para ele: - O que foi João? Tem algum fantasma ai fora? - Fantasma não... mas vocês não vão acreditar! Tem uma mulher vindo pra cá! – Tá doido cara! Estais a tanto tempo sem trepar, que vês mulher por todo canto! João sem ligar para os comentários dos amigos, abre a porta e avista, a poucos passos... um vulto de mulher, que mais parecia um verdadeiro “fantasma” tal o estado lastimável que se encontrava. Atrás dele, os 3 amigos, olhavam apalermados para...Veronica, que sem emitir um único som, desabou aos seus pés.

Ricardo, Verinha, Esther e Marlene e os outros cinco estudantes, não conseguiram encontrar Veronica, por mais que procurassem. Se dividiram em grupo de três e munidos de lanternas, passaram quase toda a noite a procura da fujona. Só quando já cansados e com uma tempestade ameaçando chegar, é que desistiram da busca. Amontoados na pequena cabana: - E agora o vamos fazer? Ela está lá fora, no meio desta merda de tempestade! Não conhece nada desta região... deve estar ferida ou.... Não seja pessimista Marlene, com esta chuva toda ela deve estar voltando para cá! Contestou Ricardo. – Tenho uma ideia, pessoal! – Vamos acender os faróis dos três carros em direção ao matagal... ela mesmo ao longe vai ver e voltar. Entraram nos veículos e passaram a noite lá dentro, com todos os faróis ligados, varrendo a cortina de água que tomava conta de tudo, com a esperança de verem o retorno de Veronica, mas o domingo chegou e nada...somente o barulho da tempestade reinava soberano. Com a chuva caindo sem parar por todo o domingo, resolveram dar por finda a busca por Veronica, tremendamente assustados e se lamentando da burrada que tinham feito. – Vamos ter de alertar o pessoal, o corpo de bombeiros, a polícia... alguma coisa tem de ser feita...Meu Deus, porquê tínhamos de fazer esta coisa com ela? – A ideia foi sua Esther! – Não queira botar a culpa em mim sozinha... todos concordamos em dar uma lição nela... todos somos culpados. – Não adianta nos lamentarmos agora... a burrada já foi feita. Não vamos falar nada disso. Vamos falar que paramos aqui para descansar um pouco e que Veronica se afastou um pouco e que se perdeu, nós a procuramos por todo o tempo e não conseguimos encontrar.... Esta será a nossa versão.
Na segunda-feira, um verdadeiro batalhão, de bombeiros, policiais e voluntários, se empenhavam ao máximo, para encontrar a jovem estudante perdida na mata. Era gente que não acabava mais, das duas cidades vizinhas. Até mesmo, quase a totalidade dos alunos da escola, se empenharam nas buscas.... Alguns com uma tremenda dor na consciência. As buscas partiram da cabana escondida no matagal e se estenderam por toda a região. Até uma cabana à beira do rio, foi visitada, onde quatro pescadores, solícitos, também se ofereceram para ajudar nas buscas.
Depois de uma semana, somente um pequeno grupo de bombeiros, ainda fazia a busca...mas somente para constar, pois já tinham perdido as esperanças de encontrar a jovenzinha. Na escola de Veronica, um grande reboliço estava acontecendo. Um aluno, extremamente introvertido, que vivia pelos cantos, se recusando a interagir com a vida escolar, em pleno recreio, se intrometeu no meio da turma e aos prantos, muito nervoso.... Confessou que foi ele que dedurou as “fumantes” para a diretora e não Veronica. Com o desaparecimento tão trágico da jovem, sua consciência não o deixava em paz. O pátio inteiro ficou estático, e em vez de revolta contra o delator, cada um dos alunos, foi para o seu canto...remoendo os seus próprios remorsos.

