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Do fundo do baú

As gatinhas enjauladas

AS GATINHAS ENJAULADAS

Marlene, Marcela e Marta, são três lindas gatinhas, que estudam no mesmo colégio e moram no mesmo conjunto de classe média. São amigas inseparáveis e em comum, além da coincidência de seus nomes iniciarem com as letras, M, A, R; tem praticamente a mesma idade, 16 anos, com diferença de poucos dias. São jovens belíssimas tipo mignon. Marta, a mais velha, por 15 dias, tem vasta cabeleira castanho escuro, enquanto Marlene é loira e, Marcela, ruiva com cabelos quase na cintura. A rapaziada não deixa as garotinhas em paz, e disputam entre si a atenção das belas, como aconteceu no aniversário de 16 anos das gatinhas “MAR”, como eram chamadas pela rapaziada. Para economizar nos gastos, com o aniversário das suas filhotas, os pais das meninas, resolveram fazer uma só festança. As amigas ficaram entusiasmadas em celebrarem juntas a data.
Apesar de assediadas pela rapaziada, elas não têm namorados, apenas alguns “ficantes”, que sapecas, que dispensam, logo que eles começam a ficar “salientes”, com as mãos se insinuando em suas coxas e seios. Os garotos ficam malucos, enquanto elas levam tudo na gozação. Quatro “penetras”, que ingressaram na festa de aniversário das jovens, ficaram encantados com a beleza delas. Os sujeitos conseguiram dançar alguns vezes com as aniversariantes, até as “apertando” um pouco mais do que o normal. Elas, espertas, logo que sentiam algo as cutucando lá embaixo, dispensavam os caras, indo dançar com outros. Mas eles, insistentes, voltavam a dançar com as belas, fazendo “rodízios”, meio que as “iludindo” – Foi esse que me apertou! – Não foi...acho que foi o outro! – E isso durou até quase o dia amanhecer, quando o clube, deu por encerrada a recepção.

Os quatro “mauricinhos”, filhinhos de papai, eram “especialistas” em penetrar nas recepções de terceiros, principalmente quando sabiam que era aniversário de garotas. Lá eles podiam manter contatos com adolescentes ingênuas, a especialidade deles. Jorge, Adão, Rodrigo e Miguel, estudantes “profissionais” de uma faculdade particular, “fingiam” que estudavam administração de empresas, mas na verdade não queriam nada com o estudo e muito menos com trabalho. Herdeiros de grandes fortunas, só vivem gozando a vida, com mulheres e bebidas, sem nenhum respeito aos princípios mais básicos de dignidade e decência. Para melhor “proveito “de seu modo insidioso de vida, eles até construíram um lugar especial, fora da cidade, onde habituavam levar suas conquistas amorosas, passando dias em orgias desenfreada, onde a libertinagem imperava solta e que eles apelidaram de “Jaula das gatinhas”

Marlene, estava botando conversa fora com as amigas, Marta e Marcela, dias depois do evento social: - Nossa migas! Que coisa de louco... naquela noite, dancei tanto que até fiquei com os pés doendo! É eu também, dancei muito... mas o mais gostoso foi ficar nos braços daqueles caras! Eles me apertavam tanto que eu sentia o peruzão deles nas minhas coxas. – Nossa Marta! Não sejas tão desbocada! – Olha quem fala? Ontem você comentou que até gostou do “agarra-agarra” deles! É ... mas quando senti que estavam passando dos limites, tratei de sair fora! – Eles até que foram bacanas... quando a gente pedia, eles se afastavam numa boa! – Quem eram os gatões? Não são do nosso grupinho! – Tenho certeza que eram furões” mas que eram bonitões, isso eram! – Isso mesmo... lindos de morrer, muito diferentes destes bobões que vivem nos paquerando!

– Tenho até vontade de os encontrar novamente! – Eu até fiz uma coisa, que vocês duas não vão gostar! – Qual a besteira que fizeste, Marlene? – Vives mijando fora do pinico! – Nada de mais! Fui até o clube e perguntei ao pessoal da portaria, se eles conheciam os caras! – E daí... conseguiu alguma coisa? – Consegui sim! As duas garotas da portaria, me disseram que eles eram sujeitos muito bacanas e que até já tinham saído com eles... frequentando umas “festinhas” organizadas pelos rapazes e que tinham adorado tudo. Sabem de uma coisa... as “zinhas” estavam eram babando pelos caras! – Também não é pra menos... acho que até eu podia gostar deles! – Você, Marcela? Que até tem medo de namorar? - Eu não tenho medo...só não gosto, quando os moleques querem logo ir metendo a mão lá embaixo! Eles não querem namorar... só querem tirar sarro com a gente, e se deixarmos, eles vão contar pra turma, que meteram a mão boba na nossa piriquita! – E isso mesmo, miga. – Vamos deixar nossas “coisinhas” em paz...mesmo que as vezes elas fiquem meio que “babando”. As três, moleques, faziam estes comentários “pornôs” e desabavam em gostosas gargalhadas.

