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Foi engano NOSSO - 2ª PARTE

FOI ENGANO NOSSO – 2ª parte
Sub título: A caçada maldita.

Alice...Alice, minha querida, para você agora é tarde de demais, pois sabes que queremos sequestrar Catherine e enquanto isso não for realizado, você será nossa hospede, aqui na minha casa. Não confio que ficarás com a boca fechada e creio abrirás o bico para a polícia. Peço desculpas, meu amor, pois FOI ENGANO NOSSO em trazê-la até aqui, mas enquanto nossa famosa cantora não vem para os nossos braços, vamos usar a substituta, que será você Alice.
Tônia, uma mulata forte feito um touro, seria melhor dizer, como uma vaca e o tal de Beto, foram me puxando porta a fora, levando-me para o escritório da chefe, uma ruiva grandona, aparentando ter um pouco mais de trinta anos. Quando tentei pegar minha blusa e o soutien, jogados no chão, recebi um empurrão tão forte do sujeito, que tropecei e quase fui ao chão. – Nada de roupa, putinha... vá na nossa frente rebolando este rabinho. - Veja que bunda linda tem esta mina, Tônia!
Soluçando e tremendo de medo, segui por um corredor largo e comprido, na frente dos dois, recebendo uns tapas na bunda da mulatona. – Tá certo, Beto, esta zinha tem um rabão gostoso demais. Quando olhei para a fulana, assustada, ela me deu outro tapa na bunda: - Tá olhando o que loirinha? Eu ainda vou provar este teu cuzinho, pode ter certeza disso.
No tal escritório da ruiva, fiquei a espera dela por uns vinte minutos, sob o olhar guloso dos dois, que me obrigaram a ficar em pé, enquanto eles foram se sentar em poltronas, não tirando os olhos sobre o meu corpo.
Quando a ruiva chegou, pediu para os dois comparsas saírem, ficando sozinha comigo. Apesar de tentar aparecer como “boazinha”, me pedindo para sentar em uma poltrona, com um tom de voz suave, eu me sentia intimidada na sua presença. Tinha feição dura e olhos que pareciam cuspir fogo e um ar de superioridade tão grande, que me obrigava a ficar de olhos voltados para o chão. Na verdade eu estava com tanto medo dela, que tremia como vara verde.
Quando, mas uma vez ordenou que eu ficasse em pé, para poder me “examinar melhor”, quase como um robô, me levantei e fiquei parada em sua frente. Ela mandou eu virar de costas, dar uns passos em sua direção e depois deitar no sofá e me sentar com a bunda apoiada no braço da poltrona, com as coxas separadas. Como uma marionete, eu a obedecia em tudo, sempre com o olhar voltado para baixo, quase me mijando de tanto medo, me sentindo inteiramente dominada por ela.
- Alice, podes se sentar, eu estou satisfeita com o que vejo, você realmente é uma jovem demasiadamente bonita, com um corpo perfeito e tem um jeitinho de menina pura, inocente e isso só vem reforçar a minha vontade de a usar nos meus projetos futuros.
Nesta altura, mesmo com todo o pânico que me invadia, tomei um pouco de coragem, me ajoelhei em sua frente, sem conseguir parar de chorar e implorei que ela não me fizesse nenhum mal, pois eu nunca tinha feito nada de errada na vida e que era noiva, prestes a me casar e que estava no hotel com o meu futuro marido. Pela primeira vez olhei em seus olhos e voltei a implorar que ela me soltasse.
Ela não deixou eu continuar: - Há! Quer dizer que aquele negócio de seres uma garota de programa era conversa mole? Bem que eu estava desconfiada disso, teu jeitinho não era de uma puta! Mas sim de moça bem comportada. Assim será bem melhor, me servirás ainda mais sendo assim. És uma joia rara que não posso deixar escapar dos meus dedos.
Você se parece demais com Catherine, e eu tenho alguns contratos, que devo cumprir a usando, pois quanto mais famosa for a mulher, mais dinheiro eu consigo a vendendo. Se eu não conseguir fazer o sequestro de Catherine, você será a substituta dela. Eu estou decidindo assim e para você minha jovem, será bem melhor que se convença disso. Mas como eu sou “muito bondosa” e estou gostando de você, vou lhe dar uma chance de se livrar de mim. É o seguinte, se em alguns dias conseguir pôr as mãos em cima de Catherine, eu a libertarei, pois afinal de contas, não sabes nada de nossa organização e não tens a mínima ideia de ondes fica este meu local.

