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Extraordinária história de Alice e Afonso



Alice toda faceira ao lado do pai, no banco do carona, não parava de matraquear. Afonso adorava quando a filha viajava com ele. Sua linda Princesinha tornava o fardo de uma longa viagem, fácil de suportar.
Já estavam na estrada há mais de seis horas e para chegar ao sitio do avô da menina, ainda faltavam mais oito. Porém Afonso estava apreensivo e nada dizia para a filha. Tinha quase certeza que no último desvio, tomou o caminho errado.
Só tomou ciência disso quando, alguns quilômetros adiante, a estrada, que já não era boa, tornou-se um autêntico martírio, pois era buraco por todo lado.
- Filha, acho que fiz burrada... entrei por caminho errado. - E agora papai... o que vamos fazer? Está tudo escuro e com cara de chuva! - Não tenha medo filhinha, papai vai dar um jeito.
- Pai... pai... olhe à direita. Vejo luzes, lá por trás das árvores. - Tens razão Alice.... Deve ser algum rancho ou coisa parecida. Vou fazer um desvio e ir até lá, os moradores devem saber como podemos encontrar a estrada correta.
Afonso, quarenta e um anos, tinha orgulho de sua filha única. Alice tinha acabado de fazer quinze anos e nas férias escolares, demonstrou enorme interesse em conhecer os país de sua mãe. Marta deixou marido e filha, com apenas nove anos, para ir viver com um homem e nunca mais deu notícias.
Alice, uma adolescente, com cabelos loiros e olhos azuis profundos, possuidora de extraordinária beleza e meiguice, que chamava atenção de todos que a conheciam. Obediente e muito apegada ao pai, era a imagem da um anjinho e inocente como tal.
Com alguma dificuldade, Afonso conseguir levar seu carro até bem pertinho da fonte de luz. Achou estranho que, em lugar tão remoto, sete ou oito carros, estivessem estacionados em torno do que parecia ser uma grande construção de alvenaria.
Ao desligar o motor de seu veículo, puderam escutar música alta e alarido de vozes masculinas. Afonso teme um pressentimento e voltou a ligar o motor. - Filha, vamos pedir auxílio em outro lugar.
Porém, quando estava manobrando, para retornar ao estreito caminho, uma camionete, com os faróis ligados, estacionou quase que tocando a trazeira de seu carro.
Dela três homens desceram e com as lanternas ligadas, focaram os rostos de Afonso e de Alice. - Minha nossa! Vejam o que temos aqui? - Uma garotinha linda de morrer! - E você homem.... Onde conseguiu esta coisinha linda? - Entre... cara e traga o teu troféu. Aposto que lá dentro, não temos coisa mais linda do que a tua!
- Acho que temos um engano aqui... esta é minha filhinha, e só paramos aqui porque estou perdido e quero pedir informação de como encontrar a rodovia principal.
Um homem de cabelos branco, aparentando ter mais setenta anos e um ar distinto, voltou a focar sua lanterna em Afonso e depois, demoradamente em Alice. - Nos desculpe, senhor, pensamos que eras um dos nossos sócios. Nós não sabemos ao certo o melhor caminho, mas alguém lá dentro deve saber. - Venha, desçam você e sua filha. Sem esperar resposta de Afonso, imediatamente a porta do carona foi aberta e um cara por volta de cinquenta anos, estendeu a mão para Alice. - Venha, mocinha... você deve estar necessitando esticar as pernas.
Confusa, olhou para o pai, que também estava sendo convidado pelo velhote a descer, já com a sua porta aberta. Sem outra opção, pai e filha, quase que se viram impelidos a entrar no estranho recinto.
Afonso deu de cara, com um enorme salão, com muitas mesas poltronas e sofás, onde muitos outros homens bebiam e fumavam em torno de um pequeno tablado, onde seis mulheres, todas bastante jovens e nuas, pareciam estarem bêbadas ou drogadas, jaziam caídas. Assustado com aquilo tudo, segurou pelo braço sua garotinha e a foi puxando para a porta.
O velhote e outros dois homens que os conduziram, barraram a saída dele. - Não mesmo cara, podes até ir embora, mas esta belezinha da tua filha, fica.
Afonso deu um empurrão num dos homens e acertou o velhote com um soco, mas logo se viu dominado e caiu sob uma saraivada se chutes e socos. Antes de desmaiar ainda pode ouvir os gritos de Alice, sendo arrastada para longe dele.
Quando acordou, não sabe quanto temo depois, se viu caído num quarto, com bem pouca luz. Estava com os tornozelos atados e com braços amarrado nas costas e suspirou aliviado quando viu Alice ao seu lado. Sua menina estava inconsciente, mas ainda vestia sua roupinha e as sandálias, sinal de que não fora abusada pelos monstros que ali se reuniam, pelo menos era isso que queria fosse verdade.
