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A RUIVA DO TIÃO

A RUIVA DO TIÃO

Isabel e Anderson estavam noivos a quase um ano, moravam em um pequeno apartamento, sem nenhum conforto, distantes alguns quilômetros da casa dos pais dela, que não aprovavam a filha ir morar com o rapaz, antes do casamento. Mas a paixão que os unia falou mais alto.

Ambos com 18 anos, fizeram a loucura de mandarem tudo ir a merda e mesmo sem ajuda dos pais, montaram este pequeno ninho de amor. Para falar a verdade, o que os unia não era este amor verdadeiro e eterno que os românticos tanto apregoam, mas sim a paixão, o desejo que sentiam um pelo outro, ou seja, o puro instinto animal do macho pela fêmea.

XXX

Isabel, uma ruiva muito bonita, corpo belíssimo, na flor dos seus 18 aninhos, transpirando sensualidade por todos os poros, já tinha namorados alguns rapazes, sempre em busca de alguém que apagasse o fogo que sentia no meio das pernas.
Mesmo quando estava chupando o pau de um moleque, não se sentia plenamente satisfeita naquela paixão quase incontrolável que a incendiava.

Tão louca estava, que planejou se deixar “seduzir” pelo negro Macalé da boca de fumo, perto de sua escola. Foi a coisa mais doida e sem sentido que fez.
Saiu do colégio, às 22:30 horas e em vez de tomar a condução para casa, como sempre fazia, enveredou por uma rua, lado contrário do ponto de ônibus. Isabel tinha conhecimento que o caminho que tinha tomado, a levaria ao pé do morro, onde alguns colegas seus iam comprar drogas.

Ela mesma, junto com um grupinho de moças e rapazes, já tinha visitado a boca, para comprarem alguns saquinhos de pó.

Mas agora a coisa era diferente. Ela estava só e era tarde da noite. Tudo como ele tinha imaginado.

- O que tu tá fazendo aqui, Ruiva? Não sabes que é perigoso uma gostosinha como tu andar por estas paradas?

- Sabe o que é.… estou louquinha por uma cheiradinha e sei que você sempre tem algum aí. Estou sem dinheiro... mas se fores bonzinho, posso lhe pagar de outra forma.
- Huuumm! Você é bem cachorrinha mesmo. Aceito tua oferta..., mas não aqui, no meu ambiente de trabalho. Está vendo aquele barracão ali em riba? É lá que eu escondo o meu esqueleto. Vá até lá e me espere, que dentro de minutinhos eu subo.
- Mas negrão... como vou entrar? Não se preocupe com isso ruivinha. Meu primo está lá, diga a ele que fui eu que a mandei. Ele é papo fino, vai lhe dar o que queres, tudo em meu nome.

Isabel, tremendo de ansiedade, subiu a pequena trilha de uns 80 metros até o barraco do negro. Tinha sentido o cheiro dele e visto o peito nu coberto de suor e ficou toda molhadinha. – Minha nossa! Ele deve ter um pau enorme...vou deixar ele fazer tudo em mim, menos anal

XXX

Mas o que Isabel não sabia era que naquela noite, ela faria sexo anal, oral, vaginal e não só com o negrão da boca, mas com todos os seus “primos”, seis ao todo.
- Quem é tu, ruiva e o que está fazendo aqui? Isabel viu o moreno, com cara de poucos amigos, barrando a entrada do barraco.

- Sou Isabel, e o Macalé disse que eu podia subir, que ele virá em seguida.
- Ah... sendo assim tudo bem. Você quer pó... é isso? Podes entrar que a gente tem de tudo aqui dentro...é só comparecer com a grana.

Isabel, ao entrar no escuro barraco, ficou com muito receio. Tinha se oferecido ao negro Macalé..., mas ali dentro, ela via seis sujeitos, em volta de uma comprida mesa de madeira, tipo balcão, onde estavam diversos itens que, no escuro do local, não pode identificar. Deviam estar embalando drogas para posterior distribuição.
Cinco, dez, quinze minutos e nada de Macalé chegar. Sentadinha num pequeno banco de madeira, Isabel estava com o cu bem apertadinho, tamanho era seu medo. Por duas vezes, já tinha se dirigido para a porta, dizendo aos tais primos de Macalé que iria se encontrar com ele lá embaixo.

- Nada disso ruivinha... Macalé mandou você esperar aqui e é isso que vai fazer. Na segunda vez, Isabel quis bancar a valente e exclamou: - Olhem aqui... eu não posso mais esperar... vou descer. Tenho amigos me esperando lá embaixo e eles já devem estar preocupados com minha demora.

