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HELENA, NAS GARRAS DO DIABO

HELENA, NAS GARRAS DO DIABO

Nunca poderia passar pela minha cabeça, que a reunião festiva, que estava idealizando, não se realizaria e que eu não mais voltaria para o meu lar, para os braços de minha família querida, para os braços de Henrique e de meus filhos. Que eu seria lançada nas garras do diabo, onde a dor e o sofrimento seriam meus companheiros para todo o sempre. Mas vamos aos fatos.
Meu nome é Helena tenho 31 anos, sou casada com Henrique há 10 anos. Nestes anos todos vivemos felizes, com os nossos 3 filhos, de 7, 5 e 3 anos. São três lindos garotos, lindos como o pai deles. Como é o 35º aniversário do meu queridão, quero lhe fazer uma grande festa e de comum acordo com os meus sogros e com os meus pais, estamos organizando tudo, para quando ele chegar do trabalho à noite for surpreendido, com toda a família reunida, em nossa casa e todos os nossos amigos. Vai ser uma festança enorme e ele nem desconfia de nada. Enquanto mamãe e dona Stela, minha sogra, ficam preparam tudo lá em casa, estou fazendo as compras necessárias para a festança. Verdade que contratei um bufê, mas sempre tem algumas coisinhas que fica por nossa conta. Abarrotei dois carrinhos de supermercado, de tanta coisa que comprei. Estou elétrica, ansiosa para a noite chegar e ver a cara de felicidade de Henrique.
Levei tudo para o meu carro e voltei para o shopping, para visitar outras lojas, em busca de um bom presente para ele. Circulando pelos corredores do shopping, fico um pouco aborrecida, pois a todo momento recebo uma cantada dos homens que por lá circulam.
Eu devia estar acostumada com isso, pois desde os meus tempos de solteira, sempre despertei o interesse dos homens, pois sem falsa modéstia, sou uma mulherona loira de olhos azuis que chama a atenção, no alto dos meus 1,78 de altura e um corpo, que apesar dos meus 3 filhos, é de dar inveja a muitas mocinhas de 20 anos. Tenho cabelos loiros, que caem quase até a cintura e seios grandes e firmes, tudo em cima de um belo par de coxas, que o meu marido não cansa de elogiar. É inevitável, por onde passo, homens e até algumas mulheres, se viram para me olhar.
Mas neste dia em particular, estou tão feliz, que nem ligo para os galanteios, ao contrário, para alguns mais gentis, até sorrio e agradeço. Me lembro dos meus dias de faculdade, quando travessa, fazia questão de me divertir, exibindo minhas coxas e as vezes minhas calcinhas para os caras, me fingindo de distraída ao me sentar, geralmente nas lanchonetes dos shoppings. Me sentia poderosa ao ver as caras de tarados deles. Mas agora os tempos são outros, sou uma senhora casada e com filhos e não mais me exibo, nas minhas andanças. Mas sei perfeitamente, que ainda chamo muito a atenção, pois sou bastante alta, em cima dos saltos finos e roupas, digamos...um pouco chamativas. Não que faça de propósito, mas é que meus seios e bumbum, são os meus pontos fortes e sempre atraem a atenção dos caras.
Não percebo, mais faz tempo que todos os meus movimentos, tanto no supermercado, como nos corredores do shopping, estão sendo vigiados por 4 pares de olhos atentos. Mas estes não são os mesmos dos olhares gulosos para o meu corpo.
Agora são pouco mais de 13 horas e eu já terminei de fazer todas as compras e estou me preparando para voltar para casa. No estacionamento do shopping, abro a porta traseira do meu carro e estou colocando todos os meus embrulhos no banco, quando o meu celular toca. É Henrique que cheio de saudades quer saber onde estou. Para disfarçar não querendo que saiba que estou fazendo compras para a sua festa surpresa, lhe digo que estou no salão, fazendo cabelos e unhas. – Helena, minha querida, estou cheio de tesão, se prepare meu anjo, pois à noite, depois que os pirralhos dormirem...vou te comer todinha... serás o meu presente de aniversário.
Cheia de desejos, com a conversa dele, fico ouriçada e distraída fico batendo papo com o meu queridão, sentada no banco, com a porta aberta. Observo, pelo conto dos olhos, que um sujeito, sentado no banco do carona de uma camionete à uns 5 metros do meu carro, me observa, tentando disfarçar o seu olhar para as minhas pernas. Só então noto, que distraída e empolgada com a ligação de Henrique, estou com a saia levantada, até pouco acima do meio das coxas e que com as pernas abertas, o cara tem uma visão perfeita da minha calcinha rosa, com bolinhas vermelhas.
