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BIA A RIQUINHA METIDA A BESTA

BIA, A RIQUINHA METIDA A BESTA

Esta é a minha história, ela é real e vou lhes contar em detalhes todos os horrores que vivi, quando tinha apenas 15 anos. É um conto demasiadamente chocante e aconselho aos leitores sensíveis, que não leiam o que vou narrar. Bia.

Meu nome é Beatriz, mas todos me chamam de Bia, sou loirinha e tenho 15 anos. Todos me acham bem bonitinha, mas devido ao meu tamanho, tipo mignon, tenho muitos apelidos, mas o que me deixa mais furiosa e quando me chamam de "riquinha metida a besta".
Riquinha até posso ser, pois meu papai é um cara muito rico, dono de muitas fábricas e mais outras coisinhas, mas não acho que seja "besta". Sou o que sou pelo modo com que fui criada. Sendo filha única e órfã de mãe e o meu velho achar que ainda sou um bebezinho e não me dar um minuto de liberdade.
Cada passo que dou, sou vigiada por mil olhos. São seguranças, motorista particular, me levando e trazendo do colégio. - Filha você é a única herdeira de tudo que tenho. Muita gente se aproxima de você, não por amizade, mas por puro interesse. Tenha muito cuidado e só faça amigos, com gente do teu nível, principalmente com rapazes.
Desde muito cedo, recebendo estes tipos de recomendações, é natural que me afaste de muitos colegas lá do colégio e que tenha medo de me relacionar com a turma, por isso o apelido, que considero injusto. Se eles estivessem no meu lugar, agiriam da mesma forma.
Vou e volto do colégio, acompanhada por um verdadeiro "batalhão", é motorista, um segurança e o meu anjo da guarda, Esther, além do que, há sempre um segundo carro, com mais dois seguranças que nos acompanha por todo o trajeto. Acho que meu pai exagera com tudo isso, mas não posso fazer nada a respeito.
Eu sou a principal prejudicada, pois não sei me relacionar, nem com aqueles que me cercam mais de perto. Já pude escutar conversa, entre eles, me chamando de garota antipática, sebosa, nojenta e outros adjetivos mais safados. Choro muito com isso e a única pessoa, que parece me entender um pouco é Esther. Ela foi contratada por papai, para ser a minha dama de companhia, para ficar grudada em mim e o informar de tudo que se passa ao meu redor. Faz quase um ano que ela trabalha para mim. No início, sabendo que ela era os olhos de papai, a me acompanhar por todo lado, fiquei com muita raiva dela e a tratava com rispidez, mas com o tempo aprendi a conviver com a "sombra de papai" ao meu lado.
Esther, uma morena clara, com 28 anos, tem uns vinte e cinco centímetros mais alta do que eu. Ela é solteira e muito linda, com um par de seios e um bundão, que deixa o meu motorista e os guarda-costas de olho grande pra cima dela.
Eu notei isso e confesso, tenho até um pouco de ciúmes, pois acho que, nunca fui olhada deste modo. Por causa disso, me aproximei mais dela, sendo mais amiga e para minha surpresa, Esther, se mostrou, extremamente simpática e compreensível. Eu como não tenho nenhuma amiga mais próxima, fui me abrindo com ela, que se tornou minha confidente, apesar da enorme diferença de idade.
Sendo ela uma pessoa de inteira confiança de papai, pois já trabalha com ele, há muito anos, em uma de suas fábricas, eu a convenci de conversar com papai, para dispensar os guarda-costas. Papai acatou o pedido de Esther, mas trocou de motorista. Esther me confidenciou que o nosso motorista, na verdade, era o mais experiente guarda-costas da empresa contratada.
Agora eu me sentia "menos prisioneira" do dinheiro de papai, pois agora era somente eu, Esther e o "motorista". Ela achou muita graça por eu me sentir extremamente feliz, por coisa tão simples.
Mas eu me arrependi amargamente, por ter dispensado a minha segurança pessoal. Isto mudou o rumo de minha vida para sempre. Nem eram 7:30 h. seguíamos pela avenida, em direção à minha escola, quando fomos obrigados a parar, pois um acidente, há poucos metros a nossa frente, interrompeu o trânsito. O Marcelo, o meu motorista, depois de alguns segundos, nos avisou que iria ver o que tinha acontecido. Ele desligou o sistema de segurança do carro e ia saindo quando foi bruscamente derrubado por um homem armados e mascarado.
