Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

A NOVA EVA


Tenho vinte e oito anos, casada há nove com Alfredo. Tenho dois filhos, Eduardo com oito e Lucia com cinco aninhos. Hoje, sábado, meu marido me fez uma surpresa. Trouxe para almoçar, os meus sogros. Fiquei puta da vida, pois apesar de gostar muito dos pais dele, não tinha nada pronto. Eu tinha planejado sair com Alfredo para almoçarmos fora, junto com os nossos filhos. O pior de tudo é que, logo depois, dois amigos nossos chegaram e com a maior casa de pau. – Alice, Alfredo... viemos almoçarmos com vocês.
Já que estava todo mundo chegando de surpresa para almoçar em minha casa, só me restava aderir a alegria de todos e tratar de fazer jus a minha fama de ótima cozinheira.
Alfredo, vá servindo uns tira-gosto para o pessoal, que vou dar um pulinho ao supermercado lá do shopping, fazer umas comprinhas para o almoço. Ele se ofereceu para ir no meu lugar, mas eu recusei. – Não, só eu sei o que comprar.
-Meu amor, volto logo.
O shopping fica perto de nossa casa e de carro, é coisa de pouco tempo. Em menos de dez minutos estava já fazendo as minhas comprinhas, certo que numa correria danada. Tão distraída estava que não notei que alguns pares de olhos me observavam atentamente.
No estacionamento coloquei as compras no porta-malas e estava abrindo a porta do carro, quando senti, no meu ombro, uma dorzinha aguda e quando me virei, vi um homem com uma seringa, em sua mão. Ele tinha me injetado algo que queimava toda a região do ombro.
Meu susto foi enorme, tentei gritar, mas minha boca estava ficando totalmente dormente e fui empurrada para o banco trazeiro do meu carro, sem conseguir emitir um único som.
Um homem branco, com cabelos à escovinha, sentou ao meu lado e de imediato, um outro cara entrou e eu fiquei entre os dois. Não estava inconsciente, porém não conseguir me mover.
Um terceiro sujeito, no banco do carona, me olhava com muita atenção. O que me surpreendeu foi a aparência física dos assaltantes. Altos, loiros, com cabelos à escovinha, com rostos parecendo emoldurados em pedra, não demonstrando nenhuma emoção.
Pressionada entre os dois, imaginei que estava sendo vítima de um sequestro relâmpago, tão comum nestes dias, porém fiquei muito apavorada, pois apesar de estar lúcida, me sentia totalmente imobilizada, sem poder mover um único músculo do meu corpo e não me vinha à mente que pudesse existir alguma droga que agisse instantemente ao ser aplicada num corpo, mas foi isso que estava acontecendo comigo.
Bem junto ao meu ouvido, com voz baixa e rouca, ouvi o homem a minha direita, falar. – Alice, queremos que fique bem calma e não se preocupes com o que vamos fazer com você, pois não sentirás nenhuma dor.
Meu Deus, venha em minha ajuda! Compreendi que não era assalto relâmpago, como de hábito acontecia, mas sim que a trinca pretendia me estuprar, pelo fato de sentir que muitas mãos estavam tirando minha saia e em seguida minha calcinha.
Os vidros do meu carro não permitiam visão do seu interior e apesar de escutar os sons habituais do estacionamento, tinha certeza que ninguém viria em meu socorro. Pelos menos permanecíamos parados, na enorme garagem do shopping.
Minhas pernas foram colocadas sobre o encosto do banco dianteiro, de modo que minhas coxas ficaram bem separadas. Na posição em que eles me colocaram, estava toda exposta, com a vagina e o bumbum a disposição deles. Quase sufoquei e tive ânsias de vômito quando um longo tubo flexível foi colocado em minha boca e avançou garganta abaixo, indo até meu estômago. Por muito tempo percebi aquela coisa se movimentado dentro de mim.
