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Era um vez uma menina chamada Alice

ERA UMA VEZ UMA MENINA CHAMADA ALICE
Era uma vez uma menina chamada Alice. Numa tarde de verão, ela estava sob a sombra de uma árvore, ao lado de sua irmã mais velha, que lia um livro sem nenhuma figura. Achando aquilo muito chato, Alice foi ficando cada vez mais sonolenta quando, de repente, apareceu um coelho apressado com um enorme relógio exclamando….
Não... pessoal esta não é a história de Alice no País das Maravilhas, a história que vou contar é um pouco diferente, é a história do terrível destino que esperava Alice, de braços abertos, para a transportar para um “reino” cruel e sem limites para a dor, o sofrimento, e a devassidão de um mundo perverso e libertino. Alice caiu neste buraco fundo, e não mais pode voltar. Bem diferente do conto de fadas de Lewis carrol.
Era uma vez uma menina chamada Alice. Numa tarde de verão ela estava no banco traseiro do carro de seus pais. Estava achando aquela viagem muito chata e com o calor da tarde, Alice foi ficando cada vez mais sonolenta. Quando, de repente apareceu ao longe um restaurante de beira de estrada.
Alice ficou imensamente feliz, pois depois de sete horas de viajem, estava ficando com o saco cheio... não que ela tivesse um, pois no seu lugar estava uma pequena bucetinha, quase sem nenhuma penugem, com os grandes lábios gordinhos e fechadinhos, de virgem, bem novinha. Mas depois de tanto tempo, com o atrito das coxas e o calor, o suor manchava sua calcinha. Alice já estava incomodada com o “cheirinho” que vinha do alto de suas pernas.
- Mamãe, eu estou louca para fazer xixi e de me lavar lá embaixo. A primeira coisa que vou fazer é buscar um banheiro decente que eu possa usar. – Tudo bem Alice, enquanto isso, eu e o teu pai iremos ao restaurante, fazer o pedido para o nosso almoço.
O pai de Alice, estacionou o seu carro, no posto de gasolina, solicitando aos frentistas, que abastecessem o veículo e dessem uma olhada nos pneus e no óleo. Enquanto Pedro e Helena, seguiam para o restaurante, Alice com a bexiga cheia, indagou ao atendente, se eles tinham um banheiro por perto, pois estava muito “apertada”. – Moça aqui atrás a gente tem um mictório, mas ele está “podre”, pois a descarga está quebrada, mas se a guria estiver afim, atravesse a rodovia e lá naquele barzinho, do outro lado tem um banheiro joia, é só dar uns trocados para o velho Serafim, e a moça poderá se aliviar a vontade.
Alice aflita, olhou para os seus pais, que já iam longe, em direção ao restaurante e ficou na dúvida, se os seguia, para usar o banheiro do restaurante ou o do barzinho do tal de Serafim. Logo viu que seria melhor atravessar a rodovia e ir ao barzinho, bem mais perto. O atendente ficou observando a linda mocinha indo em direção ao bar do Serafim e não pode deixar de a olhar, guloso:- Minha nossa! Que menininha mais gostosa, que coxas e bunda! Realmente, Alice saiu rebolando, com o micro short enfiado nas volumosas nádegas, deixando a mostra um espetacular par de coxas. Pena que é coisa fora do meu bico, pois daria uma foda bem louca naquele bundão!
Serafim, um senhor bastante idoso, foi muito gentil com Alice e quando ela fez menção de sacar uma nota, para pagar pelo uso do banheiro, ele nem aceitou e a menina fechou sua bolsinha e foi mais que depressa esvaziar sua bexiga. Que alívio... os jatos de mijo saiam com força e ela suspirava aliviada. Pode até passar um pouco de água em sua piriquita, usando a pia do banheiro, na falta de meio melhor. Cheirou sua calcinha, toda manchada e ficou com nojo, de tão fedida estava. Num impulso, resolveu se desfazer da peça, a jogando no cesto de papel. Faceira, foi até o pequeno balcão do barzinho e ficou admirando o simpático velho, a manusear algumas garrafas com algum tipo de bebida. Curiosa, sentou no banco alto e com os cotovelos apoiados no rústico balcão de madeira. – O que é que o senhor está fazendo, seu Serafim? – Moça eu estou colando rótulos nestas garrafas, para identificar o sabor do licor em cada lote. – Que interessante! Porque elas estão sem o rótulo? Esta bebida é feita aqui perto, no sitio dos meus dois filhos, de modo artesanal. É coisa muito fina e a gente vende bastante. Tem licor de tudo que é fruta desta região. – Que legal...posso provar este aqui... de maracujá? -Pode não mocinha, esta coisa é muito forte e você é de menor! – Ora seu Serafim, não tem ninguém por perto para o dedurar! Eu até compro uma garrafinha destas, não parece mais já tenho quinze anos. -Tá certo, passe o dinheiro, mas se alguém descobre, to ferrado!
