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Do fundo do baú

Marisa, a prisioneira

MARISA, A PRISIONEIRA
Marisa tem 18 anos, e é uma linda jovem, na flor da idade, que chama a atenção de seus colegas de faculdade, por sua inteligência e simpatia, que a todos cativa, por seu modo alegre e espontâneo de agir. Acima de tudo tem um rosto e um corpo de rara beleza, uma verdadeira deusa, que chama a atenção da rapaziada, que a vivem paquerando, quase sempre sem sucesso. Está no primeiro ano do curso de ciências contábeis. Ótima aluna e colega, tem muita facilidade em se relacionar com os colegas e professores. São 22:40 h e Marisa está indo para o estacionamento do campus da faculdade. Tinha combinado com 3 colegas, Marcelo, Eduardo e Helena, que daria carona a eles, pois era a única do quarteto que tinha carro. Foi na frente, enquanto os meninos se retardaram um pouco, a espera de Helena, que demorou a sair de sua última aula. Agora, os 3 estavam indo em direção ao estacionamento e ao longe, já viam Marisa, quase chegando ao seu carro.
Foi uma coisa tão rápida, que a jovem não teve nem tempo de reagir, uma camionete preta, deu uma busca freada ao lado do seu carro e dela saltou um homem, com uma máscara no rosto. Pega de surpresa, Marisa ia protestar, quando foi atingida na cabeça por uma espécie de bastão. Com o ferimento sangrando muito, ela apagou na hora e ia caindo ao chão, mas o atacante a amparou e com extrema agilidade, colocou o corpo inerte dentro da camionete e ainda teve tempo de recolher a bolsa e os sapatos Marisa e jogar tudo dentro do veículo.
Os colegas viram tudo e Helena deu um grito em pânico, enquanto Marcelo e Eduardo, saíram em disparada tentando ajudar sua amiga. Mas quando chegaram ao local, já era tarde. A camionete preta, já estava longe, rangendo os pneus. Os garotos ainda tentaram ver o número da placa, mas não tiveram êxito. Os 3 jovens em choque, ligaram para a segurança do campus, mas nesta altura, nada mais pode ser feito. Ao lado do carro de Marisa, só ficou os seus livros espalhados pelo chão, sujos de sangue.
Quando Marisa despertou, sentiu dores muito forte na cabeça e notou que estava com um grande curativo envolvendo sua testa e nuca. Confusa, não atinou de imediato o que tinha acontecido e nem onde estava. Aos poucos foi se lembrando do ataque do estranho e imaginou que estava em um hospital, pois estava deitada sobre uma cama. Só estranhou a total escuridão do ambiente. Se lembrava que foi atingida na testa com algo duro e depois mais nada. Se estava em um hospital, porque tudo estava às escuras?
Tentou se levantar, mas ficou tonta e voltou a ficar deitada, passou a chamar por alguém, mas depois de muitas tentativas, não teve nenhuma resposta. Muito assustada, compreendeu que aquele ambiente, não era de um hospital... mas então onde estava? Angustiada, ficou deitada, sem poder ver uma única fonte de luz. Não sabe quanto tempo depois, de súbito, todo o local foi iluminado e então Marisa ficou apavorada com o que viu.
Ela estava em um local, com grades por todos os lados, na verdade aquilo parecia mais uma jaula, com pouco mais de 3 metros de lado e altura de 2 metros. O único móvel ali dentro era a rustica cama de madeira, sobre a qual estava deitada. Não existia lençol, cobertas e nem travesseiro, somente o colchão. Em pânico, viu que que a “jaula” estava em um amplo recinto, sem janelas, mas com duas portas e alguns poucos móveis. Marisa levantou, foi até a pequena porta de sua prisão e tentou abrir, inútil, uma fechadura a trancava. Gritou por socorro por muito tempo.
Cansada, com o coração a bater a mil, voltou a ficar sentada na beira da cama. O silencio do local era absoluto, nenhum som vindo de fora, e então ela imaginou que aquele local devia ser um porão, ou coisa parecida. Marisa presumiu que tinha sido sequestrada e que iriam pedir dinheiro aos seus pais, pela sua liberdade; pois deviam saber que sua família era muito rica. Com estes pensamentos, ficou um pouco mais calma e com o passar das horas, naquele local sinistro, conseguiu dormir um pouco, um sono leve, cheio de sobressaltos.
Acordou sobressaltada, pressentindo a presença de alguém. Olhou para fora da grade e viu um homem sentado calmamente em uma poltrona, no meio do salão. Ele a olhava, sem demonstrar nenhuma expressão em seu rosto. Pode ver que ele era alto, moreno claro e aparentava ser muito forte e ter mais de 50 anos. Com os braços cruzados, sem imitir um único som, ele apenas ficou ali a olhar para sua prisioneira.
