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Eu só queria conhecer o Rio de Janeiro

Eu só queria conhecer o Rio de Janeiro

Este é um conto erótico, mas com forte pitada de puro terror. Aconselho que quem for sensível a este tipo de conto, que não continue a leitura. Da amiga, Marcela


Me nome é Marcela, tenho 15 anos e todos dizem que sou bastante bonita. Morena clara, cabelos castanhos escuros e olhos idem. Mas o meu forte é o bumbum, as coxas e os seios. Tenho fama de ser um pouco diferente das minhas amigas e todas zombam de mim, pois sou baixinha e demasiadamente tímida. Talvez por ser assim, não tenho namorado, nunca tive.

Acreditem, apesar de ser um verdadeiro bicho do mato, de uns tempos para cá, observo que muitos rapazes passaram a me olhar de um modo diferente e alguns até dizem algumas gracinhas. Tenho tremendo medo disso, pois alguns comentários não passam de piadinhas sujas. Para evitá-los, saio muito pouco de casa e me visto com roupas bem "folgadas", para evitar ao máximo, chamar a atenção da rapaziada.
Meu sonho sempre foi conhecer o Rio de Janeiro, onde reside minha madrinha e tia Eduarda, que conta maravilhas da cidade maravilhosa. Moro numa cidadezinha do norte de Minas Gerais, com pouco mais de 10 mil habitantes. São apenas nós duas, eu e mamãe, que viúva, me criou sozinha. Com o seu zelo excessivo, me tornou muito insegura no trato com outras pessoas. Na verdade eu me acho uma verdadeira roceira, que nunca saiu das barras do vestido da mãe.

Mas agora, com as férias de fim de ano chegando, me deu a "louca" e convenci mamãe a me deixar passar umas semanas na casa de madrinha, lá no Rio. Com tudo resolvido, finalmente chegou o dia da minha "grande aventura", viajar de ônibus para o Rio, imaginem que coisa mais emocionante! Mamãe me deu mil recomendações e me levou até a rodoviária. Minha madrinha iria me esperar na rodoviária, mas assim mesmo levei o endereço e telefone dela, para garantir qualquer desencontro.

Com minha mala no porão do ônibus e algum dinheiro na bolsinha, finalmente parti, com meu coração dando pulos de ansiedade. Afinal de contas esta era a minha primeira grande aventura e estava radiante.

Como sempre, quando estou no meio de gente estranha, procuro ser a mais discreta possível e assim foi no ônibus. Fiquei sentadinha na minha poltrona, nos fundos do carro, olhando extasiada a paisagem. Estava disposta a não pregar olho, querendo curtir cada minutinho, do que para mim, era uma tremenda aventura.

Nem durante a noite, minha adrenalina era tanta que, não consegui dormir, ao contrário da maioria dos passageiros. 23:30h.... parada de 20 minutos para um cafezinho e outras coisinhas mais. Resolvida a conhecer bem de perto tudo o que se relacionasse com o "meu extraordinário passeio", desembarquei e fui direto para a pequena lanchonete. Devido ao frio da noite e a pequena garoa que caía, quase ninguém desceu do ônibus, a não ser um grupinho barulhento de moças e rapazes, uns 6 ou 7.

Depois de beber um café com leite bem quente, procurei um banheiro para tirar um pouco de "água do joelho"... este foi o meu grande erro. Ao sair do reservado, esbarrei com duas jovens, que me cercaram: - Moça, podes nos dar uns trocados, estamos com fome e todos parecem que têm medo da gente!

Não era de admirar que assim fosse, pois elas "fediam" muito a bebidas e vestiam uns trapos a modo de vestido. Mamãe tinha me alertado para este tipo de pessoas que poderia encontrar, quando saísse do conforto de minha cidade. Receosa, tentei me afastar delas e voltar para o meu ônibus. - Desculpes moças...mas não tenho nenhum trocado! - Você tem sim... vimos quando você pagou tua despesa lá na lanchonete do Tião.

