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ENTRE O CÉU E O INFERNO

ENTRE O CÉU E O INFERNO

Este é um conto sobrenatural-erótico, mas com forte dose de puro terror, não aconselho que seja lido por pessoas sensíveis a este tipo de leitura - Marcela


Acordei completamente atordoada, minha cabeça latejava e doía muito. Os músculos dos braços e das pernas, pareciam que iriam arrebentar. Só conseguia gemer de tanta dor, sem nenhuma noção de onde estava e do que tinha acontecido.
Aos poucos tudo foi clareando em minha mente e pude perceber que estava em um local muito frio e pouco iluminado. Estava nua e pendurada pelos pulsos, por meio de tiras de couro fixadas ao teto por meio de ganchos. Senti que um filete de sangue, escorria de um ferimento em minha testa, pelo rosto e já atingindo meus seios. Fui tendo lembrança do que tinha me acontecido, mas tudo como que num filme em câmera lenta.
Eram 23 horas e saia da universidade, depois de algumas horas cansativas mas gratificantes. Lecionar é a coisa mais bela do mundo e eu me sinto plenamente recompensada por exercer esta atividade. Agora só penso em chegar em casa e abraçar minha linda filhinha. Sueli é uma mocinha, com apenas 17 aninhos, a pessoa que mais amo no mundo. Sei que ela, como sempre faz, está me esperando com um lanche, que só ela sabe fazer.
No estacionamento do campus, na hora de saída dos alunos e professores, o movimento é grande e apesar do meu carro estar um pouco distante, num cantinho, onde gosto de estacionar, não tenho receio algum em caminhar entre os poucos veículos, até chegar ao meu. Já abrindo a porta do carro, vejo a poucos metros, um outro carro e um senhor, provavelmente um professor, com a chave do seu sedan na mão tentando abrir a porta do seu veículo, um luxuoso carro vermelho. Ele não estava conseguindo e maldizia o seu azar em voz alta. Curiosa, perguntei o que tinha acontecido e ele, mostrando a chave quebrada: - Veja só que coisa mais incomoda, quebrei a chave do carro e agora terei de ir até a portaria, telefonar para pedir ajuda.
Se tratava se um senhor idoso, devia ter mais de 60 anos e apesar de estar contrariado, parecia ser muito simpático. – Me desculpe, mas eu não tenho lembranças do senhor! Lecionas aqui, na nossa universidade? - Não, eu não sou professor, como a senhora deve ser, sou apenas um primo do reitor, e fui fazer uma visitinha a ele.
-Muito prazer senhor, meu nome é Alice e sou professora de história. A portaria fica muito longe daqui, se não for incomodo, posso lhe dar uma carona até lá. – Agradeço de coração a sua gentileza, professora Alice. Meu nome é Demostenes e aceito sua oferta.
Abri a porta do carona e o convidei a entrar. Começo a manobrar e quando faço o retorno, vejo um casal, abrindo a porta do carro vermelho. Me viro sobressaltada para o senhor ao meu lado, mas não tenho tempo para qualquer reação, Num relance sinto que sou atingida na testa com um pesado bastão e minha cabeça explode em dor.

Estou pendurada com os pés a poucos centímetros do chão, com fortíssima dor na cabeça e os braços pareciam que seriam arrancados do meu corpo, mas nada posso fazer. O silencio no local é absoluto, Grito por socorro até me cansar. Com a inutilidade dos meus pedidos de ajuda, tento na medida de minhas possibilidades, pesquisar o local onde estou aprisionada. Vejo muitos móveis e utensílios diversos espalhados por todo canto, mas o que mais me chamou a atenção, foi um freezer horizontal e um grande fogão a gás. Vi ainda, algumas bancadas de mármore e muitas panelas de todos os tamanhos e num outro canto, uma mesa, também de mármore, sobra a qual estavam alinhadas, muitas facas, facões e alguns serrotes. Tudo aquilo me deu um calafrio enorme.

Sobre uma poltrona, vi minhas roupas e minha bolsa aberta e com meus documentos jogados ao lado. Muito tempo depois, luzes foram acessas e percebi que Demostenes entrava no local. Ele ficou sentado na poltrona, me olhando com o ar mais sereno deste mundo, nem parecia que tinha cometido um crime de sequestro. Em pânico, não tive coragem de lhe falar nada. Sabia que o meu sequestro, não era por questões financeiras, mas por estar nua e pendurada daquela maneira, a sua motivação seria a sexual. Provavelmente seria estuprada pelo cara, com requintes de sadismo.

Ele calmamente, começou a mexer em tudo na minha bolsa e leu e releu todas as minhas anotações e demais documentos. Viu o retrato de minha filha e ficou muito tempo apreciando-o. Sabia que naquela foto, Sueli, estava vestida apenas com um biquíni, exibindo toda a sua formosura, junto com suas melhores amigas, as jovens Diana e Marta, igualmente vestindo sumaríssimos duas peças.

-Que mocinhas mais deliciosas, mas sua filha é a mais gostosa das três. Você também não fica atrás, Alice. Os corpos de todas vocês são igualmente apetitosos. -Vou me deliciar em devorar esta tua carne.que deve ser saborosa. Confesso que nunca comi uma professora, serás a primeira.

Meu celular começou a chamar e pelo toque, soube que era minha filha. Ele mais que depressa pegou o aparelho e interrompeu a chamada. Mexeu no aparelho e exclamou: - Minha nossa! 18 chamadas da tua filha! A gostosinha deve estar mesmo muito preocupada com a mamãe dela e olhe que são apenas 1 hora da madrugada. Acho que vou atender a próxima chamada da pobrezinha. Assustada, lhe disse, que não era necessário atender a chamada, que provavelmente era meu marido usando o telefone da filha.

Ele deu uma enorme risada e se aproximando me deu um tremendo tapa no rosto, tirando sangue do meu nariz. –Não mintas Alice, isto não é bonito para uma professora universitária! Li todos os teus documentos e inclusive esta tua agenda, onde descobri que você é viúva e que mora sozinha com a gostosa da tua filha. Sei que tens 35 anos. Tenho todos os teus telefones, inclusive destas duas amigas da sua filha, que aparecem nesta fotografia, por sinal são duas garotas que me abrem o apetite.


