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A NÁUFRAGA - PARTE I

A  NÁUFRAGA  -  PARTE I
A NÁUFRAGA - parte I

Capitulo I - Vendedora eficiente
Marcela estava muito nervosa, pela primeira vez iria tentar fechar um negócio sozinha, pegou a bolsa e todo o material promocional e foi receber as últimas instruções de dona Adelaide. Pouco depois entrava no escritório da patroa. “Bom dia Dra. Adelaide”. Era a primeira vez que ela lhe confiava tão importante missão.
Trabalhava na empresa, a menos de um ano e neste tempo todo, somente dava assessoria à patroa em suas viagens de negócios. Não podia compreender, como que num passe de mágica, ela lhe entregava cliente tão importante como a Associação Náutica Poseidon.

Marcela, sei que você não tem impedimentos que dificultem você ficar fora da cidade por algum tempo. Neste caso em especial, tua ida à Associação, deverá durar umas duas semanas. Para fechar as vendas de tudo que os homens estão interessados, terás de convencer muita gente. Os velhotes são difíceis de se lidar, mas eu sei que és capaz de levar esta tarefa a bom termo.
- Vi bem de perto, tua capacidade de lidar com imprevistos e de convencimento, pois você me ajudou a fechar alguns ótimos contratos. Vou lhe dar uma comissão de 5% se você voltar com os contratos assinados. Aceitas a incumbência, garota? - Aceito sim, dona Adelaide, estou pronta para embarcar.
-Tudo bem, Marcela, mas agora vou lhe dar alguns pormenores, que espero não sejam empecilhos para você. Os velhotes, são todos milionários e alguns metidos a conquistadores, achando que podem comprar tudo e a todos com dinheiro. Tenha muito cuidados com estes, mas na maioria é gente boa e simpáticos. Mas vou lhe confessar, a principal razão de não ir junto com você... alguns deles, só fecham negócios, se a gente for junto em seus passeios oceânicos, nos seus belos iates. Eu tenho verdadeiro pavor de mar, não embarco num barco destes nem amarrada.
Pronto... ali estava o verdadeiro motivo de Adelaide...não era apenas por minha capacidade profissional, mas pelo medo dela em entrar num iate. Mas para Marcela isto não era nenhum problema, pois ela adorava o mar, sendo ótima nadadora e até, a poucos anos atrás, participava de competições de travessia de grandes trechos em mar aberto, e até se saindo muito bem.
Quanto aos gaviões que poderia encontrar, ela sabia muito bem como enfrentá-los, pois mulher madura, nos seus 28 anos, solteira, mas já com alguns amantes em seu currículo, já estava habituada a ser paquerada pelos homens.
Marcela é uma mulher muito bonita, com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos, apontando desafiadores sob suas blusas. Uma verdadeira beldade, pois apesar da idade, nunca relaxou com o seu corpo. Vaidosa costuma malhar e manter a forma, pois ainda acha que pode fazer mais algumas travessias, pois a maioria das vencedoras destas maratonas, tem idade superior a dela.
Agora, a muitos quilômetros de casa, na cidade costeira, onde iria tentar vender os seus equipamentos náuticos eletrônicos, saiu do aeroporto, pensando em ir para o hotel, previamente reservado por sua patroa, mas qual não foi sua surpresa, quando viu seu nome num cartaz levantado por um senhor idoso. Que se apresentou como motorista. - Senhorita Marcela? Sou Agenor, motorista da Associação Náutica, o Comodoro pediu que eu a viesse buscar aqui o aeroporto e a levasse para a sede da Associação.
- Mas seu Agenor, eu tenho reserva no hotel! - Não tem importância senhorita, o hotel pertence ao doutor Henry, o Comodoro, e ele cancelou a tua reserva. Marcela, pensou com os seus botões: Que homem mais abusado! Mas ela já tinha sido avisada por Adelaide do modo de agir dos clientes, então aceitou numa boa, ser levada para a tal sede da Associação, já ressabiada.
Mas quando chegou, teve uma grata surpresa, doutor Henry a esperava em seu luxuoso iate, onde ela ficaria hospedada e lá estava toda a família dele; esposa, quatro filhos adolescentes, uma linda mocinha, com pouco mais de dezenove anos, Any Mary, e três rapazes, trigêmeos, aparentando terem uns dezessetes anos. Tinha ainda o namorado da filha e quatro amigos dos garotos, todos na mesma faixa de idade. Uma verdadeira "multidão" a bordo do iate.
