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A SECRETÁRIA EXECUTIVA

A Secretária Executiva
Meu nome é Madeleine, tenho 24 anos e sou casada com Robert há 6. Nosso amor neste tempo todo só fez crescer e para complementar nossa felicidade, somente falta um filho. Mas infelizmente, apesar dos nossos esforços, até agora nada. Tanto eu como ele, estamos aptos e passamos em todos os testes de fertilidade, mas nenhum médico descobriu o porquê de não conseguir fecundar. Mas nós não desistimos e continuamos tentando, talvez um dia...quem sabe! Ainda sou nova e Robert, com 33 anos, também o é, portanto temos muito tempo pela frente e temos certeza que vamos conseguir ter um bebezinho.
Robert é engenheiro e trabalha em uma grande empresa de construção e com a sua capacidade técnica e administrativa, já é um dos responsáveis para gerenciar as grandes obras da construtora. Tenho muito orgulho dele, pois além de ser muito amoroso, é inteligente e bonitão. Minhas amigas, pensando que eu não noto, estão com “olho gordo” pra cima dele, mas tenho absoluta certeza que Robert me é fiel, e que jamais pensou em me trair com outra mulher. Eu também não sou de se jogar fora, lá na companhia onde trabalho, a rapaziada me come com os olhos e até já recebi muitas cantadas. Dissimulo e levo na brincadeira, mas na verdade, me sinto orgulhosa de ser cobiçada.
Sou loira, com 1,70m e meu corpo, bem trabalhado nas academias, é motivo de inveja das demais colegas de trabalho. Sou secretária executiva do senhor Rafael, dono e superintende geral da companhia, que atua no ramo de importação e exportação. Ele é um senhor de 65 anos, casado e pai de 3 meninas. Como já o estou secretariando há 3 anos, ele tem muita amizade por mim e até nossas famílias já se tornaram amigas e Robert gosta do meu chefe e, quando ele nos convida para passar um fim de semana no seu sítio, nós aceitamos de bom grado.
Eu me tornei indispensável para o senhor Rafael, pois sou a sua “agenda viva” e ele não toma nenhuma decisão importante, sem antes me consultar. Por natureza, não sou presunçosa, mas esta sua dependência me traz um pouco de orgulho e satisfação pessoal. Não deixo passar nenhuma data importante para ele ou para a firma, tais como nome, endereço, telefone e aniversário, dos nossos clientes e sócios, tanto no Brasil, como no estrangeiro. Falo inglês, francês e espanhol com perfeição e isto me obriga a viajar muito, o acompanhando em suas viagens ao exterior, nas negociações com os nossos sócios e clientes.
Robert, que também viaja bastante, a serviço da construtora, não se importa com as minhas ausências, que em geral são curtas, três ou quatro dias; desde que o meu acompanhante seja o senhor Rafael, Homem de sua inteira confiança. Mas desta vez, nossa ida à França, encontrou um complicador e nossa estada em Paris, teve de se estender por algumas semanas. Apreensiva liguei para Robert, mas ele, complacente como sempre, me acalmou, entendendo perfeitamente, o grau de dificuldade que estávamos encontrando, em fechar novos contratos com os nossos clientes e sócios da França e da Espanha, que também estavam em Paris.
Eu e Rafael, estamos hospedados em um hotel muito luxuoso no centro de Paris, mas como as negociações envolviam grandes deslocamentos até a fábrica, que fica fora dos subúrbios da cidade, fomos convidados para nos hospedarmos na casa do senhor Martel, que fica bem mais perto do estabelecimento. Ele é o principal negociador e homem muito influente no nosso ramo de negócio. A residência, na verdade, uma enorme mansão, está preparada para atender este tipo de conferência, com duas salas de reuniões aparelhadas com o que há de mais moderno em matéria de comunicação e informática e com multas suítes no andar superior.
Rafael me apresentou ao senhor Martel e a todos os outros negociadores. Fiquei um pouco constrangida, pois apesar de estar acostumada a lidar com homens de negócios, na mansão única mulher era eu, todos os demais eram homens, num total de 14, incluindo o meu chefe e o senhor Martel. E o pior, todos os empregados da mansão, num total de 10, também eram homens. Lá estava eu, como uma rainha, no meio de tantos indivíduos. Não me senti bem no meio deles, todos eram gentis e atenciosos, mas notei, que mesmo procurando disfarçar, olhares de cobiça a percorrem meu corpo. Fiquei me censurando, por estar vestindo uma blusa com um generoso decote e uma saia curta, que quando sentada, deixava metade de minhas coxas de fora.
Com isso eu atraia os olhares para os meus seios e para minhas pernas e sabia que a culpada fora eu, pois não deveria estar vestida assim, ou melhor, tão pouco vestida. Não sei porquê, mas tive um pressentimento, uma espécie de sexto sentido, e tive vontade de voltar ao hotel, mas isto era impossível, não podia desapontar o senhor Rafael, que em todo os momentos, notando o que estava acontecendo, ficava sempre ao meu lado, inibindo um pouco os olhares dos sujeitos. Mas depois que subi para os aposentos que me foram reservados, fiquei um pouco mais senhora de mim e pensei comigo. – Que diabo, sou uma boba, deixe que eles me comam com os olhos, isso será bom para o desfecho das negociações, bom para a nossa companhia, para o meu chefe e em consequência, para a sua secretária, ou seja, eu.
Não sei o que deu em mim, mas naquele momento, resolvi vestir somente roupas provocantes e, maldosamente provocar aqueles senhores, que deveriam pensar apenas em negócios e não em mulheres. Tomei um bom banho, e me perfumei toda e vesti, roupa ainda mais provocante, uma blusinha com alças longas, deixando meus ombros descobertos e logicamente a parte superior dos seios, uma saia de tecido leve, até os joelhos. Me olhei no espelho e me achei poderosa. Antes de descer para a primeira reunião de negócios, que teria lugar nesta mesma tarde, resolvi ligar para Robert, o meu querido marido, louca de saudades. Falei com ele, por quase trinta minutos, louca de tesão, pois já fazia mais de uma semana, que não sentia o seu calor dentro de mim, e nos estimulamos mutuamente, praticamente fazendo sexo pelo telefone...se isso é possível. Fiquei tão excitada, que tive até de me masturbar e o meu lindo fazendo o mesmo, lá no Brasil.
Que coisa de louco! Tive até de trocar a calcinha, pois a que estava vestindo ficou ensopada, com os meus fluídos. Isto mexeu ainda mais com a minha libido, e decidida, louca, sem pensar nas consequências, desci para o meio das feras. Quando tentei fechar a porta da suíte, verifiquei, pasmada, que ela não tinha nenhuma espécie de fechadura, apenas o trinco, isto me assustou um pouco, mas que merda, eu estava no meio de senhores, homens de negócios e não no meio de jovenzinhos prontos a entrarem no quarto de uma dama, sai e desci as escadas, sem pensar mais no assunto.
Eles já estavam na sala de conferência, quando dei entrada e foi aquele suspense, silêncio absoluto... todos me olhando, não sei que pela minha demora ou se admirados pelas provocantes roupas que estava vestindo. Fiquei meio sem graça, mas resolvi enfrentar as feras e pedi, fingindo timidez, desculpas pelo meu atraso. Há! Se eles soubessem o motivo de minha demora... iriam ficar loucos! Muitos se levantaram, cavalheirescamente, me oferecendo um lugar e quando sentei, pude ouvir alguns suspiros e sorri intimamente...tinha causado os efeitos desejados, naqueles senhores. Mas pela primeira vez, pude ver nos olhos do senhor Rafael, meu austero chefe, um olhar de censura. Fiquei sentada ao seu lado e, quando as conversações tiveram início, me esqueci de tudo e passei a ser apenas a eficiente secretária executiva dele.
