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ALICE, PRISONEIRA DA MALDADE - 1ª PART

ALICE, PRISIONEIRA DA MALDADE – 1ª parte

Passeio pelo shopping sozinha, toda alegre por estar fazendo coisa censurável. Minha mãe pensa que estou na escola. Mal sabe ela que uma ou duas vezes por semana, cabulo as aulas e me divirto como nunca. Mamãe é aeromoça e está sempre fora de casa, ela só faz rota nacional. Lá em casa, somos somente as duas. Eu estudo em turno integral, diz ela que é para eu não ter “ideias malucas”, ficando muito tempo sem fazer nada. Coitadinha dela, não sabe de nada, pois apesar de ter uma carinha de menininha comportada, sou bem sapeca e não gosto muito de ficar trancada em casa, prefiro dar as minhas “escapadas” e me divertir nos shoppings da cidade, a coisa que mais aprecio no mundo.
Mamãe contratou uma senhora, Dona Marta, para ser a minha “babá”, e que mora lá em casa. Ela deveria ser o meu “cão de guarda”, mas descobri que é uma sapatona, que procura esconder de todos essa sua condição. Então fizemos um trato, Marta me dá liberdade para fazer as minhas “peraltices” e vez que outra, deixo que me dê alguns beijinhos. No início, eram beijos inocentes, só nos lábios, mas fui gostando da coisa e em uma noite, estando quase dormindo em meu quarto, quando ela chegou e me pediu uns beijos. – Tudo bem Marta, mas seja breve, pois estou com muito sono. Mas ela não foi nada breve, se deitou por cima de mim e foi me beijando com volúpia, enfiando a língua em minha boca, nas minhas orelhas e mordendo e chupando meus ombros e pescoço. Quando me dei conta, ela estava tentando tirar minha camisolinha, mesmo muito excitada tive forças, na última hora, de a repelir, assustada com o que ela estava tentando fazer. Ameacei contar tudo para mamãe. Marta ficou muito chateada comigo, mas se conteve, imaginando que com o tempo ela conseguiria vencer minha resistência. Afinal de contas ela era uma mulher de 32 anos, com muita experiência neste tipo de coisa e eu não passava de uma garota ingênua e inocente, com apenas 16 aninhos.
Na verdade, o meu forte não era estar me esfregando em rapazes e muito menos em garotas, apesar de já ter idade em que muitas jovens da minha idade já tinham experimentado de tudo em matéria de sexo. Eu nem namorado tinha, não que eu fosse assexuada, mas ainda não tinha sido atraída pra o sexo oposto.

