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A Maldita Semana de cativeiro


Meu nome e Diana, tenho 21 anos e estou noiva de Daniel, com casamento marcado para daqui há 6 meses. Eu o amo muito, mas nesta noite, estou super furiosa com ele e saí do motel, botando fogo pelas narinas. Fazia pouco mais de uma semana, que eu não transava com ele, pois Daniel tinha viajado a serviço da empresa onde trabalha. Quando saí da academia, onde pratico judô, ele me telefonou, dizendo que estava chegando à cidade e que iria direto para o "nosso" motel, sem mesmo passar em sua casa. - Diana, eu estou louco para te foder. Eu logo fiquei acessa, pois também estava com muita vontade.
Combinamos de nos encontrar, no pátio do motel, sincronizamos e nossos carros chegaram quase juntos. Foi uma coisa de louco, nunca gozei tanto como nesta noite. Eu nunca gostei de sexo anal, mas Daniel insistiu tanto, quase que implorou, dizendo que iria ser bem carinhoso e que não iria doer nada e se eu pedisse, ele pararia. Mas não foi o que aconteceu. Ele tem um pau enorme e conforme foi entrando no meu cuzinho, a dor que senti foi terrível. Gemendo, pedi para ele parar, que eu não estava aguentando.
Mas Daniel, parecia um possesso e acho que nem escutou os meus protestos. Deitado sobre minha costa, com as coxas no meio das minhas e espalmando meios seios, ele enterrou todo o seu membro em mim e ficou subindo e descendo. Ele ficou muito tempo dentro de mim e apesar dos meus gemidos de dor, continuou até esporrar no meu cu.
Quando ele tirou o pau, eu o insultei e corri par o banheiro, com forte vontade de cagar. Fiquei muito tempo sentada no vaso e depois entrei no box e fiquei em baixo do chuveiro, até que Daniel veio e me levou para a cama. Pediu muitas desculpas e me beijando o corpo todo, disse que na primeira vez era assim mesmo, que depois eu ia me acostumar.
Com os carinhos e lambidas em minha buceta, logo fiquei doidona novamente e ele, esperto, me virou de bunda para cima e a língua passou a se alternar nos meus dois buraquinhos. Gemi, agora, de prazer e abri mais as pernas e gozei com ele enfiando a língua em meu rabo.
Daniel, parecia para um louco taradão e isso me contagiou, mas quando ele montou em mim, se posicionando para me enrrabar novamente, eu me virei rápida e lhe disse que no meu cuzinho, nunca mais. Ele ficou irritado e foi aí que a coisa fedeu.
Com a maior cara de pau, ele se atreveu a me pedir: - Diana, querida, já que você não quer na bundinha, deixe eu fazer sexo oral em você? - Nossa, que nojo! Ele queria que eu chupasse o pau dele? O que ele pensava que eu era? Uma qualquer, uma rameira?
Fiquei furiosa com ele e todo meu tesão sumiu como por encanto. Revoltada, arranquei o anel e o joguei na cara dele. - Daniel, nosso noivado está desfeito.... Não me procure nunca mais. Estava com tanta raiva dele, que em questão de um minuto me vesti e sai do quarto, batendo a porta com estrondo e indo direto para o estacionamento, não dando nem tempo para o encarregado se manifestar, saí cantando pneus. Super nervosa, quase bati num carro que estava chegando.
Sabia que ele viria atrás de mim e então decidi seguir por um caminho alternativo, indo em direção contrária ao centro da cidade, para alguns quilômetros adiante, entrar num atalho e então pegar uma outra avenida e seguir até minha casa.
Este foi o meu erro. Aborrecida como estava, não observei quer já tinha ultrapassado em muito o acesso ao atalho. Agora estava como que perdida, numa área desconhecida para mim. Fiquei com um pouco de medo. Onde estava era um local muito deserto, numa estradinha de terra batida, cercada de muitas árvores e matos. Já passava da meia-noite e por precaução resolvi fazer o retorno, para encontrar o meu atalho. Manobrando o meu carrinho com muito cuidado, pois não havia muito espaço na estreita estrada, percebi ao longe os faróis de um outro carro, vindo em sentido contrário. Acelerei a manobra para deixar pista livre para o outro veículo.
O veículo vinha com faróis alto, atrapalhando minha visão e ainda por cima ocupava o centro da estradinha. Fui obrigada a quase parar e por pouco não encostar nas árvores à direita. A viatura, pude observar, um caro preto, parou ao lado do meu e uma possante lanterna foi focada em minha direção.
Meu coração disparou quando ouvi, os comentários dos ocupantes. - Vejam só! É uma branquela sozinha a esta hora, na nossa área. Ei... putinha, venha fazer companhia pra nós! Faz tempo que não provamos uma bucetinha de puta loira.