- Ruivinha, parece que você é surda! Coloque o rabo neste banco aí e fique quietinha. Se Macalé mandou tu subir é porque deve ter algum plano para tu.
Ela sabia quais eram os planos dele... a foder. Ela mesma tinha deixando isso bem explicito. Mas não esperava encontrar aquela “multidão de homens no barraco dele.

XXX

Quando Macalé chegou, quase 40 minutos depois, Isabel respirou aliviada e logo se levantou e foi ao seu encontro.

- Cara, como tu demorou! Vamos fazer o seguinte... já é muito tarde e eu tenho de ir embora. Amanhã, depois que sair do cursinho... venho conversar com você, lá na boca. Tudo certo?

- De modo algum, ruivinha! Eu estava fechando a boca... louco para subir, sabendo que tu estava aqui me esperando.
- Pessoal, esta ruivinha gostosa é a Isabel. Ela é minha cliente e sempre tem grana para o pó, mas hoje ela veio sozinha e está sem grana. Que vocês acham? Podemos deixar ela dar uma cheiradinha, sem pagar?

- Lógico que sim, chefe! Ela pode ter o que quiser.
– Então está combinado. Isabel venha até à mesa, aqui tem bastante pó pra tu. – Obrigado Macalé, mas eu não quero mais cheirar... está muito tarde e tenho de ir embora.

- Não, garotinha... eu ofereci e não aceito recusa. Por bem ou por mal, vais provar o que tenho aqui. Coisa muito boa.
Ela sabia que tinha se metido numa roubada tremenda. Quase meia-noite, fechada sozinha num barraco com sete homens. E o pior de tudo é que ela tinha ido lá por vontade própria.

Talvez, se concordasse com ele e desse apenas uma cheiradinha ... ele a deixasse ir embora, sem maiores consequências.

Mas não foi isso que aconteceu. Mesmo tentando evitar, Macalé a fez cheirar coisa muito forte. O pânico a dominou, quando se viu com o braço seguro e estendido sobre a comprida mesa e uma dor aguda denunciou que algo estava sendo injetado, via intravenosa em seu corpo.

XXX

Tudo estava muito confuso em sua mente. Percebia que estava rodeada por muitos negros, deitada sobre a mesa e que estava nua. Eles riam e falam muito alto ao seu redor.

Mãos tocavam o seu corpo. Dedos entravam em seus buraquinhos. Gritou de dor, quanto um deles, enterrou um pau enorme em seu rabo e virada de lado, outro invadiu sua buceta, num duplo estupro muito violento.

Eles a violentavam, com extrema crueldade, sempre em dupla. Ouvia bem ao longe, a voz de Macalé ou de outro negro, dizendo: – Duvido que outra branquela tenha sido fodida tanto como tu está sendo ruivinha. Ela é muito valente... aguentar sete caralhos não é para qualquer uma.

Isabel durante toda noite, foi estuprada por todo os homens que tralhavam para Macalé. Só se viu livre do estupro coletivo, por volta das oito horas da matina.
Não percebeu quando eles a vestiram e decidiram que estava na hora dela retornar ao asfalto. Foi “recheada” de outras drogas e só para a sacanearem, foi levada, num carro do bando, para bem longe, para a cidade vizinha.

Deitada num banco de praça, Isabel com uma quantidade absurda de drogas circulando em seu corpo e toda furada permanecia desacordada. A intenção de Macalé era que a ruiva recebesse ajuda e depois voltasse para o seu lar. Agia assim por pura perversidade... queria saber quanto tempo a jovem drogada demoraria para voltar para sua casa.

Mas não foi em assim que aconteceu. Isabel teve a infelicidade de ser primeiramente encontrada por um grupo de moradores de rua, habitué daquela área.
Dois homens e três mulheres, a viram estirada sobre o banco. Ressabiados se aproximaram, pois a julgavam morta. Logo viram que não, a mulher estava bêbada ou drogada depois de uma noite de farra. Ótima oportunidade para ver o que ela tinha em sua mochila.

Em poucos minutos, Isabel ficou sem a mochila, onde estava seus documentos, material escolar, do cursinho e um pouco de grana. Pior ainda, ficou sem suas roupas e sandálias. Os esfarrapados levaram tudo com eles e o mais rápido possível, trataram de dar o fora dali.
Não estava mais sobre o banco da pracinha, mais sim, sobre umas moitas, atrás do banco, para onde eles a levaram, para facilitar o saque, sem o perigo de serem vistos.