Não sei o deu em mim, mas em vez de fechar as pernas, para me proteger do olhar bisbilhoteiro, lembrando dos tempos de universitária, disfarço e me inclino no banco traseiro do meu carro e alimento o papo sensual com Henrique. Aos poucos vou abrindo mais as pernas, um pouco excitada e deixo o sujeito, um cara bem escuro, meio careça, ter uma ampla visão de minha calcinha.
Henrique, cheio de tesão com o nosso papo, fala coisas safadas ao telefone e eu me empolgo com aquilo, pois adoro quando ele me faz ficar excitada ao telefone com essa conversa sobre me foder. Fico tão empolgada com nossa conversa, que esqueço onde estou e do sujeito que estava a me ver. Fecho os olhos e me imagino nos braços do meu marido, com ele me amando. Mas derrepene, desperto dos meus devaneios, ao sentir um movimento bem perto de mim. Abro os olhos e tenho um enorme susto, pois bem junto do meu carro, vejo o careca e mais 3 sujeitos, que não tiram os olhos de minhas coxas, totalmente abertas e com a saia deixando amostra metade da calcinha.
Assustada, fecho as pernas e me levanto. Henrique, do outro lado da linha, nota o meu susto. – O que foi meu anjo, o que aconteceu? – Não foi nada, querido... eu me assustei com uma barata bem pertinho de mim! Agora vou desligar... um beijão e até logo.
- Quer dizer, então que agora nós viramos baratinhas... madame? – Desculpe, eu estava falando com o meu marido, não com os senhores. Receosa com a proximidade dos 4 sujeitos, faço menção de fechar a porta do carro, quando um deles, um criolão enorme se aproxima e com a cara mais cínica do mundo: - Desculpe madame...mas nós queremos o teu celular e a tua bolsa... na verdade madame, a gente quer tudo o que a senhora comprou e até o teu carro.... A senhora certamente não vai se incomodar com isso!
Tremendamente assustada e com medo, fiquei olhando para o quarteto e logo percebi que não teria nenhuma chance de escapulir deles, saindo em disparada pelo pátio, como pensei em fazer, pois eles me cercavam por todos os lados. Não senhores, podem levar o carro... é tudo de vocês! As caras de marginas deles, me tirou qualquer vontade de resistir e me acovardei logo. Neste momento me lembrei dos conselhos de meu marido: Em caso de assalto, não resista, entregue tudo o que lhe for pedido. Eram 4 negros enormes, com caras de poucos amigos e de tanto medo, meus lábios começaram tremer, sem que eu conseguisse controla-los.
Muito bem madame, vamos levar não só o carro, mas tudo o que está dentro dele....Estou gostando de você, a senhora é muito compreensível ... entre no carro aí atrás e fique bem quietinha. Queremos ver o que tens na tua bolsa. Tremendo, quase em pânico, entro no carro e fico no meio de dois sujeitos enormes e com caras de poucos amigos enquanto o careça moreno e um outro entram no banco da frente. O careça se vira e fala: - Madame, vamos dar umas voltinhas com a senhora... nada de receio, se você colaborar e for bem boazinha, nada lhe acontecerá, mas se quiser bancar a espertinha, vai se foder.
Em seguida eles dão partida e eu vou junto, rezando ao todos os santos que alguém perceba que estou sendo sequestrada pelo bando. Meu carro tem vidro escuro e de fora, dificilmente dá para se ver o seu interior. No caminho, não sei para onde estão-me levando. O sujeito à minha direita, muito “educadamente” me pede: - Por favor loirinha, me passe todas as suas joias, anéis, aliança, colar e brinco...ponha tudo dentro deste saco.
Sem mesmo titubear, faço o que ele pediu, com dor no coração, pois aquele anel de ouro, com dois pequenos diamantes, foi presente do meu marido, logo depois do nosso noivado. Chorando e com o coração batendo a mil, peço que eles me libertem, pois já tem tudo o que eu tinha de valor.
- Não madame, não temos tudo o que queremos.... A senhora deve ter muita grana...pois fez compras adoidada no supermercado e nas lojas do shopping, pagando sempre com cartão bancário e tem este carrão de luxo. Não adianta mentir, a gente está de olho em você desde que desembarcou deste carrão importado. Tião abra a bolsa desta loiraça e dê uma boa olhada! – Minha nossa, ela tem 3 cartões de bancos diferentes! Olhem só turma... tem até uma cartela de pílulas.... Pelo visto a madame gosta de foder, mas não quer ficar buchuda.
- Loirinha, até agora você está sendo bem boazinha com a gente, continue assim e em pouco tempo estará livre, mas agora queremos todos as senhas dos teus cartões. Por favor não tente bancar a espertinha e dar senhas erradas. – Isto era coisa que que nem pensava fazer. Beto, você é o que vai esvaziar os cartões da madame...tire o dinheiro que puder e faça compras, de preferência eletrônicos, que a gente possa repassar por uma boa grana.