Se arrastou até onde se encontrava sua princesa e a chamou muitas vezes, mas Alice continuou desmaiada. Pode sentir que respirava de um modo não usual e se assustou um pouco.
Não escutou nenhum som de música ou outros ruídos, achou estranho aquilo. Onde se encontrava? O que eles pretendiam? Quando se virou para o outro lado, para se posicionar melhor, horrorizado, viu as seis mulheres, ou melhor as seis mocinhas, todas nuas e inconscientes. Ficou trancado naquele lugar. Não lhe interessava chamar a atenção de nenhum dos homens, pois pelo visto, foram eles, que os prenderam naquele lugar.
Escutou os gemidos ou melhor, os lamentos de uma das garotas, caída no outro canto. Percebeu quando ela abriu os olhos e o viu, pareceu perplexa. Só depois de um tempinho, ela murmurou algo para Afonso.
- O que o senhor está fazendo aqui? - Eu e minha filha, aqui ao meu lado, viemos parar por acaso neste lugar e eles nos prenderam. - podes dizer o que são estes homens e o que eles querem nos prendendo neste lugar?
- Esta menina ao seu lado é sua filha? - Que Deus a Ajude! Trate de tirar ela logo daqui... estes homens são uns verdadeiros monstros. - Nós fomos raptadas, cada uma por um destes sádicos. Neste lugar, fomos drogadas, violentadas e torturadas pelo grupo todo. Eles não são gente...são uns doentes sádicos, que sentem prazer em ver a gente sofrer nas garras dele.
Afonso, quase cortou os pulsos, tentando se livrar das cordas que o prendiam, apavorado com o que ouviu da pobrezinha, que logo voltou a perdes os sentidos. Devia estar sob a forte influência de drogas.
Nenhuma outra menina acordou, nem sua filhinha. - Meu Deus, acho que os filhos da puta drogaram minha garotinha!
O quarto se iluminou e alguns homens entraram, uns cinco ou seis. Ficaram examinando por algum tempo os corpos despidos das seis garotas e depois foram olhar Alice e Afonso, no outro canto. Saíram do quarto, deixando a porta aberta e através dela, Afonso pode ouvir o que para ele seria a sentença de morte e desgraça de sua filhinha.
- Já nos divertimos muito com as meninas e elas vão continuar conosco por muito tempo, pois ninguém sabe do paradeiro delas e até hoje, nem viva alma procurou as putinhas. O homem e sua filha é coisa diferente. Viram, pelos documentos dele, que é uma figuração da política. É lógico que uma cambada de puxa-sacos sairá a procura dois.
- Eu proponho que nesta noite, a gente se divirta com ele e com a filhinha dele. Amanhã damos um fim no homem e no seu carro, bem longe de nossa região e a garotinha, passará a fazer parte no nosso "acervo" para o nosso divertimento futuro.
Afonso deu um berro de puro terror, não tanto por ele, mais por Alice, sua pequena e amada filha. Aquilo chamou a atenção dos homens e alguns deles voltaram ao quarto. - Fique quieto “papai", hoje você vai se divertir com a sua belíssima filhinha.
Aos gritos, Afonso foi arrastado para o centro do salão e firmemente amarado a uma espécie de tronco, com quase dois metros de altura, bem no centro do salão. Com braços e pernas imobilizados, foi amordaçado com uma bola de silicone e suas roupas cortadas com uma tesoura. Nu e aterrorizado, sob a zombaria de todos os homens, viu quando duas mocinhas foram trazidas para o salão. Não se tratava de nenhuma das que estavam inconscientes ao lado de sua filha, eram outras.
Apavorado viu que se tratava de duas garotinhas, quase crianças, que nuas e cambaleando, tinham dificuldades de ficarem em pé. Uns dos homens foi até uma delas, uma ruivinha, que mal conseguia manter os olhos abertos e aos empurrões, ordenou.
- Vá até aquele homem preso ali, e comece a chupar o pau dele. A jovenzinha, sem questionar, se ajoelhou em frente de Afonso e segurando suas coxas, para não cair, colocou o seu pau na sua boca. É lógico que Afonso estava horrorizado vendo o que eles eram capazes de fazer, com uma quase criança. Apesar dela, começar a fazer uma espécie de sucção com a boquinha, o pau continuou flácido. Não havia nenhuma razão para Afonso ficar excitado.
Três minutos depois, eles mandaram a outra garotinha fazer o mesmo, já que a ruivinha estava caída ao seu pé, imóvel, sob efeito das drogas em seu corpinho.
Muitos minutos depois a jovem estava, também, caída e o pênis de Afonso, todo babado de salivas das garotinhas continuava flácido.
