Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

ABDUZIDAS PARA SERMOS REPRODUTORAS

Abduzidas para sermos reprodutoras


Era um grupo bem grande, o ônibus estava lotado e a algazarra que elas faziam, quase enlouquecia a pobre da motorista. Trinta e duas garotinhas, entre quatorze e dezessete anos e mais seis monitoras, que apesar de serem mais velhas, também se deixavam contaminar pela alegria das adolescentes e nem se importavam com a bagunça que faziam no veículo.
Já era o terceiro ano seguido, que Marcela levava o grupo de estudantes para o passeio anual. A distância da cidade até o porto da cidade marítima vizinha, era de uns 130 quilômetros no máximo. Lá uma luxuosa escuna, esperava o grupo para um passeio pelo litoral, com paradas nas belíssimas praias da região. Ao todo seriam pouco mais de dez dias de um maravilhoso cruzeiro. Isto por si só justificava a euforia das adolescentes.
Todas filhas da classe média e alta da cidade, foram selecionadas, dentre as melhores alunas de cinco escolas, como prêmio por suas altas notas e comportamento exemplar. Uma grande rede de supermercado patrocinava estes passeios anuais.
Mas desta vez, deu tudo errado. O ônibus das garotas jamais chegou ao seu destino e uma frenética busca teve início, por todo percurso do veículo, se ampliando por toda uma imensa área. Mas o mais incrível é que a rodovia tinha um tráfego, relativamente pesado e o ônibus das excursionistas, um belo veículo, nas cores verde e amarelo, bem chamativo, foi visto por dezenas de pessoas e veículos. Mas inexplicavelmente, como que por encanto, ninguém mais viu o carro, que sumiu como por encanto
Por dias e semanas inteiras a busca continuou, todos os rios, lagos e matas foram minuciosamente averiguados, mas sem nenhum sucesso. O GPS de última geração, registrou a passagem do veículo, até determinado trecho, mas depois seu sinal desapareceu por completo. O mais extraordinário de tudo e que havia, em poder das passageiras, mais de vinte e três aparelhos celulares e algumas das garotas estavam conversando com seus familiares ou namorados, quando de súbito, todos os sinais foram cortados. Análises posteriores, registrou que o blecaute do GPS e dos celulares, ocorreram no mesmo instante.
Na verdade, o misterioso sumiço do ônibus e seus trinta e nove ocupantes, despertou o interesse de todos. Policiais, militares e até cientistas e simples curiosos, se empenharam na busca. O mistério do ocorrido era por demais intrigante. A cadeia de supermercado, patrocinadora da excursão, ofereceu um prêmio milionário, para quem desse uma pista da localização do veículo. Isso por si só, ajudou que a procura fosse intensa.
Mas com o passar do tempo, tudo foi se acalmando, e agora, um ano depois, somente alguns parentes das desaparecidas, mantinham, as suas custas, um escritório de detetives, ainda em campo, na desesperada tentativa de algum dia, ter notícias de suas filhas.

Marcela viu que, como que surgisse do nada, um forte nevoeiro envolver o veículo. Ela não podia enxergar nem a um metro à frente, acendeu todos os faróis, na tentativa de ver alguma coisa, mas a aquela maldita neblina foi envolvendo o carro e ela sentiu que não tinha mais o comando da direção e dos pedais. Todo o pesado ônibus parecia estar flutuando. Marcela se sentiu sufocar e não conseguiu parar o carro, que seguiu cada vez mais rápido e em pânico, caiu sobre o volante desmaiada, sufocada pela misteriosa neblina.
Quando acordou, não estava mais dentro de seu veículo, mas sim deitada sobre um chão macio. Com algum esforço conseguiu ficar sentada e foi aí que ficou em pânico, pois notou que estava totalmente nua. - Meu Deus o que foi que aconteceu? Onde estou, onde está o meu ônibus? Num impulso, ficou de pé e assombrada, viu que as suas passageiras estavam estendidas no chão e todas igualmente nuas, espalhadas numa grande área, equidistantes umas das outras pôr no mínimo uns dez metros.
Ficou olhando, aturdida para a vasta planície sem nenhuma ondulação, que parecia não ter fim. Todas as suas meninas ainda estavam inertes, deitadas sobre a grama curtinha e num tom verde forte. - Deus do Céu! Será que estão mortas? Viu a poucos metros, uma das monitoras e foi até lá. Aliviada observou que ela respirava suavemente e aos poucos foi voltando si. - O que aconteceu Marcela? - Não sei Lívia... acho que estou ficando maluca! Isto não pode estar acontecendo!