Em menos de 10 minutos, o meu celular tocou novamente. – É Alice, vou atender a ligação da tua menina! – Não, pelo amor de Deus, não faças isso! – Porque tanto alarme, Alice? Vou apenas levar para ela um pouco de sossego, deve estar muito afita, por sua mãezinha não voltar para casa e não atender as suas chamadas. – Vou colocar mordaça em você, assim não poderás atrapalhar a longa conversa que manterei com ela.

Pelo amor de Deus, mamãe, até que enfim a senhora atendeu a ligação, já fiz dezenas de chamadas e.... - Não minha filha, não sou a tua mamãe, sou o doutor Demostenes, estou apenas usando o celular dela, pois sofreu um acidente de carro e foi trazida para a minha clínica. Doutor, como está minha mãe? É muito grave o seu estado? Onde ela está, quero ir até sua clínica, agora mesmo. Calma garota, ela está bem, sofreu apenas alguns arranhões, nada de grave. – Minha Nossa Senhora! Que alivio! Mas mesmo assim, por favor me dê o endereço, quero vê-la. - Não se preocupe, estou mandando o nosso motorista até tua casa, te buscar, fique esperando que em menos de uma hora ele chegará.
- Ta vendo como é fácil Alice? Agora terei não somente a mãe, mas a filha também. Alice, desesperada, tentava gritar, mas a mordaça só deixava escapar uns roncos, demonstrando todo o terror de que estava possuída. Minha filhinha, não! Deus não seria tão ruim a ponto de deixar sua garotinha cair mãos daquele maluco. Mas Ele deixou sim. Pouco mais de 3 horas depois, ele retornou, e para seu desespero, trazia, no colo, o corpo inerte e nu de Sueli. Ele colocou a menina deitada numa das bancadas e foi até Alice e retirou sua mordaça.
Ela começou a implorar, chorando, que ele não fizesse nenhuma maldade a sua filhinha, poderia fazer o que quisesse com ela, mas que poupasse sua garotinha.
- Alice, minha linda professora, eu vou fazer com você, tudo o que tenho em mente, mas primeiramente vou comer a gostosinha da tua filhinha. Lá na, casa eu já andei a alisando um pouco e percebi que ela ainda é cabacinho. Quando meti o dedo no cuzinho, ela chorou de dor, então acho que até no rabinho ela ainda é virgem.
Não tenhas medo, mãezona, lhe garanto que ela não vai sentir nem um pouco de dor, pois vou seda-la, durante todo o tempo que estiver lhe dando o meu tratamento especial, não gosto de ouvir berreiro quando estou preparando o jantar. Ele, maldosamente, puxou a bancada de mármore, onde estava a jovem desacordada, para bem perto de Alice, que pendurava, pelos braços, esperneava como uma louca, tentando se safar das amarras, mas a única coisa que conseguiu foi que o sangue jorrasse dos seus pulsos, magoados pelo atrito das correias em sua pele.
Calmamente, o demoníaco velhote, começou a analisar o corpo inerte de Sueli, sobre o olhar apavorada de sua mãe. Com a jovem nua, sobre a bancada, ele abriu suas coxas, deixando ver o monte de vênus, com escassos pentelhos ruivos. – Agora, Alice, é que vou começar a preparar tua filhinha para ser comida por mim. Deixe eu meter o dedinho nesta bucetinha. – Minha nossa! Que maravilha vou ter carne macia por muito tempo.
Alice, com o terror e o medo a dominando por inteiro, não estava captando muito bem o que ele queria dizer com todo aquele palavreado, aparentemente sem nexo.
Demostenes, com paciência de Jô, depilou a vagina de Sueli e depois, com muita perícia, passou uma máquina de barbeiro na cabeleira loira, a deixando totalmente careca, passando até uma navalha, para deixar o crânio lisinho. Só quando ele pronunciou as frases seguintes foi que Alice, pode entender todo o significado de tudo aquilo. O freezer, o fogão, as panelas e os apetrechos de corte. Quando ele dizia que iria comer carne macia, não estava dizendo que a iria violentar, mas sim, a comer, a comer no sentido exato da palavra.

- Meu estômago não aceita muito bem os pêlos de vocês. Por isso eu raspo todas vocês, igual quando limpmosa uma galinha. Você sabe, aquele negócio de dar cachaça para o peru, para que a carne fique macia? Não é conversa mole de gente do interior, eu já fiz isso com outras garotas, e sei que é verdade!
Em estado de choque, Alice, via o que ele estava fazendo com a sua filha, mas sua mente se recusava a aceitar o fato. Primeiramente o sádico canibal, amarrou os pulsos e tornozelos de Sueli à mesa. Passou uma fita em volta de seu pescoço e outra em sua testa, impedindo que movimentasse a cabeça. Com um suporte, que parecia destes de aplicação de soro, fixou num gancho superior, um grande recipiente, e por meio um longo tubo de plástico transparente, com uma ponteira rígida de plástico, introduziu aquela coisa bem fundo na garganta da jovem.
Olhe só Alice, como sou cuidadoso com o preparo de minha alimentação, aqui dentro está 3 litros do mais puro uísque, mistura com dois frascos de relaxante muscular e algemas outras drogas. Com vou abrir esta forneirinha, de modo que a bebida desça muito lentamente e em questões de no máximo cinco horas, as carnes de tua filhinha estarão bem macias e prontas para serem fatiada com muita facilidade. É certo que bem antes, dela ingerir todo o conteúdo, o coração, os rins e o fígado, deixarão de funcionar. Estes “miúdos” ficarão macios e deliciosos, sob o efeito desta mistura.
É muita carne para uma só pessoa, por isso, vou cortar cada pedaço dela em pequenas porções de modo que possa saborear esta delicia durante um mês, com carne bem tenra a minha disposição. Só em pensar, fico com água na boca.
Quanto a você Alice, vou conservá-la viva, até que acabe a carne da tua garota, e só então fatia-la. Tua carne não deve ser tão macia como a dela. Neste meio tempo, vou te trancar num lugar bem bacana, que chamo de área de engorda e vou te obrigar a comer muito “pirão”, com uma mistura especial, preparada por mim, que amaciará tua carne e a fará engordar até atingires uns 130 quilos. Adoro carne de leitoa gorda, com muita banha para ser derretida. Tenho lembrança da última vez que usei a área de engorda. Foi a pouco mais de 10 anos e a leitoazinha tinha somente 53 quilos, depois de quatro meses, ela chegou a 170. Era uma bolinha com banha por todos os lados, nem conseguia se mexer mais. Eu a obrigava a fazer mais de 12 refeições por dia, com o meu pirão especial. Ta certa que ela estava impedida de recusar o processo de engorda, pois o tubo colocado na sua garganta, levava o alimento até o estomago. Foi uma coisa linda de se ver, a japonesinha me rendeu tanta banha, que fiquei até enjoado e tive de colocar no lixo, alguns quilos.
A mente da professora Alice, graças ao bom Deus, não conseguia registrar o que o monstro lhe falava. Parecia que um “filtro” a protegia de receber estas informações, pois eram demasiadamente terríveis para serem captadas por uma pessoa normal como Alice.
Não se importava com o que poderia acontecer com ela, estava somente preocupada com sua filhinha, sabia perfeitamente, que sua garotinha, sucumbiria, com a ingestão de tamanha quantidade de álcool drogas. Que Deus a perdoe, mas achava melhor que fosse assim, pois estaria morta, bem antes de ter seu corpinho cortado em pedaços.