-Vamos te deixar na porta do shopping e use a camionete do careca que está lá. A gente vai levar a loirinha aqui para o nosso barraco... vamos te esperar lá. Me levar para o barraco deles! Meu Deus do céu! Fiquei tão apavorada, que... me desculpem... mas urinei na calça...foi bem pouco, mas foi. Tremia como vara verde e implorei que me soltassem.
- O que é isso loirinha, parecias tão valente e agora está aí, quase se cagando toda... não podemos te soltar agora, talvez depois quando Beto voltar...eu disse talvez. Careça, que parecia ser o chefe do bando, pediu para um deles: - gente coloquem um saco na cabeça da madame... não queremos que ela saiba onde a estravamos levando!
Rodamos por quase uma hora e quando chegamos, acredito, no covil dos canalhas, fui levada para um tosco barraco de madeira. – Fique sentadinha aí loirinha, enquanto a gente trata de trazer as tuas compras para cá. – Meu coração estava partido, ao ver os três sujeitos, abrindo meus sacos de compras e os pacotes de presente.
- Olhem só... quanto coisa boa a madame comprou... pelo jeito ela ia dar uma festa! Quanta bebida, coisa fina mesmo... até duas garrafas de uísque importado. Vamos ver estes pacotes das lojas, pacote para presente? O que tem dentro? Vejam, uma máquina filmadora japonesa... coisa muito boa. – Que maravilha! 6 calcinhas...bem pequeninas! Estas coisas cabem no teu rabo, loirinha? Não acredito!
Careca logo se adiantou aos seus comparsas deixem me ver estas coisinhas! Eu acho que cabem nela sim... vamos tirar a prova. Loirinha a gente quer que você vista cada uma destas calcinhas, Queremos saber que esse teu rabão cabe nelas. Para tudo ficar melhor, vamos abrir estas duas garrafas de uísque que você comprou...coisa muito boa. Eles começaram a beber, na boca da garrafa mesmo. – Não fique com essa cara tristinha, você também vai beber com a gente.
Me coração disparou de vez, agora não era mais um simples sequestro por dinheiro... a coisa estava indo numa direção, que eu temia desde o início. Fiquei furiosa e com a voz demonstrando toda a minha revolta, lhes disse: Nunca vou fazer uma coisa desta, não vou vestir merda nenhuma! Podem tirar o cavalinho da chuva!
Que loirinha mais desbocada pessoal! Tião, convença a nossa convidada a fazer o que estamos pedindo. Tião o criolão enorme, se aproxima da cadeira onde estou sentada e me segura pelo pescoço, apertando minha garganta com força: - Loirinha, filha da puta...você vai vestir cada uma destas calcinhas para a gente ver e vai fazer tudo bem calmamente. Estamos com vontade de ver esta bucetinha branquela.
Chorando muito e com os olhos arregalados, me volto para Careça e imploro que não façam isso comigo. – Madame, lá no shopping a senhora nos deixou ver a tua calcinha rosa, sem a gente pedir nada...agora está fazendo cú doce...não tem jeito, faça o que estamos pedindo, senão será pior pra tu. Tião, continue a convencer a bichinha! O sujeito continuou apertando minha garganta, agora com mais força – Tu vai beber junto com a gente, vadia, senão vou te dar muita porrada, disse ele, enquanto forçava o gargalho da garrafa em minha boca. Tentei virar o rosto e fechar os lábios, mas foi pior, pois ele forçou meu rosto para cima e impeliu mais o gargalho até quase a minha garganta. Com ânsias de vômitos, senti o líquido descer, me queimando por dentro. Todos caiam na gargalhada, quando ele tirou a garrafa de minha boca e tossi sem parar, com um pouco de bebida saindo entre os meus lábios. Tião agora, com aquelas mãos enormes, segurava as maças do meu rosto e com os dedos me obrigava abrir a boca. – Gostosinha, como você está se mostrando muito teimosa... vais beber deste uísque até onde eu ordenar que pares! Sem nenhuma condição de impedir, ele me fez beber, quase a metade da garrafa.
Sem que eu esperar... ele meteu a enorme mão por dentro do decote do meu vestido e com violência o rasgou, quase até a cintura. Com a força empregada, caí ao chão, tentando me proteger, mas ele continuou a segurar o que restou do vestido e com mais alguns puxões me vi somente de calcinha e sutiã. Na queda bati com o ombro no piso isso e senti muita dor. Sem me dar tempo para nada ele meteu a mão nas alças do sutiã e com um puxão o rasgou.
Com os braços em volta dos meus seios tentava me proteger e soluçava, com o pavor me invadindo, pois sabia que estava prestes a ser estuprada pelos canalhas. O álcool ingerido estava fazendo seus efeitos e minha cabeça estava rodando e eu me sentia toda mole.
