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A VOLTA PARA CASA

A VOLTA PARA CASA
Estou com muito frio, está desabando uma forte chuva desde cedo, é inverno e já deve passar das 03h30min. Estou muito cansada e com muito medo. Estou voltando para minha casa, onde sei que vou encontrar meus pais e irmãos me esperando ansiosos. Eles vão me abraçar e beijar com muito carinho e mamãe vai logo exclamando: - Alice minha filha querida! Onde estavas até esta hora? Vou tomar um banho bem quentinho e depois vou dormir na minha confortável caminha. Oh! Deus!... Como estou precisando disso. Mas o caminho enlameado dificulta em muito os meus passos. A toda hora levo um tombo, mas sou teimosa e sei que preciso voltar para casa, não posso desistir. Está tudo muito difícil, a escuridão da madrugada e a chuva, quase não me deixam enxergar a minha frente. Para piorar as coisas, não consegui encontrar quase nenhuma peça das minhas roupas. Só pude localizar, no meio do mato, a minha blusa, ou melhor, parte dela.
Alice está cursando um cursinho noturno pré-vestibular, pois adiantada nos estudos, pretende fazer o próximo vestibular para engenharia, pois almeja seguir o caminho do seu irmão Eduardo, que com 28 anos é o mais velho dos 5 irmãos. Miguel, com 24, Marlene com 20 e Sandra com 18, preferiram escolher, direito, farmácia e medicina, respectivamente.
Alice, a caçula da turma toda, tem apenas 16 anos e, logicamente é paparicada por todos. Muito estudiosa e bondosa ao extremo, cativa a todos com a sua meiguice e doçura, um verdadeiro anjo. O curso fica apenas quatro quadras de sua casa e sendo assim ela prefere fazer o percurso de ida e volta a pé, pois gosta de caminhar. Na ida, tudo bem, pois ainda é cedo e o movimento em seu bairro ainda é muito grande, mas na volta, 10h30min horas, as coisas já mudam de figura e ela prefere, sempre que possível, ir acompanhada de 2 colegas que fazem o mesmo caminho que ela. Nem sempre isso é possível, pois às vezes os rapazes, seguem outro destino... Coisas de adolescentes.
Mas parece que Alice encontrou um anjo protetor, que a acompanha todas as noites, mantendo uma boa distancia dela, mesmo quando os rapazes estão juntos. Está história merece ser contada em detalhes:
Certa noite, Alice estava voltando sozinha para casa, quando dos sujeitos se aproximaram dela e foram a acompanhando bem de perto, dizendo gracinhas para a garota, que muito assustada, apressou o mais que pode os passos. Mas os caras eram insistentes e a encurralaram em um canto de parede, querendo beijá-la a força e passando as mãos em seu corpo. Em pânico, Alice gritou por socorro.
Foi neste instante que o seu anjo protetor encontrou em ação. Ele atacou os dois malandros, com um bastão de madeira. Intimidados os covardes trataram de dar no pé. Alice com o coração saindo pela boca e chorando muito, agradeceu ao seu salvador e só então pode notar que ele era um maltrapilho, morador de rua, com barbas por fazer e rosto muito feio. Ele ficou olhando muito sério para a mocinha, que agora estava aparentando estar com medo, era dele.
Não necessita me agradecer, eu não ia deixar que dois safados tirassem proveitos de tão bela jovenzinha.... É só me dar uns trocados e estamos quites. Alice mais que depressa, com as mãos tremendo, abriu a sua bolsinha e lhe entregou uma nota. – Tudo isso! Muito obrigado... Não necessitava ser tanto. – Vamos fazer o seguinte, você segue o teu caminho para casa e eu vou acompanha-la até lá. Com voz trêmula, Alice disse que não precisava, mas o cara insistiu.
