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A minha incrível historia


Há cada coisa na vida da gente, que não conseguimos explicar direito como tudo pode acontecer. O que vou lhes narrar aconteceu um ano atrás e até hoje, ainda fico abismada com os fatos.
Meu nome é Julia, tenho trinta e seis anos e sou mãe de três lindos meninos, com oito, dez e quinze aninhos respectivamente. Eles são a minha razão de viver, pois quando o mais novinho, Paulinho, tinha apenas dois anos, fiquei viúva.
Sou uma mulher decidida, e criando os meus meninos sozinha, sem auxílio de ninguém, tenho muito orgulho disso. Apesar da idade e dos três filhos, ainda estou em plena forma e me orgulho de ainda chamar a atenção dos homens, apesar que desde que Henrique se foi, nunca mais tive outro parceiro.
Sou uma loira alta, com 1,79 m. ainda com tudo em cima, pois costumo não dar folga ao meu corpo e faço fisioterapia quase todos os dias. Sou uma oficial de justiça, há muitos anos e adoro o meu serviço. Nas minhas minhas antigas funções, costumava ir em alguns lugares algumas vezes não tão recomendados, mas sempre me sai bem, fazendo entregas das intimações, para aqueles que são notificados nos termos de um processo judicial.
Verdade que algumas vezes, os futuros notificados, tentam se esconder de mim e em outras sou mal recebida, mas tudo isso parte de minha profisão e já estou habituada a estes contratempos.
Há um ano, fui fazer uma entrega, num bairro popular bem distante, nas periferias da cidade. O meu alvo era um tal de José Antonio, mais conhecido em sua região como Zé carpinteiro. O sujeito vivia fugindo da intimação e, por terceiros, soube que ele me ameaçou. Seu eu não o deixasse em paz, iria sofrer as consequências.
Acostumada a este tipo de sujeito, que pensam que podem amedrontar um oficilal de justiça, retornei, no dia seguinte, num horário ao cair do tarde e, não na parte da manhã, como sempre fazia. Eu o queria surpreender e o encontrar em casa.
Não o encontrei, mas uma sua vizinha me deu a dica de onde se encontrava neste horário... na sua carpintaria. Ela me disse como chegar até la. Como o caminho era de difícel acesso, deixei meu carro em frente a casa da mulher e segui a pé, subindo com alguma dificuldade até chegar a tal carpintaria.
O local estava deserto e praticamente em ruínas demonstrando que estva abandonado a muito tempo. A mulher mentiu, acho que só para ajudar o Zé. Fula da vida, cansada e suando bastante, pelo esforço da subida, me preparava para retornar, quando fui interceptada por um bando de meninos.
Devia ser uns treze ou um pouco mais, todos bem novinhos, na casa casa dos doze a quinze anos. Um mulatinho vestido somente com calção se aproximou e me olhando atrevidamente e falou: - Seu Zé mandou um recado pra tu... disse que é para não voltar aqui, pois as coisas poderão ficar pretas para tu.
- Diga ao seu Zé que só o deixarei em paz, quando lhe entregar a intimação. Uns dos garotos, um ruivinho, todo sardento, por trás, tentou puxar minha bolsa, Num reflexo, me virei e lhe dei um tapa. Ele caiu, chorando e levando a mão ao rosto. Quando percebi o que fiz... agredindo uma criança, me inclinei e lhe pedi mil desculpas.
Nem percebi como tudo começou... me vi envolvida por muitos deles, que me agrediam com chutes e tapas. Esbravejei com eles e tentei os empurrrar, até lhes dando uns tapas, mas isso só serviu para que, ainda mais enraivecidos, redobrassem o ataque insano.
Fui derrubada e rolei uns metros pelo terreno incline, em pânico, pedi que parassem de me agredir. Tudo inutil, pois me vendo indefesa no chão, caíram como formigas em cima de um inseto e em pouco tempo estava sob um montão de garotos, que rasgavam minhas roupas e tiravam de mim, tudo o que eu tinha de valor... relógio, anel, brincos, colar, celular e todo o meu dinheiro, até minha bolsa e chaves e sapatos sumiram
Mas o pior estava por acontecer... na tentativa de me proteger dos tapas, virei de costas para eles, abraçando meu rosto com os braços. Quando percebi, minha calcinha, rasgada já não me cobria e uns dos garotos, montou em cima de mim e senti o pequeno pênis dele no meio de minhas nádegas, tentando encontrar o acesso do meu rabo.
Gritei horrorizada com aquilo.... não era possível! Um bando de meninos tentando me estuprar? Isso não podia acontecer. Fiz um tremendo esforço para me levantar e tirar o moleque de minhas costas. Mas a turba excitada pelo ato do moleque e me vendo nua, me imobilizou, com alguns deles segurando meus braços e pernas, agora separadas.
