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Do fundo do baú

ELES EXISTEM DE VERDADE

ELES EXISTEM DE VERDADE


Eu, Ted, meu primo e nossos amigos Denny e Kaspio estamos assando um pedaço de carne, no fogão à lenha da cabana. Estamos com muita fome, pois tivemos de deixar a camionete no pé da montanha e fazer o restante do caminho A pé. A trilha montanha acima foi muito difícil de ser vencida e o frio só fazia atrapalhar ainda mais.
Agora, no calor do braseiro, tudo está bastante confortável, comendo pão com carne e bebendo um bom scotch na boca da garrafa e ouvindo meu primo contar as histórias do seu avô sobre as lendas do Pé Grande.

A noite já vai alta na floresta e lá fora, os sons da montanha me assustou um pouco e fico um pouco medrosa com estas fantasias de Ted. Aproposito, meu nome é Jane, tenho 19 anos e adora acampar e fazer caminhadas, ainda mais se for com o Ted e com Denny e Kaspio.

Meu primo é o meu melhor amigo e confidente. Ele sabe que estou querendo transar com Denny e faz tudo para nos aproximar e esta semana na montanha, era uma ótima oportunidade para nos aproximar.
Denny é um sujeito muito chato. Não sei se sabe que estou afim dele. É um pecado de rapaz, lindo de morrer e faço tudo para mostrar meu interesse por ele, mas o idiota não está nem aí e só quer saber de aventuras e acampamentos e coisas deste tipo.

Todos dormindo nas redes, fico tão frustrada que bebo mais uns goles da bebida e vou me deitar na rede da varanda, deixo a porta aberta, por vias das dúvidas.


- Como é Jane, está puta da cara com o Denny? - Que susto Ted! Pensei que estava dormido! - Estava sim, mas escutei você abrir a porta a e acordei. - Pois é primo, a merdinha do Denny até parece ser viado, dou mole para ele e ele nem parece notar nada.

- Tenha calma prima... ele não é viado, mas um sujeito muito desligado. - Qualquer hora destas, tiros as calcinhas e esfrego na cara dele!!!!!!
- Venha para dentro, Jane tente dormir um pouco. - Não Ted, vou ficar aqui mesmo... venha você se deitar na minha rede, aqui na varanda. – Certo, prima, mas vou fechar a porta, para eles nao escutarem o nosso papo.

-Primo.... O que esta mão está fazendo aí em baixo? - Não sei Jane.... Mas meus dedos estão achando você muito seca. - Ted maluco... só você mesmo, para me falar estas coisas...mexa os dedinhos lá dentro que, logo eu estarei toda molhadinha.

- Que coisa gostosa... Ted.... Coloque mais um dedo. Chupe os meus mamilos, primo querido. Assim...assim... Ai, ai, ai, ai...uuuuiiiiii! - Estou gozando Ted.
- Você me mata primo... podes continuar com os dedos aí dentro, meu anjo... que está muito gostoso.

- Jane. Deixa eu foder você? Não aguento mais de vontade! - Não, Ted... sabes muito bem que eu estou me reservando para o Denny.... Só depois dele comer minha xoxotinha, terás a tua vez. Mas eu vou te acalmar com uma boa chupada neste pinto impaciente, que eu tanto adoro.

- Jane... Jane...Jane...que boca mais gostosa você tem...hanaaaaaaaaannnnaajanejane. Assim você me mata... estou gozando... uuuuuuuuuuuiiiiiiii. Assimm priiiimaaaa queridaaaaa. Beba todo o meu leitinho.


- Primo, adoro o gosto da tua porra... é salgada. Te prometo, se o Denny, não me comer logo, eu dou a buceta para você. – Prima, então deixa eu enfiar na tua bunda! – Não seja guloso, Ted... o pacote todo será primeiro do Denny. Espere a tua vez, querido.

