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A POMBA E OS GAVIÕES

A POMBA E OS GAVIÕES


Alice entrou em casa esbaforida e foi correndo para o seu quarto. Hoje ela fazia 15 anos e dona Ruth, sua mãe, lhe disse pelo celular que tinha uma surpresa para ela, na mesinha do quarto. Veio correndo da escola e nem se despediu direito das amigas. Filha única de Ruth, que a paparicava e a tratavas como uma bonequinha, apesar de nem sempre poder estar presente. A doutora Ruth, diretora e sócia majoritária da Clinica Boa Esperança, estava quase sempre envolvida em seus compromissos. Mas assim mesmo não descuidava da filhinha querida.

Alice tinha, desde pequena, uma babá. Uma senhora simplória que aodorava a pequena e cuidava dela como se fosse sua própria filha. Além disso Ruth tinha mais duas sernhoras, que cuidavam da casa com muito esmero.

Alice não conheceu o pai, que morreu quando ela tinha apenas 5 aninhos e sua mãe, era sua única familia. Menina muito viva, com um rostinho de boneca e longos cabelos loiros, estudiosa e obediente, que cativava a todos por sua simpatia, meiguice e afabilidade. Pura de alma, muito inocente, ainda não tinha namorados, mas já iniciava a despertar seu interesse por Raul, um garoto da mesma idade, que vivia de olho gordo na pequena Alice.

Quando viu o presente de mãe deu um pulo de alegria. Era o que sonhava a muito tempo. Um notebook prontinho para uso, já interligado à internet e tudo o mais. No colégio tinha aula de informática e por isso desejou ter um aparelho para poder bater papo com os amigos e fazer pesquisas que a ajudassem nos estudos. Alice gostou, também, de se comunicar com outras pessoas, fora do seu circulo de amizade.

Passou a trocar mensagens com um rapaz, um universitário que residia em outra cidade. Eduardo aparentava ter uma personalidade que se casava com a de Alice e disse ter 21 anos. Deste dia em diante, passava muito tempo navegando e batendo papo com ele e estimulada por seu novo amigo online e, por curiosidade entrou em sites pornôs. Ficou assombrada com o que viu. Um mundo completamente desconhecido para ela. trancada em seu quarto, sem o controle da mãe, Alice assistiu os mais picantes videos, que despertou nela, pela primeira vez, uma forma de prazer, até então desconhecida.

Vendo homens e mulheres nas prática de sexo, em todas as posições, ficava excitada e se tocava e desta forma passou a conhecer o prazer e a gozar com os os seus dedos. Sabia que estava fazendo coisa errada para uma meninota tão novinha, mas não conseguia deixar de assistir a este tipo de site e cada vez mais buscava os mais explicitos pornôs. Em sua busca, entrou em sites que ofereciam mulheres e homens para se comunicarem com o usuário e foi o que ela fez.

Alice atendeu ao pedido de Eduardo para ser seu namorado virtual e ela aceitou, ficando toda empolgada. Finalmerte tinha alguém para a trocar confidências. Com isso ele ficou um pouco mais atrevido e perguntou o que ela sentia quando via homens e mulheres fazendo sexo nos sites que ele indicou para ela. Alice respondia que ficava toda "acessa".

As trocas de mensangens entre eles, passou a ter um cunho bastante erótico e a jovem incauta, aceitou que assim fosse. Ficava excitada quado ele fantasiava que ambos estavam fazendo sexo. Pensava que agindo assim não tinha a menor importância, pois tudo era só pela net e eles estavam separados fisicamente, não encontrou problemas e se atirou com vontade nesta aventura perigosa, para uma garota tão novinha e inocente, totalmente envolvida pela lábia dele e pela novidade de conhecer este novo mundo. deconhecido para ela.

Ela hesitou quando ele propôs usarem a webcam pois estava louco para a conhecer. Tinha medo dele a ver, pois mentiu quanto a sua idade, disse que tinha 19 anos. Ficou com medo que ele a visse como uma fedelha de apenas 15 anos. Mas não teve modo de evitar, pois Eduardo insistiu muito quanto a isso.

Ficou encantada quando o viu pela cam, um cara lindo demais, irradiando simpatia e toda a sua formosura. Ele ficou surpreso. -Você é uma mentirosa meu anjinho não tens 19 anos de maneira nenhuma! Magoada, ela teve de confessar que só tinha 15 anos, completados a menos de um mês e pediu desculpas, com medo que ele a considerasse muito jovem para ele, com 21 anos.