Fui levada para um quarto e lá trancada, onde fiquei esperando o desenrolar dos acontecimentos. Que Deus me perdoei, mas eu estava tão aterrorizada, com o que poderia acontecer comigo, que até desejei que eles conseguissem raptar Cath, a minha adorada e querida Catherine, pois conforme promessa da ruiva, eu seria libertada daquele pesadelo. Mas os dias foram passando e eu cada vez mais amedrontada, pois se Cath não viesse, acho que seria o meu fim.

Eduardo, terminou a teleconferência e foi até o quarto chamando pela noiva: - Alice querida, estou pronto para você, vamos pedir um lanche e depois vamos fazer um amorzinho bem gostoso. Mas estranhou pois Alice não estava lá. Foi até o banheiro, no hall da suíte e nada. Admirado, aventou a possibilidade dela ter saído da suíte e ido.... Ido para onde tão tarde! Preocupado, ligou para a recepção, sem êxito. Saiu da suíte e foi em todos os lugares do hotel, onde Alice poderia estar, no bar, na boate, na área de piscinas, no terraço panorâmico. Depois de a procurar por todo o hotel, já muito assustado, pediu a presença da segurança do hotel e ao encarregado, narrou sua preocupação com o estranho desaparecimento de sua noiva. O homem passou o resto da noite, procurando pela moça. Conversou com todos os empregados, e nenhum tinha visto Alice, nas últimas horas.
Eduardo esperou até a metade da manhã e só então ligou para São Paulo, na esperança que, por qualquer razão, ela tenha voltado para a casa da mãe. Dona Odete, ficou apreensiva, pois Alice, jamais sairia do hotel, qualquer que fosse o motivo, sem avisar ao seu noivo. Dado o alarme, Eduardo e a segurança do hotel, passaram a visitar hospitais, delegacias e diversos outros locais. Só na noite, já esgotados todas as tentativas de a encontrar, Eduardo registrou o seu misterioso desaparecimento. Mas apesar de tudo, Alice não foi encontrada e agora, dois meses depois, nada mais restava a dona Odete e a Eduardo, do que lamentarem o sumiço misterioso da filha e da noiva.

No quarto dia, Alice, prisioneira daquele bando, ainda tinha esperanças de ser libertada. Ela estava sendo bem tratada, pois esta foram as ordens de Bernadete, assim se chamava a ruiva. Nestes dias todos, não foi molestava sexualmente e até recebeu algumas roupas para tapar sua nudez. Até que no anoitecer deste dia, Bernadete, entrou no quarto e ficou olhando para a ansiosa jovem, na esperança de ser solta.
- Alice, minha querida, infelizmente tenho péssimas notícias para lhe dar. A nossa Catherine, fugiu dos meus braços, não foi possível o seu sequestro. Ela foi fazer uma longa excursão por toda a Europa e América do Norte. Não tendo previsão de votar ao Brasil tão cedo. Sendo assim, mocinha, você será a substituta dela. Alice ficou olhando para Bernadete, abestalhada, sem saber o que dizer, com o coração em pedaços, pois sabia, por instinto, que nada que partisse daquela nojenta, poderia ser bom.
Agora que você “oficialmente” fará parte do meu time, vou lhe por a par de tudo. Só quero que colabores, pois senão será muito pior para você. É o seguinte, nós aqui no Brasil, fazemos parte de uma ampla rede internacional, que se dedica a satisfazer o apetite sexual dos homens do mundo todo. São sujeitos bilionários, que “cultivam” alguma espécie de tara e que com os seus dinheiros, pagam enormes somas para terem satisfeitas suas “esquisitices”. Nossa organização tem um grande registro de todos estes nossos clientes. Eles pagam muito bem e nós lhes entregamos, o que encomendam.
Agora, minha mocinha, tenho uma solicitação muito especial, de um bilionário russo, que já pagou a metade pela sua encomenda. Não posso deixar de o atender. Ele quer Catherine e eu a entregarei a ele de um jeito ou de outro.
Desde que a viu, numa apresentação em Moscou, no ano passado, ele se apaixonou e ofereceu uma enorme soma para passar algumas noites de amor com ela, mas a imbecil recusou e ainda zombou dele, dizendo que, de moscou seguiria para um certo principado árabe, onde passaria uma semana inteira “se entregando” a um príncipe do petróleo, que lhe pagaria por isso, quase dez vezes mais do que ele lhe estava oferecendo. O mafioso soube depois que realmente, Catherine, ficou dez dias neste principado árabe. Mesmo depois que serviu o tal árabe, Catherine recusou todas as propostas do russo. Acho até que ela tinha uma certa razão, pois o cara é um balofo com mais de 160 quilos e feio como o diabo.
