Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

A Tímida Anny Mary – Nova Versão

A Tímida Anny Mary – Nova Versão


Anny Mary com 15 anos. É uma linda ninfetinha, de cabelos loiros naturais. Olhos vivos, de tom azul bastante acentuado. Pele clara e macia. 1,62m de altura e um corpinho bem distribuído para sua estatura. Lábios, vermelhos, assinalam uma boca carnuda e muito atraente. Anny tem uma beleza juvenil que a todos encantam, principalmente aos homens, sejam eles adultos, velhos ou rapazotes. A verdade é que todos cobiçam, mesmo que disfarçadamente, o belo par de seios e principalmente a espetacular bunda da adolescente.

Apesar disso, é uma garota ingênua e imatura, que tem profundo embaraço de sua própria beleza, pois ela é motivo de constantes galanteios, alguns até indecorosos. Talvez por isso, se veste de forma pouco elegante, com roupas largas, somente para esconder seu próprio corpo.

Filha única de Helena, mãe solteira e que apesar de já passar dos 34 anos, vivia trocando de parceiros, como se troca de roupas. Helena, além disso, passou a exercer certas atividades a arrepio da lei, como distribuição de drogas e coisinhas deste tipo. Tanto fez, que agora está na penitenciária feminina, condenada que foi há 6 anos em regime fechado.

Anny Mary, como menor, foi entregue à guarda provisória da prima de Helena, Margarida, uma enfermeira com 54 anos, casada com Norberto, dono de um pequeno mercadinho, 66 anos.

Os 3 filhos de Margarida, Pedro, Henrique e Luiz, todos com pouco mais de 20 anos, ajudam o pai nos negócios da família e ficaram maravilhados em dividirem o mesmo teto com Anny Mary, sentimento compartilhado até pelo velho Norberto.
Margarida, agora tinha a menina para a ajudar nas lides domésticas, um velho casarão, nos subúrbios alguns quarteirões do mercado de Norberto.
Todos felizes e contentes, até Anny, que gostou do modo carinhoso com que foi recebida pela sua nova família, ao contrário de quando morava com a mãe, que pouco se importava com ela. A pobrezinha tinha um certo receio dos muitos parceiros que a mãe levava para casa, que a olhavam de um modo “estranho”, parecendo a querer comer com os olhos.

Ela dormia num quartinho improvisado nos fundos do casarão, o único disponível, Mas Anny Mary até que gostou, pois lá estava bem acomodada e longes do burburinho da casa.
--------------------

Mas a garota ingênua e imatura, não percebeu que estava sendo motivo de intensa cobiça dos 4 homens da casa. Nem Margarida, sempre ausente, nas suas atividades de enfermeiras, notou isso.

Mas a garotinha, motivo de tanto desejo, tinha apenas 16 aninhos e isso poderia complicar qualquer “aproximação” mais ousada do quarteto e todos temiam a “fera” que podia se tornar Margarida, mulher geniosa e voluntariosa, temida e respeitada pelo marido e pelos filhos.

Porém a convivência diária, com a garotinha, super gostosa, estava cada vez mais, abrindo o “apetite” dos rapazes pelo corpo maravilhoso de Anny Mary, e eles passaram a discutir, entre os 3, um modo de a ter em seus braços, sem despertar a ira da mãe. Estavam tão “loucos” para possuírem Anny, que até passaram a arquitetar meios censuráveis para a terem.

--------------------

Pouco depois da meia-noite, na casa, todos dormiam a sono solto, com exceção de Margarida, que estava de plantão no hospital e o vulto mascarado, que olhava embebecido, o belo corpo de Anny, vestido apenas com uma camisolinha, deixando quase toda as maravilhosas coxas descobertas.

O vulto, portando uma pequena lanterna e uma maletinha, se aproximou da cama da donzela e da maletinha retirou um pequeno cilindro e o aproximou do rosto da jovem, que dormia de bruços, com o rosto voltada para o lado.
Levou o cilindro até bem pertinho do rostinho e abrindo a válvula, deixou todo o conteúdo do gás, ser aspirado pela dorminhoca.

Logo depois, fazendo uso de uma seringa, injetou, entre os dedos do pé direito de Anny, uma substância. – Pronto minha linda... com isso, você dormirá por no mínimo, 7 horas e nem saberá que foi drogada.

O personagem invasor do quarto da garotinha, fechou a porta à chave e acendeu as luzes. – Pronto, gostosinha... você, esta noite, só não perdera a virgindade da bucetinha, mas do resto... vale tudo. Sem demonstrar nenhuma pressa, ele desnudou o corpinho e deu um suspiro de prazer, ao ver a bucetinha, gordinha sem nenhum pelinho, a sua inteira disposição e separando as coxas, colocou o rosto naquela maravilha, que tanto desejava.

Por quase trinta minutos, beijou, lambeu e chupou a bucetinha da jovem inconsciente e não satisfeito, passou a dar leves mordidas nos grandes e pequenos lábios da xoxotinha. Mas o que ele queria, pelo menos naquela primeira investida, era o cuzinho de Anny Mary e para isso a virou de bunda para cima, separou suas coxas e ficou olhando, como que hipnotizado o cuzinho da garotinha.

- Minha nossa! Que rabo mais maravilhoso! Vou me fartar nele.... Mas o homem não queria deixar vestígios da invasão no estreito canal da menina e usando de apetrechos de sua maletinha, passou na bunda de Anny um creme anestésico, usando os dedos para introduzir o mais fundo que pode o creme dentro do cu, pretendendo com isso, anestesiar a musculatura anal.

Ele sabia que que sua presa era bastante “ignorante” no que diz respeito a sexo e que mesmo no dia seguinte, sentisse dor no canal anal, não se queixaria à Margarida, por ser muito inocente e tímida.

Com muito cuidado, foi introduzindo o rígido membro no ânus de Anny Mary. Por quase o amanhecer, ficou num vai e vem louco, gemendo de gozo no cuzinho da menina, deixando grande quantidade de esperma no fundo do canal anal. Ele só interrompia o sexo para se recuperar e logo depois montava sobre ela e voltava a enterrar o caralho no rabinho da garota drogada.

Tudo terminado, tratou de limpar muito bem o corpinho violentado da jovem, voltou a passar o creme anestesiante no cuzinho arrombado e arrumar a cama e vestir a roupinha de Anny. Antes de sair examinou tudo, pois não queria deixar nenhum vestígio da maravilhosa noite que passou, se deliciando nas macias carnes da incauta adolescente.

--------------------


Por volta das oito horas, Norberto, perguntou aos seus filhos se Anny já tinha acordado, pois estranhou não a encontrar na cozinha preparando o café para eles, como era seu costume.
Os meninos, se entreolhando, responderam ao pai. – Não, ela deve ainda estar dormindo.

Anny, ao acordar, se sentia estranha, todo seu corpo estava um pouco dolorido. No banheiro, ao tomar banho, notou que estava com muitas manchas levemente avermelhadas pelo corpo, principalmente nos seios e na vagina. Nossa! Acho que estou com alguma doença de pele ou coisa parecida. Mas o principal incomodo sentiu na região anal, inclusive dentro do ânus.

Terminou o banho, se vestiu e foi para a cozinha, verificou que todos já tinham saindo para o trabalho e não deu mais importância ao caso, mesmo continuando o restante do dia, com o rabinho e a vagina incomodando. Se sentia muito cansada e com a cabeça um pouco confusa. – Será que devo falar com a prima o que estou sentindo?