A leitoazinha da tua filha aqui, tem a carne bem tenra, vai precisar apenas de uma leve fervura de no máximo duas horas e estará pronta para ser saboreada. Estou até com vontade de comer as carnes mais nobres, crua mesmo. É só colocar um pouco de sal e as carnes dos seios, dos lábios e dos lábios vaginais e pronto, com bom vinho francês, será uma refeição de luxo.
Alice, não escutava mais o longo monólogo do velho sádico. Sua mente não suportou saber como sua querida filha seria morta e devorada pelo velho canibal. Nem nos mais apavorantes filmes de terror, podia se imaginar coisa tão horrenda, como o que ele pretendia fazer com sua filha e com ela. Estava em outro lugar, sua mente se separou de seu corpo e agora flutuava livre em algum nimbo. Não podia presenciar as dantescas cenas que estavam prestes a acontecer com sua querida garotinha, sendo recortada em muitos pedaços, que seriam fervidos em grandes panelas e depois conservados num freezer, para ser devorada aos poucos, pelo demoníaco ser, que as tinha capturado.
Demostenes, girou a pequena lingueta de controle e a bebida foi descendo diretamente na garganta de Sueli, de forma muito lenta. Usando uma caneta de ponteira macia, ele foi demarcando sobre a pele da desfalecida jovem, todas as áreas que sofreriam corte. Cada um dos dez dedos, foram marcados, assim como os seios, as orelhas, os braços e pernas, que seriam desmembrados em quatro partes e o mais macabro, um risco na atura do pescoço indicava que a jovem seria decapitada. Sobre a cabeça ele deu um risco circular, pois pretendia serrar a proteção óssea e ter acesso direto à massa craniana, que apreciava muito, quando frito com bastante manteiga.
Fez uma pequena pausa e foi até um armário e de lá retirou uma caderneta de anotações, queria ver o que ainda tinha em estoque, no freezer ou nos potes, onde conservava os órgãos internos, como coração, fígados e rins em um líquido especial, velha receita de seu velho pai, também comedor de carne humana.
Dos restos das quatro jovens que abateu há três anos. Ele ainda tinha no refrigerador, alguns destes petiscos das jovens universitárias, que esquartejou. E ainda tinha, bem conservados em óleo, alguns dos deliciosos lábios vaginas e alguns pedaços de línguas. Era muito pouco, mas com estas duas pretendia ter comida por mais um bom tempo. Mas se em vez de duas, se tivesse quatro? Teria comida por alguns anos a mais e não teria de sair à caça tão cedo.
Como bom caçador, tinha de aproveitar todas as oportunidades que lhe fossem favoráveis. Já estava ficando muito velho e esta atividade de Caçador estava se tornando muito perigosa. Com estas duas, agiu com inteligência e não correu nenhum risco. Tinha em mãos o endereço e o telefone das amigas da filha da professora, que eram duas meninotas tão novinhas como a própria Sueli, 17 aninhos. Se usasse de esperteza, tal como fez, para com a filha de Alice, talvez pudesse, ter em suas mãos as duas bonequinhas. Uma era loirinha linda, baixinha e gordinha e a outra uma negra, com beleza extraordinária. Desde que iniciou suas caçadas humanas, há mais de trinta anos, nunca provou carne de uma negra, e olhem que foram trinta e cinco mulheres, morenas, ruivas, loiras e até cinco japonesinhas, mas negra nenhuma. Tinha de planejar uma maneira de capturar estas moças. A bela loira gordinha, que devia render muita banha e a negra com a pele tão escura que chegava a reluzir e com um corpo de beleza sem igual.
Pensativo, voltou a riscar sobre o corpo de Sueli, objetivando cortá-la em pedaços bem pequenos, pois com apenas 17 aninhos, ela iria melhorar em muito a qualidade de seu estoque de alimentos. Voltou a abrir sua caderneta e nas páginas em branco seguinte, escreveu o nome de Sueli e na outra o de Alice. Nelas, ele detalharia todos os pedaços aproveitáveis da mãe e da filha. Elas seriam a quinta e a sexta-feira em seu livro, nos últimos três anos.
Nas quatros primeiras páginas, constavam os nomes de Ana Maria, Beatriz, Bernadete e Paulete, amigas e estudantes de farmácia, misteriosamente desaparecidas, a poucos anos atrás, quando viajavam para o sitio do pai de Alice. Só o carro delas foi encontrado, atolado numa estrada secundária. As quatro jovens nunca mais foram encontradas e no mundo todo o único que sabia ode elas estavam, era Demostenes, congeladas no freezer ou nos potes, em conserva, pelo menos uma pequena parte do que tinha sobrado das garotas. O resto ele tinha servido de alimento para ele.
Num impulso, escreveu o nome de Diana, a negra e de Marta, a loirinha gorduchinha. Pois estava resolvido a capturar as duas, até antes de destrinchar Sueli. Subiu as escadas, deixando as duas no porão. Sueli, presa na maca, com o preparado mortal, descendo garganta abaixo e Alice, parecendo estar sem sentidos, pendurada pelos pulsos. Como ele não queria que ela morresse agora, aflouxou as tiras que a mantinha longe do chão e deixou que se apoiasse no piso, mas desmaiada, ela tombou para frente, ficando a quase 45 graus inclinada sobre o corpo da filha. Ele viu que os pulsos de Alice, sangravam muito, então amarrou os braços dela, pelas costas, na altura dos cotovelos, mantendo-a presa aos ganchos, por correias traspassadas pouco a abaixo dos seios. Fez um rude curativo nos punhos de Alice.
Na sala, Demostenes, ficou planejando um meio de capturar Diana e Marta, sem correr nenhum risco na empreitada. Levando os celulares de Alice e o de Sueli, e a caderneta de anotações de Alice. Foi direto para a casa de suas prisioneiras e usando as chaves delas entrou na residência. Remexeu em tudo por lá, fez uma bagunça danada por toda a casa. Estava procurando alguma coisa que o ajudasse na nova caçada que estava iniciando. Mas quando, no quarto de Sueli se deparou com o notebook dela, ficou radiante. Finalmente tinha encontrado algo que poderia lhe ser útil. E a sorte continuava a lhe ser camarada, na gaveta da garota, viu uma pequena agenda, com muitas anotações, mais o que mais lhe agradou foi obter o endereço eletrônico de Marta e Diana e até a senha de acesso ao e-mail de Sueli.
Usando o nome de Sueli, enviou um e-mail para Marta com cópia para Diana, lendo alguns e-mails trocadas entre elas, para ver o tipo de redação usados pelas amigas. “Migas, estou com um problemão e conto com ajuda de vcs para resolver. Favor vir minha casa, o mais rápido possível. Fico aguardando resposta. Bju bju bju Su.
Por mais muitas horas, ficou na casa se alimentando com o eu tinha na geladeira aguardando uma resposta das garotas. Mas nada acontecia. No meio da tarde o telefone tocou umas três vezes, mas ele não atendeu. Quando o celular de Sueli, tocou, ele viu que era Marta, mas também não atendeu. Mas três chamadas dela e ele não atendeu. Dez minutos depois, desta vez de era Diana, mas ele também não atendeu. Correu para o NB e viu que elas tinham respondi ao seu e-mail, ou seja o de Sueli. “Miga o que aconteceu? Estamos aflita. Ligamos para tua casa e para o teu celular sem sucesso.
Imediatamente “Sueli” respondeu: - É justamente isto que está pegando, mamãe não está em casa e trancou o telefone fixo em seu quarto e confiscou o meu celular. Fiz tremenda merda e estou proibida de sair de casa. Peço ajuda de vcs, venham até minha casa. Conto com vcs. Entrem pela porta dos fundos, pois mamãe trancou a entrada da frente, mas se esqueceu desta. Fico esperando. Bjs Su.
No porão, Alice, estava “retornando à terra” e se viu inclinada sobre o corpo de sua filha, a pouco mais de 50 centímetros de seu rosto. Não estava mais presa pelos pulsos, mas sim pelo tronco, com as mãos amarradas as costas. Sua filhinha, ainda estava ali, viva, mas respirando com muitas dificuldades, com o tubo introduzido em sua garganta e com o corpo todo riscado, desde o crânio até os pés. Olhou para o recipiente e viu que pouca bebida tinha sido ingerida por ela. Carinhosamente chamou pela filha: - Querida acorde, acorde meu amor. Depois de algum tempo sua garotinha, abre os olhos e vê a mãe quase que caída sobre ela. Se assustou muito ao notar que sua mãezinha, está toda coberta de sangue seco, que de um ferimento na testa, escorreu pela sua face, pescoço, indo até pouco abaixo dos seios. – Filhinha querida, eu estou bem, quero saber de você! Ele te feriu? – Não fui ferida, mamãe, estava indo para a clínica para ter ver, no carro do homem. Estava muito nervosa e ansiosa, com o teu acidente e ele me deu umas pílulas para me acalmar e....acordei agora. Mamãe o que está acontecendo, por que estou toda amarrada e nua e a senhora ferida deste jeito e também presa! – Minha filha, nós duas fomos sequestradas por aquele homem e acho que ele não regula muito bem. – Por favor mãezinha, me ajude não posso me mover e esta coisa em minha boca, ta queimando muito em minha garganta e estou ficando tonta e com muita dor na barriga. O que é isso mamãe, por favor me ajude! – É uísque filha, vê que consegue impedir de engolir, morda o tubo, não deixe o líquido descer. - Não posso, mamãe, o tubinho é muito duro, não dá para morder. As horas foram passando e agora, sua filha já tinha ingerido mais da metade da bebida e não mais consegui falar, completamente embriagada pelo álcool. Seus olhinhos se fixava na mãe sem expressão alguma, que apenas chorava, fazendo pingar suas lágrimas sobre os seios da filha querida.