Marcela ficou extremamente satisfeita, pois todos eram muito simpáticos e ela foi recebida muito bem, principalmente pelos sete rapazes, que ficaram babando com a companhia da linda "coroa". O camarote reservado para ela, era um luxo só, e Marcela se sentia como uma rainha, no meio de tanto conforto.
Nos oito dias que se seguiram, todas as reuniões de negócio, para alegria de Marcela, foram realizadas no amplo salão de reuniões do iate de Henry, que gostou tanto dela, que exigiu dos seus sócios que assim fosse. Graças a eficiência profissional de Marcela e a sua beleza e sensualidade, os demais velhotes, ficaram "babando" por ela e depois da quarta reunião, todos os contratos foram fechados. Marcela, eufórica, tratou de avisar sua patroa, do sucesso obtido. Adelaide a congratulou e a avisou, os 5% estarão em na conta bancária, no máximo em seis meses. - Minha nossa, com esta grana toda, vou poder comprar o meu apartamento e até trocar de carro.
Não havia mais motivos profissionais para a sua permanência no iate, mas Henry e a esposa dele, dona Marta, gostaram tanto dela, que a convidaram para ficar mais alguns dias com eles. Faceira e se sentindo muito bem no meio deles, ela aceitou, para alegria dos rapazes e de alguns sócios da Associação Náutica. Todos a "paparicando", com o olho grande no belíssimo corpo de Marcela. O que Marcela não sabia é que o idôneo casal, Marta e Henry, também estavam de olho gordo em seu belíssimo corpo. No recanto de seu camarote, Marta comentou com o marido: - Henry, você notou como Marcela é bonita, tem um corpo de endoidar qualquer um. - Claro que notei...Marta, Ela deve ser espetacular em cima de uma cama! É isso, tem todo o jeito de ser uma foda gostosa. O que é isso mulher! Ta desejando a garota? Estou sim, Henry, e sei que você também está.
Dois dos membros da Associação, Marcel e Edmund, dois sisudos sócios do Club, a convidaram para um passeio, no iate deles, seriam um ou dois dias, pela região costeira. Marcela, ne pensou duas vezes e aceitou o tal passeio, programada para dois dias depois. Mas dona Marta, a esposa Henry, a noite, a chamou em particular, e a aconselharam a desistir do tal passeio com os dois. Ela logo quis saber o porquê. - Marcela, você é uma moça muito bonita e tem um lindo corpo e o que vou lhe contar, peço segredo. Estes caras, amigos de meu marido, são dois safados, que não respeitam moça bonita.
Um mês atrás, minha bonequinha Any Mary e o namorado dela, aceitaram fazer este passeio no iate deles. Sabe o que aconteceu! No meio do caminho eles drogaram o rapaz e a minha filha, tiraram as roupas deles e tentaram abusar tanto dela como do seu namorado - Minha nossa Senhora, dona Marta! O que foi que aconteceu? Como eles ainda frequentam seu iate?
Os filhos da puta não conseguiram estuprar minha garota, pois os dois marinheiros do iate deles, que conhecem minha menina, desde que ela era uma garotinha, com menos de cinco anos, os impediu, usando até de força física. Eu e minha filha, de acordo com o namorado dela e dos marinheiros, resolvemos ficar calados e não contar nada ao meu marido, pois o processo de expulsão deles da Associação seria um escândalo enorme para a nossa sociedade, então demos a eles um prazo para se desligarem voluntariamente do quadro social e eles tem até o próximo dia dez, para fazerem isso e se não o fizerem, vamos registrar a queixa e ai será a desmoralização total deles.
- Neste meio tempo, com Henry não sabendo de nada, os recebe aqui, como sócios da Associação. - Por isso minha garota, peço para você não aceitar ir com eles neste passeio, tenho certeza que eles estão armando para cima de você, pois tens um corpo muito apetitoso - Pode deixar dona Marta, amanhã vou avisar a eles que resolvi não ir passear no iate deles. Mas Marcela não deixou de estranhar o "muito apetitoso" com que ela se referiu ao seu corpo. - Santa misericórdia...será que dona Marta é.... deixe isso pra lá... eu é que sou muito maldosa.