Bastante acanhada, resolveu ficar calada…com vergonha de contar para Margarida, que estava com a xoxotinha e principalmente o bumbum, coçando e bastante avermelhados. Tomou uns compridos e se fechou em copas.
Anny Mary, quinze dias depois, tinha esquecido dos dias que passou “doente” e continuou, faceira e feliz ao lado de sua nova família, sendo tratada como se fosse filha e irmã.

Nos dias seguintes, já totalmente recuperada da “indisposição” sentida na semana passada e do cuidado e zelo que todos na casa lhe dispensava, até se esqueceu do “receio” que tinha dos homens e passou a gostar do carinho com que Pedro, Henrique e Luiz lhe dispensavam, com abraços e beijinhos de “irmão para irmã.

Estranhou um pouco, pois estes abraços do “manos” eram bem apertados, com eles a segurando pela cintura e a beijando nos ombros e pescoço. Anny passou a gostar destes contatos com os rapazes e até retribuía as carícias deles. Mas nada falava para os pais deles, achando que tudo não passava de uma forma que eles tinham de lhe mostrar carinho e amor e ela apreciava isso.

Até Norberto, não perdia oportunidade de a abraças e beijar, a chamando de ‘filhinha querida do papai”. Ela que nunca teve o carinho maternal e muito menos o paternal, apreciava quando o velho a colocava no colo e acariciava seu rosto. Se sentia amada e querida por ele e se extremamente feliz com isso. Nem observou que estes acessos de “carinhos” eram quase sempre, quando Margarida estava de plantão e os filhos dele, como jovens que eram, na balada.

Era hábito, Anny e Norberto ficarem grande parte das noites, sozinhos em casa e como era natural, a jovenzinha se apegou muito ao velhote e não dava a mínima importância, quando iam para a varanda, e na rede, Norberto a colocava no colo e lhe acariciava o rosto e ombros, enquanto lhe contava historietas do tempo de sua juventude.

Ele sabia que o desejo que nutria por Anny Mary era altamente pecaminoso, mas não conseguia reprimi-lo. Anny Mary era apenas uma jovenzinha necessitando de carinho e apoio e estava sob a guarda dele e de sua mulher. Porem aquele sentimento era mais forte do que ele, não podia controlar. O corpinho da garota era por demais sensual e provocativo e estava ali, ao seu dispor.

Até que certa noite, quase dois meses depois da invasão” de seu quarto, sentada, na rede com Norberto, quase que deitada com o bumbum sobre o colo dele, adormeceu e não sabe quanto tempo depois, acordou sentindo a pressão de algo duro, a lhe pressionar a bunda. Assustada, percebeu que era o membro de Norberto, bastante rígido, no meio de suas coxas, tocando, mesmo por cima de suas roupas, sua xoxotinha.

Escutou o ronco suave dele, que dormia a sono solto, a abraçando pela cintura. Pensou em se levantar e sair da rede, sem acordar o velho Norberto. Não sabe a razão, mas Anny achou natural que ambos dormindo, ela com o bumbum sobre ele, que mesmo dormindo, o negócio dele pudesse ficar duro.

Mas mesmo assim, fez leves movimentos para se levantar e com isso, sentiu a coisa do velho, se encaixar anda mais no meio de suas coxas, com a “ponta”, pressionando diretamente o meio de sua xoxotinha.

Anny Mary, não sabe a razão, mas o certo é que gostou do roçar lá embaixo, em suas intimidades e relaxou, se deixando ficar na mesma posição. Se certificando que ele continuava ressonando e candidamente voltou a “|dormir” respirando um pouco mais acelerado, sentindo certa umidade em sua bucetinha.

O toque de Norberto no meio de suas coxas, estava gostoso e nem percebeu, que mesmo sem querer, passou a fazer leves movimentos com as nádegas, fazendo com que ele se acomodasse bem na entradinha de sua bucetinha.

Foi quase que automático, seus movimentos se aceleram um pouco e alguns minutos depois, sentiu uma espécie de choque lhe percorrer todo o corpo e teve de se conter o profundo suspiro que lhe veio de dentro de seu peito, acompanhado de tremor que lhe percorreu todo o corpo.

Se levantou assustada e deu graças por Norberto ainda continuar dormindo. Rapidamente foi para o seu quarto e ficou muito tempo no box, com a água fria a lhe percorrer o jovem corpinho, tentando adivinhar o que lhe tinha acontecido, com o pênis de Norberto lhe pressionando a entradinha de sua bucetinha. Só sabia que achou deliciosa a sensação que sentiu.

Na rede, Norberto abriu os olhos e com um risinho brejeiro, exclamou: - Que garota fogosa! Mais um tempinho eu teria esporrado na rachinha dela.


--------------------

Quatro noites depois, quase 21 horas, estando em casa só os dois, Anny, depois de beber um copo de vinho, que lhe foi oferecido por Norberto, ficou bastante tontinha e não se opôs que ele, a puxasse para a “rede deles” e sem nenhuma cerimônia a colocasse deitada de bunda sobre ele.

- Venha minha garotinha, vamos aproveitar que estamos sozinhos em casa e “dormir” como na outra noite. Anny Mary, teve então a noção exata que ele, na outra noite, não estava dormindo, mas apenas fingindo.

Demasiadamente envergonhada, com os olhos abaixados, sem coragem de o encarar, soluçando, Anny pediu mil desculpas, dizendo que aquilo foi sem querer e que nunca mais voltaria a acontecer, pois sabia que era pecado. Norberto sentiu toda a inocência de Anny e isso o excitou ainda mais.

- Que nada, meu anjinho... você gostou eu gostei, então não é pecado. Ele a puxou pelos braços, tentando fazer com que a menina se deitasse na rede, por cima dele.
- Não seu Norberto. Eu quero ir para o meu quarto! Foi a exclamação trêmula e nervosa da inocente garota.

Mas ele, nervoso e até sendo um pouco ríspido, estendeu os braços e a segurou pela cintura com força, a fazendo se deitar na rede e não a deixou se levantar. Em questão de poucos minutos, ela percebeu entre suas coxas, o membro dele pressionar sua bunda, que respirando pesadamente, exclamou:

–Pequena, volte a dormir, como na outra noite e relaxe. Não se preocupe... vou lhe fazer sentir um prazer enorme, não necessitas fazer nada... minha garotinha linda, deixe tudo com o seu “paizinho”.

Anny estava bastante assustada e sem ação, sentiu que sua calcinha sendo baixada até o meio de suas pernas e o pênis do velho roçar suas intimidades, agora sem a proteção de nenhuma roupa. Ele a segurava com força, a puxando para baixo, para o seu colo.

Se movimentava nervoso embaixo de Anny, respirando rápido e pesado sobre o pescoço da jovem. Suas mãos a enlaçavam pela cintura, a pressionando fortemente contra ele. Muito assustada, a virgenzinha, tentando se levantar, apoiava as pernas nas laterais da rede, mas com isso, estava na verdade, separando ainda mais suas coxas, facilitando que o pênis do velho passeasse livremente por toda extensão da xoxotinha e beijasse o seu orifício anal, a lambuzando toda com a sua umidade.
Uma das mãos dele, desceu e espalmou a buceta por inteiro. Mesmo na posição difícil que se encontrava, ele posicionou a cabeça do pau bem no meio do cuzinho da menina.