- Caras…vocês nem imaginam quem eu encontrei dois dias atrás, no shopping! – Fala logo, Miguel, deixe de frescura! – Tão lembrados daquelas gatinhas, lá do clube, que estavam fazendo aniversário? – É lógico que estamos lembrados, não dá para esquecer aquelas coisinhas lindas! – Pois é, Jorge, lá estava eu fazendo um lanche e quem eu vejo na mesa ao lado? – As três gatinhas! – Caras! Elas estão cada vez mais gostosas, prontinhas para o abate. E aí cara, o que rolou? – Tenham calma, caras, não sejam tão ansiosos! – Vou contar tudo, com riquezas de detalhes... tenho uma surpresinha pra vocês!

- Elas estavam ali bem ao meu lado e não paravam de cochichar, rindo e olhando para mim. Provavelmente estavam me reconhecendo. Vocês sabem como eu sou! Não perco uma chance dessas! - Logo fui até a mesa delas... e sem esperar convite, fui logo sentando e me atirando pro lado delas. – Olha gatinhas.... Tão lembradas de mim? Acho que sim! Pois estavam rindo e olhando para mim! – Estamos lembradas...lá do baile, no mês passado, respondeu timidamente Marta... você é.... – Sou o Miguel, que dançou com as três, naquela noite!

As garotas, tinham reconhecido Miguel e, Marlene logo chamou a atenção das amigas: - Este cara aí do lado não é um dos “penetras” do nosso baile? É sim...meu Deus! Como ele é bonitão! Retrucou Marcela. – Nossa estou lembrada das arrochadas deles, fiquei toda mole! – Deixe de ser assanhada...observou Marta.... Silêncio... Silencio! Ele tá vindo para a nossa mesa!

- Que coincidência encontrar vocês três aqui! Como é já arrumaram namorados? Agora já são mocinhas, não mais menininhas! Como sou bobo... é logico que três gatinhas lindas como vocês, já devem estar firmes com alguns sortudos! – Não, ainda estamos “solteiras” .... À espera dos nossos príncipes encantados! Se animou em responder, Marlene. – Não acredito! Não posso acreditar! – Me desculpem o meu atrevimento... mas três garotas...gostosas como vocês... ainda não arrumaram ninguém? – Não Miguel... é que nós não queremos namorar... os garotos são muito bobos e atrevidos! ...Você nos acha gostosas? Perguntou, timidamente, Marcela, com o rosto voltado para a mesa! É lógico que acho... vocês devem tomar muito cuidado com esses garotos... não passam de uns moleques imprudentes, que não medem os seus atos.
Aquela conversa, entre elas e Miguel, foi se estendendo neste tom. Elas sem nem saber o porquê, foram ficando “animadas” e até o incentivavam... pois afinal, estavam em um lugar público e estavam em três e ele, o bonitão, sem papas na língua, sozinho. Logo Miguel as convidou para iriem até um barzinho e as gatinhas, se entreolharam cúmplices e aceitaram o convite. – Vamos sim, Miguel, temos toda a tarde livre e estamos gostando do teu papo. Ele pagou a conta de toda e elas ficaram contentes, por não terem de desembolsar a grana do lanche. – Venham comigo, gatinhas, pediu Miguel, se dirigindo para o estacionamento do shopping. – Espera aí Miguel! Onde está nos levando! Ora! Para um barzinho muito confortável, aqui perto... vocês aceitaram! – Mas é que pensamos que era aqui mesmo, no shopping! – Não, meninas... aqui não tem nada que preste! É tudo “fuleiro”. Vocês vão adorar o local que as estou levando... é muito calmo e discreto! – Vai demorar muito? Não minhas lindas, em questão de duas ou três horas, eu as levarei para as suas casas! – Desculpe Miguel, antes vamos até o lavatório, já voltamos! O Pilantra ficou à espera delas... rezando para que aceitassem seu convite.

Marlene, Marcela e Marta, excitadíssimas, com a “molecagem” que estavam fazendo, confabulavam animadíssimas, mas com uma pontinha de ansiedade. – Será que devemos ir com ele até o barzinho? Não é meio arriscado? Indagou Marlene. – Não é não... é aqui pertinho e ele não vai ser louco de querer alguma coisa com a gente.... Se assim for, a gente faz como sempre, damos o fora nele e pronto! Foi o argumento de Marta. – Tudo bem... mas só vamos ficar no máximo três horas.
-Tudo bem, Miguel, vamos com você, mas queremos ir embora antes das 6 horas. – Antes disso, vocês estarão “nos seus ninhos”, podem ficar sossegadas! No luxuoso carro de Miguel, Ele pediu para as três irem, juntas, no banco traseiro. Elas ficaram encantadas com todos os acessórios em seu interior. Era televisão de alta definição acoplada a um aparelho reprodutor multimídia, com tela LCD de 3 polegadas e até uma geladeira embutida num suporte entre os dois bancos. Nunca tinham visto nada igual. Curiosas, abriram a geladeira veicular e ficaram espantadas com a grande quantidade de bebidas ali dentro, das mais variadas espécies.