Aos poucos todas foram acordando e igualmente desnorteadas, foram se reunindo em grupinhos, em torno das monitoras, em busca de alguma explicação para o que estava ocorrendo. Em pouco tempo as vinte e oito estavam em volta de Marcela, a elegendo, não sabe porque, como a única que poderia lhes dar alguma explicação.
- Eu não sei o que aconteceu meninas, não sei porque estamos neste local, sem nenhuma roupa e .... Logo uma das monitoras, muito assustada, interrompeu a fala de Marcela: - Eu acho que nós morremos! Vejam este lugar.... Não faz calor nem freio, o céu não tem nenhuma nuvem e o sol não aparece e esse chão... todo igual, sem nenhuma ondulação.... Até parece um tapete.
Marcela, se inclinou e com as mãos tentou "cavar" a grama, para ver o que estava por baixo. Mas por mais que tentasse, a "grama" não mostrava suas raízes e em desespero, ainda com alguma esperança, sugeriu que todas fossem em direção diferente, em busca de alguma coisa que interrompesse aquela planície sem fim.
Depois de muito avançarem, sem nada encontrarem, voltaram para onde estava Marcela, pois naquele lugar não existia outro ponto de referência, tudo era absolutamente igual. Já sem esperanças, resolveram se agrupar e aguardar o tempo passar. Cansadas foram aos poucos caindo no sono, todas bem juntinhas umas das outras. Naquela planície não se ouvia nenhum som, nem de vento nem de pássaros.
Não sabem quanto tempo depois, começaram a despertar, ao ouvirem uma espécie de trote a ressoar por toda a grama. Curiosas e receosas, foram ficando em pé, tentando ver de onde vinha o som que quebrava a monotonia do lugar. Finalmente, bem ao longe, viram uma enorme fileira daquilo que parecias ser gente, que a passos largos se aproximavam de onde estavam. Pela distância, não conseguiam identificar quem eram aquelas pessoas, mas como estavam todas nuas, inibidas, se juntaram ainda mais, cada qual tentando esconder sua nudez.
Mas com as esperanças renovadas, pois imaginava, que aquele pessoal as tirariam daquele lugar, mas quando puderem distinguir quem eram, ficaram em pânico. Mas de uma centena de homens, todos nus se aproximavam rapidamente de onde estavam. Todos eram morenos claros e tinham mais de 1,90 de altura. De tão parecidos, pareciam que foram "fabricados" Em série. Eram bonitos e bastante musculosos. Mas o que assombrou mesmo as moças, foi ao verem que os pênis daqueles caras, estavam eretos e eram enormes.
Apavoradas, a maioria das moças, que nunca tinham visto o membro de um homem, ao vivo e a cores, pareciam que queriam se fundir umas as outras, de tão assustadas estavam. Mas quando um deles se aproximou mais do grupo e com voz suave e pausada, sentenciou:
- Fêmeas... da... Terra.... queremos.... conhecer.... vocês.... Queremos.... copular.... com …vocês…saber qual ... sensação... que... sentem... no... ato sexual.
Quando eles se aproximaram ainda mais, aparentemente para darem início as suas "experiências" a debandada foi geral, cada uma saindo em disparada em direções diversas, "Salvem-se quem puder, cada uma por si", até parecia o lema das adolescentes. Só quem não ficaram tão "assustada" foi Marcela, Lívia e as outras cinco monitoras, pois afinal de contas, elas já tinham conhecimento destas coisas.
Mas mesmo assim ficaram, apavoradas quando viram que as moças foram logo seguras, cada uma por muitos sujeitos, que desordenadamente, acariciavam os corpinhos das pobrezinhas. Marcela tentou ir em socorro de uma jovenzinha, que derrubada quase ao seu lado, gritava desesperada, enquanto três rapazinhos tentavam o estupro, um atrapalhando o outro em suas investidas. Mas se viu logo derrubada por quatro ou cinco deles, e sem poder resistir, foi estuprada sucessivamente, por uma quantidade enorme daqueles seres. O mais estranho era que eles aparentavam não ter nenhuma experiência em fazer sexo. Agiam de modo atabalhoado, uns preferindo a vagina, outros o ânus, se atrapalhando mutuamente.