Tentando se safar, com os seus dois orifícios sob “ataque” direto, pouco a pouco observou seu corpo ser percorrido pela mesma sensação deliciosa de dias atrás. Logo depois, gritou de dor, quando o enorme volume do velhote, foi invadindo o seu virgem cuzinho (assim pensava ela). Apavorada, fez enorme força e conseguiu se levantar da rede e chorando muito correu em desespero para o seu quarto e lá se fechou, evitando assim que ele completasse a violação anal.

Foi ao banheiro e se lavou por baixo, verificando que estava toda lambuzada tanto em sua bucetinha como também no bumbum, pela gosma que ele deixou entre duas coxas. Vestiu apenas uma camisolinha e nada mais por baixo e retornou para sua cama. Mas mesmo deitada, toda coberta e ainda soluçando, não podia se esquecer da deliciosa sensação do seu cuzinho sendo invadido pelo pênis do velho Norberto e sentiu sua xoxotinha pegar fogo e meteu a mão espalmada sobre ela e fechou as coxas com força.

--------------------


Bem mais tarde, percebeu que Norberto entrava em seu quarto, se deitando na cama e a abraçando pelos ombros, lhe pedindo mil perdões. – Anny, querida...desculpe o teu velhote. Eu não queria fazer aquilo, mas eu a acho tão linda, com este corpinho de deusa, que ficou difícil lhe resistir. Você desculpa o teu velho, querida?
- Eu também gosto muito do senhor... e o desculpo e.... e.… também gostei, gostei da sua “saliência” lá na rede. Mas fiquei com muito medo. – Que bom, meu amor, que bom que você gostou dos meus carinhos, mas não necessita ter medo de mim, eu sempre lhe serei carinhoso e não a machucarei.

Mas enquanto se desculpava com a incauta jovem, com o desejo lhe aflorando a pele, continuava a alisar os ombros e pescoço, pois sabia que ela gostava muito deste tipo de carinho. Logo em seguida, suas mãos ansiosas passaram a massagear os cabelos de Anny, pressionando fortemente a nuca e indo até as orelhas.
O velho Norberto, sabia muito bem que estas são zonas altamente erógenas da jovenzinha e quando a sentiu relaxar sob seus “carinhos”, caprichou ainda mais, a massageando desde os ombros, pescoço e rosto, com as pontas dos dedos passeando levemente sobre os lábios entreabertos de Anny.

- Está gostando dos carinhos do teu “paizinho”, querida? - Estou sim... está muito gostoso.... Pode continuar. Foi a resposta de Anny, que respirava pela boca, sentindo uma sensação deliciosa com os toques dele, deitada com a barriga para baixo.

O estado de excitação de Anny Mary era de tal grau, que quando Norberto passou a acariciar suas costas e logo depois, suas nádegas, mesmo por cima do leve tecido da camisolinha, fazendo leve pressão em toda extensão da macia bunda, nem protestou e ficou quietinha se deixando acariciar.

Anny, toda mole com os deliciosos toques do velho, deu um leve gemidinho quando ele, subiu por completo a camisola e a desnudou, continuando a lhe acariciar a pele nua, agora se detendo mais na bunda e nas coxas, que iam bem lentamente sendo separadas pelo velho, que alucinado pelo desejo, não resistiu e se intrometeu entre as maravilhosas coxas de Anny, já totalmente despida, deitado por inteiro em cima dela.


Só então ela despertou do seu fascínio e tentou fechar as pernas, mas já era tarde, pois com as coxas de Norberto entre as dela, não conseguiu e com o peso dele sobre ela, quase não conseguia se mover.
Com as duas mãos espalmadas sobre os seios de Anny, o velhote, beijava e lambia os ombros e o pescoço da jovenzinha. – Me perdoe, querida, mas eu vou ter de fazer amor com você, não consigo resistir.

A menina tinha noção que não tinha como evitar o eminente estupro, sabendo de antemão, que ela, de certo modo, incentivou o marido de Margarida, permitindo que ele a tocasse de maneira tão abusada, pois gostava de todos os toques dele, mesmo quando estava sentada inocentemente no seu colo, lá na rede.

Mesmo agora, com ele deitado sobre ela, Anny Mary se sentia extremamente excitada, com muito medo da eminente invasão do seu cuzinho, mas ao mesmo tempo o desejando.
Quando sentiu o alargamento do orifício, para dar passagem ao enorme membro de Norberto, sentindo bastante dor, apenas trincou os dentes valentemente e um gemido abafado saiu de sua boca.

Anny Mary, nunca imaginou, nem de leve, que algum dia pudesse sentir prazer fazendo sexo anal, ainda mais com um homem 50 anos mais velho, mas era isso que estava acontecendo neste exato momento.

Com Norberto, fazendo o pênis entrar e sair de dentro dela, com movimentos rápidos e cadenciados, ela empinava a bunda de encontro a ele, gemendo de prazer e quando ele ejaculou, deixando todo o seu esperma no fundo de seu intestino, Anny, pela primeira vez em sua vida, teve um orgasmo de tal intensidade, que deu um longo berro de prazer e quase desfaleceu.

Norberto não a deixou e por toda madrugada, mesmo sem novas penetrações, ele enlouqueceu a adolescente, a brindando com um completo banho de língua, a levando a novos e sucessivos orgasmos, com os chupões em seus clitóris, e em todo o seu jovem corpinho.


Anny Mary, enlouquecia com o espantoso prazer que Norberto lhe proporcionava e não forças para resistir ao chamado da carne e se entregou de corpo e alma ao velho.
A partir desta note, sempre que tinha oportunidade, Norberto ia ao quarto de Anny, lá nos fundos do velho casarão e ela não tinha forças e nem vontade para lhe resistir e ele a tornou sua amante, sem, contudo, a desvirginar. Com isso a pequena garotinha, ficou viciada na pratica do sexo anal e com os chupões da língua voraz dele, em sua xoxotinha. Sentia que não podia resistir ao prazer que ele lhe proporcionava.

Pode parecer coisa absurda, mas com o tempo, Anny ficou loucamente apaixonada pelo homem, 50 anos mais velhos e desejava que ele tirasse sua virgindade. Ele só não a atendia, no seu louco desejo, porque tinha medo das complicações que isso poderia ocasionar, por ela ser menor de idade e principalmente por saber que Margarida seria até capaz de o matar se descobrisse o que ele estava fazendo com a garotinha, que ela tanto protegia e amava, como se sua filha fosse.

Mas tudo que tem um início, um dia, tem de ter um fim e o coração de Norberto falhou, ele bateu as botas, isto meses mais tarde. De todos que choraram pelo seu falecimento, foi Anny Mary que mais sofreu. Margarida e os rapazes, ficaram comovidos com a grande dor que Anny demonstrou sentir pela morte de Norberto, mas na verdade, a jovem estava lamentando a perda do seu homem, do seu amante que ela amava perdidamente.

Seis meses depois, agora mais gostosa e fogosa do que antes, Anny passou a despertar em Pedro, Henrique e Luiz, um insustentável desejo de a ter e, Henrique confessou aos irmãos a sua incursão ao quarto da “priminha” muitos meses atrás, só não voltando a repetir por medo de ser descoberto por algum membro da família, principalmente pelo pai, que quase sempre não saía de casa.

- Manos... eu comi o rabinho dela e chupei a bucentinha e quase morri de tesão. Anny é a coisinha mais deliciosa que se possa imaginar. Um cuzinho apertadinho e uma xoxota gordinha, sem nenhum pelo, isso sem se falar nos seios da danadinha, macios e com mamilos rosadinhos bem salientes.