Os dois safados, ficaram desapontados com a minha recusa e quiseram a todo pano saber porque eu desisti. Aí foi a minha vez de "zoar" da cara deles: - Sabem o que é.... notei que vocês dois me comem com os olhos e se eu ficar sozinha com vocês, até podem me drogar e fazerem o que quiserem comigo, portanto acho melhor eu ficar quieta no meu canto. Eles ficaram lívidos ao ouvirem a palavra "drogar" e não tocaram mais no assunto e trataram de irem embora bem rapidinho do iate de Henry. Quando contei para dona Marta, ela me ficou contente e me felicitou, pela minha presença de espírito e me deu um apertado abraço, quase me sufocando. É neste mundo tem de tudo!

Capitulo II - O veleiro Any Mary e a professora de sexo
Quinze dias depois, achei que já estava na hora de voltar para a minha cidade e quando os avisei de minhas intenções, todos ficaram tristes, pois não sei porque, todos a bordo do iate, já me consideravam como um membro da família. Insistiram tanto para que eu ficasse por mais alguns dias, pelo menos até o grande evento que aconteceria em breve. Os garotos iriam competir entre si, em dois veleiros de oceano, cada qual com quatro tripulantes. Seria uma regata desafio em mar aberto, até um ponto determinado em pleno oceano e depois retornar, entre ida e volta seriam mais de 894 milhas náuticas, aproximadamente 1635 quilômetros, entre ida e volta
O veleiro Any Mary, será tripulado pelos filhos de Henry e Marta e o Dragão do Mar, pelos seus quatro amigos. Apesar de todos serem muito jovens, eram perfeitamente habilitados, pois praticamente viviam dentro de barcos desde tenra idade...filhos de peixe, peixinhos são.
Mas as condições do tempo, longe da costa não estavam boas, pois ventos violentos, faziam ondas fortes acoitarem toda a região. Então foi preciso adiar em alguns dias o início da competição. Quando as condições climáticas melhoraram, decidiram dar a partida, mas aí um contra tempo aconteceu, Any Mary, adoeceu e teve de ficar de cama. A janela do tempo, poderia mudar e eles teriam de aproveitar o momento. O jeito seria arrumar outro tripulante, mas em cima da hora, isso seria difícil, pois as regras da regata, só permitia amadores, marinheiros profissionais, estavam descartados.
Foi então que eu fiz a maior burrada de minha vida...me ofereci pra ser o quarto tripulante, invocando minha condição de maratonista em mar aberto e de ter algumas noções sobre condições do mar. Vejam só que loucura, nada tinha a haver com tripular um veleiro. Não sei se por estarem necessitando tanto ou simplesmente pelo prazer de me terem ao lado deles, pois não tiveram os olhos dos meus decotes, os três moleques, me aceitaram como sendo o quarto tripulante. Recebi algumas instruções básicas de minhas funções a bordo e partimos.
Não sei se por sorte, ou por ter captado muito bem as instruções, mas o certo é que me saí muito bem e ajudei o nosso barco a tomar enorme dianteiro dobre o Dragão do Mar. Na noite relativamente calma, podre de cansada, me recostei sobre o beliche, no pequeno salão do barco e adormeci. Nem dei importância as sumaríssimas roupas que estava vestindo, uma blusinha sem manga, enrolada na cintura, com o umbigo de fora e um shortinho bem curto deixando amostra minhas coxas. Por achar mais confortável, eu não estava usando, no momento, o sutiã, enrolado em minha pequena mochila.
Num balanceio mais forte do barco, abri os olhos por um momento, foi quando percebi, surpresa, que minha blusinha estava aberta na frente e que meus seios saltavam valentes para frente, Sabia que aquilo não podia ter acontecido por acidente, durante o meu profundo sono, pois as casas dos três botõezinhos eram bem justas e não se abririam sozinhas. Então compreendi que os safadinhos, dos gêmeos foram os responsáveis. Olhei para o meu shortinho e vi que ele não foi mexido, pois o fecho ainda estava no lugar certo. Todos os três estavam lá em cima, Então fiquei curiosa, querendo saber, qual deles quis ver os meus peitinhos. Examinei os mamilos e não senti nenhum incomodo e eles estavam secos. Quando pensei em fechar minha blusa, percebi que um deles descia as escadas e mais que depressa fechei os olhos fingindo que ainda estava dormindo. Ele se sentou ao meu lado, no beliche, e senti sua respiração forte. O garoto devia estar com muito tesão ao ver meus mamilos, apontando firmes em sua direção. Aquilo me divertiu muito e resolvi continuar "dormindo", fazendo com que meus seios subissem e descessem, com o movimento de minha respiração. Mas aquela brincadeira foi me fazendo ficar excitada.