Não sabem quanto tempo ficaram ali, jogadas no chão, com os estranhos rapazes se revezando entrando e saindo de dentro delas. Eles não demoravam mais de um minuto e logo gozavam, despejando uma quantidade incrível de esperma e logo um saía e outro ocupava o seu lugar e sempre era a mesma rotina, entrada, se movimentava um pouco e logo ejaculava. Marcela não conseguiu saber quantos gozaram dentro dela, mas foram bem mais de dez em sua vagina e uns três ou quatro no ânus. Foi tanto porra dentro dela, que os últimos, quando enterravam os membros em sua buceta, saía esperma pelos lados, pelas paredes vaginais.
Pode observar que todas as garotas estavam sofrendo o mesmo processo, pois espalhadas por enorme área, cada uma estava cercada por quatro ou cinco homens, que quando saiam de dentro de uma, ia logo para outro grupinho e assim eles foram se revezando, no estupro coletivo das jovens.
O coração de Marcela de partiu em pedaços, pois sabia que quase a totalidade das jovenzinhas, eram virgens. Ela nem pensava em si, pois mulher de 32 anos, já tinha conhecido muitos homens em sua vida. Mas nada parecido com aqueles seres que as estavam violentando. Apesar de terem pênis enormes, que pareciam nunca amolecer, eles agiam como rapazotes, sem nenhuma experiência com mulheres. Mas ficou deveras assustada, pois logo descobriu que eles não eram seres do planeta Terra, pois passaram a se comunicar com uma estranha forma de linguagem, parecia mais como se fossem assobios, que variava de agudo para grave, quando eles gozavam.
Foi neste momento que Marcela teve a percepção que todas elas, as trinta e nove ocupantes de seu ônibus, foram abduzidas, por seres extraterrestres, que as estavam usando para saberem como era fazer sexo com nossas mulheres. Depois de muito tempo os seres, parecendo estarem satisfeitos, foram embora, do mesmo modo que vieram, sumindo no horizonte.
Ficaram estiradas no chão, do jeito que eles as deixaram, principalmente as adolescentes, que depois de sofrerem sucessivos estupros, por tantas horas, sangravam abundantemente. As coitadinhas não tinham ânimo nem para saírem de onde estavam, espalhadas por uma grande área. A grande maioria delas estava em choque e foi muito difícil para Marcela, dar atendimento para todas, mesmo contando com a ajuda de três das monitoras, pois as outras três, estavam também em choque.
Mas sem razão aparente, Marcela começou a se sentir muito sonolenta, tentou resistir e percebeu que quase todas já estavam mergulhadas em sono profundo. Quando acordou, se sentiu nova em folha, nem parecia que fora tão brutalmente atacada pelos seres. Mais surpresa ficou ainda, quando percebeu que todas as outras, estavam tão bem como ela mesmo. Examinou uma das jovenzinhas, ao seu lado e viu que ela estava integra, não sangrava mais e percebeu que tanto a vagina da jovem como o ânus, não apresentavam sinais de estupro.
Que coisa de louco, como isso pode acontecer? Todas elas foram estupradas por muitas horas, no entanto, ali estavam, tão intocadas como antes! Marcela resolveu. Então, revelar o que sabia, que aqueles seres não eram humanos, que eles tinham poderes sobrenaturais e que elas estavam em poder deles. Algumas das jovens, já sabiam ou desconfiavam disso.
Mas o mais estranho de tudo, é que elas não tinham fome nem sede, nem frio ou calor, apesar de estarem nuas. Então decidiram não ficarem paradas naquele lugar, onde os seres as atacaram e partiram em sentido contrário, de onde eles tinham vindo. Caminharam até a exaustão, mas nada mudava, parecia que aquela planície verde não tinha fim. Com a inutilidade de seguirem para "lugar nenhum", desistiram e resolveram se agrupar, pois parecia que assim quebravam a monotonia do lugar e se sentiam mais confortáveis.
Não sabem quanto tempo depois, pois nada ali, lhes permitia medir a passagem do tempo, viram surgir no horizonte, novamente, os seres e sabiam que tudo se repetiria novamente. Assim foi, todas foram estupradas, por uma quantidade bem maior de "homens" e por muito mais tempo. A única diferença é que, agora, eles aprenderam, como se faz a coisa e agora cada um esperava pacientemente que o outro terminasse o estupro, para só então iniciar o seu. Eles demoravam, também, mais tempo para atingir o orgasmo e eram mais calmos ao penetrarem nas moças.