Mas Eduardo ficou encantado por ela ser apenas uma jovenzinha, pois asim poderia a conduzir para os seus reais propósitos com mais facilidade. Isso não tem a menor importância para mim. Você é uma garota muito bonita e fiquei encantado por ser apenas uma garotinha.

Alice se empolgou com a beleza fisica do seu "namorado" e por ele não dar importância por ter mentido quando a sua idade. Passou a se exibir para a garota, vestindo apenas uma minúscula sunga que pouco escondia o volume do seu membro e de tanto pedir, ela também se mostrava a ele, apenas de calcinha e sutiã.

Eduardo fantasiava para ela, que ambos estavam fazendo sexo e pedia para ela se tocar. A princípio tímida, ela obedeceu e se exibia para ele, alisando seu corpinho. Ele fazia o mesmo, até que numa noite, tirou a sunga e se mostrou nu para ela. Alice surpresa, ficou vidrada, vendo ele se masturbar e excitada, fez o mesmo, ficou totalmente nua e sem pudor, fez o que ele pediu, abrir as coxas e tocar sua xoxotinha com os dedos. Na verdade, Alice tinha perdido todo o pudor, obedecendo somente o chamado da sua libido, que aflorou com toda força e o prazer que sentia agindo assim.

Sem que sua mãe desconfiasse de nada, sua meninha, a inocente e pura Alice, passou a fazer sexo virtual com Eduardo, quase todas as noites. Ela ficou viciada nesta prática e as vezes ficava até alta madrugada se comunicando como seu "amante virtual."

Com isso, relaxou nos estudos e vivia muito nervosa e só pensava em ir para o seu quarto e ligar o notebook, não para estudar, mas para se comunicar com Eduardo. As provas de meio de ano chegaram e ela se saiu bem abaixo do seu usual, surpreendendo sua mãe e seus professores.

Tremeu de medo, quando ele disse que aproveitando as férias, viria até sua cidade para a conhecer pessoalmente. Queria tudo, menos isso. Tinha muito vergonha de o encarar, depois de tudo que fizeram em seus vídeos. Mas não teve como o evitar e eles se encontraram num shopping da cidade, previamente combinado.

Ele com os seus 1,85 m. e ela com apenas 1,55, ficava pequeninha ao seu lado. Muito tímida, tinha medo de o encarar de frente, porém ele, pouco a pouco a fez ficar calma e quando foram almocar na praça de alimentação, ela já tinha perdido toda a timidez e viu que ele era muito mais charmoso pessoalmente do que pela net.

Eduardo não teve nenhuma dificuldade de a convencer a ir com ele para um lugar "mais sossegado". No carro que ele tinha alugado, Alice no banco do carona, ficou muito contente com a gentilieza dele em lhe oferecer uma caixinha de bombons. Gulosa, ela logo comeu dois bombons e ofereceu um a ele, que recusou.

Pouco minutos depois, Alice começou a ficar tonta e tudo parecia nublado e muito confuso. Comentou com ele, que lhe disse que podia ser um mal estar passageiro e lhe ofereceu um pequeno frasco com um líquido, dizendo que ela ficaria boa tão logo bebesse todo o conteúdo do vidrinho. Agora a bobinha e inocente jovenzinha estava tão drogada, que toda mole no encosto do carro, não conseguia abrir os olhos.

Eduardo olhou para a garota e sarcasticamente comentou para si mesmo: - Alice, querida, hoje você vai ter um dia que nunca mais esqueceras pro resto da tua vida. Rodou alguns quilômetros mais, até chegar numa bela mansão, sua residência. Isso mesmo, ele morava na mesma cidade de Alice e usou de truques para a convencer que estava se comunicando com ela de outro cidade. Para ele tudo foi muito facil, expert em informática, pode camuflar muito bem a origem de seus sinais na rede.

Tão logo chegou, três amigos deles, que já o esperavam, se apressaram em abrir o portão do terreno murado e a porta da garagem. Tudo bem Eduardo, você trouxe a bonequinha para a gente se divertir. - Lógico que sim! Ela está aqui no carro, é uma autêntica otária. Ela aceitou de imediato quando a convidei para vir comigo e a drogar foi a coisa mais fácil deste mundo.

Os três amigos de Eduardo, todos na faixa etária, 24 a 25 anos, tal como ele, que mentiu para Alice, dizendo que só tinha 21 anos. Não eram universitários, mas sim, todos filhinhos de papais ricos, que se divertiam atraindo mocinhas, tal como Alice, para a armadilhas deles, as estupravam por alguns dias e depois a liberavam, sem que as pobresinhas pudessem os identificar.