O que mais gostava era de vagabundear pelo shopping, toda sapeca, chegava as 10 e só voltada para casa por volta das 18 horas. Fazia de tudo lá, ver filmes, patinar, divertir-me nos brinquedos e comer besteira nas áreas de alimentação e até paquerar um pouquinho. Mas naquela, manhã, quando vi o garotão, não resisti, ele era o cara mais lindo do mundo. Alto, loiro, com a carinha mais bela e um corpão de fechar o comércio. Ele estava sozinho em uma mesa quase ao lado da minha. Fazia seu lanche, sossegadamente, sem dar bola para ninguém, nem para as meninas que passavam e se abriam toda para ele.
Eu não tirava o olho dele, embebecida e ele nem bola me dava. Já estava achando que o gostosão, era viado. Mas quando ele levantou o rosto em minha direção e deu aquele sorriso, quase morri de emoção e de vergonha. Eu o estava fixando sem nenhum pudor. Baixei os olhos, mas já era tarde, ele me tinha pego em fragrante. Quando levantou e se aproximou, quase meti a cabeça por debaixo da mesa, de tão nervosa e encabulada que fiquei. – Bom dia garota! Posso me sentar ao seu lado? Não me ache atrevido, mas é que vi que você não tirava os olhos de mim!
- Me desculpe, mas é que eu o achei muito parecido com um colega da escola, mas agora sei que foi engano meu. Foi uma desculpa esfarrapada, mas foi o que achei na hora. Além de muito atraente, ele não era como os outros rapazes, que me paqueravam nos corredores do shopping, alguns até me convidando para foder com eles e outras indecências. Ele tinha a cara de ser um sujeito gente boa.
Até a voz e o jeito dele falar me encantaram e pela primeira vez na vida, se ele me pedisse para ser sua namorada, eu aceitaria. Gente... Não sei o deu em mim! Gamei no cara imediatamente. Ele logo se apresentou, se chamava Eduardo e tinha 22 anos e estava no último ano de química, morava e estudava em um outro estado, mas estava passando uns dias na casa de uns amigos em nossa cidade.
Fiquei triste em saber disso, primeiro se estava por poucos dias aqui, não poderia ser candidato para ser meu primeiro namorado. Em segundo lugar, ele era um pouco velho, para uma fedelha como eu. Um pouco precipitada, fui logo perguntando quantos dias ele pretendia ficar na cidade. Eduardo olhou bem nos meus olhos: - Tudo depende, se encontrar alguma coisa atraente e simpática por estas bandas, posso prolongar minha visita.
Minha nossa! Atraente e simpática... será que ele estava se referindo a mim? Meu coração acelerou e fiquei vermelha. Não sei se ele notou, mas pude perceber uma “faísca” em seu olhar e baixei os meus olhos, sem saber o que falar. Quando aproximou sua cadeira da minha e segurou minha mão, eu quase desmaiei. Realmente eu era uma idiota, que nem sabia se comportar, na presença de um rapaz. Mas quando ele, dizendo que eu sabia muita coisa dele e eu nem o meu nome lhe disse. – Eu quero saber tudo a seu respeito, garota! Pedi desculpas pela minha grosseria: - Meu nome é Alice e tenho 16 anos. – Que nome bonito! Você é uma garotinha muito linda, o que está fazendo sozinha num shopping, em plena manhã de uma sexta-feira? Já sei... tá esperando o namoradinho! – Eu não tenho namorado e estou cabulando aula. Ele deu uma risada e apertando minha mão com força, que suava ao seu contato, exclamou: - Que menina sapeca! Linda como uma princesa de conta de fadas e ainda não tem namorado! Curioso, foi indagando de tudo a meu respeito. Com quem e onde morava e porque eu ainda não tinha namorado.
Toda mole, com ele agora segurando minhas mãos fui lhe dizendo tudo que queria saber a meu respeito, até que minha mãe era aeromoça e que eu estudava em turno integral, mas que vez que outra, ia para o shopping no lugar de ir ao colégio. Que minha dama de companhia, me dava cobertura.
Logo notou que eu estava “enfeitiçada” por ele e que era muito ingênua, inocente e sem nem me dar tempo para respirar; - Eu quero ser o teu namoradinho! –Você aceita ser a minha namorada, Alice?
Eu engasguei, não sabia o que responder e gaguejando, com as palavras quase não saindo de minha boca: - Quero sim, Eduardo, quero ser a sua namorada. Meu Deus, finalmente, venci meus medos, e estava iniciando um namoro. Ele espalmou as duas mãos em meu rosto e jubiloso: - Encontrei a coisa atraente e simpática, nesta cidade. Por enquanto vou ficando por aqui. Meus amigos vão me permitir que fique abusando mais um pouco da hospitalidade deles.
