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Foi engano nosso

FOI ENGANO NOSSO

Foi assim que tudo começou, mas não sei se foi por culpa minha ou se do próprio destino. O fato de estar hospedada no mesmo hotel de Catherine, quase me levou à loucura. Faço parte do maior fã clube de Cath e tendo a oportunidade de estar tão próximo dela, levou minha adrenalina a mil. Acompanho sua carreira desde os meus dezesseis anos e mesmo agora, cinco anos depois, minha paixão não arrefeceu nem um pouco. Eu acho Cath a maior cantora do mundo, a mais bonita de todas. Gosto tanto dela, que até uso o mesmo estilo de penteado e procuro usar o mesmo tipo de roupas.
Como Catherine, também sou loira e tenho os olhos verdes, iguais aos dela. Minhas amigas, lá do clube, até me acham um pouco parecida com a nossa rainha. Tá certo que eu tenho 21anos e ela 29, mas isso não tira nem um pouco a sua beleza.
Mas antes de continuar, devo me apresentar. Meu nome é Alice, tenho 21 anos e moro em São Paulo, onde curso engenharia eletrônica. Resido apenas com minha mãe, dona Odete e sou noiva de Eduardo, com quem quero me casar brevemente. Eduardo, com 38 anos, é CEO de uma grande empresa multinacional com filial no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca. Mas isso não impede que a gente fique afastado, pois em todas as oportunidades, ele vai para São Paulo ou eu venho para o Rio.
Vejam só que coincidência, eu e meu noivo estávamos hospedados na suíte 608 e Catherine, na suíte presidencial, logo acima. Eu tinha de conseguir um autógrafo dela, mas estava tudo muito difícil, pois apesar dela estar incógnita, tinha um “batalhão’ de gente ao seu redor.
Mas esperta como sou, fiquei sabendo por uma funcionária do hotel, que Cath, naquela noite, iria sair para uma “esticada” pela cidade maravilhosa. Mediante uma gorda gorjeta fui informada que ela sairia por uma saída lateral, para fugir de possíveis paparazzos, às 23:30 h.
As 23 horas, aproveitando que Eduardo, estava em uma sala virtual, em teleconferência com membros de sua companhia, sai “de fininho”, seguindo para a tal saída lateral. Tinha certeza que Cath não me negaria um autógrafo. Isso seria a gloria máxima e eu iria me vangloriar lá no nosso fã clube, quando retornasse à São Paulo. Estava até usando um vestido parecido ao que ela usou quando deu uma entrevista para a TV.
Alguma coisa não estava certa, pois na saída que me foi indicada, não havia nenhum movimento, ao contrário, estava tudo em penumbra. Mas quando um carro preto se aproximou e estacionou a poucos metros, fiquei animada, imaginando que seria o carro que conduziria a Cath.
Quando três homens saíram do veículo e se aproximaram do portão, onde eu estava, fingi que estava falando ao celular, para não dar “bandeira”, mas ansiosa, pois sabia que eles vieram buscar Cath.
Quando os três caras me cercaram, fiquei um pouco assustada, ainda mais quando um deles, com tom de voz imperativo, pediu para eu “ir junto com eles”. – Os senhores estão enganados, eu não sou a Cath, ela deve chegar dentro de instantes. Mas quando um deles, colocou o cano de um revolver em meu rosto e falou: - Deixe de besteira dona, nós a conhecemos muito bem... venha conosco bem quietinha, nada de cena, senão vais levar umas porradas. Tremendo de medo, ainda quis argumentar, mas eles enfiaram pela minha cabeça um saco preto de plástico, que me cobriu até a cintura e em seguida fui sendo empurrada até o carro preto.
Meu Deus! Os caras estavam me sequestrando, pensando que eu fosse a Catherine. Que idiotas! Completamente aterrorizada, tentei pedir socorro, mas recebi uma pancada violenta na cabeça e apaguei na mesma hora.