Sem nenhuma compaixão, Careca me puxou pelos cabelos e me levantou do chão. – Fique sentadinha nesta cadeira e não levante a bunda daí, senão vais levar muita porrada. A gente estava sendo bem bonzinho com você, loirinha, quando estavas nos obedecendo...mas agora parece que queres bancar a valente. Você não tem opção mulher...não és nenhuma garotinha inocente e sabes muito bem que todos nós vamos te comer todinha…você é muito gostosa e não podemos desperdiçar uma oportunidade dessa...ter um mulherão como tu em nosso barraco e não te foder, seria um pecado enorme.
- Podemos usar de muita violência e encher tua cara de bofetadas, caso dificultes as coisas para a gente. Se fores boazinha vais dar esta bucetinha pra gente sem levar porrada. –Você está entendendo tudo o que estou lhe falando? Ou está se fazendo de surda?
Eu estava escutando muito pouco e com dificuldades de ficar sentada, totalmente embriagada, parecia que o canalha estava longe de mim e que sua fala saía em câmera lenta. Mas não podia acreditar no estava acontecendo comigo e a princípio jurei, que só me matando, eles me teriam. Foi o que respondi para Careça: - Seus nojentos imundos, safados, negros ordinários... prefiro que vocês me matem, do que permitir que me toquem. Eu não sou racista... mas aqueles caras eram realmente tudo o que desabafei.
Mal terminei de falar, levei uma saraivada de socos, vindo de todos os lados. Gritando de dor, mediante o estúpido e covarde ataque, fiquei estirada no chão com o rosto sangrando pelo nariz e pelos lábios partidos.
- Cachorra...você quis assim.... serás fodida por nós e vais levar muita surra... não vamos te matar não... mas vamos te arrombar por todos os teus buracos e depois ... Não pude escutar mais nada do que o Careca falava, pois com um chute de alguém nas minhas costelas, apaguei de vez.
Quando acordei, estava deitada numa cama de solteiro, com um fedor insuportável. Estava deitada de costas com as coxas abertas e com dores por todo o corpo, totalmente nu. Pude perceber que eles já me tinham estuprado, pois além das fortes dores em minha buceta e no ânus, senti gosto de porra em minha boca e os meus seios apresentavam sinais de mordidas e os mamilos estavam demasiadamente doloridos. Minha nossa! Eles fizeram de tudo comigo, enquanto estava desmaiada e embriagada...os canalhas covardes. A dor que estava sentindo era tanta que não conseguia parar de gemer, mas assim mesmo, pude ver e ouvir a turba reunida.
Os quatros sujeitos estavam em volta de uma pequena mesa de madeira crua, examinando tudo o que Beto tinha comprado usando os meus cartões débito/crédito. Ele falava animado com os outros. – gente, com o débito consegui sacar 10 mil e no crédito fiz compras de mais de 30mil. A mulherzinha tem um bocado de dinheiro. Só em conta corrente nos 3 bancos ela tinha mais de 80 mil. Saquei somente 10, pois era o limite diário. Amanhã provavelmente não vai dar para sacar mais nada, o homem dela deverá broquear todos os cartões. Sabem o que descobri, ela tinha uma conta poupança em conjunto com o marido, com mais de 900 mil.
- Minha nossa! A loirinha gostosa é muito rica.... Podemos ganhar muito dinheiro com ela! Pedindo resgate ao maridão. Não é muito perigoso esse negócio de resgate? – Que nada, se a gente trabalhar direito é fácil. Vamos fazer o seguinte, ela fica aqui, por um bom tempo. Ficamos na moita; não damos nenhuma notícia dela. Neste tempo todo, a família dela vai ficar desesperada sem saber onde ela está. Sabem que foi sequestrada, pois os cartões dela foram usados para saque e compras volumosas e o carro dela sumiu. Vão até pensar, pela falta de notícias, que a putinha foi morta. Então a gente entra em contato com o maridão e lhe mandamos alguma coisa dela, provavelmente alguma coisa filmada por celular... aí vai ser moleza, tirar dinheiro do cara. A gente pode muito bem pedir bem mais que um milhão pela vida da loirinha! Neste meio tempo, a gostosinha servirá de mulher pra gente, ela é uma boa foda... que tal vocês topam esta parada comigo?
É lógico que sim, Careca... é muita grana que esta muherzinha vai render, tivemos muita sorte em topar com ela lá no shopping. – Vejo que vocês já comeram a mulher, nem me esperaram! – Beto, ela está com a bucetinha toda arrombada pela gente, mas ainda sobra alguma coisa pra tu, vá e tire a sua casquinha! Porque ela tá tão machucada? – Tivemos de domesticar um pouco a putinha...ela estava se fazendo de difícil com a gente. – Eu vou lá sim... esta zinha tem um corpo espetacular...eu não gosto de foder mulher gemendo, Tião me dê um pouco daquele teu amansa leão, talvez assim ela pare com esta merda de gemidos. Beto, esta coisa custa dinheiro...você fica me devendo essa.