- Agora que o caminho está livre, penso em retornar ao quarto da priminha super gostosa e voltar a fazer tudo novamente. Você só não, mano, iremos todos os três fazer esta visitinha noturna a nossa deliciosa priminha. Já que a idiotadinha não desconfiou que foi drogada e enrabada por você, podemos usar este mesmo sistema.
- Concordo.... Vamos esperar o próximo plantão da mãe, para então agirmos. Mas eu tenho uma ideia melhor...podemos a drogar na hora do jantar, colocando o entorpecente no seu refrigerante, pois eu tenho uma droga super legal, que a fará dormir por aproximadamente 10 horas. Tempo mais do que necessário para nos divertimos com ela e sem que a mãe, nos incomode, pois só saí do plantão ao anoitecer da noite seguinte.

--------------------

Três dias depois, Margarida saiu para fazer o plantão programado e pediu para Anny Mary, servir a janta para os seus meninos, tão logo eles chegassem do serviço.
Os rapazes, que Anny passou a considerar como se fossem seus irmãos, chegaram em casa por voltas das 19 horas, bem mais cedo do que o normal e a jovem serviu o jantar pouco antes das 20 h.

As 20:30 Anny Mary estava sendo levada, no colo de Luiz, para o quarto de Pedro, onde seria realizada toda a “festa “programada pelo trio, tendo como única convidada a garotinha, que estava sob a influência da poderosa droga que lhe foi ministrada, diluída no refrigerante.

Só que por imprudência ou ignorância, sem ter muito conhecimento dos efeitos da droga, que adquiriu de um traficante, lhe deram dose excessivamente alta, muitas vezes mais do que o usual. Isto eles só descobririam muitas horas depois. Anny Mary permaneceu drogadas, não por 10 horas, como calcularam, mas por alguns dias e isto ocasionaria uma mudança radical na vida da menina, bem como para os três irmãos


--------------------

Deitada nua sobre a cama de Pedro, com as coxas abertas, toda exposta a gula dos irmãos, que impacientes e desordenamento, passaram a “devorar” o corpinho inerte da menina.

Dominados por incontida tara eles abusaram de todas as maneiras possíveis da pequena virgem, a deflorando e fazendo dupla penetração a todo momento, usando de excessiva crueldade, deixando no pequeno corpinho, marcas do estupro coletivo que a estavam submetendo e, até usando sua boca, como terceira via.


Somente as 9 horas da manhã seguinte, eles se deram por satisfeitos e, só então viram apavorados o enorme estrago quer ocasionam a entorpecida Anny Mary. O covarde e desprezível estupro estava retratado nas muitas feridas do corpo de Anny e nada desde mundo poderia atenuar o crime hediondo que cometeram, ainda mais se tratando de uma menor e drogada.

Tinham plena consciência da enormidade do crime cometido e ali, deitada sobre a cama de Pedro, estava a prova esmagadora que os levaria a muitos anos de prisão. Anny sangrava pelos seios, bunda e vagina. Suas coxas apresentavam enormes manchas roxas e de sua boca entreaberta fluía o resto do gozo dos irmãos, se misturando com o filete de sangue do nariz.

- Manos, não podemos deixar isso acontecer, termos de dar um jeito! - Como poderemos fazer isso? - Só há um modo, temos de nos livrar de todas as provas do que fizemos.!!!!!!

- Como faremos isso, cara? – Não sei como... mas tem de ser rápido. Nossa mãe termina o plantão logo mais. Ela não pode nem desconfiar do acontecido, senão estaremos fodidos.

-------------------

Pedro, Henrique e Luiz, viram a mãe chegar, por volta das 21 horas e ela observou a mesa posta para o jantar. – Boa noite filhos... cadê Anny? – Ela nos serviu o jantar e foi dormir, disse que estava cansada. A senhora quer que eu a chame, mãe? – Não é necessário filho, a deixe dormir. Ela já preparou o meu jantar, a queridinha.

Mais tarde, Margarida e os filhos foram dormir, pois como de hábito, teriam de acordar cedo para o trabalho. Só Margarida poderia ficar na cama até mais tarde, pois depois do plantão do dia anterior, não necessitaria ir à clínica.
Por volta das 8 horas, levantou, foi até a cozinha e estranhou não encontrar a sobrinha lá, como era de seu hábito, a esperando, para juntas tomarem o café da manhã. -Acho que a minha menina deve estar naqueles dias, pois ontem foi dormir cedo e hoje ainda não acordou. – Vou até o seu quarto, ver que está necessitando de algum remedinho.

Margarida abriu a porta do quarto de Anny Mary e o que viu a fez tremer dos pés à cabeça. Muito nervosa e assustada, correu ao telefone e ligou para seus filhos.
- Venham depressa, meninos, aconteceu uma desgraça... Anny Mary... Anny Mary, acho que ela foi sequestrada. A janela do quarto que dá para os fundos do nosso quintal, está aberta e o quarto dela está todo revirado e vi até manchas que parecem ser de sangue sobre a cama.

--------------------

Os policiais que atenderam ao aflito chamado de Margarida, examinaram o quarto onde Anny Mary dormia. A janela demonstrava visíveis sinais de arrombamento, a cama toda revirada, com as cobertas espalhadas pelo chão, demonstrava que a menina resistiu ao invasor e o mais grave, o sangue encontrado sobre a cama poderia ser dela. Sinais de pegadas no lado de fora do quarto, no quintal do casarão, demonstraram que seriam dois os homens que provavelmente levaram a garota. Os detetives só não sabiam o motivo do sequestro, pois a família, apesar de viver com relativa folga financeira, não era rica, e neste caso o sequestro da garota era por demais estranho.

Os dias se passara e nenhum pedido de resgate foi feito. Margarida e seus três filhos estavam desolados com o ocorrido com Anny Mary, tão querida por eles, que a consideravam como filha e irmã. Apesar de todo empenho da polícia, em especial dos detetives da DRPD - Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da capital Mineira, nenhuma pista sobre o paradeiro da jovenzinha foi encontrada.

--------------------

Anny Mary, aos poucos foi acordando, tudo lhe doía e não atinava o que tinha acontecido com ela. Tudo a sua volta estava muito escuro e sentia muito frio, sede e fome. Tentou se mover e não conseguiu. Algo a imobilizava e bem lentamente foi percebendo que estava dentro do que lhe pareceu ser um saco. Em desespero tentou sair dali, mas demasiadamente debilitada não teve forças para nada, e nem condições de pedir por ajuda pode.

-------------------

O casal de moradores de rua, Tonho e Negrinha gostavam bastante do lugarzinho que encontraram para dormir e se abrigar da chuva e do frio da noite. Uma pequena gruta, no declive entre a estrada e o rio, pouco abaixo. Só os dois sabiam daquele lugar de difícil acesso, pois a encosta era bem acentuada, mais eles subiam como chegar até ali, sem muitas dificuldades.

Foi com assombro que Negrinha viu um enorme saco de plástico preto, passar rolando pela boca de “sua” gruta. O estranho volume, se chocando contra as pedras e troncos pelo caminho, foi de encontro a uma pedra maior, que deteve sua queda em direção ao rio, alguns metros abaixo.

- Tonho, algum filho da puta, atirou lá da estrada aquela coisa ali. Vamos ver o que é? – Negrinha, tou com medo.... Deve ser algum presunto que queriam desovar. Acho melhor a gente a gente não se meter nisso.
-Mas Tonho... se for isso, vai feder bem na porta da nossa gruta, pois não caiu no rio e está ali bem na nossa cara! – Tá certo, mulher! Vamos terminar o serviço dos caras. Empurrar o “pacote” para o rio.

