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Era um vez uma menina chamada Alice - parte 2

ERA UMA VEZ UMA MENINA CHAMADA ALICE–PARTE 2
Foi com estes pensamentos que Alice adormeceu, no chão do corredor, com o corpo e a alma, submetidos ao limite do estresse, sendo jogada nos braços de um destino cruel, que teria de enfrentar daqui para a frente.
Não sabe quanto tempo dormiu, mas não pode descansar quase nada, pois o seu sono foi cheio de pesadelos terríveis, em que um batalhão de homens a violentavam e ela gritava como uma alucinada, pedindo ajuda à sua mãe, que lhe estendia os braços, mas ia se afastando, até sumir no horizonte, a deixando sozinha, mergulhada naquele mar de violência sem fim.
Alice acordou agitada, gritando por socorro e viu ao seu lado o outro sujeito, o tal de Pedro, que a olhava sorrindo e aparentando estar muito bêbado. – Como é putinha? O Antonio te fodeu muito? Fui até o puteiro da Laura Sapatão, mas lá não tinha nenhuma rapariga que valesse apenas... só baranga! Bebendo umas pingas, eu só me lembrava de você, uma garotinha bem novinha, que nem homem conhece, além de Antonio e eu é lógico.
- Onde está Antonio, o maluco a deixou solta, andando por aí! Aquele idiota! Ele te fodeu ou não? Alice ficou olhando o homenzarrão, medrosa, não sabia o que fazer, a não ser se encolher no cantinho do corredor. – Eu te fiz uma pergunta, cadela... responda ou eu te encho a cara de porrada! Alice acovardada com a ameaça, com voz tremula, respondeu ao miserável. – Sim... ele fez sim...
- Ele meteu no teu cuzinho? – Não, ele não fez isso, disse que era para mais tarde. - Mais tarde porra nenhuma, que ele não te enrabou...eu vou. To louco para provar este cuzinho virgem. – Pelo amor de Deus, moço, não faça isso; estou muito machucada! - Pouco me importa se você está machucada ou não, o que eu quero é arrombar este cuzinho Vamos lá para baixo, não quero que o viado acorde e atrapalhe a minha foda.
Pedro segurou a garota pelo braço e a foi puxando escada abaixo, sem nem se importar com os seus protestos. Ele a levou para um canto do depósito, onde estavam empilhados muito caixotes, alguns já vazios. Forrou juma lona no chão e como um louco tirou toda a roupa e se atirou sobre Alice. – Venha cá gatinha, esse cacetão está necessitando muito de um cuzinho. Quando a garota viu o tamanho do caralho dele, em pânico, correu em desespero, tentando subir as escadas. Preferia despertar Antonio. Se fosse para ter seu bumbum violado, que pelo menos fosse por ele, que tinha o pênis bem menor.
Com o corpinho debilitado, nem chegou a pisar o primeiro degrau, foi agarrada por Pedro, que lhe deu um tremendo soco nas costas, que a fez rolar pelo chão, gritando com a dor da pancada. - Venha cá mulher safada.... Vou comer este rabinho, por bem ou por mau! Ele levantou Alice pelos cabelos, quase arrancando um punhado deles. Com uma selvageria nunca vista, ele a levou de volta, aos tapas e empurrões e quando ela caia, Pedro a chutava com força.
Gemendo e chorando, praticamente foi levada aos chutes e pontapés até a lona estendida no chão. Fora de controle, ele montou sobre o corpo dela e a surrou sem piedade, lhe dando violentos socos nos seios, nos ombros e cabeça. Alice.com o rosto sangrando abundantemente, todo transfigurado, gemia debilmente à cada pancada recebida e pelos lábios partidos, implorava que ele parasse de a surrar. Mas ele continuou, numa fúria animal a trucidar a coitadinha, até que a viu inertes, mas ainda consciente.
Com os punhos sujos de sangue, ele a virou com a bunda para cima, abriu suas coxas e ela ainda pode sentir o peso dele, se deitando por cima. Alucinada de dor, parecia que um punhal estava sendo cravado em seu ânus, quando aquela coisa monstruosa dele foi invadindo seu cuzinho. Envolta num mar de dor, Alice apagou por completo.
Não sabe quanto tempo depois, foi acordando aos poucos, com o corpo todo dolorido e sentindo que seu rosto estava muito inchado e que o bumbum ardia em fogo, parecia que lhe tinham colocado ferro em brasa lá dentro. Não conseguia parar de gemer.
Ela não tinha noção, mas Alice, ficou três dias inteiros, ardendo em febre alta, jogada num sujo canto do depósito, tendo como cama, apenas a lona, manchada com o seu próprio sangue. Nem mesmo assim, os dois animais deixaram de a atacar sexualmente,
Com os olhos roxos e lábios inchados e partidos respirava com muita dificuldade, pois seu nariz parecia ter dobrado de tamanho. Com os chupes recebidos, tinha hematomas por todo o corpo e deslocamento da clavícula.