Assustada com a presença dele, Marisa tremia de medo, mas tomou um pouco de coragem e o interpelou: - Se você me raptou para pedir resgate, por favor ligue logo para o meu pai, tenho certeza que ele não terá nenhuma dificuldade em atender suas exigências. Foi então que ele se levantou, foi até junto à grade e lhe falou, com todas as letras: - Minha garota, eu a sequestrei, mas não foi para pedir resgate por você, eu não necessito de dinheiro, pois já tenho muito... talvez mais do que o teu pai. Marisa ficou o olhando, com olhos arregalados: - Mas então, porque o senhor me raptou? Retrucou a jovem, com voz tremula.
- Você não percebe, jovem? Eu a raptei porque a quero... a quero como mulher e como minha prisioneira.
- Sua mulher e sua prisioneira! Você está maluco, cara! Exijo que me soltes imediatamente! Você não sabe a enrascada que está se metendo! Meu pai é muito poderoso e tem muita influência!
- Sei muito bem onde estou me metendo, minha jovem! Quem não está percebendo nada é você! Estais em meu poder, em um local impossível de ser localizado e ninguém nem desconfia o que aconteceu com você. Mas tarde vou trazer os jornais para veres. As notícias do teu sequestro é manchete em todos eles, mas estão todos Perplexos pois apesar de já ter se passado 48 horas, nenhum resgate foi pedido por você. Teus pais, a polícia e teus colegas estão chocados com o que aconteceu, mas a única coisa que podem fazer, é esperar o pedido de resgate... que nunca será feito.
Em poucos dias, todos vão ter a notícia da tua morte e a busca intensa que hora está ocorrendo... vai cessar.
Ao ouvir o cara falar estas palavras, Marisa, ficou aterrorizada...ele iria a assassinar! Começou a chorar e implorar por sua vida, pedindo, entre soluços, que ele não a matasse. O estado emocional dela, foi tão intenso, que ele logo se apressou: - Calma... calma, garota! Eu não vou matar você de verdade... só vou fazer com que todos pensem que fostes morta!
A se lamentar, ela foi sentar e por muitas horas, ficou chorando e soluçando, com o coraçãozinho quase saindo pela boca, tal o seu estado de pânico, pois se lembrava perfeitamente das palavras do seu sequestrador - “a quero como mulher e como minha prisioneira”. Será que ele a iria deflorar! Ela que, apesar de já ter 18 anos, sempre se resguardou, que nunca foi tocada por seus namorados e o máximo que permitiu, foi umas passadas de mãos em seus seios e nas coxas, sem nunca deixar que sua periquita, fosse tocada. Qual o destino que a esperava, nas mãos daquele louco?
Mais um dia e uma noite e Marisa, presa naquela jaula, viu o tempo passar, sem nem mais poder chorar, poios seu estado emocional, parece que broqueou suas lágrimas. Mas agora, ela estava sofrendo outro tipo de angustia – fazia mais de 3 dias que estava trancada, sem beber e comer nada, mas acima de tudo, a vontade de fazer xixi, era insuportável. Pensou em puxar a cama e urinar, protegida atrás dela, mas nem isso pode fazer, pois os pés da cama estavam presos ao chão.
Quando na manhã seguinte, ele retornou, Marisa, mesmo com muita vergonha, com voz quase sumida, pediu que ele a deixasse ir ao banheiro. Ele ficou a olhando, sem nada responder, mas foi até um armário, no canto do salão e de lá retirou uma espécie de algemas, interligadas por uma fina corrente metálica, com menos de 2 palmos. Abriu a jaula e quando se aproximou da moça, esta recuou, acovardada. Mas ele a mandou sentar e passou a algemar pelos tornozelos. Depois ele saiu, deixando a porta aberta. Marisa, ficou o olhando, não entendendo nada. Mas ele a chamou: - Venha minha querida, vou levar você até o banheiro.
Com muitas dificuldades, por causa das correntes, ela foi dando passinhos curtos, tentando se equilibrar e o foi seguindo até uma das portas. Ele abriu a porta do banheiro, entrou e a chamou: - Aqui é o banheiro, você vai fazer uso dele, sempre que precisar... é só me pedir. Não necessitas ter medo de mim! Eu não vou morder você! Marisa ao ver o vaso, ficou ainda com mais vontade de urinar. Olhou para ele e pediu, debilmente que ele se retirasse. Mas qual não foi a sua surpresa, quando ele se sentou à beira de um cesto que ali estava, cruzou os braços e falou: - Você vai urinar na minha presença, se não o fizer, azar o seu, pois eu sempre estarei ao seu lado, quando necessitares de fazer uso do vaso, tanto para mijar como para cagar. Não te dou outra opção. E outra coisa, jovem, quero que você passe a me chamar pelo nome...pois por muito tempo, serei o único a lhe fazer companhia...meu nome é Francisco.
Tremendamente humilhada, não podendo mais reter o mijo, Marisa sentou no vaso sanitário e, com muito cuidado, baixou a calcinha, se cobrindo ao máximo com a sua saia. Mas o jato de mijo foi tão forte, que o som característico se fez ouvir por todo o banheiro. A pobre garota, corou como um pimentão e ele, nojento, deu uma forte risada. Nossa, você estava realmente com vontade de mijar! Ele mais que depressa, tirou um pedaço de papel higiênico e o entregou para Marisa. – Tome, querida, seque esta bucetinha! Ela com a cabeça baixa, sem coragem de o olhar, pegou o papel e se secou, depois mais que depressa se levantou e foi saindo, em direção de sua jaula com o coração partido ao meio, totalmente derrotada, cabisbaixa, sem mais o que fazer para se livrar de situação tão vexatória.