Minhas opiniões e ideias e o meu grande conhecimento do assunto posto à mesa, deram bons frutos e conseguimos destravar o que estava impedindo o fechamento do contrato em debate. O senhor Martel ficou impressionado com a minha performance e o Senhor Rafael, extremamente feliz, e eu fiquei aliviada, pois tinha sentido nele, uma forte contrariedade pelo meu atraso e pelas roupas provocantes que estava vestindo. Eu não tirava a sua razão, pois nestes anos que trabalho e o acompanho em suas viagens, ele nunca me viu agir daquele jeito. Mas minha habilidade e disposição para encaminhar a bom termo as tratativas, o impressionaram como nunca e seu mal-estar pelas minhas roupas, sumiram por completo. Na primeira oportunidade, depois de fechada a mesa de negociações, meu chefe me convidou para ir até a sua suíte e lá, me cobriu de elogios e....me olhando de “cabo-a-rabo”: - Esta tua roupa, deixou os caras malucos...notei que eles não tiravam os olhos dos teus seios, e a devoram com os olhos!
Você foi muito esperta e tirou deles a pouca vontade que tinham com as nossas propostas. Madeleine, que Deus me perdoe... e o teu marido também, mas vou te pedir um grande favor: - Venha sempre, para as nossas reuniões, com as roupas provocantes, iguais a estas. Sei que não é muito ético o que lhe estou pedindo, mas este é um mundo onde lobo come lobo. – Pode deixar senhor Rafael...vou deixar os caras doidinhos. Juntos, cumplices...caímos na risada. –Você não vai se arrepender... vou lhe dar 5% de todos os negócios que conseguimos fechar, afinal de contas, esta comissão é muito justa...para a minha melhor negociadora... e mais risadas. Nossa! 5% de comissão! Vou encher minha carteira, pensei com os meus botões.
Mas uma coisa aconteceu, o que até aquele momento, nunca tinha acontecido, o senhor Rafael, com o intuito de me elogiar, não tirava os olhos do meu generoso decote. Nestes três anos que trabalho com ele, jamais o vi me olhar com cobiça, ao contrário dos demais colegas de serviço. Fiquei um pouco chocada, pois eu conhecia sua esposa, Dona Ruth e as três mocinhas, suas filhas, sendo que a mais velha tem a minha idade, 24 anos; e ele conhece o meu marido e gosta muito dele. Mas, mais uma vez, usei de desculpas para o justificar. Afinal de contas, nestes anos todos de convívio, ele nunca me tinha visto tão “a vontade” e eu sabia, que bem poucos homens, poderiam resistir a minha beleza de corpo, me desculpem a modéstia, mas esta é a pura verdade.
Fui para os meus aposentos e tomei um bom banho, não conseguindo tirar da cabeça, minha atuação de hoje. Minha excitação era enorme, pois afinal Rafael me tinha prometido uma boa recompensa... e só com os 5% dos contratos fechados hoje, eu iria receber uma grana preta. Pensei em ligar para Robert, mas pensei melhor e resolvi deixar para lá...tinha de pensar numa boa desculpa para ter ganho tanto dinheiro e nem poderia dizer porque o meu chefe, de uma hora para outra, resolveu me dar tanto dinheiro. Não deixava de pensar no olhar, cheios de desejos, dos negociadores, e principalmente do senhor Rafael, meu chefe.
No jantar, com roupas ainda mais provocantes, percebi um olhar cumplice de aprovação de Rafael. O ambiente estava descontraído e todos conversavam, formando grupinhos. As conversas giravam em diversos assuntos, mas pude perceber, pelos olhares, que o motivo principal de tanta animação, era a minha presença. Na verdade eu estava agindo totalmente fora dos meus padrões de comportamento, eu não era assim, impudica, sensual. Apesar de gostar de provocar os homens, sempre fui muito certinha e nunca passei de determinados limites, pois afinal, sou casada e amo o meu marido acima de tudo. Mas como dizem...a ocasião faz o ladrão! E eu fui me deixando levar, inconsequente, imprudente.
Mas tarde, todos nós estávamos a ouvir uma boa música, media luz, foi nos oferecido para bebericar, um puro uísque escocês, e eu muito animada, não recusava, fui ficando meio “alegrinha” e quando o senhor Martel, o proprietário da mansão, se aproximou e me convidou para dançar, olhei para Rafael, e este fez um quase imperceptível sinal de aprovação com a cabeça, aceitei dançar com o velhote. Todos os demais, sentados em confortáveis poltronas, conversavam, mas na verdade, estavam era nos observando enquanto dançávamos. A música era suave e o senhor Martel, me enlaçava pela cintura, com o corpo bem colado ao meu. Podia sentir sua respiração junto ao meu pescoço e súbito, percebi o seu volume crescer no meio de minhas coxas. Fiquei sem saber o que fazer... se eu o empurrasse, chamaria a atenção dos outros e isso seria profundamente desagradável.
Tentei, bem sutilmente, afastar meu corpo do dele, mas o danado, me abraçava de tal maneira, que isso foi impossível. Falei junto ao seu ouvido. – Senhor Martel, vamos parar... eu quero descansar um pouco...depois vamos voltar a dançar. Mas o safado, falando com a boca colada em meu ouvido, pediu para esperarmos a música acabar. Não tive outra saída, a não ser sentir o seu membro, cabe vez mais rígido, se encaixar bem no meio de minha boceta, que com o leve tecido do vestido, pouca resistia oferecia ao seu cutucar. Meu Deus! Eu não sou de ferro e sob o efeito da bebida, fiquei ali, o sentindo latejar lá embaixo.
Fui ficando mole em seus braços e nem senti quando a música acabou e outra iniciou. Eu o enlacei pelo pescoço e nesta altura, nem mais dançávamos, apenas nos mexia no meio do salão. Me esqueci por completo onde estava e o que fazia...apenas pensava em Robert e que estava o sentindo a me dar prazer. No Salão, silêncio absoluto, ninguém mais conversava, apenas nos observava. Rafael, sentado em um canto, não parava de beber, completamente abismado e encantado com o que estava a ver. Comecei a respirar pesado, praticamente pendurada nele e senti quando o orgasmo veio, junto com o dele. Quando tudo terminou, e ele me soltou, pude ver em meu vestido e em sua calça, o efeito dos nossos prazeres, estava tudo manchado.
Acabrunhada, aproveitando a pouca luz do ambiente, fui me sentar bem longe de todos, amaldiçoando o meu pouco controle, desejando que os presentes não tenham percebido nada. Bobagem a minha, todos tinham percebido perfeitamente o que tinha acontecido. Quando um garçom me ofereceu uma dose de uísque, bebi e pedi outra. Tentava tapar o Sol com uma peneira. Queria subir para o meu quarto, me lavar, mas como? Se eu me levantasse, teria de passar pelo meio do salão e os caras, estavam todos ali, muitos me observando de soslaio, e o meio vestidinho estava com uma mancha enorme, todo gozado, pelo filho da puta do Martel. Fiquei sentadinha ali, esperando não sei o que!
Minha cabeça rodava, pela quantidade de uísque ingerida e pelo acontecido. Eu me xingava, profundamente arrependida pelo que tinha feito. Eu que nunca tinha sido infiel ao meu marido, o único homem de minha vida, tive um orgasmo, ao qual não pude resistir, somente ao sentir o membro de um velhote roçando os lábios de minha buceta. Como isto pode acontecer! E o pior de tudo, foi que todos os homens presentes tinham visto tudo, até o meu chefe. Eu estava me sentindo como uma puta, sem nenhum sentido de decência. Como iria encarar o meu Robert! Meu Deus…eu neste momento, queria morrer.
De tão chateada e abalada, continuei a beber e nesta altura, de tão bêbada, nem tive ânimo para impedir que um outro sujeito, me puxasse para dançar, ainda mais que ele me puxou com violência da poltrona. O nojento, com a cara mais cínica deste mundo, enquanto me enlaçava pela cintura, murmurava em meus ouvidos: - Venha gostosinha, eu também quero te fazer gozar, tal como o Paul fez.