No dia seguinte, com todos, tomando banho no pequeno lago, há uns 100 metros da cabana, ladeira abaixo. Jane veste um provocante duas peças, para se mostrar para Denny, mas quem fica de olho gordo para o belo corpo da bela ruivinha, é Kaspio, que nutre uma enorme vontade de foder a prima de seu amigo, já que o maricas do Denny, parece não ver nada.

A frustração de Jane, com a indiferença de Denny por ela é tão grande, que furiosa, resolve voltar para a cabana. - Rapazes, eu vou para a cabana, estou com um pouco de dor de cabeça. - Tome cuidado, Jane... siga pelo caminho e não se afaste dele. - pode deixar Ted... eu os espero lá.

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Mas Jane não estava na cabana e por mais que o trio a procurasse, nem sinal dela. Durante todo o dia, vasculharam toda uma vasta área, montanha abaixo, montanha acima, sem sucesso. - Meu Deus! E agora, o que vamos fazer... está região é habitada por ursos, mas muito longe daqui, noutra área... e se ela fosse atacada por um, a gente escutaria os rugidos dele e os gritos dela.

- Não foi urso, Kaspio. E não existe outros animais por perto que a possam ter ferido..., mas então, que diabo aconteceu com minha prima?
Por três estafantes dias, Ted, Kaspio e Denny continuaram a vasculhar toda a área, mas cansados e desiludidos, revolveram voltar para a base e lá pedir socorro.

ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

Jane, escutou ruídos entre as folhas e pensando que os rapazes a tinham seguido, se voltou para os saldar, mas o que viu a assombrou de tal maneira, que ficou muda, com os olhos arregalados de medo. Pensou em gritar, mas o som não saiu de sua garganta. Se voltou para fugir da coisa. Ouviu um rosnado atrás dela e uma mão peluda a segurar pelo pescoço. A pressão era tão forte, que se sentiu sufocar e perdeu os sentidos.

Acordou, jogada nos ombros peludos de uma espécie de macaco, gorila ou coisa parecida, uma criatura bípede de aproximadamente dois metros e meio de altura, com um odor insuportável e garras enormes. Era levada pelas espessas folhagens com uma velocidade enorme. Com a "coisa" dando saltos e se desviando das árvores com grande facilidade.
Esta corrida louca, montanha acima, deve ter durado umas duas horas e Jane, com a pânico a dominando por completo, voltou a perder os sentidos.

Acordou assustada, deitada sobre um monte de folhas, nos fundos do que parecia ser uma caverna, bastante escura. Escutou o que parecia ser rosnados. Por muito tempo ficou tremendo de medo até que resolveu avançar até a entrada da caverna silenciosamente e muito lentamente.

A claridade ofuscou sua vista, mas pode ver, muitos destes seres, do lado de fora da caverna. As criaturas eram diferentes, mas não deixavam de apresentar traços de gigantescos gorilas, porem com as feições mais "humanas". Eram em número de dez ou onze indivíduos.

Seis deles eram bem maiores do que os outros quatro e bem mais "ruidosos". Parece que eles sentiram o cheiro de Jane, pois mesmo ela estando escondida atrás de uma saliência da caverna, pararam toda a algazarra que faziam e ficaram olhando para a onde Jane estava.

Uma mão peluda e enorme a arrastou de onde estava e foi levada para fora da caverna. Apavorada Jane ficou no meio deles, parecendo uma boneca no centro daqueles enormes seres, ela com apenas 1,55 m.

Não pareciam ameaçadores, apenas a olhavam, parecendo curiosos ao vê-la. Jane pode perceber que os quatro seres de menor estatura, deviam ser fêmeas, pois eram possuidores de tetas, parecidas com as humanas, os outros deviam ser os machos da espécie.

Tremeu de medo quando um daqueles enormes "macacos", se aproximou e a tocou com um dos dedos, com enorme unha, mais parecida com garra. Parecia curioso com os seus compridos cabelos loiros e com sua pele muito branca. Jane ainda estava vestida com o biquíni duas peças, na cor preta. Este contraste chamou a atenção do macho, que a examinava.