Na casa delas, Marta e Diana, chegavam de taxi e viram o portão principal fechado. Deram a volta pela lateral direita e entraram na garagem por uma portinha, nos fundos, que estava apenas encostada, como lhes disse Sueli. Marta estranhou o carro dentro da garagem: - Que estranho este carro não é da tia Alice! De quem será? – Deixe isso pra lá Marta, vamos ver o que está acontecendo com nossa amiga!
Entraram na sala e tudo em silêncio, mas escutaram, vindo do quarto de Sueli, o som de uma televisão. Está lá no quarto, vamos subir e saber o que está acontecendo com ela. Subiram rapidamente as escadas, chamando pela amiga, entraram em seu quarto. De súbito, porta foi fechada com estrondo e elas se viram frente a frente com um homem, um senhor idoso.
Boa tarde meninas, eu as estava esperando a muitas horas, finalmente vocês chegaram! – Onde está Sueli? Quem é o senhor? – Meu nome é Demostenes e eu as vou levar para o lugar onde se encontra sua amiguinha. – Não vamos a lugar nenhum com o senhor, queremos saber o que está fazendo no quarto dela e porque ela não nos esperou aqui, como falou no e-mail. – Quem passou os e-mails não foi a Sueli, fui eu. Eu queria atrair as duas até aqui. Tá maluco cara! Assustadas tentaram correr para a porta, mas em pânico viram o sujeito lhes apontar uma pistola. – Ninguém vai sair daqui! Fique bem quietinha senão vão levar bala. Recuaram em acovardadas e em pânico para o meio do quarto.
- O que o senhor quer com a gente? - Vocês são duas idiotas, já falei que as quero levar até a Sueli. Vocês virão comigo e não vou aceitar que recusem o meu convite. Na verdade minhas meninas, eu as estou sequestrando, como fiz com a amiga de vocês e com a mãe dela. Diana, muito ágil, deu um pulo e se atirou sobre o velho, na tentativa de o desarmar, pois achou que, pela idade dele, seria fácil subjuga-lo. Mas levou uma coronhada tão forte, que caiu sobre a cama, segurando a testa, de onde o sangue começou a escorrer. Demostenes montou sobre ela e enfiou a ponta do cano da pistola, na boca da jovem. – Você é muito estúpida garota! Só pelo teu atrevimento vou estourar a tua cabeça.
Marta, imobilizada pelo pânico, despertando de sua letargia, implorou que ele não matasse sua amiga. – Ta certo, loirinha, a seu pedido, vou deitar que ela viva, mas de agora em diante quero total obediência. Continuou com a arma na boca de Diana, Que com os olhos arregalados, tremendo de medo, apenas concordou com um leve movimento da cabeça. –Loirinha, vá até aquela cômoda e traga aquele rolo de cordas que deixei ali. Agora fique sentadinha aí na poltrona, enquanto prendo tua amiguinha. Acovardada a loirinha ficou sentada na poltrona, vendo o velhote amarrar Diana à cama. Ele prendeu os pulsos de sua amiga na cabeceira e depois, gentilmente pediu que Marta se aproximasse: - Venha até aqui minha loirinha gostosa, quero prender você também. Tremendo como vara verde, Marta foi e ele ordenou: - Fique deitada ao lado de tua amiga. Assim está bom, agora levante os braços, quero a amarrar igual a tua amiga. Marta quase que hipnotizada, o obedecia em tudo.
– Você menina é muito obediente, é assim que gosto, obediência absoluta. Diana, com o sangue saindo de um pequeno ferimento na testa, já não tinha mais vontade de o contradizer e apenas ficava calada. – Agora vou fazer o seguinte, amarrar o teu tornozelo direito ao esquerdo de tua amiga. Agora vou prender o teu tornozelo esquerdo à lateral da cama e vou fazer o mesmo com tua amiga. As meninas amarradas daquele jeito, ficaram com as coxas separadas, mas ele não deu bola para isso, pois foi examinar as bolsas delas caídas no chão. Ficou longo tempo examinando tudo, inclusive os celulares delas. Sabem porque faço isso? Não é apenas curiosidade, isto é trabalho! Foi mexendo no aparelho de Sueli e vendo umas fotos de vocês, que tive a possibilidade capturar vocês duas.
Estou vendo umas fotografias aqui, e pelo menos umas cinco ou seis garotas, estão me chamando a atenção, Quero saber nome telefone e endereço de cada uma, e vocês vão me fornecer estes dados. Diana e Marta, quase que em uníssono, disseram que não lhe dariam tais informações. – Então minhas meninas, vou ter de arrancar a força as informações que quero. Vamos começar com esta garota, aqui nesta fotografia. Me diga Diana quem e ela? A Bela negra ficou com a boca fechada, disposta a não lhe dar a informação pedida. Demostenes, sem se alterar foi até uma pasta e de lá retirou uma tesoura e calmamente, sem se importar com os protestos da dupla começou a cortar as roupas das jovens. Em pouco tempo elas estavam completamente nuas e ele as olhava com cobiça. Mina nossa! Vocês são duas garotinhas gostosas demais, depois de obter as informações que quero, vou foder as duas, temos muito tempo a nossa frente, a casa de Alice, agora é a minha casa e ninguém vai nos interromper.
Ele alisou os mamilos de Diana e prendeu o biquinho entre seus dedos, fazendo pressão. A jovem deu um pequeno gemido de dor, mas não disse o nome de sua amiga da fotografia. Ele puxou os mamilos com força e os prendeu, não com os dedos, mas entre os dentes da afiada tesoura. – Diana minha querida, vou contar até 3, se você não dizer o nome da garota, vou cortar o teu cortar o teu mamilo. – um... dois... e.... – Marta, Marta é nome dela, gritou desesperada a jovem. Deste modo, obteve o nome, endereço e telefone, não de seis amigas das duas, mas foram mais de 12 informações obtidas. Que maravilha, agora tenho um “catálogo” completo de gente bem novinha que poderei dispor caçar, quando achar necessário.
As duas mocinhas, aterrorizadas, amarradas e nuas sobre a cama de Sueli, olhavam para o velho, que sentado na beira da cama as comia com os olhos. Nossa, vocês duas têm xoxotinhas muito lindas, nem sei quem vou fuder primeiro. Vou avisar, bem direitinho, para não deixar nenhuma dúvida. Vou fuder vocês, mas não quero saber de berro, pedido de socorro ou coisa parecida. Pois não vai adiantar de nada e aquela que não ficar bem quieta e aproveitar o momento vai ter um pedacinho do corpo cortado fora, estamos bem entendidos? O sádico retirou de sua maleta, uma navalha, passeando com a lâmina super afiada, no rosto de Diana e depois no de Marta, passeou com ela nos seios das jovens e até na vagina das garotas.
Elas estavam tão aterrorizadas, que não conseguiam nem falar nada. Ele ficou nu e montou em cima da barriga de Marta e levando a navalha a altura de seus olhos: - Olhe para mim loirinha medrosa! Marta ficou olhando a lâmina, enquanto ela passava em frente aos olhos esbugalhados pelo pavor. Você entendeu tudo o que falei? Quase sem voz, Marta com os lábios tremendo, falou um “sim”. Muito bem loirinha, vou te testar. Ele recuou um pouco o corpo e ficou sentado nas coxas de Marta. Meteu dois dedos na boca da garota. Chupe os meus dedos, loirinha. Marta olhando fixamente para o homem sentado em suas pernas, obedeceu a ordem e começou a chupar os dedos do velhote. Agora minha linda gostosa, vou introduzir os dedos na tua buceta, se você gritar, vai perder o mamilo esquerdo.
