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Anne Mary gosta de ir pro motel com um cara bom de foda

Anne Mary gosta de ir pro motel com um cara bom de foda


Meu nome é Anne Mary, tenho 23 anos e sou uma loira muito gostosa. Não tenho falsa modéstia em afirmar isso, pois desde muito cedo, ainda novinha, é o que ouço da boca dos homens, junto com muitos outros elogios obscenos. Mas isso não me incomoda nem um pouco, ao contrário, fico orgulhosa e muito poderosa.
Para manter este meu status cuido muito bem do meu corpo, frequentando academias e salões de beleza e até faço defesa pessoa, sendo perita em MMA, que são artes marciais que incluem golpes de luta em pé e técnicas de luta no chão. Como notam, sou bem "fodinha" e sei muito bem o que faço.
Nunca se sabe quando um engraçadinho quer passar dos limites e em 2 ocasiões, já derrubei uns atrevidos, que queriam me levar a força para o estacionamento da boate.
Meu porte físico me ajuda muito a me defender destes abusados, pois tenho 1,75 metro e muito rápida com os pés, modalidade de luta de minha preferência. Sou solteira e moro sozinha, num bom apartamento não tendo de prestar contas da minha vida com ninguém. Adoro meu trabalho e as minhas baladas pelas boates da cidade. Vez que outra, encontro um cara que me agrada e a noite termina geralmente num motel, me deliciando com os caralhos deles. Vida melhor do que a minha não existe.
Apesar de ser uma loba solitária, em busca de sexo e aventuras, em minhas andanças noturnas pela cidade não tenho nenhum receio, pois tenho confiança na minha capacidade de me defender e acredito nos meus anjos protetores, sei que posso contar com eles. Podem até achar bobagem minha, em acreditar nestes anjos, mas esta é a minha fé.
Neste sábado em especial, estou na minha boate preferida, dançando e bebendo super animada, pois um gatão maravilhoso, ficou de olho gordo pra cima. Na pista dançamos bem agarradinhos e eu sinto, no meio de minhas coxas, o volume enorme da sua ferramenta. Fico toda mole e me aperto o mais que posso ao seu encontro. A pica dele, deliciosa, roça minha xoxotinha e quando ele me convida para irmos embora, eu aceito sem pestanejar. Estou excitada e louca para trepar com o cara.
- Para qual motel vamos Paul? - Vou te levar para um lugar super legal, bem melhor do que qualquer motel, você vai gostar muito, gatinha. No meio do caminho, ele foi super gentil e carinhoso e eu com tesão ao máximo, não via a hora para comer aquele cacetão, que já alisava com as mãos, por dentro de suas calças.
Só não gostei muito do tal lugar "super legal" que ele disse. Achei o casarão muito discreto e sombrio, mas enfim, se era para dar uma boa foda, servia.
Mas quando entramos e ele fechou a porta, Paul se transfigurou. Já não era o sujeito carinhoso de antes. Seu olhar era duro como pedra e eu no mesmo instante soube que tinha entrado numa fria. Não fiquei com medo, pois confio em mim e nos meus anjos protetores.
Venha até aquela outra sala, mulher... vais ter uma bela surpresa! Totalmente alerta, pronta para dar uma lição no safado, o segui até a sala indicada, ele e que teria uma boa surpresa e ainda levaria uma surra. Mas quem foi surpreendida fui eu. No local, sorridentes, estavam mais 4 homens. Puta que pariu, eu podia ser muito boa de luta, mas não era páreo para 5 caras.
Com a adrenalina a mil, bem rápida dei meia volta e corri para a porta principal do casarão e ... minha nossa, ela estava fechada a chave. Quando, com muito medo, me virei, os 5 sujeitos já me cercavam. Na tentativa de os surpreender, derrubei o mais próximo, com um fortíssimo chute no saco e um outro, consegui acertar no joelho. A princípio assustados com o meu ataque. Logo se recuperaram. Nunca levei tanta porrada na vida, naquele momento e contra tantos, de nada adiantou o meu conhecimento de defesa pessoa. Fui sendo trucidada pelos covardes, nem os meus anjos protetores vieram em minha ajuda. Enfurecidos por eu ter atingido para valer 2 deles, só pararam de me bater, quando caí ao chão, desfalecida, sangrando pelo nariz e lábios, depois de levar um "milhão" de tapas, socos e chutes.
Quando acordei, sentia muitas dores pelo corpo todo, tinha ficado inconsciente por mais de 5 horas. Estava deitada sobre um grosseiro tapete e duas moças cuidavam dos meus ferimentos. - Onde estou garotas? Você está trancada junto com a gente, neste maldito casarão. - Trancadas! - Quem são vocês?
- Somos tão prisioneiras como você, e acreditamos que todas teremos o mesmo destino. Com muita dificuldade, Anne levantou a cabeça e pode ver que, no recinto, estavam 6 belíssimas moças, todas muito jovens e parecendo muito assustadas. - Que destino é esse, garotas?
