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A mentira tem pernas curtas e é impiedosa - 2ª parte

A mentira tem pernas curtas e é impiedosa - 2ª parte
A mentira tem pernas curtas e é impiedosa – 2ª parte

Pelo amor de Deus, Esther!!! O que estais dizendo... não posso entender nada! Se você tem vontade de me soltar, porque não o faz? O que estar por vir? – Fale...fale, Esther...não me torture mais!
- Não posso, não posso...! Não tenho coragem para lhe contar... Me perdoe, querida! E Esther saiu do quarto chorando copiosamente.

Fiquei tão apavorada ao ouvir estas palavras de Esther e com a aflição demonstrada por ela ao sair do quarto, que confesso, fui correndo ao banheiro, com o mijo a escorrer por minhas pernas. Agora eu estava conhecendo, na prática, a razão da expressão: “Se mijar de tanto medo”, Não sabia o que pensar...mas tinha noção de que algo sinistro e perverso estava para acontecer comigo, pois ficaram martelando em minha cabeça outras palavras da minha sequestradora: “…Só peço que algum dia, possas me perdoar”.
Com o terror a me dominar, sem conseguir raciocinar direito, me “escondi” dentro do box, com os braços em volta de minhas pernas, toda encolhidinha. Eu estava dominada por completo pânico e não conseguia parar de tremer. Soluçando e chamando por mamãe, tal qual fazia, a bem poucos anos atrás. – Mamãe, querida, venha me ajudar...juro que não vou mais mentir para a senhora! Em minha cabeça, via cenas de filmes de terror, que tanto aprecio; com pessoas sendo cortadas ao meio, sendo decapitadas ou torturadas até a morte. Com estas divagações me dominando, não sei o que me aconteceu, se foi pesadelo ou ilusão criada por mim. Mas me via pendurada, de cabeça para baixo, nua e com um grande corte na barriga, com o sangue a escorrer pelo peito e rosto; eu gritava e berrava mas ninguém vinha me socorrer eu continuava a gritar.
Despertei com Esther a me sacudir, demonstrando ansiedade, pare de gritar Marly. Não está acontecendo nada! Porque você dormiu dentro do box? Fico olhando para ela, com o rosto transfigurado e o corpo banhado de suor, e não consigo parar de gritar... pedindo socorro. Só quando ela abre o chuveiro e sinto a choque da água fria, é que consigo voltar ao meu normal...minha imaginação me fez embarcar num mundo irreal... nem quero pensar!
Ela me enxugou e me levou para a cama e numa mesinha, o café da manhã me esperava, mas de tão angustiada, não consegui engolir nada. Com o coração aos pulos, implorei que ela me contasse o que iria me acontecer! Eu seria torturada, seria morta e sofreria horrores antes disso? Você, ontem, deixou no ar que eu sofreria muitas dores…pelo amor de Deus...diga que estou errada, que nada disso irá acontecer! – Eu não suporto mais esta expectativa. Me diga a verdade, por mais cruel que ela possa ser!
- Marly, fique sossegada, posso lhe afirmar que você não será morta, nem torturada e tampouco serás submetida a castigos físicos. – Se não é nada disso, porque você me apavorou tanto ontem? - Minha garotinha linda... quero que você preste muita atenção no que vou lhe contar, pois daí vem toda a minha preocupação com o que possa acontecer com você!