Nada pude fazer, a não ser gritar, com muito medo, quando ele finalmente enterrou o pequeno membro do meu cu. Dai em diante foi aquela farra. Bem segura pelos safadinhos, uns noves deles, os maiores, enterram seus paus no meu rabinho. Com outros , os mais "expertos" gozando em minha buceta. Mamando em meus seios, eles riam muito, debochando de mim. - A mainha não tem leite... não tem leite....
Eles eram muitos e depois de me violentarem , resolveram "brincar", com uns quatro ou cinco sentados em meu corpo, com o que estava sobre os meus ombros, puxando com força os meus cabelos. Todos eles, sem exceção, urinaram sobere o meu corpo caído.
Já era noite alta, quando passaram a chutar, por muito tempo, o meu corpo, com os pés descalços ou com tenis. Finalmente foram embora, me deixando em paz, descendo o morro, em uma correria louca e dando gritos, acho que de triunfo.
Fiquei sob o poder deles por quase três horas e toda machucada, gemendo de dor, não tive forças para me levantar. Acho que os chutes devem ter fraturado alguma coisa dentro de mim. Nunca fui tão humilhada em minha vida. Minhas dores eram mais pelas surras que levei e não pela invasão de minha vagina e do ânus, pois nenhum dos garotos tinha o membro avantajado.
Depois de algum tempo, consegui me levantar e olhei em volta, procurando minhas coisas. Não encontrei nada, nem os farrapos de minhas roupas, os diabinhos tinham levado tudo.
Nua e cambaleando, procurei descer o morro, em busca de socorro, mas na escuridão total da noite e não conhecendo a trilha, tropecei em alguma coisa e me vi rolando ribanceira abaixo, encontrando na queda, pedras e troncos, que vieram comigo morro baixo.
Muitos metros adiante, minha descida foi interrompida por uma grande rocha e no choque, apaguei por completo. Por infelicidade, arrastei comigo, muita terra, pedregulhos e folhagens, que cairam cobre o meu corpo, praticamente me cobrindo toda, o que poderia dificultar que alguém me encontrasse.
Fiquei desacordada por muito tempo e quando acordei já era dia claro e o sol forte se fazia sentir. Tudo em mim doia, parecia que tinha passado por dentro de um triturador gigante. Que Deus me ajude.. acho que na queda, me quebrei toda por dentro, pois não podia fazer nenhum movimento, sem que dores enormes me fizessem gemer. Tentei gritar para chamar a atenção de alguém, mas minha voz saiu bem fraquinha.
O dia passou, com sofrimentos horríveis e, a noite novamente me envolveu. Acho que entrei numa especie de sonolência, muito agitada, pois quando acordei já estava tudo claro novamente, só que agora, chovia muito e a água descia a encosta em grande quantidade, junto com muita lama e entulhos.
Toda aquela massa, foi me arrastando encosta abaixo, já desacordada. Conforme me informaram depois, fui parar bem perto do caminho principal de acesso ao morro, no meio de muito sujeira e entulhos que se acumulou as margens do caminho, coisa comum depois de dias de chuva forte.
Com o movimento de subida e descida no morro, logo alguém viu o corpo nu de uma mulher, no meio de tudo aquilo. Logo muita agente se acumulou para olhar o "cadaver" que a enxurrada empurrou morro abaixo. Eram mulheres, homens e crianças, todos curiosos para ver o "presunto", no meio de tanto lodo.
Isto tudo chamou a atenção do grupamento policial que estava a minha procura Há dois dias. Logo um oficial foi examinar a mulher morta e se surpreendeu ao me reconhecer, pois eles tinham fotografias minhas, para facilitar as buscas.
Ele se surpreendeu ainda mais, quando ao examinar o "cadaver", viu que ela ainda respirava. Dado o alarme, fui socorrida e em menos de duas horas estava num hospital, numa sala de cirurgia sendo "remendada"
Sofei multiplas fraturas nas costelas, coluna, pernas e braços. Mas o mais grave era a fratura no crânio. Fiquei quase um mês no CTI e mais três meses internada, parecendo uma múmia, toda enfaixada, desde a cabeça até as pernas e braços. Em coma induzido. .
Não contei nada ao pessoal, que fui atacada por um bando de meninos, uns pivetes, que me estupraram e bateram muito em mim, fiquei com vergonha de colocar isso no meu relatório. Para todos os efeitos, o moleques a mando do Zé, me atacaram e roubaram tudo o que eu tinha e depois me jogaram morro abaixo. Um pouco de mentira me fez muito bem, pois permitiu ao juiz, incriminar o filho da puta do Zé. Fiquei sabendo que ele está preso, por induzir crianças ao crime.
Ele me deve isso, pois agora não posso mais atuar em campo e exerço minhas atividades burocráticos no forum, em cima de uma cadeira de rodas, impossibilitada de andar pelo esmagamento de algumas vertebras de minha coluna. Me desculpem, agora vou interromper minha historia, pois chegou a hora de fazer fisioterapia.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de janeiro de 2016 03:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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