-Minha nossa! Que coisa mais gostosa... até vou levar mais duas garrafas, para o meu pai... ele adora licor. Este aqui, qual é o sabor? Tangerina! Que legal... vou tirar um provinha dele também. Vá com calma, garota! Estou lhe dizendo isto é muito forte, é feito com álcool. – Não fique preocupado seu Serafim, só estou tirando uma provinha de nada... é delicioso
Mas Alice não contava com uma coisa... sua última refeição foi um ligeiro café da manhã, numa parada de estrada anterior e, agora na metade da tarde, com o estomago vazio. O licor estava fazendo seus efeitos, e ela, sem mesmo perceber, estava ficando “alegrinha”. Já tinha transcorrido uns bons 10 minutos, tirando as tais provinhas do licor do seu Serafim e descontraída, começou a botar conversa fora com o velho.
Serafim, com 75 anos, curtido pela vida do interior, estava encantado com a belíssima menina, ali no seu bar, vestindo tão pouca roupa e mesmo com a sua idade avançada, não tirava os olhos do generoso decote da jovem, que expunha a metade dos lindos e generosos seios. Serafim vendo aquela coisinha linda, sentiu que ela conseguiu incitar o seu desejo sexual, como há muito anos não sentia. Verdade que o seu bilau, não subiu, apenas deu um leve tremor e foi só. Mas o velho não se importou com isso, ainda tinha a língua e dedos.
Alice agia de modo tão natural, o e o velho cada vez mais derretido por ela, a convidou, para provar, outros sabores do tal licor. Alice já bastante tonta, com seu primeiro porre na vida, percebeu a enrascada em que estava se metendo. Chegar bêbada no restaurante, onde estavam seus pais, seria o fim do mundo. Estou muito tontinha, to com medo de ir lá onde estão os meus pais! Minha garotinha, tenho uma coisa lá dentro, que em questão de minutos vai curar a tua bebedeira. To afim seu Serafim, me dê a coisa, quero ficar sóbria! – Espere um instante, vou fechar a porta, pois alguém pode me roubar. Ele exultou de alegria, tinha de provar o gostinho daquela garotinha. Não se importava com a sua pouca idade, quase uma criança. Mas muito ingênua e inocente, talvez pudesse se aproveitar da bobinha e pelo menos alisar aquele corpinho, que parecia ser uma delicia, branquinho e macio.
O velho Serafim, foi até a porta de seu pequeno bar, olhos para todos os lados e como não notou ninguém por perto, fechou com cadeado a porta e foi até o balcão, onde Alice, de cabeça apoiada nos braços, murmurava para ela mesma, algo que ele não entendeu. Com dificuldades, tentou seguir o velho e este teve de a amparar, pois ela quase tropeçou nas próprias pernas. Nesta ajuda, ele a segurou pela cintura com uma das mãos e com a outra, em voltas do peito de Alice, que nem deu importância à mão espalmada em seu seio esquerdo.
- Venha comigo, mocinha, você vai gostar do que eu Vou lhe dar! Ele colocou Alice inclinada num velho sofá, quase que deitada. De um armário de madeira, trouxe uma garrafa cheinha de licor de tangerina. Moça este licor aqui é muito especial, ele tem a propriedade tirar o efeito do álcool em poucos minutos. Beba tudo e você vai ficar boazinha em um instante. O velho se sentou ao lado de Alice e levou o gargalho da garrafinha até os lábios da inocente e burrinha garota, com o olhar cheio de maldade. Tem certeza, seu Serafim? Ele parece ser tão forte como os outros! – Beba tudo garota, eu sei o que estou dizendo...você vai ficar no ponto que eu quero, quero dizer... ficar nova em folha! Quando Alice ingeriu todo o conteúdo do frasco, ele imediatamente a fez beber outra garrafa, despejando tudo garganta abaixo e agora sem mais nenhum protesto dela.
Alice, nesta altura estava deitada no sujo sofá, totalmente embriagada. – Minha cabeça ta rodando muito, parece que estou flutuando! Teu licor é danado de bom velho...tenho que ir encontrar meus pais você me leva até eles? – Levo sim minha linda, mas primeiro fique deitada aí... relaxe. Daqui a pouco vais sentir uma coisa gostosa
Alice não tinha mais o domínio de sua mente, tomada pelo álcool. A menina nunca tinha bebido nada que tivesse álcool, isto era terminantemente proibido pelos seus pais. Agora estava ali, deitada no sofá de um estranho, um velho com mais idade que o seu avô, e que a está desejando loucamente. Só aguardando que a bebida tornasse a garotinha acessível às suas investidas. – Alice você está bem? Quer ir embora agora? A única resposta foi um: aaah.... Aaah? Interrogativo, sem ao menos abrir os olhos.
Serafim, deitou melhor a jovem no sofá e lentamente, foi baixando perna afora o shortinho. Deu um suspiro abafado, surpreso com o que viu. A garota estava sem a calcinha e sua bucetinha, sem nenhum pelinho estava ali a sua disposição, com os lábios salientes, bem unidos, fechando a estreita passagem de acesso ao canal vaginal. Depois, sem nenhuma pressa tirou a sua blusa e o pequeno sutiã. Com um sorriso de intenso prazer, apreciando o belíssimo corpo de menina moça de Alice, abrindo as coxas roliças em abertura máxima. Era demais para um velho de 75 anos, nem podia acreditar que a sorte lhe fosse tão boa.
