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A mentira tem pernas curtas e é impiedosa

A mentira tem pernas curtas e é impiedosa

Meu nome é Marly, tenho 16 anos e sou uma garota muito estudiosa, mas um pouco sapeca, e um pouco desmiolada. O que deixa meus pais aborrecidos e preocupados. Mas como só tiro ótimas notas e estou até adiantada um ano, em meus estudos, eles perdoam as minhas peraltices. Lá no colégio sou muito popular, principalmente entre os rapazes. Sem falsa modéstia, todos me consideram muito bonita e “gostosa”, como eles costumam me chamar.... “Marly a gostosa”. Como sou, também, muito vaidosa, adoro este apelido e até os incentivo, usando roupas provocantes. Não namoro nenhum deles em particular, mas prefiro a companhia dos rapazes, à estar com as meninas.

Constantemente eu costumava fazer passeios com uma turminha... só de rapazes, pois eles adoravam a minha companhia. Nestas ocasiões, eles eram sempre muito gentis comigo e me cobriam de mimo e jamais passaram dos limites. Eu me sentia uma rainha, no meio deles e pouco a pouco fui me acostumando a fazer passeios mais longos. É lógico que, nestes meus passeios, eu sempre dizia lá em casa, que o grupo era, na maioria, de meninas, pois se soubessem que eu costumava passear, sozinha, com cinco ou seis rapazes, eles me proibiriam de sair.
Nas férias de meio de ano, fiquei um pouco acabrunhada, pois meus passeios com os meninos, ficaram muito mais difíceis, pois a maioria saiu da cidade, por n motivos. Queria passar uns dias no sítio do vovô, mas nem isto pude fazer, meus pais estavam por demais ocupados, trabalhando na sua pequena fábrica de confecções, e não poderiam me levar. Minha tristeza não deixou de ser notada por mamãe e papai e eles me prometeram, que tão logo o serviço permitisse, me levariam para o sitio. Mas na fabriqueta, não parava de chegar encomendas e cada vez mais eles se ocupavam em atender tanta demanda. Fiquei relegada a segundo plano.
Até que numa quarta-feira, recebi uma ligação de Eduardo, um rapaz de vinte e dois anos, um cara muito simpático, mas com idade muito acima, dos demais garotos que eu saía, inclusive, ele só acompanhou o nosso grupo, uma vez. Estava a me convidar para passar uns dias na casa de campo de seus pais...chamei também uns meninos da nossa escola e vamos todos. Sei que você gosta de estar com a gente, portanto a estou convidando. – Você tá maluco, Eduardo! Como poderei sair de casa e passar alguns dias na tua casa? Meus pais não deixariam de jeito nenhum! – Não... garota, não é na minha casa, é na casa dos meus pais e depois não estaremos sozinhos, a turma toda vai estar lá, vamos nos divertir bastante. Minha prima Esther, também vai junto e tomará conta, bem direito de você. – Palhaço! Eu não necessito que nenhuma menina tome conta de mim! Quem é esta tua prima Esther... é da nossa escola? – Não, é não…ela já está formada, é tem 24 anos.
Estou louca para aceitar o teu convite cara...mas mamãe e papai não vão deixar! – Marly, e se eu dar um jeito para eles te deixarem ir... você aceita? – Não sei como você poderá fazer isso, Eduardo! – Vamos usar de um pequeno artifício, para os convencer! Será uma mentirinha boba, que não vai prejudicar ninguém. Mas vamos necessitar da tua inteira colaboração! – Tá certo, cara, desembuche logo este teu plano! – É o seguinte, você irá passar uns dias na casa de campo da tua professora de física, com a família dela. – Ela vai ligar, hoje à noite, para a tua casa, a convidando, você pedirá permissão ao seus pais e passará a ligação para eles. A tua professora, fara o resto, ela os convencerá... e pronto, você tem a tua autorização! - Teu plano é muito besta...eu não tenho nenhuma professora, que me fará tal convite. – Tem sim, garota... Esther fará a ligação... ela bancará ser a tua professora! – Não sei... não costumo mentir para os meus pais! – certo, vou desligar e deixar você aí, a mofar em casa... enquanto nós iremos nos divertir…até outra vez, Marly. – Espere cara, não desligue...pensando melhor, vou aceitar o teu convite!