Sem que eu tivesse tempo para qualquer ação, uma das pedintes arrancou minha bolsa e partiu em desabalada corrida, em direção aos fundos do estabelecimento, seguida de sua companheira. Fiquei desesperada, pois em minha bolsa estava todo o meu dinheiro, meus documentos e o endereço de madrinha.

Sem nem pensar direito, corri atrás dela, pois apesar de ser baixinha, sempre fui muito boa em corridas; tendo já vencido algumas competições em minha escola. Já estava quase alcançando as desgraçadas, quando de súbito, elas pararam e me encararam: - "Qui tu tá fazendo...vá simbora garota". - Eu quero a minha bolsa de volta! - Tua bolsa uma ova... agora ela é nossa!

Com muita raiva, avancei sobre a que tinha a minha bolsa, tentando a recuperar. Foi uma tremenda besteira. As gurias eram bem mais altas e mais fortes e em pouco tempo, estava imobilizada, com uma tremenda gravata. - Você perdeu, merdinha, agora tu virás com a gente... vamos te depenar toda.

Quase sufocando, com o braço em volta de meu pescoço, fui sendo arrastada por uns 100 metros, bosque adentro. Com muitos tapas e empurrões, me atiraram no chão de uma imitação de barraco de madeira. - Agora, trate de ficar peladona... a gente só queria o teu dinheiro, agora vamos querer tudo...sapatos, vestido e o que tens por baixo.

Chorando e apavorada.... Pedi mil desculpas à elas, dizendo que podiam ficar com o dinheiro, mas que me dessem os meus documentos e outros objetos que estavam na bolsa. - Daqui você não leva nada e dê graças por ainda poder sair andando. As duas cretinas se atiraram por cima de mim e foram tirando as minhas roupas, sapatos, colar e brincos. Era tudo porcaria, mas eram meus e tentei impedir, mas levei tantas "bolachas" e beliscões, que tudo me doía.

Em instantes eu estava totalmente nua, estirada no sujo piso do casebre, enquanto as duas se vestiam com as minhas coisas. Até a calcinha e sutiã, elas vestiram. Quando tentei sair de mansinho, a maior delas, a que tinha cara de fuinha, me olhou e ordenou: - Fique deitada aí... nós ainda não terminamos com você!

-Mês Deus! O que elas ainda queriam comigo? Acovardada e atemorizada, fiquei onde estava. Alguns minutos depois, elas estavam se mostrando para mim, vestindo as minhas roupas. A que usava o vestido, era bem mais alta e a barra da saía não passava do meio das coxas e a outra, uma morena bem escura, vestia a calcinha e o sutiã. O sapato 33, não deu para nenhuma das duas, que deviam calçar número 38 ou 39. Mas usavam o colar e os brincos. Que raiva fiquei, mas não podia fazer nada.
-Olhe só Beta... Que corpinho lindo ela tem! Que belos peitões! - Eu já tinha reparado nisso, Tonha... Vamos nos divertir um pouco com ela? Meu Deus! Só me faltava essa! Ser assaltada, roubada e ainda por cima cair nas mãos de duas sapatonas!

Com adrenalina a mil e em pânico, tentei uma fuga desesperada, mas antes de chegar à porta, fui derrubada com uma "rasteira" por Beta, a cara de fuinha. Cai ao chão e ali mesmo, as elas se atiraram sobre o meu corpo, parecendo duas aves de rapina, disputando a carniça abatida.

Até alta madrugada, Beta e Tonha, fizeram em mim, coisas que eu jamais pude imaginar poder existir. Elas chuparam e beijaram todos os meus buraquinhos. Com as línguas em minha xoxotinha e no bumbum. A princípio eu chorava e protestava, com nojo e medo, mas pouco a pouco fui relaxando e me deixei ficar inerte, as sanhas das duas taradas. Eu estava submissa e elas não se cansavam nunca de me morder e dar fortes chupões em todo o meu corpo.