Com os dedos trêmulos foi separando os lábios da virgem vagina e enfiou a cabeça entre as coxas e com a língua, foi afastando ainda mais os lábios vaginais e quando viu as paredes rosadas da grutinha, introduziu o mais que pode a língua lá dentro. Por alguns minutos só se ouviu o barulho característico, das violentas chupadas na xoxotinha de Alice, sentindo o gostinho e o cheiro acre de buceta mau lavada. Meteu a ponta da língua do orifício anal, achando maravilho o gostinho de fezes, afinal Alice não tomava banho a quase 28 horas. Por quase meia hora, ficou lambendo e chupando todo o corpinho de Alice.
Mas quando tentou estuprar a virgem, fracassou completamente, seu membro não ficava duro de jeito nenhum. Tentou de tudo mas nada adiantou. Deitado entre as coxas da jovem e com o auxílio da mão, tentava forçar o flácido pênis pela estreita fenda, mas ele se dobrava todo e recusava a ir adiante, provavelmente com medo da escura caverna. Fracasso maior, foi quando ele virou a menina de bunda e tentou enviar o membro no ânus de Alice, o buraquinho apertado, se recusou a receber o intruso.
Por quase uma hora, Serafim ficou bufando em cima do corpinho de Alice, gozando só pela mente, porque lá embaixo nada mas funcionava. Ele estava totalmente frustrado, a sorte lhe bateu a porta e ele não conseguia uma ereção, se daria por satisfeito nem se fosse a meia bomba...mas nada, fracasso total. A única maneira que encontrou, para saciar sua tara pelo corpinho da garotinha, foi usar a boca e língua, os substitutos do inútil cacete e por mais quarenta minutos voltou, voltou a lamber Alice, desde as pontas dos dedos dos pés até a nuca.
Alguém deveria vir procurar a jovem, os seus pais ou outra pessoa que estivesse viajando com ela Resolveu então suspender, por ora, o prazer extraordinário que estava sentindo e com a língua já cansada, de tanto provar o gostinho da buceta e do cuzinho de menina. O mau cheiro daquelas partes, só o faziam ficar mais louco de desejo. Pena que a sua ferramenta, não atendia mais as ordens de seu cérebro, mais isso não importava para o velho.... Encontrou formas alternativas de gozar no corpinho virgem da ninfeta, e ele usou todas.
Ele estava com Alice a mais de três horas e quando escutou que alguém batia a sua porta, saiu de cima dela e assustado foi atender ... não podia dar bandeira. O atendente do posto e mais dois homens, com ar preocupados eram os que o chamavam, - Serafim, estamos formando uma equipe de busca, pois uma mocinha sumiu aqui da nossa parada e ninguém a encontra...Talvez você possa nos dar alguma informação, pois ela veio até o seu bar, para usar o banheiro e ninguém mais a viu! – Você tem razão Durval, há algumas horas ela veio aqui, usou o banheiro e depois foi embora para o restaurante...mais foi por caminho diferente, seguiu por este lado da rodovia, pois achou melhor só fazer a travessia, lá adiante em frente ao restaurante. – Que menina mais imprudente, ali tem muito mato no encostamento e não se falando que passam muitos caminhões em sentido contrário... já viu nê... uma garotinha bonitinha dando sopa na estrada! Não seria de admirar, que ela tenha sido agarrada por algum caminhoneiro, louco por buceta.
Serafim depois, de atender aos homens, voltou para o interior de bar. – Pessoal eu já estou muito velho para sair por aí...deixo para vocês, turma jovem, sair em busca da garota. Ele tinha de encontrar uma maneira de continuar com a jovem em seu poder, ainda pretendia se aproveitar muito daquela delicia de menina, mas estava com muito medo de ser descoberto; sabia que as buscas daí para frente iriam se intensificar. Libertar a garota, depois do que tinha feito, nem pensar. Ela o denunciaria e ele seria preso. Com a idade que tinha, seria o seu fim. Tinha de dar um fim nela, não sabe como, mas para se livrar da enrascada, que tinha se metido, seria obrigado a fazer isso.
Tinha de dar um jeito de evitar que ela fosse localizada...mas como fazer isso, sem despertar suspeitas? Logo o velho teve uma ideia maluca e sem perda de tempo iniciou a execução. Ele amarrou os braços e as pernas de Alice, com corda que tinha no bar. Deu muitas voltas em torno do corpo da menina que ficou parecendo um novelo, toda envolta pelas laçadas. Meteu um pedaço de pano na boca e o prendeu com algumas tiras de pano em volta da nuca.
Tinha de esconder aquele seu pacote, muito bem. Então pegou um caixote de madeira, com mercadoria, que adquiriu a alguns meses, o forrou com alguns trapos e colocou Alice lá dentro. Estava um pouco apertado, mas ele dobrou as pernas e braços da jovem, de tal maneira, que conseguiu a encaixar por inteiro, colocou uns sacos por cima dela e depois fechou com pregos a tampa do caixote. Alice estava devidamente “encaixotada”, depois, com alguma dificuldade, levou o seu presente para os fundos do bar, para dentro de um pequeno depósito de madeira, onde guardava as mercadorias que vendia, principalmente as muitas caixas de garrafas de licor, fabricados pelos seus filhos. Ninguém iria imaginar que naquele pequeno caixote de mercadoria pudesse caber um corpo. Tinha certeza que poderia “estocar” aquela mercadoria, para posterior uso.