Percebi quando Beto se aproximou da cama e se sentou ao meu lado. – Puta merda, vocês judiaram muito dela, tá toda machucada! - Ela mereceu a surra Beto, talvez agora fique sabendo que com a gente, ela tem de ficar quietinha, sem opor resistência.
Eu estava sofrendo muito, tudo em mim doía. Fiquei apavorada com o tal Beto ao meu lado, pois pelo que ouvi, ele também pretendia me estuprar. Mas do jeito que estava minhas partes íntimas, tão judiadas pelos seus amigos, tinha certeza que seria muito doloroso, qualquer novo estupro. Então, com muito receio de qualquer ação violenta dele, implorei: - Por favor, não faça nada em mim agora. Estou muito machucada por dentro. Parece que ele ouviu o meu pedido, pois passou a examinar, de cima a baixo o meu corpo nu e depois se levantou da cama e foi até o resto do bando.
- Vou dar um jeito de a fazer parar de se lamuriar. Nem vou conseguir ficar com o caralho duro, com a putinha desse jeito. Ta certo Beto, fique se divertindo com a loirinha enquanto a gente vai fazer uma grana com o carro dela e com tudo o que você comprou com o cartão. – Careca passe nos cobres as joias dela e o celular, ele é de última geração 4G.
Enquanto os filhos da puta falavam tudo isso, o meu aparelho, na mesa ao lado dos safados, não parava de chamar. Careça, impaciente ...Que merda! O aparelho dela não para de tocar, só de um tal de Henrique, são mais de vinte chamadas e ainda tem muitas outras. –Careça, vi nos documentos dela, que Henrique é o maridão... muito, muito bom...assim já sabemos o nome e o telefone dele, para quando entrarmos em contato.
Algum tempo depois, os três sujeitos já tinham saído e eu estava sozinha, no barraco com o Beto. Não sabia bem qual seria a atitude, pois ele estava em pé, olhando o meu corpo nu, demonstrando estar apreciando muito o que via. Nesta altura, apesar de ser naturalmente, muito voluntariosa e decidida em minhas atitudes, estava totalmente derrotada, sobrepujada por eles. Sabia que em poder de quatro marginais, sem nenhuma noção de decência e honra, não ia adiantar em nada tentar bancar a durona.
Agora, deitada naquela imunda cama, quase sem poder me levantar, de tão ferida, estava disposta a ser totalmente submissa à eles, se quisesse voltar aos braços de Henrique e de meus queridos filhos. Ainda não tinha caído a ficha completamente, pois naquele dia, no aniversário do meu maridão, tinha saído de casa, pouco antes das 9 horas, cheia de felicidade, preparando uma festa em família e agora, mais de 13 horas depois, tudo tinha mudado em minha vida. Me sentia no meio de um autêntico inferno, onde a dor, a desonra e o terror me dominavam.
Com Beto andando pelo local, eu tremia de medo, pois o sujeito, um negro, com mais de 1,90 m, muito forte, com fala mansa, me parecia ser o mais maligno e cruel de todos. E isso ele comprovou pouco depois, quando querendo me fazer parar de gemer me obrigou a ingerir a tal droga que Tião lhe forneceu. Não sei o que era, mas o certo é que fui sentindo alívio de minhas dores e parecia que estava flutuado.
Beto ficou nu.... Agora minha linda, vou te foder, sem ninguém para nos incomodar, Você vai adorar o meu cacetão dentro de você. Ele me virou de bunda para cima; primeiramente vamos provar este cuzinho. Durante o resto da noite, o criolo não saiu de dentro de mim e eu sob o efeito da maldita droga, não sentia dor, mas também não o sentia dentro de mim. Estava parecendo uma boneca sem vida. E foi assim até o resto do bando retornar.
- O que foi que você fez com a mulher? – Nada, Tião, eu apenas a fiz ingerir aquela coisinha que você meu deu. - Que maravilha cara! Assim ela fica bem mansinha... vou passar a lhe dar esta droga, assim a gente pode foder a loira e ela não vai reclamar tanto. – Não acho uma boa, Tião... com essa merda ela fica insensível, nem dá gosto de a comer…Fica parecendo uma morta vida! – Então vamos a encher de outros tipos de drogas
E assim foi, daí para a frente, eu era drogada todos os dias e obrigada a beber muita aguardente. Neste estado, eles se revessavam em me estuprar. Eles me tornaram escrava sexual deles. Depois três semanas, para esquecer minha desgraça, era eu que pedia para me drogarem. Eles descobriram que Henrique, meu marido, era um grande industrial e foi ai que a coisa passou a melhorar para mim, pois os cretinos resolveram pedir o tal resgate.