O mais curioso é que tudo estava em pequenas garrafinhas. Whisky, cherry, conhaque, aguardente, rum, vinhos e até diversos sabores de licor. – Nossa Miguel! Tudo isso é para beber ou é apenas enfeite? - É lógico que é para beber, bobinhas! Vocês até podem abrir algumas garrafinhas se quiserem! Mas aconselho que não bebam nada forte... pois não muito novinhas e não devem estar acostumadas a bebidas alcoólicas! Aconselho saborearem os licores, eles são deliciosos e de diversos sabores. E as meninas assim fizeram, cada uma abriu uma garrafa com sabor de tangerina, - Nossa que delícia! Geladinho então, nem se fala! –Gostaram gatinhas? Então provem o licor com sabor de cacau... é o mais gostoso de todos!

Escutando a deliciosa melodia que tocava por muitos falantes embutidos, encostadas no macio e aconchegante estofamento, saboreando o delicioso licor de cacau, elas nem se deram conta, que já estavam rodando a muito tempo e já estavam saindo dos limites da cidade. Também isso, para elas, não tinha muita gravidade.... O que era realmente importante, era aquela sensação gostosa que sentiam em todo o corpo e que parecia estar a voar nas nuvens. Era tudo tão bom, que se olhavam e sem razão aparente riam muito. – Como é gostoso este negócio, Miguel! Vou beber mais um pouco! Posso? - Pode sim, Marlene... abra outras garrafinhas para as tuas amigas! – É isso aí... garotão... também quero mais uma! Marta conseguiu falar... quase deitada no assento. – Ih! Onde está Marcela? – Onde se meteu miga? As duas olharam em torno e viram que Marcela estava deitada, no carpete do piso. Que tu tá fazendo aí em embaixo, doida?

Muito tempo depois, Miguel estacionou o seu veículo, na garagem da “jaula das gatinhas”, o recanto preferido do quarteto. - Com Extrema facilidade, ele levou cada uma das menininhas, para o interior da mansão. As jovens sob o efeito de poderoso sedativo, misturado ao álcool do licor, estavam totalmente inconscientes e ele sabia que elas ficariam nesse estado, por no mínimo 72 horas, desde que lhes fossem aplicadas algumas doses” extras”. Foi o que ele fez, via intravenosa. Depois de trancar as jovens, na jaula das gatinhas, um recinto especialmente preparado para esta função, ele começou a tirar todas as roupinhas das garotas, as deixando completamente nuas.
Excitadíssimos, não pode se conter e por muito tempo, beijou e lambeu, cada uma delas. Chupando doidamente as bocetinhas virgens e o ânus, se lamentando que elas não estivessem despertas, pois assim seria bem melhor. Ele as lambuzou toda de porra, ejaculando em suas rostos e barrigas, mas com extremo controle, não as deflorou, mas com o dedo, pode verificar que as três ainda eram virgens realmente. Exultou com o fato. Depois de as limpar, Miguel, as amarrou, de um modo bizarro, completamente estranho. Em sua mente doentia, ele já tinha imaginado poder fazer isso, com alguma gatinha, mas agora o seu sonho de sádico estava se realizando, não com uma, mas com três; isso era o máximo, que nem sua perversão podia imaginar. Ainda passou uma noite inteira, enfiando a língua, covardemente, nas indefesas meninas. Ele as queria virgens, por enquanto, só a boca funcionou, todo o tempo, chupando as apertadíssimas jovens, tanto na buceta como no ânus. Na manhã seguinte, deixou as meninas em paz e retornou para a cidade, para contar a novidade para seus amigos... eles, com certeza, ficariam imensamente felizes com a notícia.

Ao anoitecer, os pais de Marta, preocupados com a sua demora, ligaram para o celular e não conseguiam se conectar. – Que coisa ... essa menina, não atende o aparelho! São quase sete horas, e a danadinha ainda não voltou do passeio com suas amigas! Vai receber uma boa repreensão. Os pais de Marcela e de Marlene, também estavam preocupados com a falta de notícias de suas filhas. Com o “coração na mão” as três famílias estavam reunidas no hall de acesso ao condomínio, ligando para todos os amigos e colegas das jovens, na tentativa de obter notícias das suas garotinhas. Ás nove horas, resolveram registrar o sumiço das garotas, já com todos os seus amigos e vizinhos, compartilhando de suas aflições.