O homem no banco do carona, segurava uma espécie de aparelho, parecendo uma pequena televisão, com o visor voltado para os outros dois. Percebi que eles estavam examinando por meio do equipamento, meus órgãos. Meus Deus! O que estava acontecendo? O que eles queriam agindo deste modo tão insólito?
Sem nenhuma outra manifestação deles, percebi que mãos macias, lambuzavam meus dois buraquinhos, com uma espécie de creme. Os dedos entravam fundo na buceta e no ânus e em seguida dores agudas, vinda das paredes internas da vagina e depois do cu. Tudo dentro de minhas carnes, começou a ficar dormente e então compreendi que eles estavam injetando anestésicos no interior de minhas genitálias.
Pude perceber que colocavam algo dentro de minha buceta e no ânus, que me causavam grande incômodo.
Não sei quanto tempo fiquei neste estado de semi torpor, toda dormente, mas aos poucos tudo foi ficando claro em minha mente. Percebi que estava sentado no banco do motorista do meu carro e vestida com a minha saia.
Parecia que tudo aconteceu como num sonho, a não ser pelo grande incomodo que sentia na região da vagina e do ânus e que algo comprimia toda aquela região externamente., dificultando que ficasse sentada.
Bastante dolorida, levei as mãos ao baixo ventre e o senti duro e dolorido. Assustada, levantei minha saia até a cintura e foi com horror que me vi vestida com uma espécie de cinta metálica, de ferro ou aço, não sei, que ia desde a cintura até o alto de minhas coxas.
- Meus Deus! O que é isso? Fiquei em pânico total, sem saber o que fazer ou o que pensar. Olhei para o relógio do painel e percebi que se tinham passado três horas desde que sai de casa. Examinei aquela coisa em mim e pude sentir que havia orifícios na frente e atrás através da coisa horrível que me vestia.
Procurei por minha bolsa, pelo meu celular, mas não o encontrei. Pretendia ligar para meu marido em busca de socorro. Dei partida no carro e saí do estacionamento, sem nem parar na guarita, estourando a cancela.
Na avenida, entrei na contramão, ziguezagueando entre os carros, que se afastavam da “louca” ao volante.
Só então percebi que estava sem a mínima condição de dirigir, totalmente sem coordenação motora de meus nervos e músculos. Foi inevitável, fui de encontro a um muro e o choque foi tão violento que capotei algumas vezes e me senti presa entre as ferragens.
Não sei a razão de não perder os sentidos, pois tudo me doía, desde a cabeça até os tornozelos. Acho que durou muito tempo até que os bombeiros conseguiram, depois de quase uma hora, me libertar das ferragens do meu carro.
Na ambulância, com a máscara de oxigênio eu apenas olhava os socorristas, ainda no mundo da lua e foi só então que perdi os sentidos.
Acordei com uma verdadeira multidão em minha volta. Todos me examinando atentamente. Estava num centro cirúrgico, com muitos aparelhos ligados ao meu corpo.
- Senhora...quem fez isso com você? Eu não tinha a mínima ideia do que eles estavam falando e fiquei os olhando muito admirada. Não senti nenhuma dor e quando perguntaram qual era o meu nome, não fui capaz de responder e tudo voltou a ficar confuso e voltei a perder a consciência.
XXXXXXXXX
Alice ficou muitos meses internada numa clínica particular, sem ter a mínima condição de informar as autoridades e aos médicos o que lhe aconteceu, no curto espaço de tempo, de apenas três horas, dentro do estacionamento do shopping.
Foi submetida a inúmeras intervenções cirúrgicas, pois sofreu múltipla fraturas, principalmente na coluna. Mas por mais que a equipe médica tentasse não conseguiram, remover de seu organismo o objeto estranho que se fundiu aos seus tecidos como se deles fizessem parte. Todo o aparelho reprodutor de Alice estava fazendo parte daquela coisa inexplicável que reagia a cada tentativa de remoção, elevando em muito a temperatura de todo aparelho e emitindo um estranho zumbido.