Marta sentiu quando dois dedos, foram entrando em sua vagina, até o fundo, rompendo o seu selo de castidade, sentiu muita dor, mas não gritou, cerrou s dentes e engoliu o grito prestes a sair de sua garganta. Ele iniciou o movimento de entra e sai do canal vaginal e ficou assim por bastante tempo. Quando retirou os dedos, os viu manchados de sangue. Que beleza Tirei tua virgindade com os dedos. Foste muito corajosa. Só por isso vou te liberar, podes berrar a vontade. Dizendo isso ele se deitou sobre o corpo da ex virgem e com brutalidade, num só empurrão, invadiu a vagina de Marta com o seu colossal caralho. A jovem deu um berro desesperada, enquanto ele, sem nem lhe dar tempo para respirar começou os violentos movimentos em cima de seu corpo, segurando seus loiros cabelos entre as mãos e a beijava com selvageria, introduzindo a língua na boca de Marta.
Com o estupro violento em curso, Marta foi ficando excitada, com a dor e o prazer se misturando. Mas nem gemer podia, pois a boca do velhote, praticamente estava dentro da sua, misturando suas salivas. Depois de alguns minutos, Demostenes ejaculou, despejando no fundo do canal vaginal uma quantidade incrível de esperma. Com isso Marta não resistiu e pela primeira vez em sua vida, tece um orgasmo, quase tão violento como o do velhote. Depois ele arriou todo o sem peso sobre ela, com o pênis ainda dentro da buceta. Marta respirava com dificuldade, após o choque do violento gozo. Com o membro amolecendo aos poucos no canal vaginal, Demostenes, ergueu o rosto e ficou olhando a menina, lhe dando muitos beijos nos lábios entreabertos e exclamou: - Minha nossa, garota! Nunca vi uma virgem gozar tanto, na primeira foda, como você o fez. Marta olhou para ele e apenas fechou os olhos envergonhada. Ele se levantou, olhou para Diana, que amarrada ao lado, nada falou. Foi até o banheiro e trouxe papel higiênico, limpando os restos de porra e sangue, que saia da vagina recém desflorada. Depois saiu do quarto, dizendo zombeteiro:- Vou ver se na cozinha de Alice, tem alguma coisa para comer, não saiam daí, volto num instante. Depois será a tua vez, minha perola negra.
Ficando sozinhas no quarto, Diana virou seu rosto em direção ao de Marta: - Porque você fez aquilo? - Aquilo o que? - Não sejas boba, percebi que você gostou de ser estuprada por ele. - Não pude resistir miga, foi uma coisa muito louca! Você vai ver logo, pois ele também vai fazer com você. Diana ficou calada, com muito medo, pois sabia que era verdade, daqui a pouco seria a vez dela perder a virgindade.
A muito tempo vinha sonhando com isso, de como seria a primeira vez. Há muito tempo, um tio abusado, vinha tentando a deflorar, mas ela nunca deixou e ele se satisfazia só passeando com a cabeça do pênis na entrada do seu cuzinho e quando ele tentava enfiar aquela coisa dentro dela, avisava receosa: - Fique só aí fora, se sentar entrar vou falar com o papai, teu irmão. O tio, contrariado e temeroso, só esporrava na entradinha do ânus. Com isso Diana tinha fortes orgasmos e estava quase capitulando, pois as oportunidades que tinha em dormir na casa do tio viúvo, eram muitas.
Uma hora depois, ele voltou ao quarto e foi logo avisando: - Agora chegou a tua vez, minha pérola negra. Diana que teve muito tempo antevendo aquele momento, tremeu o corpo todo, já ansiosa, para que ele viesse logo. Quando iniciou o estupro, Diana em pouco tempo, começou a gemer de prazer, surpreendendo a ele e a Marta, tal a violência do prazer que estava sentindo.
Durante todo o resto do dia e madrugada seguinte Demostenes violentou as garotas, que corresponderam plenamente, tomadas por grande tesão, gemiam com o caralho em suas vaginas e nos cuzinhos. Ele sabendo que elas estavam entregues ao prazer da carne, soltou as cordas que as prendiam. Mas a dupla nem por um instante, pensou em fugir. Até alta madrugada, não se cansou de comer as garotas, indo até o absurdo de fazer sexo oral, ejaculando nas suas bocas, que obrigadas, engoliram tudo, com muito nojo.
- Minhas lindas, já está na hora de irmos embora. Eu rasguei as roupas de vocês, mas não tem importância, para onde eu as vou levar, vocês não vão precisar de nenhuma roupa. Deitadas sobre a cama em que foram estupradas por quase dois dias, não tinham ânimo para se insurgir contra ele. O tarado não deixou que elas se alimentassem neste tempo todo, dizendo que o seu “leite” era alimento suficiente para elas. Enfraquecidas e subjugadas elas não reagiram quando ele injetou nas jovens, um poderoso entorpecente. Quase que imediatamente perderam a consciência e ele as preparou para serem conduzidas ao seu “matadouro”.
Alice, estava com o corpo todo dolorido, por estar presa naquela posição por tanto tempo. Ela calculava quase dois dias, e o velho não retornava. Apavorada, não por ela, mas por sua filha, que devia estar morta o quase, pois o coquetel maldito, estava, em seu corpo. Ela a chamava pelo nome, sem êxito. Sabia muito bem o que significava aquelas riscas no corpo de sua filhinha e não via meio de impedir que ele trucidasse o corpo de sua menina, e a esquartejasse. Seria até melhor que estivesse morta. Ela mesma seria assassinada da mesma maneira, mas antes disso acontecer, sabia que não suportaria ver o terrível fim de sua filha, enlouqueceria de tanta dor, não podia imaginar que em pleno século vinte e um, ainda pudesse existir tanta selvajaria no coração de um ser humano.
Quando Demostenes voltou, Alice não pode acreditar no que estava vendo. Num carrinho, tipo destes de supermercado, ele trazia, amontoadas como carne num açougue os corpos nus de Marta e Diana. O monstro deixou o carrinho, num canto e foi até onde estava Alice. Está vendo como são as coisas, professora? Eu a capturei para me alimentar com a tua carne, e isto me possibilitou caçar tua filha e por meio dela, obtive estas duas. Agora eu vou ter alimento por no mínimo três anos, pois ainda tenho conservado alguns pedaços das quatro mulheres que capturei a pouco mais de três anos.
Ele pendurou Marta e Diana, como fez com Alice, mas desta vez tendo o cuidado de proteger os pulsos das jovens, com pulseiras de couro, para não “danificar” suas carnes, antes do momento do “abate”, como ele explicou para Alice. Resolvido a só usar a carne da professora, quando não sobrasse nenhum pedacinho de Sueli, ele, também pendurou Alice, ao lado das mocinhas, mas desta vez protegendo seus pulsos com as pulseiras. As três, lado a lado, pareciam peças de carnes, em um frigorífico, aguardando o momento do consumo.
Agora, vou continuar a preparar o esquartejamento de Sueli, quero ver que até amanhã, já possa comer uns pedacinhos dela. Ao ouvir isso, Alice começou a berrar como uma louca, em total desespero, não podendo conceber a monstruosidade do que estava acontecendo. Parecendo não ouvir o desespero da mãe, começou a injetar em sua indefesa vítima, uma quantidade enorme de aplicações. Usando de sadismo extremo, foi explicando o que estava fazendo. Estas aplicações servem para relaxar os músculos e me parecem que podem até amaciar a carne dela. Ele por meio de compridas agulhas, foi injetando na jovem, um líquido que estava numa grande tigela de alumínio. Ele esvaziava a seringa em determinada parte do corpo e voltava a enche-la e esvaziava em outra parte. E assim foram mais de cem aplicações, até não restar nem uma gota do “preparado” na tigela de alumínio. Foram quase três litros. O corpo de Sueli, estava todo furado e em todos os locais das agulhadas, grandes bolas roxas surgiam. Seus lábios tinham dobrado de tamanho e a língua parecia não caber na boca, pendentes para fora. A vagina dela, que recebeu muitas aplicações, praticamente tinha triplicado de tamanho e os grandes lábios, excessivamente separados, deixavam a mostra as paredes vaginais.