Eu não falei, que tinha uma surpresinha pra vocês! – É melhor que tenhas mesmo, Miguel, pois ficastes dois dias inteiro sem dar notícias... até o celular não atendias! - Desculpem, amigos, mas é que eu estava muito ocupado, preparando a surpresa para vocês... mas agora está tudo pronto e eu posso revelar o que preparei. – Então fale logo, sujeito! – Você está nos matando de curiosidade! – Não vou lhes contar nada...prefiro mostrar para vocês... Vamos, vamos para a nossa “jaula” pois é lá que os aguarda o que preparei para a gente!
Quando o quarteto, chegou ao destino, Miguel os conduziu para a famosa jaula das gatinhas, estrategicamente montada no subsolo da mansão, que consistia em um amplo conjunto de quatro recintos. Quando Miguel Abriu a porta metálica do maior recinto, os três amigos ficaram de boa aberta, com o que estavam a ver.... Nossa, Miguel, que maravilha! Como você, sozinho conseguir fazer tudo isso! Foi pura sorte, as gatinhas praticamente se ofereceram para mim. O resto eu fui bolando, conforme as coisas iam se desenrolando. Elas são muito inocentes e burrinhas e depositaram em mim, total confiança. Você e genial Miguel... e agora o que vamos fazer, cara?
- Prestem bem atenção no que vou lhes falar, a muito tempo eu sonhava em fazer isso; mas nunca tive oportunidade e nem sabia que vocês topariam me ajudar. Foi por isso que fiz quase tudo sozinho. Preparei uma espécie de roteiro, que devemos seguir à risca. Eu estou cansado de simplesmente trazer garotas para a jaula e foder a vontade... estou cansado disso. Agora eu quero sentir um prazer inteiramente diferente, que venho sonhando a tempo. Quero a ajuda de vocês para isso! Tomem aqui, nessas folhas, eu detalhei tudo o que quero que façam... tenho este direito, pois fui eu que sequestrei as gatinhas, sozinho. – Podes deixar, cara...vamos te ajudar, pois estamos sentindo que vai ser uma coisa de louco! Cada um recebeu algumas folhas, detalhando tudo o que a mente pervertida de Miguel preparou, para as “suas gatinhas”.
Aproximadamente quarenta e oito horas depois da saída do quarteto, Marta começou a recobrar a consciência. Sentia enorme dor de cabeça e seu estômago parecia pegar fogo. Tudo em sua volta rodava e não tinha a menor noção de onde estava. Sentia muitas dores no corpo todo e muito frio. Tentou mover os braços e não pode, mas as pernas... sim, podia mover. Por alguns minutos ficou esperando passar aquela confusão em sua cabeça e quando pode abrir os olhos e perceber tudo a sua volta, foi tomada por enorme terror e em pânico, notou que Marcela e Marlene, estavam na mesma situação que ela. Tentou gritar por socorro, mas quase que em estado do choque, com os olhos arregalados, só conseguiu emitir uma espécie de ronco, saindo de sua garganta, tal qual um animal em agonia.
Pode notar, que suas amigas, também recobravam a consciência, movendo seus corpinhos, totalmente despidos e com os braços presos, igualmente, em roletes de madeira, com aproximadamente dois metros de comprimento e poucos centímetros de circunferência, parecendo paus de suporte de cortinas. As mãos presas nas extremidades destes tubos roliços, por tiras de couro, forçavam seus braços a se manterem abertos, tal qual espantalho em campo de milho. Cada pedacinho do braço e antebraço, estava preso ao “suporte” por muitas tiras de couro. O tubo passava por trás de suas nucas e mesmo ali, tiras igualmente prendiam os pescoços das garotas ao rolo. A posição era por demais incomoda, dolorida mesmo.