Ele passou a odiar a nossa estrela e pagou muito bem para que ela fosse castigasse pelo desprezo com que o tratou.
– O que! Você quer me vender para esse russo? Que coisa mais absurda! Eu não sou Catherine, ele logo verá isso. – Não meu amor, o russo não a verá, não pessoalmente, mas somente através de uns vídeos que faremos dela. Você com um certo “tratamento” ficará igualzinha a Catherine e ele nem notara a diferença.
- Meus Deus! Que tipo de filme você fará de mim? – De você, não... nós vamos filmar Catherine, não Alice.
- Vou deixar de conversa fiada com você e lhe dizer tudo, nos mínimos detalhes, o que queremos com nossa atriz principal, Catherine. Primeiramente irás para o nosso “salão” onde faremos pequenas modificações em você, para que fiques igual à Catherine. Depois serás solta em nosso sítio, onde poderás se esconder na mata ou encontrar um caminho de fuga, se o conseguir muito bem, voltarás para os braços do teu noivo.
Mas é só isso, e se não conseguir fugir? Não encontrar a saída, o que acontecerá? - Nesse caso, azar o seu, pois meus cinco rapazes e duas moças, estarão atrás de você. Serás a caça e eles os caçadores, verdade que vou lhe dar quinze minutos de dianteira. O sitio é muito grande e está protegido por todos os lados por cercas de arame farpado, com sensores de presença, mas há duas saídas liberadas, se a encontrares tudo bem, caso contrário, os meus caçadores estão liberados para a usarem como bem entenderem, deves saber o que se faz com uma gazela, quando cai nas garras do predador. Todos eles estarão com micro câmeras nos capacetes e você também levará uma. É necessário que o nosso russo, veja tudo bem direitinho o vídeo desta caçada, depois de uma edição que farei, para sincronizar todas as oitos filmagens. Outra coisa, a tua câmera ficara presa por meio de uma coleira ao teu pescoço, será impossível você a remover. Alice, olhe o título que darei ao filme de você: A caçada maldita. Não é bem sugestivo?
-Tenho uma revista em que Catherine, posou peladona, quero que vejas quais as diferenças entre você e ela, que teremos de corrigir. Veja a buceta dela é completamente depilada, já você tem bastante pelos...vamos ter de corrigir isso. Ela em uma tatuagem de uma rosa na bunda e outra no seio esquerdo. Os lábios dela e o peito são maiores do que os teus, vamos ter de fazer um “enchimento” nestes locais. Mas não se preocupes, nossa gente é bem competente sabe muito bem como fazer isso. Os teus cabelos, são mais loiros do que os dela. Quando terminarmos com você, serás a cópia idêntica de Catherine.
Fiquei ouvindo Bernadete falar tudo aquilo, com o terror invadindo minha alma. Sabia que devia ser conversa fiada dela, ao me dizer que tinha dois locais onde poderia fugir. É logico que ela não iria me proporcionar alguma possibilidade de fuga e que eu seria caçada pelo bando todo, pois essa era a razão do canalha russo, ter pago tanto, para se “vingar” de Catherine.
Fiquei tão aterrorizada com o que estava ouvindo, pois tinha a certeza que eu seria caçada pelo bando e que seria morta, somente par satisfazer a mente doentia de um sádico, lá no outro lado do mundo. Não pude resistir a tamanha carga emocional e senti tudo rodar em minha volta e cai ao chão desmaiada.