Marta e Diana, que já a algum tempo tinham recobrado a consciência, olhavam como que hipnotizadas, o que ele estava fazendo no corpo de Sueli e horrorizadas, passaram a berrar, acompanhando os gritos de Alice. Os gritos apavorados das três, incomodou o monstro, que interrompeu sua macabra tarefa e foi até elas. - Vamos parar com esta palhaçada! Sueli já está morta a muito tempo, ela não sente mais nada o que estou fazendo em sua carne. Brandindo sua pistola, ameaçou: - Se não se calarem, vou estou estourar a cabeça de uma de vocês.
Estas palavras só serviram para que os gritos aterrorizados das três aumentassem de intensidade, pois nunca, na face da terra, alguém foi submetido a tamanho grau de terror. – Não querem se calar? Pois bem, eu avisei! Engatilhou a arma e se aproximando de Alice, introduziu o cano vagina a dentro. Você é muito teimosa, professora, eu não queria fazer isso, mas...Elas, subitamente pararam com a gritaria, e olhavam assombradas para o carrasco. – É isto meninas, quietinhas assim é que gosto. Mas observando melhor, notou que os olhos arregalados, não estavam fixos nele, mas em algo as suas costas. Quando o diabólico sujeito se virou, viu com assombro, em pé a poucos metros dele, a figura de Sueli, mais encantadora do que nunca em sua nudez esplendorosa, Sem nenhum ferimento no corpo, que irradiava uma estranha luz branca. Olhou adiante e viu que o corpo mutilado dela, ainda estava amarrado à bancada de mármore. Não podendo acreditar em seus próprios olhos, aterrorizado, apontou a arma para Sueli e atirou, um, dois, três disparos atingiram em cheio o peito da jovem, que continuou avançando, sem nenhum ferimento,