Este tipo de coisa passou a ser o modo de vidas delas, serem estupradas pelos seres, entrarem em sono e depois acordarem, tão virgens como antes. Até Marcela, ao se examinar, verificou, com espanto que voltava a ser virgem. Que coisa mais absurda! Ela que tinha dormindo com muitos homens! Como podia ser isso? Mas o mais extraordinário é que elas não comiam nem bebiam nada, desde que ali estavam, aprisionadas naquele ambiente, talvez outro planeta ou nave espacial, e não sentiam necessidade de se alimentarem.
A única coisa certa para Marcela e todas as outras é que eles voltavam, vindo não sabem de onde, e os estupros se sucediam, numa rotina sem fim. Todas já estavam tão resignadas a serem fodidas pelos seres, que até passaram a colaborar com eles, facilitando a penetração e agora também tinham orgasmos, junto com eles.
Mas o mais apavorante de tudo foi quando Marcela, Lívia e mais oito moças ficaram gravidas e quando ela acordou do seu sono rotineiro, não estava mais junto com as moças, agora ela estava deitada numa espécie de maca, com muitos seres a examinado com estranhos aparelhos, principalmente sua barriga e seios. Estavam fascinados com a transformação do seu corpo, se preparando para ser mãe. Marcela sabia que devia estar no terceiro ou quarto mês de gravidez. Apesar de não estar amarrada à maca, não conseguia se mexer e eles continuavam a examiná-la cada vez mais atentos, introduzindo alguns estranhos objetos, bem fundo, em sua vagina. Conversavam agitados, numa infernal sinfonia de assobios, ao verem numa enorme tela, os resultados dos exames
Quando, algum tempo depois, acordou de um sono provocado por eles, percebeu que não estava mais gravida e um dos seres, lhe falou: - Fêmea da Terra, o cruzamento da nossa raça com a tua, até agora, não pode ser feita, o ser que estava dentro de você não sobreviveria fora do teu corpo. Teve de ser eliminado. Vamos libertar vocês dez e vamos continuar as fecundando, temos certeza que nossa ciência vai encontrar um meio das fêmeas da tua espécie gerarem um ser perfeito, tal como nós.
Marcela quase foi à loucura, pois compreendeu que elas estavam condenadas a serem simples cobaias daquela estranha espécie, e então tentou uma jogada desesperada. Quando estava sendo examinada por alguns dos seres, lhes disse, que não adiantaria eles ficarem fazendo experiência com as outras "fêmeas", pois só algumas delas podiam gerar um outro ser, a prova estava ali, somente as que ficaram grávidas, as outras não podiam gerar "crias".
Por incrível que possa parecer, eles acreditaram nas palavras de Marcela e então tomaram uma decisão: Eles não mais mandariam aquele verdadeiro batalhão, para copular com as demais garotas, que estavam retidas no "campo" e ficariam com as que podiam "gerar outros seres". Marcela sentiu um grande alivio, pois sabia, que pelo menos, a maioria das moças estariam livres do terrível destino a que ela e as outra nove estavam condenadas.
Para Marcela, Lívia e as outras oito garotas, não havia salvação. Não mais voltariam ao "campo", ficaram aprisionadas num local, que tinha o mesmo tipo de piso, grama curtinha e com tonalidade verde forte. Era um quadrilátero, com no mínimo uns trinta metros de lado, despido de qualquer outra coisa, era só a maldita grama. Ali dentro elas tinham as mesmas sensações de antes, ou melhor dizendo a falta de sensações, pois não tinham fome sede, frio ou calor.
Marcela e as outras, por poucos segundos, viram a forma real desta extraordinária forma de vida, eram seres diminutos, com no máximo cinquenta centímetros de altura, com enormes cabeças e pequenos braços e pernas. Foi uma visão muito rápida e aterradora, pois logo, o desatento, retornou a ser o belo rapaz, com que se apresentava a elas.
Todas as dez, continuaram a serem penetradas por eles, isto se repetia de forma rotineira, como lá no campo. A única diferença era que agora, elas eram levadas para um outro recinto, onde deitadas numa espécie de mesa baixa, eram fodidas, somente por um ser, enquanto muitos outros, ficavam apenas observando. Afinal de contas, elas eram as cobaias e os "observadores" pareciam ser cientistas ou qualquer coisa parecida.
A primeira a ficar grávida, foi Ritinha, uma mocinha de apenas dezesseis anos e logo depois Lívia e eu, mas como da primeira vez, fracasso total. Depois de sermos examinadas a exaustão, éramos adormecidas e quando acordávamos, os fetos já tinham sido removidos, nem sabíamos como.