- Seremos levadas para o leste europeu ou para o oriente, não sabemos bem. Seremos leiloadas como escravas sexuais. - Porra! Então é isso.... Eles são traficantes de mulheres! - Sabem quando eles pretendem nos embarcar? - não temos ideia, mas eles falaram que só nos levariam num "lote de 10", você é a 7ª, portanto eles ainda terão de sequestrar mais 3 garotas.
- Que bando de canalhas! - Eles já incomodaram vocês sexualmente? - somente eu e aquela ali no canto, que não somos mais virgens.... Eles dizem que as garotinhas de cabacinho intactos e bem novinhas, valem muito mais no mercado do sexo internacional. - Você ainda é virgem? - Só que for no buraco do nariz, pois nos outros, muitas picas já entraram!
- Graças! Agora seremos 3 para sermos divididas pelos 5 safados! Todas as noites, nós 2 servimos de depósito de porra para os canalhas.
Eu estava com muita raiva, como me deixei cair numa cilada destas. Não devia ter aceitado ir para a casa dele. O local certo seria num motel ou no meu próprio apartamento, nestes lugares, mesmo que ele quisesse me atacar, eu o dominaria facilmente. Mas não adianta chorar pelo leite derramado. Fui idiota, mas este é o meu defeito, quando o sexo me chama, esqueço de tudo.
Na noite anterior, nem os meus conhecimentos de defesa pessoal teve sucesso, pois eles eram muitos e nem os filhos das putas dos meus anjos protetores vieram em minha ajuda. Eu tinha de deixar de acreditar neles.
Mesmo com a ajuda das meninas, tive dificuldades de ficar em pé, pois meu corpo estava dolorido em tudo que é lugar. Eles me bateram muito. Muitas horas depois, já estava me sentindo bem melhor e foi quando fomos surpreendidas, dois deles abriram a porta do nosso quarto prisão e jogaram ao chão, 2 sacos pretos, amarrados pela boca. - Cuidem muito bem destas duas mercadorias aí, agora só fica faltando uma.
Corremos para tirarmos as moças de dentro dos sacos e quando o fizemos, ficamos assombrados. Eles tinham capturado duas meninotas, de no máximo doze anos, que ainda estavam vestidas com uniformes da escola. Os miseráveis não escolhiam mais suas vítimas, agora até crianças eles sequestravam, para serem vendidas como simples mercadorias do sexo. Fiquei horrorizada. Queria poder socorrer aquelas 8 jovens, mas como, se eu mesma estava na mesma situação. Pedir ajuda ao céu, não ia adiantar nada, pois até os meus anjos me abandonaram.
Mas para mim, ainda estava reservado coisa muito pior, pois na noite seguinte, dois deles, entraram e sob a mira de pistolas, me obrigaram a segui-los. Fui levada para um amplo quarto, no andar térreo e tão logo entrei, recebi um soco na boca do estomago e cai quase sem folego. - Você é muito valente e gosta de brigar, não é mulher? Fui arrastada para à cama de casal ao mesmo tempo que muitas mãos iram rasgando minhas roupas. Agora você vai ser a mulher de todos nós e só sairás daqui quando estiveres domesticada.
Durante a noite inteira, fui abusada pelos 5 homens, de uma forma que eu, com toda a minha experiência de sexo, jamais podia pensar que existia. Todos os meus buracos foram invadidos de uma maneira animalesca. Às vezes eu tinha 3 membros dentro de mim, na buceta, no ânus e na boca. Desta vez eu não senti prazer, só dor, muita dor, com dois paus enterrados ao mesmo tempo no meu cuzinho enquanto um outro derramava uma quantidade enorme de porra na minha garganta.
Eu estava em período fértil e recebi muitas "cargas" de espermas, lá no fundo de minha sofrida bucetinha. Não costumava tomar a pílula, então além de fodida, poderia ficar buchuda, mas acho que para onde eles me levariam, isso não deveria ter nenhuma importância. Incansáveis, faziam dupla penetração, ou melhor dizendo, tripla penetração, pois sempre tinha um membro em minha boca. Durante todo o tempo eles não pararam de me bater, me dando muitos tapas e chicotadas.
Não podia entender o porquê de tanta selvageria e crueldade, se para as outras duas garotas, eles só fizeram sexo, violento na verdade, mas só sexo.
Somente quando fui levada para o quarto-prisão é que pude entender, pois lá, já estavam mais três meninas, tão jovens como as últimas, autenticas fedelhas de escola do primeiro grau. - Agora já são 11 as nossas mercadorias e você como a mais velha não irá junto.
Tagarelas e sádicos, faziam questão de nos dizer, que nesta mesma noite, as garotas seriam levadas, dentro de caixotes para a doca central, onde um iate, especialmente preparado as levaria para o outro lado do mundo. Eu era "carga" excedente e seria "descartada", depois de mais algumas seções de sexo animalesco.