Demostenes, em pânico, descarregou a pistola na figura encantadora de Sueli, que estendeu os braços e tocou seu peito. O que aconteceu em seguida, fica difícil de descrever. Muitos pares de mãos, parecendo sair do próprio corpo de Sueli, começaram a estraçalhar o miserável, que gritando em desespero, foi se desfazendo em meio a uma fumaça preta, deixando no ar um insuportável fedor de enxofre. Nos segundos seguintes, não mais se viu o corpo do velho canibal e apenas a irradiante figura de Sueli olhava, com ar sereno para as três petrificadas mulheres.

- Mamãe, fique calma, nada de ruim vai lhe acontecer. Não se esqueças nunca de sua filha e vocês minhas amigas, orem sempre por mim. Agora eu vou me juntar a elas, minhas novas amigas. Parecendo que estavam saindo do seu próprio corpo, quatro belíssimas jovens foram se materializando. Eu lhes apresento, Ana Maria, Beatriz, Bernadete e Paulete, elas vieram buscar os seus restos mortais, para que possam descansar em paz. Com estrondo, de todos os potes e freezer, daquele maldito lugar, nuvens de fumaça branca foram se formando e se unindo às quatro figuras, que estendendo os braços, pareciam absorve-las, com grande alegria.
-Sueli, você nos ajudou, agora vamos ficar em paz, mas você não pode vir junto com a gente, não chegou a tua hora. Fique com o amor de sua mãe. Vamos providenciar que vocês quatro sejam encontradas, não se preocupem.

O espectro de Ana Maria, foi à bancada onde estava o corpo deformado de Sueli, e o tocou com as pontas dos dedos. Imediatamente, a figura luminosa da jovem, se uniu ao seu corpo e as quatros belas figuras espaireceram-se em meio a um clarão de luz muito forte. Adeus amiga, daqui a muitos anos, vamos nos encontrar novamente.

Pouco a pouco, Sueli foi acordando e já não sentia mais os efeitos do álcool em seu sangue e das drogas que lhe foram injetadas. Em questão de minutos, seu corpo estava sem nenhuma marca, irradiando beleza em todos os seus poros. Mas ainda continuava amarrada à bancada e por mais que tentasse não conseguia se soltar.
Alice, Marta e Diana continuavam penduradas pelos pulsos aos ganchos que desciam do teto, mas agora não mais apavoradas, ao contrário, um sorriso iluminava os rostos das três prisioneiras.