Um ano depois, ainda sob cuidados de múltiplos especialistas, Alice foi liberada para poder viver sua vida normal, como se isso lhe fosse possível. Pois tinha se tornado uma cobaia para cientistas vindos do mundo todo. Teve que conviver presa a uma cadeira de rodas, pois os danos em sua coluna, atingiram seus membros inferiores.
Entraram em acordo e Alice se habituou a ficar dois dias por semana, internada numa clínica, especialmente equipada para pesquisar o seu inexplicável caso.
Podia fazer suas necessidades fisiológica normalmente, porém coisas estranhas, acontecia toda vez que ovulava. Aqueles negócios implantados nela, emitia zumbidos e sua temperatura aumentava de forma inexplicável. Neste tempo todo esteve impedida de fazer sexo com o marido.
Até que em determinado dia, Alice, mesmo sendo monitorada por muita gente, desapareceu misteriosamente, de dentro da própria clínica que analisava o seu caso.

XXXXXXXXXX

Alice já habituada a ter pessoas, vestidas de branco, a examinando, nem estranhou quando acordou se vendo deitada numa cama, no que parecia ser mais um dos centros cirúrgicos, que tanto frequentou no último ano. Suas pernas estavam apoiadas sobre um equipamento que mantinham as coxas levantadas e bastantes separadas.
Mas agora tudo era muito diferente. O local era enorme e fartamente iluminado por luzes que apontavam diretamente sobre seu corpo nu, conectado a dezenas de tubos e fios e uma multidão de homens e mulheres em sua volta.
De uma espécie de capacete sobre sua cabeça, dezenas de fios, ligados a muitos aparelhos, todos piscando e emitindo estranhos sons. Logo lhe veio à mente a ideia que estava sendo submetido a mais um dos intermináveis experimentos dos últimos meses.
De um grande espelho posicionado pouco acima de seu corpo, pode ver grossos tubos translúcidos colocados em sua vagina e no ânus. Estava tão dilatada, que a cabeça de um bebê poderia facilmente passar pelo canal. Compridas pinças entravam e saiam a todo instante pelos tubos.
Apesar da absurda dilatação de seus orifícios, não sentia nenhuma dor e se manteve tranquila, não entrando em pânico, como seria de se esperar.
Durante muitas horas as pinças retiraram, bem lentamente, dos seus órgãos internos, centenas de “bolinhas” pouco maior que um grão de feijão, na cor verde escuro. Durante todo este tempo, Alice ficou vendo esta extraordinária invasão de seu corpo, sem se mover um milímetro sequer, apesar de não está presa à complexa geringonça.
xxxxxxxxxx
Fui perdendo a consciência aos poucos e quando acordei, aí sim, fiquei muito assustada, pois vi ao meu lado, os mesmos três homens que me atacaram no estacionamento do shopping, muitos meses antes, altos, loiros, com cabelos à escovinha, com rostos parecendo emoldurados em pedra.
Com voz baixa e rouca, como antes, ouvi um deles, falar. – Alice, queremos que fiques bem calma e escute o que tenho a lhe disser.
- Tivemos de a tirar das mãos do teus pseudos cientistas, antes do tempo necessário, pois eles poderiam danificar a colhedeira que instalações em você ou então a inutilizar causando a tua morte.
Tens de ficar orgulhosa, pois estais sendo a responsável pela sobrevivência de toda uma espécie que habitam o nosso universo. A tua genética, unida aos nossos equipamentos, geraram 1230 seres reprodutores que repovoarão todo o nosso sistema planetário.
Mas vamos necessitar que fiques no nosso mundo por mais cinco dos teus anos, necessitaremos que nos forneça algumas centenas de milhares de reprodutores, o necessário para os espalharmos pelos cinquentas e oito dos nossos mundos.
- Teu corpo, nos é demasiadamente valioso, receberá tudo o que é necessário para o manter apto a gerar a salvação da nossa espécie. Quanto a tua saúde mental, não se preocupes, a manteremos sobre rigoroso controle.