Tudo foi realizado, como o combinado. Esther fez a ligação e eu atendi, a achando muito simpática, pelo telefone. – Olhe meu anjinho...Eduardo, me falou de você e todo o plano para iludir os teu pais... achei fantástica a ideia de vocês. Vamos continuar com o nosso teatrinho, conforme o tratado. Depois de muito ponderar, meus pais me deram a tal autorização, para que passasse uns dias na casa de minha simpática professora.
Na sexta-feira, bem cedinho, Marly já estava com a mala pronta, a espera que sua “professora! Que ficou de buscá-la de carro. Seus pais, antes de irem para a fábrica, também estavam a espera, pois queriam conhecer a tal professora. Deu oito hora, nove horas, e nada da professora! Seus pais já estavam ansiosos, pois tinham de ir para o escritório. O telefone tocou e era Esther, informando que o seu carro estava em uma oficina a sofrer revisão, e que ela iria se atrasar... mas que preferia assim, pois seriam alguma horas de estrada e a segurança devia vir em primeiro lugar. Seus pais, concordaram com ela e ficaram satisfeito, pois a “professora” estava se mostrando ser uma pessoa muito responsável. – Querida não se esqueça de ligar para a mamãe! Eu te amo muito e sei que vais ter juízo, nestes dias...dê nossa lembranças a tua professora. – Pode deixar mamãe, minha professora é uma pessoa muito legal e gosta muito de mim. Resolveram então, não perder mais tempo e foram trabalhar.
A mentira tem pernas curtas e é impiedosa com o mentiroso, como eu iria aprender brevemente,
Tão logo o carro deles dobrou a esquina, um outro veículo encostou, mas com os vidros escuros, não pude saber quem estava lá. A porta dianteira se abriu e ouvi, uma melodiosa voz me chamar. – Venha cá, Marly, entre logo...sou Esther, tua “professora”, vamos embora! Minha surpresa foi enorme, pois eu já estava disposta a esperar um bom tempo por ela... no entanto, nem um minuto. – Mas você disse que estava com o carro na oficina!!! – Que nada, garota...eu inventei tudo...não queria que teus pais me vissem... pois posso parecer tudo, menos uma professora de física. Realmente ela tinha razão...Esther é uma belíssima loira, com lábios carnudos e corpo escultural. Estava vestindo uma blusa, com um generoso decote, deixando entrever magníficos seios e com um shortinho de tecido fino, justo e muito curto, mostrando um par de coxas espetaculares. Fiquei de boca aberta e estonteada, esperava tudo, menos que Esther fosse aquela beldade toda, e ainda por cima com aquelas roupas! Se papai a visse, tenho certeza que ficaria babando e mamãe inventaria qualquer desculpa para me impedir de ir e muito menos, de passar tantos dia com aquela mulher.
Entrei no carro, com um pouquinho de receio... achando que Eduardo não tinha me falado toda a verdade, alguma coisa não estava cheirando bem. Mas já que estava ali, não tinha mais como recuar. Entrei no carro e ela partiu como se estivesse numa competição de arrancada. – Nossa Esther, não necessita correr tanto! – Fique quietinha, docinho...este é o meu jeito de dirigir. Eu não conseguia parar de olhar para ela e ela notou e sem nenhum embaraço. – O que você está tanto me olhando, querida? – Pega no fraga, fiquei sem saber o que responder. - não é nada...é que você é tão, tão..., mas Esther me interrompeu. – Sei porque me olhas assim.... você está me achando gostosa, não é menina? – Podes falar a verdade! Pois sei que atraio tantos os homens como as mulheres! –Não é nada disso Esther... é que eu não esperava…você realmente é muito bonita! – Podes falar, Marly... não tenhas medo... sou muito espalhafatosa, não é isso? Mas você também não fica atrás...O Eduardo me disse que os meninos a apelidaram de “Marly a gostosa” – É exagero deles...perto de você, não sou nada disso. – Não é verdade, menina... eu também acho que você é muito gostosa, muito apetitosa, tenho até vontade tirar a prova dos nove com você! Fiquei muito assombrada com aquelas declarações. Eu já tinha sido chamada de gostosa, apetitosa e de outros adjetivos do gênero, mas nunca por uma mulher. Meus Deus o que estava acontecendo... nesta altura eu já achava que estava numa fria...pois afinal de contas, eu não conhecia muito bem Eduardo, ele não fazia parte do meu grupinho e somente uma vez ele nos acompanhou. E agora, com Esther, a me “cantar” descaradamente... querendo me provar! Ainda bem que os “meus” rapazes iam estar lá, na casa de campo deles.