- Volte ao seu assento, sujeito e não tente nenhuma gracinha, senão as bonequinhas aí atrás vão levar chumbo. Imediatamente, dois outros bandidos entraram no carro deixando eu e Esther, apertadas entre eles. O primeiro homem, obrigou Marcelo a fechar a porta e ligar o sistema de segurança e com um revolver apertado em sua cintura, ordenou. Quando o trânsito ficar liberado, de partida, mas sem nenhuma pressa. Dentro uns minutinhos os dois carros, causadores do "acidente" vão nos dar pista limpa.
Esther muito assustada, argumentou com os bandidos: - Vocês não sabem com quem estão tratando... essa moça aqui é filha de um poderoso e influente milionário…se vocês não nos soltarem vão se dar muito mau! - Cale a boca mulher, a gente sabe muito bem quem é a garotinha e é por isso que que a queremos! Quando ela tentou contra argumentar, levou uma pancada muito forte na cabeça e apagou na hora. Completamente acovardada, não tive coragem nem para me mexer.
Nem sei por onde estávamos indo, mas o certo é que depois de quase meia hora, eles obrigaram Marcelo a parar o veículo, e sob armas o obrigaram a tirar a desfalecida Esther do assento e o avisaram: - Leve este recado ao teu patrão e avise a ele que a filha dele está com a gente, depois entraremos em contato para combinarmos o resgate. Ele não deve avisar à polícia, se o fizer, vamos devolver garotinha, aos pedaços.
Ao ouvir isso, entrei em pânico e aproveitando que o cara ao meu lado tinha saído, abri a porta e desnorteada sai em louca corrida, mas alguma coisa me atingiu na altura do ombro esquerdo e gritando de dor, cai ao chão. Foi o bastante para que Esther, "acordando", berrasse enfurecida: - Idiota! O que você fez? Eu não quero matar a putinha, quero é muito dinheiro do idiota do pai e dar uma lição nesta riquinha besta de merda!
Antes de apagar ainda pude ouvir Esther ordenar: Marcelo, veja o que aconteceu com ela? - Não foi nada, prima, o punhal deste idiota, atingiu só a carne do ombro e entrou pouco... nada que um curativo não a deixe nova.
Quando voltei a mim, não sei quanto tempo depois, me vi amarrada, em um local bem amplo, presa numa espécie de poltrona, Com os pés presos nas pernas de madeira e os braços às costas. Eu estava nua da cintura par cima e um enorme curativo envolvia meu ombro. Com muita dor e medo, pude ver pelas janelas, que já era noite. Então eu já estava naquele local, durante todo o dia e aos poucos fui me lembrando de tudo. Marcelo chamando Esther de prima e ela dizendo que iria pedir resgate ao meu pai.
Desnorteada, compreendi que Esther e Marcelo, foram os responsáveis pelo meu sequestro. Aterrorizada, comecei a gritar por socorro. Por muito tempo, alucinada, implorei por ajuda, mas cansada e quase sem voz, deixei cair a cabeça, reconhecendo da inutilidade de minha ação.
Na manhã seguinte, ainda presa à poltrona, com muita dor no ombro ferido e pelas amarras que me prendiam; vi que algumas pessoas entraram no recinto. Pude notar que eram Esther, Marcelo e mais três homens, todos eram da minha equipe de segurança.
Com os lábios tremendo de medo, implorei: -Esther, por favor...você é minha empregada e sou sua amiga...me solte! - Tá maluca, garota…tanto tempo planejando isso e agora queres que a gente simplesmente te solte? Eu e minha equipe só te soltaremos, depois que o velhote do teu pai, nos pagar muitos milhões por ti.
Eu só aceitei ser babá de uma riquinha metida a besta como você, por já estar de olho na grana do teu velho. Marcelo, meu primo, é dono de uma empresa de segurança e eu convenci o idiota do teu velho, a contratar a empresa dele, para tomar conta de ti. Que ironia... ele contratou a raposa para tomar da galinha! Nós somos a raposa e você é a galinha... uma deliciosa franguinha, que vai ser comida pela gente. Todo a turma que trabalha com ele, inclusive eu, já ganhamos muito dinheiro, dando "segurança" para gente como o teu pai. Mas este golpe, vai nos dar uma grana preta. Sabemos que o teu papai, pagará qualquer valor para a ter de volta.