A mocinha apanhou seus livros que tinham caídos no chão, agradeceu novamente e seguiu para casa, com passos rápidos, De vez em quando olhava para trás e lá estava o maltrapilho a segui-la. Mantendo boa distancia, empurrando um carrinho, destes de que eles usam para recolher “lixos” pelas ruas. E isso se repetiu em todos os dias dai em diante. Alice nada falou em casa, sobre o incidente, preferindo ficar calada, para não trazer maiores sustos para a sua família.
Mesmo nos dias que era acompanhada pelos rapazes, lá estava o maltrapilho. Não sabendo por que, ela se sentia segura, com ele a seguindo e, se habituou a lhe dar, quase que diariamente, uma pequena quantia em dinheiro. Agora ele a acompanhava, quase ao seu lado, ela na calçada e ele, na rua, sempre empurrando o seu carrinho. Ela perguntou o seu nome e ele lhe disse que não tinha nome há muito tempo e que ela poderia lhe dar o nome que quisesse. Alice, então, resolveu que o chamaria de “Guardião”, pois ela se sentia protegida ao lado dele.
Semanas foram passando e um belo dia, Guardião não apareceu para acompanhá-la, Alice ficou muito preocupada. Será que lhe tinha acontecido alguma coisa? Foi uma semana inteira de ausência, e ela agora tinha medo de ir sozinha para casa, quando seus amigos não podiam ir com ela.
Na segunda-feira, ela ficou muito emocionada quando o viu a aguardando à saída do curso. Ficou tão contente, que logo que se afastaram do murmurinho do portão, ela sem se dar conta, o abraçou efusivamente. Guardião pego de surpresa ficou encantado com atitude dela, fazia anos que uma mulher não o abraçava. Ele sentiu naquele abraço um enorme carinho. Ficou imaginando, em sua cabeça, que talvez ela gostasse dele.
Alice e o Guardião passaram a conversar muito durante o trajeto até sua casa. Ela muito meiga, como é de sua índole, o tratava com delicadeza e já o considerava como um amigo. O seu amigo secreto, que necessitava de sua ajuda. Ela passou a lhe trazer algumas peças de roupas de seus irmãos, dizendo que era para serem doadas, em uma campanha que seus colegas estavam fazendo lá no curso. Ela pediu ao seu pai, uma mesada maior, pois a que estava recebendo não estava dando para nada, mas na verdade, Alice dava tudo para o meu amigo, o Guardião.
Ele nesta altura estava profundamente apaixonado pela menina, imaginando que todo aquele carinho e atenção que ela tinha com ele, era também amor. Não passava pela sua cabeça, embrutecida pela vida miserável que levava que pudesse ser outra coisa. Espírito bondoso, respeito e consideração por outras pessoas, não entravam no seu dicionário.
Seis meses depois que ele a salvou dos safados, Alice necessitou sair bem mais tarde do curso, pois tiveram aulas duplicadas, para cobrir dias em que dois professores não compareceram. Alice avisou em casa, pelo celular, do imprevisto, mas disse que não necessitariam que eles a fossem buscar, pois teria a companha de amigos. Já era quase meia noite, quando saiu, e ficou assustada, pois seus amigos não iriam junto com ela. Como já era muito tarde, pensou que o Guardião não a estava esperando mais. Ia voltar a ligar para seus pais, quando o viu há uns 50 metros do colégio, aguardando pacientemente, discreto como sempre.
Ela foi rápida até ele: - Graças aos céus, meu amigo, você está aí! – Vamos embora rápido, Alice, pois está vindo aí uma forte tempestade. Alice que ainda não tinha observado isso concordou com ele e seguiram bem rápido. Mas na metade do trajeto, eles foram surpreendidos por um verdadeiro dilúvio. Alice assustada e preocupada com os seus livros, que não queria que molhassem, se abrigou em baixo de uma marquise. Mas a água era tanta que rapidamente, subiu pela calçada e está a inundar a rua toda. Medrosa, Alice exclamou: - Meu deus! O que vamos fazer meu amigo? Tenho muito medo de tempestade, ainda mais com tantos raios e trovões!