Eu tinha perfeito conhecimento que fora abduzida por seres de outros mundos, arrancada do convívio da raça humana, para servir aos propósitos por eles embelecidos, ser a “EVA” de distantes mundos.
Durante os cinco longos anos, vivi numa espécie de “bolha”, isolada do mundo deles, quase do tamanho de um pequeno sítio, a imitação perfeita de um habitat terrestre, com árvores, plantas e lago, cercada por uma dúzia dos homens e mulheres, que me serviam de tudo que fosse necessário para me manter física e mentalmente saudável. Apesar de serem bonitos e viverem praticamente desnudos, eram incapazes de se reproduzirem; daí a necessidade do meu corpo de femea. Não tinha mais necessidade de usar a cadeira de rodas, pois minhas pernas voltaram a suportar o meu corpo.
- Porque não abduzirem muitas mulheres da terra e porque somente eu? Tomei conhecimento que isso não era possível, a matriz geradora, teria de ser a mesma e eu fui a infeliz escolhida, dentre bilhões de outras.
Minha saúde mental era mantida por meios artificiais, não sei como, mas o certo é que, eu me sentia feliz e sempre bem-disposta, não me revoltando por estar distante dos meus filhos, do marido e de todos os meus parentes e amigos. Não sei que eram drogas ou o quê, que me mantinha desta maneira, esquecida de minha vida anterior.
Constantemente era conduzida a uma espécie de laboratório ou coisa parecida e de dentro de mim, eram retirados centenas daqueles grãozinhos escuros, que soube, iriam para estranhos maquinários, incubadoras, para se tornarem novos seres deste mundo.
Alice, você já nos serviu e graças a isso, nossa civilização prosseguirá saudável, povoando os nossos mundos. Você será devolvida ao teu planeta e ao teu tempo. Não terás nenhuma lembrança do nosso mundo e do que aqui aconteceu. Tua mente e teu corpo receberão alguns “ajustes” para que possas continuar a viver saudável em seu mundo, isso como forma de nossa eterna gratidão.
xxxxxxxxxx
Na clínica que pesquisava Alice, estava reinando uma completa bagunça. Ninguém podia acreditar que a única paciente do complexo, pudesse desaparecer de forma tão misteriosa. Todos os equipamentos a ela ligado, não registraram o desligamento do corpo da ilustre paciente.
Por dois dias inteiros, todos os cantos do lugar, foram minuciosamente vistoriados a sua procura. Uma coisa era certa, Alice não saíra pelo único acesso à clínica, pois a câmeras de vigilância nada registraram.
Até que em vinte e seis horas depois, Alice foi localizada no seu próprio leito hospitalar, com toda a parafernália ligada a ela, para perplexidade de todos. Quando questionada a respeito, Alice ficou muito admirada e lhes respondeu que nunca se afastou do seu leito e que dormiu maravilhosamente bem
Para assombro dos cientistas, médicos e enfermeiras, o objeto que fazia parte de todo aparelho reprodutor de Alice, sumiu como por um passe de mágica e o mais extraordinário, nenhuma sequela foi registrado e Alice após inúmeros e minuciosos exames, apresenta saúde perfeita, tanto física como mental e não necessitava mais da cadeira de rodas para se locomover.
Quando voltou aos braços de seu marido e filhos, a todos surpreendeu, pois apesentava a vivacidade de uma jovem de dezoito anos e não de uma mulher de vinte e oito anos, mãe de dois filhos. Sua memória e intelecto se tornaram altamente desenvolvidos e mais do que isso, na cama, com Alfredo, o surpreendeu com o seu apetite sexual.
Alice a Eva de mundos distantes, não podia imaginar, que toda a sua extraordinária saúde física e mental, era mantida e controlada pelos seres extraterrestres e, que, dois anos depois, seria novamente abduzida pelos ET’s, para servir como reprodutora de novos seres de mundos distantes.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:29 de julho de 2016 11:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 29/07/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*