Não conseguia nem ficar em pé direito, mas isto não incomodou o cara nem um pouco, pois ele me abraçou pela cintura e ficou fingindo que estava a dançar, parado no meio do salão. Eu o abracei pelo pescoço, tentando me manter ereta, não pude nem identificar quem era o cara, mas percebi que ele estava com o membro fora de sua calça, enterrado no meio de minhas coxas. Eu não queria, mas voltei a ficar excitada, mas agora eu tinha um pouco de noção de onde estava e o que estava acontecendo,
Foi justamente isso, em saber que estava com o membro de um desconhecido no meio de minhas coxas, beijando minha bucetinha e que quase vinte homens, ao meu redor, estavam vendo tudo, foi que despertou em mim uma espécie de tara, um desejo mórbido em saber que eu era o centro de atenção deles. Me abracei ainda mais ao sujeito e apertei minhas coxas, sentindo o volume apertado em minhas carnes, a vibrar e não resisti e comecei a gemer no ouvido dele, lhe dando fortes mordida na orelha e nos lábios dele. Eu estava alucinada, tomada por um poderoso desejo de ser fodida. Perdi toda a noção do que estava fazendo, totalmente dominada pelo desejo da carne.
Senti quando ele levantou o meu vestido e desceu minha calcinha até o meio das coxas e quando o seu membro beijou os grandes lábios de minha vagina. Santo Deus, ele estava me fodendo, no meio do salão, a vista de todos. Quando ele enterrou tudo em mim, não tive nenhuma reação, apenas me entreguei completamente e mesmo muito bêbada como estava, fui levada a ter novo e violento orgasmo.
Foi quando senti que outro sujeito estava me abraçando por trás e por pouco instantes, recobrei um pouco a minha razão e tentei me soltar, fugir daquele lugar. O dois me seguravam firmes no meio deles e desesperada, tentei ver onde estava o meu chefe, para lhe pedir ajuda. Vi, com horror, que Rafael, assim como todos os outros velhotes, estavam observando, com muita atenção o que estava acontecendo comigo, todos extremamente excitados.
O velhote que me agarrava pela frente, segurou os meus cabelos com força e fechou a minha boca enfiando a sua língua entre os meus lábios. O segundo, com o corpo colado ao meu, com um só puxão, rasgou o meu vestidinho. Senti minha calcinha ser descida até o meio de minhas pernas. Com os membros deles no meio de minhas coxas, fui me entregando e ali mesmo, no meio do salão e sob o olhar de quase vinte homens, senti quando o meu cuzinho foi penetrado com extrema violência e a minha buceta, também estava sendo invadida. No meio dos dois caras, como recheio de um sanduiche, pois a posição era muito incomoda e os meus pés nem tocavam o chão, eu uivava como uma loba no cio.
Bêbada como um gambá, os meus gemidos foram aumentando de intensidade e agora os gritinhos de dor se misturavam com os gemidos. Pouco depois, eu estava deitada num sofá, sendo penetrada em todos os buracos, por cada um dos caras, algumas vezes por dupla penetração e sendo obrigada até a praticar até sexo oral. Eles se revezavam e não se cansavam nunca. Nem sei quantas vezes fui penetrada, mas tudo só terminou alta madrugada, quando cansados, me deixaram estirada no sofá e foram dormir. Eu estava tão arrasada física e moralmente, que nem tive ânimo para me mexer, e fiquei estirada, completamente nua no sofá; com as pernas abertas e sentindo dores por todo o corpo, com restos de porra banhando os meus cabelos e saindo entre os meus lábios.
Minha boceta e ânus estavam em fogo e os meus seios, de tanto serem chupados, estavam tão doloridos, que nem tocar neles eu podia. Algum tempo depois, tentei me levantar e ir para o meu quarto, mas cambaleando e totalmente embriagada, não acertei o caminho e cambaleando, me segurando pelas paredes, fui indo em direção contrária, para a cozinha e para a dispensa. Entrei num corredor estreito e dei de cara com os aposentos dos empregados, de tão exausta e ainda muito bêbada, tombei pesadamente e não tive mais forças para me levantar e fiquei caída numa espécie de saleta.
Alguns minutos depois, senti que estava sendo carregada, no colo por alguém e colocada em uma cama, ainda pude perceber os vultos de quatro ou cinco homens e que alguém, com tom de deboche murmurava: -A putinha serviu os patrões... agora vai nos servir. Um outro retrucou: - De todas as mulheres que os patrões trouxeram para foder, esta foi a mais safada de todas; aceitou ser penetrada por todos em todos os buracos e nunca parava de gozar, eu nem sabia que puta pudesse gostar tanto de dar a bunda como esta aqui. Que mulher mais louca por pau!
Me ofereceram mais bebida e como eu neguei com a cabeça, usaram de força e fui obrigada a beber uma quantidade enorme da tal bebida. Eu não tinha mais noção do que estava acontecendo, mas ainda pude perceber, que estava sendo novamente violentada e aí apaguei completamente. Alguns empregados da mansão, também queriam provar as carnes do prato da noite.
Na manhã seguinte, quando Rafael acordou da tremenda bebedeira, procurou por sua secretária e não a encontrou em lugar nenhum, aflito procurou o Senhor Martel e este o informou que eles ficaram com Madeleine até a madrugada e depois foram dormir, a deixando no sofá, completamente bêbada. Rafael teve um choque, pois adivinhou quase que imediatamente, o que tinha acontecido. – Vocês fizeram alguma coisa com ela, Martel? – Alguma coisa não...fizemos de tudo...a tua amante é muito gostosa e nos satisfez a todos, até não podermos mais…eta mulher fogosa! – Minha nossa Senhora! Ela não é minha amante é apenas minha secretária... e é uma mulher honesta, que ama o marido!
– Deixe de brincadeira, Rafael, o jeito que a putinha se veste, se oferendo toda, não me venha com esta conversa de mulher honesta, que para mim não cola! E você também fodeu a loirinha até se cansar. Ela teve inúmeros orgasmos e gemia de prazer, sendo penetrada na bucetinha e no ânus ao mesmo tempo e adora mamar num membro. Se isto é ser mulher correta, então como será uma puta...não me faças rir! Ela foi a melhor "fodedeira" que tivemos aqui em casa!
Mas vamos indagar dos outros se a viram por aí. Ninguém tinha visto Madeleine, depois que a deixaram no sofá. Preocupados com o sumiço da jovem, indagaram dos empregados e foram então que tiveram alguma notícia. Eles informaram que viram quando ela pegou suas roupas, se vestir e sair cambaleando em direção da floresta, que fica nas imediações da propriedade. Eles ainda tentaram impedir, mas ela os xingou e disse que sabia o que estava fazendo e que voltaria logo para casa. Já alarmados, partiram todos para a tal floresta, numa tentativa de encontrar Madeleine, mas a noite chegou e não tiveram sucesso... a jovem tinha sumido como por encanto.
Só cinco Empregados de Martel sabiam o que tinha acontecido com ela, mas por motivos óbvios, ficaram calados, pois assustados com o que fizeram, providenciaram para que a putinha loira, que o patrão e todos os outros usaram a vontade, não os denunciassem. Uma vadia a mais ou a menos, não deveria causar tanto reboliço, como o que estava sucedendo.
Madeleine, tentava se mexer, mas não podia, sua cabeça doía muito e ela não sabia onde estava, agora todo o seu corpo doía terrivelmente. Tentou gritar, mas percebeu que estava amordaçada, com uma bola de borracha enfiada em sua boca e que estava também vendada. Sentiu a suavidade do colchão sob o seu corpo e soube então que estava amarrada à uma cama, com braços e pernas abertos, em forma de cruz e que ainda estava despida. Ficou aterrorizada e em pânico, tentava soltar seus braços e pernas, mas só o que conseguia fazer era magoar seus pulsos e tornozelos, com o atrito das cordas em sua pele. Nem pedir por socorro podia e se aquietou, tentando adivinhar porque os caras que a violentaram durante toda a noite, a tinham prendido deste jeito.
Coma mente confusa, ainda pensava que estava em poder dos velhotes. O Senhor Martel e seus companheiros, não passavam de tarados, sádicos, mas o que mais a arrasou foi saber que o seu chefe, que ela tanto admirava, a tinha vendido, como mera mercadoria, para eles; tudo a troco de fechar bons contratos. E agora o que ele diria para Robert, seu marido? Madeleine sumiu... e não sei para onde ela foi! Ela estava certa que eles não a deixariam viver, pois sabiam que seriam denunciados à polícia. Voltou seus pensamentos para Robert, e lhe pediu perdão, por ser tão imprudente e aceitado vestir roupas tão provocantes. Achava que isto foi o causador dela está agora nesta situação. Se apavorou ainda mais quando sentiu que um homem, também nu, se deitou por cima e sem a menor cerimônia, enterrou seu pênis em sua buceta e iniciou um vai e vem transloucado.