- Loira, você está com sorte...vamos te trocar por muita grana, teu marido precisa ser avisado disto e quem vai fazer isso é você. De fato, dois dias depois, eles me puseram em frente a uma câmera e me deram um bilhete para ler... um bilhete para Henrique, pedindo o resgate por mim. Eu estava com muita vergonha em aparecer no vídeo para o meu marido, pois eu estava vestido apenas um vestidinho bem ordinário que eles me deram e mais nada. Meus lindos cabelos loiros mais parecia um ninho de rato, de tão embaraçado e sujo. Mas o pior era a minha cara, os efeitos das drogas, da bebida e das surras se fazia visível, eu estava magra e com profundas olheiras e com algumas manchas roxas.
Meus Deus! Eu estava horrorosa, não queria aparecer assim ao meu marido. Mas eles me obrigaram...ameaçando me bater. Mas o ruim mesmo foi ter de ler o bilhete, eu estava tão drogada, que tive dificuldade de o ler.
“Henrique, sou eu Helena... estou viva, um pouco baleada, mas ainda viva, como pode ver. Eles querem que eu leia este bilhete aqui…pedindo…minha nossa! Eles querem eles um milhão e seiscentos mil, estão malucos! Nem bem fiz este comentário, levei uma bofetada tão forte, que cai rolando pelo chão. – Cadela ordinária…não é para você fazer nenhum comentário, apenas leio o que escrevemos. Venha aqui e recomece a ler, sem nenhum comentário. Depois de muitos recomeços e tapas... finalmente a merda da filmagem terminou. Eu estava tão abalada, que pedi a Beto um pouco de pó.
No dia e hora marcados, lá estavam os três grandes idiotas, com todo um plano para receber o dinheiro diretamente das mãos de Henrique, enquanto Beto ficava no barraco a me vigiar, não que isso fosse necessário, pois eles me drogavam tanto, que eu não tinha ânimo para nada. No meio da tarde, eles retornaram trazendo a maleta do dinheiro, como haviam exigido, dizendo a Henrique que eu seria solta logo que recebessem o dinheiro. Não sei como Henrique se deixou tapear, pois era lógico que eles não tinham feito a parte deles, eu ainda continuava prisioneira.
Eles estavam eufóricos, 400 mil para cada, para eles era muita grana. Já que tinham recebido o dinheiro, eu implorava que me soltassem. Fique quieta mulher, depois a gente toma uma decisão a respeito, foi o que careça me respondeu. Beto sugeriu que eles fizessem logo a divisão do dinheiro e que depois cada um tomasse o seu rumo e foi o que fizeram.
Fiquei radiante com a decisão, pois com cada um indo para o seu lado, não haveria mas razão para continuar prisioneira. Careça indagou... e a mulher o que faremos com ela? Fiquei horrorizada, quando Tião retrucou: - Gente ela conhece muito bem a nossa cara, pode perfeitamente fazer o nosso retrato falado e ai poderemos estar fodidos... o melhor é dar um fim nela. Fiquei em pânico ao escutar Tião sugerir a minha morte.
- Não tenham receio a este respeito pessoal... eu gostei da zinha e a quero para mim... vou para o nordeste e a levo para morar comigo. Ela será minha mulher e nunca mais voltara para esta cidade. Mas Beto ela poderá escapar e voltar! – Não gente, eu a manterei na linha, de maneira nenhuma ela poderá escapar de mim.
Está certo Beto, a mulher fica com você e nós vamos tomar o nosso rumo, mas antes queremos provar mais uma vez a bocetinha gostosa dela. Beto concordou com eles e durante todo o restante do dia, fui servida para como uma “saideira” para os marginais. O que Tião e careça mais gostavam eram fazer dupla penetração, enquanto os outros dois se divertiam vendo minha agonia sendo penetrada pelos imundos e o pior de tudo é que eles se revessavam, nesta merda de dupla penetração. Eu estava tão cansada, tão exausta, que minha vontade era morrer. Minha buceta e ânus, nestes três meses, foram tantas vezes penetrados que eu já não me importava em ser violentada por um ou outro, mas o que eu mais detestava era ter dois ao mesmo tempo dentro de mim. Aquilo me demolia por inteiro, me sentia como sendo uma cadela vagabunda e extraía o pouco que me sobrava de amor próprio. Só bebendo muito, podia suportar todas as aquelas indignidades e o inferno em que vivia.
Alguns dias depois, eu estava sentada no banco do carona no carro de Beto, ainda sobre os efeitos das bebidas da noite anterior. Tinha implorado que me desse alguma droga, mas Beto não me atendeu, dizendo que como íamos pegar estrada, não me queria drogada ao lado dele, seria perigoso se fossemos parado no caminho.