Mas antes de entrar na jaula, ela sempre de cabeça baixa, e de costas para ele, implorou por um pouco de comida e água. Ele mais que depressa, a fechou na jaula e saiu, sem ao menos lhe dar uma resposta. Depois de muito tempo, ele retornou, trazendo uma espécie de carrinho, sobre o qual estavam diversas bandejas e 2 jarras. Marisa, logo sentiu o cheiro gostoso de comida e com olhar faminto, se levantou e junto à grade, ficou o observando, enquanto ele colocava a bandeja sobre uma pequena mesa. Ele foi até a jaula, a destrancou e a chamou: - Venha Marisa, eu trouxe muita coisa gostosa para você. Depois sem falar mais nada saiu e a deixou sozinha.
A jovem estava tão esfomeada e avançou tão rápida em direção à mesa, que chegou a cair duas vezes, pois as algemas lhe dificultavam o caminhar. Parecia uma lobinha, devorando tudo o que estava em sua frente e depois bebeu toda a água e todo o suco de laranja, que ele lhe serviu. Depois de plenamente saciada, inclinou a cabeça, apoiada sobre os braços, e por muito tempo ficou chorando e se lamentando. Implorando que Deus a tirasse dali, pois se sentia sem forças para resistir ao seu carrasco. Sabendo que ele tinha saído, aproveitou e foi até o banheiro, onde fez as suas necessidades fisiológicas, sem a incomoda presença dele. Mas antes de sair, sentiu uma enorme necessidade de tomar banho, pois desde a manhã do dia do seu rapto, que não o fazia, além de tudo, suas roupas já estavam fedendo, principalmente sua calcinha, que já estava toda manchada. Foi até a porta do banheiro e tentou escutar algum ruído, como tudo estava em silêncio, tomou coragem e tirou toda a roupa e entrou no box, tomando um delicioso banho, que mesmo com a água muito fria, foi prazeroso.
Quando levou a mão, para pegar sua calcinha, pois a queria lavar e se possível a vestir novamente, não a encontrou, intrigada, abriu a pequena cortina do box e viu, assustada, que toda a sua roupa tinha sumido. Logo imaginou que o tal Francisco, o seu sequestrador, a tinha pego. Em pânico, tratou de se secar com a pequena toalha de rosto, a única disponível. Tapando o seu sexo com a minúscula toalha e os seios com o braço, abriu um pouco a porta do banheiro, tentando ver onde ele estava. Por muitos minutos ficou ali, sem saber o que fazer. Deslumbrou, no canto oposto, a mesinha, que usou para fazer a refeição e sobre ela, uma tolha de mesa. Logo imaginou que poderia fazer uso dela, para tapar um pouco a sua nudez. Mais uma vez, prestou atenção a qualquer ruído que pudesse denunciar a aproximação de Francisco e sem titubear, avançou, salão a dentro, com passinhos bem curtinhos, em busca da toalha salvadora.
Quando estava bem no meio do salão, a porta se abriu com grande ruído e ele entrou. O susto de Marisa foi tão grande, que ela perdeu o equilíbrio e caiu ao chão. – Há! Garota tola, eu sabia que irias fazer uma arte destas! Usar o banheiro sem a minha permissão! Agora serei obrigado a te castigar. Terás de aprender que eu sou o teu dono e que qualquer coisa que necessitares, terás de pedir a mim. Infelizmente terei de te ensinar a me obedecer. Marisa, estirada no chão, com o corpo todo encolhido, parecendo um feto, em busca de proteção, viu quando ele se baixou e puxou a pequena toalhinha que a esta altura, não a protegia de nada. Depois a puxando pelas algemas que prendiam seus tornozelos, a puxou até sua jaula. Com as costas arrastando no chão áspero, Marisa gritou de dor e implorou por misericórdia, Francisco fez ouvido de surdo e a trancou na jaula e depois saiu. Muitos minutos depois voltou, trazendo uma espécie de maca ou banco acolchoado e a colocou no meio do salão.
Abriu a jaula e puxou a garota, pelos tornozelos, como antes. Marisa apavorada, gritava, pedindo que ele não a machucasse e que nunca mais iria o desobedecer. – Menina, agora é tarde, fizeste a arte e agora serás castigada. Francisco tirou as algemas dela e torcendo seu braço para trás a levantou do chão e a pois sobre a tal maca. Com o terror estampado no rosto, ela se debateu, como uma louca, mas não era páreo para a força física dele e sem muitas dificuldades, Francisco a prendeu à maca, passando cordas no meio de suas coxas, que presas aos pulsos da garota, com os braços cruzados sobre o corpo estavam, por sua vez, fortemente amarrados ao chão por de pinos. Nesta posição, Marisa estava com as coxas em abertura de quase 180 graus, com a bucetinha e o ânus, totalmente expostos. Imobilizada, ela berrava como uma alucinada, não sabendo o que ele iria fazer com ela.
