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As duas Vidas de Alice

AS DUAS VIDAS DE ALICE

Alice tem 16 anos, é uma linda moça, com cabelos pretos curtos, ligeiramente ondulados. Olhos vivos, castanhos escuros, de pele clara e macia. Tem 1,67m e um corpo proporcional e bem distribuído para a sua estatura. Lábios carnudos com contornos bem delineados. Ela tem uma beleza juvenil que a todos encantam e uma paixão por esportes, principalmente pelo ciclismo, preferindo a este por eventuais namoradinhos, apesar de ser muito assediada pelos garotos, mantendo-se virgem até agora. Sempre que pode ela participa de algumas provas de ciclismo de estrada e de Mountain Bike. Ela tem duas bicicletas de montanha e uma speed de última geração em alumínio e carbono. Nesta semana ela está se preparando para uma prova de montanha, praticando nas cercanias da fazenda de seus pais, pois aqui há ótimas trilhas, com muitas subida e descidas. Alice, ignorando as recomendações de segurança, está atravessando um terreno particularmente perigoso, sem nenhum apoio de terceiros. É um trecho com diversas e grandes irregularidades e local muito isolado. Demonstrando destreza e excessiva confiança, ela vai vencendo os obstáculos, mas os imprevistos acontecem e uma grande pedra, que parecia firme no solo, se solta e leva com ela Alice e sua bicicleta, ladeira abaixo. São quase 100 metros de um forte declive, que termina nas águas caudalosa do Rio Bravo. A bicicleta, toda retorcida, é tragada pelas águas e Alice, muito ferida, tem a sorte de se agarrar a um tronco e é levada correnteza abaixo.
Os pais de Alice, Eduardo e Marta, estão muito apreensivos, pois já é quase noite e Alice ainda não retornou. Com o passar das horas, já alarmados, eles organizam uma grande busca, com todos os empregados da fazenda. Usando lanternas e tochas, percorrem todas a possíveis trilhas, mas nenhum indício do paradeiro de Alice. As buscas continuam noite a dentro e nos dias seguintes, já agora com o auxílio de um verdadeiro batalhão de voluntários, amigos e colegas da família. Ao final do quinto dia de buscas, os bombeiros encontram a bicicleta de Alice, alguns quilômetros rio abaixo. A comoção é geral, pois agora eles tem certeza que Alice, por uma infortúnio do destino, rolou para a morte, nas águas do rio. Desde então e por muito tempo, todas as buscas se concentraram ali, em busca do corpo da moça. Somente 30 dias depois as buscas foram oficialmente suspensas, apesar de que Eduardo, com o auxílio de alguns empregados e colaboradores, ainda vasculharam toda a margem do rio, em muitos quilômetros. Três meses, depois de uma angustiante e infrutífera busca, Eduardo e Marta, se dão por vencidos e choram a morte prematura de sua querida filha.
Alice se agarra com as forças que lhe restam ao tronco, que corre veloz rio abaixo. Sabe que sua única chance de salvação é aquele pedaço de árvore, pois machucada como está, não teria forças para nadar e direção à margem. Durante toda a noite ela é levada pela forte correnteza. Consegue subir no tronco e continua a avançar quilômetros e quilômetros no dia seguinte. Já é noite novamente e a garota, montada em seu improvisado, meio de transporte, enfraquecida com a perda de sangue e com quase 72 horas, ao sabor do rio, jaz desfalecida, nem sente quando o tronco encalha em um curva fechada do rio. Alice, quase a morte, foi levada a mais de 900 quilômetros rio abaixo.