Tonho e Negrinha, desceram os poucos metros que os separavam do tal saco preto e ela gritou: - Cruz credo, Tonho! O presunto não tá morto... está se mexendo!

--------------------

- Tá ali, moço... é uma mué dentro du saco... ela tá viva, mas toda machucada. Os bombeiros, com auxílio de cordas, desceram com facilidade a encosta e viram o saco plástico preto e somente o rosto ensanguentado de uma mulher aparecendo. Tonho e Negrinha tinham desatados os laços que fechavam a boca do saco.

Anny Mary, foi levada para um hospital de pronto socorro. Gravemente ferida, permaneceu na U.T.I. sem poder ser identificada. A delegacia da pequena cidade, com poucos recursos e pessoal, apenas fez o registro e comunicou o caso à sua chefia na capital. Infelizmente para a jovem, ela foi encontrada na jurisprudência de um outro estado que não o seu. E a mídia pouco noticiou a respeito.

Anny Mary, permaneceu internada, entre a vida e a morte, por mais de três meses, na unidade hospitalar da pequena cidade. A gravidade de seus ferimentos, ocasionados por fraturas múltiplas, acreditam os médicos, foram ocasionados quando rolou por muitos metros encosta abaixo, se chocando contra as pedras, além de que ficou comprovado que sofreu abusos sexuais.

--------------------

Agora na enfermaria, já totalmente recuperada de seus ferimentos, recebeu a visita do cabo Anselmo, o responsável pela delegacia da cidade. – Minha jovem, você já está com a gente por quase quatro meses. Até hoje não sabemos quem você é o que lhe aconteceu. O certo é que alguém a jogou toda “empacotada” para dar fim a tua vida caindo dentro do rio. Para tua sorte não foi isso que aconteceu e agora está aqui conosco.

- Nos diga quem fez isso com você e qual é o teu nome e o nome dos teus pais. Temos certeza que daqui você não é.… de onde vens, garota?
Enquanto o cabo lhe fazia estas perguntas, segurando um bloco e uma caneta, pronto para anotar o depoimento dela e esclarecer de vez o intrigante caso, Anny Mary o olhava, inclinada sobre a cama hospitalar, com olhar triste.
- Me desculpe, senhor..., mas eu não sei o meu nome e nem o que aconteceu comigo. Só me lembro de acordar aqui no hospital e mais nada.

Anselmo foi informado pelos médicos, que a paciente, estava com amnésia, devido as fraturas no crânio e que ela poderia, com o tempo se recuperar. Frustrado, cabo Anselmo deixou o caso em aberto.

Anny permaneceu internada por mais um mês, quando então recebeu alta. Com pena dela, o diretor do hospital, a encaminhou para uma grande amiga dele, dona de um albergue, sabendo que a velha Marta, uma alma caridosa, lhe daria abrigo, desde que ela ajudasse nas lides da casa.

Marta recebeu a jovem de braços abertos e como não sabia como a chamar resolveu llhe dar um nome pelo menos até ela poder se identificar.
- Minha menina, você é muito novinha e tem um rostinho de anjo, então a vou chamar de “Angel Nova”. Assim Anny Mary passou a ser conhecida por todos que trabalham no albergue de dona Marta e até pelos hospede do lugar.

--------------------

Nove meses depois, Angel Nova, totalmente integrada a sua nova vida, era um exemplo de eficiência e a todos encantava por sua beleza simpatia e eficácia, no exercício de suas funções na pequena estalagem de Marta, que a tratava como que filha fosse.
Mas parece que o destino estava tramando contra Anny Mary, ou melhor dizendo, contra Angel Nova.

Numa bela tarde de verão, caminhando à beira da rodovia estadual, que cortava a cidadezinha, Angel pretendia fazer uma visita ao velho doutor Eduardo, que tão bem a tratou quando de sua hospitalização muitos meses antes. Ele a queria ver no mínimo uma vez por mês, para avaliação.

--------------------

A camionete preta, conduzida por Belo, tendo ao seu lado Penna, vinha veloz, pela rodovia. No outro banco, Angélica conversava com Marlene, num tom nada amistoso.
- Eu lhe disse, idiota, que não seria fácil encontrar Alice. Ela fugiu da gente e seria lógico que não voltaria para a casa dos pais. Sabia que seria o primeiro lugar que a procuraríamos.

- Cale a boca... é o melhor quer podes fazer. Perdemos a nossa menina de ouro é agora teremos de encontrar outra. Coisa que não será muito fácil.
- Penna, diminua a velocidade... você está vendo o mesmo que eu? Olhe só aquela menina que esta a nossa frente! – Estou vendo sim, parece que encontramos a substituída para Alice, pessoal

--------------------

- Desculpe minha jovem, mas é que a gente não conhece nada por aqui. Você sabe onde é que podemos encontrar algum lugar para fazermos uma boa refeição?
- Sei sim senhor. É na estalagem de dona Marta eu trabalho lá. – Qual é o teu nome, menina? – Meu nome é Angel, Angel Nova e até posso os levar até lá.
- Agradecemos muito, entre aí atrás, junto com nossas esposas.

Angel embarcou na camionete e as senhoras fizeram questão que ela ficasse no meio delas. Ficou um pouco inibida, pois elas não paravam de a olhar, parecendo que a estavam examinando, o mesmo acontecendo com o homem no banco do carona. Estranhou bastante a conversa deles e neste instante ficou com medo.

- Que você acha, Marlene? Ela serve? – É logico que sim, ela é perfeita! E você Angélica? Ela é perfeita, vamos leva-la e ver no que vai dar.

Angel, olhou para a mulher à sua direita e ia comentar algo, mas não teve tempo. A outra mulher a segurou pelo pescoço, numa forte gravata e sentiu uma forte picada na perna esquerda, quis gritar por socorro, mas a mulher que a segurava, com a outra mão, tapou com muita força sua boca e assim imobilizada, permaneceu por mais um pouco até que irresistível torpor foi tomando conta de seu corpo e ficou mole no braço da mulher, vitimada pela forte dose da droga entorpecente que lhe foi injetada.

--------------------

Agora, dentro de um baú, sob ação de novas drogas, Angel Nova, já estava rodando a quase dois dias, atravessado a fronteira e se encontrava em terras do Paraguai, indo em direção a uma grande propriedade, onde o quarteto que a sequestraram é dono de um cassino clandestino e de uma boate muito especial, que só recebia um público selecionado, dentre homens e mulheres, que podiam pagar para a frequentar. É para lá, para a boate, que Angélica, Marlene, Penna e Belo, queriam levar Angel, a substituída de Alice, a fujona.

Há algumas horas, Angel aprisionada dentro de um quarto, com janelas gradeadas, chorava e pedia por ajuda. Não atinava porque aquelas pessoas a tinham sequestradas. Lógico que não podia ser por dinheiro, pois foi pega quase que por acaso por eles.

Recuou assustada para um Canto do quarto quanto a porta foi aberta e logo ela reconheceu as duas mulheres que estavam na camionete. – Então teu nome é Angel? É um belo nome e na nossa casa ficarás conhecida assim.
Angel, com os olhos arregalados, se encolhia ainda mais, vendo as mulheres a examinarem bem pertinho e comentarem: - Ela é linda e muito jovem... vai ser perfeita para substituir Alice. Com a vantagem de ser carne nova. Nossos clientes já estavam ficando cansados da fujona.