Guardião conhecia muito bem as redondezas e os locais onde podia se abrigar, em situações como essa, logo sugeriu uma obra abandonada, num recuo da rua, logo adiante. E lá foram os dois para o abrigo improvisado, com o temporal despejando cada vez mais, a sua fúria sobre a cidade. O Lugar onde estavam era bem protegido da chuva, mas muito apertadinho e Alice, pela primeira vez, sentiu o seu amigo, bem juntinho do seu corpo e o fedor que saiu de suas roupas, de seu corpo, era tremendo. Mas toda que vez que um trovão retumbava por perto, a pobre garota, se esquecia do fedor, e o abraçava apavorada. Ela tentou ligar para casa, mais o danado do celular não dava linha.
Guardião, sentindo o corpinho trêmulo de sua amada, junto ao seu, logo imaginou, em sua cabeça destrambelhada, que a mocinha estava se entregando a ele e num ímpeto a agarrou pela cintura e a beijou com paixão, forçando sua língua entre os lábios dela. Alice ficou tão horrorizada com aquilo, que num primeiro momento não teve reação alguma. Quando sentiu todo o fedor do hálito invadindo sua boca, lhe deu um tremendo empurrão e em pânico gritou com ele. - O que você está fazendo, Guardião! Solte-me, pelo amor de Deus! Pensei que você era meu amigo! Mas ele, nesta altura já não a ouvia mais, dominado pela paixão e pelo desejo que nutria por ela. Ele a agarrava cada vez mais a puxando para junto de si, com violência. - Não minha querida, eu a amo muito e sei que você também me ama... Vamos aproveitar que estamos aqui e trocarmos uns carinhos bens gostosos.
-Você tá maluco cara! Eu não o amo de jeito nenhum... Sou apenas sua amiga, nada mais. Pelo amor de Deus, me solte... Você fede mais que rato de esgoto! Alice olhou, apavorada a cara de raiva do Guardião, que com voz cheia de ódio, lhe gritou bem pertinho do seu rosto: - Sua cadela traidora, você por todos esses meses me fez acreditar que me amava e agora vem me dizer que eu sou um rato de esgoto. Você é igual à mulher que arruinou minha vida... Mas desta vez não vou deixar barato não! Traidora, ordinária, safada, você vai aprender a respeitar um homem, por bem ou por mau.
Antes que Alice pudesse retrucar, recebeu um soco tão forte na ponta do maxilar, que caiu desmaiada nos braços do seu amigo, do seu protetor, do seu Guardião.
Elizabeth, não conseguia dormir. Sua filha tinha lhe telefonado, pouco ante da meia noite informando que iria sair tarde do colégio. Mas agora já eram mais de 2 horas e ela ainda não tinha chegado e o seu celular estava desligado ou fora de área. Tá certo que a tempestade deve ter lhe causado algum transtorno e ela ter buscado refugio em algum lugar, mas se assim fosse porque não retornava a ligação? Com enorme angustia, acordou seu Nicolau, o informando que a filha ainda não tinha voltado.
As 3 da matina, toda a família não saia do celular, incomodando amigo e colegas de escola da menina. Todos compreenderam a aflição deles, mas só informaram que Alice saiu do curso pouco antes da meia noite e que foi sozinha para casa. Sem esperar a tempestade parar, todos saíram a campo, em busca da filha e irmã querida. Hospitais, delegacias foram visitados e até o necrotério também. Mas nada, absolutamente nada puderam obter do paradeiro de Alice. Os dias e as semanas foram se passando e agora todos choravam a perda da caçulinha da família.