Esta absurda rotina continuou por muito, muito tempo. Num isolamento total, sem nada para quebrar a monotonia, nos contávamos historias e piadas, e nos divertíamos narrando o modo gozado deles fazerem sexo com a gente. Lívia até disse que na próxima vez iria chupar o pênis do cara, queria ver a reação dele. Marta, uma jovem, bem morena, nos confessou que já tinha feito isso umas duas vezes e que os sujeitos, quase foram a loucura.
Este passou a ser o nosso único meio para não ficarmos malucas naquele lugar infernal. Se eles estavam a nos foder, pelos menos iriamos tirar prazer disso. Não sei das outras, mas eu passei a ter orgasmos espetaculares com eles, aproveitando que o caralho deles, não "amoleciam" de jeito nenhum e me esbaldava. Até ensinei aos seres a praticarem o 69 e quando voltava ao quadrilátero e contava a elas o que tinha feito, ficavam horrorizadas, mas eu tinha certeza de que muitas das minhas colegas de prisão, também passaram a fazer o mesmo.
Ficamos tão viciadas em praticar o sexo com os seres, que ansiosas esperávamos os chamados deles. Não tínhamos ideias do que eles estavam fazendo com os nossos corpos e com as nossas mentes, mas tínhamos a sensação que algo estava ocorrendo. Nosso apetite sexual estava extraordinariamente elevado, não podia se uma coisa natural. Eu, particularmente, não me satisfazia nunca, desejava ter sempre um pênis dos seres, dentro de mim, não me importando se fossem de, vinte ou trinta deles, quanto mais melhor.
A vontade de copular não cedia nunca e o mais incrível era que nossas vaginas estavam sempre prontas para a próxima penetração, sem nenhuma dor ou ardência e em todas as vezes eles gozavam e ejaculavam e nosso organismo absorvia tudo, não sei que merda eles fizeram, mas se fosse possível calcular, acho que já tinha alguns litros de sêmen em nossos úteros. Nossa única função ali, era servir de fêmea para eles e para isso estavam alterando todo o nosso aparelho reprodutor e acho que até o nosso DNA.
Ficamos bastante assustadas, quando eu, Lívia e Marta, recebemos a notícia de que estávamos grávidas. Até aí nada de mais, pois isso já tinha acontecido muitas vezes, acredito que somente eu já tenha engravidado oito ou noves vezes, desde que estava no "quadrilátero". O que nos assustou, desta vez, foi a surpreendente rapidez com que nossas barrigas cresciam, quase que a olhos vistos. Fiquei tão gorda, com um barrigão enorme, crescendo para os lados e para a frente, que confesso, pensei que estava gerando um pequeno monstrinho. Sentia que minha barriga era "chutada" sem cessar, pela "coisa" lá dentro.
As três "gestantes" fomos levadas para um local onde ficamos deitadas sobre uma espécie de maca, pois de tão pesadas, tínhamos dificuldades de nos locomover. Eu me virava para o lado direito e via o tamanho assustador da barriga de Martinha, que era bem maior do que a de Lívia, mais assim mesmo menor do que a minha. Em pouco dias, ela começou o trabalho de parto. Seria bem melhor que eu não tivesse visto o que aconteceu em seguida. Eles deram algo para ela cheirar e me pareceu que Martinha dormiu. Eles prenderam suas coxas nas laterais da maca e aí a "ninhada" começou sair pela vulva escancarada, ninhada sim, pois eram pequeníssimos seres, medindo pouco menos que meio palmo. Eram tantos que perdi a conta, acredito que eram mais de vinte.
Fiquei tão aterrorizada vendo aquilo, que fiquei em estado de choque. Não sei quanto tempo fiquei apagada, mas quando acordei, me sentia outra pessoa... minha barriga tinha voltado ao tamanho normal. Eu também tinha dado a luz aos meus "ratinhos". No outro lado, Lívia também estava sem barriga. Estávamos tão fracas, que ficamos deitada, sem ânimo para conversarmos, ainda abaladas e assustadas com o que aconteceu com a gente.
Bem mais tarde, recebemos a visita de alguns deles e ai ficamos sabendo que tínhamos gerados setenta e dois "filhotinhos" idênticos a eles e que quarenta e cinco eram fêmeas. Era tudo o eu eles precisavam, fêmeas para dar continuidade a raça deles. Pois uma estranha anomalia genética, dizimou toda a população, digamos "feminina" da civilização deles. Desde então, procuraram por todo universo conhecido, uma raça que pudesse gerar filhos e a única que apresentou alguma possibilidade disso eram as fêmeas do planeta Terra.