Tudo resolvido, voltou ao bar e tratou de queimar as roupas de Alice, o short, a blusa e o sutiã, assim como a sandália e a bolsinha dela, no fogão a lenha...não podia deixar nenhuma pista da presença da menina, mas resolveu aguardar o relógio, os brincos e a bonita correntinha de ouro que ela usava. Eram objetos valiosos, não simples e baratas bijuterias. Por muito tempo ficou examinando todos os documentos de sua prisioneira e se deliciou em saber detalhes, daquela que estava destinada a lhe proporcionar um mundo de prazeres. Alice, tem quinze aninhos, feitos no mês passado, filha única de Pedro e Helena e pela sua agenda do celular pode ver que a garotinha tinha um mundão de contatos, todos jovens como ela. Todos os documentos e o celular, tiveram o mesmo destino de suas roupas, consumidos pelo fogo
Depois abriu a porta do barzinho e para complementar seu ousado plano, atravessou a rodovia e foi até o posto. Como quem não quer nada iniciou conversa com o atendente do posto. – Como é seu Serafim, a moça que foi mijar no teu banheiro, é um bocado gostosa, não achas? Eu estou um bocado velho, para ficar olhando para garotinhas. Ela entrou e saiu tão rápido que quando vi, já estava no meio do caminho indo para o restaurante, mas que ela tem um corpinho de fechar o comércio, isto tem!
Pedro e Helena, já estavam bastante preocupados com a demora da filha, pois eles já tinham terminado de almoçar e ela nada de chegar. – Que merda Helena, esta menina é muito irresponsável. Vou lhe um bom pito quando ela chegar. Pedro eu estou muito preocupada, vamos até o posto. Alice não atende o celular de jeito nenhum! Ela deve estar dentro do carro, nos esperando! - Sem almoçar! Duvido... mas vamos logo, eu também estou preocupado
Durante o resto da tarde eles procuraram a filha, já desesperados. O alarme foi dado e a polícia do município foi acionada, pelos donos do restaurante. Durante toda a noite e o dia seguinte, intensa busca foi feita por toda a região. Todo o pessoal do posto do restaurante e de alguns outros negociantes das redondezas, foram ouvidos. Mas ninguém pode dar pistas do paradeiro da jovem.
Pedro e Helena, continuaram a procura de Alice, por mais 10 dias sem nenhum resultado concreto, inclusive contrataram uma empresa especializada neste tipo de investigação. Só voltaram para casa, por insistência do detetive particular, que prometeu continuar as buscas por Alice.
Serafim, depois de bater papo com o pessoal do posto, ficou à porta do seu estabelecimento, para ver o movimento do pessoal em busca pela desaparecida. Pouco antes das 21 horas, uma camionete fechada, estacionou ao lado do seu bar e dois ocupantes desceram e foram “matar” A sede no barzinho do velhote. Bebendo uma boa cachaça da terra, ficaram curiosos com o movimento que viram no local. – O que está acontecendo aqui, velho? – É que uma menina sumiu, provavelmente alguém deve ter levada a pequena... quem sabe! Os pais delas estão desesperados; até prometeram uma gorda recompensa para quem a achar ou dar notícias da filha. Vejam até me deram um retratinho dela, não dá para ver nitidamente, pois foi foto tirado do celular e impresso na máquina lá do restaurante. – Minha nossa... que garota bonita! Foi o comentário do homem mais jovem, aparentando ter uns trinta anos e o seu colega de viajem, um pouco mais velho, concordou.
Velho, quanto eles estão oferecendo de recompensa? – Minha nossa, tudo isso! Se tivéssemos a sorte de achar a bonequinha, íamos tirar a barriga da miséria! Ao que o velho Serafim, ponderou: - Acho que vocês não têm a menor chance de achar a garota.... Quem a pegou deve a manter bem escondida. Botando papo fora os clientes de Serafim, foram ficando no bar até tarde da noite. Nossa, velho, já é muito tarde, nem notamos o tempo passar e agora lá fora está tudo calmo, achamos que as buscas pela pequena, por hoje cessaram. Já que tudo se acalmou, queremos que nos passes todo o seu dinheiro e tudo o mais que tens de valor, velho!
Quando Serafim se abaixou para pegar a espingarda em baixo do balcão, levar uma coronhada tão forte na cabeça, que caiu ao chão, todo ensanguentado, com ao crânio fraturado. – Esta é boa velhote.... Vamos levar também a tua espingarda! Esvaziaram tudo o que Serafim tinha no caixa e depois levaram para a camionete toda a mercadoria que ele tinha nas prateleiras, principalmente as garrafas de licor. Revistando o resto do estabelecimento ficaram entusiasmados ao verem a quantidade de bebidas que o velho Serafim tinha no depósito. – Antonio vãos levar tudo e num instante esvaziaram o deposito do velhote, todas as caixas e caixotes foram levados para a camionete fechada, inclusive aquele em que Alice estava.
Antonio e Pedro, dois “negociantes” de coisas alheias, estavam habituados a este tipo de saque, que praticavam a muito tempo e até hoje tiveram muita sorte, pois nunca foram descobertos. Já estava dia claro, quando depois de rodarem mais de 800 quilômetros, já estavam quase chegando ao seu destino, um depósito, nos arredores duma pequena cidade.
