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A SAGA DE ALICE



Meu nome é Alice, tenho 23 anos e namoro o Roberto, um gato lindo, paquerado por muitas moças. Eu o amo muito, mas tenho a impressão que ele não me corresponde na mesma altura. Apesar de já estarmos namorando há quase um ano, ele nunca me apresentou sua família e em nossos encontros, ele só me leva para motéis e nunca para um passeio mais romântico. Eu gosto de fazer sexo com ele, que na cama me leva à loucura. Roberto não se satisfaz somente em comer minha buceta. Ele me iniciou no sexo anal e até oral. Antes dele, eu só tive um outro carinha, mas com ele era só papai e mamãe. Com Roberto, perco todas os meus pudores e quando passeia com a língua em todos os meus buracos, lhe permito tudo, totalmente submissa as suas vontades.

Num fim de semana, ficamos praticamente dois dias sem sair do quarto, no motel de sua preferência, e pela primeira vez na vida, fez coisas que nunca supus ser capaz. Roberto me amarrou e amordaçou nua na cama e fez miséria comigo. Usou uma toalha molhada e a usou como chicote, atingindo principalmente minha vagina, coxas, seios e barriga. Depois, com os dentes, deixou marcas profundas em praticamente todo o meu corpo. Eu sentia muita dor e lágrimas saiam dos meus olhos e tentava pedir que parasse, mas com a bola de silicone toda enfiada em minha boca. só conseguia emitir sons roucos.

Enquanto me machucava, ele dizia que eu iria passar a gostar do que ele estava fazendo comigo. Mas o cúmulo do absurdo foi quando enterrou em minha vagina e no cu, dois consolos de silicone, que se movimentavam dentro de mim por meio de um sistema elétrico. O filho de uma puta, foi dormir no sofa e deixou aquelas coisas entrando e saindo de mim.

Foram algumas horas de pura agonia, mas o pior de tudo é que tive orgasmos incríveis com os consolos e quando ele me libertou e tirou os brinquedinhos de mim, teve a cara de pau de perguntar se eu gostei das brincadeiras. Eu estava tão aturdida, que nem lhe respondi e acho que Roberto pensou tinha a minha concordância e disse que nos nossos próximos encontros, tinha coisas muito mais gostosas a fazer comigo.

Sai dali e na segunda-feira, nem pude ir trabalhar, de tão dolorida estava. Neste mesmo dia, telefonei para ele e lhe disse que entre nós estava tudo acabado. Roberto se mostrou ser um sádico, masoquista e eu não estava disposta a ser sua companheira de taras.

Faz pouco mais de um mês que estou "solteira", sinto falta do sexo com ele, mas apesar de me telefonar, tentando reatar, eu tenho muito medo de ceder e me mantenho firme em minha decisão. Li na internet muita coisa a respeito deste modo de prática sexual, onde os caras sentem prazer em causar dor em seus parceiros ou parceiras. Meu medo é que, naquele fim de semana, eu senti uma forma estranha de gozo, com ele me dominando e quero fugir disso antes que seja tarde, pois sinto que poderia me tornar uma submissa de Roberto, apreciando sentir dor no ato sexual.

Divido o apartamento com duas amigas e colegas de serviço e com ela me abri e lhes contei tudo a respeito de Roberto e elas me aconselharam a não voltar com ele, pois isso poderia ser muto perigoso para mim. Segui os conselhos de Ana e Judith e como lá no escritório, eles me deviam alguns dias de férias, resolvi aproveitar e passar um tempinho com o meu pessoal lá na minha cidade natal.

Agora eu estou na estrada, no ônibus interestadual, ansiosa para chegar. Não avisei nada para mamãe, pois quero lhe fazer surpresa. É uma viagem cansativa, são mais de doze horas de viagem. Faz muito frio e a bordo todos estão dormindo. Na madrugada para reabastecer, o motorista entra num pequeno posto da própria empresa e nos avisa que será uma parada rápida, e nenhum dos passageiros deve descer do ônibus.

O motorista está ocupado, na bomba de diesel, conversando com o frentista e nem nota que, desobediente, saí do carro e que me dirijo para o pequeno restaurante, distante poucos metros dali, do outro lado da rodovia. Quero comprar algo para morder durante a madrugada. Lá chegando, sou atendida por um velhote e vejo num canto escuro do salão, dois homens, que bebem cachaça e que ao me verem falam algo entre si. Compro umas barras de chocolate e ressabiada, recebo o troco do velhote, querendo sair logo daquele lugar escuro e voltar para o meu ônibus.