Os quatros pescadores, ficaram parados, sem acreditar no que estavam vendo. – Um anjinho loiro caiu do céu aos seus pés.... É verdade que um anjo em péssimas condições... mas era uma coisinha de louco. Rapidamente resolveram a levar para dentro e a deitaram em um dos estrado, que faziam as vezes de cama. – Já viram coisa mais linda... está carinha, esta boquinha redondinha...como será que ela veio parar aqui, e neste estado! Suas roupas sujas e resgadas atestam que ela ficou perdida por muito tempo nesta montanha. Quem será? O que aconteceu com ela? – Lucas logo falou? – Vai ver ela veio pro mato com o namorado e ele queria foder e ela não deixou... e o cara a deixou e foi embora! –Não sejas burro, não está vendo que ela é quase uma criança. – É pode ser até uma criança... mas que tem um corpinho delicioso, tem mesmo! – Gente, vamos ser bonzinhos e tratar a nossa princesinha como ela merece... Estas roupas sujas, rasgadas e molhadas vão fazer com que ela fique “dodói”. – Então o que estamos esperando, vamos descascar essa lindeza e ver o que está por baixo desta sujeira toda!
Em seguida, como aves de rapina, desnudaram por completo a jovem inconsciente. De boca aberta ficaram mudo ao verem tanta beleza: - Como é linda, cara! Olhem esse corpinho... este par de coxas, branquinhas e roliças e a boca, lábios carnudos... até parecem prontos para chupar um caralho. Eles mal se continham de tanta excitação. João enlouquecido ao ver o corpo da deliciosa garota: - Olhem só a bocetinha dela... gordinha, quase sem pelo nenhum; me perdoem pessoal, mas quero ver uma coisa... e sob o olhar dos demais, afastou as coxas de Veronica e enfiou o dedo indicador no meio dos grandes lábios. – Que presente dos deuses, pessoal! Ela é virgem! Vamos ter foda por muito tempo!
Antônio, um pouco mais ajuizado, ponderou: - Tomem cuidados, pessoal! Ela é quase uma criança e pelo jeito e pelas roupas que estava vestindo, deve ser de alguma escola. Se estava perdida, uma multidão deve estar a procura dela! E se a encontrarem aqui com a gente! Vamos ser linchados! – Você tem razão Antônio, ela deve estar perdida...mas eu acho que não podemos abrir mão desta coisinha tão gostosa. Ela veio cair em nossas mãos por conta próprio, ao contrário das outras vezes, em que usamos de força, para trazer as garotas até aqui. – Vocês dois tem razão, mas eu também quero provar esta garotinha... a vendo assim como está! Toda abertinha... tenho fome! – Vamos fazer o seguinte. Vamos encher a belezinha de cachaça... ela tão novinha, vai ficar numa carraspana tremenda, incapaz de nos dedurar depois. Amanhã ou depois, se alguém vier bisbilhotar por aqui, nós a escondemos naquele alçapão ali atrás da cabana, onde guardamos os nossos brinquedinhos, que usamos nas garotas que “consumimos”. Podemos usar e abusar a vontade desta mocinha, e ninguém vai ficar sabendo de nada. Como é linda, cara! olha que corpo e os peitinhos, parecem dois mamões pequenos, cabem inteirinhos em minha boca! - Cara... veja... este par de coxas deliciosas roliças e macias...... Ah! Vou morrer de tanto gozar! Parece um anjo...boca, lábios carnudos!
Veronica nua, estirada na cama, com as coxas separadas, deixava bem exposta a linda bocetinha, bem fechadinha e quase sem nenhum pelo. Os tarados não se continham com tanta excitação, demonstrando isso por meio dos caralhos, fazendo enorme volume dentro de suas calças. Mas no meio de tantos canalhas, sempre tem um que é “menos” canalha, menos safado, e este era Lucas: - João meteu o dedo nela e viu que ela é virgem, deve no máximo 15 ou 16 anos, todos nós temos filhas, com mais idade do que essa aí...pensa bem no que querem fazer, com a coitada.... E se fosse uma das nossas filha? Os safados ficaram parados, olhando para a jovem pelada, toda aberta, com a fenda só esperando para ser invadida. – Lucas, é tentação de mais, não vamos resistir! – Amigos, eu também, mal consigo resistir... mas vamos ser bonzinhos com ela.... Vamos chupar, lamber, morder.... Menos tirar a virgindade dela... depois de alguns dias nos a libertamos e ele vai poder seguir a sua vidinha, sem maiores traumas. E nós vamos ficar com a consciência tranquila. Depois de muita discursão, entraram em acordo e resolveram seguir os conselhos de Lucas...não mais iam enfiar os caralhos na grutinha de Veronica. Mas João fez questão de lembrar, ele não tinha filha mulher, só três machos, todos já seguindo o seu destino na vida.