Na delegacia especializada em sequestro, o delegado titular estava sem esperança de resolver os misteriosos desaparecimentos de mulheres, geralmente universitárias ou professoras da universidade mais bem aparelhada da cidade. Um grande esquema de segurança foi montado, vigiando todos os recantos do campus. Mas apesar da incondicional colaboração do reitor, nenhuma pista surgiu. Os mais novos casos foram o desaparecimento de uma jovem professora no campus da universidade, A professora Alice, com 35 anos, sua filha Sueli e de duas amigas, Marta e Diana, todas com 17 anos. A polícia tem certeza que os quatro casos de sequestro, estão relacionados, mas não tem como provar nada. A estes casos recentes, outros quatros, ocorridos a poucos anos, também deixou perplexa a polícia, foi o sequestro coletivo de quatro universitárias, que até hoje nunca foi solucionado. O mais grave era que se unindo a estes oito sequestros, outros 35 tinham acontecidos nas últimas décadas, todos de mulheres, universitárias ou não, tendo uma única coisa em comum, todas era mulheres bonitas e na maioria bastante jovens.

Nesta noite, o delegado estava revisando algumas pistas, quando lhe chegou às mãos um grande envelope pardo, endereçado a ele. Quando viu o conteúdo, não pode acreditar no que estava lendo. Devia ser alguma brincadeira de um desocupado qualquer. Mas estava tudo com tantos detalhes que se fosse verdade, estava tudo resolvido, não só estes últimos sequestros, como todos os outros de trinta anos para cá.
É lógico que não devia ser verdade, devia ser obra de algum brincalhão ou de um inimigo do reitor Demostenes. Não era possível isto ser verdade. Homem tão digno, como o professor Demostenes, não podia ser um assassino em série, que estava a raptar e assassinar mas de quarenta e três mulheres, nestes anos todos.

Mas teria de investigar, a denúncia absurda, dizia que a professora Alice, sua filha e duas amigas, ainda estavam vivas e aprisionadas num porão, construído sob o pavilhão de esportes da universidade. Estava indicado até como encontrar a porta secreta de acesso. Reuniu sua equipe e rumaram para o campus da universidade. Meio constrangido, tentou pedir permissão à reitoria, para entrar no campus, com sua equipe. Não pode se comunicar com o reitor, mas a vice, uma senhora distinta, que teve sua filha Paulete, como uma das vítimas dos sequestrou, mesmo não tendo conhecimento dos motivos do delegado, deu permissão para que a polícia tivesse acesso ao campus universitário.
O constrangedor era que naquele exato momento, estava acontecendo um jogo de vôlei no pavilhão de esportes. A vice-reitora, pedindo desculpas aos presentes, disse que a interrupção, seria por breves minutos. O delegado Alberto, mesmo não acreditando no sucesso da empreitada, sob o olhar atento de todos que estavam no ginásio, deu 10 giros para a direita e 4 para a esquerda, em um aparentemente inútil aro circular, fixado à parede lateral da quadra, entre dois lances de arquibancadas metálicas. Todos ficaram abismados, quando um pequeno lance das arquibancadas começou a se mover, revelando uma abertura na parede, medindo pouco mais de um metro e meio de largura e o mesmo de altura. Neste momento o delegado teve a certeza que a denúncia era verdadeira, e com um frio na espinha, com a expectativa de encontrar a professora e as meninas, ainda com vida, avançou rapidamente e desceu os quinze degraus, até chegar a um amplo salão.
Ficou imobilizado com o terrível espetáculo que encontrou no local. A professora Alice e duas jovens estavam penduradas nuas, pelos pulsos, a alguns ganchos fixados no teto e pouco adiante, uma outra jovem, igualmente despida, firmemente amarrada a uma bancada de mármore. Num rápido exame percebeu que as quatro estavam vivas, apesar de inconscientes e respirou aliviado. Mas o mais terrível, foi ver que em quatro bancadas num canto do salão, estavam os corpos de quatros jovens aparentemente mortas.

Foi uma confusão enorme, ambulâncias foram chamadas e todos os alunos presentes, puderam ver a professora Alice e mais e 3 moças, saírem de maca, encobertas em sua nudez por lençóis. Mas a tristeza foi geral, quando presenciaram a remoção do cadáver de 4 moças.
Dois dias se passaram e a mídia e população se sentiram aliviados, pela solução feliz do sequestro de Alice, de sua filha e suas duas amigas, todas com vida. Ainda no hospital, nenhuma das quatro tinham lembranças de como foram sequestradas e dos acontecimentos seguintes. Apenas a professora Alice tinha vaga lembrança, do momento de seu sequestro. Estava se dirigindo ao seu carro, no estacionamento do campus, quando recebeu uma forte pancada na cabeça e depois disso não se lembra de mais nada, até acordar no hospital. Sua filha, Sueli, se lembra estar muito preocupada com a mãe, que estava demorando muito a chegar em casa, depois não tem mais nenhuma lembrança, até igualmente acordar no hospital.

Com Marta e Diana, a coisa foi mais complicada ainda, pois estavam em suas casas e nem se lembram de terem saído, ambas só acordando igualmente no hospital. Mas exames revelaram que as duas foram estupradas, perderam a virgindade e foram sodomizadas. Mas por incrível que possa parecer, ambas não têm nenhuma lembrança de como isso aconteceu. Ambas engravidaram, mas receberam autorização judicial para abortarem. As histórias das quatro foram aceitas como verídicas, pois o caso todo estava envolto em assombroso mistério. Os corpos das quatro jovens, sequestradas e assassinadas pelo reitor Demostenes, a aproximadamente três anos, estavam perfeitamente conservados, apesar da perícia se sentir incapaz de precisar a data da morte delas. Os corpos foram entregues as suas famílias, muitos anos após serem sequestradas. Finalmente foram veladas e receberam missa em suas memorias. Alice, Sueli, Marta e Diana, compareceram às missas em memória das meninas, sem mesmo saberem o porquê, mas um sentimento de gratidão, as obrigava a isso.
Ana Maria, Beatriz, Bernadete e Paulete, ao lado de Sueli tocaram em seu braço, e esta, assustando sua mãe, pronunciou em voz alta – Obrigada minhas amigas! Marta e Diana olharam admiradas para a amiga: - Obrigada!!!
– Não falei com vocês amigas, nem sei com quem falei.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:25 de agosto de 2014 23:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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