Mas a intenção dele não era a de estuprar jovem, pelo menos por enquanto. Ele saiu e retornou, trazendo as roupas delas, saia, blusa, porta-seios e principalmente a suja calcinha. Colocou as peças sobre a barriga da mocinha, que a esta altura já tinha parado de berrar e apenas soluçava, e o observava com olhos arregalados. Francisco rascou a calcinha em duas partes e fez o mesmo com a blusa e com a saia. Depois fazendo uso de um fino estilete, que fez questão de mostrar à sua jovem vítima. Vendo aquela afiada lâmina, Marisa, com o pavor estampado no rosto, implorou que ele não a matasse. Mas ele apenas deu uma sinistra gargalhada e fez um profundo corte na parte interna da coxa direita, bem próxima da vagina, de onde começou a sair abundante quantidade de sangue. Com a dor, a garota, aterrorizada, deu um berro tremendo, imaginando que o louco a iria corta toda. Mas não, ele queria apenas aquele corte. Sem perda de tempo, ele pegou os restos das roupas da jovem e com elas, secou todo o sangue que saiu do ferimento. A descarga de adrenalina foi tão grande, que Marisa não resistiu e perdeu os sentidos. Francisco colocou num saco de papel toda a roupa manchada de sangue e depois tratou de estancar o sangue do corte dela, fazendo um ótimo curativo.
Quando Marisa acordou, ainda estava amarrada ao cavalete, totalmente despida, mas Francisco já não estava presente. Ela sentiu dor, onde ele a cortou com o estilete e percebeu que estava com uma atadura em volta de sua coxa direita. O tempo foi passando e, sabia agora, que era realmente propriedade dele que nada poderia fazer para evitar isso. Não podia atinar, porque ele a tinha escolhido, para judiar, para a torturar desta maneira, com tanta barbárie e covardia! Só na manhã seguinte, ainda amarrada do mesmo jeito, ele voltou e ficou olhando para ela, para a sua nudez, com olhos fixos na vagina, praticamente sem pelos e que naquela posição forçada, deixava entrever a fenda, entre os lábios separados. Não pode se conter e enfiando a boca, deu um longo chupão no clitóris, que se mostrava proeminente. Marisa deu um berro, ao sentir sua intimidade, ser violada de maneira tão vil. Chorando abundantemente, sentiu que ele, por muito tempo, beijou, chupou e mordeu sua xoxotinha, inserindo a ponta da língua bem fundo no seu canal vaginal. Nem o ânus da jovem escapou à sanha sádica dele, que chupava o cuzinho da menina, emitindo sons roucos, como um animal em cima de uma carniça. Francisco, completamente alucinado, tomado por prazer animalesco, por quase duas horas, ficou ali, entre as coxas da infeliz menina, só parando de a assediar, por poucos minutos, para logo em seguida, reiniciar a possuir a menina com a boca escorrendo saliva, tal qual um lobo no cio. Marisa, que inicialmente, abriu berreiro, depois só soluçava. Com o passar dos minutos, passou a gemer, sentindo dor em suas partes íntimas, que estavam vermelhas e inchadas. Mas o inevitável aconteceu e não sabendo porque, seu corpo sucumbiu e os gemidos de dor, se transformaram em gemidos de prazer. Lutando com todas as forças, sua mente afrontando seu corpo, que teimava em queimar em gozo, que ela nunca imaginou poder sentir. Explodiu em um orgasmo tão violento, sentindo todo o corpo tremer, como se tivesse recebido uma descarga elétrica. Parecia que estava a flutuar, com a pele toda eriçada, ainda sentindo os últimos fluidos de gozo. Mas Francisco, ainda estava a devorar suas carnes e novamente foi levada a ter outro orgasmo mais outro e mais outro, até que totalmente extenuada, não aguentando mais, as descargas de seu corpo, implorou, em meio a gemidos, que ele parasse, que não estava mais suportando, pois parecia que estava a morrer, de tanto gozar. Agora, ele estava estirado no chão, completamente extenuado, respirando pesadamente, enquanto que a garota, nem relaxar podia, totalmente imobilizada pelas cordas, sentindo sua buceta e ânus, arder em fogo, de tanto serem mordidos e chupados.
A dor que estava sentindo em seus órgãos sexuais, só não era menor do que a que estava conhecendo em seu coração e da vergonha que estava abrigando, por ter sucumbido à tara de Francisco. Mas ao mesmo tempo, surpresa com a intensidade do prazer que sentiu, parecendo que iria morrer a cada orgasmo experimentado.

A jovem, já tinha percebido, que amarrada daquela maneira, seria mais tarde ou mais cedo, desvirginada por ele e que este seria certamente o seu destino e que nada o impediria de fazer isso, portanto foi com certa resignação que imaginou sua hora chegando, se indagando que iria ter os mesmos prazeres que acabara de sentir.