Aquilo era monstruoso demais, só eu tinha gerado trinta e quatro seres para eles. Não sabia que teria condições de conviver com isso, sabendo que não passava de uma "ratazana", capaz de dar à luz a um montão de ratinhos, era o que eles me pareciam ser. Minha mente entrou em parafuso, assim como a de Lívia e Marta. As duas pareciam estar em estado de choque. Eu não conseguia me comunicar direito com as outras sete garotas, que ficaram abaladas ao nos verem neste estado. Antevendo que elas poderiam serem as próximas a passarem por este processo. Mas logo, todas voltaram a dormir.

Não sei o que aconteceu, mas consegui acordar e tomar o controle do ônibus, a gritaria histérica das meninas era ensurdecedora. - Calma pessoal, já tenho o controle do veículo. - Minha nossa! Nunca vi nevoeiro desta aparência.... Surgiu e desapareceu de modo tão rápido! Ainda bem que tive tempo para frear, antes que caíssemos no abismo. Realmente, o ônibus estava a poucos menos de um metro à beira de um enorme despenhadeiro.
- Tenho uma notícia triste para vocês garotas, estou completamente sem freio e não poderei continuar, pois adiante só teremos descida. Vamos voltar e fazer o conserto dos freios. Ainda hoje poderemos prosseguir com a nossa viajem, nada está perdido!
Mas uma coisa estranha estava acontecendo, por mais que tentassem, não conseguiam avisar suas famílias que estavam retornando, pois as baterias de todos os celulares estavam totalmente sem carga. Logo Lívia aventou a ideia de que aquela neblina, pudesse ter ocasionado isto.
Um ano e dois meses, depois do sumiço do ônibus das excursionistas, a central começou a receber os sinais do GPS do veículo de Marcela. O estardalhaço foi enorme... como isso podia estar acontecendo! Logo um verdadeiro cortejo partiu, direcionado pelos sinais, cada vez mais fortes.
As moças ficaram surpreendidas, pois conforme o ônibus ia avançando, todos, veículos e pedestres, se afastavam e pareciam surpresos por ver, tanto o veículo como elas mesmos. Marcela ia em marcha lenta, sabia que não tinha frios.
- Minha nossa! Vejam meninas…estamos sendo seguidas por uma multidão de todo tipo de veículos! Até parece que vencemos algum torneio importante! -Não estou entendo nada, por que tanto reboliço? Tudo isso é porque não seguimos viagem?
Mas a surpresa maior foi quando Marcela foi obrigada a parar o ônibus, pois uma quantidade enorme de veículos "oficiais" lhe barrava o caminho. Quando muitos homens e mulheres entraram no veículo, e as olhavam com curiosidade, Marcela exclamou: - Gente não sei o que está acontecendo... nós estamos voltando porque fiquei sem os freios... não aconteceu nada demais, todas estão bem!
Duas semanas depois, as trinta e nove ocupantes do ônibus, ainda estavam sendo submetidas a uma enorme bateria de exames e o próprio veículo, também. Afinal de contas todas ficaram desaparecidos durante um ano e dois meses e elas juravam que não se tinha passado nem quatro horas, desde que partiram para a excursão programada. Exames comprovaram que todas estavam exatamente como saíram de suas casas, mesmo peso e altura…e tão virgens como antes.
O mistério do acontecido, nunca teve uma explicação razoável, a não ser a hipótese, levantada por muitos...elas foram abduzidas. Marcela e as outras custaram a acreditar nisso, mas contra os fatos não pode haver argumentos contrários.
Marcela, algum tempo depois, voltou a sua vida normal, mas nunca mais tece coragem para dirigir outro ônibus. Vida normal é o modo de se dizer, pois agora, ela estava com um apetite sexual extraordinário e trocava de amantes, como se troca de roupas.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:30 de novembro de 2014 01:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 30/11/2014.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • n sei
    Postado porn seiem12 de fevereiro de 2016 19:07

    O, querido Emerson, como isso pode ter acontecido idiota?

  • emerson teixeira
    Postado poremerson teixeiraem29 de dezembro de 2015 10:47

    nota 9...Este conto realmente aconteceu? qual o local e região?

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*