Quando dei por mim, dentro do veículo, pude perceber que estava no meio de dois deles provavelmente no banco traseiro e que o carro seguia muito rápido. Ainda atordoada, resolvi ficar calada, pois sabia que mais tarde ou mais cedo eles notariam que tinham se enganado, que eu não era a pessoa a ser sequestrada.
Pelas conversas entre eles, percebi que eram em número de quatro e que uma era mulher, eram gente de pouca educação e bastante ignorantes, pois se expressavam muito grosseiramente, usando de um linguajar cheio de palavrões.
Mas quando começaram tagarelar, elogiando a beleza do corpo de Cath, foi que fiquei em pânico, pois um deles foi logo metendo as mãos em minhas coxas: - Que belas pernas têm esta putinha! O outro, ao meu lado, fazendo o mesmo, logo completou: - Coxas lisinhas e macias, realmente os caras com quem ela fode, são bem servidos. Os dois, ignorando os movimentos que fazia com o corpo, tentando evitar o passeio de suas mãos em minhas coxas, continuaram a me apalpar.
Quando uma mão subiu até a barra de minha calcinha, aterrorizada, fechei fortemente as coxas, tentando evitar que ele conseguisse meter os dedos em minha vagina. Não conseguindo seu intento, ele subiu com as mãos até meu ventre e desceu com a mão por dentro da calcinha, enquanto o outro, com as mãos em meus joelhos, fazia enorme força, tentando abrir minhas pernas. Lutei muito, tentando evitar, mas o canalha era muito forte e pouco a pouco, foi afastando os meus joelhos. Foi o bastante para que o comparsa, com a mão espalmada, obtivesse o que tanto buscava. Seus dedos nervosos, entravam fundo dentro de mim.
Respirando com dificuldade, com o saco de plástico tolhendo os movimentos dos meus braços, nada pude fazer quando eles, enlouquecidos de tesão, rasgaram minha calcinha e cada um segurando minhas pernas, abriram minhas coxas ao máximo e praticamente deitada no banco, fui usada pelos dois tarados, durante todo o tempo que durou a percurso.
Foi quase uma hora, de agonia sem limites, em que meus gritos de dor, abafados pelo saco, era o que menos importava para eles. Línguas e dedos entraram, com extrema violência em meu ânus e na mina buceta. Fui chupada e mordida com tanta crueldade, que no final, eu não mais gritava, apenas gemia. Pedia a Deus que tudo terminasse de uma vez, logo eu que só tinha feito sexo com o meu noivo, que muito puritano, só fazia pai-e-mamãe, agora estava ali, sendo violentada pelos canalhas, com requintes de sadismo.
Que todos os santos me perdoem, mas no meio de tanta dor, de tanto sofrimento, bem lá no fundo do meu ser, fui ficando excitada. Lutei com todas as forças contra isso. Porém as bocas dos sujeitos, não estavam apenas chupando minha bucetinha, estavam também, chupando minha alma, minha força de vontade. Mesmo sem sentir, fui relaxando e não mais protestei mediante o brutal ataque.
Meus gemidos de dor foram sendo misturados aos gemidos de prazer, que envergonhada, procurava disfarçar. Mas não ouve jeito, eles logo notaram a minha mudança de postura, pois além de ficar toda lubrificada, minhas coxas agora se abriam voluntariamente, sem que eles necessitassem usar de força.
Quando o veículo estacionou, não sei onde, eu agora, gemia, quase que “miava ou uivava” de tanta tesão que estava sentindo, não podia mais “esconder” deles o meu gozo, depois dos incontáveis orgasmos que tive, com as bocas deles, quase arrancando fora o meu himem e com as línguas indo fundo no meu cuzinho.
Fui levada para um local qualquer e jogada em uma espécie de esteira. Ainda estava com o saco enviado em mim, fiz força para o remover, mas a boca dele estava bem amarrada em minha cintura e era tão justo que meus braços ficavam tolhidos ali dentro, quase sem poder movimentá-los.