Mas ela ficou aniquilada, arrasada, com o que ele praticou em seu corpo, Francisco não queria simplesmente tirar sua virgindade; ele a queria ver sofrer, sentir dor e ter muito prazer com o sofrimento dela, tanto físico como moral. E ele usou todo o seu conhecimento de sadismo e masoquismo, para levar à pobre garota, toda a sua tara. Demonstrando não ter nenhuma pressa, ele calmamente, depilou toda a bucetinha da jovem, que por sinal tinha poucos pelos. Ele parava e olhava o rosto dela, a lhe perguntar se estava gostando, vez que outra, dando uns beijinhos nos lábios vaginais. Marisa com os olhos fechados e com os lábios cerrados, nada respondia, com a alma morrendo por dentro. Mas quando ele pegou uma máquina de barbeiro e começou a cortar o seu lindo cabelo, que ia até quase a sua cintura, começou a chorar desesperada. Com o auxílio de uma tesoura e de uma navalha, ele gastou pouco mais de 30 minutos, para deixar sua cabeça, tão lisa como o bumbum de um bebê. Marisa já não chorava nem se lamentava, apenas com os olhos fixo no teto, sem expressão. Seus lindos cabelos, orgulho de sua mãe, não mais existia. Depois de a “mutilar” de maneira tão cruel, ele fez uso de um grande espelho e a obrigou a ver sua “obra”. Ela pode ver que sua xoxotinha estava sem um único fiozinho de pelo e que sua careça, igualmente sem pelos, só apresentava o ferimento pouco acima de sua testa, que ainda não estava completamente cicatrizado. Seu abatimento moral eram tanto, que ela apenas olhou e não fez nenhum comentário. Ao contrário do que ela pensava, Francisco ainda não a estuprou, neste momento, e ela deu graças a Deus, por isso. Antes de sair, ele a soltou da mesa e a trancou na jaula.
Demorou muito tempo fora, Somente na tarde do dia seguinte, retornou trazendo alguns jornais, que jogou dentro da jaula e lhe disse, com ar de triunfo: - Você, minha menina, para o mundo, já está morta. Marisa estava tão abatida, que nem levantou o rosto, quando ele chegou perto de sua jaula, mas quando o ouviu falar aquelas terríveis palavras, levantou os olhos e de imediato viu, num dos jornais, espalhado no piso, o seu retrato. Ele o pegou e leu, assobrada:
“Marisa, a jovem estudante, com apenas 18 anos, sequestrada, na semana passada, quando saia da faculdade, provavelmente deve estar morta” A terrível tragédia, que abalou nossa cidade, foi testemunhada por 3 colegas da estudante, na noite do dia 18 do mês passado”
No corpo da matéria, Marisa pode ler: “Por incrível coincidência, o próprio reitor da faculdade particular, onde a jovem estudava, testemunhou, na noite de ontem, uma cena macabra, que muito o abalou. O reitor estava indo para sua casa, depois de encerradas suas tarefas na faculdade, quando na estrada que margeia o Rio Torto, os faróis de seu carro, incidiram em um veículo, uma camionete preta, parada no acostamento. Pode ver perfeitamente, quando um homem, jogou um grande saco de lona no rio. Pego de surpresa, o sujeito, correu para o seu carro e partiu em louca disparada, deixando no chão alguns sacos, que provavelmente iria jogar, também, ao rio. Assustado o Senhor Francisco, parou o seu carro, mas não quis mexer no achado, desconfiando que testemunhou algum crime, chamou, pelo seu celular, a polícia.
Dentro dos sacos, deixados para trás, os policiais encontraram a bolsa da jovem universitária, seu celular e o mais chocante, os restos das roupas da jovem, rasgadas e sujas de sangue, inclusive sua calcinha. Tudo indica que a estudante, foi estuprada e morta pelo sequestrador. Todo o material foi levado para a perícia, O corpo de bombeiro já iniciou, nesta manhã, a vasculhar as margens do rio Torto, na tentativa de localizar o possível corpo da jovem universitária”.

Marisa não conseguiu ler mais nada, de tão aterrorizada, pois de imediato, percebeu, que o seu sequestrador e torturador, era, nada mais nada menos, que o digníssimo senhor reitor de sua faculdade e que naquele exato momento, estava decretada a sua sentença de morte. Ele jamais a libertaria, pois sabia quem ele era. Ele ficou em pé, ao lado da jaula e com um sinistro sorriso, lhe falou: - Vejo minha linda, pelo seu olhar, que já sabes quem sou! É uma pena, mas esta descoberta, jamais será revelada a terceiros, e creio que você sabe o porquê!
Sim, Marisa sabia que seria morta por ele, mas em vez de se apavorar, ela ficou, estranhamento resignada e foi com voz calma, sem demonstrar nenhuma emoção, que ela pediu: - Eu quero que você me mate agora, imediatamente, se não o fizer, eu mesmo vou me matar... não quero sofrer mais em suas mãos.