Percebi que o garotinho, se ajeitou mais no beliche e que uns dedinhos, bem de leve, segurava o meu mamilo esquerdo. Com os dois dedos ele "rolava" o mamilo, suavemente como que temendo que eu acordasse. Parava por momentos e logo voltava a alisar os mamilos. Aquilo fez com que os meus biquinhos ficassem rígido sob os dedinhos dele. Felizmente o bobinho não percebeu isso e continuo a me alisar, agora tocando os dois mamilos, com as mãos espalmadas sobre os meus seios, pois ele percebeu que o meu sono era tão pesado, que mesmo me tocando eu não acordava.
Louca de tesão, com o inocente garoto me tocando, tive de fazer muita força, para segurar os gemidinhos que teimavam em querer sair entre os meus lábios. Aquilo era uma experiência totalmente nova para mim, sendo bolinada por um garoto totalmente inexperiente na matéria de sexo. Quando ele, atrevido, começou a mamar nos meus rígidos mamilos, tive de cerrar os lábios com forças, para não denunciar que estava acordada. Ele não chupava com força e nem mordia, apenas mamava, dando leves chupadinhas, parecia uma criancinha mamando na mãe, me babando toda, com sua saliva;
Aquilo me enlouqueceu de tal modo, que não pude mais me conter e comecei a gemer, tal o prazer que ele estava me proporcionando, Assustado o menino parou de mamar e fez menção de sair, mas com as duas, eu o segurei pelos cabelos e puxei com, violência, sua boca em direção aos meus seios e lhe sussurrei: - Não se atreva a sair, safadinho... você começou e agora tem de continuar, meu garotinho gostoso, estou adorando esta tua boquinha de anjo a me chupar. Sem opção, agora ele me chupava de verdade, pois eu segurava sua cabeça, com força contra os meus seios, não permitindo que ele tirasse a boca.
Eu gemia alto, cheia de tesão, tanto alarido, chamou a atenção de um dos seus irmãos, que meteu a cabeça na portinhola e ficou olhando admirado o que estava acontecendo. Olhei para o recém chegado e nem dei bola, revirando os olhos, louca de tesão, continuei a gemer. Em poucos minutos, os dois estavam a me bolinar, totalmente incipientes nessa arte, tive de os guiar e agora totalmente nua sobre o beliche, orientava os garotos para que me dessem o maior prazer possível.
Praticamente, tive de empurrar a cabeça de um deles entre minhas coxas e com as mãos nervosas, forçava sua boca em minha bocetinha. O garoto nunca tinha chupada uma xoxota. A princípio parecia estar com nojo, mas a carne falou mais alto e ele agora me chupava deliciosamente; Verdade que meio sem jeito, mas era justamente isso que me alucinava e cruzei as coxas sobre seu ombro, o prendendo em mim, não permitindo que parasse nem para respirar, enquanto, com as mãos, esfregava a boca do irmão em meus seios e gritava para ele:
- Me chupe toda, filho da puta... meta a boca nos mamilos e me morda...assim, assim....aaaiiiii! - Com mais força...ai, ai, ai...uuuiiii! - queridos, queridos... vocês me matam de tesão. Que coiiiiisa gossssstosa! Aaaiiiiiiii, Aaaiiiiiiii, Aaaiiiiiiii, Estou morrrenndooooo!
Nunca em toda a minha vida, tive um orgasmo tão alucinante, um não, foram uma sucessão deles, e eu descontrolada, não deixava os moleques saírem de mim, os prendendo com braços e pernas. Só depois de muitos minutos, a adrenalina em meu corpo, foi diminuindo de intensidade e eu relaxei, diminuindo a força dos músculos de minhas pernas e braços e eles puderam, aliviados, respirar livremente.
Saber que eu estava sendo a professorinha dos filhos de Marta e Henry. Tenho até a impressão de que o casal esperava que isso acontecesse. Uma mulher madura "limpa e não profissional" para iniciar seus garotos nos prazeres da carne. Tanta insistência para que eu ficasse hospedada no iate deles e facilitando a aproximação dos pirralhos de mim, aí tinha dedos deles. Se minhas suspeitas fossem verdadeiras, eu estava agradecida, pois os moleques, apesar de bem novinhos, estavam sendo "comidos" por mim, como que franguinhos de leite fossem, uma delícia. Jamais poderia imaginar que pudesse gozar tanto, com os garotinhos, que nem fuder direito sabiam. Só lamentava que o terceiro não pudesse estar ali, ocupado que estava, no leme do barco.