- Menina, meu nome é Angélica e a minha amiga é Marlene. Você está sendo contratada por nós para trabalhar na nossa boate, numa função muito especial. Você com esta carinha linda, até parecendo uma bonequinha, vai nos proporcional lucros enormes.
- Eu quero ir embora para a minha casa...dona Marta deve estar assustada cm o meu sumiço. Vocês devem estar enganadas... eu o sou a pessoal errada. Não quero trabalhar em lugar nenhum de vocês. Já tenho emprego... por favor me deixem ir embora.

- Angel, achamos que você não está bem a par da situação. Quando a gente “contrata” uma rapariga como tu, não há retorno. Nenhuma possibilidade de regressares para a tua vidinha de então. Você agora nos pertence e vai atuar no Salão Rosa, para divertimento de nossos clientes. Você está a mais de três mil quilômetros distante de tua cidadezinha, no Paraguai.


- Meu Deus! Porque fizerem isso comigo? Quero ir embora!
- Garota idiota... a culpa é deste teu corpinho delicioso e este arzinho de ingênua que tens. Serás ser um sucesso tremendo lá no Salão Rosa.

--------------------


- Agora chega de papo furado. Marlene, chame os rapazes e as moças. Vamos treinar nossa garotinha em suas novas funções. Com o medo a dominando, Anny... Angel, viu duas moças e três rapazes entrarem no quarto.

– Pessoal, esta é a Angel... a garota que vai para o Salão Rosa. Quero que vocês a treinem em suas futuras funções. Sejam autênticos, mais não a machuquem, pois isso será somente para que ela conheça o que queremos dela. Marlene e Angélica saíram do quarto, a deixando sozinha com os cinco personagens, que se aproximaram dela, que em pânico se viu encurralada por eles.

- Lo que uma chica hermosa? Será um gran placer folla esta chica! - Deje que el personal, responder a la solicitud de nuestros patróns. - Eres un brasileirinha? Qué hermosa ... vienen querida, usted nos gusta!

Angel gritou apavorada, quando um dos rapazes a segurou pela cintura e logo um outro a derrubou sobre a cama. Berrando a pleno pulmão, num instante seu viu nua e os rapazes e moças beijando e lambendo cada pedacinho de seu corpo; com um milhão de mãos a tocando e a “amassando” sobre a cama, se viu impossibilitado de qualquer ação.

Com as coxas seguras por mãos fortes e abertas ao máximo, gritou de dor quando seu ânus foi invadindo por um pau e no mesmo instante, uma das moças, sentou sobre seu rosto e nua posicionou sua buceta sobre a boca de Angel. - Chupar mi coño, chica, quiero correrme en tu boca!

Ela segurava Angel pelos cabelos e movimentava sua cintura sobre a cara dela, quase a sufocando com o seu peso. O cara que fazia anal, saiu de dentro dela e um outro o substituiu, mas desta vez o alvo foi sua buceta.

Quando pensava que estava livre deles, as moças seguraram seus braços na horizontal e um dos rapazes sentou sobre seus seios e segurando o membro todo lambuzado de sus fluídos, o direcionou para sua boca
.
- Abre la boca, chica. Que quiero poner el palo en él, y que me chupes.
Angel, dominada pelo pavor, tentou manter os lábios cerrados, mas uma das moças apertou com os dedos suas narinas, Angel descerrou um pouco os lábios, em busca de ar. Foi o suficiente que sua boca fosse invadida pelo pau do homem. Angel sentiu todo o gosto se sua própria vezes, no membro do homem que a sodomizou e os outros dois, fizeram o mesmo e Angel engoliu a porra deles, com as duas moças os incentivando, enquanto a seguravam

Por quase três horas, Angel Nova, sofreu as maiores depravações que se possa imaginar, nas mãos dos cinco paraguaios. Quando eles a deixaram e foram embora, ficou caída sobre a cama, com a alma e corpo totalmente destroçados.

- -------------------

Dias depois, Penna entrou no quarto, de onde Angel só saia para ir ao banheiro, ao lado do quarto, sempre acompanhada por uma das que moças que fez aquelas barbaridades com ela. Era tarde da noite e ele a levou par uma espécie de escritório, onde Marlene, Angélica e Belo estavam reunidos.

- Angel, cremos que você já está a par do que queremos de você. Daqui a pouco iras para o Salão Rosa, onde uma clientela muito especial está a tua espera. São homens e mulheres que pagaram muito caro, para se divertirem numa festa antiga em honra de Baco, que se realizava na antiga Roma, onde todo mundo era de todo mundo, numa orgia sem limites. Você será a “sacerdotisa”, que canalizará as taras deles, em usando teu corpo.

- Não necessita se apavorar muito, pois todos estão instruídos para não lhe causarem ferimentos graves. É lógico que depois, você ficará um tempinho de molho, para se recuperar de alguns danos que possas sofrer, mais nada que a inutilize para ser protagonista num outro evento, pois eles são organizados bimestralmente.
Angel estava quase que em choque ao saber dos demoníacos motivos do seu sequestro pelos canalhas. Seu estado de terror era tal, que como uma demente, começou a gritar, totalmente for de controle.

Belo e Penna, a seguraram e Angélica lhe injetou o conteúdo de uma seringa, diretamente em sua veia. – Pronto meu anjinho, com isso ficarás mais acessível para o que te espera no Salão Rosa, é um sossega leão poderoso.

Como um zumbi, vestindo apenas uma curta bata azul transparente, Angel foi levada para o salão, onde homens e mulheres, a maioria nus, bebiam e dançavam, embalados num som maluco. Logo que entrou, foi logo agarrada por centenas de mãos e levadas ao centro da pista, colocada numa espécie de bancada baixa e ali, como canibais loucos, a despiram e .... É por demais repugnante descrever tudo que aconteceu ali, durante o resto da madrugada

A orgia desenfreada patrocinada por homens e mulheres depravados, com mentes pervertidas, em busca de prazeres animalescos, inseriram a pobre garota, como o catalizador de suas taras.

--------------------

- Você foi sensacional Angel. Nossos clientes nunca se divertiram tanto como na semana passada. Alguns deles já estão comprando os direitos para participarem do próximo “Bacanal Romano” daqui dois meses e fazem questão que a “sacerdotisa” seja a mesma, ou seja você.

Anny Mary, ou seja, Angel Nova, deitada na cama, numa espécie de enfermaria, com os olhos semicerrados, podia ouvir o que Marlene lhe dizia, enquanto lhe alisava o rosto numa espécie de carinho, mas com a cabeça cheia de drogas, para abrandar as dores do seu corpo, terrivelmente maltratado, não compreendia bem o que ela estava dizendo.

Para Anny, nada mais lhe interessava nesta vida, sentia que não era mais uma pessoa, mas sim uma coisa, um objeto, que podia ser manipulado por todos que a cercavam, como as duas mulheres que cuidavam dela, com cremes e porções em suas genitálias, seios e bumbum, tão massacrados pela turba que a levaram a um mar de sofrimentos atrozes.