Demais a mais, queremos nos divertir um pouco com você, terás de aprender a respeitar um pouco os outros…vamos te ensinar a ser gente, menina pedante. Teu ferimento não foi nada demais, o punhal do Antonio, só te furou um pouco... em um ou dois dias, vamos começar a nos divertir com você.
Eu podia se inocente, bobinha, sem nenhuma experiência de vida, mas idiota eu não era. Esther já trabalhava com papai a muito tempo, ele tinha toda a ficha dela. Marcelo, Antonio e todos os outros eram empregados da empresa de segurança dele e integravam o bando. Se depois de receberem o meu resgate, eles me libertassem, sabiam que eu os denunciaria todos à justiça. Se eles não fizeram questão de esconder suas identidades, era lógico que não pretendiam jamais me libertar.
Ao tomar ciência disso, entrei em parafuso completo e em desespero, chorando muito, tomada por terror inscritível, implorei por todos os santos que Esther não me matasse... que eu jurava que não os ia delatar...pedia perdão a ela e aos outros, que eu seria bem boazinha com todos. Aos prantos lhes dizia que não queria morrer, que eu era apenas uma garota, uma menina...que eles não fizessem isso comigo.
Esther, apenas olhou para mim.... e eu tive uma pontinha de esperança de viver. - Fique calma garota, vou conversar com o pessoal e se você realmente quiser viver, vamos tentar dar um jeito para que isso aconteça! Por enquanto, vamos de desamarrar e tratar melhor do teu ferimento. Vais ficar trancada neste galpão e quando resolvermos alguma coisa quanto ao destino que daremos a você, eu venho lhe avisar.
Por seis dias fiquei presa naquele lugar e somente uma vez ao dia, Esther vinha me visitar, me trazendo comida e agua. Ela tratou do meu ferimento e até se mostrou simpático comigo. Eu fazia tudo para não a contrariar em nada.
Até que, finalmente, Esther e Marcelo, me informaram que conseguiram entrar em acordo com papai, o resgate de cinquenta milhões de reais, seria pago dentro de duas semanas, tudo conforme as exigências deles. Esther deu uma enorme gargalhada e explicou que o dinheiro seria para libertar a filha dele e de seus dois funcionários, Esther e Marcelo, que também foram sequestrados junto com a filha.
Bia, tão logo o dinheiro seja pago, você será libertada...mas fizeste promessa de não nos denunciaria à polícia, para salvar tua vida. Está lembrada disso? - Sim, sim, sim juros por tudo, que vou ficar calar, acredite em mim Esther. Eu não quero morrer! Pelo amor de Deus!!!
Bia, eu não acredito em tuas promessas... tão logo estejas livre, vais abrir o bico. Tenho muita pena de você, meu anjo…mas teremos de fechar a tua boca pra sempre. Não temos outra saída.
Totalmente apavorada, ao receber esta sentença de morte, me atirei aos seus pés, implorando pela minha vida. Não conseguia me controlar e chorava em pânico total. Não conseguia compreender como que uma mulher que viveu comigo tanto tempo, que eu considerava como uma amiga; podia dizer com tanta frieza que iria me matar...e assim a sangue frio.
Esther, em pé, comigo enrolada em suas pernas, implorando pela minha vida, apenas me deu um chute violento, me afastando: - Não seja tão covarde, garota, isto me dá nojo! Já está decidido você será morta e é melhor se conformares com isso! Só vamos esperar receber o dinheiro, só por garantia e depois... Adeus Bia.
Vocês já imaginaram o meu estado de espirito...saber que seria assassinada? Não que eu seja covarde.... Mas estava tão apavorada, que nesses dias que antecederam a "minha morte", não consegui mais dormir ou comer nada, ficava todo o tempo encolhida num canto, me desmanchando em lágrimas e pedindo que um milagre acontecesse e que não fosse morta, por aquele bando de covarde desalmados.
Quando Esther e Marcelo, entraram sorridentes, eu logo soube que tinha chegado a minha hora. Eu estava como que anestesiada, todos os meus medos tão à flor da pele, que eu apenas olhava para os dois, sem nem ao menos conseguir mais chorar.
Bia, venha até aqui. Ordenou Esther. Mas eu não consegui sair do meu cantinho e Marcelo me puxando pelos braços, me obrigou a ir até à pequena cama, onde Esther estava sentada. - Bia eu sei que você está se cagando de medo... esperando que a gente dê fim em você...mas eu tenho uma saída, que poderá salvar a tua vida, tudo só depende de você.
Ao ouvir estas palavras sair da boca de Esther, parece que eu renasci de novo e quase sem voz: - Esther eu faço tudo o que for preciso para vocês não me matarem!
- tá certo, garota... o dinheiro já está conosco e o teu pai espera que sejas libertada a qualquer momento, como ficou combinado. Mas eu não a vou devolver a ele, no momento. Quero que fiques comigo, por mais uns dias. O único modo de não seres morta. Nestes dias, eu te filmarei, completamente pelada e o filme será a nossa garantia. Se abrir o bico, o vídeo será exibido na internet e cópias dele serão encaminhadas ao teu pai e para os colegas de tua escola. Você está disposta a isso? Antes que eu pudesse responder, ela concluiu: Mas para você não será tão fácil assim. Eu vou te filmar sendo fodida por Marcelo.
No primeiro momento, não atinei com o que ela queria dizer com aquilo, mas em seguida, em choque compreendi tudo. - Mas Esther, eu só tenho quinze anos, sou virgem e nunca fui beijada por nenhum rapaz…pode confiar em mim eu vou ficar calada!