Sinto o odor desagradável de bebida ordinária bem próximo e quando me viro, dou de caras com os dois bêbados, um de cada lado. Fico assustada e com voz trêmula, peço licença e procuro me afastar, mas um dos sujeitos, um velhote desdentado, segura meu braço. - Porque tanta pressa, mulher? Venha beber com a gente. Dou um empurrão no atrevido e tento correr para a porta, mas sou segura pelos cabelos pelo outro . Com raiva, giro minha bolsa e o acerto no rosto, que cambaleia mas volta a me segurar.

Com muito medo, tento me livrar e peço ajuda para o velho atrás do balcão, que apenas sacode os ombros e não toma nenhuma providência. Os dois bêbados, que além do cheiro de bebidas, fediam como porcos, conseguiram me derrubar no imundo chão o bar e passaram a tentar tirar minhas roupas. Vi o balconista inclinado sobre o balcão, olhando eu me debater como uma leoa raivosa, sem tomar nenhuma providência para me socorrer.

Sou valente e luto bastante, todavia sou uma moça pequena, com apenas 1,52 m. e tenho um corpo que chama a atenção dos homens, com seios e bunda bem desenvolvidos e creio que ao entrar no bar, vestindo uma saia curta, com metade das coxas aparecendo,devo ter despertado a gula dos safados

Apesar de velhos e bêbados, eles estavam me dominando e com a saia e blusa, já em pedaços, consegui impedir que eles separassem minhas coxas. Gritei por socorro, mas o cara do bar, apenas ria, parecendo estar gostando do iminente estupro.

Mesmo esperneando, senti a boca do desdentado em meu seio, enquanto esmagava com a mão o outro. Em pânico total, senti o peso do segundo fedorento, que sentava sobre minha pernas e nada pude fazer quando ele rasgou minha calcinha e se inclinando, meteu a cabeça no meio de minhas coxas, que estavam bem fechadas. Com adrenalina a mil, tive força pare evitar que abrisse minhas pernas.


Mas a luta era desigual e quase sem força, não pude mais resistir aos velhotes, que conseguiram me deixar totalmente nua e como dois tarados, se adonaram de meu corpo. Meus dois buracos foram invadidos por bocas e dedos e meus seios mordidos e chupados. O dono do bar, ajoelhado, também participava, do meu estupro, pedindo aos safados, que deixassem alguma coisa para ele. Agora eram três a manipularem o meu corpo com extrema selvageria e crueldade, e não se importavam com os meus gemidos de dor.

Não sei quanto tempo, fiquei estirada no chão, sendo seviciada pela trinca. Totalmente entregue, porém uma coisa observei, apesar de estar subjugada, eles em nenhum momento enfiaram os membros em mim. Era só bocas, línguas e dedos, que me deixaram toda dolorida e cheia de marcas em todo o meu corpo, tão estupidamente violentado. Fui mordida, arranhada e chupada em todos os meus recantos, desde os pés até o rosto, nada escapou da sanha dos canalhas

Quando eles me deixaram, fiquei deitada, com dores enormes e sentindo o fedor deles em todo o meu corpo, Vi quando minha bolsa foi aberta, ao meu lado, no chão e, roubaram todo o meu dinheiro e rasgaram os meus documentos e até um cartão de banco. Minha linda bolsa de couro, junto com todos outros conteúdos, foi parar num latão de lixo, junto com o que sobrou de minhas roupas.

Rindo e conversando sobre a "proeza" que acabaram de praticar, eles bebiam copos e mais copos de cachaça. Totalmente aturdida e chorando muito, cambaleando fui em direção à saída. Mas um deles, me segurou e com ajuda dois outros dois, me colocaram deitada sobre o balcão de madeira e amarraram meus pés e mãos em cada lado da bancada, me deixando toda aberta para eles.

- Voce não vai embora ainda, gostosa. Antes vamos nos divertir um pouco com você. Eles me obrigaram a beber, colocando a boca de uma garrafa entre os meus lábios doloridos, enquanto seguravam meu rosto e tapando meu nariz. Deste modo, acho que toda a forte aguardente, desceu por minha garganta abaixo. Só quando nada mais restava eles a tiraram de minha boca.

Eles fizeram do meu corpo, de apoio para as garrafas e copos e sem nenhuma razão, eles usavam as garrafas vazias, para baterem com força em meus seios, barriga e vagina com elas. Em cada pancada eu dava gritos alucinantes, tal o grau de dor que eles causavam em minhas partes mais sensíveis.Esta tortura diabólica durou, acho que muitas horas e no final, já com a vagina inchada, assim como os seios e barriga, eu não mais gritava a cada pancada, apenas trincava os dentes e gemia. Imaginando que seria morta, ali naquele lugar, sendo espancada a "garrafadas"pelos alucinados.