Eu me apavorei, pois sabia que depois de ser estuprada mais algumas vezes, seria assassinada. Eles não poderia deixar nenhuma pista par trás.
Tudo transcorreu como eles planejaram e já madrugada alta, todas as meninas já tinham sido levadas para o iate e eu amarrada à cama por meio de uma corrente fixada em meu pescoço, servia aos dois que ficaram, para dar sumiço em mim. Depois de um tempo em dupla penetração eles saíram do quarto e quando voltaram, o mais velho deles, trazia um afiado punhal.
Com o olhar sinistro dele, apontando o punhal em minha direção, logo compreendi que tinha chegado a minha hora. Gritei e esperneei muito e lutei como uma leoa, pois estava com os braços livres e apesar de muito enfraquecida, tentei resistir. Tudo inútil, os dois amarraram os meus tornozelos nas laterais da cama, me deixando com as coxas separada. Com os braços livres, levei as mãos ao meu sexo, numa louca e inútil tentativa de o proteger, pois na verdade eu estava em pânico total. O mais novo dos homens, nu, arriou sua bunda fedorenta em minha cara, esfregando o seu buraco em meus lábios, enquanto prendia os meus braços. Pude ouvir a risada do monstro, com ele, sentado por cima de meus joelhos. - Querida você tem uma bucetona muito gostosa, tão gostosa que agora eu vou, com este punhal abrir toda ela, de cima a baixo, para ver o que tem lá dentro. - Espere mais um pouco cara! - Deixe ao menos eu cagar na boca desta vadia.
O terror que senti ao ouvir isso, foi tão grande, que em total desespero, dei uma mordida enorme no cu do cara, quase arrancando um pedaço, antes que ele me fizesse de privada. Ele pulou fora e gritando de dor me deu um tremendo soco no rosto. Com o sangue saindo dos meus lábios partidos, vi o punhal do outro, descendo em direção à minha vagina e apavorada berrei como uma louca, sabendo que, andando na corda bamba como eu fazia, já algum tempo, seria de se esperar que algum dia eu pudesse ter este fim.
Não sei o que aconteceu, mas senti o sujeito cair sobre o meu corpo, ainda segurando o punhal, que com o seu peso, penetrou mais de um terço em minha barriga. Os tiros disparados pelos meus anjos protetores, atingiram em cheios os dois meliantes. Antes de desmaiar me esvaindo em sangue, ainda pude murmurar para Richard: - Doca central... iate.... 11 moças... vendidas, vá rápido...anjo querido.
Fiquei muito tempo hospitalizada, pois o punhal fez um a estrago tremendo em minha barriga e ainda por cima sofri alguns "reparos cirúrgicos" em meu rosto, machucados pelos muitos socos recebidos. Já quase recebendo alta hospital, tive a visita de Richard e de mais 3 dos meus anjos protetores. Eu estava com muita raiva deles. - Vocês são uns grandes filhos da puta, deviam estar na minha cola o tempo, me protegendo, no entanto fui estuprada por todos os canalhas, torturada e quase morta e vocês nada de aparecerem.
- Desculpe querida, mas tínhamos de esperar mais um pouco, pois afinal, você ir para a cama com um cara, não nos dava prova de nada, pois fazes isso com frequência. - Mas é só por dever policial, pois sou uma agente federal, bancando a isca para vocês.
- Anne, houve uma falha técnica e o chip implantado em você, deixou de funcionar e não podemos mais te rastrear. Sabíamos a tua localização, naquela região da cidade, mas era uma área enorme. Com muitos carros percorrendo todas as ruas, finalmente conseguimos captar o sinal do teu chip, que estava muito fraco, mas fomos eliminando os prédios possíveis e finalmente chegamos até você. Mas o mais importante de tudo é que você está viva e que salvamos todas as meninas. Toda a maldita quadrilha de traficantes de mulheres foi desmantelada e até a conexão internacional, caiu em nossas mãos.
Alguns meses depois, eu estava de volta às ruas, fazendo o meu trabalho, bancando a isca, para tirar de ação as quadrilhas que fazem tráfico de mulheres e de sobra, alguns outros tarados que fazem da noite, armadilhas para as incautas mariposas noturnas.
Esta é a minha profissão, sou paga e muito bem paga, para me arriscar desta forma. Eu confio nos meus anjos protetores, agentes federais, especialmente preparados para isso. Mas com a graça do bom Senhor, nem sempre eu encontro safados no meu caminho, e na maioria das vezes, eu termino minhas noites, fazendo amor com um sujeito bem intencionado e bom de foda.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:30 de janeiro de 2015 00:29

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 30/01/2015.

Comentários

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  • Edilene
    Postado porEdileneem22 de fevereiro de 2015 10:49

    Esta história deveria virar um filme ou seriado. Muito legal mesmo.

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