O membro dele era enorme descomunal mesmo, e a estava machucando muito. Seu canal vaginal parecia que iria arrebentar. Ela tinha sido fodida durante toda a noite, por todos eles, muitas e muitas vezes, mas nenhum tinha o membro tão grande assim....então ela estava sendo estuprada por alguém, que não estava na noite anterior na "festa". Quem seria? Será que ela estava presa por outros homens? Teve certeza disso, quando o sujeito depois de depositar toda a sua sujeira dentro dela a deixou, para sentir em seguida, um outro ocupar o seu lugar...mas este era muito grande, devia ser muito gordo, pois quando ele arriou o seu peso em cima dela, Madeleine se sentiu esmagada, como se um elefante se deitasse sobre ela. Quando ele a penetrou, como um animal faminto, uivando como um lobo raivoso, ela não aguentou a dor e perdeu os sentidos, sufocada sob o peso de no mínimo "mil toneladas"
Quando voltou a si, percebeu que um outro sujeito estava dentro dela, mais este era bem menor tanto no peso, como no tamanho do pênis. Durante muitas horas, mitos homens se revezaram e\m cima dela. Eles usavam de extrema violência e seu corpo estava todo cheio de marcas de chupões e das violentes mordidas, algumas até com sangramento. Logo depois, quase desfalecendo, sentiu uma picada em sua coxa direita e uma agulha com uma substancia oleosa foi injetada nela, pois a tal droga, lhe causava uma dor muito forte, parecia que lhe tinham aplicado algo muito forte, e imediatamente, começou sentir dormência por todo o corpo e apagou de vez. Quando recuperava a consciência, percebia que os desconhecidos continuavam a estupra-la e a lhe injetar a tal droga. Não teve condições de saber quantas vezes, isto se repetiu, pois agora, o seu corpo estava de tal maneira saturado daquele merda, que não mais conseguia distinguir o que era real ou do que era fantasia de sua mente.
Ela não sentia mais dor e nem estava mais amarrada e amordaçada, mas continuava a ser violentada. Seu corpo morto, não a obedecia mais e Madeleine não tinha forças nem para abrir direito os olhos. Tudo parecia estar acontecendo lentamente, e os caras entravam e saiam, a inundando de tanta porra, que tudo estava a escorrer para fora, pela vagina esfolada e machucada. Sentiu mais uma picada e desta vez não apagou, apenas sentiu seu corpo tremer violentamente, sem controle, parecia que estava tendo um ataque epilético e de sua boca saía uma baba espumosa, sua vista estava completamente turva.
Uma semana após o seu desaparecimento, Madeleine foi encontrada, pelo pessoal da mansão do senhor Martel, pois eles não deram parte para as autoridades, com medo das consequências, pois ela tinha sumido, depois de ser violentada por todos eles, numa orgia de sexo e bebida desenfreada, por toda uma noite. Madeleine estava jogada num canto da floresta, despida e com o corpo coberto de feridas e com suas partes intimas sangrando abundantemente e as formigas a devorando. Mas um pouco e ela estaria morta. Martel e Rafael contrataram um médico e uma enfermeira, que em absoluto sigilo, trataram de suas feridas, subornados com uma polpuda importância em euros, mas não conseguiram tratar a mente de Madeleine, que sob os efeitos das drogas que lhe foram aplicadas em doses excessivas, não conseguia sair de uma espécie de torpor, ficando se debatendo, deitada na cama, tentando se livrar de cordas invisíveis que a prendiam alie das formigas que devoram sua carne. O médico pode diagnosticar que as poderosas drogas aplicadas em Madeleine, tinham a intenção de a matar, mas que por um milagre, a grande quantidade de álcool encontrado em seu sangue, agiu como antidoto e atenuou os efeitos nocivos sobre o seu organismo, mas que não sabia quanto aos danos em sua mente.
Martel e Rafael a levaram para uma clínica em Paris e inventaram uma história incrível, de que ela foi vítima de uma gang de jovens delinquentes, que a sequestraram e a torturaram barbaramente por alguns dias. Robert, veio do Brasil, para junto de sua querida esposa e depois de alguns dias a levou de volta para o Brasil. Rafael, junto com Martel, posou de mocinho, que conseguiram libertar Madeleine das mãos dos malfeitores. Para sorte deles, o choque sofrido por ela, foi tão grande que sua mente a fez esquecer de tudo o que tinha acontecido, desde que chegou a mansão de Martel.
Seis meses depois, Madeleine estava curada, não tinha nenhuma lembrança dos terríveis momentos que passou na mansão. Voltou a trabalhar, como secretária executiva, do senhor Rafael, mas agora ela recebia 5% de todos os contratos que a empresa celebrava e ela não sabia o porquê disso, mas Rafael lhe dizia, que ela era o seu pé de coelho e merecia cada tostão que recebia. Este foi o modo dele tentar se redimir por ter, junto com os sócios de Martel, a estuprada de maneira tão vil. Madeleine continuou a acompanhar o seu chefe, em todas as viagens para o exterior, inclusive para Paris.
Mas agora, depois dos acontecimentos na Cidade Luz, Rafael a vê com outros olhos, olhos de cobiça, de desejo por seu magnifico corpo, se lembrando dos momentos deliciosos, quando a estava possuindo, na mansão de Martel. Mas não se atreve a tomar nenhuma iniciativa, pois ele conhece Robert, seu marido e o casal conhece sua família, esposa e três filhas, sabe que nunca mais a terá em seus braços. Madeleine é mais nova que a sua filha mais velha. Mas somente ao ter a moça ao seu lado, nas longas viagens, isto o satisfaz plenamente. Madeleine, está plenamente satisfeita com o seu trabalho e adora o seu chefe, que a cobre de gentilezas e a "respeita muito", apesar de estarem sempre juntos, em suas viagens. Ela sabe perfeitamente, que o seu chefe tem uma queda por ela e que a cobiça, mas como cavalheiro que é, sempre a respeita e ela tem total confiança nele, mas lá no fundo, ela também tem um sentimento por ele, não sabe bem o que é, mas leva tudo para o campo da amizade, uma profunda amizade, cheia de admiração e ternura. Depois de Robert, seu chefe é o homem que mais ela gosta e fica encantada quando os dois estão juntos pelo mundo afora.
Mas Madeleine não é a mesma, de tempos atrás, alguma coisa mudou nela, desde os acontecimentos em Paris, quando ela foi “sequestrada e estuprada” por um bando de jovens delinquentes. Por mais que ela se esforce, não tem nenhuma lembrança destes acontecimentos. Tudo o que ela sabe, lhe foi contado por Rafael e Martel. Robert faz tudo para que ela não se lembre de nada, acha melhor assim. Mas em seu íntimo, ela fica imaginando como foi...ser violentada por um bando de rapazes... o que deve ter sentido? Só dor, medo! Ou será que também sentiu prazer? Ela se sente frustrada...gostaria de ter, ao menos, alguma lembrança da sua curra, das agressões sofridas. São desejos mórbidos, ela bem sabe disto, e se esforça para os enterrar bem fundo em sua mente. Mas... nas noites solitárias, quando viaja com Rafael, fica matutando a respeito e....fica excitada.
Outra coisa que mudou em Madeleine, foi a sua ambição por dinheiro...agora ela fazia questão ferrenha de ajudar Rafael a fechar os contratos internacionais, pois 5% dos lucros, seriam dela. Ela e Robert, já tinham uma boa bolada economizada, e agora faltava pouco para comprarem o lindíssimo iate, dos sonhos deles. Madeleine falava ao marido, que na próxima viagem, que deveria ser em breve, ela fecharia alguns ótimos contratos e com os 5% de comissão, daria para realizar a compra tão desejada.