Demonstrando crueldade sem limites, o sujeito do bar, com um punhal afiado enterrou a ponta no meu ombro direito e com o sangue jorrando do pequeno furo, meteu a boca e como um vampiro, começou a chupar o meu sangue. Os outros velhotes gostaram da ideia e deixando as garrafas de lado, cravaram a ponta da lâminas em minhas coxas. Agora eu tinha os três, a chuparem o meu sangue. Eles estavam alucinados, por poderem praticar em mim, todas estas barbaridades, sabendo que ninguém viria em meu socorrer e que ficariam impunes.

Rindo como loucos, eles derramaram outra garrafa em cima de mim, desde os cabelos até a buceta. Eu urrava com a bebida queimando as minhas feridas e as paredes de minha machucada vagina. Mais a tortura mais diabólica, foi quando eles enfiaram a boca de uma garrafa, bem fundo, dentro de minha buceta e passaram a fazer movimentos de entra e sai com ela, enquanto o líquido ia queimando toda as minhas entranhas. Berrando como uma alucinada, não resisti e perdi os sentidos.

Quando acordei, eles estavam me desamarrando e me levaram para fora do bar e com um chute na bunda o dono mandou que eu fosse andando. - Dê o fora, putinha, você ja não nos serve para nada.

Totalmente nua, machucada e embriagada, com o sangue manchando todo o meu corpo, caí no chão, mas dois deles me levantaram e com tapas me obrigaram a caminhar. Caindo e levantando, fui me afastando daquele lugar maldito. Não sabia onde estava e nem a direção a seguir. Sentindo muito frio e com tudo me queimando por dentro, fui caminhando, não sei para onde. Na madrugada, não se via viva alma e acho que segui em direção errada e até que tive sorte, pois de muito caminhar, dei de cara com um pequeno riacho. Era apenas um fio de água no meio da mata, mas bebi bastante e fiquei deitada no leito do riacho, que de tão raso, nem me cobria o corpo. Mas me lavei, esfregando as mão com força em minhas feridas, com o sangue coagulado e tentando tirar tudo que eles deixaram sobre minha pele. Sentei no leito cheio de pedregulhos e abri bem as coxas e com as mãos tentava deixar a água entrar em minha vagina, que queimava como fogo.

Exausta e sem saber o que fazer, me arrastei para junto de um tronco de árvore e ali mesmo, adormeci. Acordei já de manhã, sob forte chuvarada. Ainda sob o efeito do álcool ingerido, tentei me proteger da chuva, ficando bem colada ao tronco, mas o frio da manhã sob a chuva estava me deixando tremer de frio e de medo.Não tendo nenhuma noção do que fazer, perdida naquela mata, que me parecia não ter fim.

Fiquei muito tempo, sob a copa da árvore, não tendo ânimo para sair dali. Totalmente aturdida e exausta, sem saber o que fazer, nem notei que caí numa espécie de sono, muito agitado, e ardendo em febre alta, envolta em dores e me vendo novamente sendo atacado pelos velhotes.

Despertei sentindo algo tocar meu ombro, um toque forte que voltou a ser repetir mais algumas vezes. Abri os olhos assustada, pensando que algum animal da floresta estava ali, querendo me fazer o seu almoço do dia. Mas foi muito pior do que isso. O cano de uma arma era o que me tocava, empunhada por um homem; homem não... mas um mulato enorme, com quase dois metros de altura e com uma cara de dar medo. O sujeito me olhava surpreso e examinava o meu corpo nu, todo sujo e ferido. Vi seus olhos, brilharem e apavorada, tentei me proteger do seu olhar guloso, cobrindo meus sexo com as mãos.

Ele deu uma risada zombeteira e se ajoelhou ao meu lado. - O que tu tá fazendo aqui na mata, pelada e toda imunda, mulher? Meu Deus do céu! Novamente não... eu não merecia isso. Só queria visitar minha mãe e ver se Roberto me deixava em paz. No entanto fui estuprada por três velhos, que judiaram muito de mim e agora.... estava ali, na eminência de novo estupro, num lugar qualquer, onde não poderia ser socorrida por ninguém, com o corpo ferido e com febre alta.

Totalmente aterrorizada, chorando muito, implorei por misericórdia ao sujeito. - Por favor, tenha pena de mim.... não me machuque. Eu já estou no limite de minha resistência... com muita dor por todo o corpo e nem sei onde estou, com frio e com fome.

- O que aconteceu com tu, mulher? - Me banhando em lágrimas e aos soluços, lhe contei, num só arranque toda a minha desgraça. O gigante ficou me ouvindo com atenção, com os olhos pregados em meu corpo. - Mulher... vamos para a minha cabana. Tu vai ficar comigo lá.

Sem maiores rodeios, ele me levanta do chão úmido e me coloca, com a maior facilidade, em seus ombros. Sei que novas desgraças me esperam, sinto que fui esquecida por Deus, mas assim mesmo entrego minha alma a Ele, pois acho que não sairei com vida, das mãos do mulato. Por quase uma hora, em caminhada rápida através da floresta, subindo e descendo encostas, sem nem demonstrar cansaço, sou levada como uma caça, para a toca do predador.