Minutos depois, as jovenzinhas, já recobradas das drogas e do álcool, choravam copiosamente e como bebezinhas, chamando pelas mamães. Depois da explosão de pânico e terror que as dominou por muito tempo, elas agora, deitadas de costas, soluçavam inconsoláveis. Amarradas como estavam, àquelas malditas varetas, ficando deitadas de costas, era a melhor posição, para evitar sentirem maiores aflições. Cada uma sofrendo, física e mentalmente e quando se olhavam, naquelas posições tão vexatórias e humilhantes, não se continham e voltavam a chorar copiosamente.
- Como viemos parar aqui? O que aconteceu? Não tenho lembranças de nada. Eram os lamentos de Marta, em meio a soluços. – Foi...foi o ...Miguel, conseguiu murmurar Marlene... ele nos drogou, tirou a nossas roupas e nos amarrou! – Mas porque ele fez isso? Ele tirou toda a nossa roupa... Meu Deus! Será que ele... que ele... fez “coisas” na gente? – Eu acho que não... não sei bem, pois não estou sentindo nenhuma dor na minha “bibinha”, mas ela está coçando muito e o meu bumbum também. Marcela, em profundo desespero. – Meu Deus! Eu também estou sentindo a mesma coisa! Acho que ele tocou na gente! Ele vai... vai fazer sim.... Vai tirar a nossa virgindade. – Não pode ser.... ele não pode fazer isso com a gente! – Quero ir embora... quero ir para a minha casa. E as meninas voltavam a se torcer toda e a chorar, maltratando ainda mais os seus belíssimos corpos despidos e amarrados, estirados no chão frio.
Mas o tempo foi passando e nada acontecia, a não ser, um certo conformismo das jovens, que envoltas em pensamentos sombrios, só agora, examinavam com maior atenção, o lugar em que estavam presas. Era um recinto muito amplo, com apenas duas portas e nenhuma janela. Estava bem iluminado e diversos tipos de móveis guarneciam o local. Elas não tinham noção, mas já se tinham passados quase três dias, que estavam aprisionadas, e a fome e principalmente a sede, as atormentava imensamente. Tropeçando e com grande dificuldade, Marcela conseguiu ficar de pé. –Vou ver o que está atrás daquelas portas! Quando chegou junto a primeira porta, foi que, abatida, percebeu que não tinha como abri-las.
Se virou de lado e com a extremidade do rolete que prendia seus braços, deus algumas batidas na porta, sem nenhum resultado. Debilitada, foi até a outra e fez o mesmo. Para sua surpresa a porta se abriu para dentro de outro recinto. Marcela pode ver que era um banheiro, um amplo banheiro; tentou entrar, mas “medindo quase dois metros de largura”, não teve como. Marlene, que já estava ao seu lado e com um certo humor negro, movida pelo desespero: - Amiga você é muito “gorda”, Entre de ladinho, que vai dar! Foi o que fez Marcela, conseguindo entrar no banheiro. Viu Uma pia, pingando água, um vaso sanitário e um box. Com a sede a atormentando e vendo o desperdiço de tanta água, sem nem saber como, pode se inclinar e com a boca, conseguiu abrir um pouco a torneira. Em desespero, enfiou o rosto dentro da cuba da pia e bebeu o que podia, sem se importar com a “porcaria” de seu ato.
Marlene, também queria beber e afoitamento tentou entrar no banheiro, mas com a “largueza” das duas, não foi possível. – Espere, amiga deixe eu sair, depois você entra! As duas se fartaram de tanto beber e só então se lembraram de Marta. Foram até a amiga, que continuava deitada, olhando fixamente para o teto. – Venha Martinha...lá dentro tem bastante água...venha, querida! – Não posso...não consigo me levantar.... Estou muito mal, amigas... acho que vou morrer! Realmente, das três garotas, Marta era a que estava mais debilitada. Seu frágil organismo não estava conseguindo resistir a privação, tanto tempo, sem água e comida.
Marcela e Marlene, inclinadas sobre a amiga, choravam em desespero. O que vamos fazer... ela não está resistindo... temos de ajudá-la...ajude nos Senhor! Decidida, Marcela retornou ao banheiro, encheu o quanto pode a boca com água e “beijando” a querida amiga, a fez engolir toda a água, transportada com tanto amor. Marta solveu tudo com gula e a olhando, implorou: - Mais...por favor mais. Marlene ao observar a iniciativa da garota, correu ao banheiro e fez o mesmo. Depois de muitas idas e vindas, Marta, chorando: - Obrigadas amigas.... Muito obrigado, e adormeceu com um sorriso sofrido no seu lindo rostinho.
Com o passar dos dias, elas já não sentem mais o ombro e os braços, imobilizados de maneira tão absurda. Bebem muita água, mas aos poucos vão perdendo as esperanças, estiradas no chão, inertes, não sabiam o que esperar, definhavam lentamente, com a falta de alimentos por tantos dias. – Acho que vamos morrer aqui... morrer de fome! Porque ele está fazendo isso com a gente... não fizemos nada para merecermos este inferno! Marlene ainda consegue murmurar, antes de fechar os olhos mergulhando numa espécie de torpor.
A porta se abre e os quatros sádicos entram no recinto, as garotas estão tão debilitadas, que nem sentem quando são levadas para uma espécie de banco de madeira baixa, onde são obrigadas a ficarem sentadas, presas pelas varetas ao encosto do banco. Então eles iniciam um “banquete diabólico”, onde cada uma, por vez, é apresentada a uma grande bandeja, com diversos tipos de comida. A primeira a ser “servida” foi Marta, que parecia ser a mais “necessitada” em ser alimentada. Com as mãos, os sádicos, se divertiam em enfiar comida na boca da garota, deixando cair restos pelo seios e barriga, que eles pegavam de volta com as mãos e entopem a boca, forçando-a a engolir tudo. Fraca como estava, quase inconsciente... mas demasiadamente faminta, Martinha consegue engolir tudo, mesmo tendo ânsias de vômitos. Eles se divertem muito com o sofrimento da menina. Depois fazem exatamente o mesmo com Marlene e Marcela.
No dia seguinte, eles repetem tudo novamente, pelo simples prazer sádico, desumano de verem o sofrimento físico e moral das jovenzinhas. Influenciados por Miguel, seguidor incondicional das histórias do Marquês de Sade, seus amigos, estavam seguindo o roteiro preparado por ele, onde a crueldade e a perversão sexual eram ingredientes obrigatórios. Miguel resolveu libertar as meninas do terrível castigo de as manter presas nas varetas. Ele sabia muito bem que, atados por tantos dias, os braços e mãos as garotas, ficariam inutilizados por um bom tempo, completamente dormentes.