Os sujeitos foram logo colocando a mercadora “adquirida” nas prateleiras do depósito. Quando abriram o maior e mais pesado caixote, ficaram de boca aberta, pois ali dentro, estava a mais valiosa de todas as mercadorias que trouxeram nesta jornada. A jovem sumida, lá atrás, no posto de gasolina, toda amarrada e amordaçada e nua, estava ali dentro. Toda dobrada, sobre penas e braços. Parecia não respirar mais, depois de tanto tempo naquele pequeno caixote.
Filho da puta de velho! Foi ele que raptou a garota e veio com aquela conversa mole pra cima da gente. Velho tarado ordinário. E agora o que vamos fazer com a zinha? Ela vale uma grana muito boa. É fato, mas não podemos aparecer por lá e apenas dizer... olhem a gente roubou o velhote e encontramos a garota dentro de um caixote dele. – Vamos ter de pensar um pouco.
-Vamos tirar a garota do caixote. Nossa! Ela está muito mal, fechada tanto tempo neste lugar, toda dobrada e com este pano na boca. Realmente, por mais que se esforçassem, Antonio e Pedro, não conseguiam despertar a jovem. Mas ao mesmo tempo não conseguiam parar de apreciar a beleza do corpo nu. Pedro, veja como esta garotinha é gostosa, esta coisinha apetitosa vale mais do que os pais dela ofereceram como recompensa. Tens razão Antonio...faz muito tempo que a gente não pega mulher e agora esta zinha nos cai nas mãos como um presente. Ta na hora de botar o nosso atraso em dia. Ela é quase uma criança! – Não tem importância cara...olha só esta bucetinha e estes peitões... não se falando nesta bunda carnuda...eu queria ter garotinha assim para foder todos os dias! É o que vamos fazer, cara...Ficar com ela e aproveitar o máximo desta bucetinha e bundinha novinha. Ninguém sabe onde ela está. Não tem nem nenhum perigo para a gente
Eles levaram Alice para o quarto deles, no andar superior do deposito e a amarraram à cama por meio de uma corrente presa ao pescoço e a barra da cama. Depois foram tratar da vida, repassando o que trouxeram desta viagem. Eles tinham uma rede de receptadores que abasteciam com o material roubado. Pedro, quem sabe depois da usarmos bastante aquela “mercadoria” lá do quarto, a gente a vende também? O puteiro da Laura sapatão iria pagar uma boa grana por uma garotinha tão novinha. – Antonio, nem pense nisso agora...por enquanto aquela delicia é nossa, no futuro veremos.
Alice aos poucos, foi acordando, com uma terrível dor de cabeça e o estomago revirado. Não sabia onde estava e muito menos o que tinha acontecido. Levou as mãos à cabeça dolorida e surpresa sentiu que uma corrente estava em volta de seu pescoço. Em pânico, viu que estava nua e presa à cama pela corrente metálica. Sua mente foi clareando e gritou desesperada por socorro, com o medo tomando conta de todo o seu ser. O velho safado a tinha embriagado e.... meu Deus! o que será que ele fez comigo! Estou nua...onde estou? Não pode ser o bar do nojento...este lugar é muito grande! Com a cabeça confusa, tomada pelo terror, por se ver presa daquela maneira, tentava em desespero se safar da corrente que a prendia.
Só depois de muitas tentativas viu que era inútil, pois a corrente tinha elos de aço e estava presa ao seu pescoço por um cadeado e a barra da cama por outro. Não havia a mínima possibilidade de se soltar. A corrente tinha bem pouco mais de 4 metros e ela pode ir até a janela do quarto. O que viu pelas grades da janela, a assustou ainda mais, O sol estava nascendo... então devia ser o amanhecer de outro dia e aquele lugar lá fora, não se parecia em nada com a região onde eles tinham parada para almoçar...era muito mato e árvores altas por todo o lado. Alice começou a chorar sem controle, chamando por sua mãe. – Meus Deus! Mãezinha querida, o que aconteceu... onde estou!
Alice ficou toda a noite, acuada num canto da cama, soluçando quase sem parar, com o medo morando em sua alma, não sabendo o que o velho Serafim queria com ela. Com aquela idade toda...será que ele queria fazer coisas com ela? Cansada e extenuada, nem sentiu que cochilou. Acordou com o barulho de passos e o ranger da porta do quarto sendo aberta. Ficou mais aterrorizado ainda quando viu, não o velho Serafim, mas dois homens de meia idade entrarem no quarto. Instintivamente cobriu sua nudez com o lençol e se encolheu toda na cama. – Onde está o velho? O que foi que aconteceu? Onde estou ...quem são vocês?
- Minha nossa, garota! você quer saber tudo ao mesmo tempo! Vamos por parte. O teu velho Serafim, já era...ele tirou toda tua roupa e a trancou dentro de um caixote...acho que ele se apaixonou por você e até deve ter tirado umas casquinhas do teu corpo... não sabemos. Ai nós aparecemos e levamos toda a mercadoria do velhote. Qual não foi nossa surpresa ao ver você fechadinha dentro de um dos caixotes. Acho que o velhote a queria guardar como troféu e a usar quando tivesse vontade.
-Porque eu estou nua e com esta corrente no pescoço? Quero ir embora...me encontrar com os meus pais! – Antes de tudo, garota, queremos saber alguma coisa de você qual o teu nome e qual é a tua idade? - Meu nome é Alice e tenho quinze anos.... Por favor me soltem, quero ir embora!