Era este o destino Alice, ser violentada pelos quatros miserávies. Eles já a tinham visto nua, na net, se masturbado sobre o comando de Eduardo e a sabendo virgem e quase uma garotinha, o apetite deles para a foder, estava no máximo.

Alice foi levada para um quarto suite, luxuoso, e colocada sobre uma cama se casal e de imediata eles tiraram toda a sua roupa, a deixando nuazinha. Muitas mãos a tocaram em suas partes íntimas. Porem Eduardo logo inteveio. -Agora não pessoal, vamos esperar que ela acorde. Será bem mais gostoso a foder, com ela sabendo o que está acontecendo.

Eles colocaram uma meia máscara no rosto da jovem, na altura dos olhos, de modo que não podesse identificar o rosto de nenhum deles e seus pulsos, foram presos nas costas por meio de uma algema de couro macio, mas resistente.

Muito tempo depos, Alice começou a sair do torpor ocasionado pelas drogas e ao se ver naquela situação, nua, vendada e com os braços presos, apavorada começou a pedir por socorro. Gritou por muito tempo chamando por Eduardo. Inocente, mas não burra, sabia que aquilo era obra dele. Ele a tinha convencido a ir para algum lugar, a drogou e a prendeu desta maneira. Quais seriam as intençoes dele?

Em pânico, conseguiu se lavantar da cama, mas vendada e com os braços presos, esbarrou numa cadeira e depois numa parede. Cansada ficou sentada na beirada da cama e lá ficou por algum tempo. Escutou passos e algumas vozes vindo em direção de onde estava. Presentiu que entraram e ficou tremendamenrte apavorada, pois todas as vozes eram de homens, de muitos homens e ela estava nua em pelo.

Alguem a tocou em seu ombro e ela se encolheu assustada. Reconheceu a voz de Eduardo, que lhe disse: Alice meu anjo, não fiques com medo. Nada de mau lhe vai acontecer. Vamos fazer sexo adoidado com você e depois serás libertada, sã e salva. Eu e meus três amigos estamos com muita vontade de a comer e temos ceteza que iras gostar de tudo que vamos fazer com você.

Alice, não podia acreditar que o seu querido Eduardo, pudesse estar agindo desta maneira, mas esta era a realidade que etava acontecendo com ela. Com o terror tomando conta de sua alma, començou a berrar como uma alucinada, quando sentiu que muitas mãos a derrubavam sobre a cama.

Bocas e línguas a lambiam em todos os seus recantos mais íntimos. Tentou fechar as coxas, mas logo sentiu uma boca chupar sua bucetinha e um dedo entrar no seu cuzinho. Seus mamilos eram sugados por duas bocas famintas e uma língua entrava em sua boca.

A pobrezina estava sendo atacada pelos quatros caras simultaneamente e indefesa, só fazia chorar em total desespero. Por quase duas horas, eles se revezaram sobre o corpinho da jovenzinha, sem que houvesse penetração, a não ser com os dedos e as linguas dos miseráves.

Quando eles a deixaram, ela estava toda dolorida e apenas soluçavas, sem forças para mais protestos e gritos. Ao seu lados, eles estavam decidindo quem seria o primeiro, o que tiraria sua virgindade. Quando foi virada de bunda para cima, soube o que eles queriam, a penetrar por trás, no seu rabinho.

Alguém arriou o peso sobre ela e uma voz lhe disse. - Fique calminha querida, eu tive a sorte de ser o primeiro a provar o teu cuzinho virgem. Vou ser bem delicado e não sentirás muita dor.

Não foi nada disso, apesar dele a lambuzar com uma especie de creme, na entrada do seu ânus, gritou de dor quando ele enterou o pau no cuzinho apertado. Incentivado pelos outros, ele ficou muito tempo entrando e saindo da coitada, que soluçava e gemia, não de prazer, mas de dor.

Nas horas seguintes, todos os quatros, incluindo Eduardo, comeram o rabinho de Alice, atraídos pelas salientes e bem torneadas nádegas dela, alguns até por duas vezes .Foi tanta porra no seu rabo que se sentia cheia por dentro. Ficou estirada sobre a cama, soluçando sem parar. De tão exausta e dolorida, nao podia nem se mover, completamente arrasada fisica e moralmente.

Eles foram embora e ela ficou só , até que percebeu que alguem entrava no quarto. Era uma mulher, que a tocou e lhe disse. - Venha menina, eu fui encarregada de a levar até o banheiro para tomares um banho e depos lhe dar algo para comer e beber. Mesmo sem poder ver nada e com os pulsos preços, foi levada até um banheiro e lá a mulher a colocou num vaso, onde pode botar para fora tudo o que os miseráveis colocaram dentro do seu rabinho sofrido. A mulher a colocou sob uma ducha e a agua fria a animou um pouco.