Veronica, aos pouquinhos foi abrindo os olhos e se viu deitada, numa espécie de estrado ou cama, não estava mais sentindo frio. A penumbro do local, a luz de velas, não a deixava distinguir bem os vultos em sua volta. Sua cabeça estava muito confusa e seu corpo doía muito e ela estava com muita sede e fome. Só conseguia pensar: Meus Deus, eles me acharam... o que querem comigo... tenho de os convencer que não fui eu. Mas quando abriu a boca, só conseguiu murmurar, entre gemidos: - água, por favor água! Os sujeitos, assustados se entreolharam, pois não esperavam que a jovem voltasse de seu desmaio tão cedo. Como que combinassem, foram apagando as quatro velas acessas, só deixando uma, no canto oposto da cama. Você quer beber, garota? Tome beba tudo desta caneca! Sentiu que lhe levaram à boca uma caneca e sentiu que não era água, mas quase álcool puro, tentou cuspir, pois aquela coisa a estava queimando por dentro, mas muitas mãos seguraram sua rosto, fazendo enorme pressão, a obrigaram a beber todo o conteúdo da caneca. Engasgou diversas vezes e quando pensou que estava livre, outra caneca... e tudo se repetiu.
A garota, sentiu que tudo estava rodando em sua volta, não pode ver direito o que acontecia ao redor, só uma sensação de quentura em seu corpo todo e muito lentamente, foi sentindo uma sensação gostosa no meio de suas coxas, uma coceira deliciosa lá na sua bucetinha... Que coisa agradável, tão bom, que foi afastando as pernas, sentindo enorme prazer, ao mesmo tempo que alguma coisa grossa e quente estava entrando entre os seus lábios... parecia carne... ela estava com fome, mas não conseguia morder aquele negócio, que entrava e saía de sua boca.
Veronica não pode sentir mais, pois os infelizes a fizeram bebe meia garrafa de aguardente, e ela apagou por completo. Foi até bom assim, pois não pode sentir a barbaridade e a brutalidade que seu corpinho sofreu nas mãos dos tarados. Eles usaram a garota, por mais de 10 horas seguidas, num revezamento macabro, as vezes até dois ao mesmo tempo. Só saíram de cima de Veronica, quando um, que estava de “folga”, avisou: - Pessoal, tem uma turma chegando, provavelmente procurando a nossa garota! Foi uma açodamento danado, rapidamente fizeram a infeliz beber mais uma caneca de aguardente e a puxaram, mesmo nua como estava, para os fundos da cabana e a jogaram dentro de um buraco, toscamente aberto no terreno, jogaram os restos das roupas de Veronica lá dentro e depois foram atender à patrulha de bombeiros. –Boa tarde senhores, estamos fazendo busca por esta região, a procura de uma estudante que se perdeu por estas bancas. – Que coisa triste! Podemos ajudar em alguma coisa. – Não será necessário, tem um verdadeiro batalhão fuçando por toda a área, vamos encontrar a menina, mais cedo ou mais tarde. Fiquem com esse retrato da jovem e fiquem atento, qualquer coisa comuniquem ao nosso quartel. Podem deixar, tenente, também vamos dar umas olhadas aqui por perto, pode contar com a nossa ajuda.