As enfermeiras tinham ordens expressas dos proprietários da boate, para dispensarem à Angel o melhor tratamento possível. De tal forma que a garota estivesse apta a participar do próximo evento no Salão Rosa. Porém Roseta os informou que isso não seria possível, porque a jovem necessitaria de tratamento mais especializado, tendo em vista que teve, internamente, a vagina e o ânus, demasiadamente danificados.
Foi muito a contragosto, que Marlene e seus sócios daquela autentica antessala do inferno, se viram obrigados a dispensar Angel nova de suas funções de principal figura das orgias patrocinadas por eles.

--------------------

- Roseta, Miranda, já que ela não mais nos poderá ser útil, tratem de a livrar de suas dores para sempre. Angel deverá ser eliminada e jogada no Rio Paraná, dentro de saco preto, com pesos, de modo que afunde. Absolutamente ninguém podem saber o que aconteceu com ela. Pablo as ajudará com o transporte do corpo até o rio.
Madrugada alta, um veículo, com Roseta, Miranda e Pablo, com os faróis apagados estacionou na margem lodosa do Paraná. Foi com algum esforço que levaram o saco plástico, com o corpo de Anny Mary, para dentro de uma rústica canoa.
Em pouco mais de dez minutos, Pablo depois de remar até o meio do rio, se preparava para jogar o “pacote” nas aguas escuras do rio, quando, de súbito, potentes faróis iluminaram por inteiro a canoa.

- Polícia Federal, pare o que está fazendo e levante as mãos. Pablo aterrorizado, segurando o saco na borda da canoa, fez menção de o jogar no rio. Uma rajada de ponto 50 o atingiu em cheio e ele tombou, desaparecendo nas águas do Paraná.

--------------------

- Finalmente, nos custou muito, mas conseguimos evitar que mais um contrabandista tivesse êxito. Não só entendemos porque resolveu arriscar a vida, em vez de se render, como seria o normal. Pelo volume, deve ser Armas ou muita droga que ele estava levando para o nosso lado do rio.

-Não sei, tenente, mais pode ser também pacotes de cigarros... vamos lá ver do Que se trata. Deixem o filho da puta, apodrecer no fundo do rio.
A lancha da polícia federal brasileira, com os homens encarregados de “tocaiarem” o transporte ilegal de muambas pelo rio Paraná para o território brasileira, abordaram a canoa e recolheram o saco que ficou a “meio pau” na borda do pequeno barco, quase caindo fora.

- Minha Nossa! O que é isso? O corpo de uma mulher! Tenente Marcelo, e seus três comandados, colocaram o corpo da mulher que estava enrolados num lençol e com surpresa constaram que ela ainda está viva. – Pela madrugada.... É uma jovem e bastante bonita! – Coitadinha, está muito machucada!

--------------------

A fronteira entre o Brasil e o Paraguai passou a se transformar numa das principais rotas do tráfico internacional de drogas e de armas de fogo na América do Sul, além do contrabando e do descaminho de mercadorias e veículos roubados, com destaque em essencial para as mercadorias pirateadas, usando o rio Paraguai, em grande parte devido falta de controle no rio. Mas nos últimos tempos, o policialmente fluvial passou ser feito por homens da polícia brasileira e foi assim que o corpo de uma jovem foi resgatado e hoje está internada numa clínica em Foz do Iguaçu, em sigilo e sob proteção da DF, interessada em saber a razão dela ser “desovada” deste modo. Seria a jovem brasileira ou paraguaia! Estaria conectada a algum esquema de contrabando. Também de mulheres?

A mulher, bastante jovem, permanecia em coma profundo e por esta razão nada foi possível ser apurado quanto a sua identidade. Mas a PF com seus recursos de investigação bem mais ampliados nestes últimos anos, decidiu se aprofundar neste caso. Com a fotografia da jovem e suas digitais, inundou o país com estas informações.

Todas as delegacias policias receberam este boletim da DF, solicitando que se possível, prestassem quaisquer informações a espeto da identidade da jovem, sem, contudo, informarem a razão deste pedido.

--------------------

A detetive Beatriz de Souza da DRPD (por razões obvias este nome é fictício), que investigou o sequestro ou sumiço da jovem Anny Mary, ocorrido há dois anos, viu nos quadros da delegacia, este informático da DF do Paraná e ficou impressionada com a semelhança física entre as duas jovens. Movida por instinto policial, resolveu tirar a limpo este caso e o reabriu.

Ana Beatriz, retirou do arquivo de causas não solucionadas, a pasta de Anny Mary e com autorização de seus superiores, remeteu à DF paranaense, lotada em Foz de Iguaçu, amostras dos cabelos da garota sumida, Anny Mary, com alguns dados e sugerindo que ela poderia ser a jovem que eles solicitavam informações. Tiro e queda, a Policia Federal, por meio do DNA, comprovou que se tratava da mesma garota. Mas nada mais foi possível descobrir a respeito do caso, que foi registrado como menor sequestrada e levada para o Paraguai, provavelmente por quadrilha especializada neste tipo de comércio internacional de mulheres. Como se tratava de menor de idade e estar em coma profundo, provavelmente irreversível, foi autorizado que ela fosse entregue à sua família, a que tinha a guarda legal da menina, agora com pouco mais de 17 anos.

--------------------

Margarida, que já tinha perdido as esperanças de encontrar sua querida Anny Mary, que passou a amar como se fosse sua filha, deu pulos de alegria ao saber que finalmente Anny foi encontrava e o melhor de tudo com vida.

Só ficou sabendo do coma da jovem, quando a detetive Beatriz de Souza lhe informou das circunstâncias que Anny Mary foi encontrada. Os filhos de Margarida, Pedro, Henrique e Luiz, que imaginavam terem assassinada a menina, para encobrir o estupro que a submeterem em sua própria casa, ficaram apavorados com a notícia dela ainda estar viva. Só ficaram um pouco mais calmo ao saberem do seu estado de coma, com possibilidade de nunca mais retornar dele.

Anny Mary, agora internada na clínica onde Margarida trabalha, graças à bondade do seu proprietário, doutor Roberto, recebe todo carinho das enfermeiras e atendentes; até que, dois meses depois, por mais estranho que isso possa parecer, ela voltou do coma.

Como ficou estabelecido, a detetive Ana Beatriz da DRPD, no dia seguinte foi chamada para tomar o depoimento da menina. A policial estava crente que poderia colocar as mãos nos canalhas que sequestraram a pequena de sua casa.
- Eu não sei como isso aconteceu, senhora. Servi a janta para os rapazes e logo depois senti muito sono e fui me deitar. Depois tudo, em minha cabeça, está tudo muito confuso... até parece que vivi em outra vida, com outro nome. Tudo está muito confuso em minha cabeça.

--------------------

Quando retornou para o convívio de Margarida e dos filhos dela, se sentiu bastante feliz, acolhida no seio de gente que a amava e a respeitada. Assim pensava a jovem, que, drogada, passou a receber a visita de um dos “irmãos”, senão de todos ao mesmo tempo, mas desta vez, agiam com bastante cuidados, para não deixarem vestígios de suas incursões noturnas ao corpo de Anny.

Mas as drogas que habituaram a dissolver nos refringentes de Anny, não estava mais fazendo efeitos que pensavam e certa noite, em plena madrugada, Anny Mary foi despertando e ainda bastante sonada, como que estivesse sonhando, sentindo Henrique deitado por cima. Ambos estavam nus e ele gemendo se movimentava com o pênis dentro de sua vagina. No auge do prazer, nem observou que Anny, de olhos arregalados, era beijada com volúpia pelo seu “irmão”.