Marta, Marlene e Marcela, já estão parcialmente recuperadas, tanto do jejum forçado, como das dormências nas musculaturas dos braços. Mas elas passam por novo trauma, uma vez ao dia, elas são surradas impiedosamente. Eles entram e as puxam do cantinho onde tentam se proteger e com as mãos nuas lhes dão dezenas de tapas. Elas correm desnorteadas de um lado para outro, mas eles as caçam por todo lado e tome tapas e chutes, com os pés nus. Quando elas se abraçam, tentando proteção mútua, são separadas com violentos puxões de cabelos. Este tipo de tortura diária, costuma durar uns 30 minutos aproximadamente. Elas gritam de dor, choram e imploram, mas nada adianta e os seus corpinhos despidos, ficam com manchas vermelhas por todo lado.

Vivem juntas umas nas outras, tentando se confortarem mutuamente. O estado de pânico delas é tão grande, que quanto eles entram no cárcere, elas se abraçam apavoradas, não sabendo o que poderão sofrer nas mãos daqueles doentes. Eles continuam as alimentando regularmente, agora, deixando que elas mesmas se sirvam, mas são obrigadas a usar as mãos, pois isso é exigência deles... nada de talheres. São servidas duas refeições por dia, almoço e janta... café da manhã, nem pensar Os dias transcorrem sem maiores novidades e agora, elas já estão acostumadas com as surras diárias e nem gritam mais, apenas gemem com o sofrimento físico.
Certo dia, eles resolveram conversar com elas e quem iniciou a falar foi Miguel: - Meninas, vocês são três lindas gatinhas e com corpinhos deliciosos. Este foi o principal motivo que nos forçou a trazer vocês para este nosso ninho. Sabemos que são virgens e que pouco conhecem da vida sexual... mas aqui vocês vã se tornar profundas conhecedoras de tudo que se refere a sexo. Vamos gozar e muito em vocês e queremos que vocês também sintam o mesmo por nos. Sei que estão traumatizadas com tudo que está acontecendo, mas aconselho a se conformarem, não lhes resta outra saída. Serão obrigadas a aceitar tudo o que vamos fazer com vocês e não dificultar a coisas... pois de nada vai adiantar.
As surras que estão sofrendo todos os dias, só serviram para mostrar o que poderão sofrer, que se negarem a nos obedecer. Se forem boazinhas... nada sofrerão, mas se bancarem as bestas, serão castigadas severamente. Percam as esperanças de se verem livres da gente, só as libertaremos, quando nos der vontade. As três são nossas escravas e sendo assim, queremos obediência absoluta. Qualquer ordem nossa que não seja seguida à risca, a escrava será castigada com 10 chibatadas. Se forem obedientes, lhes prometo, serão recompensadas. Entenderam tudo o que lhes falei? As garotas, escutavam o longo dialogo de Miguel, como que uma sentença de morte fosse. Estavam tão apavoradas e traumatizadas de tal forma, que nem conseguiram responder a pergunta que lhes foi peita.