Sendo levada para algum lugar bem longe de meu lar, de meu marido e de meus filhos queridos. Eu, Helena, 31 anos, uma mulher casada, bem vista e querida de todos que me conheciam estava deixando de existir. Estava sendo transformada em uma “joão-ninguém”, na mulher do mulato Beto, numa coisa que ele usava apenas como receptáculo de esperma.
Eu já não era a mulheraça, cheia de vida, que chamava a atenção dos homens e das mulheres por onde passava. Em três meses eles conseguiram me transformar num farrapo humano, destruída física e mentalmente. A decadência de meu corpo se fez acompanhar da minha derrocada mental. Não tinha mais vontade de viver e não conseguia mais ordenar meus pensamentos. As doses maciças das malditas drogas e do álcool, me fizeram numa mulher doente, com corpo e mente frágeis demais.
Estava tão perturbada, que só ocasionalmente conseguia me lembrar de meus filhos e de Henrique e nestas ocasiões tinha crises de choro muito forte, com a saudade me corroendo por dentro, mas logo Beto me enchia de aguardente e tudo ficava turvo em minha mente novamente.
Depois de quase oito horas de viagem, Beto parou num posto de estrada, à noite, para abastecer e comermos. Eu fui ao banheiro e comi alguma coisinha, mas minha vontade mesmo, era beber algo bem forte, pois meu corpo estava pedindo. Ele se recusou a me pagar a bebida e fiquei tão puta com ele, que sai da lanchonete para o pátio. Mas desorientada como estava e com a escuridão do local, saí pela porta errada e fui caminhando sem rumo. Depois de alguns minutos pude perceber que estava num local reservado para os caminhões cargueiros estacionarem.
Nervosa quis retornar, mas neste momento, a porta do caminhão, próximo de mim, se abriu e o caminhoneiro desceu e falou comigo: - Qual é a tua mulher? Tá procurando homem para ganhar alguma graninha? – Não to procurando homem nenhum! Eu quero é beber alguma coisa e o desgraçado me negou um gole!
-Não seja por isso minha nega... aqui na boleia eu tenho o que você quer...uma boa caninha lá do norte. Quando o sujeito falou que me daria alguma coisa para beber, nem pensei duas vezes e com o auxílio dele subi na cabine. Na boleia, matei a minha ânsia de bebida e ele me disse – Putinha...posso lhe dar toda a bebia do mundo, pois esta é a minha carga, mas eu quero que você chupe o meu caralho. Não titubeie e disse que sim, ele me levou para o beliche, dentro da boleia e lá, lhe fiz o maior boquete do mundo, deixando o caminheiro maluco. Mas nem por um instante, deixei a garrafa de lado e de tão embriagada, depois de o satisfazer, dormi como uma pedra no beliche. Beto deve ter me procurado como um louco, mas nunca mais ele me viu, enquanto viveu.
Já era dia claro, quando acordei e fiquei muito assustada, por estar naquele lugar. Não tinha nenhuma lembrança da noite anterior. O caminhão seguia rápido, com o condutor cantarolando alegremente, fiquei muito tempo tentando me lembrar do que tinha acontecido e com uma enorme ressaca, consegui indagar: - Porque estou aqui, no teu caminhão? - Olhem vejam só, a mulherzinha acordou! Você dormiu mais de dez horas direto. - Onde está o Beto? Quem é Beto, criatura? Já sei...acho que é o homem que estava com você! Já era, mulher, ele está a centenas de quilômetros lá atrás. Você agora tem de procurar outros homens para ganhar dinheiro.
Minha nossa! O cara estava me confundindo como uma puta de beira de estrada! Mas a verdade é que fiquei imensamente feliz por me ver livre das garras de Beto e não o contradisse. Mas meu corpo, tanto tempo sem nenhuma droga, estava judiando de mim e eu meio sem jeito, pedi para o caminheiro: - Por favor, senhor...tens algum tipo de pó ai para me dar?
- Que merda! Além de ser puta viciada em bebida, ainda quer drogas! Não tenho estas porcarias comigo...rampeira ordinária! Ele parou o caminhão no acostamento e ordenou: -Saía do meu caminhão agora mesmo...você não presta, não passas de uma cachorra vadia. Chorei muito, pedindo para ele não me deixar sozinha naquela estrada deserta, mas ele se manteve irredutível e me expulsou do cargueiro. – Tome mulher, o máximo que terás de mim, são estas duas garrafas de cana e se dê pôr muito feliz, merecias que eu lhe enchesse a cara de porrada, caía fora vagabunda dos infernos!
Com o calor abrasador do sol do meio dia, fervendo o asfalto, segui pelo acostamento, só parando em alguns momentos, para tomar um gole da bebida. No fim do dia, já anoitecendo, cambaleando, sem conseguir me manter firme, já tinha bebido o conteúdo das garrafas. A escuridão tomou conta do vasto descampado e pela estrada eu não via nenhum farol ao longe. Totalmente extenuada, me deitei ao pé de uma árvore, a uns trinta metros longe do asfalto e dormi...dormi como há muito tempo não fazia, sem nenhum homem dentro de mim.