Não esperei por mais nada, pisei fundo no acelerador e saí dali a toda velocidade. Sabia que o carro deles não era páreo para o meu carrão e respirei aliviada. Vi os faróis, acelerando atrás de mim e pisei mais fundo. Aí foi aquela merda; escutei muitos tiros e a janela se espatifar sob o impacto. O estouro do pneu direito traseiro quase ao mesmo tempo, me fez perder o controle da direção e o carro capotou muitas vezes, até para de rodas para cima.
O cinto me segurou e fiquei totalmente atordoada, com as pernas presas sob as ferragens, no momento senti muita dor, e pânico total, com medo do carro pegar fogo e com pavor, vendo os homens se aproximarem e me focando com a lanterna.
- Ela está viva... parece que não se machucou muito, mas está com as pernas presas pelo banco. Via tudo em duplicata e consegui escutar os comentários deles. - Putinha safada! Este carrão ia nos dar uma boa grana, agora não passa de sucata. Vamos ver o que ela tem de valor e tirar alguma coisa do carro.
Os filhos da puta, não se preocuparam em me livrar e apenas pegaram a minha bolsa, e mesmo estando presa pelas pernas, eles tiraram os meus brincos, o relógio e a pulseira. Eu tinha pouco dinheiro na bolsa, cartões bancários e o meu celular. Eles revistaram e resolveram levar toda a bolsa. Depois por muitos minutos eles tiraram o rádio, o GPS e o pneus que ainda estavam bons.
Deus do céu! Pelo papo deles, pelo que pude entender, achava que depois de depenar o que podiam do meu carro, iriam me deixar ali. Sem possibilidade de me safar sozinha e sentindo muitas dores, perdi os sentidos enquanto eles continuavam a pilhagem.
Quando acordei, não estava mais presa no meu carro, mas deitada sobre uma esteira no piso do que devia ser um barraco ou coisa parecida. Meu pé e o joelho direito doíam muito. Aos poucos tudo foi clareando em minha mente e então, horrorizada pude perceber que estava inteiramente nua. O local estava iluminado por dois lampiões e quase morri de tanto pavor, ao ver cinco homens, a me devorarem com os olhos.
Que Cristo me ajude! Compreendi pela bate-boca, que dois deles já me tinham estuprado e que agora disputavam quem seria o próximo. Um negro gordo e desdentado, fedendo como um porco, se aproximou da esteira e me vendo de olhos abertos, gritou para os outros. - Veja só cambada, a putinha acordou! Que sorte a minha!
Queria gritar, mas de tão traumatizada com tudo aquilo, a voz me faltou e com os olhos arregalados vi ele tirar as calças e em pânico fechei os olhos, para não ver mais nada. Pedi aos céus que me levasse de uma vez, quando ele com enorme facilidade, me virou com a bunda para cima e gritou para os outros. - Primeiro vou comer o cuzinho desta loirinha, depois vou de buceta. Foi inevitável, com o caralho do negro em minha bunda, o comparei com o pau de Daniel, e não senti nenhuma dor, pois o pênis do gordo desdentado era miniatura, se comparado com o do meu ex-noivo. Mas a humilhação que estava sentindo, me derrotou totalmente.
Sabia que estava nas mãos destes marginais e que seria estuprada por todos eles e que nada poderia fazer para evitar o estupro coletivo. A dor no joelho só fazia aumentar e o pé estava muito inchado, além disso com os seguidos estupros, tudo me doía por dentro. Ao entardecer do domingo, a humilhação suprema, agora eles resolveram me foder em dupla penetração e a me obrigarem a chupar os membros de cada um dos animais.
Meu corpo, monstruosamente agredido, já não estava sob meu comando, mas sim sobre o comando dos canalhas. Durante uma semana inteira, eu fui mulher dos cinco marginais, que se revezavam se satisfazendo sadicamente em mim. Precariamente alimentada, e sem nenhum cuidado medico, meu estado de saúde só fazia piorar.
A muito eles já me tinha obrigado a revelar as senhas dos meus cartões, mas quebraram a cara, pois no domingo, depois de dado o alarme do meu sumiço, por pura sorte, o que sobrou do meu carrinho, foi localizado. Daniel, pediu a minha tia, com quem eu morava, que solicitasse o bloqueio dos cartões e assim foi feito.
Um dos safados, provavelmente um idiota, resolveu ficar com o meu celular, assim como estava e graças aos sinais emitidos por ele, foi possível à polícia localizar o local do meu cativeiro e pude ser salva... o que restava de mim. Digo isso, porque tanto o meu corpo como a minha mente, não resistiram e fiquei muitos meses sobre severo tratamento médico e psicológico. Mas graças aos céus, hoje estou inteiramente recuperada, porem jamais poderei esquecer aquela maldita semana.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de janeiro de 2016 03:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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