Antes de mais nada, vou confessar que eu sou uma mulher que não vale nada, uma ordinária, que já submeteu muitas meninas como você, ao mesmo drama... e tudo por dinheiro! Esta propriedade é minha e ela vale uma fortuna. Eu consegui usando o meu corpo, me vendendo. A alguns anos atrás, quando em viagem pela Europa, conheci um sujeito muito rico, um bilionário russo, já avançado em idade. Ele me queria mas eu me fiz de difícil...mas com a sua insistência e com o seu dinheiro, ele me comprou e eu me tornei sua amante. Quando voltei ao Brasil, ele quis vir e ficar um tempo comigo e me deu de presente, esta propriedade. Sempre achei meio excêntrico o modo dele de fazer amor comigo, mas como ele me enche de dinheiro, aceito tudo numa boa. Hoje em dia não posso mais ficar sem o dinheiro dele. O que ele gasta comigo, não passa de uns trocadinhos para o tamanho da fortuna dele.... não é nada. Eu só tenho de o receber, quando ele vem ao Brasil, três ou quatro vezes ao ano. Com o tempo, fiquei o conhecendo melhor e fiquei sabendo que ele é um membro poderoso da máfia russa. Descobri também que é um homem perverso e que não admiti ser contrariado em nada. Numa de suas viagens, ele conheceu por acaso, duas primas, garotinhas inocentes, com aproximadamente a tua idade. As jovens eram muito belas, com precária situação financeira, pois seus pais trabalhavam na construção civil, se e quando tinham serviço. Pois bem, com o seu dinheiro, ele impressionou as jovens e as enganou, e elas ficaram, aqui nesta casa, por alguns dias, sendo estupradas diariamente por ele. Depois ele as mandou embora e lhes deu tanto dinheiro, que elas resolveram ficar bem caladinhas e aproveitar ao máximo o que receberam pela perda de suas virgindades. Depois ele pediu que eu obtivesse mais garotinhas virgens para ele, e as atraísse para esta casa. Quando recusei, ele me deu tamanha surra, que fiquei muitos dias sem nem conseguir me levantar da cama. Consegui fugir e fui para a casa de uma prima, mas os capangas dele me encontraram e judiaram muito dela e a estupraram. Minha prima, foi parar no hospital. Me trouxeram de volta e novamente fui surrada sem piedade. Ele é um homem muito poderoso e conseguiu comprar muita gente por aqui. Sob ameaça de morte, fui obrigada a ceder às suas vontades e iniciei a atrair meninas, para a minha propriedade, para Igor as estuprar. Na grande maioria das vezes, ele compra o silêncio delas e quando não consegue, os capangas dele, torna a vida delas e de suas famílias um inferno e com o dinheiro a comprar tudo e a todo mundo, sempre se safa. Pois bem querida, agora chegou a tua vez de ficar à disposição de Igor, e ele chegará o Brasil em poucos dias.
Fiquei abismada ao ouvir Esther, que nem me dei conta que eu estava sendo vendida, como mera mercadoria, a um mafioso russo, que pretendia tirar a minha virgindade. Quando me dei conta do que me esperava, fiquei alarmada e o ódio subiu à minha cabeça, com a adrenalina a mil, sem pensar nas consequências avancei para cima de Esther, a xingando de tudo que é palavrão e a esbofeteando com violência. Mas ela muito mais pesada e mais forte, me subjugou com extrema facilidade e pousou todo o seu peso em cima de mim, pedindo que eu ficasse calma. Com a imobilização, minha ira só fazia aumentar e eu me contorcia toda embaixo dela, com vontade de a matar. Quando Esther aliviou o seu peso, saindo para o lado, eu meti as unhas em seu ombro e lhe fiz profundos arranhões, e esgotei o meu estoque de palavrões.
Alarmada com a minha fúria e disposição de a castigar e sem conseguir me acalmar, ela sentou em cima de minha barriga, tirou sua blusa fora e a rasgou em tiras, e prendeu meus pulsos nas laterais da cabeceira da cama. Presa desta maneira, usei minhas pernas para a chutar e não parava de a chamar de vaca, puta, cachorra e por aí vai. Eu estava descontando nela toda a minha frustação por ter sido tão facilmente enganada; se eu tivesse mais um pouco de juízo, não teria aceito o convite de Eduardo e nem contado mentira aos meus pais, Estava por demais evidente, que tudo não passava de uma armadilha...mas eu, idiota, cai nela como um patinho.
Mas nada adiantou, ela tirou seu peso da minha barriga e saiu do quarto. Ela voltou e sentou na beirada da cama, eu estava “espumando” de tanta raiva e continuava tentando acertar alguns chutes nela. Esther, nesta altura, com o ombro riscado por minhas unhas e demonstrando estar irritada com a minha insistência em a chutar. – Que garotinha mais brava, você me saiu, querida. Fera raivosa, em imobilizo até ela acalmar. Em seguida passou a amarrar meus tornozelos nas laterais do pé da cama, com algumas cordas. Fiquei completamente imobilizada e ela deu uns tapinhas de leve no meu rosto e foi embora. Você vai ficar amarrada, até aprender a ser comportar, meu amor.