Agora, eles estão de volta à Paris e se encontram com o senhor Martel, que fica seduzido com a beleza, agora mais sensual do que nunca, de Madeleine. Ela está mais gostosa do que antes, quando ele a teve em seus braços, a possuindo de todas as maneiras possíveis. pena que ela não se lembre de nada do que aconteceu em sua visita anterior. Mulher vaidosa, que sabe que é cobiçada pelos homens, ela fica encantada com o desejo do cara por ela. Ele é um homem muito poderoso e seus contratos podem render bons frutos para a sua empresa e para ela também, então não custa nada, ser gentil e dar esperanças para o velhote.
Ela comenta isso com o seu chefe, que por incrível que possa parecer, a incentiva a provocar Martel. Madeleine, movida por puro interesse, aceita os galanteios do velhote e quando ele a convida para ir até o seu apartamento, junto com Rafael, ela aceita de bom grado. Em lá chegando, seu chefe, em comum acordo com ela, “inventa” que tem de voltar ao hotel, pois tinha esquecido de um compromisso de grande importância e inadiável. Rafael tinha ciúmes e não gostaria de deixar Madeleine sozinha, com o canalha; mas acima de tudo, queria que ela fechasse os contratos que levava na bolsa, prontos para serem assinados. Se ela seduzisse Martel, os contratos estariam no “papo”.
Madeleine achava graça, que um velhote como aquele, a cortejasse com tanto ardor, até parecia um jovem, o coitado. Ela sabia que poderia ir até certo ponto com ele, e depois daria o fora. Estava segura de si, e iria deixar o velho, louco de desejo. Mas Martel, a cobiçando com toda a força de sua alma e estava disposto a tentar tudo para a ter em seus braços novamente. Madeleine, começou o seu joguinho de sedução, sozinha no apartamento dele, bebericando e botando conversa fora, o convidou para dançar. Bem coladinho, ele sentindo o perfume que emanava dela, a apertou contra o seu corpo e sentindo suas deliciosas carnes, não resistiu e a levou para o sofá.
-Madeleine...vou ser direto e até um pouco rude...mas não posso mais esconder o desejo que tenho por você. Eu a quero possuir, hoje, agora, e sei que você é uma mulher de negócios...vou lhe fazer uma proposta. Eu assino todos os contratos que tens aí na bolsa, mas em compensação você terá de ser minha, sem nenhuma reserva, por completo. - Meu Deus! Senhor Martel...como podes fazer uma proposta desta! Eu sou casada e amo o meu marido e nunca o traí...nunca estive com outro homem...não posso aceitar.
Martel, teve vontade de rir e pensou com os seus botões...ela foi fodida por mais de vinte homes, de todas as maneiras possíveis e agora tá fazendo “cu doce”. Ele estava disposto a voltar a foder aquela mulher, não a deixaria escapar de jeito nenhum... por bem ou a força, ele a foderia ainda nesta noite. Nervoso, foi até uma escrivaninha e preencheu um cheque e o entregou para Madeleine. Tome garota! Este cheque é teu, eu a quero foder e para isso, estou disposto a tudo. - Você é um idiota! Pensas que sou uma puta, que se vende por dinheiro... eu vou embora agora mesmo! Mas quando olhou o valor do cheque, arregalou os olhos, surpresa com a quantia absurda ali registrada!
-Você está completamente doido, Martel, com esta quantia você poderá comprar qualquer mulher de Paris! Uma... não... muitas! – Madeleine eu não quero qualquer mulher...eu quero você! Assino todos os contratos e você ainda leva este cheque! Que tal, aceitas? Madeleine ficou parada, olhando para o cheque e pensando nos contratos...com tudo isso, ela poderia comprar o iate, sonho de Robert. De súbito, ela se decidiu... afinal seria apenas uma noite ou bem menos, o velhote não daria no couro, na cama com ela. Está certo Martel, você pode me possuir, mas não vou aceitar este cheque... quero que você transfira tudo para a minha conta, e que assine antes os contratos.
Tudo combinado, Madeleine está nua na cama de Martel e aguarda o velhote voltar do banheiro. - Nossa, eu estou me vendendo por dinheiro! Se Robert soubesse...que sua mulher está se tornando uma vadia! Nem quero pensar! Mas o certo é que ela estava tremendamente excitada, por estar ali, pronta para se entregar a um homem, senão o seu marido. Isto, de um modo um estranho, a enche de tesão. Só esperava que o velhote desse no couro, pois agora era ela quem estava estimulada e queria gozar como nunca. Martel se deitou sobre Madeleine e ela abria as coxas para o receber, já antevendo o prazer de o sentir dentro dela.
Mas aí aconteceu uma coisa incrível, o membro dele, mole como geleia, só fazia beijar os grandes lábios vaginais e nada de pode entrar na caverna que o esperava toda lubrificada. Ele tentava, tentava e a coisinha só fazia se dobrar sobre si mesmo e nada...nada mesmo. A vontade dele era somente em sua mente, pois o caralho que era o bom...nada de querer trabalhar. Com o roçar daquela merdinha murcha em sua buceta e no clitóris, Madeleine ficou tremendamente excitada e o queria dentro dela, ela o ajudava como podia, mas não teve jeito. - Velho filho da puta...você queria me foder, mas este caralho não sobe de jeito nenhum... mas você me pagou muito bem e vou lhe dar um pouco de prazer. Ela montou nele e ficou esfregando a buceta na cara de Martel. Me chupe...filho de uma puta! Meta esta língua lá dentro... eu quero gozar, e rebolava, quase sufocando o velho e quando o orgasmo veio, ela fechou as coxas com violência, aprisionando a cabeça no meio delas.
Madeleine lhe aplicou uma autentica chave de pescoço, cruzando as pernas em volta da cabeça e pescoço do velhote. Ele fazia força para se soltar, mas Madeleine forçava cada vez mais sua vagina contra os lábios dele. Martel abria a “boca dentro da boca” tentando buscar ar e com isso, ela tinha múltiplos orgasmos e o sufocava cada vez mais. Quando ela o soltou, ele quase que desfalecido, esticado de costas, respirava com dificuldade, com a boca aberta e com o rosto todo lambuzado dos fluídos da buceta de Madeleine. Ela como uma doida, voltou a montar no velhote, e engoliu o murcho membro dele.
Esta coisinha vai ficar dura, nem que eu tenha de passar a noite o chupando... seu merda, veado filho de uma égua. Você me provocou, agora vai ter de me aguentar! E ela esfregava sua vagina no rosto dele, quase que o forçando em um 69. Mas não houve jeito dele subir... seus dias de gloria tinham acabado... Mas ela não o deixava e só de manhã, Madeleine saiu da cama e foi tomar um banho, ficando mergulhada na banheira, somente com a cabeça de fora. Martel, quase morto, enrolado sob as cobertas, chorava como um bebê...tinha fracassado miseravelmente e sentia que o seu mundo tinha chegado ao fim.
Madeleine também não estava nada bem...depois da exaltação que a dominou durante a noite, e a transportou para um mundo de furioso desejo por sexo... ela estava abismada com a sua conduta. Nunca poderia imaginar que pudesse sentir tanto prazer...foi uma coisa tão louca e os orgasmos que teve, na boca do pobre coitado, foram tão devastadores...que nem com o seu marido, tinha sentido coisa igual. Foi até o quarto e ficou olhando para Martel, se sentindo vitoriosa... ele a queria foder...mas quem foi fodido foi ele.
Nua em pelo, foi até Martel e falou com ele: - Cara... você pagou muito bem para me comer! Queres mais um pouco ou já chega? Ela falou isso em tom de pilhéria, pois sabia que daquele ali, não saia mais nada. Ele apenas balançou a cabeça, negativamente, se sentindo o último dos homens. Madeleine se sentou na cama e ligou para o seu marido, lá no Brasil. Por quase vinte minutos, trocaram juras de amor e Martel ficou de boca aberta, ao ver aquela magnifica mulher, pelada na sua cama, com quem acabara de fazer sexo, conversar com tanta paixão com o marido. – Olhe querido, fechamos ótimos contratos e vou receber uma boa comissão por isso. Eu ajudei o senhor Martel, a fechar um vultoso contrato com a Índia e ele me pagou uma comissão fabulosa... vamos poder comprar nosso iate agora. Eu quero que você vá providenciando a papelada junto a capitania os portos. Madeleine falava ao telefone, com o marido, mas não tirava o olhar sarcástico e irônico de cima de Martel.