Ficamos o resto do dia no shopping e eu estava cada vez mais caída por ele. Gentil, cavalheiro e bem falante. Como era possível que em poucas horas, eu me sentisse tão bem na companhia de um rapaz! Logo eu que era um autêntico bicho do mato, em matéria de homem. Fomos patinar, almoçar e nos divertimos como nunca. Ele parecia que adivinhava todos os menus gostos. Era a minha alma gêmea. As 17 horas, eu me lembrei que já estava quase na hora de ir embora, pois se chegasse fora de hora, Marta com certeza iria me dedurar para mamãe. Mas Eduardo, me olhando com aquela carinha de anjo, me convidou para ir ver um filme. Eu lhe disse que não dava e lhe expliquei porquê. Mas ele insistiu e falou para eu ligar para a chata da minha governanta e lhe dar uma desculpa. Ele, muito esperto, me instruiu direitinho, de como eu devia tapear a boboca.
- Marta, eu estou saindo do colégio, mas não vou para casa. Temos um trabalho de geografia em grupo que deverá ser apresentado na segunda-feira. Como hoje é sexta, três colegas e eu resolvemos ir para a casa de uma delas e iniciarmos o serviço lá. Vamos terminar muito tarde e talvez eu durma na casa dela.
-Tudo bem Alice, mas eu quero o telefone de lá! – Fiquei muda, sem saber o que responder, mas Eduardo, que estava colado ao telefone, rapidamente, escreveu um número de telefone celular e eu sem pestanejar, passeio o número para Marta. – Mas tarde eu vou ligar, para saber se está tudo bem com você.
- E agora Eduardo? De quem é este número de celular? Ela vai ligar com certeza! – É dos meus amigos. Deixe comigo, vou resolver isso num instante. Fique sentadinha aí, que vou ligar para o meu amigo, volto num instante.
Mas ele não voltou num instante, demorou quase vinte minutos, ao telefone e Alice de longe, observava ele gesticular enquanto falava ao telefone com o tal amigo. Ele olhava para a garota e lhe sorria.
Toda faceira e ansiosa para ir logo ver o filme, toda melosa, não tirava os olhos de Eduardo. Mas se pudesse ouvir que ele tanta falava com o amigo, sairia dali em disparada.
- Ela é a coisa mais gostosa do mundo, tem apenas 16 aninhos e está pronta para o abate. Imagine só Carlitos, ela nunca namorou e está gamada por mim. ...Pode deixar cara, ela é muita ingênua, dei um jeito e tenho certeza que pudemos ficar com ela, esta noite e o restante do sábado, se for necessário, o domingo todo. .... Não seja besta Carlitos. Nada de desovar a menina. Ela não vai poder nos dedurar, pois não nos conhece e nem vai saber para onde a levaremos. Acho até que ela vai ficar bem quietinha, não terá coragem de abrir o bico.
- Agora vou desligar, mas quero que você chame o pessoal e me espere na saída do shopping. Mas peça para Carminha e Fátima irem arrumando tudo lá no “matadouro”, diga a elas que estamos levando uma ovelhinha bem novinha para ser tosquiada, como elas encomendaram.
No escurinho do cinema, o que menos interessava para Alice, era o filme, pois Eduardo, a abraçava pelos ombros e com o rosto colado ao dela, passeava com os lábios em seu rosto e em sua nuca. Toda mole, se deixava acariciar e quando ele começou a lhe dar pequenas mordidas e enfiar a língua em sua orelha, sentiu um arrepio em todo corpo e não pode deixar de soltar um suspiro de êxtase. Nunca em sua vida sentira sensação tão gostosa. Minha nossa! Que coisa mais gostosa é namorar!
Não soube o que fazer, quando ele começou a lhe beijar o pescoço e os ombros, com leves chupões, a molhando com sua saliva. Nesta altura, estava toda arriada na poltrona e ele inclinado sobre ela, passeava com a língua por todo o seu rosto, pescoço e ombros e lhe dando fortes chupões, deixando-a com manchas vermelhas, enquanto com a duas mãos espalmadas, friccionava fortemente seus cabelos, em toda extensão de sua cabeça, embaraçando, em seus dedos os loiros cabelos de Alice, que se sentia morrer com suas carícias.
Aquela fricção em sua nuca e seus beijos molhados e chupões, estavam tirando de Alice, todo o seu controle e de boca aberta, suspirando pesadamente com o coração quase saindo do peito. Não teve como impedir, quando sentiu a mão pousar em seus joelhos e depois num só movimento, muito rápido, subir por baixo de seu vestido até a cintura e sem se deter ali, descer por dentro de sua calcinha. Deu um grito de surpresa, abafado pela língua dele, que nesta altura estava toda dentro de sua boca. Fechou as coxas fortemente, com os dedos dele se movimentando atrevidamente na entrada de sua grutinha, que toda molhada, demonstrava o alto grau de excitação de Alice. Pela primeira vez na vida, estava sentimento na carne, este tipo de prazer e não teve como evitar que ele continuasse, deslumbrada com o que estava sentindo.