No meio de uma pequena clareira, está a tosca construção, que ele chama de cabana. O local só tem um cômodo e fede muito. Sou jogada sobre um estrado de madeira, sem nenhuma consideração. Meu coração quer sair pela boca com o meu pânico , quase que em choque, vendo ele acender, num canto, um fogão a lenha, que expele muita fumaça, que escapa por uma abertura, na parede de palha, acho que uma pequena janela. Sob a luz de um esfumaçado lampião, ele prepara uma carne, de alguma bicho que matou. Mesmo não querendo, não consigo ficar desperta e durmo, delirando com a febre cada vez mais forte de devorando.

O calor do fogão invade a cabana e meu corpo vai se aquecendo e eu sinto um cansaço enorme, não só físico, mas mental também. Quando acordo, ele me dá um pedaço de carne, na ponta de um espeto de madeira. Eu estou com muita fome e nem quero saber o que estou comendo. Na ausência de talheres, uso as mãos para devorar tudo o que me é oferecido. Mesmo toda lambuzada pela gordura do animal, não resisto ao cansaço e sem dar nenhuma importância ao gigante, que sentado num banco de madeira, apenas me olha, volto a um profundo sono.

Vejo pela luz do dia, que o Sol voltou a brilhar. Não sinto mais frio nem fome, apenas com muita sede. Não vejo o homem, que deve ter saído para caçar algum bicho. Ao lado do fogão, vejo uma moringa de barro e me levanto para saciar a sede. Não contava com o meio estado de fraqueza e ao me levantar, cambaleio e tombo, como um saco vazio.

Neste instante ele entra e me vendo caída, corre para me ajudar. Me coloca sobre o estrado e parece saber que estou com sede e me entrega uma caneca de lata, cheia de água. Estranho que até agora ele não tentou nada comigo, ao contrário vejo nele até uma especie de gentileza, apesar de olhar meu corpo nu, com desejo nos olhos.

Ele me disse ser conhecido como Tonho Caçador e pediu que eu lhe contasse tudo de novo o que aconteceu comigo, pois lá floresta, fui muita confusa e ele pouco entendeu do lhe disse. Já um pouco calma, pois apesar de sua aparência assustadora, ainda não me atacou. Narro ao gigante todo meu drama, desde que saí do ônibus até ser atacada pelos três homens do bar e jogada na rua, nua e ferida.

Tonho Caçador, quis saber detalhes do local onde fui atacada. Eu lhe disse que não sabia, mas que lá existia um pequeno posto de reabastecimento de diesel e do outro lado da rodovia, um pequeno bar restaurante, com as paredes frontal, na cor azul escuro.

- Mulher, eu sei onde fica. Algumas léguas daqui. Nem sei como tu, conseguiu ir tão longe. Aquilo é uma armadilha para alguns tolos, como tu. Eles são primos e costumavam roubar os poucos cliente que por lá aparecem, sabendo que por estas bandas não existe nada que os possa punir.

- Se você sabe onde fica, vamos até lá, tentar recuperar o meu dinheiro e dar uma lição nos miseráveis. Eu lhe dou a metade de tudo que conseguirmos recuperar. - Tudo bem, mulher, eu a levo até eles, mas você está peladona e aqui eu não tenho nada para a cobrir. Não podes caminha nua pela trilha, até lá e você ainda está bem baleada.

- Você fica aqui e eu vou até a vila, para lhe trazer qualquer coisa para cobrires esta tua nudez, que está me deixando maluco. - Eu tremi ao ouvir isso, mas sem outra saída, concordei com ele. O diabo é que a tal vila que ele falou, ficava muito longe e ele demorou quase dois dias para ir voltar. Ele me deu um tosco embrulho e vi que tinha me trazido dois vestidos de chita, bem ordinários e nada de calcinha e nem sutiã. Eu iria reclamar, mas resolvi ficar quieta, achei melhor agir assim, para não irritar o bruto.

Ele me informou que trocou os vestidos por alguns dos veados que caçou no caminho. Me dei por satisfeita por cobrir meu corpo, a tanto tempo exposto.
Foi aí que o gigante teve uma longa conversa comigo. - Eu levo tu até os velhotes, dou uma lição neles e tiro todo o dinheiro que encontrar por lá e depois a levo até a vila e lá você consegue dar um jeito para ir a cidadezinha mais próxima e voltar para casa. Meu Deus, era bom demais, eu que até a pouco tinha perdido todas as esperanças, encontrava uma luz no fim do túnel, além de poder me vingar dos três miseráveis.