Mas durante o resto da viagem, Esther foi tão simpática, tão gentil, que eu pouco a pouco fui perdendo qualquer vestígio de medo. Quando chegamos na casa de campo de Eduardo, nenhum dos rapazes tinham chegado e nem os pais dele estavam lá. Com a minha estranheza, Esther fez uma confissão, que me deixou assustada, novamente. Marly vou lhe falar a verdade, esta casa não é dos pais de Eduardo, nem dele.... ela é minha, somente minha! – Porque então ele mentiu? Me fazendo crer que os pais dele estavam aqui... e os meninos... onde estão? Ou é tudo mentira, também? – Calma meu amorzinho, esta foi a maneira dele de fazer você vir até aqui... senão fosse esta mentirinha você não viria, não é mesmo? Ele...teve de mentir. Mas não tenhas receio.... Estou aqui para lhe proteger de qualquer coisa. – Você tem razão em uma coisa nem os rapazes, nem Eduardo, virão passar estes dias conosco...será somente nos duas. Meu Deus, porque você me atraiu até a sua casa, quais são suas intenções...Eu quero ir embora agora mesmo, se você não me levar de volta, vou ligar para o meu pai e ele virá me buscar. – Calma... muita calma, meu anjo. Perdoe o Eduardo, ele não teve nenhuma culpa em nada. Eu o convenci a agir assim e lhe paguei uma boa bolada. Ele necessitava muito da grama e não teve saída...pois tinha enormes dívidas, em casas de apostas. Ele apenas procurou um meio de não ser morto, pelos caras.
Não tinha como saber, dos sinistros e diabólicos planos, que Esther, tinha preparado cuidadosamente, para a fazer escrava dos seus baixos instintos. Marly tinha mentido descaradamente para seus pais e agora estava para ser castigada de maneira cruel.
Durante o resto da manhã, Esther, usou de toda a sua capacidade de fascinação, para me convencer, de que agira assim, por puro amor...amor por mim. Me confessou, que já estava de olho, me observando a muito tempo... e que passou a me desejar e que queria ficar comigo, nem que fosse por alguns poucos dias. - Mas eu não sou lésbica, não gosto de mulher... como podes pensar que eu poderia ficar com você como um homem e uma mulher! – Não minha coisinha gostosa... quero ficar com você como uma mulher fica com outra mulher. – Nunca... jamais, você é uma doida... não quero nada com você…quero ir embora! Vou ligar para o meu pai! – Não...garotinha, eu não vou levar você para casa.... Agora e por muitos dias, esta será a tua casa, a tua única casa! E quanto a ligar para o teu pai, esqueça, pois já tratei disso, sem bateria o celular não funciona... – Que merda, como tivestes a coragem de fazer isso... eu não sou tua prisioneira... vou sair a pé e lá na estrada, pedir carona a qualquer um que passar. – Não vou deixa você sair daqui...portanto, vamos conversar como gente grande! Com o coração quase saindo do peito, tentei sair porta afora, sem mesmo me importar com minha mala, que estava lá no quarto. Mas Esther, impediu, me dando uma gravata tão forte que fiquei sem folego. Ela era muito mais forte do que eu e com os seus braços em torno do meu pescoço, fui sendo arrastada, escada acima, deixando cair pelo caminho as sandálias e o meu colar que se partiu todo em mil pedaços. Tentei gritar, mas seus braços estavam me sufocando e eu com as mãos tentava livrar meu pescoço, agarrando com força seus braços, mas foi tudo inútil, minha força, perto da dela, não surtia nenhum efeito. Fui sendo arrastada pelo corredor superior, até um outro quarto, não o que me tinha sido reservado. Esther me jogou no chão violentamente e eu tentando recuperar o fôlego, me levantei imediatamente e corri para a porta. Foi o suficiente para ela me dar um tabefe tão forte, que rolei sobre mim mesma e cai, batendo com a cabeça com força no chão. A dor que senti foi tão forte, que apaguei, parecia que minha cabeça tinha se partido em duas.