Não sei quanto tempo, ficamos ali embaixo, nos agarrando e eu como boa professora, com a bunda virada pra cima, orientava os meus jovens alunos, na deliciosa foda anal. Eles logo entenderam como se faz a coisa e agora Henry II, bufava como um tourinho novo, com o caralho todo enterrado em mim, e que caralhão enorme o moleque tem, meu cuzinho sofreu para o receber. O mais lindo era que Fred, impaciente esperava a sua vez, para que meu cuzinho ficasse desocupado. Então, com "pena" do coitadinho, me virei com a barriga pra cima, com Henry II engatado em mim, abri as coxas e estendi as mãos para Fred: - Venha amorzinho, tenho outro buraquinho aqui, desocupado, só te esperando. Sendo gêmeos idênticos, endoidei de vez, pois os bonequinhos tinham o mesmo tamanho de ferramenta, para a minha felicidade.
- Por todos os santos, foi a coisa mais louca de toda a minha vida. Dupla penetração, eu só tinha feito três vezes anteriormente, quando ainda era estudante, com apenas 19 anos, com os serventes da universidade, Pedro e Antonio, que me estupraram no pavilhão de esportes, vazio na ocasião. Eu não dei parte dos safados, pois tive parte de culpa, os provocando, mas gostei tanto do negócio, que repeti por mais duas vezes. Depois tirei meu time de campo, com medo, pois os caras queriam me levar para o barraco deles, na favela onde moravam. Imaginem só, eles diziam que poderiam ganhar muito dinheiro comigo! Depois destas experiências, mesmo com os meus amantes de ocasião, nunca mais fiz DP, mesmo porque, meus garanhões, era só um por vez, nunca fui admiradora deste negócio de sexo em grupo.
Mas agora, com os garotos, foi tudo tão louco, mil vezes mais gostoso do que com os sujos serventes. Meus orgasmos se repetiam em ondas cada vez mais curtas e eu babava, com a boca aberta, com os dois galinhos enterrados em mim. Tão tarada estava, que mesmo sabendo que estava em período fértil, deixei que os garotos despejassem em meu útero os seus sêmens, depois eu resolveria isso.
Tive tantos orgasmos, que agora me sentia toda mole, quase desfalecida, mas os três adolescentes não se cansavam nunca e não paravam de me penetrar, em todos os meus buracos, ainda mais que agora eles estavam se revezando, um no leme e dois em mim. Mesmo totalmente satisfeita, resolvi deixar os garotos se divertirem e relaxei por completo, mas ocasionalmente, voltava aos meus orgasmos. Tinha a impressão de que jamais os gêmeos sairiam de dentro de mim. Eles, incansáveis, me viravam e reviravam, beijando e chupando cada pedacinho de meu corpo. Os diabinhos estavam me deixando louca, parecendo uma boneca de pano, toda mole sendo manuseada por eles. Fiquei orgulhosa, pois fui uma professora eficiente e como bons alunos, mereciam a nota máxima.

Capitulo III - Homem ao mar, ou melhor...mulher ao mar!
Mas tudo que é bom tem de acabar uma hora, e isso veio de forma assustadora. O veleiro deu um "pinote" tão forte, que os três, fomos jogados ao chão. Dei um grito de dor ao bater no piso com todo o peso de Henry II por cima. Mas não tive nem tempo para reclamar, os dois moleques, como um raio, correram para o convés e me deixaram caída no chão, nua e com o ombro doendo muito.
O barco corcoveava como um touro sendo domado e eu nem podia me agarrar em algo, sendo jogada para todo os lados. Finalmente consegui me segurar no pé do beliche, e short e blusa nem achei onde estavam. Tudo indicava que estávamos no meio de uma violenta tempestade e eu com muito medo, me agarrava em tudo que podia, até que consegui vestir o colete salva-vidas, fixado na parede, ao lado da escada de acesso ao passadiço. Vestindo somente o colete, resolvi subir ao convés e o que vi me horrorizou enormemente, o veleiro subia e descia ao sabor de enormes ondas.
O tombadilho a todo instante era varrido por toneladas de água. As velas estavam arriadas e os gêmeos, vestindo coletes e amarrados a uma espécie de haste horizontal por grossos cabos, que por meio de argolas deslizantes, lhes permitia percorrer todo o convés, com relativa segurança. Vi Paul e Fred agarrados ao leme, numa tentativa desesperada de manter o veleiro aproado em direção as ondas. Henry II reforçava as amarras das velas, mas quando me viu, aterrorizada, à porta de acesso ao salão, arregalou os olhos e veio em minha direção, e tratou de fechar a portinhola, para impedir que a água invadisse tudo.