Mas Tonho Caçador, tinha uma exigência para me ajudar. Ele não queria nenhum dinheiro meu e expôs a única coisa que queria de mim, que eu passasse uma semana na sua cabana, sendo sua mulher. Eu, assustada, olhei para o seu corpo enorme, tão grande que eu tinha de olhar para cima para falar com ele, e me apavorei. Eu sou uma mulher pequena, não ia aguentar aquele monstro dentro de mim.

Tentei argumentar, lhe dizendo da nossa diferença de tamanho, que eu não iria aguentar com ele, não tive sucesso, pois ele se manteve irredutível. Era isso ou ele não me ajudaria e me deixaria vagar pela mata, nua como antes. Disse que estava com muita vontade de me comer, porém se controlou e não o fez e que já estava sem mulher a muito tempo e que não era do seu feitio foder com mulher, usando força.

Fiquei sem opção, pois não queria novamente vagar nua pela floresta, exposta a todo tipo de perigos. Tive de concordar com sua exigência, achando que lhe fazendo alguns carinhos, ele me deixaria ir embora, sem penetrar em mim.

Já era bem escuro, quando eu e Tonho chegamos ao bar dos primos tarados. Eu pedi a sua espingarda de caça e implorei que me deixasse entrar sozinha no local, com ele ficando de tocaia do lado de fora. Assim foi, Alice a "pistoleira vingativa", espumando de raiva, quando vi, os três canalhas bebendo e botando conversa fora. Gritei para eles: - Safados de merda, eu voltei e quero vingança pelo que fizeram comigo.

Eles olharam espantados para a porta e pareciam não acreditar no que estava vendo. Acho que me julgavam morta, comida pelos bichos da mata ou coisa parecida. O cara atrás do balcão, foi o primeiro a reagir. - Puta safada, se você não morreu na floresta, vai experimentar tudo de novo e desta vez, vamos te furar até sangrares como uma porca. Ágil para sua idade, ele veio em minha direção, empunhando um punhal, o mesmo que ele usou para me ferir.

Antes de chegar até onde eu estava, Atirei e o acertei bem no meio do peito. Ele tombou se esvaindo em sangue e não se levantou mais. Os outros safados, apavorados, tentaram correr, tentando escapar de minha ira.

Que Deus me perdoe, mas como é doce a vingança e foi com um brilho de satisfação, que acertei o segundo no meio da cabeça e o outro nas costas. Recarreguei a arma e mesmo sabendo que estavam mortos, disparei novamente a queima-roupa. Não sei o que deu em mim, nunca me julguei capaz de fazer uma barbaridade destas, mas eu o fiz, me sentindo satisfeita, vingada.

Tonho estava na porta, me olhando surpreso e eu lhe entreguei a espingarda. Ele rapidamente começou a vasculhar todo o local e eu depois do que fiz, me debrucei, sobre o balcão, chorando e quase em estado de choque, me dando conta do que fui capaz de fazer, num momento de extrema raiva.

Tonho achou o meu dinheiro e muita mais, escondido numa gaveta, num quartinho nos fundos do bar. Ele encheu duas mochilas que estavam no local, com muita mercadoria que estavam nas prateleiras. Rapidamente me empurrou para sairmos pelos fundos, pois notou que dois homens, do posto em frente, estavam vindo ver o que estava acontecendo, pois ouviram os estampidos dos tiros. Antes de sairmos ele tocou fogo no local e escapamos rapidamente.

Ao longe, podemos ver o clarão do fogo, queimando a toca dos miseráveis. Aqueles três nunca mais torturariam ninguém, a não ser no inferno. Minha satisfação era tanta, que nem me importei com o que me esperava na cabana do Tonho.

Já era madrugada alta, quando chegamos à cabana e só então me dei conta que ele tinha nas mochilas abarrotadas, muita coisa boa, como latas e vidros de conservas e muitos pacotes de biscoitos e de café até algumas garrafas de aguardente e de vinho.

Eu que a muito tempo só comia a carne queimada de caça, comi até não poder mais e bebi um pouco do vinho, que mesmo quente, me pareceu delicioso. Nervosa, esperava que Tonho não cobrasse o nosso acordo ainda hoje. Ma não foi assim.

- Está vingada mulher? Está com muito mais dinheiro do que tinhas antes e daqui uma semana eu a levarei para a vila como prometi, porém agora eu quero foder você, conforme combinado. Fiquei com medo de lhe resisti, pois sabia que não teria nenhum sucesso e, conformada aceitei pacientemente que o gigante usasse o meu corpo, pois sabia que ele estava doidão por ele.

Ele pediu para eu ficar nua e a luz fraca do lampião, eu me deitei a espera do inevitável, pois afinal de contas eu não era nenhuma virgem. Mas confesso, me apavorei quando o vi nu vindo em minha direção. Santa Maria! O membro dele era uma coisa imensa, grossa, comprida e toda coberta por veias salientes. Em toda a minha vida, nunca pensei que pudesse existir algo parecido com aquilo.