Alguns minutos depois, o quarteto, sentado em alguns troncos do lado de fora da cabana, comentava. – Puta que pariu, quase fomos pegos de surpresa... a garota nos fez descuidados! Ouviram o que ele falou... um verdadeiro batalhão está procurando por ela. O que vamos fazer? A coisa pode ficar feia pra gente! – Vamos soltar esta merdinha no meio do mato e voltarmos para nossas casas.... Já a usamos a vontade. Luiz que estava com a foto de Veronica na mão, silenciou os outros, com o comentário: - Vejam só que beleza é esta garota, o nome dela é Veronica e tem 15 anos e..... Que merda.... Ela e aluna do mesmo colégio das nossas meninas...é colegas delas! – A melhor coisa a fazer é libertar a putinha e irmos embora. Gente, não podemos sair por ai com ela na camionete, a qualquer momento podemos ser parados pelos caras! Temos de esperar alguns dias, até tudo ficar mais calmo. Não podemos ficar aqui tanto tempo, temos nossas famílias e nossos empregos, ponderou Antônio. Longos minutos de silencio e depois Luiz apareceu com uma ideia. – Já sei... você João será a nossa salvação.... És o único solteiro e que trabalhas por conta próprio, em seu estúdio de fazer manequins! – Tome cuidado, cara, eu não faço manequins, eu faço é bonecos de cera para os museus...um verdadeiro artista.... Um dos melhores.... Portanto tenhas mais respeito comigo, seu bundão! – Ta certo, me desculpe... mas minha ideia é a seguinte: - Vamos todos embora, na camionete, João nos deixa em nossas casas e depois retorna... fica o tempo que quiser aqui e quando tudo estiver calmo, ele solta a garota e pronto... tudo volta ao normal. João concordou com o plano de Luiz...mas só tem uma coisa cara! Se a garota acorda e começa a berrar como uma doida...é bem capaz de chamar a atenção de alguém e ai, estamos todos fodidos! – Este caso eu resolvo...deixem comigo! O que vai fazer Lucas? Vou amarrar e amordaçar a menina... nisso eu sou muito bom, na minha juventude, costumava amarrar minhas minas, e lhes garanto...elas gostavam muito. Lucas foi até o buraco e retirou lá do fundo o corpinho de Veronica e com auxílio de linhas de pesca amarrou os braços e pernas da garota e fez uma bola com a calcinha dela e a introduziu na sua boca, rasgou o vestidinho em tiras em passou pelas algumas pela nuca de Veronica de modo que ela não pudesse cuspir a mordaça improvisada. Pronto minha bela... assim você mesmo que acorde, não poderá fazer nada, a não ser esperar a volta de João. Antes de jogar a menina de volta no poço, Lucas ainda deu uma pequena mordida nos mamilos. Esta é a minha despedida de você...nunca mais vou me esquecer das chupadas nesta boceta deliciosa e nesses peitinhos apetitosos.
Veronica, foi despertando aos poucos, sua cabeça doía muito e sentia ânsia de vômitos, seu estomago estava todo “bagunçado”. Estava com muito frio e não podia se mover e alguma coisa estava em sua boca. Muito lentamente foi tendo percepção de tudo e percebeu que estava toda amarrada e amordaçada, com um pano enfiado na boca. Tentou de mexer e olhar alguma coisa em volta, mas o lugar era muito apertado e úmido, foi quando pode notar que estava nua e enterrada vida. –Meu Deus...porque estão fazendo isso comigo! – Ajude-me senhor... eu não quero morrer. Tomada por inteiro por pavor, sem nem poder pedir socorro... apenas tentava rezar, mas em pânico nem isso estava conseguindo e as horas foram passando e um torpor foi tomando conta do seu corpinho e uma resignação, sua alma. Sabia que estava morrendo e que aquela seria a sua cova.... Só não atinava o porquê de estar sendo tão terrivelmente castigada.

Vinte horas depois, João estava de volta à cabana. Na ida encontraram muitas patrulhas e até deram carona para alguns colegas de Veronica, que também participavas das buscas. O mais irônico de tudo foi que eles deram carona para as próprias filhas. Com efeito…Esther e Verinha eram filhas de Lucas e Marlene, de Luiz. Quando João chegou a cabana, foi até o buraco e escutou alguns sons, parecendo gemidos, Apurou mais o ouvido e de fato, Veronica tinha acordado e mesmo com a mordaça, tentava emitir alguns sons. – Que merda! se ela está acordada, pode me reconhecer e depois complicar minha vida! – Como vou fazer? João foi até a cabana, de uma fronha velha, fez uma espécie de máscara e a enviou na cabeça e achando que estava pronto para enfrentar a garota, foi até o buraco e a puxou para fora.
Veronica, sentiu que estava sendo retirada do buraco, e deu graças a Deus, pois viu que não era nenhum dos garotos da escola.... Ela estava com muito medo deles! Era um homem que a estava salvando... mas que coisa mais estranha...ele estava com o rosto encoberto por uma máscara de pano! – Que droga era aquela?