Não, meu amor, eu não vou matar você agora...você irá ficar comigo por muito tempo. Nós dois temos todo o tempo do mundo. Tive muito trabalho, e me arrisquei muito para a trazer até aqui. Desde o momento que vi sua ficha escolar, com a tua foto, fiquei louco de desejos de a ter só para mim. A garota mais popular da minha faculdade, com todos os rapazes aos seus pés, não seria de nenhum deles, ela seria só dele. Agora que a tenho aqui a minha disposição, quero aproveitar o máximo possível deste corpo espetacular. Quanto a este negócio de você se matar, vai ser meio difícil, pois eu não vou lhe fornece nenhum meio para isso. Tens de se convencer, que você já morreu para o mundo e que jamais sairás deste local, pelo menos com vida. Nem imagina onde eu a prendi! Lá em cima, fica o campus da tua faculdade...sim minha querida, nós estamos no porão, que mandei construir, quando ergui o pavilhão para a prática de esportes. Isto não é uma ironia?
Como que a confirmar sua fala, Francisco abriu a porta da jaula e ordenou que ela saísse, mas para Marisa, nada mais importava e, ela nem se mexeu do lugar. Estava disposta a reagir, mesmo que fosse só de forma passiva, a ir de encontro a vontade dele.... Talvez agindo assim, ele resolvesse a matar de uma vez.
Mas Francisco, estava disposto a quebrar, toda é qualquer resistência que a jovem tentasse fazer. Entrou na jaula e com violência, a puxou para fora e amarrou seus braços. Não satisfeito, colocou uma grossa coleira de couro no pescoço de Marisa e por meio de uma corda, prendeu num gancho que pendia do teto. Ela ficou se apoiando apenas pelas pontas dos pés. Pronto minha bela, vais ficar amarrada desta maneira, até aprenderes que não podes me desafiar.
Depois de algumas horas, amarrada de maneira tão cruel, Marisa estava com os pés doendo muito e o pescoço, sofrendo com o atrito do couro, que parecia estar pegando fogo. Quando ele regressou, ela implorou que a soltasse. Quando ele soltou a corda do gancho, ela desabou e ficou estirada no chão, meio de lado. Ele a virou de barriga para cima e sem que pudesse se proteger, Francisco abriu suas coxas e enfiou a cabeça no meio delas, procurando com a boca a bucetinha. Por um longo tempo, ele chupou e mordeu a vagina da jovem.
A agonia foi tremenda e apesar do medo e ódio que a dominada, não pode evitar de ficar excitada. Ele metia a língua bem fundo no seu canal vaginal, que estava todo ensebado pela sua excitação e pela saliva dele. Quando Francisco, começou a sugar o seu clitóris, Marisa teve um orgasmo avassalador. O que sentiu foi tão forte, que depois ficou toda mole, com Francisco, ainda a chupa-la, e ela teve outro orgasmo e mais outro. Naquela noite, ainda com os braços amarrados nas costas, ela não conseguiu dormir, não tanto pelas cordas, mas tentado entender porque foi levada a gozar, novamente, com ele a usando de maneira tão nojenta.
O tempo foi passando e Marisa continuava a servir de pasto, para o sádico reitor, que não se cansava de meter a língua em todos os seus buraquinhos e, isso acontecia todos os dias. Ela já não estava com os braços amarrados, mas quando ele abria a jaula e a chamava, ela ia docilmente, já antevendo o gozo que a dominaria. Para melhor tirar proveito do corpo dela, Francisco até trouxe para o salão, uma cama de solteiro, onde ele se satisfazia a usando de todas as maneiras.
Marisa descobriu, que sendo passiva com ele, poderia mitigar os castigos físicos a que era submetida com frequência. Mas a verdade é que ela estava ficando viciada no sexo oral e anal a que era submetida todos os santos dias. Em sua cabecinha, começou a surgir um fio de esperança, ele beijava o seu corpo com tanta paixão, que talvez não tivesse coragem de a matar. E foi pensando assim, que ela, também se entregou a ele com ardor e agora, depois de 3 meses de seu cativeiro, ela correspondia aos seus beijos com volúpia, introduzindo sua língua na boca dele e vice versa, com o desejo a dominando por inteiro. Mas por mais estranho que possa parecer, ele ainda não tinha tirado sua virgindade.
E isso aconteceu em certo dia, quando ela, louca de prazer, por ele, estar chupando seu sexo, com a costumeira paixão, não se conteve e dominada por irresistível tesão, pediu, entre gemidos de prazer, que ele a possuísse.
Este foi o verdadeiro triunfo dele, pois desde o início, era essa a sua intenção, levar uma jovenzinha ainda virgem, implorar que ele tirasse sua virgindade. Logo ele, que quase beirando os 60 anos, nunca teve sucesso com as mulheres. Agora estava ali, com uma belíssima moça em seus braços, a implorar para ser fodida por ele.
Marisa, tomada por um desejo avassalador, se abriu toda para o receber e quando o enorme pênis foi invadindo suas carnes, ela gritou de dor e depois gemeu tomada por gozo sem controle e como uma louca se agarrava a ele, querendo mais e mais, cruzando as pernas em volta da cintura dele, para que o sentir melhor dentro dela.