Acordei com o calor do dia a me cozinhar... suando como um bode. Já devia ser metade da tarde...eu tinha dormido por muitas horas e as formigas estavam fazendo uma festa em meu corpo. Muito fraca, não tinha forças para me levantar e fiquei estirada naquele lugar e sonhei...sonhei muito com o meu marido e com os meus três filhos e acordei, com o coração em pedaços, pois a lembranças dos meus queridos veio a minha mente muito forte. Chorei com a saudade tomando conta de todo o meu ser e não sei como, me senti lúcida novamente. Acho que só o amor que tinha por eles e com a Graça de Deus, isso foi possível e então uma força poderosa me fez levantar e voltar para a estrada…alguém teria de me encontrar. Eu queria me salvar.
Caminhei por toda a madrugada, sem encontrar viva alma, mas não desisti e continuei a avançar, com a fome e a sede a tomando conta do meu corpo, levantava e caia, mas seguia em frente com uma determinação vinda não sei de onde.
Até que ao longe, vi um veículo vindo. Fiquei no meio da estrada, ou ele parava ou passava por cima de mim. Mas ele foi parando lentamente e estacionou a uns bons cinquenta metros e colocou o cone do farol alto, bem em cima de mim. Por uns bons minutos acho que fui examinada atentamente pelos ocupantes do veículo. Deviam estar receosos, em ver aquela figura estranha de mulher, toda suja e vestindo trapos. Tentei dar uns passos em direção deles, mas fraca como estava, cai ao chão e a única coisa que pude fazer foi estender os braços em muda suplica de ajuda e depois não vi mais nada.
Acordei dentro de um veículo, meio que deitada num banco, parecia ser uma camionete e uma senhora e uma jovem me olhavam ansiosas. Olhei para elas e murmurei muito fraca: - Obrigado, necessito de ajuda! Elas parecendo não me entender, comentaram entrem si: - What is she talking about, my daughter? - I think you´re asking for help! Eu entendi perfeitente o inglês delas e respondi no mesmo idioma, que falava muito bem. - É isso sim, estou necessitando de ajuda de vocês. Por favor quero beber um pouco de água. Quando a mocinha me deu um cantil, não me contive e bebi até o ultimo gole e depois uma paz tremenda foi se apoderando de mim, pois pelos rostos bondosos do casal e da filha, sabia que estava salva e fui fechando os olhos, parecendo que estava flutuando num lugar cheio de rosas.
Acordei dois dias depois, numa clínica, para onde eles me levaram e a senhora estava ao meu lado, segurando minha mão e então por quase duas horas eu lhe contei quem era e todo o meu drama, sem lhe esconder nada. Depois de perambular pelo sertão baiano eu estava em Salvador, para onde eles me levaram. Sob o patrocínio da família de americanos, dei meu depoimento as autoridades policiais da Bahia.
Mas o mais emocionante de tudo, foi quando eles ligaram para a minha família, em São Paulo e deram a notícia que eu estava viva. Foi uma explosão de alegria tremenda. Henrique fretou um jatinho e veio com toda a minha família à Salvador, me buscar. Veio ele, meus três filhos, minha mãe e meu pai e até minha sogra. Eles ficaram impressionados com o meu estado físico. Mas nada tinha importância, o que interessava era que eu estava viva, pois todos já me jugavam morta pelos marginais, depois que ele pagou pelo meu resgate.
Devido ao meu estado de debilidade e ferimentos outros, não recebi alta de imediato, mas depois de alguns dias estava voando de volta para casa. Devido a complicações múltiplas em meu organismo, principalmente no estômago, rins e nos órgãos sexuais por doenças que os safados me transmitiram fui obrigada a ficar internada, por quase três meses, me recuperando, também, na parte psicológica, pois eu acordava quase todas as noites, com terríveis pesadelos. Mas graças aos carinhos de meus filhos e de Henrique eu superei esta fase e quando voltei para o meu lar, uma tremenda festa me esperava, com a presença de toda a minha família e de todos os nossos amigos, o casarão ficou cheio e até a família de americanos que me socorreu no meio da caatinga baiana, estava presente. Eu estava livre das garras do diabo e agora somente os abraços dos meus queridos, me apertavam.
FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:29 de outubro de 2014 12:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Comentários

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  • Marcelo
    Postado porMarceloem2 de setembro de 2015 11:33

    Muito bom seu conto adorei pena que nao deixou email vou deixar o meu e aguardo seu retorno para conversarmos mais sobre o conto. [email protected] aguardo seu retorno

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