Tonho, Zé Pedro e Bira, rústicos pecadores que vivem sozinhos em uma pequena cabana, isolados de tudo e de todos. São homens que vivem da pesca e ocasionalmente levam seus pescados, à vila mais próxima, para trocar por produtos básicos para a sobrevivência. São sujeitos, com 46, 50 e 55 anos respectivamente; avessos à civilização e extremamente ignorantes, não sabem ler nem escrever. Não gostam da companhia de outras pessoas e preferem a sua vidinha, sem passado, presente ou futuro, a qualquer outra coisa. Madrugada alta, os três, como de costume, se dirigem ao rio para a pescaria costumeira, pois está é a melhor hora. Zé Pedro leva o maior susto do mundo ao pisar em alguma coisa mole. – Merda! O que é isto? Tonho traga o lume aqui, quero ver no que pisei! – Nossa Senhora dos Aflitos! É uma mue morta...defuntinha da silva! Que desgraceira grande... esta merda tinha de parar logo aqui em nossa casa! - O que vamos fazer...se a gente avisar na vila, vai chegar um montão de bostinhas, pra tirar nosso sossego e fazendo um montão de perguntas bestas! – Vamos empurrar de volta ao rio, que outros achem este porcaria!
Bira, o mais calmo, se aproxima do corpo de Alice, a examina bem de perto e dá um berro. – Puta merda! A mue ainda não é defunto, a desgraceira ainda respira. Os matutos, ficam a olhar o corpo de Alice, sem saber o que fazer. Jogar de volta ao rio, não podem...pois já mataram neste mundo de Deus, quase tudo...menos gente! Se chamarem os homens da vila, vai ser a maior zueira do mundo, e adeus sossego. O que fazer? Tonho dá a grande ideia. – Vamos levar a mue pra cabana...se ela vira morta, a gente joga no rio de volta, se ela vive a gente, cuida e a solta na estrada, lá em riba, de modo que o mundo cuide da vivente. Decisão tomada, Zé Pedro levanta o corpo ferido de Alice e o joga, como um saco de Farinha, nos ombros e a leva para a rústica cabana. Durante muitas semanas, Alice fica entre a vida e a morte. Seus ferimentos são tratados de modo rude pelos pescadores, mais o tempo que ficou exposta à cruel natureza do rio, cobra pesado imposto e ela delira em febre alta, com forte pneumonia. Somente com a ajuda de Deus Alice vai sobrevivendo, pois se dependesse dos matutos, ela não estaria mais neste mundo. Porém o mais incrível acontece, os rudes homens, acostumados a se bastarem a si próprio, se encantam pela adolescente, não tanto como mulher, mais como um débil animalzinho, que precisa ser cuidado com muito carinho. Alice é alimentada com sopa de peixe e pirão d’água e uma vez ou outra, com feijão e arroz. Para cuidar dos ferimentos, eles a despiram e as suas roupas, em frangalhos, não mais a cobrem. Eles, encantados com o belo corpo da moça, a cobrem de carinhos, passeando com as mãos calosas, todas as suas delícias, mas nem por um momento, por mais estranho que possa parecer, tiveram a intenção de a violentarem...eles não fariam isto com a sua coisinha, a sua pequena bonequinha.