Quando ele se deitou sobre o meu corpo, com o monstro entre minha coxas, abri o mais que pude minhas pernas, esperando que assim não sofreria muito quando o caralho dele entrasse minha pequena vagina. Mas parece que ele não tinhas muita presa de enterrar o monstro em mim, pois ficou apenas roçando a cabeça no meio de minha buceta, enquanto me lambia e beijava toda o meu rosto, ombros e seios.

Puta que pariu! Aquilo foi demais e logo eu estava toda molhada, com a cabeça do pau, no meio de minhas carnes, escancaradas para ele. Comecei a corresponder aos seus beijos e a chupar a língua do mulato, dentro de minha boca. O enorme peso dele me esmagava, mas aquilo me dava ainda mais tesão. Tonho, com aquele esfrega-esfrega, me enlouqueceu e alucinada, pedi que ele entrasse em mim

Ele o fez e eu prendi a respiração, sentindo minhas carnes se alargarem para abrigar o tronco que me invadia. Quando Tonho começou os movimentos, indo até o fundo e voltando, fiquei espantada, pois me julgava incapaz de agasalhar caralho como o de Tonho, um verdadeiro monstro.

Em poucos instantes, comecei a ter seguidos orgasmos, como nunca tive na vida... era um atrás do outro, enquanto ele firme , continuava entrando e saindo. Eu urrava, não podendo me conter com a enormidade do gozo que me tomou conta do meu corpo e da minha mente. Quando ele finalmente gozou dentro de mim, senti bem do fundo , todo o esperma dele me encher como nunca antes. Neste momento, senti mais uma vez, um orgasmo tão intenso, que me agarrei a ele, berrando como um loba no cio e senti tudo se apagar.

Logo depois, quando voltei, ele já tinha saído de mim, mas agora sua língua enorme e áspera, passeava em todos o meus recantos . chupando o meu cuzinho, com a ponta da língua já abrindo o meu rabinho. Que coisa deliciosa, deitada de bunda para cima, com o rosto dele no meio de minhas coxas e as enormes mãos em volta dos meios seios, amassando os meus mamilos. Empinei minha bunda, para melhor o sentir e passei a gemer, com a tesão que voltava a tomar conta de mim.


Quando ele se deitou sobre minhas costas, senti o meu rabinho ser penetrado, bem lentamente pelo monstro, fiquei assustada, porém o prazer me me dominava era muito maior, suplantando a dor que sentia. Ele beijava e lambia minha nuca e ombros, enquanto com as mãos espalmadas segurava meus seios com força. Não sabia que poderia sentir tanta tesão pelo rabo, ma ali estava, gemendo com Tonho fodendo o meu cuzinho.

O cara era um verdadeiro garanhão e continuou a me comer até a metade da manhã, Por mais incrível que possa parecer, perdi as contas dos inúmeros e violentos orgasmos que ele me fez sentir. O gigante saiu do pequeno estrado e foi, acho que caçar e eu de tanto foder com ele, continuei deitada totalmente exausta. Aquela foi a melhor foda que tive em toda a minha vida, nunca pensei que pudesse sentir tanto prazer nos braços de um homem, mas foi o que aconteceu com o mulato enorme, Tonho Caçador.

Durante toda a semana, conforme o prometido, continuei a ser a mulher dele. Ele me comia todas as santas noites e em todas elas, ele me levava ao extremo de tanto gozar. Nos dois últimos dias, eu queria até que le me fodesse durante o dia mesmo, tarada pelo pau do Tonho.

No último dia, ele disse que não me levaria para a vila, conforme o prometido, não poderia ficar sem a "sua mulher" e que eu seria dele para sempre. Fiquei com muito medo, pois apesar de ter passado uma semana, me esvaindo de tanto gozar com o pau dele, não podia viver no meio do nada, vivendo como dois bichos, sem nenhum conforto.

Informada, lhe disse isso e muito mais, que ele tinha prometido me ajudar e que deveria fazer valer a sua promessa. Que ele era um bicho do mato, mas eu era uma moça da cidade, que não poderia viver numa pocilga, que ele chamava de cabana.

Minha Nossa! Eu não conhecia a ira de Tonho e ao ver seu rosto, fiquei com medo. Ele me deu um empurrão tão forte, que cai de bunda no chão. - Eu não a deixarei ir embora nunca mais... eu a quero e por bem ou por mal, serás minha. -Tu terá de se conformar com isso, não lhe dou escolha.