Só então ele notou que eu não estava com a corda de segurança, presa em minha cintura: - Venha cá Marcela, não podes ficar sem as amarras de segurança. Ele com a argola na mão veio em minha direção, para fixar o item de segurança em minha cintura, mas quando olhou a bombordo, viu apavorado, que uma gigantesca onda estava quase "engolindo" o nosso barco.
Pressentindo que não teria tempo para me prender, ele berrou: - Marcela se atire no convés e tente se segurar nas saliências. Em pânico, obedeci e mergulhei em direção ao piso, mas não tive tempo para mais nada, pois me vi envolvida por um turbilhão de águas raivosas e fiquei me debatendo no meio de espumas, apavorada, sendo levantada e jogada como uma bolinha, no mar revolto.
Quando, finalmente pude respirar, senti que estava rolando no meio das ondas, bem longe do veleiro, com o corpo todo "moído" com a violência do mar enraivecido castigando meu corpo nu. Na crista de uma onda, mergulhando para o seu vale, a mais de 15 metros lá embaixo, pude deslumbrar o perfil do veleiro, perfurando uma outra onda, a mais de 200 metros de distância. Neste momento percebi, que para mim era o fim. Não havia a menor possibilidade do Any Mary me recolher dos braços de Poseidon. O rei dos oceanos, devia estar com muita raiva de mim, por ter feito amor com os seus jovens marinheiros, estando navegando sobre os seus domínios.
Realmente, ele judiou bastante de mim, até que compreendi que não adiantava lutar contra a sua fúria. Então resolvi colocar em pratica todas as técnicas de sobrevivência, quando frequentei o curso pertinente, pois sendo maratonista em mar aberto, achei interessante ter alguma noção de como me portar quando envolta por águas turbulentas.
Sabia que com colete salva-vidas, podia flutuar por um bom período, eu estava à deriva no mar, tinha de usar as técnicas de frutuabilidade e boiar de costas, procurando poupar energias, me movimentando o menos possível. O mar estava muito violento, e eu tentando boiar, tinha imensas dificuldades, pois a todo momento era engolida pelas ondas. Mas parece que Poseidon entendeu que eu também era uma adepta dele e resolveu ser camarada comigo. Durante toda a madrugada o mar foi se acalmando e eu pude flutuar, descansando bastante. Com o oceano apenas encapelado, minha esperança era que, dado o alarme pelo rádio do veleiro, logo toda a flotilha da Associação Náutica Poseidon, estaria ao largo, me procurando.
O mar, agora bem mais calmo, tinha como cobertura, um céu com nuvens escuras e sem Sol e o frio começou a contrair meus músculos e tive de fazer força para continuar ereta, flutuando. Por outro lado, era muito bom que o Sol não desse o ar de sua graça, pois aí o meu fim chegaria mais cedo, exposta aos seus raios. Mas no momento, meu pior inimigo, era o corpo nu, com a água fria e salgada fazendo com que fosse perdendo a sensibilidade de meus membros, que teimavam em se contrair, o que seria fatal.
Fui uma heroína, pois vi o dia passar e novamente a noite chegar e eu continuei a flutuar, mas agora o pavor começou a me dominar, pois sabia que com a noite, não teria a menor possibilidade de ser encontrada, nem que "mil" barcos estivessem a me procurar.

Capitulo IV - Perdida na imensidão do oceano.
O que Marcela não sabia era que nenhum barco a estava procurando. O Dragão do Mar, que vinha algumas milhas na traseira do Any Mary, recebeu aviso pelo rádio, para abortar a competição, uma forte tempestade estava se formando. Crente que o outro veleiro também tivesse recebido o mesmo aviso, tratou de inverter o curso e voltar para a sua marina. Quando ele lançou ancoras, todos esperavam que o Any Mary, em pouco tempo, fizesse o mesmo. Mas o rádio de bordo não atendia os desesperados apelos para que retornasse imediatamente.
Com o passar das horas, todos sabiam que o veleiro estava no meio da violenta tempestade. Henry e Marta, ficaram desesperados e queriam zarpar com o seu iate, em busca do veleiro perdido, mas a guarda costeira proibiu terminantemente que qualquer barco saísse da marina. A tempestade que açoitava a região, de tão violenta, que já tinha engolido dois pesqueiros e alguns outros estavam sofrendo, lutando contra o temporal.