Gritou apavorada quando, com as unhas ele tirou "aquela pele preta" tão diferente do resto. Quase em estado de choque, viu quando ele se ajoelhou e ficou examinando seu corpo nu, parecendo curioso com o que via. Principalmente com a região pubiana de Jane, com depilação total.

- Meu Deus do Céu! Esta coisa está me vendo como uma fêmea... um pouco diferente..., mas uma fêmea. Mas o horror de Jane, foi enorme, quando se viu arrastada pelos cabelos para o interior da caverna e jogada sobre o mesmo monte de capim de antes.
Gritou apavorada, quando o macho começou a cheirar o seu corpo. Esperneou e tentou se levantar, mas uma enorme mão peluda a segurou pela cintura e quase que em estado catatônico, o viu continuar a cheirar seu corpo desnudo. Uma narina disforme encostou em sua vagina e a região do ânus. Parece que gostou do odor de Jane, pois deu um rosnado forte e em seguida, uma enorme língua começou a lamber a apavorada jovem, que de tanto horror, desmaiou.


Quando Jane voltou a sí, seria melhor que continuasse desacordada, pois agora todo o grupo, estava a sua volta, tantos os machos como as fêmeas, fazendo uma infernal sinfonia, com os seus rosnados. Agora era uma das fêmeas que a cheirava e lambia.

Jane se sentia toda sua região genital lambuzada com uma espécie da baba que escorria da boca dos animais. Não atinava porque faziam isso, mas certamente não era por desejo só dos machos, pois até as fêmeas estavam a fazer o mesmo.
Jane não podia saber, mas o que atraia os "macacos" não tinha nada a ver com vontade de sexo, mas sim, o cheiro de suas entranhas, de suas vísceras, intestinos.

Eles nunca tinham "cheirado" coisa tão deliciosa, e aquilo parecia agir como um dope para eles. Jane passou a ser deputada por cada um do grupo para uma "cheiradinha".

Não viu mais a luz do sol e sempre tinha um dos seres lambendo sua região genital, Mas Jane notou que apesar da aspereza das línguas, que machucavam bastante suas delicadas carnes, a baba deles, parece que tinha um efeito anestesiante, pois sua buceta e ânus, pareciam que estavam anestesiados, não sentia mais incomodo quando eles colocavam a língua em seus dois buracos. Nem pode perceber, que as línguas iam fundo dentro dela, e que seu Hímen já fora rompido e que seu útero recebera muitas cargas de babas. Até seu intestino fora tocado, tudo em busca do que Jane tinha de melhor para eles, seu bolo alimentar.

Mas o efeito não era só na região genital, dois dias depois, todo o corpo de Jane estava totalmente paralisado e ela entrou em coma profundo, numa reação anafilática, ocasionada pelas substâncias contidas na saliva, babas dos seres.

A vendo naquele estado, a imaginaram morta e nesta condição já não tinha serventia para eles e resolveram levar o "cadáver" para o local de onde a tinha capturado

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Ted, Kaspio e Denny estavam se preparando para descer a montanha, em busca de ajuda, para continuarem as buscas por Jane, pois depois de três dias de infrutífera procura, já tinha perdidos as esperanças de a encontrar, pelo menos com vida.

Ted, ia a frente, na sinuosa trilha de descida, quando de súbito, quase tropeçou no corpo de Jane. Sua prima estava caída no meio da trilha. Totalmente nua e sua pele, com grandes manchas amareladas e o corpo coberto, com o que parecia ser enormes espinhas, de onde brotava bastante secreção purulenta.

Jane parecia estar em choque ou em coma, não sabiam bem o que era. Respiração bem fraco pela boca e ardia em febre muita alta. Sem saber o que fazer par socorrer a moça, eles a enrolaram sua nudez num coberto de campanha e improvisaram uma maça, com o auxílio de dois galhos e outros cobertores, e seguiram montanha abaixo até onde estava estacionada a camionete, no pé da montanha.
Só depois de algumas horas de difícil descida, eles conseguiram chegar ao veículo e pelo rádio pedir socorro para Jane, que para eles parecia estar morta, pois pouco se podia sentir seus sinais vitais.