Da cintura para baixo, eu estava sem roupas, pois os safados, tinham rasgado minha sai e minha calcinha. Eu agora estava sozinha, pois os quatro sequestradores depois de me trancarem naquele lugar, saíram. Tive muito tempo para analisar tudo o que estava acontecendo comigo. Foi tão rápido os acontecimentos, que só agora pude perceber o tamanho da enrascada em que estava.
Eles queriam raptar Catherine, mas por engano acabaram me sequestrando. Alguém os informou erradamente, tal como fizeram comigo, e esta pessoa foi a camareira do hotel. O motivo que os levou a isso, foi provavelmente para pedir resgate por ela. Agora o que iria acontecer comigo? Minha mãe, apesar de possuir razoável situação financeira, não era nenhuma milionária, nem podendo se comparar com a enorme fortuna de Catherine. Eduardo, sim, é dono de uma respeitável fortuna, herança de família e além disso é sócio majoritário da multinacional que comanda. Mas isso os bandidos jamais poderiam saber.
Mas o que realmente estava me fundindo a cuca, foi o que senti, quando fui brutalmente atacada sexualmente pelos dois sequestradores. Em minha vida, sempre fui uma jovem comportada em assuntos pertinentes ao sexo. Só tendo perdido a virgindade aos 20 anos, quando conheci Eduardo, um homem 17 anos mais velho, pelo qual me apaixonei perdidamente. Ele foi o meu primeiro e único homem e nem no ginasial eu deixava meus namoradinhos, avançarem o sinal, era apenas uns beijinhos e umas passadas de não, nada mais do que isso.
O sexo com Eduardo era delicioso, terno e bem comportado. Meus orgasmos com ele, eram suaves, nada de “ir à lua e voltar”. Mas lá no carro, sob o ataque estúpido dos dois sujeitos, sofrendo muita dor, eu fui levada a ter, não um, mas múltiplos orgasmos verdadeiramente alucinantes. Nunca poderia imaginar que pudesse existir este tipo de prazer por meio de sexo tão animalesco, e anda mais sendo eu a vítima.
Tentava desculpar o meu comportamento, pois afinal de contas, eles estavam tocando as partes mais sensíveis do meu corpo, o meu hímen e as paredes internas de minha buceta. Sendo eu uma moça saudável, seria natural que fosse levada àquela loucura, mas ao mesmo tempo questionava: Porquê senti prazer intenso, quando eles introduziram os dedos e a ponta das línguas no meu cuzinho? Será que eu era uma pervertida e não sabia disso?
Foi pensando nisso tudo que, exausta e com o passar das horas, adormeci, mesmo estando com aquela merda de saco enfiado em metade do meu corpo.
Acordei assustada, com muitas vozes ao meu redor e num gesto de pudor me “enrosquei” como podia, tentando não mostrar minhas intimidades a quem estivesse ali. Pude reconhecer as vozes de alguns dos meus sequestradores inclusive da mulher que os acompanhava na ocasião. Mas logo percebi que uma outra mulher também estava presente e que pelo que ouvi, ela era a “chefe’ do bando, pois mandou que os homens tirassem o saco que me cobria.
Pela primeira vez, pude ver perfeitamente quem eram os meus sequestradores e confesso que tremi de medo. Era um bando de oito figuras sinistras, que me fitavam como que eu fosse algum animal raro em exposição. Cinco homens e três mulheres, em pé ao meu redor e eu seminua, com o coração a mil por hora, não tinha nem coragem de falar nada, Tentando cobrir com as mãos o meu sexo.