Madeleine, quando desligou, ficou olhando o pobre coitado, que estirado na cama, nem parecia o todo poderoso magnata dono de imensa fortuna. Mas também, ali não estava mais, a eficiente e honesta secretária do senhor Rafael. Quem estava ali era uma mulher sedenta por sexo e por dinheiro. - Marcel eu estou vendo que você não rasgou aquele cheque, com que tentou me comprar...como eu fui muito boazinha com você, eu vou aceita-lo como bonificação! Não pode Madeleine, nós já combinamos o teu preço! - Pode sim velhote...eu também vou lhe dar uma "bonificação"... quer ver o que posso fazer por você?
Movida por uma estranha tara, mesclado com sadismo, Madeleine, rasgou em tiras o lençol da cama do velho e prendeu os braços dele à cabeceira. Marcel assim imobilizado, viu quando ela se sentou em seu rosto e comprimiu sua vagina na boca dele, com todo o peso de seu corpo. - Agora, velhote, você vai me chupar até eu gozar muitas vezes. Ele não queria ou não podia satisfaze-la, Muito tempo depois sentindo que ele estava sufocando, querendo respirar, sem poder, ela se apertou ainda mais e deu um tremendo "uivo" num orgasmo tão violento, que caiu sobre ele, com a buceta dando "pinotes", se esfregando toda na cara do infeliz com o nariz dele "massageando" seu clitóris. Somente muitos minutos depois, ela saiu de cima de Martel. - Agora sim, eu gozei como queria. Velho nojento!
Ela se vestiu, deu uma tapinha no rosto dele e se despediu, sem ao menos o soltar ou se lavar – Agora eu vou para o meu hotel, foi uma noite bem proveitosa, lucrativa mesmo. O teu pau não funciona mais, porem a tua língua é uma coisa que me satisfez completamente...quando quiseres é só me telefonar... desde que eu ganhe alguma coisa! Tão gorda como este cheque e o depósito que fizeste na minha conta. Madeleine saiu do apartamento de Martel, quase as 12 horas, lépida e faceira, cantarolando pelas ruas de Paris, pretendendo ir para o seu hotel, louca para contar as novidades para o seu querido chefe Rafael, que levava todos os contratos assinados por Marcel.
Madeleine, não retornou ao hotel imediatamente, pois antes foi passear pelos belos recantos da Cidade Luz. Estava tão alegre, irradiando felicidade que chamava a atenção, principalmente dos homens, para a sua pessoa. Rafael telefonou, assustado com a sua demora, em voltar para o hotel. Madeleine o tranquilizou, afirmando que ela estava bem, que tinha dormido com Martel e que ele assinou todos os contratos. Rafael, titubeando, indagou... ele assinou todos os contratos? Assim sem mais nem menos? – Não foi tão simples assim, Rafael, ele me fodeu a noite toda...nossa! ele tem um cacetão...quase morri de tanto orgasmos que tive...ele foi maravilhoso e mamou minha buceta como se fosse um jovem! Ela não falou nada a respeito do dinheiro que recebeu para ir para a cama com o velhote, nem do cheque "extra"...Rafael não necessitava saber disto.
Madeleine falou estas mentiras para o seu chefe, pois queria despertar ciúmes ...não sabe porque agiu assim....mas ela queria que ele soubesse, que não era mais uma simples secretária, dona de casa exemplar e apenas sua amiga...seu inconsciente queria mais dele.
Sentada em um banco de praça, nem notou que estava sendo acompanhada, em todos os seus passos, por um homem preto como carvão. Ele era enorme e tinha feições rudes e as roupas maltrapilhas, muito sujas. Ele empurrava um carrinho destes de transportes de mercadorias, adaptado em uma velha bicicleta. Quando Madeleine se afastou um pouco da agitação da área central da praça e procurou um local mais sossegado, afastado, ele foi a acompanhando a distância, para não despertar a atenção dela.
Ela queria, refletir um pouco, tentar compreender porque estava agindo assim, porque tinha sido infiel e traído o seu marido, e pior de tudo, o fez por dinheiro e também por prazer. Queria refletir sobre o que sentiu, ao amarrar o velhote na cama e quase o matando, com sua vagina o sufocando! Será que ela estava ficando maluca? Pedia perdão à Robert, mas estava se sentindo suja, porque, lá na cama com Martel, tinha gozado intensamente, como nunca o fizera com o próprio Robert. Estava tão magoada consigo mesma, que enveredou por um caminho mais rústico e quando encontrou um tronco caído sentou e com as mãos espalmadas no rosto, com a cabeça baixa, começou a chorar bem baixinho.
Quando ouvia a voz, rouca a lhe perguntar. – Porque está chorando? Posso ajudar em alguma coisa? Uma moça tão bela como você devia estar curtindo a vida e não chorando, longe de tudo e de todos! Levantou o rosto assustada e se deparou com o maltrapilho, sentado ao seu lado. Ficou olhando para ele, alarmada e olhou para os lados, verificando que estavam sozinhos. Seu coração ficou pulando, com a adrenalina a mil. – Não tenhas medo de mim, garota...só porque tenho este jeitão, não quer dizer que sou uma pessoa má, e que vou lhe fazer ruindade! Madeleine tentou disfarçar o seu medo, não queria irritar o sujeito. – Não... eu não estou com medo do senhor, é que estava tão distraída e levei um susto, mas agora eu vou indo...obrigado por se preocupar comigo... até mais! – Não mocinha, você não pode ir embora agora... eu quero saber porque estavas chorando! – Não é nada não... são tristezas minhas... briguei o meu namorado e pronto, aqui estou a chorar como uma boba!
Madeleine fez menção de se levantar, mas o sujeito a segurou pelo braço e a impediu. – Minha jovem eu a estou vendo muito triste e a quero consolar... venha comigo, por favor! - Não necessita, eu já estou bem...por favor, solte o meu braço e me deixe ir! – não, você vai é comigo moça... por favor, quero que você entre no baú do meu carrinho e a vou levar para um lugar muito bacana. – Você tá maluco, não vou entrar neste carro de jeito nenhum e me deixe ir embora, senão vou gritar por socorro, e você vai ver o que é bom...na cadeia! De súbito, deu um forte puxão, se soltou e correu como uma louca.
Mas o gigante negro, a alcançou com extrema facilidade e a imobilizou com os braços e falou bem junto do seu ouvido. – Você vai entrar no meu carrinho...senão eu vou retalhar este lindo rostinho. Foi quando ela viu na mão do cara, uma navalha, que foi encostada em sua face chegando a causar um pequeno corte. Madeleine ficou pálida e foi dominada por enorme terror. Com as pernas bambas, só conseguiu murmurar...pelo amor de Deus não me machuque. Tá certo, eu não vou cortar a tua cara...mas fique bem quieta... se você der um peido eu a mato na hora, não tenho nada a perder!
Ele a colocou deitada no chão e ordenou que ela ficasse ali, sem se mexer. Depois foi até o carrinho, de onde retirou muitos pedaços de corda e amarrou as pernas e as coxas de Madeleine e os pulsos e braços nas costas. Ele apertava de tal forma os nós, que ela sentia dores, mas amedrontada, não tinha coragem para protestar. Ele a colocou dentro do baú, depois de tirar algumas coisas de lá e jogar fora. Ela ficou bem apertadinha, toda dobrada, com as pernas quase tocando seu peito e as cordas a magoando muito. O fedor que estava sentindo era muito forte, até parecia que tinha algum bicho morto ali dentro. Depois ele ficou olhando para ela, que com os olhos arregalados, demonstrando total terror e implorava, com os olhos cheios de lágrimas, por favor moço…me deixe ir embora...porque está fazendo isto comigo?
- Agora eu sou “moço” sua branquela filha da puta... mas quando eu peço um prato de comida ou um dinheiro qualquer, vocês se afastam, me xingando de negro fedido, Agora está aí pedindo perdão! Não tem perdão coisa nenhuma. – moço eu não o conheço... nunca o chamei de negro fedido! – Fique quieta, cadela! Senão não foi você... pouco importa... foi uma igual a você, da tua espécie e, agora vou me vingar de todas. Vais aprender a me respeitar e a não me tratar como um animal raivoso.