Com o amanhecer do dia seguinte toda a flotilha recebeu ordem para partir, mas quando os primeiros se faziam ao mar, o Any Mary, despontou no horizonte. Foi uma alegria só, o valente veleiro, tinha conseguido vencer a tempestade. Henry estufou o peito, orgulhoso por seus filhos terem vencido a fúria do mar, ainda mais que um dos tripulantes não tinha nenhum conhecimento da arte de velejar, ela também merecia ser aplaudida.
Mas quando tomaram conhecimento que Marcela foi engolida pelo mar e que não foi possível o seu resgate, a tristeza tomou conta de toda a Associação Náutica, pois no pouco tempo de convivência com ela, aprenderam a gostar da moça, inteligente, simpática e muito bonita. Os gêmeos estavam arrasados, pois sabiam que enquanto o rádio dava o alarme de tempestade, eles estavam no outro cômodo, se distraindo com Marcela, mas isso eles não podiam falar para ninguém.
A busca por Marcela, se estendeu por dois dias, mas apenas por mera formalidade, pois todos sabiam que ela jamais seria encontrada e agora estava no fundo do mar, servindo de alimento para os tubarões, que fervilhavam aquela região.
Mas a valente Marcela ainda estava viva, tá certo que depois de flutuar por quase 48 horas, perdida na imensidão do oceano, estava as portas da morte. Com o rosto todo enrugado pelo sal do mar, quase não enxergando, sentindo os olhos arderem e somente com muitas dificuldades, conseguia entreabri-los e seus lábios cortados pelo sal, implorava por um pouco de água; que ironia... cercado de água por todos os lados e quase morrendo de sede! Por uma razão que só os céus sabem, Marcela não foi localizada por nenhum tubarão.
Gritou apavorada, quando sentiu que algo tocou em suas pernas, provavelmente um tubarão ou outro peixe. Ficou esperando o ataque, só pedindo que não sofresse muito ao ser devorada pelo animal. Mas nada aconteceu e ela sentiu o mesmo toque, agora no seu braço. Abriu os olhos e assobrada, percebeu que não era nenhum tubarão a querendo almoçar, mas sim um enorme pedaço de madeira, a flutuar, tal como ela, perdido no mar sem fim.
Não podendo acreditar em sua sorte, com tremendo esforço, conseguiu subir e pode ver que estava sobre um enorme flutuador, provavelmente um pedaço de barco. -Meu Deus! Será do Any Mary! Mas logo pode ver que não, pois o material era bem rustico e o seu veleiro não tinha este tipo de material.
Percebeu que sua sorte pouco mudou, pois agora ela continuava a flutuar, verdade que livre dos tubarões, mas ainda no meio do nada, com o mormaço, queimando sua pele nua e morrendo de sede. Durante a noite, sentiu o vento soprar forte e sua "jangada" ser engolida por uma forte correnteza oceânica. Marcela não resistiu mais e fechou os olhos, sabendo que sua hora tinha chegado. Ela estava, depois de ter lutado tanto, sendo vencida pela morte.

Capitulo V - A Ilha dos Monstros
Os oito pescadores, deram graças ao Bom Senhor, apesar do pesqueiro não ter suportado a violência da tempestade e agora repousar no fundo do oceano, eles tinham conseguido chegar à ilha salvadora. Certo que o capitão e o cozinheiro, também foram engolidos pelas ondas. O pequeno bote, depois de ficar à deriva por muito tempo, foi levado pela correnteza, até ficar em pedaços, ao se chocar nas pedras sob às águas rasas do litoral da ilhota.
Não tinham a menor noção de onde estavam, mas depois de perambularem por todo o terreno, viram que de fome e sede não morreriam. Alguns frutos silvestres, no meio da mata, que encobria quase todo a área da ilha, se mostraram comestíveis e uma pequena nascente, descendo as altas montanhas, formou uma pequena, mas bela lagoa, com água límpida e potável. De mais a mais, peixe não iria faltar, não fossem eles, exímios pescadores.
Homens rústicos, acostumados a lidas do mar, logo perceberam que a ilhota e sua irmã, que podia ser vista a algumas milhas, não estavam nas rotas marítimas. Aquela outra ilha era bem menor e não devia ter meio de suportar vida, e então decidiram que não valia apenas tentarem ir até lá.