Muitas horas se passaram, não sei quantas, mas o quarto já estava mergulhado na escuridão da noite. Deitada ali, indefesa, sem nenhuma possibilidade de reagir, fui me acalmando aos poucos e só então me veio a lembrança, que eu nada poderia fazer, para impedir que ela me entregasse, como carne no açougue, ao seu amante. Meu ódio, minha raiva, foram sendo substituídas, pelo pânico, pelo medo e eu agora só fazia me lamentar pelo triste destino que me esperava... perder minha virgindade, para um velho tarado e pervertido. Estava a soluçar, quando Esther retornou ao quarto, acendeu as luminárias e ficou sentada na beira da cama, a me olhar. Só então me dei conta que estava completamente nua, com pernas e braços abertos em cruz e que toda a minha intimidade estava exposta. Percebi que ela, olhava meu corpo, com avidez e me lembrei do que ela me tinha dito, no caminho de sua casa:
“Você é muito apetitosa...tenho até vontade de tirar a prova dos nove com você” ... e depois... “quero ficar com você como uma mulher fica com outra mulher”.
Se ela gostava de mulher, talvez eu pudesse tirar vantagem disso e convencer ela a me soltar, antes da chegada do tal de Igor
- Esther sei que você gosta muito de mim, que tem vontade de acariciar o meu corpo... vou lhe confessar uma coisa, desde o momento que eu a vi, no portão de minha casa, fiquei impressionada com a tua beleza e também tenho vontade de fazer amor com você. Ela ficou impressionada com a minha confissão. – Ho! Minha coisinha gostosa, você tem razão, eu passei a amar você, desde os primeiros momentos, bem antes de nossa vinda para cá. Desde a época que Eduardo indicou você, como uma possível menina, para satisfazer o apetite sexual de Igor. Eu passei a segui-la, aonde ias, e você nem notava a minha presença, entretida com os teus meninos. Tirei muitas fotos sua e tenho muitos minutos de filmagens. Sei que você, apesar de estar sempre acompanhada de muitos rapazes, nunca deu para nenhum deles e, que ainda conserva a tua virgindade.
Enquanto falava, Esther desceu as mãos até meus seios e passou a apalpar cada um deles e com os dedos, apertando e puxando os meus mamilos. Estava preparada para enfeitiçar, com o meu corpo, a odiosa mulher, fingi estar apreciando os seus carinhos. Mas quando ela começou a me mamar, eu não estava mais fingindo, estava realmente gostando. Ela mordiscava os meus mamilos, um a um, e ficava ali por muito tempo, com as mão massageando os meus seios. Não sei o que passava em minha cabeça. Não consigo decifrar o que sinto. Nunca, nenhum dos meus inúmeros amigos, tinha me tocado, apesar de terem inúmeras oportunidades para isso, pois eu costumava ficar sozinha com a turma, no apartamento de um ou de outro, sempre em grupo, mas, não sei porque, sempre fui respeitada.
Mas agora, sinto um enorme calor pelo corpo todo e não consigo segurar gemidos de prazer e quando sinto os dedos buscando minha boceta, grito e soluço tudo ao mesmo tempo e quando eles entram fundo dentro de mim, vou a loucura, sentindo um friozinho a me percorrer toda. Em seguida ela desce com a boca e começa a chupar minha bocetinha. Não aguento a tesão e sinto que estou a morrer, e mesmo toda amarrada, meu corpo, quer sair da cama, de tal maneira de as cordas deixaram marcas fundas nos meus tornozelos e pulsos. Pela primeira vez na vida, tenho um orgasmo, arrasador, violento, acompanhado de gemidos que saem do fundo de minha garganta.
Esther com a boca enterrada dentro de mim, consegue murmurar alguma coisa, que não sei o que é, mas quando ela começar a sugar o meu clitóris, com violência, fico alucinada e tenho outro orgasmo, outro e mais outro.
Ela cessa de me chupar, mas continua deitada sobre o meu corpo e com a boca toda lambuzada com os meus fluidos, tenta me beijar, fico com nojo e quero virar o rosto, mas Esther, com as duas mãos, segura minha face e enfia a língua em minha boca, sou obrigada a sentir o gosto de mim mesma. Fui tirar lã e sai tosquiada. O prazer que ela me fez sentir, foi uma coisa tão extraordinariamente intensa, que minha vontade era ficar ali, com o peso do corpo dela sobre o meu. Por muito tempo ela continuou deitada e eu gostando, nem reclamava, pois estava gostando de estar inteiramente submissa a ela, desejando continuar amarrada e ela abusando de mim.