Anny sentiu quando ele despejou dentro dela, todo o seu gozo e ela teve de reprimir um gemido de prazer, pois também sentiu grande excitação e gozou junto. Mas o filho da puta, nem percebeu isso. No escuro do quarto, ele se levantou e, pasmem, limpou a vagina de Anny com um pano úmido, vestiu sua calcinha e a camisola e saiu do quarto, como se nada estivesse acontecido. Só então Anny Mary percebeu que Henrique fez sexo com ela imaginando que estivesse dormindo.

Mas como? Ninguém faria uma coisa destas numa mulher, a não que ela estivesse... drogada, sob efeito de algum sonífero…. Minha nossa! É isso mesmo. Logo que serviu o jantar, se sentiu com muito sono e pedindo desculpas aos meninos foi se deitar. Henrique tinha colocada alguma coisa no suco que ela bebeu na hora da janta.
Que filho de uma puta! Ele veio ao meu quarto e me comeu.... Mas Cristo! Que coisa prazerosa, nunca pensei que fazer sexo fosse tão gostoso!

Anny Mary, ou melhor dizendo Angel Nova, nunca poderia imaginar, que ela, aos 18 aninhos, fosse uma das jovens mais fodidas do país, que foi comida por mais de trinta homens e mulher, numa mesma noite. Isto estava bem enterrado no fundo de sua mente. Tão pouco se lembrava do estupro coletivo a que foi submetida pelos irmãos, que de tão violento, os levaram a tentativa de a assassinar, tudo para encobrir o crime de estupro.

Mas Anny se lembrava do pai deles, o velho Norberto, com o pênis enterrado em seu cu, a fazendo ter orgasmos tão violentos, que quase desfalecia de prazer. Agora com o filho dele, quase que sentiu o mesmo prazer.

--------------------

Na manhã seguinte, Anny levantou cedo, serviu o café para Margarida e para os rapazes, olhando bem fundo para Henrique, mas este parece que nada notou de especial e agiu como os outros dois irmãos e foram trabalhar.
Mas Anny Mary estava resolvida a tirar a limpo o que Henrique queria com ela. Apesar da diferença de idade, ela o achava bem atraente. Não eram irmãos de verdade, sendo assim, eles poderiam manter uma relação mais íntima. Bem que ela gostaria disso.

Se ele a visitasse novamente a imaginando dormindo, ela fingiria que estava. Queria sentir por inteiro o sexo com ele. Para isso, passou a não beber o suco de laranja que tanto apreciava. Nas três noites seguintes, fingiu beber o suco, trocando o conteúdo do seu copo, sem que eles notassem. Mas para sua tristeza, nada aconteceu. Ficava até tarde deitada na cama, fingindo que estava dormindo, mais nada de Henrique voltar, para mais uma noite de sexo com ela.

Mas sua espera não foi em vão, na quarta noite, passava pouco das 23 horas, quando ele sorrateiramente, abriu a porta do quarto e mesmo sem acender as luzes, foi até a cama de Anny e lentamente retirou o lençol que a cobria. Anny Mary estava vestindo uma camisolinha curta, exibindo por inteiro suas nádegas.
Sentiu quando Henrique, segurando a barra da camisola, a retirou pela cabeça e depois, com um profundo suspiro, puxou pelas pernas a calcinha, a deixando totalmente nua. Anny teve de se segurar para não revelar que estava acordada, bem acordada, ansiosa pelo que iria acontecer, com ele a virando de barriga para cima e invadindo sua xoxotinha, que a esta altura estava pronta para o receber, lubrificada ao máximo.

Mas não foi bem assim, Henrique demonstrando estar apressado, abriu suas coxas e com as mãos, separou as bandinhas de suas nádegas e ela quase deu um pulo, quando ele deu duas cusparadas no seu buraquinho anal e montando sobre ela, foi enterrado o pau no seu cuzinho.

Com isso Anny não contava. Teve de trincar os dentes, para segurar o gemido de dor, com ele se apossando do seu rabinho, sem se preocupar por mais nada, pois a sabia sob ação de forte sonífero, assim pensava ele.

Com Henrique subindo e descendo como um possesso sobre suas costas, entrando e saindo de seu canal e, com as mãos em volta dela, apertava seus mamilos com força, Anny se sentia morrer com o prazer que a dominava por inteiro. Mas demonstrando tremenda força de vontade, não se revelou a ele.

Quando ele despejou todo seu gozo dentro dela, Anny mordeu os lábios para não berrar no auge do prazer, que veio junto com o dele. Henrique, depois que esporrou no rabo de Anny, ainda ficou uns minutinhos montada sobre ela.
Foi aí que ela estremeceu como nunca, mediante o que ouviu dele.
– Que rabo maravilhoso você tem, maninha... gozei como nunca.
Mas não era a voz de Henrique... quem estava ali, deitado por cima e ainda com o pênis, murchando no seu canal anal. Era a voz de Pedro, o filho mais velho de Margarida.

Anny ficou estática, enquanto Pedro a limpava e encobria todos os vestígios de sua visitinha ao rabo da “irmãzinha”.

Por Deus! Não era só Henrique que a drogava e vinha ao seu quarto, Pedro também o fazia. Se era assim, Luiz o mais novo, também fazia o mesmo. O choque desta revelação, desta descoberta, a fez lembrar da conversa que teve com a detetive Ana Beatriz, quando ainda estava hospitalizada, na clínica onde Margarida trabalha:
“Eu não sei como isso aconteceu, senhora. Servi a janta para os rapazes e logo depois senti muito sono e fui me deitar. Depois tudo se apagou e só me lembro de acordar aqui”.

Minha nossa senhora! Não pode ser! Foram eles, foram eles, os responsáveis por tudo que me aconteceu!

- Por favor, Senhor... me ajude... o devo fazer? Levar o que descobri à delegada! Mas isso seria destruir a vida de Margarida, a mãe deles. O faço, o que faço, o que faço.

No restante da noite, Anny Mary não conseguiu fechar os olhos, não sabendo como agir dali para a frente.

--------------------

Na manhã seguinte, levantou bem tarde, não serviu o café para Margarida e para os rapazes. Estava com medo de os encarar, de os enfrentar e demonstrar toda sua revolta. Durante grande parte do dia, ficou circulando pela casa, como barata tonta, até que decidiu ir embora dali. Não podia ficar ao lado deles, sabendo o que fizeram com ela. Mas os denunciar, nem pensar. Ainda tinha o agravante, que ela foi amante do marido de Margarida. A soma de tudo isso a fez decidir... sair da vida deles para sempre, para o bem de todos.

Munida de uma pequena quantia que pegou nos armários dos rapazes, Anny Mary, agora estava dentro de um ônibus indo para... indo não sabe para onde. Talvez em busca de um novo destino. Engoliu quilômetros e mais quilômetros. Desembarcou e embarcou noutros ônibus e depois de dias, totalmente exausta, numa pequena cidade, resolveu descansar o corpo e a alma
.
Por favor, a senhora tem um quarto, onde eu possa ficar uns dias? – Temos sim, vou chamar a patroa, pois é ela que faz o registro dos hóspedes.
- Meu Deus misericordioso! É você Angel Nova? Você voltou, minha filha querida! Marta abraçou Angel, a beijando no rosto, chorando de alegria. A velha senhora que aprendeu a amar a garota, radiante e emocionada, não parava de tocar o rosto e os cabelos de Angel Nova.

Desta maneira Angel se sentiu em casa, finalmente ela tinha encontrado a paz que tato buscava.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:21 de setembro de 2016 01:16

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 21/09/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*