- Garota, teus pais a estão procurando como doidos.... A mais de 800 quilômetros daqui. Acho que eles não vão te encontrar nunca mais! – temos notícias boas e más para você. As boas é que você será nossa hospede por muito tempo e que será tratada como uma princesinha por nós dois, a má é que você, terá de ser nossa mulher, enquanto estiver hospedada em nossa casa e esta corrente ficará no teu pescoço até que estejas bem domesticada, como uma cadelinha bem treinada.
Alice ao ouvir os caras, ficou entrou em pânico e fora de controle, começou a berrar e a chorar ao mesmo tempo, não querendo acreditar no que eles estavam falando. –Meus Deus.... eu sou uma garotinha. Vocês não podem fazer isso comigo. – Podemos sim, Alice, e esse negócio de ser uma garotinha é uma grande mentira... você está é no ponto certo para receber cacete neste rabo, Já tens quinze anos e um corpinho delicioso, prontinho para conhecer as delícias de uma boa piroca na buceta.
Por alguns minutos eles ficaram olhando o desespero da jovem, se deliciando com o choro e o pânico em seu olhar, para eles, aquilo era fonte de enorme prazer para os sádicos. Quando Pedro se aproximou da cama, ela se recolheu mais e se tapou como pode com o lençol. – Calma Alice, eu só vou tirar a corrente do teu pescoço.... Assim ta vendo, depois a gente a coloca novamente, mas queremos nos divertir um pouco com você, é melhor sem a corrente.
Alice arregalou os olhos aterrorizada e correu como um raio em direção à porta, querendo escapar dos canalhas, mas foi agarrada pelos cabelos, por Antonio e arrastada de volta para a cama. Fique deitada ai putinha, a gente só vai provar esta tua carne deliciosa, não há necessidade de tanto medo! Enquanto falavam foram tirando as roupas e quando ela os viu nu com aquelas monstruosidades apontada em sua direção, começou a tremer de tanto medo e se enrolou como pode no lençol, chorando e chamando por sua mãe.
Antonio e Pedro, sentados na beira da cama com a menina no meio deles, se divertiam com o pânico da garota, ao ver suas ferramentas. Foram puxando o lençol do corpo dela, que mesmo fazendo muita força, em instantes se viu descoberta. Cobriu seus seios com os braços e soluçando, implorou que que eles não fizessem nada com ela. Pedro, subiu na cama e se sentou sobre a barriga de Alice, prendendo entre suas pernas, os braços dela, que rolava a cabeça de um lado para o outro, em total desespero. Mamãe, me ajude ...pelo amor de Deus... não façam isso comigo! - Fique quieta garotinha.... Você vai gostar. Pedro com as mãos espalmadas cingia com força os seios e rolava entre dois dedos os mamilos salientes. Antonio, segurando os joelhos de Alice, aos poucos foi forçando a separação deles e quando conseguiu uma boa abertura, meteu seus ombros no meio das pernas da garota e foi forçando a separação das coxas, até ter visão total da bucetinha e sem perda de tempo, afoito, meteu a boca na grutinha. Pedro agora chupava como um doido os mamilos de Alice, que imobilizada pelos dois, nada podia fazer.
Alice, soluçava baixinho, sentindo que Antonio chupava, não apenas o líquido de sua vagina, mas também sua alma, enquanto Pedro sugava seus mamilos com tanta força, que parecia querer arrancá-los fora. Aos poucos foi sentindo uma coisa estranha percorrer seu corpo como se fosse uma corrente elétrica, tendo como terminal, os mamilos, entre os lábios de Pedro e o clitóris, chupados por Antonio. Mesmo querendo evitar, seus soluços foram se transformando em gemidos de prazer.
Os dois perceberam que Alice estava excitada e então, louco de tesão, continuaram a explorar o corpinho da jovem, que não resistiu ao estímulo absurdo a que estava sendo submetido. Por quase trinta minutos eles continuaram a enlouquecer a jovenzinha, apenas se revezando, ora um estava na vagina, ora outro estava mamando os seios. Foi inevitável, Alice explodiu em um orgasmo espantoso, o primeiro em sua vida, sem mesmo ter noção do que estava acontecendo com o seu corpo.
Quando eles saíram de Alice, ela apenas se deixou ficar estirada na cama, sem mover um músculo se quer. Ela estava atônita e atordoada, não tinha noção do que tinha se passado com o seu corpo. Quando eles começaram a debochar dela, voltou ao seu normal e recomeçou a chorar, agora de pura vergonha e medo, por aquela coisa que sentiu ao ser tocada por eles.
- Viu só Alice, você gozou junto com a gente! Não foi tão ruim assim! Agora a gente vai aos finalmente com você, vais experimente uma rola na buceta, que vai te deixar malucona. – Minha nossa, eles querem tirar a minha virgindade! - Onde está este Deus que vai permitir uma coisa destas? - Pelo amor de suas mães, não façam isso comigo, eu faço tudo que vocês pedirem, mas não me estuprem, eu sou virgem...sou uma garotinha... tenham pena de mim! – Cale esta boca de merda, garota.... A gente vai te comer sim e não adianta vir com choradeira. – Antonio, vamos tirar a sorte...quem ganhar, tira o cabacinho dela. Tá certo Pedro, mas quem perder pode tirar o selinho do cuzinho, Nada disso... o ganhador faz o serviço completo, buceta e rabinho.