Agora eu a odiava e a amava ao mesmo tempo... a menininha virgem e ingênua, não podia ser páreo para a experiente mulher, e ela me sobrepujou completamente. Eu estava crente que poderia conseguir dela, a minha liberdade. Puro engano. Meu pequeno ardil para fazer ela me soltar não funcionou. – Esther, minha querida...você agora pode me libertar e depois dizer ao Igor que eu não aceitei o convite de Eduardo e não quis passar alguns dias na tua casa...o que realmente poderia acontecer, pois eu fiquei em dúvidas. – Marly, não posso mais fazer isso, tá lembrada que eu tirei muitas fotos e te filmei algumas vezes? Pois bem, tão logo chegamos aqui em casa, eu transmiti todo este material para ele, via e-mail, dizendo que você já estava aqui comigo e ele respondeu, dizendo para eu a segurar muito bem, pois ficou impressionado com a tua juventude e beleza, tanto é que adiantou a sua vinda e no máximo em dois dias, estará aqui. Não posso, querida te soltar.
Foi um choque tremendo para mim e comecei, novamente, a chorar...não queria ser estuprada por um velho babão, nem por ninguém, é melhor que se diga. Perder minha virgindade de modo tão abominável e bárbaro, me deixava aterrorizada.
Mas foi aí que Esther tratou de me acalmar. Ela me desamarrou, trouxe minha mala do outro quarto e permitiu que eu tomasse banho. Depois de vestida e toda arrumadinha, descemos até a sala e ela me serviu uma bela refeição. Sentadas num sofá, ela teve uma longa conversa comigo, tentando me convencer que meu contato com o Igor, não seria tão terrível, como eu temia.
- Marly, meu amorzinho, você sabe que eu a amo e se fosse possível, eu não a entregaria para ele, mas isso já não é mais possível. Você tá lembrada que eu falei que o Igor tinha um modo estranho de fazer amor? Pois bem... o que eu queria dizer é que o negócio dele, já não sobe mais, não fica duro de jeito nenhum! Ele tenta, tenta e nada. Fica se esfregando na gente por muito tempo e nada de conseguir. É por isso que ele quer meninotas virgens, como você, na tentativa de conseguir ficar homem novamente. Ele está completamente inofensivo e você pode ficar o tempo que quiser com ele e vais continuar virgem... aquele cara já não tem mais jeito!
-Mas Esther, eu vou ser obrigada a sentir ele, com aquela coisa mole, tentando entrar dentro de mim? Vou ficar com muito nojo. Mas é daí, meu amor! Não passará disso! Muito pior foi para as duas primas, pois naquela época, ela ainda conseguia e tirou a virgindade das pobres garotas. Com você será muito diferente, pois o caralho dele não serve para mais nada, a não ser fazer cosquinhas na nossa xoxota. E tem mais uma coisa, como ele ficou fascinado com as tuas fotos e filmes, quando tudo terminar, ele vai te entupir de dinheiro e vais voltar para casa, tal como está agora...virgem. – Mas Esther, eu não necessito do dinheiro dele, meus pais tem uma fábrica de confecções que dá para o gasto. – Marly querida, durante o tempo que eu a estava observando, eu também obtive informações da fabriqueta dos teus pais, é um negócio muito pequeno, que obriga os dois a trabalhar muito, inclusive nos sábados e feriados. Nem te levar nas férias escolares, para passear ou fazer uma excursão, eles podem. Não é mesmo? Tive que concordar com ela, pois isso era a pura verdade. – Mas e daí, Esther... como é que eu posso voltar do passeio com a “minha professora de ciência” cheia de dinheiro e dizer simplesmente... olhe papai, ganhei tudo de presente. Não dá para ficar rica e não dizer como foi! – Assim como eu bolhei todo um plano para te enganar e te convencer a vir para a minha casa... depois podemos também, bolar alguma coisa para os convencer da bolada que irás receber do Igor. – Marly, meu anjo... não lhe resta outra opção... você terá de ir para a cama com o Igor. Já que, fatalmente, isso acontecerá, peço para você, não lute com ele, não o contrarie, tenho medo que ele fique violento e a machuque muito. Ele é muito sádico e não gosta de ser contrariado. Seja inteligente, disfarce e minta que estais a gostar de estar com ele. Ele vai ficar tão louco por ti, que a cobrirá de muito dinheiro.
A noite, quando estava deitada em sua cama, a tola e crédula garota, não conseguia pegar no sono, analisando tudo que Esther lhe tinha dito, mas cedo. Não havia possibilidade dela fugir, pois quem sofreria as consequências seria Esther, que poderia até ser morta por Igor, e mesmo que ela conseguisse fugir, ele sabia de tudo a respeito dela, tinha fotos e filmes, podia até mandar seus capangas a machucar ou aos seus pais, tal como fizera com a prima de Esther. Marly não conseguia encontrar outra saída, seria violentada por Igor e não havia nenhuma outra alternativa. Decidiu então seguir a orientação de Esther, cooperaria com ele, fingindo que estava gostado dele, fingindo que não ligava por ele ser impotente. Continuaria virgem, não sofreria violência física e ainda por cima iria ganhar muito dinheiro.