Depois deste dia, ele passou a foder, diariamente a jovem e mesmo sobre os protestos tímidos dela, tirou também a virgindade do seu cuzinho. Mariza ficou, também, viciada em ser enrabada pelo velho.
Marisa, não sabia, mas desde o início, estava sendo manipulada por ele, que concebeu a ideia de que, assim como uma égua selvagem pode ser domada, uma virgem também pode ser, e levada a ficar viciada por sexo.
Foi exatamente isso que aconteceu com a pobre Marisa, de uma moça virgem, recatada e inocente, ele a transformou numa ninfomaníaca. E ela o serviu por quase 9 meses, presa naquele lugar. Mas as consequências disso, começaram a surgir. Fechada, sem ver a luz do sol, sem nenhuma outra atividade, a não ser as sessões diárias de sexo, a outrora saudável e alegre estudante, não passava de mera imitação do que fora, magra, quase sem cor e apática, ela não tinha mais nem vontade de se alimentar direito. Só queria que o sentir dentro dela e isso passou a ser a sua única razão de viver e mesmo nestas ocasiões, o prazer que sentia, não a fazia gemer como antes, apenas alguns suspiros e mais nada.

Mas o mais grave e terrível, estava acontecendo em sua mente, Marisa estava se esquecendo de quem era, se esquecendo de seu próprio nome e do nome de seus país e irmãos. Tinha muita dificuldade de entender as suas ordens e mesmo quando ele a possuía com extrema violência, de sua boca não saia nenhum queixume.
Francisco estava muito irritado com o estado físico e mental de Marisa e com requintes de crueldade, descontava no combalido corpinho da jovem, toda a sua frustação. Ele a submetia a muitas seções de surras e ela simplesmente trancava em sua garganta os gemidos de dor.
Já completamente satisfeito em despejar toda a sua tara, naquele outrora belo corpinho, ele decidiu que já era hora de se desfazer dela. Já estava de olho em uma outra menina, bem novinha, que tinha se matriculado na faculdade há pouco mais de 10 dias. Era uma jovem, igualmente bela e ele já estava arquitetando um plano para a levar para o seu covil, no subsolo do prédio de esportes da faculdade.
Marisa, agia como um zumbi, sem vida própria, já demonstrando total perda de qualquer lembrança. Ele intuiu que a mente dela não suportou o cativeiro e apagou por completo. Ele não teve coragem de a eliminar a sangue frio e então arquitetou um plano maquiavélico de se livrar dela.
Francisco vestiu em Marisa, um vestido, que comprou em qualquer loja de segunda e a levou, em sua camionete preta, para um lugar bem distante da cidade, na cabeceira do Rio Torto. Parou bem no alto de um barranco, com o rio a correr furioso lá embaixo. Demonstrando possuir uma alma cheia de maldade, ele desceu do veículo, levando a dócil menina pelos braços e na escuridão da noite, lhe falou ao ouvido: - Marisa, minha jovem, você vai caminhar nesta direção e só vai parar quando eu mandar. Você está entendendo o que eu estou falando? Com os olhos, sem expressão, fixo nele, ela apenas balançou a cabeça, dando a entender que compreendeu a ordem recebida. Então ele apontou para a direção do barranco e deu a ordem: - Então vá, minha linda... vá em busca do teu destino.
Marisa, seguiu em passos lentos para a beira da ribanceira e como num passo de mágica, desapareceu, dando um grito estridente.
Francisco, com um sinistro riso a emoldurar seu rosto retornou ao veículo e partiu. – Foi uma pena, tão linda jovem ter cometido suicídio. O que se vai fazer... assim é a vida!
Dois dias depois, os meios de comunicação da cidade, estampavam, com grande estardalhaço, o sequestro de uma jovem universitária, quando retornava para sua casa, depois do termino das aulas noturnas. Faziam analogia com o sequestro da jovem Marisa, acontecido há 9 meses.
Marisa, caminhando lentamente para o abismo, forçou o olhar e pode deslumbrar, pouco abaixo de onde estava, uma pequena saliência na encosta. Resolveu então se atirar até ali, dando um grito muito alto. Sabia que a queda não a machucaria muito, pois o matagal amorteceria sua queda. Sentiu um pouco de dor quando se chocou e sem perda de tempo, tratou de se esconder entre as folhagens, caso Francisco fosse olhar, não a veria. Felizmente todo o seu plano deu certo. Sabia que era muito arriscado e que provavelmente não escaparia com vida. Mas esta foi a única solução que encontrou para não ser morta. Desde alguns meses atrás, quando descobriu que o sequestrador e torturador, era o próprio reitor de sua faculdade e que ele lhe disse com todas as letras, que ela seria morta, para não o denunciar; resolveu bolar um plano para escapar de suas garras e não ser assassinada. Tinha consciência que não poderia evitar que ele a violentasse, resolveu desde aquele momento, não dificultar as coisas para ele. Só não contava que o canalha sádico, a levasse a ter tanto prazer em fazer sexo com ele. Sua juventude e sensualidade a explodir em corpo tão saudável, não resistiu ao chamado da carne. Mas agora, caída no meio do matagal, ponderava que a perda de sua virgindade, valeu apenas, agora, poderia denunciar o canalha para a polícia. Só não contava que ele demorasse tanto a se resolver se livrar dela. Imaginava que se fingindo de desmiolada ele não a mataria, mas quase que o tiro saiu pela culatra, pois ele, mesmo assim, planejou aquele meio de a matar. Ela teve de improvisar na hora e contou com uma grande sorte.