Ainda teve forças, para numa última tentativa de evitar o toque atrevido, pedir que ele não fizesse aquilo. Eduardo sabia perfeitamente, que ela estava entregue e que não lhe resistiria. Com o lábio inferior dela dentro sua boca, chupando-o com força, continuou a dançar com os dedos na bucetinha virgem. Aos poucos, ela foi separando as coxas, dando livre acesso aos dedos invasores. Com os Gemidos de prazer, abafados pela boca de Eduardo, sentiu quando os dedos aceleram o vai e vem dentro de seu canal vaginal, quase atingindo o seu selinho protetor, não resistiu e sentiu que seu corpo estava sendo atravessado por uma descarga elétrica. Deu um tremendo grito, dentro da boca do rapaz e praticamente desmaiou em seus braços, com os dedos ainda dentro de sua xoxotinha.
Quando foi se recuperando do seu primeiro e devastador orgasmo, continuou quase que deitada na poltrona, com ele chupando seus seios como um louco, sem tirar os dedos atrevidos.Com os olhos fechados, braços caídos e pernas abertas, respirando com dificuldades, estava toda entregue à ele. Sabendo que podia fazer com ela tudo o que quisesse, tirou os dedos da buceta e desceu até o ânus. Alice teve um choque ao sentir o dedo todo melado, fazer movimentos circulares, querendo invadir seu buraquinho. Com os seios sendo chupados e com o dedo alguns centímetros dentro de seu cuzinho, foi levada a ter outro orgasmo e agora com a boca livre, gemeu alto, chamando a atenção de dois casais, que nas últimas fileiras do cinema, faziam os mesmo que eles, se amavam.
Quando saíram do cinema, Alice, livre da arrasadora emoção que a dominou lá dentro, chorava baixinho, sendo abraçada com carinho por Eduardo. Muito nervosa e envergonhada, não conseguia encarar o rapaz e ele, gentil: -Meu amor não necessita ficar neste estado, o que fizemos lá dentro, é o que todos os namorados fazem. É normal, todos fazem e gostam – Eduardo, eu nunca pensei que seria capaz de deixar que um rapaz fizesse isso comigo, nem sei onde meter a cara. Não fique assim, querida! Tome chupe esta pastilha, ela vai ter acalmar um pouco. O que é isso, Eduardo? Vá diluindo bem lentamente, sem engolir, é apenas uma coisinha bem fraca, que vai ajudar a acalmá-la. Alice levou a pastilha à boca e fez o que ele recomendou.
Pediu para ir ao banheiro e por lá ficou quase vinte minutos, se lavando e tentando entender o que tinha acontecido. Sem coragem de o encarar, com os olhos voltados para o chão, disse que queria ir embora para casa. Meu anjinho, acho que não seria uma boa ideia, ir para casa agora. Enquanto você estaca lá no lavatório, recebi uma ligação da minha amiga Carminha e ela disse que aquela tua governanta ligou, perguntando por você. Ela se passou como a mãe de uma das “colegas”, enquanto Fátima, que também falou ao celular se fazia passar por uma de suas colegas, ela disse que estavas estudando com as outras meninas e que como já era muito tarde, você dormiria lá e que aproveitaria o sábado para terminar o trabalho. Que era para ela não se preocupar, pois no fim do dia seguinte, o “meu marido”, a levaria para casa.
Alice, que ainda estava com a pastilha na boca, quase no fim, estava, nesta altura, se sentindo, bem calma, e ficou eufórica, com a solução que ele encontrou. E onde vou ficar este tempo todo? Não posso dormir aqui no shopping!
-Não fique ansiosa, meu amor, vou te levar para a casa da minha amiga Carminha. Vamos ficar lá até o anoitecer de amanhã e depois eu a levo para sua casa, não antes de fazer você ficar tão louca, como lá no cinema.
Alice, que nunca tinha feito coisa igual, dormir na casa de uma pessoa estranha, mas ao pensar que Eduardo ficaria com ela, este tempo todo, sentiu um frio na espinha e concordou com ele, com o coração na mão, imaginando o que poderia acontecer, pois tinha certeza que não teria forças para resistir as suas carícias. Só em pensar nisso, se sentia novamente excitada, com sua calcinha úmida entre suas coxas e sem pensar em nada, se agarrou à Eduardo e o beijou apaixonadamente, sem se importar com os olhares do pessoal a sua volta. – Meu querido, estou louca para sentir novamente as tuas caricias. Estava muito “elétrica”, sob o efeito da inocente pastilha, que ele lhe deu para a “acalmar”

Continua em: Alice, prisioneira da maldade – 2ª parte

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de setembro de 2014 23:37

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 06/09/2014.

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