Isto ocasionou que Isabel, só na boca da noite, fosse encontrada. A chuva fina durante o dia, afastou os frequentadores da praça. Só por acaso, alguns apressados alunos da escola do bairro, aproveitavam o atalho proporcionado pela praça, viram a mulher.

O grupinho de meninos e meninas, ficou assustado, vendo a mulher nua, no meio de uma poça de lama e quase encoberta pelas folhas caídas das árvores. Ela devia estar morta, foi o que pensaram. Saíram correndo, para avisar a algum adulto o que tinham encontrado.

Socorrida e levada para um pronto socorro, ficou na enfermaria geral, sendo considerada mais uma prostituta de rua, usuária de drogas. Seu estado assim indicava, drogada, suja, descabelada e sem nenhuma maquiagem. Ainda por cima, a noite que passou, praticamente dentro de uma poça de lama ao relento, a fez ser acometida de violenta pneumonia. Ficou entre a vida e a morte, por quase trinta dias, sendo tratada sem maiores cuidados, por fortes doses de antibióticos.

Quando finalmente recebeu alta, alguém lhe deu algo para vestir e foi quase que enxotada do PS, a vaga na enfermaria, necessitava ser liberada. Com a mente totalmente confusa, não só pela enorme quantidade de drogas que foi obrigada a ingerir, mas também pelos antibióticos, aplicados sem maiores cuidados, só tinha vaga lembrança de quem era, de seu nome e de onde morava.

Vagando pelas ruas de uma cidade desconhecida, tentava se lembrar o porquê estar nesta situação. Alguns nomes lhe vinham a memória, mas não sabia quem eram. Com muita fome e sede, sem ter onde se abrigar, passou a pedir ajuda a terceiros, a quem encontrava pelas ruas, ou seja... mais uma pedinte, moradora de rua, se refugiando do frio e da chuva, embaixo de viadutos e de marquises de prédios.
Para se resguardar, dos “predadores” se aliou a outros moradores de rua, que a troco de seu corpo, a protegiam. Desta maneira, passou a ser mulher de dois vagabundos, fazendo sexo, quase a vista dos cidadãos.

XXX

Seis meses depois, Isabel não mais existia, mas sim a branquela louca, doente, debilitada, vestindo andrajos, esmolava a porta das igrejas. Até um grupo de vagabundos, também moradores de rua, resolveram usar a “ruiva louca”, para saciar seus instintos animais. Durante dois ficou nas mãos do grupinho, sendo estuprada e torturada cruelmente.

Deixada à morte, na beira de um matagal. Foi encontrada e levada para um hospital. O caso era de polícia e assim foi tratado. Demorou uns trinta dias, mas finalmente a identidade da mulher vítima de abusos, foi esclarecida. Se tratava da jovem Isabel Fronteir, que despareceu misteriosamente de sua cidade meses atrás.

XXX

De volta ao lar, se viu abandonada por Anderson, seu ex companheiro, que agora morava com outra parceira. Mal acolhida por seus pais e ex colegas de cursinho, procurou por Macalé, o negro causador de toda sua desventura.
- Ruiva, tu por aqui! Eu tive conhecimento de suas aventuras por este mundo afora.
– Desgraçado, vagabundo... você bem sabe que fostes o responsável por tudo que me aconteceu.

- Nada de rancores, garota... o que tu queres de mim?
- Eu quero um pouco de pó, não tenho dinheiro, mas você me deve isso. Por tua causa, perdi meu companheiro e meus pais não querem mais saber de mim. Estou morando de favores, na casa de uma prima.

- Vamos fazer o seguinte, ruiva...eu sou amarradão na tua.... Venha morar comigo, lá no barraco e eu lhe dou toda a droga que quiser e muita grana. Mas, Macalé, tu não moras sozinho, lá no barraco... tens um montão de “primos”.
- Não, ruivinha, eles não moram lá...apenas o usam para preparar o “material” para distribuição.

- Tudo bem, mais foi lá que eles me foderam até no buraco do olho.
- E daí ruivinha... quem dá para um, pode perfeitamente dar para os primos. É tudo negrão bom de pica e sei que aguentou toda a turma numa boa.

XXX

Foi assim que Isabel passou a saciar seu incontrolável desejo por sexo. Satisfazendo não somente ao negro Macalé, mas igualmente aos seus primos, que nem sempre eram os mesmos. Agora ela tinha dinheiro, drogas e muito macho, para saciar sua fome de sexo.

E assim nasceu a fama da ‘Ruiva do Tião”, a puta que morava no barraco dele, lhe dando enorme lucro, vendendo seu corpo a quantos estivessem dispostos

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:17 de dezembro de 2016 15:19

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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