Não teve vontade de comer nada e apenas tomou um copo com uma especie de vitamina e a mulher foi embora, sem nada mais lhe falar. Alice estava totalmente destruída, destroçada e ficou estirada na cama, sabendo que sua desgraça ainda não tinha acabado. Conseguiu dormir um pouco durante a noite, mas foi um sono cheio de sobresaltos, pensando em sua mãe, que devia estar desesperada com o seu sumiço.

Pela manha, a tal mulher retornou, lhe trazendo uma bandeja com café e alguma coisa para comer, mas Alice não teve ânimo para comer nada. Implorou que ela tirasse sua venda e soltasse seus pulsos, mas ela se negou a fazer, dizendo que tinha ordens para a deixar como estava. Isso era uma verdadeira tortura para a garota e debilitava ainda mais o seu estado de espírito.

Mas era assim, que Eduardo e seus comparsas a queriam. Bem mais tarde, os infames retornaram e Alice sabia que sofreria mais abusos deles. Implorou, chorou e pediu pelo amor de Deus, que não lhe fizessem nenhum mal. Rindo e desbochando da coitada e lhe dizendo que só lhe fariam coisa gostosa nela.

Eduardo foi o escolhido para tirar o cabaço de Alice e ele o fez sem nenhuma delicadeza. Gritou de dor, em puro desespero sentindo suas carnes se abrindo para dar passagem ao membro invasor. Alice era pequena e ele, muito grande e a brutalidade com que a deflorou, a vez perder os sentidos por instantes, gritando de dor. Ele se movimentava em cima dela, parecendo um animal, a lambendo todo o rosto e amasando seus seios. Ficou dentro dela, até ejacular toda a sua tara dentro da infeliz menina.

Nem bem ele saiu outro caralho enorme a penetrou e assim foi com todos eles, com todos a enchendo de porra. Mas eles ainda não estavam satisfeitos e em dupla penetraram preencheram os seus dois buracos. Isso continuou durante toda a tarde, com Alice já em choque, nem percebendo quando, um a um, fizeram sexo oral nela.

Nos dias seguintes, Alice continuou agindo como se fosser um zumbi, parecendo uma pessoa sem alma. Mas nem porisso eles a deixaram em paz e continuaram os estupros, usando seu pequeno corpinho da forma mais aterradora possível, até colocando objetos estranhos em sua vagina e no ânus, a rasgando toda por dentro.

Dona Ruth não se conformava com o desaparecimentode de sua filhinha querida. A polícia fazia buscas e procurava encontrar alguma pista a respeito do paradeira da adolescente. Tudo em vão, a hipótese de sequestro foi levantada, mas a ausencia de pedido de resgate, parecia descartar esta possibilidade, pois faziam de doze dias que Alice estava sumida.

Foi com assombro que um grupo que fazia caminhada, nas montanhas nas cercanias da cidade, encontrou o corpo de uma jovem nua e muito ferida, sob algumas árvores e quase encoberto por abustres. Dado o alarme, a jovem foi socorrida pelo corpo de bombeiros e levada para a emergência de um hospital de pronto atendimento.

Em choque, seu estado era desesperador e levada para o centro cirurgico, sofreu muitas intervenções, para reparar todos os danos que a garota vitimada apresentava. Só depois de dois dias, foi identificada como a mocinha desaparecida que todos estavam a procura.

Alice, para desespero de sua mãe, continuou em coma profundo por muito tempo, mesmo depois que fisicamente não havia mais motivos para continuar no coma. Quando finalmente acordou, parecia uma boneca sem vida, sem alma. Ficava olhando para as pessoas, sem responder as perguntas que lhe eram feitas. A garotinha ficou gravida, mas logo depois teve um aborto expontâneo.

Sua jovem mente, não resistiu ao abusos e torturas que sofreu e apagou de vez. Até hoje, passados três anos, Alice continua em tratamento. Apresenta grande melhora, mas nunca mais foi a mesma jovem de antes, vivendo reclusa, se negando a sair de casa sozinha, tremendo de medo, quando um rapaz lhe dirige a palavra. Tudo o que sofreu, ficou escondido em sua alma e para o seu bem não tem lembrança claras dos dez dias terríveis em que ficou presioneira dos sádico tarados, que livre, continuam a atrair jovens como ela para as suas garras de monstros.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:22 de janeiro de 2016 01:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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