Alice acordou, com muita dor no rosto e com o corpo congelado de tanto frio. Tentou se levantar, mas não pode, percebeu então, que estava amarrada a um estrado de madeira e que estava completamente nua. Suas coxas e abraços estavam presos em forma de X e sua cintura, também estava presa à madeira por cordas grossas. Viu que estava em uma espécie de casebre, muito rústico, com teto de palha e que a janela e a porta não mais existiam, apenas as aberturas, que deixavam passa o frio da noite. A tempestade já não rugia tão forte, apenas algumas escassas gotas que pingava do teto, sobre o seu corpinho.
Apavorada, começou a gritar por socorro, tentando se soltar das cordas que a prendiam ao estrado, sem sucesso. – Viu em pânico quando Guardião entrou no recinto e com voz, cheia de rancor, lhe ordenou: Cale esta boca, vagabunda... Se não eu vou encher você de porrada! Como Alice, alucinada pelo terror que a dominava, não parou de gritar por socorro, ele sentou em sua barriga e com as mãos espalmadas iniciou a lhe dar violentas tapas na face da coitada. O rosto de Alice era jogado de um lado para o outro, com os dois lados de sua face ardendo como fogo. Ela agora gritava de dor e ele continuava o castigo impiedosamente. Ele ria descontroladamente, parecendo um doido, enquanto judiava da menina. Quando se cansou, Alice já não tinha forças para gritar e apenas gemia, olhando com olhos arregalados para ele. Você aprendeu agora, putinha sem vergonha? Se voltares a gritar por ajuda, vou lhe cortar metade da língua fora... Está vendo este punhal, ele é muito bom para tirar a tua língua fora. Não quero ouvir nem mais um pio!
O dia já tinha chegado e Alice pode ver entre as árvores e mato que cercavam o local, que estavam em uma floresta ou bosque e que o dia continuava muito nublado, sem o sol dar o ar de sua graça, para pelo menos tirar um pouco do frio que a estava torturando, deitada, toda aberta, sem nenhuma roupa. Alice teve vontade de voltar a gritar por socorro, mas se lembrou das ameaças de Guardião e acovardada resolveu não ariscar.
Já era bem tarde quando ele retornou, sempre empurrando o seu carrinho e ficou tempo devorando o lindo corpo da virgem mocinha. – Agora minha querida, eu vou provar desta tua bucetinha tão gordinha e quase sem pelos. Você é gostosa demais... Eu queria a comer há muito tempo, mas não tive oportunidade. Agora você é minha por inteiro. Vou lhe dar um conselho, sabes que sou teu amigo e não a quero ver sofrer. Nós estamos num local bem afastado, longe de tudo e de todos e nada poderá impedir que eu a foda, nem Deus. Portanto não vai adiantar em nada tentares dificultar o que vou fazer em você. E tem mais uma coisa, deixarei este punhal cravado na madeira, bem ao lado do seu rosto, se abrires o bico, tua língua já era. Agora quero te ouvir dizer que entendeu tudo o que falei! Ele aproximou o rosto feroz e passeando o fio do punhal nos lábios da garota. – Vamos, fale maldita, você entendeu o que falei? Alice, tomada por terror indescritível, com os lábios tremendo de medo, em pânico total, apenas balbuciou: - Sim... Vou ficar bem quietinha, por favor, não me machuque. Tudo depende de você, minha querida, tudo depende somente de você.
Ele meteu a cabeça entre as coxas da jovem e começou a cheirar sua bucetinha. Ela sentiu quando a língua áspera dele percorreu toda a sua rachinha, de cima abaixo, até o buraco do ânus, chupando, beijando e mordendo. E entrou fundo, até se chocar com o hímen da virgem. Mas quando ele abocanhou o clitóris e começou a chupar como se fosse um picolé, ela gemeu de dor e de prazer. Ele continuou a devorar suas carnes por muito tempo e somente parou, quando, encostou-se a um banco de madeira ao lado do estrado e exclamou satisfeito: - Nossa que coisa mais deliciosa a tua bucetinha... Minha boca e língua estão até um pouco dormente de tanto fuçar tua boceta.
Alice não pode deixar de ficar excitada, era impossível não ficar com tesão, mesmo com todo o medo e raiva que a dominada por inteiro. Logo Alice a menina que nunca tinha beijado um namorado e que pretendia se manter pura até encontrar um grande amor, agora estava ali, prestes a ser estuprada por um maltrapilho morador de rua, que não devia tomar banho a um século. Logo depois Guardião se levantou, tirou as calças e mostrou para ela toda a sua pujança e a jovem tremeu de medo e de nojo, pois aquela monstruosidade, toda ensebada e pingando alguma coisa, sobre sua barriga, lhe dava um calafrio enorme. Quando se se aproximou e foi se deitando por cima de Alice, ela não pode deixar de escapar um pedido de misericórdia. – Por favor, não faço isso comigo, tenha pena de mim, lembre que eu sempre fui muito boa com você, que lhe dei dinheiro, roupas e comida. – Tá certo, minha cadela, você me deu de comer, mas agora quem lhe vai dar de comer sou eu. Tua buceta vai comer o meu pau. Alice mesmo, tentando não gritar, com medo das ameaças dele, não pode se conter e deu um tremendo berro de dor, quando aquela monstruosidade a invadiu, abruptamente, indo até o fundo do seu canal. A dor foi tão forte, que Alice quase perde os sentidos. Gemendo e soluçando, percebeu quando ele se deitou por completo em cima dela e segurando seus cabelos, com as duas mãos, enfiava sua língua nojenta em sua boca. Por um tempo enorme, ele ficou subindo e descendo por cima de Alice, gemendo e bufando, parecendo um porco, até que berrando como um alucinado despejou bem fundo, todo o seu gozo dentro da vagina, até então virgem de Alice. A jovem não resistiu à dor e ao choque de ser violentada de maneira tão brutal e perdeu os sentidos.
A pobre moça ficou ali, servindo de comida para o animal, que um dia julgou ser seu amigo. Não estava mais amarrada, mas não tinha forças para nem sair da imitação de casebre. Guardião forçou, também, o ânus de Alice. Os dias foram correndo lentamente e ela, percebeu que ele não voltava para o casebre já fazia uns dias. Compreendeu, então que ela podia escapar daquela prisão e fugir das mãos daquele maldito. Tomou coragem e buscou forças, não sabe de onde e tentou a sua fuga. Estava completamente nua, mas olhando nos cantos do casebre, pode ver o que restava de sua blusa, toda suja de lama, mas pelo menos podia se cobrir um pouco com ela.