- Que merda! Você tem muita sorte Antonio! - Não fique triste Pedro... ela vai estar aqui pra você. Agora dê o fora e me deixe saborear o meu presente. – To saindo cara! Vou dar um pulinho no puteiro da Laura sapatão, ver que encontro uma buceta para descarregar o meu tesão.
- Alice ouviu todo o diálogo e se horripilou toda, parecia um feto, de tão encolhidinha estava. Sabia que nada poderia fazer para evitar que Antonio a estuprasse e mais tarde o outro iria fazer a mesma coisa. Este era o seu cruel destino... sua vontade era ficar inconsciente, para não sentir o seu defloramento. O que eles estavam fazendo com ela, era uma coisa tão terrível, que nem podia acreditar... ter os lábios de um homem dentro da sua bocetinha, a chupando como um animal esfomeado, era tão revoltante, que se pudesse matava o miserável. Para piorar as coisas, ainda, tinha o outro doente, lambendo e mordendo seus mamilos.
Mas o que ele queria fazer agora, a enchia de pavor e com o corpinho tremendo sem controle, voltou a implorar por compaixão, que ele tivesse piedade dela. Com as mãos postas, com as lágrimas correndo solta, se ajoelhou sobre a cama. Antonio vendo aquilo, aquele delicioso corpinho despido, ficou descontrolado, tal o tamanho do prazer que estava sentindo e o seu caralho, de tão rígido, parecia um tronco.
Segurando com a mão esquerda, o tronco do membro, ele o balançou em direção de Alice e com um sorriso sinistro, completou: - Estou com peninha da coitadinha.... Tu estás muito nervosa e para a acalmar vou lhe dar um santo remédio…vai beber o meu leitinho, direto da fonte... Se não beber direitinho, vou te surrar muito!
Alice não teve temo para mais nada, ele a empurrou com violência, fazendo com que caísse de costas na cama. – Fique deitada aí, putinha, que agora vou me matar de tanto gozar em tu. Sentou em sua barriga, com o pau entre os seios de Alice. Quando ela tentou o empurrar com os braços, ele deu uma gargalhada, cheia de deboche: - Isso mesmo garotinha.... Eu quero que você lute esperneie, chore bastante, de gritos altos por socorro, isso me faz ficar excitado. Sem nenhum outro comentário, ele começou a dar tapas no rosto da infeliz, na face direita alternando com outro na esquerda. A cabeça balançava, conforme o sentido dos tabefes. Com a pele do rosto vermelha e dolorida, ela gritava de dor a cada batida. Assim que eu gosto...grite mais alto meu docinho... mais alto, mais alto! Ele não parava de tapear a face da jovem, que agora só gemia, sem forças para gritar. Depois de muitos minutos, ele cessou a pancadaria: - Que coisa mais espetacular, Alice... tua cara até parece um tomate, de tão vermelha. - Você gostou? Depois tem mais!
Alice com os olhos esbugalhados de pavor, apenas olhava o desumano sujeito. – Por favor não me bata mais! – Vou parar sim... agora tá na hora de você beber o meu leitinho. Antonio foi deslizando sua bunda, de modo que suas bolas ficassem esmagadas pelos seios macios, e a cabeçorra rosa, quase tocando os lábios trêmulos da jovem.Com Os braços tentou tirar aquela monstruosidade que se aproximava de sua boca, mas levou um tapa no lado da orelha, tão forte que chegou a ficar atordoada. – Tire a mão cadela...senão vou te encher de porrada.
Antonio, com a mão esfregava a cabeça do pênis entre os lábios de Alice, que cerrados se recusavam, a dar acesso ao intruso. Ele levou as mãos à bochecha e com os dedos foi fazendo forte pressão e ela se viu forçada a abrir os lábios. Foi o bastante para que aquele imenso rolo de músculos, entrasse boca a dentro. Alice o sentia se movimentar, indo fundo, quase atingindo sua garganta. Estava sufocando e tendo ânsias de vômitos, mais Antonio não parava o entra e sai e por muitos minutos, “fodeu” a boca da garota como se buceta fosse. Quando ele gozou fortes jatos de esperma jorrou goela abaixo, Alice se sentiu morrer, obrigada a engolir quase tudo. Queria vomitar, pois ele na hora do orgasmo, afundou todo o membro garganta abaixo e sem ar, sufocada, perdeu os sentidos. Ele ficou ainda por um tempinho, dando mais algumas golfadas e foi só, quando tirou o enorme caralho, que percebeu que Alice estava desfalecida e com o rosto roxo pela falta de ar.
- Que gozada maravilhosa, esporrei como nunca e ela engoliu tudinho, sem derramar uma só gota! Menina valente! Antonio abriu a boca de Alice e viu que lá dentro, ainda tinha um restinho de porra. Deu umas tapinhas no rosto dela. - Acorda garota... e engula o resto, não podemos desperdiçar alimento tão nutritivo! Alice, tossindo muito, foi se recuperando e sem sentir, realmente, engoliu o pouco de semem que ainda restava. Quando se deu conta do que tinha acontecido, enojada tentou forçar o vômito, mas Antonio fechou sua boca, com um longo e intenso beijo, enviando sua língua entre os lábios ainda sujos de deu próprio leite.