Ao ouvir estas palavras, Madeleine, soube que estava nas mãos de um louco, com um profundo sentimento de vingança, principalmente contra as mulheres. Aterrorizada, sabia que iria ser morta, a não ser que um milagre acontecesse... e isto não acontece a toda hora. Só podia ser castigo dos céus, por ela ter traído seu marido e ido para a cama com outro, por dinheiro. – Vamos dar um longo passeio até a minha casa...temos de atravessar quase toda a cidade, eu pouco vou lá, pois é muito longe, fico perambulando por estas redondezas. Mas agora vale apenas ir, tenho você como troféu e lá vou poder te domesticar, sem ninguém por perto.
- Vamos ver o que tens nesta tua linda bolsa! Quanto dinheiro! Vou ficar com tudo.... No caminho vamos fazer algumas compras, pois lá em casa não tem nada para comer, nem para beber. Tive sorte em encontrar uma vadia cheia de dinheiro. O que temos mais aqui! Que lindo celular... tira fotografia e até filma. Aposto que tem até GPS e bobagens do tipo. – Tenho uma ideia muito bacana...estavas a chorar porque tinhas brigado com o teu namorado...vamos nos divertir com a cara do corno... você vai ligar para ele e dizer que não quer mais saber dele.... que você encontrou um cara que fode bem melhor do que ele e que está indo embora com o novo cara.
Vai ser bem divertido e evitar que ele estranhe o teu desaparecimento. Quero que você seja bem convincente e se eu não estiver contente com o que falares, vou lhe dar uma tapona nesta carinha linda, que o “melado” vai escorrer, e nem pense em pedir ajuda a ele, não vai adiantar nada, pois ele nem sabe aonde eu vou te levar e como castigo vou lhe dar muita porrada. - Não pelo amor de Deus... eu faço tudo o que você pedir mas não judie de mim! – Me diga o número dele que eu ligo.
– Rafael…aqui é Madeleine, eu não quero que fales nada! Depois desta nossa briga hoje de manhã...eu...Que merda! eu já lhe disse que não quero ouvir a tua voz...fique calado seu bosta...deixe eu desabafar... estou com um cara que fode bem melhor que você e estou indo embora com ele, nem me pergunte para onde, pois eu não sei... eu vou estar morando na casa dele Vou te trocar pelo meu negrão gostosão e imenso. A única coisa que vou levar de você é o teu portátil, mais nada.
O sujeito desligou o aparelho e zombeteiro, felicitou Madeleine...querida fostes ótima...gostei quando falastes que o teu novo cara, fode bem melhor do ele.... Isto é verdade e em breve, você vai provar que, esta parte não era mentira. Agora vamos deixar de conversa mole e partir para a nossa casinha... vai demorar muito, mas você aí dentro não vai se cansar. Ele pegou uns restos de pano fedido e encheu a boca da infeliz. Com uma tira, rasgada do próprio vestido dela, deu diversas voltas em torno da boca e da cabeça, para não deixar ela cuspir o pano. Olhe bem, mulher! Eu vou fechar este carrinho e quero que fiques bem quieta ai dentro... se eu ouvir um pio sequer, vou abrir e lhe dar uma porrada. Depois o pessoal evita ficar perto de mim... sou um negrão bem grande e forte e boto para correr qualquer um que queira bisbilhotar o que está aqui dentro.
Ele jogou a bolsa e o aparelho celular dentro do carrinho e baixou a tampa, mas quando ia se afastando viu jogada no chão as sandálias e o colar de Madeleine. Deu meia volta e recolheu tudo, examinou todo o local, para não deixar nada dela, por lá. Abriu a tampa e jogou tudo no rosto de Madeleine. - Tome isto tudo lhe pertence. Fechou novamente o carrinho e saiu calmamente daquele lugar, levando sua preciosa carga.
Madeleine, exprimida dentro daquele pequeno cubículo, sofria muito com a posição de seu corpo, com as cordas e com a mordaça, que machucava sua boca. Com o passar das horas, o calor insuportável também passou a lhe torturar. Sua única esperança era Rafael...tinha absoluta certeza que ele podia decifrar o que ela queria dizer com o seu “rompimento de namoro. Mas o desgraçado do negão, não parava de empurrar o carrinho pelas ruas de Paris. Ela ouvia as pessoas conversando e andando, barulho de carros e tudo o mais de uma cidade agitada, mas pouco a pouco tudo foi ficando mais calmo. Quando ele parou de empurrar o carrinho, ela pensou que ele já tinha chegado ao seu destino... mas não, ouviu vozes exaltadas e o seu sequestrador, falar aos gritos. – Seu merda... eu tenho dinheiro... vou pagar por tudo...tome fique com isso, e nem quero troco... hoje eu tive sorte e encontrei uma mina de ouro!
Alguém retrucou ao longe... dinheiro é dinheiro, não me importo de onde ele vem, se você roubou ou não...não me interessa. Vou lhe dar um conselho...vá tomar um banho, cara! Você fede mais do que um gambá! – que banho que nada! Eu vou é tomar um bom porre! A mulher que vou levar lá para casa, vai ter de se acostumar com o meu cheiro. Madeleine, ouvia tudo, até muitas pessoas rindo e gracejando do negão. – Nenhuma mulher vai querer se deitar com você cara! Todas fogem de ti.... És muito feio! – Vocês não sabem de nada safados... hoje mesmo vou foder a mulher mais gostosa que você possam imaginar! Madeleine ouviu muitas risadas e zombaria, compreendendo muito bem o que o negão queria dizer... a mulher gostosa que ele iria foder... era ela…meu Deus, meu Deus, quero morrer, não vou aguentar este porco fedorento dentro de mim. Em desespero, ela rezava para todos os santos.
O sujeito caminhou ainda por muito tempo, e ela já não sentia mais o corpo todo dormente. Depois de muitos solavancos, parecendo que ele estava em um caminho cheio de buracos, o carro parou e ele abriu a tampa. Madeleine estava quase inconsciente, a boca seca, e sem poder mexer qualquer músculo, apenas conseguia soltar pequenos gemidos. Nem percebeu quando ele a depositou em cima de um estrado de madeira e deixou o seu carrinho do lado de fora do barracão. Ele depositou sobre uma rústica bancada de madeira, tudo o que tinha comprado... de comida apenas muitos enlatados, e só, mas de bebida ele comprou muitas garrafas de diversos tipos. Depois foi até o estrado, que lhe servia de cama e ficou olhando para Madeleine, que nem dava sinal de vida.
– Será que a putinha morreu! Ele encostou a cabeça no peito dela e ficou aliviado... ela estava respirando... ainda bem! Ele teria diversão esta noite! Tirou a mordaça dela e a livrou das cordas que a prendiam. – Esta mulher é muito gostosa... vou me acabar em cima dela. Foi até a bancada abriu uma garrafa com aguardente e bebendo no próprio gargalho voltou a apreciar sua presa. Que sorte a minha... encontrar essa loirinha e conseguir trazê-la até aqui, sem ninguém desconfiar de nada. Vamos lá, vamos tirar estes trapos dela e a ver sem esta casca toda. Ele tirou, ou melhor de tão apressado, rasgou as roupas de Madeleine, a deixando nuazinha. Sua boca se abriu, completamente extasiado ao ver o belíssimo corpo dela. – Que o diabo me perdoe, mas esta mulher vai ser minha, eu já esfolei e matei muitas mulheres, para a minha satisfação... esta não... esta vai ser a minha mulher, exclusivamente minha. De tão eufórico ficou ao ver a pobre garota, que passou a beber, como que a festejar a sua sorte.