Quando acordei, não estava mais no quarto, mas deitada, numa espécie de cama hospitalar, completamente despida e presa por meio de correias, sem possibilidade de me mover. Uma mulher e um homem, ambos vestidos de branco, estava ao meu lado. Eram gente que eu ainda não tinha visto. Estava bem zonza e com a boca muito seca e sentindo dormência em todo o meu corpo. A mulher, que usava óculos com lentes muito grossas, se curvou e me olhou com atenção: - Acordou, bela adormecida? Nós a fizemos dormir o tempo suficiente, para fazermos no teu corpo todas as alterações que Bernadete pediu. Agora você é Catherine ou a cópia prefeita dela. Acho que até os agentes dela, poderiam se confundir como sendo a própria. Veja você mesmo, como ficastes mais gostosa, com os meus serviços em teu corpinho. Ela segurou um grande retangular, na altura dos meus olhos e então pude ver, chocada, o que eles fizeram com o meu corpo. Meus lábios, agora estavam mais carnudos e meus seios bem mais volumosos. E perdi alguns quilinhos na altura de minha cintura. Até a coloração de meus cabelos, estavam idênticos ao de Catherine. Sempre quis imitar em tudo Catherine, o modo de se vestir e de se pentear dela. Agora eu era ela, eu era Catherine e tenho certeza que poderia enganar qualquer um, pois até o meu modo falar, eu sempre procurei emita-la. Só uma coisa eu não tinha de Cath, a melodiosa voz e o incrível talento da minha deusa dos palcos. Se não fosse aquela situação terrível em que me encontrava, eu até agradeceria aos meus sequestradores, o que fizeram comigo.
Você ficou aos meus cuidados por quatro dias e agora só falta depilar a tua bocetinha, que o meu auxiliar aqui terá o maior prazer em fazer isso. O homem, um cara velho com cara de fuinha, se aproximou com um largo sorriso: - É lógico que vou depilar esta bonequinha, com todo prazer. A mulher saiu do local e o fuinha, trouxe para o lado de da cama uma mesinha com rodas, onde estava todo o material necessária para me depilar. Ficou olhando para minha vulva e eu com as coxas bem separadas, nada podia fazer a não ser fechar os olhos. Ele passou a mão espalmada pela minha xoxota, pressionando os grandes lábios. – É uma pena ter de tirar fora estes lindos pentelhos loiros, mas tenho de obedecer a sapatona.
Foi uma tortura enorme, pois o que poderia ser feito em poucos minutos, ele demorou quase uma hora, alisando minha vagina a todo momento. Quando terminou de me depilar, com as duas mãos afastou os grandes lábios e aproximou sua boca: - Vou soprar bem forte, quero ver se tem algum pelinho aí dentro desta coisinha linda. Senti o sopro quente dele, bem fundo na minha buceta, pois entusiasmado, com os dedos, forçava a abertura do meu canal com tanta força que sentia os músculos doerem. Mas quando ele começou a morder as laterais internas de minha vagina com muita força, a dor era tanta, que berrei alucinada. Mas ninguém vinha me socorrer. Ele continuou, como um vampiro, a me morder metendo os dentes o quanto podia bem lá no fundo, enquanto com os dedos das duas mãos, enterrados nas paredes vaginais, forçava cada vez a abertura. Não satisfeito ele cravou os dentes no meu hímen e começou a morder e chupar com tanta violência, que não aguentando mais a dor, desmaiei. Despertei, sentindo dores enormes em minha vagina e a mulher de óculos grossos, estava inclinada fazendo não sei o que em minha xoxota. Pude ver ao seu lado, o rosto de Bernadete fechado pela raiva, repreendendo a mulher: - Você não devia ter deixado ela sozinha com este doente, dirigindo o seu olhar para o chão, onde o cara de fuinha jazia estirado, com um furo de bala na testa.
Veja o estrago que ele fez nela. Vou ter de atrasar mais uma vez o início da “caçada”. Você agora é a responsável por ela, eu a quero curada em poucos dias, senão quem vai pagar o pato será você. Não sei quantos dias fiquei ali, naquela imitação de enfermaria, sendo cuidada dos meus ferimentos na vagina, pela mulher.
Mas eu me fingia mais doente do que estava, pois sabia muito bem o que me esperava, quando fosse liberada para a tal “caçada”, onde eu seria a caça, que fatalmente cairia nas mãos dos caçadores. Mas se eu não tinha nenhuma possibilidade de fugir, talvez pudesse me esconder no mato, de tal maneira que eles não me achassem, preferia morrer na floresta, do que ser morta por eles, provavelmente com requintes de crueldade. Pelo que o cara de fuinha fez comigo, podia adivinhar o que o resto dos tarados faria.
Não deu mais para fingir, pois a mulher falou para Bernadete, que eu já estava curada dos meus ferimentos. Fui levada para um salão, onde já estavam os cinco homens e as duas mulheres, que seriam os meus caçadores. Eles vestiam roupas verdes, de cima a baixo, botas altas e capacetes de fibra de vidro, onde se sobressaiam, fixado na frontal, a micro filmadora e uma lanterna. Bernadete me fez vestir a mesma parafernália.