Quando Alice começa a tomar conhecimento do mundo, os três querem saber de tudo o que aconteceu com ela. A jovem olha, sem expressão, para os três rostos a sua frente...mas não pode responder a nenhuma de suas perguntas. Ela não sabe quem é, não sabe o que aconteceu com ela e apenas tem leve noção de ser tratada com muito carinho por eles. Alice se sente muito fraca e não tem ânimo para nada, sente um enorme vazio em sua cabecinha e apenas se deixa cuidar pelos três. Zé Pedro, lhe dá um nome e eles passam a chama-la de “Princesa do Rio “que ela aceita de bom grado. Nesta altura, os pescadores, nem pensam mais em “a soltar na estrada, lá em riba” como tinham planejado. Agora eles queriam que ela fique morando com eles, em sua cabana. Eles a tratam com carinho e a vestiram com uma blusinha e uma sainha para cobrir sua nudez. Para Alice, o mundo não existe fora dali, tudo se resumi a cabana, ao rio e as pecarias, que ela participa quase que automaticamente. Passou a cuidar dos três homens e da comida deles, como se fosse uma dona de casa. A pobre garota, tinha apagado de sua mente, toda a sua vida passada e agora ela é apenas uma rude pescadora, sem passado, vivendo apenas o presente. Na cabana, não existe camas, apenas redes e um fogão a lenha, feito de barro. Para preparar a comida, apenas uma suja caçarola, também de barro e algumas latas de marmeladas, que serve como pratos. Para beber, para o banho e para preparar a comida, só a água do rio. Este modo miserável de viver foi sendo incutido em Alice, que como um bicho perdido, encontra abrigo em qualquer toca. Não tem alegrias, nem tristezas, apenas um grade vazio e a monotonia vai tomando conta de sua cabecinha. Com o tempo, Alice e os pescadores, foram se tornando íntimos e eles agora, já trocam carinhos mais ousados e, estas são as únicas ocasiões em que a garota consegue ter algum tipo de estímulo e a excitação que sente ao ser tocada e a tocar os matutos, passa a ser sua única fonte de prazer, de se sentir viva. Ela passa a andar completamente nua, na frente deles, a se exibir ao máximo e a provocá-los, com gestos e posses, sem nenhum pudor.
Em certa noite, depois de comerem muito peixe com pirão d’água e de beberem muita cachaça, em vista da falta de iniciativa dos matutos, Alice decide se entregar a eles, dominada por poderosa excitação sexual. A Princesa do Rio, é a “rainha da noite”, sendo possuída pelos três, em todas as posições e maneiras possíveis. Sua ânsia pelo gozo sem balizas, não tem limites e ela é capaz de ter múltiplos orgasmos. Exigindo e facilitando ao máximo até a dupla penetração. Agora, Alice era a mulher dos três e dominada por uma insaciável sede de sexo, exige ser penetrada, todas as noites, dividindo seu corpo igualmente entre eles. Esta é a única razão da vida de Alice, que passa a dominar a vontade insipiente dos rudes pescadores, forçando que eles a fodesse a qualquer hora do dia ou da noite, mesmo quando eles, cansados de tanto sexo, se recusavam. Três anos se passaram e agora não existia mais a frágil garota, mais sim, uma rude mulher, de apenas 19 anos, calejada pela rotina da vida de pescadora e mulher que satisfazia e exigia satisfação sexual dos três matutos ao mesmo tempo, mas por uma Graça Divina, nunca engravidou.
Mas o destino de Alice, não está fadado a ser encerrado desta maneira, certa madrugada, depois de uma noite de muito sexo com os seu três homens, ela saiu sozinha para pescar nas margens do rio. A correnteza estava muito forte e ela avistou ao longe um tronco, que descia veloz rio abaixo. Foi como um choque, sua cabeça se encheu de angustia e uma voz, lá dentro, na sua mente, se fez ouvir...gritando por socorro. Deu um tremendo berro, como um animal ferido e alucinada se atirou ao rio, nadando furiosamente em direção ao tronco. Ela tem de se salvar...não pode soltar o tronco...senão morre afogada. Meu Deus, como pode ser tão burra e não perceber a pedra solta, na trilha. Tinha perdido a sua bicicleta, a sua mountain bike e agora tem de lutar para se salvar. Durante todo o dia, o tronco levou Alice, muitos quilômetros abaixo e ela desfalecida se deixou levar. Mais uma noite e outro dia, até que cessou sua louca corrida, trazendo um corpo, massacrado pelas águas e pelo sol escaldante.