Risada geral dos canalhas. - Vejam só o pau do sujeito não sobe, nem com duas garotas fazendo chupeta. O homem de cabelos branco, aparentando ter mais setenta anos e um ar distinto, que ironia do destino, falou aos outros. - Vamos ver que com a outra garotinha o pau dele sobe. Por favor vá buscar a sortuda, lá dentro.
Afonso tentou berrar, de tanto ódio quando viu que Alice, ainda sem sentidos, era levada para o salão. A merda da mordaça de silicone o impediu de exprimir, aos berros, sua fúria.
Com os olhos faiscando de ódio, viu quando sua garotinha foi deitada sobre um sofá, bem à sua frente e o velhote, demonstrando muita calma, foi tirando as roupinhas de sua filha. Para cada peça que tirava, parava e olha para Afonso, com um ar de zombaria.
Quando o sádico tirou o soutien e a calcinha de Alice, a beleza do corpinho virgem, fez brotar nos homens a sua volta, um suspiro de admiração e o velhote, olhou novamente para Afonso. - Que coisa de louco! Como é que você pode fazer uma coisinha tão deliciosa como esta?
- É uma pena cara..., mas tua bela filhinha, de hoje em diante será a nossa diversão... e olhe que somos mais de quatorze, que provaremos a bucentinha e o rabinho dela e para lhe dizer a verdade, nem está linda boquinha escapará da gente.
- Cara, vamos lhe dar uma opção... podes ser o primeiro a tirar o cabaço de tua filha e se não o fizeres, eu serei o primeiro e depois, aqui mesmo neste sofá e na tua frente ela será estuprada por cada um de nos.
Foi libertado do pequeno poste, por "mil mãos", mas em seguida, amarrado a uma espécie de mesinha de madeira, com pernas e braços bem separados.
Afonso viu quando eles, deram para Alice um coquetel de drogas, por meio de uma injeção intravenosa. Nem dois minutos depois Alice abriu os olhos e o velhote foi até ela e lhe disse: - Garota, eu quero que você vá até aquele homem ali e se deite por cima e faça tudo para ele cpular com você.
- Você entendeu bem o que eu lhe ordenei fazer? Alice com os olhinhos quase fechados, balançou a cabeça levemente e num sussurro quase inaudível: - Sim... eu entendi.... Deitar por cima do homem e ... deixar ele ... deixar ele…- Deixar ele cupular, garota burra!
.. Deixar ele cupular... cupular... cupular. Alice repetia estas palavras, enquanto cambaleava em direção onde o pai estava amarrado. A pobrezinha, tal como as outras garotas parecia que estava drogada, sob hipnose ou sono causado por meios artificiais.
Afonso, com todo o seu estudo, não podia identificar a causa de tão estranho comportamento e quando sua filha foi se deitando em cima dele, tentou balançar a cabeça, para tentar acordá-la. Ela parecia que estava em transe.
Afonso a sentiu aninhar-se sobre ele e com as coxas abertas, procurar com o quadril encaixar a vagina, no membro do pai. Alice se movimentava sobre o corpo dele, que sentia o calor emanado de sua filhinha querida, mas era lógico que suas tentativas eram infrutíferas, primeiro porque tanto ele como ela, estavam secos, e em suas mentes não existia nenhum traço de excitação sexual. Segundo porque o membro de Afonso, parece que tinhas "sumido" no meio de suas coxas e terceiro, porque a inocente menina, não sabia muito bem o que seria "cupular". Ficou muito tempo, mexendo sua cintura sobre o pai e murmurando bem baixinho, cupular... cupular... cupular.
Se não fosse situação tão trágica, Afonso acharia graça. Se o velhote idiota e sádico tivesse falado para que sua filha fosse copular, talvez Alice soubesse o que era, mas cupular, com certeza ela não sabia.
Se deitar em cima do "homem" ela sabia e atendeu o pedido do velho. Mas a tragédia de pai e filha estava apenas começando. Depois de alguns minutos, eles tiveram noção que Alice não estava "cupulado" com o pai, como ordenado e ela foi arrancada de cima de Afonso e ... e .... Ele fechou os olhos para evitar ver os monstros sobre sua filha, em estupro múltiplo, vaginal, anal e oral.
Durante toda a noite e madrugada, Alice foi, cruelmente, violentada por todos os quatorze homens, que se revezavam entre ela e as duas outras mocinhas, num bacanal infernal. Em algumas ocasiões, a garotinha tinha três dos monstros, simultaneamente dentro dela, com os membros deles na buceta, no ânus e na boca.
Por algumas vezes, tanto Alice como as outras duas meninas, eram novamente drogadas. Por nenhum momento, Alice, gritou, chorou ou protestou, apenas se deixava ficar passiva, enquanto os quatorze monstros a devoravam.