A quatro dias eles estavam "ilhados" e apesar de pesquisarem o horizonte, não viram nem sinal de navio ou avião. Muitos destroços costumavam serem levados pela forte correnteza e ficarem "encalhados" nos baixios da pequena praia. Muitas coisas eles recolhiam, pois algo lhes poderia ser útil, para a sobrevivência na ilha, pois não tinha noção de quanto tempo poderia ficar na ali.
Mas ao amanhecer daquele dia, eles encontraram algo maravilhoso, tinham certeza, que era a coisa mais útil, para atenuar a "ruindade" de estarem presos naquele lugar, longe de tudo e de todos. Uma bela mulher sumariamente vestida e apesar de estar às portas da morte, ainda respirava Ela vestia apenas um colete salva-vidas que deixava o lindíssimo corpo todo exposto. Apesar de estar com a pele toda enrugada e queimada pelo salitre e sol, mostrava ter coxas carnudas e roliças, deixando em exibição um espetacular par de seios, que graças ao colete, ficaram a salvo da ruindade do mar; e com um bundão lindo e muito judiado.
Se eles quisessem tirar algum proveito do "achado", tinham de primeiro, tentar salvar a vida da mulher. Ela foi levada para as margens da lagoa, no centro da ilha. Lá eles tiraram o colete de Marcela e a mergulharam nas águas límpidas e frescas, objetivando remover todo o salitre que judiava do corpo dela. Bebendo pequenos goles, Marcela foi recuperando a consciência aos poucos e pode ver, inclinado sobre ela, muitos pares de olhos gulosos e ansiosos por sua recuperação, com a agua fresquinha descendo entre seus lábios, ela sorriu debilmente e então teve a noção de que estava salva e pode murmurar, entre os lábios rachados: - Por favor... comida!
Pequenos pedaços de frutas lhe foram oferecidos, levados por mãos rudes, aos seus lábios. Marcela, esfomeada, engolia tudo que lhe era levado à boca, tendo até mordido um dedo imprudente, imaginando que era algum "manjar", mas logo a seguir ela voltou a perder a consciência. Ficou neste vai e vem, por uns três dias, sendo cuidada com extremo zelo, pelos pescadores, que ansiosos esperavam a sua pronta recuperação.
Finalmente Marcela tomou ciência de onde estava... deitada sob uma rude cobertura de folhas, sobre uma macia "cama" de capim. Se viu totalmente nua, aos olhos gulosos de uns dois ou três homens. Ela agradecida por eles a terem salvo, mas envergonhada por sua nudez, tentou tapar seu sexo com as mãos e os seios com o braço, cruzado sobre eles. - Por favor, senhores, eu queria vestir minhas roupas! - Olhe só, moça... quando a encontramos na praia, você não tinha nenhuma roupa no corpo, estava peladona como agora.
- E o meu colete-salva vidas... eu estava com ele! - Moça, já lhe falamos, você não vestia nada, nem roupas e nem colete! Marcela sabia que era mentira deles, mas nada podia fazer a respeito. Quando foi informada que eles eram oito pescadores, que igual a ela naufragaram e que agora estavam numa pequena ilha, no meio do oceano, todos eles esperando para serem regatados, Marcela ficou apavorada... sabia o que iria acontecer. Nua, na companhia de oito rudes homens, isolados de qualquer civilização... não era necessário ser gênio para adivinhar o desenrolar dos acontecimentos,
E assim foi, algumas horas depois, dormindo sob sua "cobertura" ela escutou passos que se aproximavam. Receosa, abriu os olhos e viu que dois homens, um negro e um mulato, se inclinavam sobre ela. Se encolheu toda, com os braços envolvendo os joelhos, com olhos arregalado e com os lábios tremendo de medo, ficou olhando para a dupla.
- Moça, nós tiramos a sorte para ver quem seria os primeiros a ficar com você... eu e o meu amigo aqui, fomos os felizes ganhadores e agora por toda esta noite, você será de nós dois. Marcela sabia que isso iria acontecer, mas ficou indignada e com medo deles, e de um só pulo ficou em pé e saiu em desabalada corrida, peladora, pela mata a dentro, sendo seguida pelos dois, que as gargalhadas, a seguiam de perto.

CONTINUA EM: A NÁUFRAGA - Parte II

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de dezembro de 2014 18:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Marina
    Postado porMarinaem31 de dezembro de 2014 18:54

    Delicia de conto, gozei muito.

  • Marina
    Postado porMarinaem19 de dezembro de 2014 16:17

    Quero a continuação, está uma delicia de conto que tesão.

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