O porto fluvial, bastante movimentado, nesta época do ano, de escoamento de safra, estava recebendo as águas de diversos rios, que desciam das “terra Altas”. As pequenas embarcações de apoiou portuário, tinham de tomar muito cuidado, com a sujeira e os troncos trazidos. O mestre de um rebocador viu ao longe um tronco que flutuava calmamente ao sabor das águas...mas notou algo estranho, um corpo estava à cavalo no tronco... um corpo de mulher. Imediatamente sou o alarme e manobrou seu barco em direção ao inusitado achado. Realmente era uma mulher que parecia estar morta. Não era a primeira vez que tinha recolhido gente morta, boiando nas águas daquele estuário, mas sobre um tronco, era a primeira vez. Passou um rádio para a capitania do porto e tratou de prender o tronco ao rebocador, deixando para as autoridades, o dever de recolher o corpo. Com toda tripulação curiosa a observar, alguém gritou alarmado. – Ei gente! Ela não está morta! Mexeu um braço! Foi um alvoroço geral, imediatamente o mestre ordenou que a mulher fosse trazida a bordo.
Quando Alice acordou, estava deitada em uma confortável cama de hospital, sob um olhar atento de uma enfermeira. Com a mente muito confusa, parecia que tinha acordado de um sonho muito demorado, mas como se fosse um pesadelo. Não tinha nenhuma noção de onde estava e apenas chamou pela mãe, chorando como uma criancinha. – Você está em um hospital, tudo está bem…– Minha jovem, qual é o seu nome? O que aconteceu com você? - Meu nome é Alice e eu estava praticando, ontem, mountain bike e por descuido caí no rio e quase me afoguei, ainda bem que vocês me salvaram, pena que perdi minha bicicleta. – Alice, minha querida, em nossa cidade, não é possível praticar o teu esporte, pois não temos montanhas por aqui... nossa região é uma planície costeira, bem longe das montanhas…Qual é mesmo o nome da tua cidade e o local que praticavas ciclismo? Quando Alice informou o nome de sua cidade e o local que estava a praticar o ciclismo de montanha. A enfermeira apenas arregalou os olhos e lhe disse. – minha jovem eu vou chamar o teu médico e já volto logo. A enfermeira foi conversar com o médico atendente – Doutor, há alguma coisa de errado com a nossa paciente...ela afirma que estava praticando ciclismo de montanha, no dia de ontem e que caiu no rio...mas acontece que a cidade onde ela estava, fica longe do litoral a mais de 1400 quilômetros. – Vamos tirar tudo a limpo, chame a Doutora Marlene, a jovem deve estar muito confusa e a Marlene saberá cuidar do caso. Quando a enfermeira e mais três pessoas, entraram no quarto da enferma, encontram um furiosa jovem, que berra palavrões e que tenta avançar para cima da enfermeira: - Sua vaca, puta de merda... de modo que ocê me deixou aqui, sem me escutar... e eu queria falar com ocê... mas tu só escutou esta outra zinha fresca, esta tal de Alice... Meu nome é Princesa do Rio e quero voltar pra casa, pra os meus homens e tem de ser agora, senão eles vão fazer ocês se arrependerem...seus putos, frescos de merda! A surpresa foi geral, mas com o auxílio dos dois médicos e do terceiro homem, detetive Chaves, a enfermeira conseguiu imobilizar a furiosa jovem, a aprendendo na cama, que somente depois de receber medicamento, relaxou e adormeceu. Doutor Belo olhou interrogativamente para a enfermeira e esta assustada, apenas balbuciou...mas era me disse que se chamava Alice e tudo o mais... e agora ela se diz chamar Princesa do Rio!!! Doutora Marlene, com seus longos anos de psiquiatria, interveio. – Calma gente...ela é Alice, mas também é a Princesa do Rio... são duas personalidades em uma só pessoa! Vamos ter de ter muita paciência e tentar descobrir qual foi a primeira a residir este corpo, a sua verdadeira dona! Ela deve ter sofrido um trauma ou uma tragédia, que não soube ou não pode resolver e isto desencadeou este problema, afetando sua mente e possibilitando o surgimento de outra personagem, talvez influenciada pelo meio em que vive. Mas o mais grave é que as duas personalidades ainda estão vivas. – Isto é o que chamamos de transtorno da dupla personalidade. O detetive Chaves, muito interessado no caso, do ponto de vista policial, se pronuncia. – Precisamos descobrir a família desta jovem, talvez isto nos ajude a solucionar o caso. Dra. Marlene concorda, mas afirma que o essa patologia ainda não apresenta resultados conclusivos e este caso se apresenta muito complexo.