Jane ficou entre a vida e a morte por muito tempo, sem que a equipe médica pudesse descobrir o motivo desta reação anafilática. Mas logo nos primeiros dias de internação, foi diagnosticado que Jane estava gravida. Nos exames, para espanto da equipe, no útero da jovem, estava se desenvolvendo, com uma rapidez espantosa, um ser.… um ser de contornos totalmente fora dos padrões conhecidos pela ciência.

Duas semanas depois, após de uma série de exames, a equipe, para salvar a vida de Jane, resolveu interromper aquela espantosa gestação. O ser tirado do útero de Jane, era uma coisa disforme mais se parecendo com um pequeno macaco, todo peludo e com o rosto, espantosamente se parecendo com o de um ser humano.

Jane continuou em coma profundo por quase um ano e quando voltou, já não era a mesma jovem alegre e cheia de vida de antes. Lhe foi informado que não poderia ser mãe, pois sofreu uma histerectomia e todo o seu útero foi removido.

Terminou o relacionamento que mantinha com todos os seus amigos, inclusive com Denny e Kaspio. Se afastou de todo laço familiar e o único que se aproximada dela, era Ted o seu primo.

Jane satisfez o desejo do primo pelo seu corpo e com ele passou a praticar um sexo selvagem, com ela sendo figura ativa, cheirando, lambeando e dando fortes chupões no corpo do primo. Quase arranco o membro de Ted quando o tinha na boca, tal a força dos chupões, O mais estranho de tudo, era quando montava no primo e colocava a boca entre suas coxas e lambia, cheirava e metia a língua na bunda dele, o mais fundo que podia, fazendo grande sucção. Nestas ocasiões, Jane parecia uma louca e de sua garganta saia estranhos sons, parecidos com grunhidos de animais.
O pobre rapaz, estranhava tudo aquilo, mas escravizado pela gêmea, que lhe proporcionava um prazer que nunca julgou capar se sentir, lhe permitia tudo.

Quando Jane pediu, ou melhor dizendo, exigiu que Ted a levasse até a cabana no alto da montanha, ele não teve como negar. Lá em cima, na primeira noite, Jane passou muitas horas, lambendo o pau e o cu do primo, que escravizado pelo prazer que ela lhe proporcionava, gozou até a exaustão.

Quando Ted acordou, ainda madrugada, não viu a prima e no banco ao lado, todas as roupas dela e um pequeno bilhete. – Ted, meu primo adorado; peço que não me procures... eu estou seguindo o meu destino. Um abraço da sua prima.

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Por cinco dias e cinco noites, Jane, totalmente nua, seguia montanha acima, parando só para mastigar algumas raízes, que estranhamente sabia não lhe faria dano algum. Parecia um bicho, parando de tempos em tempos para cheirar o tronco de uma arvore, ou então o chão da floresta. Jane ia em busca de algo e no fim da quinta noite, com o raiar do dia, acelerou os passos, quase que correndo e emitindo constantes uivos.
Até que chegou ao sitio onde estava reunida o grupo dos estranhos seres, enormes macacos peludos, com feições quase humanas.

Rindo ou uivando Jane se atirou nos braços dos peludos animais, que em bando passaram a lamber e a cheirar todo o seu corpo, e foi levada para dentro da caverna.


Jane nunca mais foi vista, porem alguns visitantes do parque das montanhas, juram ter visto uma figura de mulher nua e com cabelos loiros até a cintura, correndo ao lado de enormes serem, mais parecido com a lenda dos Pés Grandes. Todos emitindo estranhos grunhidos, principalmente a tal mulher que uivava mais alto que todos os seres.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:6 de abril de 2016 03:09

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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