Dois dias se passaram e ela estava na sala, junto com Esther, esperando a chegada de Igor, para aquela mesma tarde. Quando ele chegou, o coração de Marly, se partiu em mil pedaços, tal o susto que levou. O sujeito era enorme, com quase dois metros, tinha cabelos e compridas barbas, tudo completamente branco, como a neve. Aparentava ser bem mais velho do o seu próprio avó, calculou a garota. Tinha uma cara feroz e um vozeirão que assustava. Tudo nele era repugnante. Estava na companhia de quatro sujeitos mau encarados, que lhe causaram muito medo. Quando ele chegou perto dela e a examinou de cima abaixo, como se fosse uma mercadoria, ela sentiu muito medo e o corpo todo a se arrepiar. Ele segurou seu queixo e a fez olhar para ele. Marly ficou tão intimidada, que fechou os olhos enquanto ele a analisava. Jovem você é tão bela e gostosa, como eu imaginava, vou morrer de tanto te foder. Ao ouvir suas palavras, Marly cambaleou e só não foi ao chão, porque Esther ao seu lado a apoiou. Depois ele, se virando para Esther, ordenou: - Mulher, leve a garota para a minha suíte e a prepare, como eu gosto. Daqui a pouco, depois de comer e beber alguma coisa, vou subir.
Esther, como uma simples serva, segurando a garota pelo braço, falou: - Vamos jovem, obedeça ao teu senhor. Marly foi sendo levada por ela, escada acima. – Que merda é essa! Igor não tratava Esther como amante, mas como uma simples empregada, nem tinha olhado direito para ela, que por sua vez, se comportava como uma escrava obediente. Foi levada por ela, até uma enorme e luxuosa suíte, nos fundos do corredor. Lá chegando, Marly interpelou Esther, sobre o seu estranho comportamento junto ao amante. Mas surpresa ficou ainda, com a resposta dela: - Fique quietinha garota, não devemos questionar as ordens do nosso senhor!
O que está acontecendo! Que merda é essa...porque Esther se comportava desta maneira, completamente servil a Igor? Porque dizia...nosso senhor... eu não tenho senhor nenhum, ninguém é meu dono!
E a maneira como a estava tratando, nem parecia a mulher apaixonada por ela, do dia anterior. Quando a garota, tentou a abraçar, tentando compreender alguma coisa... ela a afastou, com rispidez...não faça isso, não enquanto ele estiver aqui, em sua casa. – Na casa dele? Mas a casa não é tua como me contou? - Fique quieta Marly, você está a falar muito...deixe eu te preparar para ele, como ordenado...senão vamos sofrer as consequências! – Puta merda, e essa agora! Marly não estava entendendo mais nada!

Na verdade, na verdade...mesmo, Marly estava sendo ludibriada desde o início, Tanto Esther como Eduardo, não passavam de mero empregados de Igor, do todo poderoso Igor. Todas as histórias que ela contou, era tudo fantasia, não existia prima nenhuma, ela nunca tentou fugir de Igor e a mansão nunca foi dela, mas sim de Igor. A verdade, é que ela, como Eduardo eram os “encarregados” de atrair mocinhas para as garras do degenerado Igor, que de impotente não tinha nada, ao contrário, tinha um apetite sexual fora do comum. Mas é lógico que Marly não sabe nada disso e que agora está sendo preparada com esmero por Esther, que sente enorme prazer em se encarregar destas tarefas, quanto mais ingênua e inocente for a garotinha, mas prazer, a desprezível mulher sente. Em Marly era viu tudo isso...uma adolescente na flor da idade, pura como uma flor do campo e com corpinho espetacular. Conseguiu até provar as carnes daquela bela idiota, que se deixa enganar com Extrema facilidade.