Enquanto Beta metia a língua em minha bucetinha, Tonha, como uma possessa, me sufocava, com a boca quase inteiramente dentro da minha, chupando minha língua com tanta força, que parecia querer a arrancar. Que Deus e minha mãe me perdoem, mas lentamente fui sentindo uma estranha sensação e sem saber como, me vi gostando do que elas estavam fazendo comigo. Parei de chorar e protestar e agora, com a respiração acelerada, não consegui me conter e iniciei a gemer...gemer de prazer.
Escondido de minha mãe, eu já tinha lido um livro de contos erótico, portanto, sabia que as desbravadas, estavam me fazendo ter prazer. Mesmo fazendo muita força, não resisti ao forte chupão em meu clitóris, dado por Beta e explodi num tremendo orgasmo. As duas nojentas, perceberam isso e então continuaram com mais ímpetos a me devorarem.

Já quase amanhecendo, exausta, continuava deitada no chão frio, com Beta e Tonha, praticamente em cima de mim, roncando como duas porcas. Fazia força para me livrar delas, mas elas com suas pernas no meio das minhas, me impediam qualquer movimento. Com medo de as acordar e de ser novamente assaltada com suas bocas, fiquei quietinha.

Sabia que tinha perdido o ônibus para o Rio, mas agora estava mais confiante, pois elas gostaram tanto do meu corpo que achava, me devolveriam tudo o que era meu. Puro engano, pois logo que Beta acordou, me vendo praticamente sob ela, passou a me beijar na boca e a sussurrar: - Como você é gostosa! Vou te comer todinha, novamente. Ela afastou Tonha e enfiou a cabeça no meio de minhas coxas, e transloucada passou a me "comer", dando violentas mordidas nos lábios de minha vagina e quase arrancando fora o meu pequeno "pintinho" que nesta altura estava todo inchado e vermelhão. A dor era tanta, que passei a gritar, pedindo que ela parasse. Quanto mais gritava, mas Beta usava de violência.

Tanto alarido, despertou Tonha, que em vez se me acudir, passou a morder os meus seios, com igual violência. Se antes, eu tinha ido à loucura de tanto gozo, agora estava à loucura de tanta dor. Agora eu esperneava alucinada, berrando como uma cabrita, sendo devorada pelos lobos.

Senti quando Beta, enterrou os dentes no lado direito de minha xoxota e com o lábio vaginal ferido, todo enterrado em sua boca, passou a chupar todo o sangue vertido. Tonha, por sua vez, não ficou atrás e meus seios estavam com as marcas dos dentes dela. Mas quando ela enterrou os dentes em meu ombro e passou a chupar o sangue, foi que percebi que elas estavam a me comer, no sentido literal da palavra. Eu estava sendo devorada viva pelas duas...duas mulheres…acho que não, pois elas uivavam, se deliciando com a cabritinha que estavam a devorar e quando consegui abrir os olhos, vi, apavorada a assustadora e peluda carranca de um lobo, ou melhor de uma loba. Senti mordidas por todo o meu corpo e que nacos de minha carne estavam sendo devorados pelas duas feras. Berrando de dor, apaguei de vez, sabendo que ali era o fim da minha viajem, que eu nunca chegaria ao Rio de Janeiro.

FIM...ou não...pode ter outro final se vocês pedirem, meus leitores.

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:3 de dezembro de 2014 01:42

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 03/12/2014.

Comentários

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  • Norberto
    Postado porNorbertoem14 de abril de 2015 14:25

    Fogo,como voce se livrou da quela situação,continua querida quero mais desta historia,vai ate ao fim...

  • Norberto
    Postado porNorbertoem14 de abril de 2015 14:20

    Fogo,como voce se livrou da quela situação,continua querida quero mais desta historia,vai ate ao fim...

  • Waldir N Gomes
    Postado porMarcelaem3 de dezembro de 2014 10:10
    Marcela é uma autora no História Erótica

    Este conto de terror/erótico, poderá ter outro epílogo. Tudo depende de vocês, meus caros leitores. Façam seus comentários, pedindo ou não outro final. Fico no aguardo. Bjus
    Marcela

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