Agora tinha de dar um jeito de sair da encosta, pois a escuridão da noite não a deixava ver onde se apoiar e além de tudo, ela estava muito debilitada. Mas pouco a pouco ela foi se arrastando encosta acima, até chegar no leito da estrada. Já passava da meia noite e àquela hora seria muito difícil encontrar algum carro, para pedir ajuda. Muito cansada, resolveu se sentar numa pedra à margem da estrada e só depois seguir caminho, até encontrar alguém ou algum carro.

Rita e Afonso, um jovem casal, retornavam para casa, depois de uma feliz noitada, a festejar a promoção de Afonso, na empresa onde trabalhava. O farol iluminava o caminho à frente e a doutora Rita cantarolava contente, quando de subido o faixo de luz, incidiu sobre uma figura de mulher, que fazia sinal para que o carro parasse. Rita, amedrontada pensou logo que era um estratagema para facilitar um assalto a algum motorista desavisado. Mas Afonso, apenas diminuiu a marcha, e abrindo o porta luvas, retirou o seu revolver, disposto a fazer frente a qualquer tentativa de os assaltar. Mas quando ultrapassavam a figura da mulher, que à beira da estrada fazia sinais desesperados para que parassem, Rita pode observar o rosto sofrido de uma jovem e, não sabe porque, uns 30 metros adiante, pediu para seu marido parar o carro: - Afonso eu acho que não é nenhum assalto, acho que aquela jovem está pedindo nossa ajuda. Meio ressabiado, ele pegou uma lanterna, saiu do carro e com o revolver numa não e a lanterna na outra, dirigiu o faixo para a jovem, que estática apenas os observava.
O casal pode ver uma mulher, muito jovem, com as roupas toda suja de lama e de longe ele gritou para ela: - O que você quer.... mulher! - Pelo amor de Deus, me ajudem e cambaleando caiu ao chão, desmaiada.

Marisa foi levada para um hospital de primeiros socorros e depois de devidamente medicada, resolveram interná-la, pois foi verificado que o seu estado de saúde era precário. Rita que era médica naquele hospital, ficou com muita pena da jovem, que apresentada um quadro de desnutrição e anemia muito aguda e o seu corpo apresentava diversos hematomas, denunciando que fora espancada durante muito tempo.
Já era meio da manhã, quando a jovem acordou e viu Rita, preocupada e curiosa ao seu lado. Marisa olhou para a médica e deu um belo sorriso e exclamou: - Finalmente livre!
-Quem é você e o que lhe aconteceu, minha filha? Marisa então lhe contou quem era, para assombro da doutora, que tinha conhecimento do sequestro da jovem, alguns meses. – Mas todos pensávamos que você estava morta! Assim foi noticiado pela mídia. Até a sua faculdade fez 3 dias de luto!
Então Marisa lhe contou com detalhes todo o seu drama e quem era o seu sequestrador. Rita assombrado com a revelação, se lembrou que outra jovem, da mesma faculdade tinha sido sequestrada há pouco mais de 3 dias... devia então ser o reitor o responsável. Imediatamente ela resolveu ligar para a polícia e solicitar a vinda deles ao hospital, pois lá estava internada uma jovem que fora sequestrada.
Na delegacia, esta ligação telefônica, caiu como uma bomba, e uma equipe, imediatamente se dirigiu ao hospital todos pensando que a pessoa internada fosse a jovem que fora sequestrada nesta semana. Qual não foi a surpresa, quando tomaram conhecimento, que a moça era a que todos consideram como morta.
O choque dos pais de Marisa, ao saber que sua querida filhinha estava vida, foi tão grande que a sua mãe, quase teve um desmaio. A felicidade de toda a sua família foi enorme.
O reitor Francisco foi pego com a “boca na botija! Ou melhor dizendo...Com a boca na buceta da jovem que tinha sequestrado. Na véspera de completar 19 aninhos, Marisa voltou aos bancos escolares e foi recebida como uma heroína, pois além de se salvar, salvou também outra jovem. Sua história foi contada pela mídia ressalvando-se os detalhes sórdidos, que Marisa não contou para ninguém. Mas o certo é que hoje em dia, a jovem, completamente recuperada em sua antiga beleza, adora namorar e não nega aos seus namorados nada que eles lhe pedem, inclusive aprecia que lhe façam sexo anal e oral.

FIM

Sobre este texto

Marcela

Autor:

Publicação:12 de julho de 2014 02:39

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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