Nesta noite as jovens não conseguiram dormir nem um minutinho, apesar do profundo cansaço que as dominava. Suas incipientes mentes, não conseguia processar tanta maldade no coração de uma pessoa, e logo ele, que parecia ser tão simpático... mas que na verdade, não passava de um demônio, transfigurado em homem. O horror e o temor do que poderia acontecer com elas, embaralhavam suas cabecinhas, e ao amanhecer, de tanto medo, não conseguiam parar de tremer.
No meio da manhã, quando os seus carrascos chegaram, o pânico se apoderou das meninas, que com os olhos esbulhados, apenas os fitavam, rezando que nada lhes acontecesse, Adão, um sujeito com cara de anjo, se aproximou do trio e ordenou: - Marlene, venha comigo! – Ela se agarrou às amigas: - Não...pelo amor de Deus, não faças nada comigo... tenha piedade! E gritando histérica, se agarrava as amigas, enquanto era, violentamente puxada por dois dos sujeitos. – Marlene...Marlene! Ontem eu avisei que qualquer desobediência seria severamente castigada.... Mas você parece que não acreditou. Dizendo isso, Miguel a puxou para o meio do salão, amarrou seus pulsos, com correias de couro, enquanto a menina se debatia como uma louca.
Depois ele a pendurou em ganchos que pendia do teto e ela ficou suspensa, sem os pés tocarem o chão. Marlene esperneava, completamente dominada pelo terror, mas de nada adiantou. Marta e Marcela, traumatizadas com o medo estampado em seus rostinhos. Miguel foi até elas e lhes falou: - Meninas, quero que vocês observem bem o que ocorre, quando uma de vocês teimam em resistir as nossas vontades. Em seguida fez um sinal com a cabeça para Rodrigo, que com uma chibata nas mãos iniciou a chicotear a pobre garota.
Foram dez chicotadas nas costas de Marlene, que berrava de dor. Ao termino da terrível seção, ela jazia inerte, gemendo de dor. – Marcela, você viu bem o que acontece com as teimosas? Vamos ver se você aprendeu a lição! Venha comigo, minha querida! Marcela olhou apavorada para o sofrimento de Marlene e para Marta, que de tanto medo, se encolhia toda no cantinho da parede, soluçando sem parar. E lentamente, acovardada, ficou de pé e seguiu Miguel e de cabeça baixo foi até onde os outros três estavam.
Sem nem dá tempo, para Marcela saber o que iria acontecer... ela se viu levantada do chão e posta numa estranha cadeira ou poltrona, não pode definir. Seus braços e pernas foram presos com correias, aos suportes do equipamento e então pode observar que, na verdade, ela estava amarrada numa espécie da cadeira ginecológica. Uma correia passada por sua testa a obrigava a manter fixa a cabeça ao encosto. Os suportes metálicos das pernas, foram sendo afastados, por uma manivela manual. Marcela se viu com as coxas, demasiadamente separadas, expondo por completo sua vagina para os quatros pares de olhos, que se aproximaram embebecidos com a flor rubra aberta para eles. A menina fechou os olhos e soluçando baixinho, se entregou às mãos do Senhor, pois sabia, que ela estava incapaz de impedir que fizessem o que bem entendesse com ela.
Marta, encolhida num canto, estava tão aterrorizada, com o que eles estavam fazendo com suas amigas, que enterrou a cabeça entre seus braços cruzados na altura dos joelhos e fechou os olhos fortemente, se recusando a ver o sofrimento de suas amiguinhas.
Marcela berrava, sem controle, enquanto os sádicos se divertiam vendo o desespero da jovenzinha. Marcela você tem uma bucetinha muito linda e nem se fala do teu cuzinho. Você é bem cabeludona, mas vamos tratar disso agora mesmo. Nós gostamos de xoxotinhas bem lisinhas. Por bastante tempo, Miguel e seus amigos, se revezaram no ato de depilar a vagina da menina e até os pelinhos em volta do orifício anal, foi aparado.
Sem maiores explicações, eles deixaram a menina presa à cadeira e foram até onde esta Marlene e a soltaram Liberta das amarras, ela caiu ao chão pesadamente, gemendo de dor, com as costas toda marcada pelos profundos vincos das dez chicotadas, olhava para os seus carrascos, como que a pedir clemencia.
- Marlene, você aprendeu que deve ser submissa à nossa vontade? Ela caída ao chão, com o rostinho transfigurado pela dor e pelo pânico, não atinou em responder à pergunta. Foi o suficiente para Jorge lhe desferir um forte chute na barriga. – Responda, cadela, você aprendeu a nos obedecer? – Com a dor e apertando o ventre, Marlene, quase que gritou para os seus carrascos - Sim... sim... eu vou obedecer, mas por favor, não me machuquem mais!
-Tudo depende de você, cadelinha... vamos te testar, se realmente aprendeste a lição. Vá até onde está a tua amiga Marcela e fique sentada naquele banquinho em frente dela. Marlene, cambaleando, conseguiu ficar em pé e mancando foi até onde Marcela estava amarrada à cadeira. -Você vai ficar bem quietinha, como uma boa escrava, enquanto a gente te prende à tua amiguinha.
O que se seguiu, foi uma coisa por demais revoltante, que só mentes doente poderiam conceber. Eles prenderam aos pulsos de Marlene tiras de couro e os amarraram por trás das costas de Marcela, a obrigando a um abraço forçado na amiga, com o rosto entre as coxas dela. Depois por muitas outras tiras, transpassadas pela sua nuca e pelas coxas de Marcela, foi posicionando sua boca ao encontro dos grandes lábios da vagina da amiga, separados pela posição forçada da abertura total das coxas.
Apertaram com tanta força as amarras, que a boca de Marlene estava colada à outra boca de Marcela. Vocês duas, como são meninas rebeldes, vão ficar aí, se beijando, até ela mijar na tua boca, enquanto isso não acontecer, ficarão presas ai. – Você Marcela deve estar com muita sede! Vamos matar a tua sede. Com instinto cruel, eles a obrigaram a beber muitos copos de água.
-Só a Marta é uma menininha obediente e ela vai ser recompensada... nós vamos sair e deixar vocês duas se divertindo, quando voltarmos queremos ver se ela mijou e se você bebeu a urina dela, e você Martinha venha conosco, vamos te dar o privilégio de ser a primeira a ser fodida pela gente, numa suruba bem gostosa.
Martinha, totalmente envolta em estado de terror, nem tomou ciência do que os canalhas estavam falando. Então Rodrigo foi até ela e a levantou do chão: - Venha querida, você vai gostar do bacanal com a gente. Sexo realizado em grupo é a coisa mais gostosa do mundo! Nunca mais irás esquecer esta experiência. A pobre garota, quase que em estado de choque, foi se deixando conduzir até um amplo quarto, no andar superior da mansão. Sem ter nenhuma noção do terrível destino que a aguardava naquele local.
Pelo resto da noite e parte da manhã do dia seguinte, a garotinha foi estuprada pelos quatros, que a submeteram as mais odiosas e perversas formas de violência sexual. Dupla penetração, quase todo o tempo, com eles se reversando, sem lhe dar um minuto de descanso. Usaram sua boca como se buceta fosse, a obrigando a engolir toda a porra deles. Ejacularam na garota, sem se preocuparem com camisinha e ainda riam dela.... Se você estiver em período fértil, vai ficar buchuda da gente...que coisa mais bonitinha.
Eles deixaram Martinha estirada na cama, toda suja de esperma e foram almoçar, sem ao menos se preocuparem em fechar a porta do quarto, pois sabiam que no estado em que Marta se encontrava, não iria a lugar nenhum. Realmente, a jovem, estada destruída fisicamente. Não havia um só pedacinho de seu corpo, que não estivesse com manchas de chupões e de fortes mordidas. Mas o pior, tinha acontecido com a sua cabecinha. Em choque total, não chorava nem gemia, com dores terríveis em seus órgãos sexuais. Com braços e coxas abertos, ficava olhando o teto do quarto, quase sem piscar. Já quase anoitecendo, Jorge retornou ao quarto, pensando em dar mais uma fodinha na menina, mas a viu tão aniquilada, que desistiu.
-Pessoal, aquela lá cima não serve para mais nada... acho que abusamos um pouco da coitada. Tá certo, Jorge…mas foi a coisa mais deliciosa do mundo…só eu gozei umas quatro ou cinco vezes, dentro dela.... Que cuzinho e bucetinha mais apertadinhos ela tinha! – Falou bem...tinha, porque agora está tudo bem arrombado! - Já esta é carta fora do baralho, vamos ver as outras duas.