Marly, mas uma vez tapeada por Esther, e ainda tentando confiar na mulher, aceita beber um estranho preparado, a título de a acalmar, mas que na verdade a deixa muito confusa, mole e com uma espécie de dormência em todo o corpo. Tenta reclamar e dizer o que está sentindo, mas não consegue, sua língua parece ter dobrado de tamanho, dentro de sua boca e, só pode emitir uma espécie de grunhido, com baba escorrendo pelos cantos dos lábios. Marly, logo imagina que está tendo uma espécie de ataque qualquer e olha para Esther, com o pânico estampado em seu lindo rostinho, como que a pedir ajuda. A mulher, sabe o que ela pensa estar sentindo e a acalma. – Meu anjo, não entre em pânico, o que eu lhe dei, é uma espécie de erva, nativa das selvas da Amazônia, muito usada pelos índios. Igor a purificou em seus laboratórios e a concentrou, de modo que seus efeitos sejam bem mais efetivos. Você vai ficar assim, nesta espécie de torpor, tendo consciência de tudo que se passa ao seu redor. Em poucas horas os efeitos passam e você terá novamente o domínio de seus músculos, de seu corpo. Não tem efeitos secundários nenhum... eu acho.
Marly se torna uma boneca de pano, sendo manuseada por Esther, que a desnuda e a depila toda, deixando sua boceta lisinha como a bundinha de um bebê. Quer reagir, quer se opor, mas não tem condições para isso, se vê toda inerte nas mãos dela. Com facilidade, pega a garota no colo e a leva até o banheiro, a mergulhando na banheira. Marly não consegue sentir se a água está quente ou fria, mas imagina ser quente, muito quente, pois vê subir “ondas” de vapor, saindo da grande quantidade de espuma.
Ela a coloca deitada no centro de uma enorme cama e lhe ordena: - Fique bem quietinha aí, Marly, esperando para servir ao teu dono. Ela se revolta, contra estas ordens, quer se levantar, mas não sente mais nenhuma parte de se corpo.
Agora sabe que caiu nas mãos de gente sem nenhum escrúpulo, que será estuprada e sofrerá, quem sabe, mil outras ignomínias. Sem ao menos conseguir chorar, se sente no meio de um mundo de horrores e sua alma lamenta seu terrível destino.
Muito tempo depois, Igor entra no quarto e fica olhando o corpo nu da garota. Ele rodeia a cama, a analisando com extremo cuidado. – Como você é gostosa... faz muito tempo que não vejo um corpinho tão apetitoso como o teu... nem sei o que é melhor, se esta bucetinha, gordinha e fechadinha ou se os seios, com estes mamilos rosadinhos, apontando para cima. Menina até os teus lábios são lindos, tentadores.
Marly, interne, só o olha, sem poder externar todo o seu horror fisicamente, sente em sua alma, a agonia que a consome por inteiro. Mas tudo é multiplicado por mil, quando ele fica nu e ela pode ver toda a monstruosidade dele. Igor era descomunal, com um pênis grosso como um tronco, todo coberto por veias salientes. A cabeçorra, vermelha e reluzente, já lubrificada por um liquido de saía do seu interior, pulsava como um ser autônomo. O horror e o nojo que sentiu, quase a consumiu por inteiro. – Meu Deus...ele vai me matar.... Esta coisa dele, vai me partir ao meio... Me ajude Virgem Maria, não me abandone, eu não mereço sofrer tanto.
Quando ele se deita ao seu lado, bufando como um touro e toca os seios, com as mãos enormes e calosas, Marly nem se mexe e ele a sente fria como um cadáver, olha seus olhos e os vê cobertos de lágrimas, que ela não consegue verter. – O que há com você, garota? Parece estar…. Espere aí, será que aquela cachorra a drogou? Se levantou possesso, abriu a porta do quarto e berrou a pleno pulmão: Esther.... Venha aqui em cima, imediatamente! Não deu nem um minuto e ela entrou no quarto, tremendo como vara verde. – O gigante nu, a puxa pelos braços, com violência. A conduz até a beirada da cama e aponta para o corpo de Marly. O que você fez com ela, mulher? Esta fria e imobilizada, até parece um cadáver! - Foi aquela droga, que o senhor pediu para eu fazer ela beber…eu apenas obedeci! – Que quantidade ela ingeriu? – Todo o frasco. – Besta, mula imbecil... você não sabe nem seguir ordens...eram apenas umas gotinhas, diluídas em água! Agora olhe para ela...até parece uma estátua de gesso…os efeitos são devastadores, em corpinho tão pequeno como o dela, nem sei se conseguirá se recuperar!
Marly, que a tudo ouvira agradeceu imensamente à virgem Maria, que atendeu as suas súplicas e a veio libertar de tanto sofrimentos e finalmente conseguiu fechar os olhos e se entregar aos olhos de sua mãezinha.
FIM
CONTINUA EM: A mentira tem pernas curtas e é impiedosa – 3ª parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:24 de abril de 2014 20:19

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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