Madeleine aos poucos foi abrindo os olhos e quando viu aquele gigantesco homem sentado, ao seu lado no estrado, não pode ser conter e gritou horrorizada, mas levou um tremendo tapa e a dor foi tão grande que ela quase perdeu os sentidos. Mais apavorada ficou ainda, quando percebeu que estava completamente despida. – Fique quieta mulher, eu não gosto de berreiro de vadia... para cada berro que você soltar, vou lhe dar uma porrada. Madeleine, com o rosto a arder em fogo e tomada por pânico incontrolável, tremia o corpo todo, mas não gritou. - Meu nome é Matias e vou ser o seu homem daqui para a frente...quero obediência absoluta... e não quero ser contrariado em nada. Se fores bem boazinha comigo, vou te levar a loucura de tanto de foder, mas se bancares a difícil, vai ser porrada atrás de porrada. Você até que tem sorte! As outras eu aproveitei por um tempo, mas depois as esquartejei.
Todas estão enterradas logo ali atrás, ao lado das árvores. Ao ouvir isto, Madeleine, apesar da advertência dele, não pode se conter se começou a gritar como uma louca, dominada em sua alma por terror sem limites. Foi o bastante, levou tantos bofetões, no rosto e no corpo todo. Agora toda machucada, estava pendurada, pelos braços a um travessão de madeira no teto. Seus pés não tocavam o chão e a dor de tanta pancada, a fazia gemer. Não sabia há quanto tempo estava pendurada, pois a tremenda surra que levou a fez perder os sentidos. Viu quando o monstro assassino se aproximou. – Acordou, puta de merda! Eu a avisei...não gosto de mulher histérica... você vai aprender a me obedecer... sem berreiro. Para lhe mostrar que falava sério, o covarde passou a lhe socar, na no rosto, nos seios, barriga, nas coxas e na bunda e ela, sem conseguir se conter, gritava desesperada por socorro, até voltar a perder os sentidos.
Depois de muito tempo ele retornou e a soltou do castigo. Madeleine caiu sobre o estrado e ali ficou, toda moída de pancada. Ele se aproximou e ela apenas implorou, debilmente. – Não me bata mais, não vou aguentar...prometo que vou ser bem boazinha! - E assim que eu gosto, venha...vamos beber para festejar tua chegada em minha casa. Ele a puxou pelos braços, mas ela todo machucada, não pode ficar em pé e caiu. Foi o bastante para ele lhe dar alguns chutes e ordenar. – Venha cadela, venha até aqui, eu estou mandando! Madeleine, foi se arrastando como podia, até onde ele estava... teria de o obedecer de qualquer maneira, senão iria sofre muito mais. Quando ficou perto dele, foi puxada pelos cabelos e obrigada a se sentar em um tamborete de madeira.
Sua resistência estava chegando ao fim... era muito sofrimento, mas nem chorar podia, pois uns tapas a fazia calar. – Você, mulher vai beber junto comigo e não vou aceitar recusa... senão você já sabe...porrada! Ele abriu duas garrafas entregou uma para Madeleine, ordenando que ela bebesse tudo. Quando a garrafa dela estava na metade, de tão bêbada ela não conseguia mais segurá-la, ele já tinha bebido todo o conteúdo da outra garrafa. Agora minha gostosa, está na hora de eu provar esta bucetinha linda que tens e você também vai provar o gosto do meu caralho. Ele cambaleando a levou para o estrado, onde ela caiu de pernas abertas, completamente embriagada. Ele abriu as coxas de Madeleine, e passou a alisar a buceta e os seios, completamente dominado por um desejo animalesco.
Louco ele foi até a bancada de madeira e trouxe mais uma garrafa cheia de aguardente e levou a garrafa de Madeleine, pela metade. Começou a derramar todo o conteúdo das garrafas, sobre o corpo de Madeleine. Com o álcool escorrendo pelo corpo ferido, ela gritou, mas nada foi pior do que quando enterrou o gargalho da garrafa, no meio de sua vagina uns dois centímetros canal a dentro e forçou que ela “sugasse” uma boa quantidade. Com o choque, Madeleine deu um pulo e desesperada, tentou sair, mas ele com o seu enorme corpanzil, a imobilizou e forçou mais o gargalho dentro dela e só parou quando viu a garrafa totalmente vazia.
Pronto vadia…você não quis beber tudo pela boca de cima, mas bebeu o resto pela boca de baixo. Agora eu vou chupar esta bucetinha, e trazer de volta tudo o que ela bebeu, e se atirou como um alucinado no meio das coxas dela e abocanhou sua vagina e iniciou a chupar com tanta força que realmente parecia que ele estava sugando de volta tudo que estava lá dentro. O maluco a estuprou por muito tempo, penetrando em Madeleine, com fúria animal. Ela, em choque, não sabia o porquê de tanto sofrimento e apenas gemia bem baixinho. Aquilo só podia ser castigo do céu, por ter agido daquela maneira absurda lá no apartamento de Marcel. Nem podia supor que o pior estava por vir.
Por toda a noite e nos dois dias seguintes, Madeleine foi brutalmente seviciada pelo sujeito, que totalmente desiquilibrado, não tinha nenhuma noção de moral e compaixão e apenas agia, quase que por instinto, com o coração cheio de ressentimentos contra todos que dele de afastavam, com medo ou nojo. Agora ele tinha alguém em quem podia despejar todo o seu ódio. Madeleine era este alguém e ela sofreu torturas insuportáveis. Cada pedacinho de seu corpo foi queimado com pontas de cigarros. Pendurada de ponta cabeça, com pedaços de pau, enterrados na vagina e no ânus, apenas esperava a morte, com o sangue a escorrer, dos muitos e profundos cortes de canivete em suas costas.
Rafael, estava muito preocupada pela falta de notícias de sua secretária, sabia eu ela tinha passado a noite com Marcel e que o avisou que iria dar uma volta pela cidade, isso foi às 13 horas, mas agora já passava das 16 horas e nada de novas notícias. Ficou aliviado quando o telefone tocou ele viu que era Madeleine. Mas que merda era essa! O que ela falou não tinha nenhum sentido para ele, pois nem chegou a atender a ligação Ela falou com a secretária eletrônica, como se estivesse falando com ele: "Rafael…aqui é Madeleine, eu não quero que não fales nada! Depois desta nossa briga hoje de manhã...eu...Que merda! eu já lhe disse que não quero ouvir a tua voz...fique calado seu bosta...deixe eu desabafar... estou com um cara que fode bem melhor que você e estou indo embora com ele, nem me pergunte para onde, pois eu não sei... eu vou estar morando na casa dele Vou te trocar pelo meu negrão gostosão e imenso. A única coisa que vou levar de você é o teu portátil, mais nada"
Por muito tempo ficou ouvindo a gravação, que para ele não fazia nenhum sentido. Só às 19 horas, foi que atinou que aquela ligação, na verdade era um pedido de ajuda. Madeleine estava sendo sequestrada e aquela ligação era um pedido desesperado de socorro.
Sem perda de tempo, entrou em contato com a embaixada do Brasil e com a colaboração do "adido militar", foi levado até o órgão policial francês especializado para esses tipos de ocorrências. Lá, eles, com a sua colaboração, tentaram "decifrar" o código embutido na ligação de Madeleine: "estou indo embora com ele...nem sei para onde" - Na verdade era: Estou sendo sequestrada, não sei para onde estão me levando. "vou estar morando na casa dele", ela tentou dizer que o sujeito a estava levando para a cada dele. "negrão gostosão e imenso", o sujeito era um negro muito grande. "A única coisa que vou levar de você é o teu portátil"... eureca! Madeleine estava com o seu celular!
Seguir o sinal do celular, mesmo sem ele estar em comunicação, não foi fácil, mas como o aparelho era de última geração, e com os recursos tecnológicos dos franceses, isto foi possível. As forças policias encontram o local de cativeiro de Madeleine e o desmiolado, apesar de opor resistência, foi logo dominado. Mas as esperanças de salvar a brasileirinha, eram poucas, pois ela foi barbaramente torturada e seu corpo tão selvagemente mutilado quase não respondia aos tratamentos.
Mas, com a ajuda de todos os santos, meses depois, Madeleine, estava recuperada, não apresentava mais condições de continuar exercendo suas atividades profissionais, pois tinha dificuldades em memorizar datas e nomes e estava com medo terrível de sair de sua casa. Só se senti bem e confiante, quando velejava, com seu querido esposo, Robert, no magnifico e luxuoso iate que compraram no ano passado


FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:9 de dezembro de 2014 23:05

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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