Pronto Alice, vai ter início a tua caçada. Tente se esconder na escuridão e ande sempre abaixada e procure não fazer barulho ao se locomover. Agora vá, podes sair pela aquela porta, vou lhe dar 15 minutos de dianteira, depois os meus caçadores irão atrás de você.
Me vi diante de uma noite muito escura e a poucos metros o início da floresta do sitio. Confesso que tive medo de avançar e então tive uma ideia. Porque me embrear no matagal? Se era isso justamente o que eles esperavam. Dei a volta pela lateral do casarão e fiquei escondidinha, entre dois enormes depósitos metálicos, acredito que de combustíveis. Eles estavam na lateral esquerda da casa, a uns vinte metros afastados, entre os dois depósitos, nascia bastante mato e eu me encolhi no meio deles o mais que pude e ali fiquei, bem quietinha. Vi alguns minutos depois, os sete canalhas saírem rápido do casarão e se embrearem rápidos no matagal, a minha procura. Fiquei a noite toda no mesmo local, sem me mexer e já amanhecendo vi quando os caçadores, um a um, foram retornando, com cara de poucos amigos, pois não tinham localizados a “caça”.
Fiquei no meu cantinho, encoberta pelo mato, durante todo o dia, sem coragem de sair dali, pois vi que pouco antes do cair da noite, eles voltaram para a se embrear no matagal, a minha procura. Estava com muito frio e com fome, mas dali não sairia de jeito nenhum. Nova madrugada chegou e com ela uma chuva muito forte. Toda molhada, procurei me proteger como podia, mas pouco adiantou, pois a água da chuva, foi se acumulando sob o meu corpo. Fiz a opção de morrer ali, do que me deixar capturar, pois tinha quase a certeza que seria morta, com requintes de sadismo, somente para satisfazer ao miserável e vingativo mafioso russo.
Mais um dia se passou, eu não sabia onde estava, completamente enfraquecida e empapada com água da chuva e sobre uma poça de lama, tremia de frio, ardendo em febre alta. Só tinha uma ideia fixa em minha mente – ficar naquele lugar até o completo esgotamento. Via meu noivo em luto e mamãe chorando, pela minha morte. Tentando os confortar, consegui me erguer e cambaleando fui em busca dos braços de mamãe.
Mas os braços que me seguraram, impedindo que tombasse não foram os de minha mãe, mas sim os de Bernadete. – Minha menina, que surpresa agradável! Meus parabéns, você ficou quase quatro dias, na floresta, debaixo de muita chuva e os meus caçadores não conseguiram encontrar nem os teus rastros. Você, como caça merece nota mil! Minha nossa, você está muito quente, venha vou te levar para a enfermaria. Mas eu não consegui nem dar um passo, com os olhos revirando e os lábios roxos, fui amparada por ela, que com extrema facilidade me levou no colo para a enfermaria.
Durante alguns dias, que não pude precisar, fiquei muito doente, não sei que com pneumonia ou não, mas a febre demorou muito a ser debelada. Bernadete já tinha visto o que a máquina embutida na minha coleira, tinha gravado e ficou muita puta da vida comigo, pois descobriu o meu truque. Eu não entrei na floresta, nem por um instante, fiquei escondida, bem ao lado do casarão, entre o vão dos tanques de combustíveis.
Dois deias depois, Bernadete, foi até o meu quarto: - Alice, vamos recomeçar tudo novamente, você será caçada pelo meu pessoal, mas desta vez vou providenciar que entres de verdade na floresta. Realmente, ela fez isso, pois de olhos vendados, fui levada até um local e deixada lá. A mulatona que me levou, tirou minha venda: - Pronto espertinha, você estas bem no meio deste mato todo. Agora trate de se esconder, pois dentro de quinze minutos nós vamos te caçar e você vai nos pagar bem caro, por nos ter feito de bobo, se escondendo lá na casa. Vou dar uma ajudazinha para o nosso pessoal, por favor loirinha, tire as suas botas, você vai ficar descalça, só para aprender a não tentar nos tapear.
- Isto não e justo, Bernadete disse que eu teria as mesmas condições de vocês e agora queres que eu fique descalça, no meio esta floresta toda! É jogo sujo. Não interessa o que Bernadete disse, aqui no mato quem manda somos nós, os caçadores. Se é jogo sujo, pior para você, que será a nossa caça.

Continua em: FOI ENGANO NOSSO - 3ª PARTE - Jogo Sujo

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:19 de agosto de 2014 21:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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