Enquanto a beijava, foi colocando a cabeça do pau na abertura da buceta. Ela o sentiu e tentou sair, mas com o enorme peso dele, no meio de suas coxas, não podia se mexer. Suas paredes vaginais foram se alargando para permitir o acesso do caralho e ela gemendo de dor, deu um grito estridente, quando seu selinho foi rompido. Ele continuou avançando e ela imaginou que suas carnes estavam sendo estraçalhadas.
A dor era muito forte e ela não parava de gemer pensando que estava morrendo. – Por favor...tire, tá doendo muito, não vou aguentar! Não empurre mais, você vai me matar! – Não seja boba garota! Meu cacete apesar de ser muito grande, não mata ninguém! Tá vendo só, ele já está todo dentro da tua buceta e você aguentou bem... Você é muito apertadinha, mas o pior já passou, agora é só relaxar e gozar.
Alice o sentia todo dentro dela e apesar da incrível dor que sentiu, agora com ele sem movimentar, até que estava sentindo um certo alívio. Antonio depois da invasão, ficou parado e sem cessar de a beijar por todo o rosto. – Viu gostosinha, como a coisa não é tão ruim como pensavas. Depois da gozava que dei em tua boquinha, tenho de descansar um pouco dentro de você.... Mas logo, logo, vais sentir todo o meu vigor novamente.
Quando Antonio começou a se movimentar dentro dela, Alice sentiu um certo alívio, parecia que o roçar dentro de suas carnes, tinha o poder de diminuir as dores e ela foi gostando. Em poucos minutos, Alice gemia, não de dor, mas dominado por avassalador gozo e sem mesmo saber como, cruzou suas pernas por cima das nádegas dele. Quando ele explodiu dentro dela, Alice teve um forte orgasmo simultâneo. Exausto, Antonio ficou dentro dela, enquanto seu membro foi murchando lentamente. Alice, louca de tesão, contraia os músculos vaginais, para melhor sentir aquela coisa ir se derretendo lá dentro.
Minha putinha adorada, eu ia comer o teu rabinho, mas estou muito cansado e o meu pau não vai subir de jeito nenhum. Fique deitadinha aí enquanto tiro um cochilo. Antonio saiu de dentro dela e em questão de minutos, estava roncando como um porco. O miserável se esqueceu de colocar a corrente de volta no pescoço da garota. Ela ficou deitada no canto da cama, procurando de afastar o máximo possível dele. Depois, procurando não fazer nenhum barulho, foi saindo de mansinho do quarto, desceu as escadas e procurou uma porta ou janela, que pudesse usar para escapar daquele inferno. Mas a sorte lhe estava sendo madrasta, todas as saídas do depósito estavam trancadas com cadeados. Desesperada por ver suas esperanças malogradas, ficou mais sobressaltada ainda, quando viu que suas coxas estavam sujas de sangue. Percebeu que o sangue vinha de sua vagina e inocente como era, logo pensou que o seu estuprador tinha arrebentado suas carnes, dentro de sua piriquita.
Em pânico, subiu novamente as escadas, em busca do banheiro ao lado do quarto dos caras. Em baixo do chuveiro, ficou quase meia hora, procurando se limpar e tirar o fedor do corpo dele, que parecia estar impregnado no dela. Ficou aliviada ao ver que sua bucetinha, apesar de estar bastante dolorida, não sangrava mais. A água teve também o dom de a despertar para a dura e cruel realidade de sua situação. Fora sequestrada e estuprada por dois desconhecidos, depois de embriagada por um velho tarado. Os safados pretendiam mantê-la aprisionada, para abusar dela.
- Depois, sentadinha num canto do corredor, ficou matutando sobre tudo que eles fizeram com ela. Alice estava arrasada fisicamente, sabia que não poderia se opor à vontade deles, mas o que mais a demoliu, foi que, mesmo não querendo, sentiu enorme prazer, com eles fazendo aquelas coisas nela. As sensações foram tão fortes, que parecia estar recebendo uma descarga elétrica. Nunca, em sua curta vida, imaginou que fazer sexo fosse tão gostoso. O que conhecia a respeito disso, era apenas por meio de conversas com suas amigas e por um filme pornô, que uma garota mais safadinha, levou para elas verem.
Achava que os gemidos e gritos das mulheres, na fita, era tudo fantasia, impossível de acontecer na vida real. Nenhuma mulher poderia sentir prazer ao fazer sexo com dor, com os caras judiando delas. No entanto, ali estava ela, sentindo tudo aquilo no seu próprio corpo. Uma garotinha de apenas quinze anos, até então virgem, gozando como uma vadia. Fora tomada a força, com extrema violência, mas sentiu enorme prazer nisso, mesmo fazendo força para evitar o estupro.
Apesar de ter lavado a boca, por bastante tempo, ainda sentia o gosto do esperma, que fora obrigado a engolir e cheia de vergonha, com muito nojo dela mesmo, notou que tinha gostado, tanto como a mulher do filme pornô. – Meu Deus! Me perdoe, minha mãe... mas acho que tenho a alma de puta, de vadia. Foi com estes pensamentos que Alice adormeceu, no chão do corredor, com o corpo e a alma, submetidos ao limite do estresse, sendo jogados nos braços de um destino cruel, que teria de enfrentar daqui para a frente.

CONTINUA EM: Era uma vez uma menina chamada Alice- parte 2

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:9 de novembro de 2014 02:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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