- Antonio, esta mulher do jeito que está, não serve para mais nada, vamos dar um fim nela? – Eu acho que não…nada de a desovar! Vamos dar ela de presente para a Laura sapatão. Se ela ficar boa, a Laura poderá usá-la em seu puteiro ou então a despachar, se não servir para mais nada.
Os desalmados sujeitos, vestiram Alice com um tosco vestidinho, lavaram como puderam o sangue coagulado do corpo dela e a levaram para o puteiro. Laura fica admirada com o estado que se encontra a jovem. - Minha nossa! O que eu vou fazer com esta garota... ela está toda arrebentada, por fora e por dentro! Vocês são dois animais, não vejo razão para fazerem isso, se ela estivesse inteira, eu a poderia usar aqui no puteiro, pois meus clientes adoram uma bucetinha novinha, mas deste jeito, não serve para nada. Mas a deixem aqui, talvez ainda possa servir para alguma coisa.... Pois olhando melhor ela até que é bem bonitinha.... Quase uma criança. Como tiveram coragem de judiar tanto da coitadinha? Fico com ela, mas não vou lhes pagar nada pela garota, pois vou ter muito trabalho em cuidar das suas feridas... isso se conseguir!
Alice já estava quase dois meses no puteiro de Laura sapatão e pouco a pouco foi melhorando, sob os cuidados de Laura e de algumas putas que lá moravam. Mesmo sem estar totalmente recuperada, por insistência de alguns clientes, que a viram na casa, Laura a obrigou a “trabalhar”. Alice, passou então a ser mais uma “menina” do puteiro e como era muito bonita e jovem, passou a ser a preferida dos frequentadores da casa. Laura Sapatão, estava muito contente com o lucro que a jovem estava lhe proporcionando, ainda mais que ao contrário das outras mulheres, Alice não recebia nenhum tostão, tudo ficava com a casa.
Tinha dia que a garota, era fodida, desde o início da noite até o amanhecer, Não tendo tempo nem para sair da cama, pois Laura dava acesso a um cliente, tão logo via um outro sair do quarto. Alice estava tão arrasada física e mentalmente, que nem reclamava mais, apenas ficava esperando os caras para a foderem. Mas o pior de tudo, era quando Laura, em busca de mais lucro, permitia que dois caras possuíssem o corpo da garotinha ao mesmo tempo e nestas ocasiões, valia tudo, desde dupla penetração a sexo oral, com a maioria ejaculando na boca da jovem.
Laura só permitia que a Alice tivesse descanso nas segundas-feiras. Quando não estava no quarto, servindo aos clientes, Alice perambulava pelo puteiro, pois não tinha autorização para sair do casarão. Parecia uma morta-viva, quase não falava e não se rebelava com nada, sempre com um rostinho triste, mas sereno. As outras meninas, estavam percebendo que Laura estava escravizando sexualmente a infeliz garotinha, pois além de não lhe pagar nada, a obrigava a servir até mais de dez homens numa noite só.
Uma coisa muito estranha estava acontecendo. Todas as mulheres caíram de amores por Alice, Elas se comoveram com o sofrimento da linda jovenzinha, tão meiga e tão doce. Logo quiseram saber o porquê tão jovem menina estava naquela situação. Mas infelizmente, devido aos traumas que suportou, não foi só o corpo que sofreu; sua mente também estava muito confusa e de quase nada se lembrava de sua vida passada. Via o rosto de sua mãe e de seu pai, mas não sabia onde eles moravam e nem de seu nome completo. Ao ser questionada por Laura e pelas demais, só tinha vaga lembrança de que estava num bar de beira de estrada, bebendo alguma coisa com um velho e depois só se lembra de Antonio e Pedro e de tudo que eles fizeram com ela, com os membros deles dentro sua buceta e no cuzinho, e de ter ser sofrido muitas surras dos dois canalhas.
Pedro e Antonio, sabiam muito bem da história de Alice. Que ela era filha de um casal viajando pelo interior e que numa parada de estrada, a menina caiu nas mãos de um velho tarado que a sequestrou e, que depois eles mataram o velho e que por acaso a garota foi parar nas mãos deles. Mas isso eles não podia falar para Laura. E contaram uma história diferente: Tinham encontrada a menina num bar de estrada, se oferecendo para os caminhoneiros a troco de dinheiro e que resolveram a trazer para morar com eles e a fazerem ser mulher deles. Mas que a garota era muito rebelde e que merecia apanhar muito para aprender a ser obediente.
Era uma história muito confusa, mas que se casava com o que Alice tinha contado. Daí para a frente, a garota passou a ser tratada como uma igual... mais uma adolescente, que por motivos vários, resolveu se prostituir.
Mas dois meses se passaram e Alice já estava totalmente recuperada fisicamente, mas como resultado dos estupros sofridos no depósito, estava gravida de quase quatro meses. Laura, devido a meiguice e passividade, caiu de amores pela garota e a tratava com todo carinho e pagou todas as despesas para que a garota fizesse o aborto com total segurança, numa clínica da cidade.