Demonstrando muita raiva, ele me derrubou no chão e com a maior facilidade tirou fora o meu vestido e me fodeu de todas as maneiras, desta vez usando de muita força. Eu parecia uma boneca nos braços dele, que invadiu minha buceta e meu cuzinho com violência e me lambia e chupava todo o meu corpo. Apesar de estar assustada com a estupidez e grosseira dele, mais uma vez, Tonho me levou à loucura e gozei muitas vezes.

Nos dias seguintes, ele continuou a me usar, não mais com carinho, mas usando de violência. Que o Homem lá de cima, me perdoe, porém com o novo modo dele usar o meu corpo , passei a gozar muito mais e até fingia lhe resistir, só para ele me subjugar com mais paixão.

Tonho, sendo um homem muito rude mas não burro, percebeu a "minha tara" pela sua violência sexual, que aquilo me estimulava ainda mais e passou usá-la, como forma de fazer sexo comigo. Porém ele, não tinha limites e passou a me machucar bastante e quando eu implorava que ele fosse mais devagar, o idiota pensava que era apenas fita minha e continuava a me machucar.

Alguns dias e eu fiquei menstruada e lhe disse isso, mas o bruto homem, não deu importância para isso e continuou com a mesma brutalidade a me possuir. Minha paixão pelo sexo dele foi arrefecendo e agora eu sonhava em escapar daquele lugar.

Quatro meses depois, eu tive coragem e quando ele estava fora, caçando, eu fugi, levando apenas o meu surrado vestidinho e um saco com algum alimento. Passei cinco dia e noites vagando pela floresta, sem rumo, perdida no meio do nada. Já sem nenhum alimento e bebendo água da chuva ou de pequenas nascentes.

Louca de fome, me atrevi comer uns frutinhos vermelhos, que nasciam em vegetação baixa. O sabor era amargo, mas matou a minha fome e colhi o que pude e segui adiante. Eu caminhava durante os dias e me escondia à noite. Seguindo sempre em direção onde o sol se punha.

De tão exausta, minha caminhada diminuiu de ritmo e fui ficando tonta, com a cabeça rodando, então resolvi parar e descansar, até me recuperar. O que eu ignorava, era que pouco a pouco eu estava sendo envenenada pelas frutinhas vermelhas, que passei a comer, como único alimento.

Na escuridão da noite, deitada sob a proteção de uma árvore, percebi ao longe alguns clarões, que iam e vim, varando o matagal. Meu ânimo voltou, pois de saída percebi que eram os faróis de veículos, trafegando em alguma rodovia. Com muita dificuldades, consegui me levantar e seguir em direção aos clarões ocasionais.

Depois de algum tempo, comecei a escutar, o som dos motores, que chegavam até meus ouvidos, bem de longe. Com isso, meus cambaleantes passos, tomaram novo vigor e em questão de muitos minutos, saindo do matagal, vi a estrada e gritei de alegria. Meu Deus, eu estava salva!

Mas estava tão obcecada para chegar à estrada, que não vi o enorme valão, aproximadamente uns quarenta metros do leito da rodovia. Quando me dei conta, estava caindo em cambalhotas, até me estatelar no fundo da vala. Ao bater contra as pedras, acho que sofri algumas fraturas, pois tudo me doia enormemente. Somente depois de muito tempo, respirando fundo, sabendo que, para me salvar, tinha de chegar à estrada, fui me arrastando encosta acima.

A cada metro vencido, sentia dores horríveis, mas não podia desistir e depois de algum tempo, venci os poucos metros de subida e fui para o acostamento. Não tinha condições de ficar em pé, mas mesmo caída, esperava que alguém me visse e viesse em meu socorro.

Mas não foi nada fácil, os veículos passavam, me iluminavam com os facho de luz de seus faróis, a maioria caminhões, mas nenhum parava para me socorrer, ou então não atinavam que aquele "coisa" coisa no acostamento, fosse uma pessoa, ainda mais que estávamos em plena madrugada.

Estava me sentindo cada vez mais fraca e via tudo nublado, justificando isso, pelos dias perdidos na floresta, pela queda sofrida e pelos frutinhos que comi, que estavam me "embrulhando" o estômago. Sem mais me poder manter acordada, fui lentamente fechando os olhos e mergulhei numa espécie sonolência, com tudo rodando em minha volta e lá fiquei, sem condições de pedir ajudar aos ocaisonais veículos que passavam por mim.

Já manhã alta, eu só conseguia abrir os olhos com muita dificuldade e pensei que estava morrendo, tendo chegado tão perto de me salvar. Escutei o barulho de um carro, parando a poucos metros e ouvi as vozes de mulheres, que vinham se aproximando. Percebi três vultos que se inclinavam sobre mim e vi seus olhos aflitos e então apaguei por completo.

Quando acordei, não tendo noção de quanto tempo depois, percebi que estava deitada numa cama quentinha e macia e não sentia mais dores pelo meu corpo e nem no estomago, como antes. Finalmente eu estava salva. Intui que estava em um hospital e pedi perdão à Deus, pois eu tinha duvidado Dele.