Os homens, dois brancos, um mulato e dois negros e as mulheres todas morenas claras, tinham em comum apenas os olhares gulosos que me fitavam intensamente. Mas o mundo veio baixo, quando uma das mulheres, a mais alta, se aproximou de mim, me olhou com muita atenção e depois disparou a insultar os seus comparsas; - Seus idiotas, imbecis de merda vocês trouxeram a mulher errada... esta não é Catherine! É parecida mas não tanto, seu bando de mulas, incapazes.
Eles começaram a discutir entre si, a trocarem insultos, numa gritaria enorme, me ignorando de tal maneira, que até temi alguns pudessem pisar em meu corpo, estirado ali no chão. Depois de algum tempo, a mulher que parecia ser a chefe, se aproximou de mim e sem nenhuma cerimônia iniciou um “interrogatório”: - Quem é você? Qual a sua idade? O que estava fazendo, tão tarde da noite, na porta dos fundos do hotel? Tremendo de medo, respondi que meu era Alice e que tinha 21 anos. Mas não poderia dizer que estava hospedada no hotel, pois aí eles poderiam querer pedir resgate ao meu noivo e então, na hora inventei uma desculpa absurda, que achei razoável, mas que mais tarde, percebi foi a pior escolha que fiz. Disse a mulher que eu estava ali, esperando que um certo hospede me levasse para o seu quarto.
-Ah! Quer dizer que você não passa de uma putinha! - Tire o restante de sua roupa, e fique de pé, quero ver o teu corpo. Talvez a gente possa te usar um pouco, no lugar da Catherine. Fiquei assustada com este papo dela e me recusei a tirar minha blusa. Foi o bastante para que um dos brutamontes puxando pelos braços me obrigou a ficar de pé e sem nem perceber como, já estava sem a blusinha e o porta-seios.
Tentei tapar os seios e o sexo com os braços e mãos, mas levei tamanho tapa da mulher, que vi estrelas. – Tire as mãos, eu a quero ver por inteiro, nunca vi puta com vergonha de mostrar o corpo! Sem poder fazer nada, vi meu corpo nú sendo examinado pelo bando inteiro, inteiramente submissa à vontade deles,
Sabia que não tinha a mínima chance de escapar das mãos deles, pois nem Eduardo, me viu sair do quarto e a única pessoa que poderia saber para onde fui, seria a camareira que me indicou as portas dos fundos, por onde Cath deveria deixar o hotel. Mas desconfio que ela queria apenas pegar uma peça em mim. Eu estava em um lugar muito afastado da cidade, calculei pelo tempo que demoramos para chegar, isso com o automóvel, em alta velocidade.
Parece que fui “aprovada” pela mulher, que depois de me examinar nos mínimos detalhes, disso para os outros: - Ela vai servir para o que tenho em mente, tem o corpo perfeito, nem parece uma vadia que vende o corpo a troco de dinheiro.
-Vocês dois, Tônia e Beto, tragam Alice até o meu escritório, quero bater um papinho com ela. Quanto ao resto de vocês, saiam e voltem para a cidade, procurem saber por onde anda Catherine, eu ainda a quero sequestrar, mas enquanto isso não acontece, vou usar esta garota, ela também é bem “apetitosa”
Completamente em pânico, não sabendo dos sinistros planos da mulher ao dizer que eu era apetitosa e que iria me usar, cai em desespero e chorando com o medo estampado em meu rosto, implorei que a mulher me libertasse, que eu iria ficar bem quietinha, que não contaria nada a ninguém.
Alice...Alice, minha querida, para você agora é tarde de demais, pois sabes que queremos sequestrar Catherine e enquanto isso não for realizado, você será nossa hospede, aqui na minha casa. Não confio que ficarás com a boca fechada e creio abrirás o bico para a polícia. Peço desculpas, meu amor, pois FOI ENGANO NOSSO em trazê-la até aqui, mas enquanto nossa famosa cantora não vem para os nossos braços, vamos usar a substituta, que será você Alice.

Continua em: Foi engano nosso – parte 2

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:17 de agosto de 2014 01:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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