Este negócio de ser virgem não me interessa.... Algum dia terás de dar esta bucetinha…que seja agora, para salvar a tua vida. Vou lhe dar um tempinho pra pensares a respeito. Quando eu e ele voltarmos queremos a resposta.... Fazer sexo com ele ou então...já sabes!

Minha nossa! Ter de fazer sexo com Marcelo, era uma coisa terrível, perder minha virgindade desta maneira era uma coisa detestável, ainda mais com Esther filmando. Mas minha decisão estava tomada... faria tudo que fosse necessário para não morrer.

Quando falei que aceitava fazer sexo com o primo dela, Esther exultou. Fostes muito inteligente Bia, verás que a coisa não é tão ruim assim e sei que até vai gostar de foder com Marcelo. Dentro de uma semana, você estará de volta à escola e nem se lembrará que já não é mais uma virgem.

Mas o que eles fizeram comigo, foi uma coisa tão terrível, tão nojenta, que hoje eu penso, que talvez fosse melhor ter escolhido a outra opção. Esther comandou tudo, com requintes de sadismo e crueldade, que nunca pensei existir em uma mulher, e o pior de tudo foi que eu me deixei levar e fui dominada por uma forma de sentir prazer, que me enlouqueceu por completo. Senti prazer e fui levada a orgasmos alucinantes, através da dor e do sofrimento.

Foram dez dias e noites, que arruinaram toda a minha vida e hoje, com apenas dezenove anos, virei uma garota reclusa, que não tem coragem para sair de casa para nada. Passei quase três anos, internada em clínicas particulares em tratamento de meu corpo e alma, totalmente derrocados pelos animais. Meus ferimentos eram tão graves, que a equipe médica, disse ao meu pai, que eu tinha poucas esperanças de sobreviver. Foram meses e meses em coma profundo e quando voltei, minha mente estava desligada de meu corpo. Foi muito tempo em tratamento especializado, para que minha mente voltasse ao meu corpo.

Só agora, às vésperas de completar dezenove anos, tomei coragem para lhes contar tudo o que aconteceu comigo. Quero que tomem conhecimento como foi que conseguisse vencer a morte e voltar para a minha casa e de como me transformei de uma pequena garotinha, com quinze anos incompletos, em uma mulher conhecedora de todas as misérias humanas.

Continua em: BIA, A RIQUINHA METIDA A BESTA - parte 2

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:23 de dezembro de 2014 14:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Legumeh
    Postado porLegumehem31 de dezembro de 2014 21:28

    Adorei, mal posso esperar pela continuação.

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