Quando uma enfermeira chegou e me viu acordada, demonstrou alegria. - Acordou bela adormecida! Ela me informou que eu estava internada há vinte dias e que os médicos estavam muito preocupados comigo, pois além de estar subnutrida e com profunda anemia, com muitas frauras pelo corpo todo, estava sob influencia de um poderoso veneno, de origem desconhecida para eles. só depois de muita luta o meu sangue ficou livre da do efeito do veneno. Realmente, eu estava "toda enfaixada"

Ela perguntou o meu nome e o que tinha me acontecido. - Meu nome é Alice, tenho 23 anos e fui sequestrada e fiquei em cativeiro no meio da floresta por quatro meses, consegui escapar e aqui estou. A moça me olhou surpresa e saiu dizendo que ia avisar o médio que estava cuidando de mim.

Só depois de uma hora, entraram no meu quarto, três homens e duas mulheres. Um médico, dois detetives, uma delegada e uma psicóloga. Me informaram que foram os encarregados de cuidar do meu caso.

Fquei quase quarenta minutos lhes contando todo o meu drama, desde que peguei o ônibus e desembarquei numa parada na estrada para ir tomar "um café". Logo que saí do ônibus, um homem me agarrou e me arrastou para o mato. Ele me manteve imobilizada, até o ônibus voltar à estrada novamente. Depois sob ameaça de um punhal, ele amarrou meus braços e me levou para um barraco e me manteve prisioneira todo este tempo. O homem, um branco de meia idade e gordo, abusou sexualmente e me machucou muito, Num descuido dele, consegui fugir e me meti na floresta, bebendo água da chuva e de umas frutinhas que encontrei na mata. Só depois de muitos dias, por pura sorte encontrei a estrada, onde fui salva, mas antes levei algumas quedas, pois no escuro da floresta, não sabia onde pisava.

Não podia revelar toda a verdade, que fui abusada por três velhotes e que depois, com a ajuda do mulato caçador, matei os três e fiz sexo consentido com o cara e que só depois ele me manteve presa. Eles engoliram a historia e lhes disse que era muito difícil encontrar o cara, pois eu não tinha noção de onde ficava o meu cativeiro.


Ana e Judith, o pessoal da empresa e minha família, não tiveram noticias de mim, desde o dia que embarquei no ônibus para visitar minha mãe. Tinha combinado com elas que tão logo terminasse minhas curtas férias, voltaria para assumir minhas funções no escritório. O tempo passou e quando não retornei foi iniciada intensa busca, tanto da polícia como dos meus amigos e parentes, quase cinco meses se passaram e agora todos me consideravam perdida no mundo, com muito pesar, pois graças ao bom Senhor, sempre fui muita querida.


Mesmo estando numa unidade de tratamento semi intensiva, recebi permissão médica para para ligar para casa. Minha nossa! Foi Judith que atendeu a minha ligação, lá do escritório. - Bom dia, com quem quer falar, senhora? - Eu quero faltar com a Judith. - Quem quer falar com ela? Sou eu, Alice... minha amiga, eu reconheci tua voz, bobinha.


Ela ficou sem falar por alguns segundos e logo explodiu: - A L I C E! , a minha Alice? gritou tão alto, que chamou a atenção do colegas presentes, que se amontoaram em torno de sua mesa. - Alice, Alice, Alice, ficou repetindo, em total euforia. - Onde você está? O que aconteceu, para sumir por tanto tempo?

Eu lhe disse, resumidamente, que fiquei todo este tempo sequestrada e que agora estava internada num hospital do interior,muito machucada e, que necessitava que elas viessem me buscar. Todos no escritório, explodiram de alegria, ao saberem que eu estava viva, mas preocupados com o meu estado precário de saúde. A propria empresa, liberou uma de suas viaturas e no outro dia, Judith, Ana e Helena, uma enfermeira da posto de saúde da nossa empresa, chegaram ao hospital.


Agora, em recuperação, numa clínica de minha cidade, recebo a visita de todos os meus amigos e colegas, que só esperam o meu retorno ao serviço, para me prepararem uma recepção calorosa. Meus país tambem vieram me visitar e choraram muito ao ver tão abatida e ainda com um braço e uma perna sob talas. Eu não contei para ninguém a verdade sobre os meses que fiquei sumida, não tive coragem de revelar, nem para as minhas amigas Ana e Judith.


Como eu poderia revelar, que matei a sangue frio, três homens que me torturam e que foram os causadores de toda a minha desgraça. Como poderia revelar, que fui amante de um gigatesco mulato e que quase morri de tanto gozar com ele e que ainda hoje, ainda fico toda molhada, ao pensar nele.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de janeiro de 2016 03:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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