Alice fica internada, agora na ala de psiquiatria do hospital e tanto ela como a Princesa do Rio, são entrevistadas pela Doutora Marlene e sua equipe. A Princesa do Rio não sabe informar nada sobre si mesma... idade, nome verdadeiro, nome de seus pais, etc. Só sabe informar que vive com três homens e que os ama muito, mas não soube informar o local onde mora. Ficando patente que a personalidade invasora é a Princesa do Rio e que a doce Alice é a verdadeira proprietário desta mente tão confusa.
Minha querida, eu vou lhe fazer algumas perguntas e você pode responder com bastante calma, sem nenhuma pressa. Alice informa o seu nome completo, idade, sua cidade e o nome de seus pais, o telefone da fazenda e até o celular do pai. Volta a afirmar que estava praticando, no dia de ontem, o ciclismo e que caiu no rio. Doutora Marlene, apenas anota tudo em uma caderneta e solicita que a enfermeira fique junto à paciente, não a deixando sozinha por nenhum momento. – É um caso muito interessante, comenta... vamos tirar a prova dos nove...vou telefonar para os pais de Alice... se esse for realmente o seu nome.
- Bom dia senhora...aqui é a doutora Marlene, do hospital central de Porto Belo, eu quero falar com a senhora Marta ou com o senhor Eduardo...pais de Alice...isso é possível? - Doutora...eu sou Marta... mãe de Alice.... Porem minha filha querida morreu a quase três anos...o que a senhora deseja saber? - Sinto muito em saber disso...mas por favor me informe como a sua filha morreu. Doutora Marlene recebe a informação da chorosa mãe e pede desculpas pelo incomodo e diz que é apenas para registro das ocorrências de óbitos. Não teve coragem de informar que possivelmente a filha de Marta ainda estivesse viva... e se não fosse ela, se sua paciente apenas estivesse pensando ser Alice...mas e as informações tão exatas que a jovem lhe forneceu! Curiosa foi pesquisar na internet se havia alguma notícia a respeito de três anos atrás. Abriu o Google Chrome e digitou o nome completo de Alice, seguido da palavra “ciclista” e assombrada recebeu um mundo de informações pertinentes, inclusive com fotografia de sua paciente, todas lamentando seu trágico desaparecimento...não teve mais dúvidas... Alice era Alice... a jovem dada como morta há três anos. Voltou a entrevistar Alice e descobriu que para a jovem, o tempo transcorrido entre o seu acidente e a data de seus salvamento, estava perdido na mente da jovem para sempre e que talvez não fosse de bom alvitre, trazê-los à tona, pois neste ínterim surgiu a personalidade, inculta e rude da Princesa do Rio, que se dizia amante de três homens. Sabe-se lá as terríveis provações que o corpo de Alice, sob o domínio da personalidade invasora, sofreu!
Quando Marlene, voltou a ligar para Marta e lhe informou que Alice não estava morta e que estava internada no seu hospital, Marta sentiu emoção tão forte que caiu desmaiada. Três dias depois, Eduardo e Marta davam entrada no hospital para abraçar a filha querida, que consideravam morta. O mistério do que aconteceu com Alice no tempo que ficou desaparecida, nunca foi solucionado e ficou enterrado para sempre em sua mente. Alice ainda ficou internada, sob os cuidados da doutora Marlene, por mais alguns meses, que conseguiu “matar” a Princesa do Rio da mente da jovem. Apenas um pequeno pedaço ficou enraizado e, agora, Alice, é impelida por um estranho e desconhecido desejo sexual, procura atender com os seus eventuais namorados, amigos e colegas.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:24 de fevereiro de 2014 02:21

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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