Quando acordei, estava deitada, em uma grande cama de casal e minha cabeça doía horrivelmente, levei a mão na testa e pude notar que uma larga faixa, estava em volta de minha cabeça, parecendo ser um tipo de curativo. Fiquei assustada, será que tinha sofrido alguma fratura ao bater com a testa no chão? Vi em seguida Esther sentada ao meu lado, na cama, me olhando, preocupada. – Não foi nada querida, apenas um pequeno corte, mas fiz o curativo e logo ficarás curada. Meia aturdida, tentei me sentar e choramingando, pedi para ela me levar para casa. – Não sejas teimosa Marly, já lhe falei... você irá para a tua casa, dentro de alguns dias, nesse ínterim, você me pertence... portando peço que fiques conformada, pois não tens outra saída.
Foi somente neste instante, que observei estar inteiramente nua e presa pelo tornozelo direito ao pé da cama, por uma fina mas resistente corrente metálica, com alguns metros de comprimento. Completamente tomada por um terror enorme, que nunca pensei sentir na vida, sentindo o pânico tomar conta de minha alma... chorei até não poder mais, implorando que ela não me fizesse nenhuma maldade... sabia que não tinha a menor possibilidade de me livrar de suas garras e acovardada, inteiramente intimidada, pedia misericórdia. Nunca em minha curta vida, senti tanto medo. Não tinha a menor noção porque ela estava agindo assim.... se me amava, como dizia, porque estava sendo tão cruel. Só pude descobrir todo o verdadeiro motivo dela estar agindo dessa maneira, muito tempo depois.
Ela, sem se importar com as minhas súplicas, saiu do quarto, me deixando sozinha com a minha aflição. Só bem mais tarde, tive coragem de me levantar. Pesquisar todo o quarto Procurando por alguma roupa que pudesse cobrir a minha nudez, mas não encontrei nada. A corrente me permitia ir até o banheiro anexo e, lá encontrei uma pequena toalha de rosto, que conservei junto ao corpo, tapando minha periquita, mas não tinha como prendê-la na cintura, então a segurava com a mão mesmo.
Esther trouxe uma bandeja com comida e uma jarra de água. Percebi que estava com muita fome e comi tudo, não deixando nenhum grão do prato.
Ela sentada numa poltrona me observava com muita atenção, enquanto eu comia. Fiquei meio sem jeito com ela me observando com tanta atenção. Quando terminei, fui ao banheiro lavar minha boca e quando voltei, ela continuava a me observar. Receosa, mas curiosa, perguntei porque ela estava a tanto tempo só me observando, sem falar nada.
– Minha querida, gosto muito de você e estou com remorso de a ter atraído para a minha casa... e estou com muita vontade de a soltar... mas não posso. Agora é muito tarde para isso. Só peço que algum dia, possas me perdoar. Se eu agir como manda minha vontade...vou pagar um preço muito alto... e as consequências serão terríveis para mim. Portanto minha querida, vamos ficar aqui, nós duas... esperando o que estar por vir!
Pelo amor de Deus, Esther!!! O que estais dizendo... não posso entender nada! Se você tem vontade de me soltar, porque não o faz? O que estar por vir? – Fale...fale, Esther...não me torture mais!
- Não posso, não posso...! Não tenho coragem para lhe contar... Me perdoe, querida! E Esther saiu do quarto chorando copiosamente.
FIM
CONTINUA EM: A mentira tem pernas curtas e é impiedosa – 2ª parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de abril de 2014 00:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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