Mas o caminho enlameado dificulta em muito os meus passos. A toda hora levo um tombo, mas sou teimosa e sei que preciso voltar para casa, não posso desistir. Está tudo muito difícil, a escuridão da madrugada e a chuva, quase não me deixam enxergar a minha frente. Para piorar as coisas, não consegui encontrar quase nenhuma peça das minhas roupas. Só pude localizar, no meio do mato, a minha blusa, ou melhor, parte dela.
Acho que Deus está me ajudando, pois depois de caminhar por mais de cinco horas, compreendo pela primeira vez onde estou, a poucos quarteirões de minha rua, de minha casa. Eufórica, me sinto com forças bastantes e acelero o meu caminhar... Quero voltar para casa... O mais depressa possível. Sei que estou bastante machucada e praticamente nua, por isso, apesar de ser madrugada alta, com quase ninguém nas ruas, vou me esgueirando pelos cantos escuros, junto às paredes, com receio de ser vista antes de chegar.
Tive muita sorte, pois já vejo minha casa e louca para abraçar a minha família, apresso os passos e fico radiante, pois vejo que lá dentro está tudo iluminado e que muitos carros estão parados no nosso enorme pátio. Provavelmente parentes e amigos, preocupados com o meu sumiço. Quero entrar logo no salão surpreender a todos com a minha entrada, mas estou despida, o que faço para minorar isso. Tenho uma ideia, vou até a garagem e lá pego algum coisa para vestir. Depois, meio que mancando um pouco, vou até a entrada principal e vou bater à porta, quando vejo que ela está apenas encostada.
Entro de mansinho e fico admirada com o que vejo. La dentro está reunida bens umas trinta pessoas, a maioria minhas conhecidas. Vejo meus pais, com lágrimas nos olhos, meus irmãos e irmãs, todos muito tristes e em silencio, meus avos e tios, todos os meus queridos. Mas algo me assusta, pois vejo no meio do salão um caixão, muito bonito e com muitas flores. Meu Deus! Quem de nossa família morreu? Torno a olhar com atenção a todos os presentes e não sinto falta de ninguém mais chegada a nossa família. Quem então morreu?
Atraída por uma irresistível força, vou me aproximando do caixão, surpresa por não causar nenhum reboliço nos presentes, com a minha entrada, vestida daquele jeito e toda machucada. Não sei por que, mas sinto um aperto no coração ao me aproximar do caixão e ver minha mãe beijar carinhosamente a pessoa lá dentro. Quando fico do lado de minha mãe, vejo-a com o rosto transfigurado pela dor e com os olhos cheios de lágrimas. Viro-me para ver quem é o falecido e neste instante tenho o maior choque de minha vida. A pessoa morta, que todos estavam a velar, era eu.
Grito desesperada, chamando a atenção de todos, dizendo que eu estou aqui, ao lado deles, bem viva, que a moça morta não pode ser eu. Mas parece que ninguém me vê. Mas de súbito ouço uma voz melodiosa me chamando pelo nome, me viro e vejo dentro de uma luz muito clara a figura belíssima de uma jovem senhora, com o rosto a transparecer bondade e que me diz: - Minha querida Alice, você tem razão, você não morreu, você renasceu para a vida eterna, para o reino dos justos. Venha comigo, minha querida criança, meu anjinho cheio de amor. Ao ver a senhora, senti um enorme alivio e não mais senti dores pelo meu corpo e me vi vestida com uma linda túnica branca.
A linda senhora me estendeu a mão e eu iniciei, com a paz em meu coração, a minha verdadeira VOLTA PARA CASA.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:24 de julho de 2014 03:51

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 24/07/2014.

Comentários

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  • Moreno alto
    Postado porMoreno altoem8 de março de 2015 16:46

    Concordo, eu não escrevo mas leio muito e achei sensacional

  • DOM GRISALHO
    Postado porDOM GRISALHOem17 de outubro de 2014 10:41

    CONTO MUITO BEM FEITO.
    REALMENTE DIFERENTE.
    SOU CONTISTA E SEI O VALOR D EUMA BOA LEITURA COMO ESTA.
    PARABÉNS MARCELA.

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