Laura sapatão, fazendo jus ao apelido, fez de Alice, sua amante, passando até a dormir no quarto da dona do puteiro. A garota adorava fazer amor com Laura, do jeito meigo e carinhoso com que sua buceta e seu ânus, eram beijados, chupados e mordidos por ela. Alice ficou totalmente apaixonada por Laura e esta paixão era reciproca.
-Alice, você é minha mulher e nunca mais fará sexo com meus clientes, teu passado de puta ficou para trás. Tudo o que você precisar. - Roupas, joias, manicure, tratamento médico e até dinheiro eu lhe forneço. Em troca eu quero que me sejas fiel, eu serei a tua dona enquanto você viver, mas se algum dia eu descobrir eu você me traiu... eu a mato. - Pode deixar meu amor, eu também a amo do fundo do meu coração e só quero fazer amor com você.
Tudo ia bem entre o novo casal, e mais dois meses se passaram, com Alice e Laura sapatão, fazendo amor quase todas as noites. A garota nunca se sentiu tão feliz, nos braços de sua querida, principalmente quando ambas se chupavam, num 69 gostoso, fazendo com que Alice “miasse” como uma gatinha no cio, louca de tanto gozar. Tudo era melhor do que quando era usada pelos clientes do puteiro.
A garota era tão escandalosa, quando gozava, que uma puta, que dormia no quarto ao lado, escutava todo o escarcéu da amante de Laura. Pouco a pouco Marta, a putinha vizinha, foi ficando com tesão por Alice. Este tesão foi se transformando em desejo louco de a ter, de fazer amor com ela. Mas Marta tinha muito medo de Laura. Mas queria encontrar um jeito de ter Alice em seus braços.
Até que certo dia, aproveitando que Laura foi fazer compras para abastecer a cozinha e o bar do puteiro, encontrou sua oportunidade. Louca de tesão por Alice, foi até onde ela se encontrava e começou bater um papinho amigável com a garota. Sabia que Alice tinha simpatia por ela e que a considerava sua amiga, sendo assim foi fácil convencer a garota a ir até o seu quarto e lá continuaram a conversa como duas amigas. Marta como quem não quer nada, foi servindo uísque para elas. Sabia que Alice era fraca com bebida, mas ela foi mantendo a conversa franca com a jovem, que nem percebeu que estava ficando alegrinha.
Quando Marta a beijou de leves nos lábios, Alice gostou e correspondeu ao beijinho. Quando se deu conta, as duas estavam se beijando com grande ardor, língua dentro de língua. – Nossa como você beija bem Marta, disse Alice excitada com o que estava fazendo, até por estar traindo sua amante. Em pouco tempo, as duas estavam praticando um louco 69, a posição preferida de Alice, que insaciável, mordia e chupava a buceta de Marta, como nunca fizera com Laura.
Mas de súbito a porta do quarto se abre e Laura, em pé, as olha, com os olhos injetados de ódio. Alice e Marta, são expulsas do quarto, abaixo de porrada. Laura, empunhando um bastão roliço de madeira, surra as duas, principalmente Alice, que tem a testa sangrando com as cacetadas recebidas. Tenta se proteger, mas a raiva da mulher traída não tem limites. Ela atinge as costas e a barriga de Alice, muitas vezes, depois atinge as coxas e os joelhos da coitada, que sente que alguma coisa se quebrou. Laura, também machucada, arrasta Alice para fora do puteiro, ante a raiva de Laura, mas no portão, sofrem novo ataque.
Alice, com a testa sangrando muito, com fraturas em duas costelas e com o joelho machucado, é arrastada por Marta, e quase desmaiando geme de dor, ainda sobre ataque de Laura, que as impede de saírem pelo portão. Se não é a intervenção das demais “meninas” do puteiro, as duas seriam mortas à paulada.
Marta consegue arrastar Alice para fora dos portões, que são fechados com estrondo, as suas costas. La dentro, Laura, com ódio no coração partido, pela traição de Alice, grita a pleno pulmões: - Fora daqui, cadelas ordinárias, tudo o que é de vocês, agora são meus... saiam somente com a roupa do corpo e se deem por contente, pois minha vontade era matar as duas.
Continua em: ERA UMA VEZ UMA MENINA CHAMADA ALICE – PARTE 3

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:13 de novembro de 2014 02:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 13/11/2014.

Comentários

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  • Maickon nascimento
    Postado porMaickon nascimentoem25 de junho de 2015 22:56

    Como encontro a parte três?

    Excelente CONTO seria ótimo as meninas lêem isso pra aprender a se cuidar e a valorizar os país.

  • Marina
    Postado porMarinaem11 de dezembro de 2014 16:47

    Adorei o conto muito bom.

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