Com a luz da manhã pode-se ver o que "restava" da pobre filhinha der Afonso. Coberta de feridas por todo o corpo, sangrava abundantemente pelas múltiplas mordidas, nos seios, pescoço e ombros, principalmente na região da vagina e do ânus.
Os mamilos quase que foram arrancados e dos lábios, entreabertos, ainda escorria o gozo dos miseráveis, junto com o sangue dos lábios feridos.
Alice, parece que ainda continuava em transe, pois sentada sobre o sofá, apenas olhava as outras duas garotas, caídas no chão, bem mais machucadas do que ela.
Mas o mais assombroso de tudo era que dos quatorze homens, nem sombra. Na casa tudo era absoluto silêncio. Por mais que tentasse, Afonso não conseguia se soltar das fortes amarras que o prendiam à mesinha. Alice continuava sentada no sofá, de olhos abertos.
-Alice, querida, sei que você está muito machucada, mas venha soltar o papai, por favor. Para surpresa de Afonso, Alice, imediatamente se levantou do sofá e foi em direção ao seu pai, repetindo.... Venha soltar o papai... venha soltar o papai.
-Meu Deus! - Você ainda está sob a influência das drogas recebidas dos canalhas! Alice teve alguma dificuldade em soltar o pai de todas as cordas, mas ela o fez.
Livre, Afonso abraçou a filha, chorando muito. De perto pode ver o quanto estava machucada sua filhinha querida. Ele se culpava por tudo que tinha acontecido a ela, pois era sua obrigação a proteger. Compreendeu também, que por estar sob a influência daquela estranha droga, ela não tinha ficado louca ao ser tão cruelmente violentada por tantos homens.
Afonso desviou o olhar para as duas meninas, caídas no chão e ao examiná-las, soube que as coitadinhas estavam mortas. Talvez por estarem a muito mais tempo recebendo as malditas drogas não tenham resistido.
Tudo ao redor continuava em silêncio, Afonso imaginou que os canalhas tivessem ido embora. Se lembrou das outras seis meninas e levando Alice pelo braço, foi até o quarto onde ficara aprisionados e com grande alívio, viu que apesar de continuarem drogadas, elas estavam vivas.
Mas a sua maior surpresa foi que ao examinar outros cômodos da casa, encontrou mais nove garotas, todas acorrentadas pelos pés e nuas. Nenhuma delas devia ter mais de dezessete anos e apesar de estarem drogadas, também estavam vivas.
- Meu Deus! Tenho quinze garotas vivas e drogadas e duas mortas e mais a minha filha muito ferida. Me Ajude Senhor! Tenho de tirar estas garotas daqui, antes que eles retornam! Quase que o coração lhe saiu pela boca, ao ver que todos os nove carros dos caras, ainda continuavam estacionados em torno do casarão e mais o seu.
- Nossa! Eles ainda estão por perto... onde estarão? Olhou em todos os lugares e nem sinal dos quatorze canalhas. Sem outra opção, pois não podia deixar quinze moças drogadas naquele maldito lugar, foi cuidar dos ferimentos de Alice.
Localizou num banheiro, alguma coisa que lhe permitiu cuidar, mesmo que superalimente, de sua filhinha. Mesmo debaixo da água fria do box, Alice continuou sob efeito das drogas.
Na casa não encontrou nenhum telefone e nem celular. Ao subir ao 2º pavimento da casa, num amplo cômodo, quase teve um ataque do coração. Caídos no chão ou sobre poltronas e sofás, viu todos os quatorze homens, todos mortos e estampando em seus rostos uma máscara de puro terror, até parece que antes de morrer, eles viram a própria figura do diabo.
Quando retornou ao 1º pavimento, levou outro tremendo choque, todas as dezessete garotas, estavam em pé no meio do salão, vestidas e sem apresentarem nenhuma sequela de momentos antes. Incluísse as duas “meninas que estavam “mortas”.
Todas elas o olhavam com um olhar de carinho e o mais assombroso de tudo... com largos sorrisos em seus lindos rostinhos, foram... foram...sumindo no meio de nuvens brancas.
Lívido de espanto, Afonso correu para o sofá onde tinha deixado sus filhinha... com medo que ela também seguisse o mesmo caminho de suas colegas de infortúnio. Mas não, Alice dormia tranquilamente e milagre dos milagres; sua garotinha não apresentava nenhum ferimento pelo seu lindo corpinho. Alice continuava pura e casta como antes.
Afonso não parou para decifrar o acontecido, levou sus filha no colo e a colocou deitada no banco de detrás de seu carro e partiu o mais rápido que pode daquele lugar. Pelo espelho retrovisor, viu apenas m grande decampado, nada de mansão e de carros.
Neste mundo há muita coisa que nem a nossa vã filosofia pode explicar.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de maio de 2016 12:41

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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