Marcela com os lábios de Marlene, quase que dentro do seu canal vaginal, forçando demasiadamente as laterais de sua bucetinha, sentia um pouco de dor, mas nada podia fazer, pois as duas estavam presas de tal jeito, que nem aliviar um pouco a pressão, podia. Pensava, ainda assim estava em melhores condições do que Marlene, pois a coitadinhas, com as chibatas em suas costas e com a boca dentro dela, devia estar com muito nojo e com dificuldade para respirar, pois sentia o seu hálito quente invadir o se canal.
Mas o pior estava por acontecer.... Com a bexiga totalmente cheia, fazia força para não urinar... não podia deixar Marlene sofreu tanta indignidade, ser obrigada a engolir sua urina. Mas toda aberta, estava ficando muito difícil conter o mijo. Depois de umas duas horas, estava sentindo que não podia mais se segurar.... Iria urinar na boca de sua amiga.
- Marlene, você está me ouvindo? Desculpe amiga, mas não posso resistir, tenho de mijar! Me desculpe... me desculpe... feche bem os lábios. Marcela urinou muito, sentindo a boca da amiga recebendo toda a descarga de sua bexiga. Marlene fechou o quanto pode os lábios, prendendo a respiração, mas sua amiga não parava nunca de mijar e sem folego, foi obrigada a abrir os lábios e começou a engolir o mijo da amiga, que invadia quentinho sua boca e sua garganta. Não sabe o que aconteceu, mas bebendo o mijo de Marcela, abriu um pouco mais os lábios e passou “sugar” o líquido quentinho. Marcela percebeu que Marlene estava sorvendo a sua urina com vontade e passou a gostar da sensação gostosa. Escandalizada, sentiu a boca da garota, se “movimentando” e lhe enfiando a língua dentro de seu canal vaginal.

CONTINJA EM: AS GATINHAS ENJAULADAS – 2ª PARTE

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:1 de outubro de 2014 02:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • clara
    Postado porclaraem21 de maio de 2015 21:58

    pq vc n continua AS GATINHAS ENJAULADAS to louca pra saber o resto da historia

  • franciele
    Postado porfrancieleem14 de maio de 2015 06:48

    pq vc n continua a historia garotas enjauladas

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