João levou a estudante para a cabana, a colocando sobre a cama e ficou olhando o corpo despido, todo sujo de terra. Veronica, ao perceber que estaca nua, amarrada e amordaçada e que o cara não a libertava, entrou em pânico, percebendo, então, que não foram os seus colegas de escolas, que a tinham colocado naquele maldito buraco, mas sim, este sujeito. Aterrorizada, começou a gritar por socorro. João tinha que a calar, a garota gritava histérica, tão alto que poderia ser ouvida à distância. Assustado, sem saber o que fazer, ele deu uma tremenda bofetada na jovem, que com a violência, perdeu os sentidos. Quando acordou, estava amarrada à cama, com braços e pernas, em forma de cruz. O homem, com um pano limpava o sangue que escorria de seu nariz.
Em choque, olhava o mascarado, estampando no rosto, todo o horror que a dominava. – Jovem se você voltar a gritar novamente, vou lhe bater com mais força e a amordaçar novamente. Você compreendeu tudo? – Chorando a jovem, implorava por piedade. João passava as mãos pelos seios de Veronica, ela não reagia, nem podia imobilizada como estava. Mas pedia para não lhe fazer mal, rindo da angústia da jovem, ele apenas respondia: - Podes deixar, minha querida, se eu que quisesse tirar a tua virgindade, já o teria feio a muito tempo. Sei que você se chama Veronica, tem 15 anos e estuda numa escola da cidade. Que se perdeu dos seus colegas, quando iam acampar. Todo mundo está a tua procura, mas depois de 10 dias, todos estão achando que você não será mais encontrada, pelo menos com vida.
Veronica ouvia tudo aquilo, com enorme estupefacção... 10 dias.... Como pode? Ela não tinha noção de como tinha passado tantos dias!
João sabia muito bem, que a maior parte deste tempo ela estava bêbada como um gambá.... Sendo usada por ele e pelos seus amigos. Mas ele não estava satisfeito…Queria comer aquela bocetinha virgem e derrapar seu esperma bem no fundo da grutinha dela. Agora que estava sozinho com ela, não ia perder a ocasião. Ia “papar” aquela coisinha deliciosa, por muitos e muitos dias. Depois, pensaria no destino que daria à garota. Já que ela estava “sumida” a tanto tempo, porque não ficar para sempre assim? Podia cavar um outro buraco e a deixar dormir o sono dos justos dentro dele. Aos seus amigos, diria que fez como o combinado... que soltou a garota na floresta e se ela não foi encontrada, a culpa não era dele.
O destino de Veronica estava selado, prisioneira, numa cabana, no meio da floresta, nua e amarrada; prestes a ser violentada por um sádico homicida, que depois de a deflorar, pretendia a enterrar em qualquer cova no matagal. Este seria o fim da inocente e cândida mocinha, se o seu anjo da guarda, não a socorresse.
A última equipe de busca, três abnegados bombeiros, estavam desistindo, quando Pedro, pediu aos colegas: - gente, vamos fazer uma última tentativa.... A cabana dos quatro pescadores, não fica muito longe daqui... vamos até lá, talvez eles nos possam dar algumas informações?
Quando se aproximavam da cabana, viram que a camionete dos pescadores ao lado da choupana, mas tudo estava em silêncio. Eles devem estar pescando lá no rio... vamos até lá! Mas quando estavam se afastando...escutaram choradeira e gritos abafados... e pedidos de socorro de... uma mulher! Como que por instinto, habituados que estavam a agir em pedidos de ajuda, invadiram a cabana e o que viram os chocou enormemente.
João com o rosto transfigurado pelo desejo, tirou a máscara e toda a roupa, se revelando para a infeliz moça, que apavorada, gritou por socorro, quando ele se atirou por cima dela e mordendo os seios com extrema violência, estava forçando o pênis entre os grandes lábios da virgem vagina. Três pares de possantes mãos, o arrancaram de cima da jovem e João foi “moído” de pancada pelos três homens da equipe de “Busca e Salvamento”
Dois meses depois, Veronica, completamente recuperada de “suas aventuras”, retornava à escola, sendo recebida com enorme carinho por todos os seus colegas. Alguns profundamente envergonhados, com o que fizeram com ela, ainda mais sabendo que ela, ficou calada, com referência ao “castigo” que queriam lhe aplicar, injustamente, em tese, a principal causa de todo o sofrimento que passou.

Luiz, Antonio e Lucas, respondem por seus crimes, pois foram todos desmascarados, pois João, para não pagar sozinho por tudo, os “dedurou” à justiça.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:11 de junho de 2014 02:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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